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anselmoportes

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  1. @Angelica Gege Eu considero 10 dias pouco tempo para esses 2 países. Sugiro escolher apenas 1 e aproveitar mais o país que escolheu. Se for Chile: aconselho ao menos 4 dias no Atacama, para conseguir ver a maioria das coisas "imperdíveis" por lá. Menos que isso vc vai deixar algum passeio pra trás e poderá se arrepender. O restante dos dias daria pra fazer Santiago, Valparaíso e Viña del Mar. Se for Peru: Uns 3 dias em Lima, 4 em Cusco e 1 em Machu Picchu. Os dias que sobraram considere os deslocamentos entre as cidades. Boa viagem!
  2. NEW YORK CITY - 2a PARTE 26º dia de viagem New York City, 12 de Junho de 2019 (quarta-feira) Acordei 7h40, tomei café, arrumei meu quarto e sai umas 8h30. Cheguei ao EMPIRE STATE BUILDING umas 9h e a entrada foi bem tranquila, mas já tinha muitos turistas lá em cima. A vista é incrível e, como o dia estava bem limpo e claro, a visibilidade ficou muito boa. Deixei o local as 9h45. VISTA DO EMPIRE STATE BUILDING Fui para o MADISON SQUARE GARDEN famoso ginásio de esportes e também casa de shows Tinha comprado via internet o ALL ACCESS TOUR e quando cheguei no local percebi que havia confundido as datas: o meu bilhete era para o dia anterior. Mas mesmo assim deixaram eu pegar o próximo tour que estava para começar: o das 10h30 (era 10h25). O tour é bem legal! Nosso guia, o JP, foi bem bacana! Passamos por um grande hall que tem em sua parede fotos de eventos que aconteceram alí todos os dias do ano. Eram 360 fotos com alguma coisa marcante. A última reforma do ginásio foi em 2011 e custou 1,3 bilhões de USD! Passamos também por uns camarotes que custam 800.000 USD por ano e o contrato mínimo é de 4 anos. Os 2 times que mandam jogos lá são o NY Knicks (basquete) e o NY Rangers (hoquei no gelo). Quando estão em temporada o campo de gelo permanece e a quadra de basquete é montada por cima. Como leva apenas algumas horas para montar a quadra, é possível ver o jogo de um dos times de tarde e o outro à noite. Fomos até a área “BRIDGE” que foi construída na última reforma. Lá fizemos um tour em REALIDADE VIRTUAL. Nos deram uns óculos e pudemos ver como é o local em dia de jogos dos Knicks e dos Rangers. Tb vimos como é lá durante um show do Billy Joel. Descemos para o nível da quadra mas não pudemos ir até ela. Depois disso terminou o tour. MADISON SQUARE GARDEN Fui até o BRYANT PARK e no caminho comi num Burger King (USD 11). O parque estava lotado de gente almoçando (fazia um tempo ótimo, com muito sol). No parque se encontra a BIBLIOTECA PÚBLICA DE NOVA IORQUE e recomendo muito a visita. As 14h peguei um tour gratuito com a simpática Karen. O andar térreo da biblioteca é todo de mármore e as salas são ornamentadas e com muitas pinturas (a maioria de artistas americanos contemporâneos). O tour acabou 15h15. BIBLIOTECA PÚBLICA DE NOVA IORQUE Peguei o metro e fui até o FLATIRON BUILDING. O prédio é um ícone da cidade, uma vez que sua arquitetura triangular o torna muito peculiar. Ele serviu de inspiração para Will Eisner escrever a HQ “O Edifício”. Vale passar lá para tirar umas fotos. FLATIRON BUILDING De lá peguei um metrô até a WASHINGTON SQUARE. A praça é bem legal, com muitas pessoas fazendo vários tipos de atividades. Num canto da praça uns senhores sentados à mesas com jogo de xadrez, esperando por adversários. Em outro canto, um parquinho com muitas crianças correndo e brincando. Em um gramado, algumas pessoas deitadas tomando um sol e relaxando. Deixei o parque e parei num bar chamado GROOVE. Tomei uma Lion’s Head * (USD 6) que não estava muito boa. Decidi ir para outro lugar. Parei no OFF THE WAGON e tomei 1 Goose Island IPA *** (US6), 1 Coney Island ** (US 4) e 1 Shock Top Belgian White *** (US 4). Peguei um metrô até a estação 33rd street, região de KOREATOWN e fui jantar em um restaurante que não anotei o nome. Comi um BIBIMBAP que vinha acompanhado de sopa de tofu, além dos outros acompanhamentos (o kimchi estava delicioso). Comi MUITO e a conta deu USD 25. Caminhei por uns 15 minutos até a TIMES SQUARE. O local é completamente abarrotado de turistas. Os painéis luminosos deixam o local muito colorido e caótico ao mesmo tempo. Mas é um dos principais cartões postais do mundo, então recomendo sim a visita. Se puder ir a noite, melhor. TIMES SQUARE Fui até a estação 50 Street para pegar o metro de volta pra casa. Só que eu peguei o metro EXPRESSO, que não pára em todas as estações. Ele parou apenas uma logo após que eu entrei e depois foi parar na 125th Street, umas 7 paradas depois da que eu ia descer. ***DICA: Atentem-se para as linhas expressas para não perder a estação como eu. Esse link aqui tem dicas de como usar o metrô de Nova Iorque. Esperei passar o metro de volta e fui chegar em casa 22h30, muito cansado. Tomei banho e fui dormir 23h30. Distância percorrida no dia: 15km Dinheiro gasto no dia: USD 56 27º dia de viagem New York City, 13 de Junho de 2019 (quinta-feira) Acordei 7h40, tomei café e saí 8h40. Como amanheceu chovendo, resolvi fazer atividades “indoor”. Peguei metrô desci na estação World Trade Center para o 9/11 MEMORIAL AND MUSEUM. A estação foi toda reformada e ficou absolutamente incrível! ESTAÇÃO O audioguia do museu custa USD 8. Mas é possível baixar gratuitamente no celular o mesmo audioguia. Usei o wifi de lá e economizei uma graninha. O audioguia é narrado pelo Robert de Niro e conta praticamente cada detalhe que é exposto no museu. Lá dentro é IMPRESSIONANTE. Dá pra ver parte da PAREDE DIAFRAGMA que “segura” o Rio Hudson e impede a inundação do lugar. Na sessão IN MEMORIAM há fotos de todas as vítimas do ataque (quase 3.000 pessoas morreram). É possível acessar o perfil de cada uma das vítimas e vi que haviam 3 brasileiros entre os que morreram. Também vi um vídeo de 10min com um time-lapse da reconstrução do local. Num outro setor, há vários vídeos que foram gravados no momento do ataque. Há também muitas fotos e relatos de policiais e bombeiros que trabalharam no dia. Em outra parte há carros de bombeiro, de polícia, ambulâncias, todos destruídos na tentativa de salvamento das vítimas. Fui deixar o museu era mais de meio-dia (cheguei lá 9h e pouco). PAREDE DIAFRAGMA Caminhei pelo lado de fora do Memorial. Ali ao lado encontra-se o pub O’HARA. Ele foi parcialmente destruído com o atentado e muitos de seus habituais clientes morreram no dia. O pub é coberto de patches de policiais locais, de outras cidades e do mundo. Apenas entrei pra dar uma olhada e fui embora pq estava muito lotado. A chuva tinha parado mas ainda ventava muito. Parei ali perto num pequeno parque chamado ZUCOTTI PARK, que é cercado por carrinhos de comida. Num deles comi um FALAFEL COMBO (USD 7) e uma coca (USD 1). O combo vinha com falafel, charuto, salada de alface, pimentão amarelo, molhos e uma fatia de pão sírio. Estava muito bom! De lá fui ao MOMA - MUSEUM OF MODERN ARTS (USD 25). O museu estava parcialmente fechado por conta de uma reforma. No último andar havia as pinturas mais famosas como a “STARRY NIGHT” de Van Gogh e a “PERSISTÊNCIA DA MEMÓRIA”, do Salvador Dali. Havia também pinturas do Monet, Miró, Mondrian, Picasso, Matisse, Rothko, etc. Também vi esculturas e outras instalações modernas, mas não curti muito não. Deixei o museu 17h e parei num pub irlandês que havia ali perto. Tomei uma Amber The Irish Pub * (USD 6). Passei em uma loja de souvenires e comprei um boné para a filha de um amigo (USD 10). Segui caminhando até ao TOP OF THE ROCK, que é um observatório no topo do Rockefeller Center. O ticket de entrada estava incluso no NY CITY PASS. Já era final de tarde e fiquei esperando o pôr do sol e início da noite para tirar fotos lá de cima. Havia muitos turistas e foi difícil achar um espaço para registrar o Empire State Building e os outros prédios de Manhattan. Mas com muito esforço, consegui fazer uns registros. TOP OF THE ROCK No caminho de volta pra casa passei no supermercado e comprei umas cervejas, uma salada de frango para o jantar e 2 potes de sorvete (USD 23). Tomei banho, jantei, tomei 1 cerveja e fui dormir 23h30. Distância percorrida no dia: 12,2 km Dinheiro gasto no dia: USD 89 28º dia de viagem New York City, 14 de Junho de 2019 (quinta-feira) Acordei 7h40 e saí para tomar um café com o Jesse. Fomos a um café alí em Upper West Side e pedi bacon waffles c/ blueberry e mamão e café com leite. Conversei muito com o Jesse que foi um anfitrião incrível. Me despedi dele pq ele iria para Baltimore, ver os jogos do time de lá contra o Red Sox. Como voltaria só no domingo, eu não iria mais vê-lo. Fui até a loja de departamento 21 CENTURY para tentar achar um óculos de sol (o meu havia quebrado). Mas só tinha óculos muitos caros (de USD 80 em média). Passei pela UNION SQUARE onde estava tendo uma pequena feira: verduras, frutas, queijos, cerveja artesanal, produtos veganos, etc. Apesar de pequena, era bem diversificada. Voltei ao metrô e fui para a estação BREDFORD AVE, em Williamsburg. Era 11h e parecia que o novo bairro “hipster” de NY ainda estava dormindo. Caminhei pelo bairro por cerca de 1h30. Passei pela BROOKLYN BREWERY mas estava fechada e uma placa dizia que iria abrir 14h. WILLIANSBURG Resolvi dar uma volta em outro local e retornar pra lá mais para o final de tarde. Fui até a GRAND STATION, que realmente é muito grande. Uma obra faraônica mesmo que vale muito a visita. GRAND STATION Segui andando pelas ruas até chegar na SAINT PATRICK CATHEDRAL, que é linda. Havia um coral se apresentando e fiquei um tempo lá. SAINT PATRICK CATHEDRAL Depois passei por outra igreja chamada SAINT THOMAS CHURCH. Decidi almoçar em algum food truck. Fui até o HALAL GUYS (esquina da 6a Avenida com a 53 St.). Comi um PLATTER COMBO (frango e carne) pequeno (USD 7) e tomei 1 coca (USD 1). Acompanha 2 sachês de molho branco (parecido com o “ranch) e 2 sachês de pimenta (Cuidado! É BEM forte). A comida estava muito boa e muito bem servida! HALAL GUYS Peguei o metrô de volta à Williamsburg e voltei à Brooklyn Brewery. Tomei 1 pint (350ml) da Brooklyn Brown Ale** (USD 7). Quando deu umas 17h resolvi fazer o tour (USD 21). Antes de começar o tour é servido uma latinha da cerveja da casa tipo lager (grátis). Assim que inicia a visita já te servem uma cerveja tipo SOUR ** e como o nome sugere é bem azeda e ácida, mas gostosa. O tour pela fábrica é bem curto. Na verdade, só mostraram 2 partes da cervejaria o que levou uns 10 minutos. Depois disso te levam para uma sala servem outra cerveja. Mas essa contém 10,1% de teor alcóolico. A “K” is For Kriek foi sem dúvida uma das cervejas mais fortes que eu bebi nessa viagem. O guia explica sobre a origem da cervejaria e que o designer que desenvolveu o logo pediu como pagamento cervejas pro resto da vida. Os donos concordaram pq à época o designer tinha 65 anos. Hoje ele tem 90 e ainda vai lá tomar cervejas de graça. Eu e mais um pessoal de San Francisco que também estavam no tour ficamos conversando com o guia. No final nos serviram (de graça) mais outras 2 cervejas. Depois das conversas pedi mais uma para me despedir da cervejaria: a Defender IPA***. BROOKLYN BREWERY Saí de lá e no caminho de volta ao metrô parei num pub chamado THE CHARLSTON. Tomei 1 All Day IPA** (USD 7) e 1 Lagunita’s IPA ** (USD 7). Voltei pra casa e no caminho de volta parei em uma Liquor Store e comprei 2 vinhos de para dar de presente para o Jesse e seus sogros (USD 30). Passei no supermercado para comprar o jantar e outras coisas (USD 23). Cheguei em casa, tomei banho, jantei, tomei 2 cervejas e fui dormir 23h30. Distância percorrida no dia: 16,8 km Dinheiro gasto no dia: USD 103 29º dia de viagem New York City -> São Paulo, 15 de Junho de 2019 (quinta-feira) Acordei 8h e às 9h e fui ao Central Park com a Shannon e seus três filhos. Fiquei jogando futebol com o James e voltamos umas 11h. Decidi ir dar uma volta pelo HARLEM. Peguei um metrô e desci na estação 125 Street. Caminhei por ela e passei em frente ao APOLLO THEATRE que estava fechado. Virei na MALCOM X BOULEVARD. Fazia um calor insuportável e não encontrei 1 bar sequer para poder tomar uma cerveja! Parei no JIMBO’S HAMBURGER PLACE e comi 1 Bacon Cheese Burger com fritas e 1 pepsi (USD 14). Notei que praticamente todo o staff da lanchonete estava falando espanhol. Troquei ideia com um dos atendentes e ele me perguntou se eu era brasileiro (estava falando em “portunhol” com ele). Perguntei que sim e se ele tinha adivinhado pelo meu sotaque. Ele que não, era por causa da camisa do Corinthians que eu estava usando. Deixei a lanchonete e segui até o COLONEL CHARLES YOUNG PLAYGROUND, uma praça com brinquedos e uma quadra de basquete. Estava tendo um jogo entre adolescentes (pareciam ser bem novos, mas eram muito altos). Assisti um pouco do jogo e fiquei impressionado pela força física e técnica. Realmente os americanos estão muito acima dos outros quando o assunto é basquete. HARLEM Como eu iria pegar meu voo naquela noite, decidi passar o resto da tarde na área perto de onde estava hospedado. Peguei o metro até a estação 79st e caminhei pela AMSTERDAM AVENUE em UPPER WEST SIDE. O primeiro pub que eu parei se chamava AMSTERDAM ALE HOUSE. O lugar estava vazio e ainda assim fiquei mais de 5 minutos no balcão esperando ser atendido. Deixei o local sem consumir nada e fui para outro pub chamado SAINT JAMES GATE. Tomei uma Bell’s IPA*** (USD 9). 2 senhores que também estavam sentados ao balcão começaram a puxar papo comigo. Um deles era do estado de Washington o outro de Ottawa. Conversei um pouco com os simpáticos senhores e fui para outro pub. Parei para conhecer o THE DEAD POET, um simpático bar com algumas passagens de poemas escritas na parede. Tomei uma Smithwick’s Red Ale *** (USD 9). Lá eu conheci o David e Scott, amigos que frequentam esse pub com suas famílias, que estavam numa mesa do lado de fora. Quando disse que iria embora naquela noite, os dois se prontificaram a me mostrar a melhor maneira de chegar ao aeroporto internacional de NY. Irei descrever o caminho que eu fiz logo a seguir. Depois da explicação o David fez ainda questão de me pagar uma cerveja. Agradeci as gentilezas e pedi uma Talea Sun Up NEIPA***. Depois tomei uma Melvin IPA*** (USD 8). Me despedi do David e do Scott e voltei para casa. Cheguei lá, tomei um banho, arrumei minhas coisas e fui jantar com a Shannon e seus filhos. Comemos um macarrão com queijo e salada. Brinquei um pouco com o Luke, James e Sean e me despedi deles. Saí às 19h10 e peguei um metrô até a PENN STATION. Lá teria que comprar um bilhete para ir até a JAMAICA STATION. Tentei comprar em um terminal que só aceitava cartão mas, não sei o pq, não aceitou o meu. Fui para outra parte da estação onde encontrei uma máquina que aceitava dinheiro e consegui comprar (USD 7,75). Peguei o trem às 19h55 e fui chegar à JAMAICA STATION 20h20. Lá peguei o AIR TRAIN para o aeroporto (USD 6) e ele passa por todos os terminais do JFK. Cheguei ao terminal 8 (o último) às 20h40, despachei minha mochila e fui para o portão de embarque. ***DICA: Se vc não tiver que carregar muitas malas, compensa fazer esse trajeto para ir até o Aeroporto Internacional JFK. A viagem de Upper West Side até o aeroporto leva 1h30 e custa USD 14. Dependendo do trânsito, um táxi pode levar esse mesmo tempo mas vai te custar umas 5x mais. Como tinha um tempinho livre, parei em um bar no lobby de espera e tomei uma Sam Adams NEIPA *** (USD 13) e uma Sam Adams IPA*** (USD 13). Meu vôo decolou 22h40 e 8h30 estava chegando em SP Distância percorrida no dia: 12,5km Dinheiro gasto no dia: USD 80 FIM DO RELATO
  3. Na minha opinião, o principal fator que vc tem que levar em consideração quando vai viajar é o seu TEMPO. Sendo assim, é mais do que fundamental estudar minuciosamente o destino que vai visitar e fazer um PLANEJAMENTO DE VIAGEM. Pesquise os principais pontos turísticos e traçar um roteiro por dia de acordo com a proximidade de cada um. Assim vc não perde tempo com deslocamentos. Eu costumo usar o Lonely Planet e o TripAdvisor para conhecer os principais pontos de interesse. Daí uso o Google Maps para ver as localizações de cada um e faço o roteiro de visita. Procure também saber se os lugares que vc quer conhecer necessitam comprar entrada antecipadamente ou mesmo fazer um agendamento prévio. Também atente-se aos dias de abertura dos locais. Alguns museus, galerias, etc, costumam fechar 1x na semana e se vc deixou pra ver um desses bem no dia que está fechado, poderá ficar sem visitá-lo. Sempre leve em consideração o CLIMA do dia. Se, por exemplo, estiver chovendo no dia que escolheu visitar um parque, vá para um museu. Para me organizar melhor eu costumo fazer uma "planilha-calendário". Cada dia eu separo por "manhã", "tarde" e "noite" e preencho lá tudo que tenho interesse em visitar. É claro que não sigo ela "a ferro e fogo" e sei que imprevistos podem acontecer. Na primeira linha coloco a bandeira do país que vou visitar, o dia da semana e o dia do mês. Na segunda linha a cidade que vou estar ou o trajeto que irei fazer no dia (cidade X > cidade Y). Na terceira linha coloco o nome da pessoa que irá me hospedar (sou Couch Surfer e quando não consigo anfitrião na cidade, fico em um albergue). Na quarta e última linha é onde fica o roteiro do dia. Eu faço a minha planilha em inglês pq se eu conhecer alguém na viagem eu posso dividir meu roteiro. Também sugiro procurar saber se o local que vc vai visitar tem alguma coisa que vc goste muito, mas não é considerado um ponto de interesse para a maioria dos viajantes. Por exemplo: Quando estive em Budapeste, visitei o Museu do Fliperama. Apesar de muita gente não ligar para isso, para mim foi uma experiência incrível.
  4. Eu como gosto muito de futebol (e esportes em geral), sempre procuro conhecer estádios. Tem esse post aqui que aborda o assunto: Visitei muitos estádios já e tem muita coisa pra falar de cada um deles. Mas um em especial aconteceu algo legal. Foi no Ibrox Stadium, do Glasgow Rangers. Estava em Edimburgo e fiz um bate-volta a Glasgow para conhecer os estádios do Celtic e do Rangers. Já tinha feito um tour no do Celtic e cruzei a cidade para conhecer a casa do seu rival. Chegando lá fui até uma recepção e uma moça me informou que o estádio estava fechado para reformas. Decidido a não perder a viagem, inventei uma história: falei que eu era torcedor fanático dos Rangers e tinha vindo do Brasil até lá só pra conhecer o estádio. A moça ficou muito emocionada com a história e bem na hora que eu contava meu "drama" pra ela passava um reverendo por nós (os Rangers são protestantes e esse é um dos motivos pela acirrada rivalidade com o Celtic, que é católico). Ela chamou o Sr. que ao saber do que se passava prontamente ofereceu ajuda e foi mostrar o estádio para mim. Fizemos um tour por praticamente todas as dependências do estádio, dos vestiários à sala de trófeus, terminando no banco de reservas à beira do gramado. Um tour privado e o melhor: totalmente gratuito! Depois disso nem precisa falar que o time que eu simpatizo em Glasgow é o Rangers, né?
  5. @Silvana Almada Eu escolheria Setembro, sem dúvidas. Tem outra: Nesse período há dois feriados que podem ser "emendáveis": 7 de Setembro e 12 de Outubro. Como os 2 caem numa segunda-feira, dá pra sair de férias em 8 de Setembro (terça), mas pegar o voo em 5 de Setembro (sábado). Daí volta ao trabalho dia 8 de Outubro, numa quinta (30 dias). Só que dependendo dos casos, se vc tiver alguns dias a mais pra tirar por conta de hora extra, etc e se seu relacionamento com seu empregador seja legal, vc pode pedir pra voltar depois do feriado de 12 de outubro, no dia 13, uma terça-feira. Se o acordo der certo, daria 38 dias de férias! Mas, claro, tem um conjunto de fatores pra isso se tornar possível
  6. @isaribeiro Não há preço tabelado. Os valores variam de empresa para empresa.
  7. @MarianaHS Fiz parte do roteiro parecido, mas ao contrário: Budapeste - Varsóvia - Cracóvia - Praga. Somente o trecho Budapeste - Varsóvia eu fiz de avião, os demais foram por terra (ônibus e trem). Pesquisei as passagens tanto pelo omio.com quanto o home2rio.com e comprei tudo com antecedência. Mas atente-se às companhias aéreas low-cost. Algumas cobram uma taxa se vc não fizer o check-in online com 24h de antecedência. Eu esqueci, deixei pra fazer na hora e morri com EUR 45! Boa viagem!
  8. @Mônica BezOli Esse lance de opinar sobre cidades é muito pessoal. Não apenas levando em conta que cada um é cada um, mas depende de outros fatores tb. Fui pra Viena no meio do inverno. Nevou todos os dias que eu fiquei lá e só fiz atividades "indoor". Era meu primeiro mochilão então era muito inexperiente, então não aproveitei muito os lugares que conheci. Já Praga eu fui em 2018, um pouco mais experiente. Era outono e o clima ajudou muito! Então posso dizer que, na minha experiência, gostei mais de Praga.
  9. @Gislaine Motta Fiz meus passeios no Atacama com a Grado10 e gostei bastante. Fiz uma cotação com eles para pagamento antecipado mas não fechei nada. Chegando lá consegui um preço MUITO melhor, negociando na hora.
  10. @João Alexsandro De Oliveira Dias Fiz esse roteiro em 2017. E foi exatamente na mesma época do ano, no mês de Março. Escrevi esses relatos que talvez possam ajudar: Boa viagem!
  11. @tatianepcs Ano passado fui pra lá e passei 2x na imigração: na ida quando fiz escala em Miami e depois fui para o Canadá e na volta quando entrei por Chicago. Em nenhum momento perguntaram de quanto de dinheiro estava levando. Fizeram perguntas do tipo: de onde eu estava vindo, quanto tempo fiquei no Canadá, onde eu iria ficar em Chicago, quando eu iria embora dos EUA e o que eu fazia no Brasil. Levando em conta que sua hospedagem tá paga, acho que se levar uma quantia de uns USD50 por dia em cash é mais que suficiente. Além do cartão de crédito, claro. De qualquer maneira, tenha em mãos os comprovantes de pagamento dos hotéis e a passagem de volta. Boa viagem!
  12. @Marcia Cardoso Vai ser bem corrido esse roteiro pela quantidade de dias, então atente-se bem ao tempo de deslocamento entre as cidades. Às vezes compensa pagar um pouco mais para chegar mais rápido, dependendo da opção de transporte. Atente-se tb à estaçao/rodoviária que vc vai sair/chegar. Alguns locais de embarque/desembarque ficam longe do centro das cidades. Costumo usar o Rome 2 Rio e o Omio para comparar as opções de transporte. Boa viagem!
  13. @johannsteffen :A diferença em despachar uma mochila cargueira e uma mala tradicional, é que a mochila tem muito coisa que possa "enroscar" na esteira ou no trajeto até o avião. Algumas companhias aéreas consideram essas mochilas como bagagem especial e vc tem que despachá-las em outro local, não no guichê que vc faz o check-in. Então, antes de fazer o check-in, certifique-se que todas as alças estão fechadas ao máximo e dê um nó na fita que sobrar das alças. Se tiver capa de proteção melhor ainda: irá proteger os zíperes e aqueles elásticos que ficam do lado de fora, para prender itens leves e que precisam estar à mão com frequência. Boa viagem!
  14. @Meigan Heber Franzmann Ah, sim. Não me atentei ao fato que vc já tinha saído.
  15. @Meigan Heber Franzmann Em 2018 fiz o caminho inverso: entrei na Argentina vindo de ferry pelo Uruguai e não carimbaram a minha entrada. Na hora de deixar a Argentina com destino ao Chile não deixaram eu embarcar no ônibus pq não tinha o carimbo de entrada. Sendo assim, não poderia sair do país. Perdi um dia tentando resolver a minha situação, mas consegui. Contei isso nesse relato: Boa viagem.
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