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  1. NEW YORK CITY - 1a PARTE 23º dia de viagem: Philadelphia -> New York City, 9 de Junho de 2019 (domingo) Trem pela 162 Northeast Regional - USD 44 Acordei 7h, arrumei minhas coisas, me despedi do Bharat e saí 7h15. Cheguei à estação 30th Street às 7h25. O trem saiu às 8h15 e 9h45 estava chegando em NY. A estação de Pennsylvania Station é enorme e tem de tudo lá: lojas, lanchonetes, restaurantes, etc. Comi um sanduíche de ovo com queijo e tomei um cappuccino (USD 10). Fui para o metrô e comprei o passe ilimitado válido por 1 semana (USD 33) ***Dica: Se você for ficar pelo menos uns 4 dias em NY (menos que isso acho que não vale a pena), aconselho muito a comprar este passe de metrô. Apesar de antigas, as linhas metroviárias te levam para praticamente todos os cantos da cidade e te faz economizar um bom tempo uma vez que o trânsito dela é infernal. Quem me hospedou lá foi um casal de amigos que eu havia hospedado pelo Couchsurfing quando morava em SP. Hj o Jesse e a Shannon moram em um incrível bairro na ilha de Manhattan chamado UPPER WEST SIDE. Apesar de não fazerem mais parte do CS, assim que ficaram sabendo que eu ia para NY fizeram questão de me receber. Quando cheguei à casa deles, fui recebido pela simpática Connie, mãe da Shannon que mora no andar de baixo. Meus amigos estavam na igreja, então deixei minha mochila e saí para conhecer o CENTRAL PARK, que ficava menos de uma quadra de lá. CENTRAL PARK Primeiro passei pelo JACQUELINE KENNEDY RESERVOIR, um lago situado bem no meio do parque. Em volta dele há uma pista onde várias pessoas caminham e corriam. Passei também pelo DELACORTE THEATER e a TURTLE POND. Conheci também o belo SHEAKESPEARE GARDEN e a SWEDISH COTTAGE. Segui caminhando até o STRAWBERRY FIELDS, onde há o memorial IMAGINE, para o John Lennon. Fazia muito calor e o céu estava aberto, então havia muitos turistas lá. Com muito esforço consegui tirar uma foto. IMAGINE Deixei o Central Park e peguei o metrô na 72th St. e voltei à Penn Station. De lá fui para o HUDSON PARK, onde se encontra o THE VESSEL: um prédio em forma de colméia com várias escadas que parecem uma obra do ESCHER. Tinha sido inaugurado em março daquele mesmo ano, então estava cheio de turistas. A entrada é gratuita, mas vc tem que pegar uma senha: peguei uma para entrar às 15h50 e era 13h30. THE VESSEL Logo ali atrás do The Vessel tem a HIGH LINE, que são trilhos de trem que foram desativados e transformaram num enorme passeio com alguns pequenos parques. É um passeio que vale muito a pena! Vc passa entre vários prédios da cidade e pode contemplar também alguns grafites. HIGH LINE Deixei a High Line na altura do CHELSEA MARKET e fui pra lá. O mercado é fechado, mas bem grande. Havia muitos restaurantes com muitos tipos de comida: italiana, alemã, frutos do mar, coreana, chinesa, japonesa, francesa, etc. Estava muito cheio e praticamente todo lugar tinha fila. Tomei uma cerveja PALE ALE** (USD 6) num bar que não aceitava dinheiro, apenas cartão - primeira vez na minha vida que vi isso. Sai do mercado e caminhei até o MCKENNA'S PUB e tomei 2 Brooklyn Lager *** que estava na promoção “2 por 1” (USD 8,50). Troquei umas mensagens com o Jesse e ele estava no Central Park. Fui até lá para tentar encontrá-lo mas não consegui. Quando voltei pra casa o encontrei em frente da porta. Tinha acabado de voltar do parque. Conheci os 3 filhos deles: Sean de 3 anos, Luke de 5 e James de 7. A Shannon preparou um delicioso jantar: salmão, cuscuz, salada de vagem e abóbora. Os pais dela, Paul e Connie, também jantaram com a gente. Conversamos um pouco e subi para meu quarto para tomar banho. Desci de volta, fiquei conversando com eles até umas 21h quando voltei para meu quarto. Respondi umas mensagens e fui dormir 23h Distância percorrida no dia: 15km Dinheiro gasto no dia: USD 58 24º dia de viagem: New York City, 10 de Junho de 2019 (segunda-feira) Acordei 7h40, arrumei o quarto e fui para o supermercado. A região de Upper West Side é bem “chique” mas tem um supermercado que é relativamente barato: o Trader’s Joe. Comprei o café da manhã (leite, peito de peru, queijo, salame e pão), alguns chocolates (para dar de lembrança) e cerveja (USD 34). Voltei pra casa, tomei café e dei uma enrolada pq chovia muito. A chuva não passou então sai mesmo assim. Por volta das 9h45 passei em frente ao MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL e já tinha uma pequena fila. Como a chuva tinha dado uma trégua, resolvi caminhar até o DAKOTA BUILDING, edifício que morava o John Lennon e fica umas 3 quadras do museu. Fui lá, tirei umas fotos e voltei. A fila tinha triplicado de tamanho e esperei uns 15 minutos pra conseguir entrar. DAKOTA BUILDING Tinha comprado antecipadamente pela internet o NY CITY PASS (USD 133) e, além da entrada no museu, o passe dá direito de ver um filme no cinema 360º que é projetado no teto em forma de domo. ***DICA: Assim como fiz em Toronto e Chicago, resolvi comprar o city pass para NY. E mais uma vez achei que foi uma ótima escolha. O passe te dá acesso às seguintes atrações: Empire State Building, Museu de História Natural, The Metropolitan Museum of Art, Deck de observação do Top of the Rock OU Guggenheim Museum, Ferry boat para a Estátua da Liberdade e Ellis Island OU Circle Line Sightseeing Cruises, Memorial do 11 de Setembro & Museu OU Intrepid Sea, Air & Space Museum O filme que eu escolhi ver foi o DARK UNIVERSE, narrado pelo Neil DeGrasse Tyson e que mostra nossa galáxia e várias outras, até chegar ao “Universe Background”. O filme também fala da “Energia Escura” e “Matéria Escura”. Curti DEMAIS! Passei por todas as alas do museu, que estava completamente lotado. Na ala dos dinossauros havia tanta gente que estava difícil até para tirar foto. Fazia um tempo ruim lá fora (chovia muito) então muitos turistas tiraram o dia para fazer atividades “indoor”. MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL Fui deixar o museu 14h45 e caminhei até o SHAKE SHACK, lanchonete que fica na rua de trás. Pedi um Shack Burger, batata e refri (USD 12,50). Além de ser pequeno, achei o lanche bem meia boca. Não aconselho comer nessa rede de fast food não. Como ainda chovia muito, decidi ir ao METROPOLITAN MUSEUM OF ART que ficava quase que na mesma reta que o Museu de História Natural, mas do outro lado do Central Park. Vi no Google Maps que ali perto passava um ônibus que cruzava o parque até o outro lado. Cheguei ao ponto bem na hora que o ônibus estava passando. O bilhete tem que ser comprado em uma máquina automática que fica no ponto. Pedi para o motorista esperar um pouco para eu comprar o bilhete, mas como chovia muito ele mandou eu entrar sem ter que pagar. Cheguei ao Metropolitan 15h30. O museu tem várias obras de arte, esculturas, vasos, estátuas, etc. Havia pinturas do Renoir e Cézanne. Gostei muito de uma chamada “Princese de Broglie”, de Jean Auguste Dominique Ingres. Outras que também me chamaram atenção foi “The Beeches” de Asher B. Durand e a “A Gorge in the Mountains” de Sanford R. Gifford. Fiquei lá até o museu fechar (17h15) e de lá fui para um pub chamado Carlow East, onde tomei 1 Fat Tire Brown Ale *** (USD 9) e 1 Whale’s Tale Pale Ale *** (USD 9). A chuva tinha parado um pouco então resolvi voltar pra casa caminhando, cruzando o Central Park. Me perdi um pouco nele, mas depois uns minutos consegui chegar até o outro lado. Cheguei em casa, tomei um banho e tomei uma cerveja conversando com o Jesse. Fui dormir 23h. Distância percorrida no dia: 16km Dinheiro gasto no dia: USD 64 25º dia de viagem: New York City, 11 de Junho de 2019 (terça-feira) Acordei 7h40, tomei café e saí 8h30. Peguei o metrô até a estação SOUTH FERRY onde sai o barco para a ESTÁTUA DA LIBERDADE. Caminhei até o BATTERY PARK onde ficam os quiosques de compra de ingresso. Como tinha o city pass, só precisei retirar o meu. Peguei o barco das 9h40. O tempo estava nublado mas começando a abrir. ESTÁTUA DA LIBERDADE Cheguei à ilha da estátua e peguei um áudio guia (tem em 12 línguas diferentes). O áudio guia falava sobre a história da Estátua da Liberdade, que foi um presente da França. Também falou do desafio de engenharia para construir uma estátua oca que suportasse o vento e chuva naquele local. A estátua é de cobre mas tem um “esqueleto” de ferro, projeto pelo Gustav Eiffel (o mesmo da Torre Eiffel). Na ilha há também um museu contando a história da estátua e um pequeno cinema mostra fotos e ilustrações da época que ela foi construída. Há também réplicas de partes da estátua (pé e rosto) que podem ser tocadas. VISTA PARA A ILHA DE MANHATTAN Peguei o barco de volta e no caminho parei na ELLIS ISLAND. Lá foi, por muito tempo, a entrada dos imigrantes que chegavam aos EUA. Há um grande museu dedicado à eles. Tem também um centro de pesquisas com registros de todos os imigrantes que passaram por lá. Fiquei só uns 20 min e voltei para NY. De volta ao Battery Park, comi um hot dog minúsculo (USD 4) e segui caminhando até o CHARGING BULL, ou TOURO DE WALL STREET. Havia centenas de turistas se acotovelando para tirar foto na estátua, então resolvi passar direto. Passei em uma loja de souvenirs e comprei umas lembrancinhas (USD 18,50). Comi outro hotdog (USD 2) e tomei uma coca (USD 4). Segui caminhando pela BROADWAY até a PONTE DO BROOKLYN. Mais uma vez, havia centenas de turistas na ponte. Cruzei a ponte até chegar na área conhecida como DUMBO - Down Under Manhattan Bridge Overpass. Passei pelo JANE'S CAROUSEL, que estava fechado e pelo TIME OUT MARKET, um pequeno mercado “descolado” com alguns restaurantes e lojas. PONTE DO BROOKLYN PONTE DE MANHATTAN Segui andando até o RANDOLPH’S BAR, que é um bar hipster e microcervejaria. Tomei 1 Orange You Lovely IPA *** (USD 10) e esperei dar 16h para começar o Happy Hour e as cervejas começarem a custar USD 7. Pedi uma Coffee Cream Ale *** (USD 7 + 1USD de gorjeta = USD 8). Essa foi, sem dúvida, a cerveja mais gostosa que eu provei em toda a minha viagem. E olha que não foram poucas, hein? Pedi outra (USD e comentei com o barman que tinha realmente gostado daquela cerveja. Ele fez questão de chamar o cervejeiro responsável que veio me agradecer. ***DICA 1: Atentem-se aos horários de Happy Hours dos bares de NY. Na grande maioria deles há descontos em cervejas e outras bebidas, geralmente entre 16h/17h até umas 20h/21h. ***DICA 2: Não deixem de experimentar essa COFFEE CREAM ALE. Vale muito, mas MUITO a pena! ***DICA 3: É possível abrir contas (tab, em inglês) na maioria dos bares. Vc deixa seu cartão de crédito de garantia e vai marcando. No final vc pode escolher em pagar no cartão ou no dinheiro. É possível debitar as gorjetas no cartão. Eles passam o valor total e no final vc escolhe a porcentagem (geralmente de 10, 15 ou 20%) que quer dar de gorjeta. COFFEE CREAM ALE Deixei o bar por volta das 18h e voltei para casa para jantar com o Jesse e sua família. Brinquei um pouco com os filhos dele na sala e jantamos. Brinquei mais um pouco com eles e saí. Fui até o outro lado do Central Park, na 5a Avenida. Ela estava bloqueada para carros e acontecia um desfile. Uma fanfarra marchava pela avenida tocando alguns clássicos como a “Dancing Queen” do Abba e a “Don’t stop me now” do Queen. Terminaram a apresentação dentro da CHURCH OF HEAVENLY REST que é linda. Os museus da região estavam com entrada gratuita (das 18h as 21h). Até pensei em entrar no GUGGENHEIM MUSEUM mas já era 20h15 então achei melhor não. CHURCH OF HEAVENLY REST FANFARRA Peguei o metro para o 230 FIFTH AVE ROOFTOP BAR, um bar no topo de um prédio com uma vista bem legal para o Empire State Building. A entrada é gratuita e tomei 1 pint de Blue Moon (USD 10). Tirei umas fotos e fui embora. Caminhei até a Penn Station e peguei o metrô de volta pra casa. Cheguei umas 22h30, tomei banho e fui dormir. Distância percorrida no dia: 15,5km Dinheiro gasto no dia: USD 65 FIM DA 1a PARTE
  2. @gabrielle loureiro Em 2011 fui pra Las Vegas e fiquei no Jockey Club Hotel. Fiquei com mais 2 amigos e o apartamento tinha 2 quartos, uma cozinha bem equipada e uma sala de TV. A localização dele é excelente: na Strip, ao lado do Bellagio. Boa viagem.
  3. Verdade. Estava em Nossa Senhora de Copacabana na Bolívia e no dia que ia seguir viagem para o Peru aconteceu uma manifestação que bloqueou a estrada. Tivemos que atravessar a fronteira de barco, pelo lago Titicaca. O barco nos deixou perto da margem e tivemos sair com a água até os joelhos e ir caminhando por um pasto até chegar à fronteira e dar entrada em nossos passaportes. Tipo, nada que atrapalhasse muito nosso roteiro. Mas perdemos umas boas horas fazendo esse "desvio". Mas acho que dá pra ir sim, na boa. Boa viagem!
  4. @Viviane F Moraes Tá muito bom seu roteiro! Parabéns! Só acho que vai ser muuuuuuito corrido e creio que não vai dar tempo pra ver tudo, mas vale tentar. Coloque essas atrações no Google Maps e faça a ordem de visita por proximidade, para não perder tempo com deslocamentos. De qualquer maneira, eu aconselho vc comprar um BILHETE ÚNICO assim que chegar em SP. Com ele vc irá economizar uma boa grana com transporte público na cidade. Como já foi mencionado, TOME CUIDADO em algumas áreas da cidade. Não fique dando sopa principalmente com o celular. Se tiver que atender ou fazer alguma ligação, ou simplesmente checar alguma mensagem, certifique-se que está num lugar seguro. Boa viagem!
  5. @Thiago Augusto Zati : Acho que Paris tá meio fora desse seu roteiro... Mas se vc quiser MUITO conhecer a capital francesa, eu pergunto: vc já comprou as passagens de ida e volta? Pq acho que vale a pena pegar uma que chegue por Paris e volte por Istanbul. Vc ganharia mais tempo em Istanbul se não tiver que voltar para Paris e pegar seu voo de volta. Tb aconselho ficar mais tempo em Cracóvia. Além de Auschwitz (que te tomará 1 dia inteiro), tem as minas de sal em Wieliczka que vale muito a pena conhecer. Pesquise bem os trechos mais longos que vc está planejando fazer de ônibus. Veja se não compensa pagar um pouco mais e ir de avião.
  6. Eu fiz isso. Mas eu tinha 25 anos à época e, ainda assim, quase morri. Depois, lá em cima inventei de subir o Wayna Picchu e, mais uma vez, pensei que não iria sobreviver. Não sei se foi o acúmulo de cansaço de dias viajando ou se foi a altitude, mas o fato é que é MUITO puxado. Pra voltar eu tive que pegar o ônibus até Águas Calientes. Fiz uns banhos de águas termais na cidade que me salvaram! Dia seguinte conseguia andar normalmente.
  7. @Denis Fernando Em 2017 fui para o Uruguai, Argentina e Chile. Além de levar dinheiro em espécie, tb usei meu cartão: um Ourocard International VISA. Não tive problemas com ele, foi aceito em todos lugares que passei, inclusive em caixas eletrônicos para sacar dinheiro. Mas tem aquele problema já mencionado: vc paga 6% de IOF e uma taxa bem salgada (não lembro quanto agora) para usá-lo para sacar moeda local. Não sei se esses novos bancos (tipo o NUBANK) possuem um produto mais atrativo. Vale a pena pesquisar. De qualquer forma eu aconselho sempre ter um cartão para emergência. Boa viagem!
  8. PHILADELPHIA 21º dia de viagem: Washington D.C -> Philadelphia, 7 de Junho de 2019 (sexta-feira) Ônibus pela Megabus - USD 25 Cheguei em Philly por volta das 11h40. Fui caminhando até o apto de Bharat, couchsurfer que iria me hospedar. O prédio que ele mora ficava numa das principais avenidas do centro e bem próximo dos principais pontos turísticos. Deixei minha mochila lá e saí para conhecer a cidade. Passei pela PREFEITURA DA FILADÉLFIA e em frente está o DILWORTH PARK FOUNTAIN, onde haviam várias crianças brincando na água que jorrava da fonte. Estava bem quente e até eu fiquei tentado em me refrescar, mas achei melhor não. Comprei uma coca laranja com baunilha (USD 2,50) e comi um resto de salgadinho que tinha comprado em Washington D.C. DILWORTH PARK FOUNTAIN Caminhei até o READING MARKET TERMINAL, um mercado com muitas opções de comida: chinesa, tailandesa, local (com o famoso “cheesesteak”), lanches, frutos do mar, etc. Havia também muitas frutas e verduras. Ao fundo do mercado há um pub como várias cervejas. Mas como tinha acabado de comer eu só olhei um pouco e fui embora. READING MARKET TERMINAL Passei numa loja de souvenirs e comprei umas lembrancinhas e uns chocolates (USD 5,50). Fui até o LIBERTY BELL e encarei uma fila de uns 15 minutos para passar pelo raio-x e detectores de metal. O Sino da Liberdade é um dos símbolos da cultura americana e ele tem uma rachadura que já tentaram remendar mas ela voltou, então resolveram deixar daquele jeito mesmo. LIBERTY BELL Depois fui até o IRISH MEMORIAL, que tem uma estátua em homenagem à imigração irlandesa. Alí perto está o PIER WATERFRONT, que tem uma roda gigante, um rinque de patinação e algumas barracas de parque de diversão. Comprei uma água (USD 1) e voltei para o centro da cidade. IRISH MEMORIAL PIER WATERFRONT Passei no TOURIST INFORMATION CENTER e peguei um mapa da cidade. Parei no FIELD HOUSE, um sports bar ao lado do Reading Market. Tomei uma New Belgium Flat Tire Amber Ale *** (USD 6,30), uma Sweetwater 420 APA*** (USD 6,30) e uma Stone IPA** (USD 6,30). Por volta das 18h30 voltei para o apto. Tomei um banho e sai novamente para comer alguma coisa. Achei um restaurante coreano e comi um dosot bibimpap (USD 11). Na volta passei num supermercado e comprei 6 cervejas long neck (4 brown ale e 2 red ale - USD 14). Voltei ao apto e fiquei tomando as cervejas conversando com o Bharat até umas 23h30, quando fui dormir. Distância percorrida no dia: 15km Dinheiro gasto no dia: USD 52 22º dia de viagem: Philadelphia, 8 de Junho de 2019 (sábado) Acordei 8h30 e já saí. Como eu ia ficar só 2 noites na cidade resolvi não comprar nada para o café da manhã e comer na rua. Passei numa rede de restaurantes chamada WAWA e comi um sanduíche de carne e queijo com ovos mexidos e tomei um vanilla coffee (US 7). Fui até o LOVE PARK, onde tem o famoso letreiro “LOVE”. Como ainda era meio cedo, havia poucos turistas no local. Um cara estava se oferecendo para tirar fotos mas depois ele pedia um dinheiro. Notei um casal de brasileiros e pedi para um deles tirar a foto pra mim. LOVE PARK Nesse pequeno parque também havia umas fontes e, novamente, algumas crianças brincavam nela. Passei pela CATEDRAL BASÍLICA DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO, onde estava sendo realizada uma missa. A basílica é bem bonita e vale a pena conhecer. CATEDRAL BASÍLICA DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO Segui caminhando até o PHILADELPHIA MUSEUM OF ART. Havia uma fila de uns 5 minutos para tirar foto na ROCKY STATUE. Assim como no Love Park, um cara se oferecia para tirar fotos e depois pedia dinheiro. Pedi para um pessoal que estava atrás de mim na fila para tirar a foto. ROCKY STATUE Subi as “ROCKY STAIRS” (são 72 degraus) e cheguei no museu. A entrada custava USD 20 e como já tinha visto a maioria dos artistas resolvi não entrar. ROCKY STAIRS Caminhei até a PENITENCIÁRIA DE EASTERN STATE, mas só a vi por fora. Até havia um tour (USD 16) para conhecer a penitenciária por dentro, mas resolvi não fazer. Passei pela PARKWAY CENTRAL LIBRARY, uma biblioteca que fica em um prédio muito bonito. Voltei caminhando até o Pier Waterfront e passei por vários pubs e restaurantes (todos lotados, uma vez que era sábado e fazia um dia quente e com sol). Parei num restaurante chamado THE GASLIGHT e tomei uma Yuengling Lager ** (USD 5), uma Yards Pale Ale*** (USD 7) e uma Lagunita’s Novel Pulp American IPA*** (USD 8). Depois parei no MAC’S TAVERN e tomei uma Founder Solid Gold Lager** (USD 5). Passei por um BEERGARDEN onde haviam umas pessoas jogando alguns jogos de mesa (ping-pong, sinuca, etc). Tomei uma Miller Lite* (USD 6) e fui almoçar no Reading Market. Comi um CHEESESTEAK TEXAS, fritas e coca (USD 20) num restaurante chamado Carmen’s. O lanche estava muito bom e a batata igualmente deliciosa. A senha para pegar os lanches eram cartas de baralho. Voltei para o apto e cheguei umas 19h. Estava muito cansado pois tinha andado o dia inteiro sob um sol muito quente. O Bharat não estava então cochilei até umas 20h. Tomei um banho e sai com o Bharat para comprar algo pra gente beber no apto. Comprei 3 long necks (USD 7) e ficamos tomando e conversando até umas 23h30 quando fui dormir. Distância percorrida no dia: 15,6 km Dinheiro gasto no dia: USD 65 23º dia de viagem: Philadelphia -> New York City, 9 de Junho de 2019 (domingo) Trem pela 162 Northeast Regional - USD 44 Acordei 7h, arrumei minhas coisas, me despedi do Bharat e saí 7h15. Cheguei à estação 30th Street às 7h25. O trem saiu às 8h15 e 9h45 estava chegando em NY. Próximo relato: NEW YORK CITY
  9. @Jhonnyk Próximo à Bogota, em Zipaquirá, se encontra a Catedral de Sal. Não deixe de visitá-la! Em Cartagena há uns passeios de barco que te levam para uns recifes. Lá te fornecem máscara e snorkel para nadar. Depois te levam para umas praias em umas ilhas próximas. Imperdível tb! Não sei quantos dias vc vai ter, mas se tiver tempo, aconselho a conhecer Medellin tb. Vale muito a pena! Boa viagem!
  10. @rodrigo.cogo O melhor lugar para conhecer gente é no hostel que vc vai ficar. Se tiver um bar, sala de jogos, etc, melhor ainda. Alguns hostels organizam eventos como "pub crawls" que sempre junta uma galera. Eu nunca participei (a maioria é pago) mas sempre via um monte de gente neles. Fica esperto que o transporte público de Londres costuma não funcionar no Natal, Boxing Day (dia que vc vai chegar lá) e ano novo. Dá uma pesquisada nisso para não ficar na mão. Fiz um pequeno guia de coisas pra fazer por lá. Talvez possa te ajudar. Boa viagem! guia_londres.pdf
  11. @fabio.barbero Esses sites podem te ajudar com os trajetos entre cidades: www.omio.com.br https://www.rome2rio.com Estive em Varsóvia e Cracóvia no ano passado. Fiz esses relatos que talvez possam ajudar: Boa viagem.
  12. WASHINGTON D.C 17º dia de viagem: Chicago -> Washington D.C, 3 de Junho de 2019 (segunda-feira) Vôo pela American Airlines (R$ 630) Cheguei em Washington D.C 11h50. Peguei minha mochila e fui comprar o cartão do metrô. Funciona igual ao Bilhete Único de SP: vc compra o cartão (USD 2) e coloca os créditos que serão debitados a cada viagem. Coloquei USD 10. Peguei a linha amarela e desci na estação GALLERY. Lá peguei a linha vermelha e desci na estação UNION STATION. Como iria pra casa do meu anfitrião apenas no final do dia, fui procurar um guarda volumes. Havia apenas um lugar e cobrava USD 20 por 24h. Tentei negociar um preço menor visto que usaria apenas por umas 6 horas mas não teve acordo. Há um desconto para quem está esperando trens da AMTRAK, mas precisa de um bilhete para comprovar. Como não era meu caso, deixei a estação com a mochila nas costas. Peguei um ônibus (grátis) em frente à estação e fui até a NATIONAL GALLERY OF ARTS. Deixei minha mochila no guarda-volumes da galeria e não precisei pagar nada. ***DICA: Se vc precisar de um guarda-volume em Washington D.C, a maioria dos museus de lá oferecem esse serviço gratuitamente. Há também uma linha de ônibus gratuita que fica rodando pela National Mall e deixando os passageiros na Union Station. A galeria é enorme e tem esculturas e pinturas, que estão organizadas por países de origem. Curti a pintura “INTERIOR OF THE PANTHEON, ROME”, do Giovanni Panini. Na ala das exposições britânicas tinha alguns quadros do William Turner. Deixei a galeria e fui caminhando até o HIRSHHORN MUSEUM. Na entrada havia um simpático robozinho recepcionando os visitantes. As exposições do museu eram de artistas contemporâneos e era tudo arte moderna. Havia uma estátua do MUECK. O acervo é OK e achei que valeu a pena por ser gratuito (como quase todos os museus/galerias de Washington D.C). HIRSHHORN MUSEUM Sai do museu, comprei uma coca (USD 2,50) e comi um lanche que tinha preparado no café da manhã. Voltei para a National Gallery of arts e fiquei até as 17h, quando ia fechar. Peguei minhas mochilas e fui até o ponto pegar o ônibus gratuito até a Union Square. Caminhei um pouco para conseguir descobrir onde era o ponto do STREETCAR (bonde) que liga a Union Square ao subúrbio da cidade. O serviço é gratuito e demorou um pouco (era quase 18h, hora do rush) para percorrer 5 estações. Desci na 15th Street e fui até um McDonald’s para conseguir uma conexão wifi. O Alex, meu anfitrião, já tinha chegado. Fui pra casa dele, deixei minhas coisas e conversamos um pouco. Fui até o ALDI, supermercado estilo o DIA% ou LIDL: muito bagunçado mas muito barato. Comprei coisas pro café da manhã, um frango ao molho barbecue de microondas para comer no jantar (horrível!) e 6 cervejas APA (USD 20). O bairro parecia ser meio barra pesada. No caminho cruzei uns caras mal encarados mas não fizeram nada. Jantei, conversei um pouco com o Alex que logo em seguida saiu para correr. Tomei banho, tomei umas cervejas. O Alex voltou, conversamos mais um pouco e fui dormir umas 23h. Distância percorrida no dia: 14,3 km Dinheiro gasto no dia: USD 75 18º dia de viagem: Washington D.C, 4 de Junho de 2019 (terça-feira) Acordei 8h, tomei café e saí 8h50. Fui ao ponto de ônibus e peguei o X2 até uma estação de metrô na linha azul. Lá peguei o metrô até o ARLINGTON CEMETERY. ARLINGTON CEMETERY Cheguei ao cemitério umas 9h40. Ele é muito bonito e extremamente bem cuidado: árvores e gramas aparadas e podadas. Na recepção há uns mapas que podem ajudar muito, umas vez que o cemitério é imenso. Passei pelo túmulo do JFK e no MEMORIAL DO SOLDADO DESCONHECIDO, que são as 2 principais “atrações”. Depois fiquei caminhando pelo cemitério e passei pelas lápides que estão todas em perfeito alinhamento. Fazia muito sol e enchi umas 2x minha garrafinha de água num bebedouro na recepção do cemitério. Deixei o local umas 11h20. Caminhei por uns 20 minutos até o LINCOLN MEMORIAL, onde havia centenas de turistas. A estátua é grande e imponente e é difícil tirar uma foto limpa, sem ninguém à frente. LINCOLN MEMORIAL Segui até o KOREAN WAR MEMORIAL, onde havia estátuas de soldados coreanos e um espelho d’água onde alguns passarinhos se refrescavam. De lá fui ao MARTIN LUTHER KING MEMORIAL, onde há uma grande estátua e algumas frases dele tb. MARTIN LUTHER KING MEMORIAL Passei pelo WORLD WAR II MEMORIAL e depois pelo WASHINGTON MONUMENT. WASHINGTON MONUMENT Depois de andar muito sob um sol quente a fome e o cansaço bateram. Parei em um quiosque e comi 1 hot-dog com chili e queijo, batatas fritas e 1 pepsi (USD 13). Depois parei debaixo de uma árvore para descansar por uns 30 minutos. ***DICA: O National Mall, uma espécie de parque que tem em uma de suas extremidades o Capitólio e na outra o Lincoln Memorial, não tem muitas opções de comida. Apenas alguns quiosques que vendem fast food muito acima do preço. Recomendo levar um lanche pronto e deixar pra comprar apenas bebidas. Assim vc economiza uma boa grana. Fui ao HOLOCAUST MUSEUM. Lá uma acervo enorme com fotos, filmes, depoimentos, etc, sobre o holocausto. Havia muita, mas muita informação e acho que para ler tudo levaria dias. Havia também maquetes de vagões que levavam os judeus aos campos de concentração e também de barracões que eles ficavam alojados. Alguns filmes era muito fortes:mostravam pilhas de corpos de judeus mortos. Esses vídeos ficavam em locais altos e protegidos para que crianças pequenas não pudessem ver. O museu é INCRÍVEL e é parada obrigatória para quem visita a capital americana. HOLOCAUST MUSEUM Deixei o museu às 17h30 e fui ao NELLIE’S SPORTS BAR onde ia rolar um encontro do Couchsurfing. Lá conheci o Phil (USA), Abdala (Jordânia), Deborah (USA), Sophia (USA), Brian (Filipinas) e Joy (USA). O Alex, meu anfitrião, tb estava lá. A Joy tinha morado em NYC e me deu umas dicas de lá uma vez que eu iria visitar a cidade. Tomei 4 cervejas “da casa” (USD 19) e pedi um balde com 5 long necks (Bud Light e Michelob - USD15) para dividir com o Alex. Umas 22h40 fomos embora de UBER (USD 6 pra cada). Cheguei em casa, fiquei respondendo umas mensagens até 0h quando fui dormir. Distância percorrida no dia: 16,1 km Dinheiro gasto no dia: USD 53 19º dia de viagem: Washington D.C, 6 de Junho de 2019 (quinta-feira) Acordei 8h, tomei banho, tomei café, lavei a louça e sai umas 9h. Cheguei à CASA BRANCA umas 9h40. Fui para a parte de trás dela, onde as grades ficam mais próximas e assim dá pra ver melhor. ***DICA: Muitas pessoas chegam para ver a Casas Branca pelo National Mall. Só que de lá ela fica muito distante e mal se consegue enxergá-la. Para ter uma vista melhor vá até a rua de trás: a Pennsylvania Avenue. Lá da pra tirar fotos muito melhores. CASA BRANCA Havia um sul coreano com roupas coloridas e com cartazes (em coreano) apoiando o Trump e contra a Coreia do Norte. De lá caminhei até o MUSEUM OF AMERICAN HISTORY. Lá conta praticamente tudo sobre a história americana. Tem uma sessão as Primeiras Damas, do Presidentes, das guerras que os EUA participaram, desde as de independência até a da Coreia, Vietnã e Afeganistão. Outra parte do museu fala sobre o povo americano, suas invenções, seu dinheiro, comida, transportes, etc. Vale a pena conhecer! Deixei o museu por volta das 13h30. Comprei uma coca (USD 1,50) e tomei comendo o resto de uma batata Lay’s que tinha comprado no supermercado. Ao lado do Museu de História Americana está o NATURAL HISTORY MUSEUM. Ele não é muito diferente dos outros que já tinha visto durante essa viagem. Há muitos mamíferos empalhados, répteis, aves, insetos, etc. Tem também minerais, pedras preciosas, etc. Também não pode faltar a sessão dos dinossauros e o esqueleto do T-REX… Curti muito uma galeria as melhores fotos da natureza. Deixei o local umas 17h. NATURAL HISTORY MUSEUM NATURAL HISTORY MUSEUM Andei até um restaurante oriental chamado RICE BAR. Comi um prato coreano (bibimbap) e tomei uma água sabor maçã (USD 18). Estava OK. Peguei o ônibus X2 e no caminho de volta pra casa parei num bar chamado BULLFROG. Tomei 1 Manor Hill Pilsener** (USD e fui para outro bar chamado DUFFY’S PUB. Lá tomei 2 Hellbender IPA*** (USD 15). ***NOTA: Nesse dia tive a ideia de ir dando notas para as cervejas que ia experimentando. Avaliei ela com “estrelas” que aqui serão os asteriscos: * - REGULAR ** - BOA *** - EXCELENTE Voltei caminhando para casa e no caminho me chamou a atenção a quantidade de gente que me pediu esmola. Cheguei em casa, tomei um banho e fiquei conversando com Alex. Umas 23h30 fui dormir. Distância percorrida no dia: 11 km Dinheiro gasto no dia: USD 43 20º dia de viagem: Washington D.C, 6 de Junho de 2019 (quinta-feira) Acordei 8h30, tomei café e saí 9h20. Peguei o ônibus B2 até o Armory Stadium metro. Fazia muito calor, acho que estava beirando os 30º. Desci na estação L’Enfant Plaza e caminhei até o AIR AND SPACE MUSEUM. Cheguei lá umas 10h10 e peguei um tour gratuito às 10h30. ***DICA: O Museu do Ar e Espaço tem muita informação e muita coisa pra ver, mas uma visita guiada faz muita diferença. Procure saber os horários e os idiomas para fazer sua experiência lá ainda mais incrível. O guia falou do início das tentativas de vôo dos irmãos Wright (em momento algum citou o Santos Dumont). Contou também sobre o primeiro voo sem parada sobre o Oceano Atlântico, entre NY e Paris. Explicou sobre os satélites e as primeiras missões tripuladas para fora de nossa atmosfera até a chegada do homem à lua. O tour foi incrível e o David Boggs (guia) falava muito claro e pausado. O tour foi acabar 12h10. Passei por outras alas do museu: uma que falava dos planetas do sistema solar, uma que mostrava a evolução da observação das estrelas e outra dedicada à engenharia aeroespacial. AIR AND SPACE MUSEUM Deixei o museu 13h30 e parei para comer no quiosque bem em frente: 1 hot dog, fritas e refri (USD 12). Antes de sair do Brasil tinha agendado para as 14h40 uma visita ao CAPITÓLIO via internet. Caminhei por uns 20 minutos até recepção de visitantes, que fica atrás do prédio principal. Passei pela segurança e umas 14h10 peguei meu passe. O tour começou 14h50, com 10 minutos de atraso. Primeiro nos levaram a um cinema onde é exibido um filme de 20min sobre a construção do Capitólio. Depois nosso guia (Jeremy) nos levou para uma cripta cheia de colunas onde era para ficar o corpo de George Washington, mas ele não está lá. Depois passamos pela cúpula do prédio onde no teto está pintada “A APOTEOSE DE GEORGE WASHINGTON”, que mostra o próprio cercado por deuses gregos. Passamos por outra sala com várias estátuas de ex-presidentes e depois de 30min acabou o tour. CAPITÓLIO Deixei o Capitólio e caminhei até o MUSEUM OF THE AMERICAN INDIAN. O museu tem vários artefatos (roupas, cerâmicas, armas, etc) de povos nativos americanos. Havia uma sessão falando do povo Inca, da América do Sul. MUSEUM OF THE AMERICAN INDIAN Sai do museu 17h e fui até a Union Station para ver de onde iria sair meu ônibus para Philadelphia no dia seguinte. De lá peguei um bonde para voltar pra casa e no caminho parei no pub THE QUEEN VIC. Tomei uma Boddingtons Cream Ale** (USD 9) e fui para outro bar chamado CUSBAH. Lá eu tomei 1 Lager Cigar City** e 1 Rarnectar IPA** (USD 12). O local até que legal, mas não oferecia wifi… Na volta pra casa parei num restaurante “tipo” coreano chamado BAB. Digo “tipo” pq o bibimbap que eu comi (USD 11) lembrava, beeeeeem de longe, comida coreana. Foi um dos piores que eu comi na vida. Cheguei em casa, fiquei tomando as cervejas que restaram conversando com o Alex. Respondi umas mensagens no celular e fui dormir 23h. Distância percorrida no dia: 10,8 km Dinheiro gasto no dia: USD 44 21º dia de viagem: Washington D.C -> Philadelphia, 7 de Junho de 2019 (sexta-feira) Ônibus pela Megabus - USD 25 Acordei 6h25 e me despedi do Alex que estava saindo para ir trabalhar. Tomei café, arrumei minhas coisas e saí do apto às 7h05. Deixei as chaves na caixa de correio e fui para o ponto. Peguei o bonde às 7h17 e 7h30 estava chegando à Union Station. 8h20 peguei o ônibus com destino à Philadelphia. Próximo relato: PHILADELPHIA ESTAÇÃO DE METRÔ
  13. @Renan Marques Rodrigues Esse site pode te ajudar com relação ao "turismo macabro": https://www.atlasobscura.com/ Boa viagem!
  14. @Karinaf_magalhaes A época do ano é outro fator importante para ser levado em consideração. No inverno vc pode pegar um frio muito intenso com nevascas e assim comprometer a viagem. Estive em Zurique em Janeiro (foi a primeira vez que vi neve na vida) e o frio comprometeu muito o rolê. De lá fui pra Viena (Áustria) e novamente o frio e a neve me impediram de fazer muita coisa. Sem contar que nossas roupas de frio daqui do Brasil não aguentam o rigoroso inverno do hemisfério norte. O verão é alta temporada então prepare-se para encarar multidões em tudo quanto é lugar, além dos preços dos hotéis/hostels serem mais salgados. Primavera e outono, na minha opinião, são as melhores épocas do ano para se viajar na Europa. Geralmente nossas roupas de inverno daqui do Brasil aguentam bem o clima das meias estações de lá. De qualquer fora acho que 10 dias é pouco tempo para vc fazer grandes deslocamentos. Se vc quer muito conhecer a Suiça, foque esses 10 dias nela. Boa viagem.
  15. Então, @Niltonvrv : o problema é que seu voo Barcelona - Lisboa das 12h35 tb é um voo internacional. Nesses voos pedem pra chegar com 3 horas de antecedência, mas geralmente 2 horas é suficiente. Chegando 9h20 vc teria pouco mais de 1 hora para estar fazendo o check-in para Lisboa às 10h35. Vai MUITO corrido, mas pode ser que dê tempo. De qualquer maneira procure saber se vc terá que trocar de terminal e, se esse for o caso, como fazer isso da maneira mais rápida. Boa sorte!
  16. CHICAGO 13º dia de viagem: Quebec City -> Chicago, 30 de Maio de 2019 (quinta-feira) Vôo pela United Airlines (USD 230) Cheguei em Chicago 17h40. Passei pela imigração e o agente me perguntou de onde eu estava vindo, quanto tempo fiquei no Canadá, onde eu iria ficar em Chicago, quando eu iria embora dos EUA e o que eu fazia no Brasil. Peguei minha mochila e fui para o terminal 2 onde fica a Blue Line que liga o aeroporto ao centro da cidade. Comprei um passe de metrô válido por 3 dias (USD 20) e deixei o aeroporto 19h15. Fiquei em Couchsurfing lá e combinei de encontrar com meus anfitriões na frente de um teatro assim que eles terminassem de ver a peça (por volta das 22h15). Peguei o metrô até a estação Clarke/Lake (cheguei lá as 19h45) onde ficava o teatro. Saí para caminhar e matar o tempo. Parei num McDonald's e comi um Duplo Quarteirão com Queijo (USD 11). Depois fui a um pub chamado ELEPHANT & CASTLE e tomei 2 Goose Island (USD 12). No horário combinado encontrei com o Jim e o Bruce. Voltamos de carro até a casa deles que fica no bairro de Oak Park. Tomei banho, conversei um pouco com eles e fui dormir 0h30. Distância percorrida no dia: 11,8km Dinheiro gasto no dia: CAD 60 e USD 43 14º dia de viagem: Chicago, 31 de Maio de 2019 (sexta-feira) Acordei 7h10, fui ao supermercado e comprei o café da manhã (USD 11). Tomei café com o Jim e o Bruce e deixei a casa sentido FIELD MUSEUM às 8h30. Quando estava no metrô me toquei que não tinha visto como chegar no Field Museum (muita burrice, eu sei). Havia um grupo de amigos atrás de mim. Perguntei a eles como chegar e um deles disse que iria próximo e poderia me mostrar o caminho. Descemos na estação JACKSON e caminhamos por 2 quadras até um ponto de ônibus. Lá o cara me informou que era só pegar o 164 que ele pararia em frente o museu. Deu certo: às 9h30 estava chegando lá. O FIELD MUSEUM é simplesmente incrível! Ele é gigantesco, então reserve ao menos meio período do dia se for visitá-lo. Havia comprado o CHICAGO PASS (USD 108) então não peguei fila na bilheteria. ***Dica: Se for ficar ao menos 3 dias em Chicago vale muito a pena comprar o Chicago Pass. Com ele você tem acesso ao: Shedd Aquarium, Skydeck Chicago, Field Museum, Adler Planetarium - PASSE PREMIUM OU Art Institute of Chicago e Museum of Science and Industry - ENTRADA +1 EXPERIÊNCIA COM INGRESSO OU 360 CHICAGO Observation Deck. Primeiro passei pela ala do Egito, depois vi um filme 3D (25min) sobre a descoberta do fóssil Sue, de um Tiranossauro Rex. Depois passei pela ala dos animais da Ásia e África, das populações das Américas, a ala “O que é um animal?”, ala dos povos do Pacífico. Havia umas exposições temporárias que precisava de um bilhete especial, mas o Chicago Pass dava direito a esse bilhete. Vi A HISTÓRIA DA CHINA, uma EXPOSIÇÃO DE FOTOS de vida selvagem, submarina e urbana (fotos incríveis!!!) e o UNDERWORLD que mostrava a vida debaixo do solo que pisamos e sua importância. FIELD MUSEUM Fui deixar o museu 13h45. O SHEDD AQUARIUM fica ao lado do Field Museum. Mas tinha combinado de encontrar com um pessoal do Couchsurfing então achei melhor nem entrar no aquário. Caminhei até o Millennium Park e comprei 1 coca-cola no caminho (USD 2,50). Fui pela orla do lago Michigan e passei pela BUCKINGHAM FOUNTAIN. BUCKINGHAM FOUNTAIN. Chegando ao MILLENNIUM PARK tirei umas fotos no CLOUD GATE (ou “The Bean”, como eles chamam por lá) e fui para estação Washington/ Wabash pegar a Pink Line até estação 18th Street perto do MUSEU DE HISTÓRIA MEXICANA, onde iria encontrar o pessoal do Couchsurfing. CLOUD GATE O museu é gratuito e não é tão grande. Consegui ver tudo em 30 minutos. Tem algumas esculturas, pinturas e fotos de artistas contemporâneos. Achei OK, mas sinceramente acho que não vale a pena ir até lá. Só fui pq era meu ponto de encontro. Encontrei com a Lorena (mexicana que estava organizando o encontro), Mirko (Sérvia) e Brenda (Colômbia). A Lorena nos levou de carro até o GARFIELD PARK CONSERVATORY, que é uma grande estufa. Ele é cheio de plantas de várias partes do mundo. Ficamos lá por 1 hora quando decidi voltar para o centro e ir ao observatório CHICAGO 360º. Me despedi deles e peguei o metrô na estação Conservatory e desci na Chicago. Parei numa lanchonete chamada MR. J’S. Pedi um ITALIAN BEEF (pão, carne e pimentão) com fritas e refri (USD 12). O lanche até que é bem servido, mas já comi melhores. GARFIELD PARK CONSERVATORY Cheguei ao observatório às 19h e o céu estava limpo propiciando uma vista maravilhosa de toda a cidade. Paguei USD 7 (custa USD 8 mas o Chicago Pass dá desconto de USD 1) para ir no TILT!, uma atração que deixa vc inclinado uns 30º pra fora do prédio. Tiram 3 fotos suas e depois oferecem pela “bagatela” de USD 35! Claro que eu não comprei. Esperei até umas 20h30 quando começou a escurecer, tirei mais algumas fotos e fui embora. CHICAGO 360º Fui chegar de volta em casa umas 21h30. Tomei banho, bebi 2 Beck’s e umas 22h30 o Jim e o Bruce chegaram. Fiquei conversando com eles até 1h quando fui dormir. Distância percorrida no dia: 15,7km Dinheiro gasto no dia: USD 32 15º dia de viagem: Chicago, 1º de Junho de 2019 (sábado) Acordei 8h, tomei café com o Jim e o Bruce e saí as 8h35. Fiz o mesmo caminho de quando fui ao Field Museum (desci na estação Jackson e peguei o ônibus 146), mas desta vez fui para o SHEDD AQUARIUM que fica bem ao lado do museu. Como era sábado, havia muita gente também indo ao aquário. O Chicago Pass além de dar acesso também dá direito a ver um filme 4D (quem não tem paga USD 5). Passei pela parte da AMAZÔNIA e fui ver o LIVE DOLPHIN SHOW. Antes do show conhecemos o BRUCE, um simpático leão marinho que foi encontrado abandonado e cego. Como ele não iria sobreviver na natureza, levaram ele para o aquário. O show dos golfinhos foi OK, mas eu esperava mais. Fui para o WILD REEF e depois fui ver o filme 4D “SHARK”. O filme fala de várias espécies de tubarão e é “4D” pq a cadeira vibra e soltam umas bolhas de sabão e água na sua cara. Nesse aquário há também um tanque que é possível tocar e uma espécie de peixe. SHEDD AQUARIUM Deixei o aquário 12h30 e peguei o ônibus 146 para o CHICAGO ARTS INSTITUTE. No caminho parei pra comer 1 hot-dog com fritas e refri (USD 7,50) e comprei 1 chocolate (USD 2). A entrada do Chicago Pass para o Chicago Arts Institute dá direito a usar a chapelaria e a 1 audio guide. O acervo é GIGANTE e vi pinturas do Monet, Manet, Van Gogh, Gaugin, Rembrandt, Dali, Picasso, Mondrian, etc. Gostei muito da pintura “The Eruption of Vesuvius” do Antoine Voltaire, da “The Obelisk”, “The Old Temple” e “The Fountains” do Hubert Robert e “The Songs of the Lark” de Jules Breton. CHICAGO ARTS INSTITUTE Deixei o local às 17h e fui para o ARCHITECTURAL RIVER CRUISE TOUR, que como o nome já diz, é um tour de arquitetura em um barco no Rio Chicago. Já havia comprado o meu ticket (USD 60) pelo site: https://www.architecture.org/tours/detail/chicago-architecture-foundation-center-river-cruise-aboard-chicagos-first-lady/ O Barco se chama “First Lady” e ele sai próximo à DuSable Bridge. Tomei uma cerveja (USD 7) enquanto esperava o tour começar. O passeio começou pontualmente às 17h30 e nossa guia foi a Carol e ela foi incrível: explicou muita coisa sobre a arquitetura e história da maioria dos prédios que vimos durante o tour, que dura 1h30. Em alguns momentos caiu umas pancadas de chuva que nos fez descer para a parte coberta do navio, mas nada que estragasse o passeio. Vale muito a pena fazê-lo! ARCHITECTURAL RIVER CRUISE TOUR Fui chegar de volta em casa era umas 20h. Meus anfitriões haviam preparado um delicioso jantar: salada de batata, hotdog e aspargos. A sobremesa foi sorvete de creme com morangos. Lavei a louça e conversamos até umas 23h quando fui dormir. Distância percorrida no dia: 9 km Dinheiro gasto no dia: USD 17 16º dia de viagem: Chicago, 2º de Junho de 2019 (domingo) Acordei 8h, tomei café e saí 8h40 para visitar o NAVY PIER. Cheguei lá umas 9h40 e as lojas ainda estavam fechadas (abrem às 10h aos domingos). Há um pequeno shopping vendendo roupas e souvenirs. Há também uma pequena praça de alimentação. Lá no pier dá pra ter uma bela vista da cidade. A famosa FERRIS WHEEL (Roda Gigante) de Chicago está lá e custa USD 18 para andar nela. Achei muito caro e não fui. Vista do NAVY PIER Segui caminhando até o MUSEUM OF CONTEMPORARY ARTS. No caminho passei pelo OHIO STREET BEACH, que é uma praia minúscula às margens do lago Ohio. Passei também pelo LAKESHORE PARK. Cheguei ao museu 11h e paguei USD 12 para entrar (o preço real é USD 15 mas deram desconto pq havia instalações em reforma). O Museum of Contemporary Arts não é muito grande. Havia uma instalação de um artista brasileiro chamado Jonathas Andrade. Como em qualquer museu de arte contemporânea, havia muita coisa, digamos, diferente. Aconselho visitá-lo apenas se vc for realmente fã desse tipo de arte. Deixei o museu 12h e caminhei pela MICHIGAN AVE. Na DUSABLE BRIDGE há um minúsculo museu dedicado ao Rio Chicago (grátis aos domingos). Tem fotos antigas do rio e uma parte fala do seu processo de despoluição. Desci uma escada e caminhei pelo RIVER WALK, um passeio às margens do Rio Chicago. Fazia um tempo ensolarado e fiz uma parada no ISLAND PARTY HUT pra tomar uma cerveja (Blue Moon USD 9). Voltei à Michigan Avenue e parei numa loja de souvenirs. Comprei umas lembrancinhas (USD 25) e segui caminhando. Fui até o DEVIL DAWGS na State Street e comi um CHICAGO DOG, fritas e refri (USD 10). O hot-dog era bem simples com: pão, salsicha, pepino, picles e pimenta. ***DICA: O hot-dog é uma das comidas mais tradicionais de Chicago e vale muito a pena experimentar. No entanto o conceito deles é bem diferente do nosso. Geralmente são bem pequenos, para comer como fosse um lanche rápido (tipo como os nossos salgados no Brasil). Não espere aqueles lanches monstruosos como costumamos comer aqui, com purê de batata, milho, ervilha, batata palha, etc. Ah, e nunca - JAMAIS - coloque ketchup no hot-dog. Isso pra eles é uma heresia. Use no máximo mostarda. Parei num pub na esquina chamado SOUTH LOOP. Tomei uma Scarlet Fire Red Ale (USD 8,80) e 1 Puffing Billy Brown Ale (USD 8,80). O pub serve uma porção de pipoca como cortesia para acompanhar a cerveja. Deixei o pub e fui até o MUSEUM OF CONTEMPORARY PHOTOGRAPHY, que é gratuito e bem pequeno. Havia uma exposição de fotos do David Schalliol e Carlos Javier, esse último mostravam conflitos raciais entre negros e brancos. Dá pra ver tudo em menos de 1 hora e vale a visita se curtir fotografia. Segui caminhando pelas ruas da cidade até chegar no SKYDECK CHICAGO (Willis Tower) que era a última atração que faltava visitar do meu Chicago Pass. Mas chegando lá fui informado que havia uma fila de espera de 2 HORAS para subir no observatório. Resolvi não esperar e segui caminhando. O Skydeck Chicago foi a única atração do meu Chicago Pass que eu não fui. Mas como eu já tinha subido no Chicago 360º então não me arrependi tanto. Voltei ao Riverwalk e parei num bar chamado TINY TAP. Tomei 1 Rose Hibiscus Ale (USD 9) e voltei para casa. No caminho passei no supermercado para comprar algo pra comer (macarrão instantâneo, jerked beef e batata frita - USD 4,50) e umas cervejas. Fiquei surpreso ao saber que aquele supermercado não vendia bebida alcoólica. Pensei que era por motivos religiosos mas depois fiquei sabendo que é preciso uma licença especial para vender bebidas alcoólicas e essa licença é bem cara. Chegando em casa tomei um banho, lavei a louça, comi o macarrão e preparei o café da manhã do dia seguinte, pq ia levantar muito cedo. Fiquei conversando com o Jim e o Bruce até umas 23h15 quando me despedi deles e fui dormir. Distância percorrida no dia: 14,5 km Dinheiro gasto no dia: USD 87 RUAS DE CHICAGO RUAS DE CHICAGO 17º dia de viagem: Chicago -> Washington D.C, 3º de Junho de 2019 (segunda-feira) Vôo pela American Airlines (R$ 630) Acordei 5h35, arrumei minhas coisas e pouco antes das 6h corri para pegar o metrô na estação AUSTIN. Fui chegar no aeroporto 7h10. Na hora de fazer o check-in descobri que tinha que pagar USD 30 para despachar minha mochila. Decolei às 9h30 e fui chegar em Washington D.C às 11h50 Próximo relato: WASHINGTON D.C
  17. Concordo com o @Rafael_Salvador . Vc só vai gastar dinheiro fazendo um roteiro desses em tão pouco tempo. Pra 6 dias (descontando o dia de chegada e de saída) eu ficaria em, no máximo, 2 cidades.
  18. @Camila Ximenes Acho que 10 dias dá pra faze esse roteiro. Sugiro fazer assim: 27/12 a 2/01 - Buenos Aires 2/01 a 3/01 - Colonia de Sacramento 3/01 a 5/01 - Montevidéo 5/01 a 07/01 - Punta del Este 08/01 - retorno a Buenos Aires. O ideal mesmo era conseguir chegar por Buenos Aires e retornar ao Brasil por Montevideo, para não ter que voltar para Argentina só pra pegar o voo de volta. Fiz um mochilão em 2017 e parte do meu roteiro foi esse, mas ao contrário. Esses são meu relatos, talvez possa te ajudar: Boa viagem!
  19. A mochila pequena ("de ataque") é para vc levar com vc no avião/trem/ônibus ou quando for sair para explorar um lugar. Nela eu costumo levar: uma blusa ou uma jaqueta impermeável, gorro, máquina fotográfica, uma garrafa d'água, diário de viagem, carregador de celular e eventualmente um lanche pra comer na rua ou na viagem. Passaporte, cartão de crédito e dinheiro fica sempre comigo, no porta-dólar. Não recomendo deixar esses itens em qualquer mochila que seja.
  20. QUEBEC CITY 11º dia de viagem: Montreal -> Quebec City, 28 de Maio de 2019 (terça-feira) Trem pela Via Rail Canada CAD 34,50 Cheguei em Quebec City às 9h45. Comi um lanche que tinha preparado na noite anterior e deixei minha mochila no guarda-volume da estação. A couchsurfer que iria me hospedar estava no trabalho e só iria pra casa dela no final do dia. Acessei o wifi da estação e carreguei o Google Maps. Fui correndo até a ASSEMBLÉIA NACIONAL para tentar pegar o FREE WALKING TOUR. Havia um grupo escutando as explicações de um guia e me juntei à eles. Depois de uns 10 minutos de explicação perguntei para um do grupo se ele era o Free Walking Tour e me disseram que não. Era um tour privado, que tinham contratado o guia. Pedi desculpas e fui embora. ASSEMBLÉIA NACIONAL Fui até o CENTRO DE INFORMAÇÃO TURÍSTICA que fica bem em frente ao CHATEAU FRONTENAC. Fui atendido pelo Dominique que foi extremamente prestativo e simpático, me dando muitas dicas e explicando coisas sobre a cidade. CHATEAU FRONTENAC Segui até o TERRASSE DUFFERIN e caminhei até o GOVERNOR’S PROMENADE, que bem uma bela vista do rio São Lourenço Fui até a CITADELA mas só fiquei na loja de souvenirs. Havia um tour que levava 1 hora e custava CAD 16 mas resolvi não fazer. VISTA AO LADO DA CITADELA Voltei para o centro e me perdi pelas pequenas ruas até parar no pub ST. PATRICK. Falei por mensagem com a couchsurfer que iria me hospedar e marcamos de nos encontrar num café que ficava bem afastado do centro (mas no caminho da casa dela que ficava MUITO afastada do centro). Caminhei até o ONCLE ANTOINE PUB, que o pub mais antigo da América do Norte! Pedi uma St. Ambroise Cream Ale (CAD 7,75) que estava deliciosa. Depois tomei uma Griffon Rousse red ale (CAD 7,75) muito boa tb. Passei no MUSEU DA CIVILIZAÇÃO mas já era 16h15 e fecharia as 17h então não compensava entrar. Segui andando pela cidade. Parei num McDonald’s e comi 1 Big Mac trio (CAD 11) e voltei para a estação pegar minha mochila. Acessei o Google Maps para ver quais ônibus pegar para ir até o café que tinha combinado com a couchsurfer que iria me hospedar. Teria que pegar 2: o 800 e o 384. Peguei o primeiro (CAD 3,50) e desci no ponto do outro. Mas fiquei esperando por mais de meia hora e nada do 384 passar. Perguntei para um senhor que estava no ponto e ele disse que o 384 só passava até uma certa hora. Já era 19h30 e ele achava que o ônibus não iria mais passar. ***Dica: Como havia já mencionado antes, às vezes o Google Maps não é muito preciso com relação aos itinerários de ônibus. Então não confiem 100% nele. Peguei o 800 de volta a GARE DU PALAIS. Acessei o wifi e mandei uma mensagem para a couchsurfer dizendo que não tinha conseguido chegar até ela. Também expliquei que seria muito difícil pra mim fazer esse trajeto (casa-centro-casa) todos os dias seria melhor pra mim ficar no centro. Agradeci ela mas fui procurar um hostel no centro da cidade. Fui até o hostel LA PAIX e peguei 1 cama no quarto misto (CAD 26). Tomei banho e saí. Parei no pub SAINT ALEXANDRE e vi que lá tinha uma das minhas cervejas favoritas: a NEWCASTLE BROWN ALE (CAD 9,95). Tomei 1 e comi um BURGER COLONIAL (CAD 19,95) que não estava muito pq a carne estava muito bem passada (quase torrada). Havia um cara fazendo voz e violão e mandou várias músicas boas, entre elas a “Africa” do Toto. Tomei mais 1 Newcastle e conheci um casal que estava ao meu lado no balcão: Dave (UK) e Jane (US). Conversamos um pouco e quando terminei a cerveja voltei para o albergue e fui dormir. Distância percorrida no dia:16 km Dinheiro gasto no dia: CAD 117 12º dia de viagem: Quebec City, 29 de Maio de 2019 (quarta-feira) Acordei 8h50, tomei café no hostel (bem fraquinho: pão de forma, alguns cereais, leite, máquina de fazer café e geléias). Fui para o FREE WALKING TOUR das 10h em frente a Assembleia Nacional. Lá encontrei 2 caras que estavam no meu hostel: o Henryk (Alemanha) e o Ingo (Áustria). Nosso guia foi o Samuel Dubois e ele foi muito bom! Durante o tour o guia explicou que o o “Dia D” da Segunda Guerra Mundial foi planejado no CHATEAU FRONTENAC que hospedava o Churchill e o Roosevelt. Passamos pela PREFEITURA DE QUEBEC, MORRIN CENTRE, MAISON DE LA LITTÉRATURE, IGREJA DE NOTRE DAME DES VICTORIES e terminamos o nosso tour numa pequena rua do centro da cidade. Passei meu contato para o Henryk para combinarmos algo para mais tarde. PREFEITURA DE QUEBEC CHATEAU FRONTENAC Voltei ao Morrin Centre e ao La Maison de la Littérature para tirar umas fotos. Os lugares são legais mas dá pra ver tudo em meia hora. Segui caminhando até o BATTLEFIELD PARK. O parque bem grande e tem umas mesas de madeira num imenso gramado. Sentei em uma delas e comi um lanche que tinha preparado lá em Montreal (estava horroroso, mas com a fome que eu estava qualquer coisa cairia bem). BATTLEFIELD PARK Ali perto está o MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES (CAD 22). O museu tem 3 pavilhões com arte moderna, clássica e contemporânea. Curti muito os quadros do William Henry Clapp e Henry Beau. Estava rolando um coquetel de inauguração de uma exposição temporária do Miró. MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES ARTE NO MUSEU Voltei para o albergue, tomei banho e sai para dar uma volta com o Henryk e Ingo. Fomos a um “bairro hipster” que tem ao lado da Gare-du-Palais. Paramos numa micro cervejaria chamada NOCTUM. Tomei 1 Índia Cream Ale (CAD 9) mas era muito fraca e frutada - não gostei. Depois pedi uma STOUT (boa!) e comi um burger (CAD 19). Depois de comer decidimos ir pra outro lugar. Paramos em outro pub (não me recordo o nome) e tomei 1 blonde e 2 red ale (CAD 23). Conversamos muito e umas 23h30 fomos embora. Não tinha mais quase ninguém na rua. NOCTUM Voltamos para o albergue e fui dormir. Distância percorrida no dia:16,2 km Dinheiro gasto no dia: CAD 113 13º dia de viagem: Quebec City -> Chicago, 30 de Maio de 2019 (quinta-feira) Acordei 8h e pouco, arrumei minhas coisas, tomei café e deixei minha mochila na recepção do hostel. Fui até o MUSEU DA CIVILIZAÇÃO (CAD 17). O museu é bem legal e tem muita informação. Uma parte dele conta a história dos nativos que chegaram naquela região passando pelo Estreito de Bering. Havia manequins com roupas da época, armas, cerâmica, etc. Em outro pavilhão havia a história da colonização da América do Norte: como os primeiros imigrantes chegaram, as batalhas contra os ingleses e americanos, as primeiras cidade, etc. Havia uma exibição com instalações que exploravam os sentidos: visão, audição, tato, etc. Voltei para o hostel às 11h40 e comecei a minha ida ao aeroporto. Meu voo para Chicago era 15h45. O problema é que não há um ônibus direto do centro para o aeroporto, que fica bem distante. Um táxi do centro ficaria muito caro, então decidi pegar um ônibus para chegar o mais próximo do aeroporto e depois pegar um táxi ou Uber. Caminhei até a estação central Gare dus Palais e peguei novamente o ônibus 800. Desci no SHOPPING LAURIE QUEBEC (a viagem levou uns 35 min.). Usei o wifi do shopping e tentei chamar um Uber, mas não consegui. Alguma coisa deu errada no 1º Uber que tinha chamado em Toronto e o pagamento não tinha sido debitado no meu cartão de crédito. Chamei um táxi convencional (CAD 24, a corrida de Uber estava dando metade desse valor) e em 25 minutos cheguei ao aeroporto. Fiz o check in (pediram o endereço que eu ia ficar em Chicago) e fui para o portão de embarque. Comi 1 sanduíche de peru e tomei 1 red ale (CAD 19). 15h45 estava deixando a cidade de Quebec sentido Chicago. Total gasto no Canadá: CAD 976 Próximo relato: CHICAGO.
  21. @Stefany Ferreira Reis Eu aconselharia vc a ficar na região de Amsterdã. Mesmo que vc consiga um vôo direto pra Praga, vc vai perder muito tempo no deslocamento. É que aeroportos geralmente são longe do centro e para uma viagem curta de 7 dias acho que não vale a pena perder tanto tempo com deslocamento. Se eu fosse vc ficaria pela Holanda (como já foi dito tem cidades legais lá) ou no máximo daria um pulo em Bruxelas e Bruges, na Bélgica. Boa viagem.
  22. MONTREAL 7º dia de viagem: Ottawa -> Montreal, 24 de Maio de 2019 (sexta-feira) Ônibus pela Greyhound Canada CAD 30,51 Havia deixado Ottawa às 8h e às 10h15 cheguei em Montreal. Como iria para a casa do meu anfitrião só no final do dia, deixei minha minha mochila em um armário na rodoviária. Comprei 1 token (CAD 6) para ter acesso à um armário grande. Só que por distração minha, coloquei o token em um armário que já estava sendo usado. Voltei para a bilheteria para informar o ocorrido e chamaram um segurança. Ele tem uma chave que abre os compartimentos dos tokens e pegou o meu de volta. Daí eu usei ele em um armário livre. O segurança disse que isso acontece com muita frequência e, naquele mesmo dia, já tinha acontecido. Apesar da bolha no meu pé que estava me matando, eu fui caminhando até o PORT-VIEUX. Havia uma roda gigante, uma tirolesa e algumas barracas de souvenirs e comidas. O tempo estava nublado e ventava muito, então tinha pouca gente lá. PORT-VIEUX Fui até o centro velho e entrei na BASÍLICA DE NOTRE DAME (CAD 8). Havia uma pequena fila de uns 5 minutos. Ela é tão linda quanto à de Ottawa, mas é maior. Assim como a da capital canadense, a basílica de Montreal tem o teto todo azul e coberto de estrelas. Apesar de ser cobrada a entrada, eu achei que vale muito a visita. BASÍLICA DE NOTRE DAME Deixei a basílica e fui para o PUB BREWSKEY onde experimentei o tradicional prato POUTINE (CAD 16) e tomei 2 cervejas (blonde e stout, CAD 9 cada). O Poutine não é nada de mais: batata frita com queijo e molho de carne. Estava OK. Voltei para a PRAÇA DE ARMAS que fica em frente à Basílica de Notre Dame. Do outro lado da praça se encontra o BANCO DE MONTREAL e dentro dele tem um museu bem pequeno mostrando um pouco da história monetária do Canadá. É possível ver algumas fotos e notas de dinheiro bem antigas. Atrás do banco está o bairro de CHINATOWN. A Chinatown de Montreal não é tão grande nem interessante quanto outras que já conheci. Voltei caminhando para a estação e no caminho parei no pub Bistro Au Vieux St Hubert. Lá achei a cerveja mais barata da cidade: 5 CAD. Tomei 2 Molson Canadian e 2 Belgian Pale Ale. Cheguei à estação, peguei de volta minha mochila e fui para o metrô. Comprei um cartão de metrô válido para o final de semana (CAD 13,75) e pude usar o serviço ilimitadamente de 16h da sexta até segunda de manhã. ***DICA: Se você for ficar em Montreal durante o final de semana vale muito a pena comprar o cartão de metrô válido por esse período. A linha metroviária cobre boa parte da cidade e o serviço é excelente. Desci na estação Côte des Neiges e no caminho da casa do Marco (meu anfitrião) passei no supermercado. Comprei coisas para o café da manhã e 1 pack com 6 cervejas Newcastle (CAD 25) Ao chegar na casa do Marco conheci outros 2 hóspedes que ele também estava hospedando: Sumit (Índia) e Justin (Toronto). Tomamos as Newcastle que havia trazido e ficamos conversando até umas 20h30 quando saímos pra jantar. Fomos ao restaurante ST. HUBERT, uma franquia especializada em carne de frango. Comi 2 coxas, pão, batata frita e tomei 1 Stella (CAD 35). Conversamos bastante e por volta das 22h30 fomos embora. No caminho de volta passei numa farmácia pra comprar um curativo para a minha bolha do pé. Achei um emplastro de silicone (CAD 8 )que me ajudou muito. Chegamos e casa e fui dormir 23h30 Distância percorrida no dia:10km Dinheiro gasto no dia: CAD 161 8º dia de viagem: Montreal, 25 de Maio de 2019 (sábado) Acordei, tomei café da manhã e sai às 9h. Peguei o metrô e desci na estação PIE-IX e caminhei por uns 10 minutos até o BOTANIC GARDENS. No caminho passem em frente ao ESTADIO OLÍMPICO. ESTADIO OLÍMPICO Comprei uma entrada combo jardim botânico + planetário por CAD 35,50. Entrei no jardim botânico por volta das 10h30 e tinha uma pequena fila pra comprar ingresso. O local tem muitos jardins diferentes com muita plantas e flores (todas elas sinalizadas com o nome em francês, inglês e científico). Passei pelo JARDIM ALPINO, JARDIM CHINÊS, JARDIM LESLIE-HANCOK, JARDIM DAS SOMBRAS, JARDIM JAPONÊS e JARDIM DAS PRIMEIRAS NAÇÕES. Fui deixar o local era quase 13h. Vale muito a pena a visita, mas procure ir em dias ensolarados pq ele é todo aberto. Havia também uma fila GIGANTE no horário que eu estava saindo, portanto chegue cedo! BOTANIC GARDENS O planetário não fica longe do jardim botânico, mas me informaram que seria mais rápido voltar à estação PIE-IX e pegar o metrô até a próxima parada: estação VIAU. O PLANETÁRIO é gratuito e vc paga para ver as exibições nos cinemas que tem lá. Ele não é muito grande mas tem muita informação sobre os planetas, estrelas, asteroides e origem do universo. Às 14h15 vi a apresentação em inglês do filme PASSAPORTE PARA O UNIVERSO. Com 20min de duração e narrado pelo Tom Hanks, o filme mostra o quão gigantesca é nossa galáxia e todo o universo observável. Na sequência fui pra outra sala ver o filme: PLANET NINE. Essa sala tinha uns pufes no chão e dava pra ver deitado a projeção no teto do cinema. O filme fala de um planeta encontrado depois de Plutão. Peguei o metrô e desci na estação BONAVENTURE e de lá fui até a estação WINDSOR onde estava acontecendo o BEER FESTIVAL. Como o nome já diz, trata-se de um festival de cervejas. Dezenas de micro cervejarias vendiam os mais diversos tipos de cerveja. O esquema era assim: vc comprava um cartão e colocava a quantidade de créditos (cupons) que queria. 1 CUPOM = 1 CAD. Aí, o preço das cervejas variava de acordo com o tipo e a quantidade. Geralmente para 2 oz (aprox. 60 ml) o preço era de 2 a 3 “cupons” (2 a 3 CAD). 4oz (120ml) era de 3 a 4 cupons e 8oz (240ml) de 5 a 8 cupons. Experimentei: brown ale, triple belgium, lager, quadruple belgium, blonde belgium, IPA belgium e New England witbier. Comi um enroladinho de salsicha (9 CAD) e 2 espetinhos de javali e 2 de búfalo (CAD 6). Havia uma banda fazendo um blues e muita, mas muita gente passeando, bebendo e dançando.Fui embora por volta das 17h30. BEER FESTIVAL ESPETINHOS Passei no mercado, comprei 2 cervejas Molson Canadian e um macarrão instantâneo (CAD 7,50). Depois fui ao Mcdonald's e comi um lanche (CAD 13). No caminho de volta pra casa parei num pub chamado MC CAROLD’S e tomei 2 cervejas (blonde e triple belgium - CAD 13). Cheguei em casa, tomei banho e fiquei conversando com meu anfitrião. Fui dormir 23h30. Distância percorrida no dia:13,3km Dinheiro gasto no dia: CAD 115 9º dia de viagem: Montreal, 26 de Maio de 2019 (domingo) Acordei 8h40, tomei café e sai. Peguei o metrô e desci na estação LUCIEN L’ARRIE e de lá caminhei até o MUSEUM OF FINE ARTS. Aos domingos a entrada é gratuita então tinha MUITA gente lá. O acerto do museu é bem interessante, com muitas pinturas e esculturas. Tinha quadro do Picasso, Monet, Rembrant, Renoir, Matisse, Miró, etc. MUSEUM OF FINE ARTS Deixei o museu por volta das 12h30 e peguei o metrô até o MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEANEA, mas estava fechado para reforma. De lá fui caminhando até a RUE ST. DENIS, onde há vários bares e restaurantes. Parei na micro cervejaria LE SAINT BOCK e comi um delicioso hambúrguer com fritas e tomei 2 cervejas (1 brown ale e 1 blonde) (CAD 37). Caminhei até a estação BERRI UQAM e fui até a PLACE-d’ARMES. Andei mais um pouco até chegar ao MUSEU DE ARQUEOLOGIA E HISTÓRIA. A fila estava muito grande (levei uns 45 min para entrar) pq a entrada também é gratuita aos domingos. MUSEU DE ARQUEOLOGIA E HISTÓRIA Ao entrar no museu os guias te levam diretamente à um cinema onde é exibido a história da fundação da cidade, desde os primeiros assentamentos indígenas até os tempos atuais. A maior parte do museu fica no subsolo e é possível passar por túneis e ver, através de um chão de vidro, as fundações das primeiras civilizações que passaram por ali. Deixei o museu por volta das 17h30 e fui ao ATWATER MARKET, mas estava fechado (fecha às 17h aos domingos). Peguei o metrô de volta pra casa e na estação COTES-DES-NEIGES. Como eu iria pegar o trem pra Quebec muito cedo (6h20) perguntei o horário do primeiro metro, uma vez que teria que o trem saia da GARE CENTRALE na estação BONEVENTURE. Me informaram que o serviço naquela estação começa às 5h30 e chegaria em tempo pra pegar o trem. Passei no supermercado e comprei 3 long necks (CAD 9). Cheguei em casa, fiz o macarrão instantâneo que tinha comprado no dia anterior e fiquei tomando as cervejas conversando com o Marco até umas 22h30. Tomei banho e dormi umas 23h. Distância percorrida no dia:14,6km Dinheiro gasto no dia: CAD 47 10º dia de viagem: Montreal, 27 de Maio de 2019 (segunda-feira) Acordei, tomei café e saí. Tinha visto no Google Maps que para visitar o MONT ROYAL eu precisaria pegar 2 ônibus: o 165 e o 11. Fui até o ponto e peguei o 165 (CAD 3,25). Passei por uns 5 pontos e desci no que passaria o 11. Fiquei uns 30 min esperando e nada do ônibus passar. Acabei desistindo de ir ao Mont Royal e fui caminhando até o SAINT JOSEPH ORATORY. ***Dica: O Google Maps costuma não falhar, mas às vezes ele não é 100% preciso. Se for usar ele para passear pela cidade, OK. Mas não confiaria para, por exemplo, procurar transporte para um aeroporto e correr risco de perder meu vôo por uma informação errada. O oratório é bem grande tem uma capela (onde estava tendo uma missa), um museu (CAD 4 de entrada, mas não fui), café, lojas de souvenirs e uma belíssima igreja. Todo esse complexo fica em um morro e a vista lá de cima é muito bonita. SAINT JOSEPH ORATORY CAPELA Fui até a estação Cote-Sainte-Catherine e como meu passe de metro válido para o final de semana tinha expirado, comprei um de 24h (CAD 10). Peguei o metrô até a estação GARE CENTRALE e fui cronometrando o tempo pra saber quanto levaria pra chegar. É que meu trem no dia seguinte sairia muito cedo (6h20) então queria saber que horas precisaria acordar. Depois peguei o metrô até a estação Lionel-Groulx e voltei ao ARTWATER MARKET. É um mercado pequeno comparado à outros que já visitei. Há barracas vendendo coisas típicas de mercado: carnes, queijos, verduras, café, doces, frutas, croissants, etc. Do lado de fora do mercado havia uma pequena praça de alimentação. Fui ao SATAY BROTHERS e pedi 1 LAKSA SOUP (macarrão, camarão, ovo de codorna e verduras num caldo com creme de leite um pouco apimentado e com coentro). Depois tomei 1 pint de Creemore Lager. (esqueci de anotar os preços mas não era muito caro não). Voltei ao metrô e fui até a estação CHAMPS-DES-MARS onde fica a VAUQUELIN PLACE. De lá sai o FREE WALKING TOUR às 15h30. Nosso guia foi o Darren e ele foi muito bom: explicava muito bem e, como quase todos os guias, fazia muitas piadas. Passamos por vários pontos turísticos da cidade: MARCHE BONSECOUR, CHAPELLE NOTRE DAME DE BONSECOURS, VIEUX PORT, PLACE DES ARMES e terminamos o tour na UNDERGROUND CITY. Gostei muito e vale a pena fazer o tour! GRAFITE GRAFITE GRAFITE ***Dica: Vale muito visitar o Marche Bonsecour mas, segundo o guia nos alertou, evite comprar coisas lá. É um “tourist trap” (armadilha de turista) com preços muito mais altos que o normal. Voltei pra casa e no caminho passei no supermercado. Comprei umas cervejas e um noodle de kimchi. Cheguei em casa e fiquei conversando com o Marco e outros hóspedes que também estavam na casa. Antes de dormir me despedi do Marco pq iria levantar muito cedo no dia seguinte. Fui dormir 23h. Distância percorrida no dia:14,5km Dinheiro gasto no dia: CAD 43 11º dia de viagem: Montreal -> Quebec, 28 de Maio de 2019 (terça-feira) Acordei 4h50, arrumei minhas coisas e deixei a casa do Marco às 5h10. Peguei o metrô e às 5h50 cheguei à estação. 6h20 estava no trem para Quebec City. Fim do relato de Montreal. Próximo relato: QUEBEC CITY.
  23. Então, @D FABIANO , não sei se esse Anselmo que vc me referiu sou eu (acho difícil ser outro com esse nome... 🤣) Na verdade ano passado eu fui para a região dos Balcãs, não do Cáucaso.
  24. @Bruno Clark Vamos por partes: 1. Não aconselho ninguém sair de viagem (seja ela qual for) sem dinheiro algum. Esse lance de "ir fazendo grana" é muito perigoso. Vc pode ir com uma ideia achando que vai se dar bem mas pode terminar dormindo na rua. Procure juntar o máximo de dinheiro que puder antes de começar a viagem. Nunca - JAMAIS - vá viajar sem dinheiro algum. 2. Se vc tem medo de viajar sozinho, melhor nem ir. Isso pq pode acontecer alguma coisa com sua companhia e, por exemplo, ela precise por algum motivo encerrar a viagem e retornar. Aí vc teria que terminar sua viagem tb. Faça um bom planejamento de viagem. Pesquise os lugares que vc quer conhecer para conseguir aproveitar ao máximo cada lugar.
  25. Assim como o Brasil, os EUA é um país continental. Não dá pra "abraçar" tudo em apenas uma viagem pra lá. Como já foi falado, visitando cidades distantes uma das outras vc vai perder muito com o deslocamento. Pela quantidade de dias que vc tem disponível eu aconselho ficar em apenas uma região. Em 20 dias dá pra conhecer bem a costa californiana e terminar a trip em Las Vegas. Você poderia começar a viagem em San Francisco e lá alugar um carro pra ir descendo pela Highway 1 até San Diego. Depois volta para Los Angeles e de lá segue para Las Vegas, onde vc pode pegar o voo de volta ao Brasil. Fiz esse roteiro em 2011 em foi incrível! Nova Iorque é uma cidade que vc precisa de, no mínimo, 1 semana pra conhecer o básico. Se seus planos são conhecer os parques de Orlando, pode separar aí pelo menos mais 1 semana. Boa viagem!
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