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kadnfes

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  1. Eu não gosto muito de viajar de ônibus, sempre tem atrasos, e também não gosto do cheiro de diesel que geralmente empesteia os ônibus, então eu sempre que possível eu tento evitar ônibus. Mas se não tiver restrição quanto a isto, Budapeste x Praga dá para fazer de ônibus sem grandes problemas, o tempo de viagem é bem parecido mesmo considerando os atrasos do ônibus, por que o trem é meio lento e para bastante. Já Berlin x Amsterdam eu faria de trem, ônibus seria bem mais demorado.
  2. Que eu conheço e recomendaria comprar antes: Uffizi em Florença é interessante comprar antes, eles liberam umas 20 ou 30 pessoas para entrar a cada 20 minutos, eu fiquei mofando 1h40 na fila do ingresso, eu não iria visitar, mas peguei uma manhã chuvosa e fria, ai mudei de planos e fui visitar o museu. Galeria Borghese tem que comprar antes, se não me engano, os ingressos são limitados e esgotam semanas antes. Eu não gosto muito de comprar ingresso antes, acho que acaba engessando o roteiro, eu gosto de deixar as coisas meio em aberto, fico de olho na previsão do tempo, se amanhecer chovendo, ou se a previsão falar que vai chover, eu tento programar os museus e similares para estes dias, e deixar os dias de sol para as demais atividades.
  3. Bruxelas é meio longe e caro para um bate-volta na minha opinião. Bate-volta bom é aquele que você pode decidir lá na hora o dia em que vai fazer, usando trem regional que tem preço fixo de passagem. Por que num bate-volta tem que ser um dia tempo bom, se for um dia de chuva é furada. Como Bruxelas fica longe de Paris, você teria que ir com trem de alta-velocidade, cujas passagens compradas na hora são meio caras, ou então, comprar as passagens uns 90 dias antes. Mas ai você fica na dependência da sorte, de fazer um dia de sol, mas se chover, você se ferrou, pois ai ou você encarra o frio abaixo de zero, com vento e chuva, ou perde o dinheiro das passagens. Resumindo, bate-volta a Bruxelas é com você decidir se arrisca comprar as passagens antecipadamente e torce para ser um dia de tempo bom, ou se deixa pra comprar as passagens lá na hora, mas sob o risco de custarem 3x ou 4x mais...
  4. Eu sou fã de Berchtesgaden, se for visitar tudo, fazer todos os passeios legais, você precisa de uns 3 dias... Eu fiquei 2 dias só em Berchtesgaden e não consegui fazer tudo o que eu queria... Mas se quiser fazer só o basicão, 1 dia dá para ver o principal... Eu sei que os passeios no Königssee e Öbersee em Berchtesgaden funcionam normalmente até dia 15/10, depois disto alguns paseios já fecham para o inverno. Ou seja, eu inverteria Salzburg e Budapeste, para pegar ao menos os últimos dias de funcionamento normal entes do inverno.
  5. Budapeste não tem rodoviária, os ônibus costumam parar no meio da rua mesmo, perto de uma estação de metrô. Não lembro se tem alguma casa de câmbio lá perto para você trocar euros. Então eu trocaria ao menos uma pequena quantia de euros em moeda húngara antes de viajar, no mínimo o suficiente para pagar o metrô, um táxi ou um lanche caso precise. Na rodoviária de Praga, se não me engano, tem sim casa de câmbio onde possa trocar dinheiro, se não tiver lá dentro, tem na rua perto, ou na estação de trem que fica perto de lá também(300 a 400 metros de distância). Mas a questão é, vão estar abertas no horário que você chega lá em Praga? Será que não abrem só as 08:00 ou 09:00? Ou seja, eu faria o mesmo de Budapeste, levaria trocado ao menos uma pequena quantidade trocada para as despesas de primeira hora, só por garantia...
  6. kadnfes

    Madri

    Se você tiver os comprovantes de matricula no curso, comprovantes de estadia, tiver uma passagem para Bratislava no mesmo dia, e explicar que vai fazer um curso e que o visto de estudante é concedido somente lá na Eslováquia, acredito que não tenha problemas em Madri, por que atualmente esta informação já mais disseminada na Europa. Mas não é algo 100% garantido, pode ser que você tenha azar e pegue um agente desavisado ou que resolveu implicar e ele resolva criar caso. Como a Alemanha tem a mesma regra, o consulado alemão recomenda comprar um voo direto para Alemanha, para não correr o risco de algum agente lá de Lisboa, Madri, Roma, etc, onde se exige visto prévio de estudante, implicar por causa da passagem de volta depois de 90 dias sem um visto de estudante. Mas é com você ver se arrisca ou não passar por Madri, ou se compra uma passagem de volta antes dos 90 dias, ou se compra uma passagem via Alemanha, onde existe a mesma regra da Eslováquia e dificilmente você teria problemas.
  7. Normalmente os seguros tradicionais e os mais comuns que o pessoal contrata, não cobre doenças-pré existentes que você já tenha conhecimento e esteja em tratamento, cobre somente emergências. Mas você teria que ler com atenção os termos do seguro que está contratando, para ter certeza absoluta do que está contratando. Só posso te ajudar nisto...
  8. Normalmente é só escolher o modelo, falar para o vendedor que você que um destes, ir no caixa, pagar, retirar o produto e pronto. Mas vale a pena? Tanto na questão da mochila como no tablet, será que não vai acabar sendo mais caro que no Brasil? Estou meio por fora dos preços no Brasil, mas até algum tempo atras (2 anos atras), convertendo pelo Euro Turismo e somando 6.38% na maioria das vezes era mais caro que no Brasil, e com certeza muito mais caro que no Paraguay.. Tirando os produtos da Aple que sem motivo real nenhum são muito mais caros no Brasil que no restante do mundo, talvez seja pela ganância das lojas e da Aple, e a disposição dos aplemaniacos brasileiros em mostras status e pagar uma fortuna só por que tem o símbolo maçã, só opinião pessoal minha, cada um faz o que bem entender com seu dinheiro. Mas os demais eletrônicos na maioria das vezes acabam sendo mais em conta no Brasil ou custando o mesmo, e você tem garantia contra defeitos e ainda pode parcelar o pagamento se quiser, comprando fora não tem nada disto, se der problema no segundo mês, você se ferrou e tem que pagar o concerto por conta.
  9. 60 caixas já vai caracterizar contrabando em muitos países, e no mínimo você vai ter que dar boas explicações na alfândega! É recomendável que estejam nas caixas originais, para que não seja confundido com drogas(metanfetaminas, ectasy, etc), e para que a alfândega possa conferir do que se trata aquele monte de comprimidos. Já pensou na possibilidade de extraviarem a sua mala, com o estoque de remédios para 1 ano inteiro? Ou você esquecer eles em algum local qualquer e alguém "passar a mão" na sua mochila"? Eu levariam um "estoque" para uns 2 ou 3 meses, e várias receitas em inglês para poder ir repondo durante a viagem, na maioria dos países eles retem a receita de remédios controlados na farmácia. Mas converse com o seu médico antes, para ver se ele já passou por uma situação assim antes, e o que ele recomenda, e se ele vai te dar 7 ou 10 receitas...
  10. as taxas funcionam assim: quando você paga uma despesa no exterior com cartão de crédito, no momento da fatura a administradora converte o valar para reais e soma 6.38% sobre as compras internacionais e o valor já vem somado na fatura do seu cartão. Se você comprar moeda em espécie num banco ou caso de câmbio, já é somado 1.1% sobre o valor total convertido e você paga na hora que comprar os dólares alguns bancos cobram uma taxa de serviço adicional para realizar a operação. A taxa de 25% pelo que eu sei, não chegou a valer efetivamente, ou valeu por muito poucas semanas e não se aplicava neste caso (cartão de crédito), só valia para remessas internacionais realizadas via banco (quando você faz uma transferência entre contas corretes bancárias para o exterior), afetava mais as agências de viagens, que pagam os hotéis no exterior diretamente via transferência bancária e não por cartão de crédito
  11. Então este é o grande dilema, se você pagar agora com o cartão de crédito e o dólar baixar, você gastou mais do que o necessário, e se mudar de ideia e não viajar mais ou tiver que mudar as datas por algum motivo qualquer, perdeu o dinheiro, por que o hotel não irá devolver o dinheiro pago. Mas se o dólar subir, você se deu bem... Ao deixar para pagar lá na hora, seja com cartão de crédito ou com moeda em espécie, se o dólar baixar mais até lá, você se deu bem, e também poderá cancelar as reservas sem custo até uma data limite antes da viagem. Mas o contrário também pode acontecer, e o dólar subir e neste caso você se ferrou... Se pagar com cartão de crédito, você paga 6.36% de IOF, se pagar com moeda em espécie você paga 1,1% de IOF, mas dólares em espécie sempre são uns 2% ou 3% mais caros que no cartão, ou seja, a vantagem real de levar dólar em espécie é de no máximo 3%, mas você corre o risco de ser assaltado ou perder o dinheiro, seja quando está indo da casa de câmbio para casa, seja indo para o aeroporto, lá em Cancun, etc.. Ou seja, seria muito mais fácil se tivéssemos uma bola de cristal para adivinhar o futuro, mas como não temos, vai de cada pessoa decidir quanto risco quer correr, alguns não querem correr risco nenhum e já tem certeza absoluta que vão poder viajar, estes pagam antecipado, outros mais "aventureiros" preferem apostar e ver o que acontece, deixando para pagar na hora... Se for uma quantia pequena, até uns 500 ou 700 dólares, eu levaria em espécie e pagaria lá na hora, mas se for um valor maior, acho que eu não me sentiria confortável andando com tanto dinheiro no "bolso"... Ou seja, cada pessoa decide o que vai fazer, com base em quanto risco está disposta a correr.
  12. Concordo com o pessoal acima, se forem só 7 dias, dá para visitar no máximo uma cidade grande como Paris, Londres, Roma e bem apertado mais uma cidade menor como Amsterdam, Barcelona , Bruxelas, Veneza ou Florença. Se forem 10 dias, dá para pensar em 2 cidades grandes ou então em 1 cidade grande e 2 cidades menores. Como ir de um lugar para o outro depende das cidades escolhidas, por exemplo se escolher Paris e Londres, você vai de trem, mas se escolher Paris e Roma, teria que ir de avião, por que é muito distante, demorado e caro ir de trem.
  13. Já voei muito com a Alitalia, eles são meio desorganizados, o voo de volta "sempre" atrasa, o aeroporto de Roma é um caos, todo mundo gritando e gesticulando, tem hora que você acha que eles vão sair no braço , ninguém respeita fila, tudo bem típico italiano, , e algumas vezes a limpeza dos aviões deixava um pouco a desejar... Mas a comida servido a bordo sempre foi boa, ou seja, eles te levam até o destino sem frescuras, e o mais importante, geralmente a um custo aceitável. Resumindo, você recebe pelo que paga... rsss
  14. Trasporte: www.rome2rio.com, vai te listar todas as possibilidades, e sites onde comprar. Aí é só você entrar em cada um dos sites que ele indicar e conferir horários e preços, pois o Rome2Rio não mostra com detalhes suficintes
  15. Me intrometendo... O British Museu é um museu de artefatos históricos (múmias, artefatos egípcios, gregos, romanos, assírios, porcelanas antigas, e toda sorte de objetos com algum valor histórico), já a National Gallery é um museu de artes, basicamente só tem pinturas, e são muuuitas, você até fica perdido de tantas que tem, ou seja, são 2 museus com perfis bem diferentes. Concordo com a juliad, com tanto museu de artes em sequencia, depois do 4º museu, você nem liga mais, acaba "achando" tudo meio parecido e nem liga mais, ai o British Museum seria uma boa alternativa para quebrar a "sequencia" e variar um pouco. Mas como os museus de Londres são gratuitos, sempre dá para mudar de ideia e dar uma espiadinha de 30 minutos se bater aquela curiosidade irresistível ou se pegar um daqueles dias chuvosos e frios onde não dá para fazer nada na rua, apesar que você dificilmente consegue sair tão rápido....
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