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thiago.martini

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Sobre thiago.martini

  • Data de Nascimento 30-11-1989

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  1. @carol354 recomendo se apresentarem juntos na imigração. Com relação a estarem desempregados, tentem possuir documentos que demostrem que possuem recursos para se manter durante a estadia na Europa. Declaração do banco dizendo qual o limite dos cartões ajuda. Já usei em uma trip para Barcelona. Não deixe de ter impressa a passagem de volta.
  2. @Denyssonmax Vc se refere a agências que fazem os passeios no Deserto do Atacama? Se for isso, tem várias opções. Eu já usei a Lithium, mas tem a Ayllu, FlaviaBia Expedições, Fui Gostei Trips etc.
  3. @fernandos Puts .. eu iria no roteiro 2 ... aliás, dá pra ir junto?? kkkkk 🤣
  4. @fernandos Fala viajantes. Estou presumindo que vcs tem um tempo razoável para fazer essa roadtrip, se não houver um bom tempo, concordo com o @poiuy que ir de carro talvez não seja a melhor alternativa. Vai muito do que vcs estão a fim de ver. Ambas cidades são legais. Eu, particularmente, iria a Praga. Cidade muito rica em história, preços atrativos para hospedagem, comida, bebida. Preços de cervejas muito justo e comida típica muito boa. É uma cidade turística, mas nem de perto aquela muvuca de turistas que se encontra em Veneza. A ida será pelo sul da Alemanha que também é uma região muito bacana. Veneza é legal para conhecer, dizer que foi, mas confesso, passei apenas um dia lá e já achei suficiente. Fora que é muito cheio de turistas. Com isso, preços são bem mais altos. Ta aí minha opinião para ajudar na decisão de vcs! Abraços!
  5. Amigos Mochileiros, Como o único relato que tem sobre o trekking a Ciudad Perdida é de 2010 (muito bom por sinal e me ajudou bastante) resolvi escrever sobre a experiência que eu e minha esposa tivemos em outubro deste ano neste trekking incrível. No meu instagram (@thiagomrp) tem uma postagem para cada dia da trilha, com várias fotos do percurso. Quem quiser, é só dar uma conferida. PREPARAÇÃO Foi bem difícil achar boas informações sobre o trekking em sites brasileiros. Só um relato aqui no Mochileiros.com e poucas informações recentes. Acabei assistindo alguns vídeos feitos por viajantes gringos, buscando informações em sites colombianos e conversando com o hostel que iria nos hospedar em Santa Marta. Pelo que tinha pesquisado, sabia que a caminhada seria um pouco difícil, então resolvemos intensificar um pouco os treinos (fazemos treino funcional pelo menos 3 vezes por semana). Fiquei em dúvida sobre comprar antecipadamente ou fechar na hora. Conversei com o pessoal do hostel por e-mail (Masaya Santa Marta – recomendo muito a estadia lá) e me orientaram que sempre tinham saídas e que a diferença seria o pagamento com ou sem taxas do cartão. Em resumo, pagando lá haveria uma taxa de 3% do cartão de crédito (que de fato não ocorreu, mais adiante explico). Então como preparação apenas reservei o hostel em Santa Marta (Masaya) para dois dias antes do trekking e um dia depois. Assim poderíamos deixar nossos mochilões lá mesmo. COMPRA DO TOUR (dia 07/10/2019) Compramos o tour no próprio hostel, pelo mesmo preço que costuma ser o padrão das empresas de Santa Marta, COP 1.100.000,00. Na época que estivemos lá a melhor cotação que achamos foi 1 real para 780 COP’s. Com essa cotação nosso trekking ficou por +- R$ 1.400,00 cada um. Não tivemos a tal taxa extra, porque o atendente nos enviou um link (tipo paypal) e pagamos diretamente no site. Aproveitamos para pegar informações com o atendente, Francisco, que tinha sido tradutor nessa trilha por diversas vezes. Segundo ele não seria TÃO difícil. Ledo engano nosso kkkkk. DIA 1 (09/10/2019) Entre 8h30 e 9h00 passariam nos recolher para o tour. Às 8h30 já estávamos na recepção. Vi um rapaz com roupa de agência e perguntei se estava nos esperando. Ele disse que não. Apenas outras duas pessoas. Até aí, ok então. Esperei mais uns 15 minutos e nada da nossa agência. Fui falar com o rapaz sentado e perguntei se o nosso tour não era com ele também. Me perguntou qual era a nossa agência. Aqui descuido meu, não tinha perguntado ao Francisco qual era a agência. Mostrei para ela o comprovante de pagamento, ele fez uma ligação e confirmou que a gente também tinha que ir com ele. Uffaaaa, que sorte que fui abordá-lo. Entramos num 4x4 e recolhemos algumas pessoas pelo trajeto. Fomos até a agência antes de sair. Depois de um rápido briefing pegamos a estrada. Nosso grupo tinha 9 pessoas (5 colombianos, 2 ingleses, 1 alemão, 1 norte-americana e nós 2 de brasileiros). Foram cerca de 1h30 de estrada de asfalto, com um motorista dirigindo loucamente kkkk. Por volta das 11h00 estávamos na entrada do Parque Nacional de Sierra Nevada. Lá pausa rápida para banheiro, colocar nossas pulseira de autorização para entrar no parque e mais 45 minutos de estrada de chão, com várias subidas e descidas irregulares e travessias de rio. Foi bem emocionante kkkk. Perto das 12h00 chegamos ao restaurante onde almoçamos e depois iniciamos nossa caminhada. Prato feito com arroz, feijão, salada, coxa com sobrecoxa e, é claro, patacones (que delícia kkk). Os pratos de comida são muito grandes. Eu não consegui comer tudo. Por volta das 13h15 saímos para iniciar nossa caminhada. O primeiro dia é basicamente uma longa caminhada estrada acima, com algumas barraquinhas no meio do caminho vendendo água, refri, cerveja, cacau, suco de laranja etc. Esse dia totalizou 12,2 kms com solzão na cabeça. Chamou atenção nesse dia a quantidade de aranhas e suas teias nas árvores. Chegamos no acampamento por volta da 16h45. Todos os acampamentos são ao lado de rio. Nesse primeiro tinha uma piscina natural que o povo pulava do alto de uma pedra. Eu sou meio cagão para água, mas tomei coragem e pulei, minha esposa também. Foi uma baita adrenalina. Tem o vídeo no meu instagram (@thiagomrp). Depois de um mergulho revigorante nas águas frias do rio, fomos tomar banho para jantar e dormir. Dica: muita atenção nos acampamentos com aranhas, escorpiões e cobras. O nosso guia nos alertou. Nós optamos por pendurar as botas no alto (o que depois foi seguido pelos colegas) e SEMPRE deixar as mochilas fechadas, para evitar entrada de bichos. Também revisamos as camas antes de deitar. Jantar estava muito farto e gostoso. Depois um brefing sobre o próximo dia e conversas sobre a história da trilha, da região, do povo Tayrona etc. Tudo muito interessante. Às 20h00 já estamos deitados e às 21h00 apagaram as luzes. DIA 2 (10/10/2019) Despertadores tocaram as 5h00 para nos arrumarmos, tomarmos café e saímos às 6h00. Acontece que no grupo tinha uma criança (11 anos) que só levantou às 6h00 e daí que foi tomar café. Ficamos bem impacientes, inclusive o guia. Aqui falha dos pais que não acordaram a criança antes e apressaram ela. Acabamos saindo 6h30. O segundo dia já era sabido com sendo o pior, e realmente foi. Foram 21,2 kms com muitas subidas e muita lama pelo caminho. Lugares bem escorregadios para caminhar. Nos levamos nossos próprios bastões, quem não tinha estava improvisando com tronco de árvore. Às 9h00 chegamos no lugar onde almoçamos. Fizemos uma parada mais longa com direito a visitar uma cachoeira próxima. Valeu muito a pena. Às 10h30 já estávamos almoçando e 11h00 voltamos a caminhar. A segunda parte do dia foi beeeeemmm difícil. Muita subida e lama. Por volta das 14h00 começou a chover, então complicou um pouco mais. Era subida sem fim, com chuva e fome. Por sorte chegamos numa vendinha e lá tinha frutas para nós. Foi revigorante. Aliás, em várias vendinhas as agências providenciam frutas para o pessoal, normalmente melancia, laranja ou abacaxi (muito doce por sinal). Chegamos no acampamento às 16h10, bem cansados. É o último acampamento antes da Ciudad Perdida, então todas as agências ficam no mesmo lugar. É o que tem a estrutura mais precária, mas mesmo assim foi ok. Jantamos, conversamos e antes das 20h00 já estávamos deitados. Às 21h00 apagaram as luzes. DIA 3 (11/10/2019) Novamente levantamos às 5h00, café da manhã e as 6h30 saímos. Aqui o atraso foi proposital. Como 10 minutos após o acampamento tem a travessia de um rio, o guia preferiu atrasarmos um pouco para não ter que ficar esperando na margem do rio os demais grupos atravessarem. Que travessia hein! Deve ser uns 20 metros de uma margem a outra, com pedras e correnteza forte. Duas cordas ajudam, aliás, todo mundo se ajuda porque a correnteza é muito forte mesmo. Depois de recolocar as botas, mais uns 10 minutos caminhando e chegamos no início das escadas que levam a Ciudad Perdida. Mais de 1200 degraus pela frente. Muita atenção, pois os degraus são curtos e bem úmidos. Às 7h10 já estávamos na entrada da Ciudad Perdida. Passaportes (dados pelo próprio parque com a história do lugar) foram distribuídos e carimbados. Nos acomodamos num lugar para ouvir o guia contar sobre a história da Ciudad Perdida e seu povo. Depois de um tempo saímos para desbravar o lugar. Você vai encontrar vários militares do exercício pelos caminhos da Ciudad Perdida. Eles estão ali para marcar a presença do Estado e oferecer segurança. Foram todos amigáveis e até tiraram fotos com a bandeira do Brasil (eu sempre viajo com uma). Na saída da Ciudad Perdida nosso guia passou na oca do líder espiritual, Mamo, porém ele não estava. Apenas sua esposa que vendeu algumas pulseirinhas feitas por ela para o grupo. Por volta das 10h00 já estávamos descendo de volta ao acampamento em que passamos a noite. Almoçamos por lá e depois voltamos até o acampamento em que almoçamos no segundo dia. Nesse dia foram quase 22km caminhados. Foi puxado, mas nem tanto. A noite jantamos e antes de dormir tivemos a oportunidade de ouvir histórias de um índio de uma tribo descendente dos Tayronas. Ele mostrou instrumentos de trabalho, o poporo (instrumento usado apenas pelos homens para consumir a folha de coca) e outros utensílios. Foi uma conversa legal. Ele falava mais ou menos o espanhol e era auxiliado pelo nosso guia. Uma experiência bem bacana. DIA 4 (12/10/2019) Novamente acordamos as 5h00 e 6h30 já estávamos caminhando para terminar o nosso trekking. O objetivo era chegar para o almoço no local onde iniciamos nossa aventura. Lá onde o 4x4 nos deixou e voltaria nos pegar. Umas subidas bem fortes, com quase 1 hora de subida initerrupta. Foi bem puxado. Confesso que tenho dúvidas se foi o segundo ou último dia o mais difícil. Ambos foram muito puxados. Por volta das 10h00 paramos tomar um suco e comer um bolo no mesmo local do primeiro acampamento. Descansamos um pouco e logo partimos. Eu e minha esposa aceleramos o passo porque queríamos terminar antes do meio dia. Não porque tivéssemos pressa, mas só para ter um objetivo. Uma parte do grupo foi mais rápido conosco e o resto seguiu mais lento com o guia. Esse trecho final foi aquele na estrada com o sol na cabeça do primeiro dia. Dessa vez o sol estava até mais forte, por isso cada vez mais queríamos chegar antes. Exatamente 11h50 chegamos no restaurante. Fui um trecho bem cansativo, quase 22,5 km. Todos que chegavam já foram arrancado as botas e deitando pelo chão gelado, era a melhor coisa naquele calor kkkk. Cerca de 1 hora depois chegou o resto do grupo. Almoçamos e por volta da 14h00 já estávamos no 4x4 para retornarmos até Santa Marta. SALDO FINAL Talvez tenha sido o trekking mais difícil que já fiz na vida (já fiz Salkantay no Peru e vários outros no sul do Brasil). Foi puxado, subidas e sol fortes e uma umidade muito grande, suávamos muito. Faria tudo de volta? Sem sombra de dúvidas, SIM. Foi uma experiência muito legal, uma caminhada difícil e desafiadora, com um grupo nota 10, guia e tradutor muito gente boa e estrutura de acampamentos legal. Várias vezes nos pegávamos falando: “estamos no meio da selva colombiana!!!”. E realmente é isso. É uma selva bem fechada, úmida, com rios, cachoeiras, pedras e lama. Trekking a Ciudad Perdida marcado como FEITO e RECOMENDADO a todos mochileiros e trilheiros! Obs.: tentarei colocar algumas fotos nos próximos comentários. Quem quiser pode ver algumas no meu instagram @thiagomrp.
  6. @Karla Pires Nenhum problema com chuvas que me recordo. Só vantagens rsrsrs na nossa travessia até o Salar de Uyuni teve chuva nos dois primeiros dias. Quando chegamos no salar estava aquele espelho incrível.
  7. @matha.us Fala amigo, fez essa viagem até Assunção? Estou planejamento uma ida de moto até lá para o ano que vem e também tenho as mesmas preocupações. abraço!
  8. @João Senger Cara teu roteiro tá bem legal e coerente. Entre Salta e Tarija tem as cidades que o @_Umpdy falou. Eu já estive nelas e são bem bacanas. Vale o passeio. Purmamarca é muito legalzinha. Uma ideia é pegar algum passeio em Salta subindo a Quebrada de Humahuaca e pedir para o tour te deixar em Humahuaca, daí de lá vc pega um bus pra Bolívia, assim aproveita para conhecer e já faz o trajeto. O tour ao Salar realmente é imperdível. Em La Paz recomendo o downhill na estrada da morte. Muito massa. Teu orçamento é um pouco enxuto mesmo, vai ter que escolher os passeios que vai fazer. Normalmente são um pouco caros. Sobre subir a Machu Picchu a pé, eu fiz em 2016 (com 26 anos rsrsrs) foi de boa. Depois ainda subi WP e antes disso tinha feito a Salkantay Trek por 4 dias kkkk. Vai muito do teu preparo. Eu sou trilheiro, então to acostumando. Abrs e boa trip!
  9. @Jhonnyk Cara, depende muito do teu estilo de viagem. O meu é mais mochileiro/trilheiro/roots, se for essa a sua vibe, recomendo o Parque Tayrona, Palomino, Taganga. Se gosta de trilha, recomendo Trekking a Ciudad Perdida. Fiz em outubro passado e foi uma experiência incrível. Talvez a trilha mais difícil que já fiz, mas recomendo. Endosso as sugestões do @anselmoportes com relação a Zipaquirá e Medellin. Dois lugares muito legais. Se for a Medellín, tente conhecer Gatapê ... show de bola! Boa trip!
  10. @Karla Pires olá Karla, eu estive no Atacama e Bolívia em janeiro de 2017, logo depois da virada do ano. Não tive problema para fechar passeios de um dia para o outro. No Atacama fechei passeios com a Lithium. Gostei do serviço e preço. Fica a dica. Boa trip!
  11. @Caroline Hersbach oi Caroline, estive na Colômbia mês passado. Dos lugares que vc precisa de info, estive em Cartagena e Santa Marta. Cartagena é legal, mas não muito o meu estilo (mochileiro roots). Santa Marta curti muito mais. Foram 3 dias em Cartagena e apenas 2 em Santa Marta. Deveria ter invertido. Fiz o trekking a Ciudad Perdida. Recomendo. Transporte nessa região, além das empresas comuns (Rapido Ochoa, Bolivariano etc), recomendo ver Marsol e Belinas, são empresas de turismo que oferecem muito mais horários que as empresas rodoviárias. Santa Marta recomendo muito o Hostel Masaya, muito bom mesmo. Qq coisa, é só chamar.
  12. @giulia23 Em Cartagene tem duas empresas de turismo que fazem esse trajeto, além das empresas rodoviárias comuns: Marsol e Berliner. O preço é pouca coisa mais barata que as empresas comuns, mas é mais fácil de conseguir horários e pegar o bus/van. A Marsol fica na beira-mar uns 5 minutos da cidade amuralhada. Fiz o trajeto Cartagena > Santa Marta > Cartagena com a Marsol agora em outubro por 40 mil COP.
  13. @Diana Rúbia Fico feliz em saber que gosta da minha cidade. Sou orgulhoso dela rsrsrs. Pratos que sempre levo amigos de fora para comer é a carne de onça e o rollmops. São tradionais aqui. Carne de orça é uma carne moída crua, muito bem temperada, que se come com broa preta, manteiga e mostarda escura. É um prato de origem alemã, mas que Curitiba adotou. Se vc se interessar, recomendo comer no Bar Fantinato (na minha opinião a melhor) ou no Barbaram. Rollmops é uma conserva de sardinha com cebolinha azeda. Coisa típica de botecos. Não é todo mundo que gosta. Eu levo os amigos mais pela zoeira do que pelo sabor kkk. Outra coisa boa da região para comer é o barreado. Prato típico do litoral, principalmente Morretes. Se for para lá, não deixe de comer. Eu adoro. Quanto a ir para Morretes mesmo com chuva, contanto que não seja aquele chuvão, acho que vale a pena sim. A cidade é bem legalzinha, tem o barreado e a típica bala de banana. Para entrar no rio, se a chuva for fraca, beleza. Se já estiver um pouco mais forte, cuidado! Ali na serra temos a cabeça d'água, fenômeno que enche o rio MUITO rapidamente. Se ficar curiosa, joga no google "cabaça d'água morretes". Ontem não choveu nada. Nem uma gota rsrs. A previsão erra bastante aqui kkk. Quanto a gastronomia, tem o bairro Santa Felicidade, com culinária típica italiana (frango, polenta e massas). Eu gosto de ir lá comer. Pratos com pinhão também são bem-vindos, embora nessa época é mais dificil de achar. Pinhão é do inverno. Ahhhh tem a coxinha da Confeitaria Dois Corações, no centro de Curitiba. Pesquise sobre rsrsrs. Espero ter ajudado .... qualquer coisa só chamar.
  14. Diana, sou morador de Curitiba. Amo minha cidade. Em outubro vc vai encontrar muitos bares com festas em homenagem a Oktoberfest. Se for do seu interesse, aproveite. Outubro já é pra esquentar um pouco mais (hoje tá chovendo e frio kkk), aí os bares já começam a ter mesinhas na rua. Bem bacana. Aproveite os muitos foodparks que a cidade tem agora (Mercado Sal, Vila Urbana, Cadore, Patio Faivre, etc). Precisando de algo, só pedir!
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