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Thais nazareth

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  1. Oi Karine! Acho que é um pouco uma questao de sorte, além da época do inverno que vc vai e do ano também. Quando eu fui as tenperaturas nao estavam tão baixas quanto eu estava esperando, não usei boa parte das roupas que eu levei, mas os relatos que li do ano anterior (2015) falavam de temperaturas próximas de 1 grau em Santiago, o que não pegamos em nenhum dia por lá. Quando estavamos indo para Embalse o motorista nos falou que a estrada havia fechado em algum dia daquela semana por causa da neve... E se não me engano a estrada pro Valle Nevado também tinha fechado em algum dia daquela semana. Acho que o melhor é vc tentar deixar este passeio como um dos primeiros pra caso a estrada feche neste dia vc tenha outros para ir. E principalmente ir durante a semana pq no final de semana fica cheeeio de santiaguinos lá.
  2. GASTOS Bom, pra finalizar, vou fazer um resumo bem resumo dos gastos que tivemos com a viagem. Passagem aérea: Bom, como fomos em época de alta temporada (julho), não pegamos um preço barato de passagem, mas para quem quer ir para ver neve e não tiver impedimentos de datas como eu, agosto e comecinho de setembro são bem mais favoráveis pois é baixa temporada e ainda há neve. Pagamos R$2.370,00 por duas passagens já com todas as taxas inclusas em um voo direto de São Paulo para Santiago. Cheguei a encontrar por uns R$2.000,00 para os dois mas quando fui comprar mesmo já estava este valor. Estadia: Como eu disse, pegamos um apartamento no airbnb, que costuma sair mais em conta que outros sites como decolar ou booking, o único inconveniente foi o pagamento dos 6,38% de iof no cartão de crédito, mas se pagar em boleto acredito que este imposto não seja cobrado. Foi debitado no cartão US$288,00, que na cotação do fechamento da fatura deu R$1.053,00, cerca de R$131,00 por diária, contando o iof, taxa de limpeza e taxa do airbnb, então achei que valeu bastante a pena. Fechamos cerca de um mês antes de ir pra lá, mas fechando com mais antecedência tem mais opções e mais baratas também. Chegamos a ver lugares por R$80,00 a diária. Gastos anteriores: Bom, compramos algumas roupas para usar por lá, isso é muito pessoal, então quero colocar aqui só as roupas para neve que compramos porque acho importante. Compramos algumas roupas na Decathlon como 2ª pele, 2ª camada e um casaco impermeável (3ª camada). Nas segundas pele pagamos cerca de 30 reais nas camisetas e 60 reais nas calças, cerca de 50 reais na calça 2ª pele, e 130 reais no casaco impermeável, então no total foi R$310,00. Acho que o que é mais necessário é o casaco impermeável, que preferi comprar pois como íamos dois dias para a neve valia mais a pena comprar que alugar. O resto dá pra usar uma calça legging como 2ª pele e um moletom como 2ª camada. Comprei também uma bota para neve no mercado livre, por 190 reais mais o frete, e ela deu bastante conta do recado, considerando que o aluguel da bota era 8.000-10.000 pesos (cerca de 40 a 50 reais), também achei que valeu a pena comprar. Gastos com alimentação, passeios, transportes e presentes/lembranças: Levamos US$1.060,00 mais R$500,00 para gastar lá, mas não chegamos a usar os reais. Compramos 1000 dólares na cotação de R$3,40, e o resto dos dólares tínhamos em casa. Trocamos e gastamos todos estes dólares, mas confesso que nos últimos dias começamos a esbanjar um pouco pois vimos que ia sobrar e não queríamos destrocar o dinheiro. Acredito que, dependendo do seu perfil de viajante, dá pra levar de R$2500 a R$4000 para um casal para fazer tudo por lá. Com menos de R$2500 até dá para um casal, mas terão de ser um pouco mais econômicos com a alimentação, que é a coisa que mais encarece a viagem. Eu tentei colocar o máximo de valores que eu consegui me lembrar no relato mesmo, então se você ainda está com dúvida quanto a valores, da uma olhadinha de novo por lá Então resumindo, nossa viagem de 7 dias e 8 noites para Santiago para um casal saiu por R$7.030,00, lembrando que fomos em julho, mês de alta temporada onde tanto estadia quanto passagens aéreas saem mais caro, além de a nossa moeda estar super desvalorizada. Espero ter ajudado a todos os interessados com o meu relato, e qualquer dúvida que eu puder sanar, é só me perguntar
  3. Jackson, muitos santiaguinos vão para Viña del Mar para descansar e aproveitar a praia....mas a água é beem gelada, mesmo no verão. O museu que você falou do Moai é o museu Fonck, de arqueologia, é o lugar mais distante do centrinho turístico (umas 5 - 6 quadras). Vou te dar duas sugestões de roteiros: 1 - Marcar a vinícola no último horário do domingo, supondo que vocês cheguem em Viña no sábado, aí dá pra vocês descansarem um pouco por lá, irem a vinícola e depois até conhecerem um dos shoppings de Santiago, e aproveitar com tranquilidade os seus dois dias em Santiago. Um dia e meio é mais que suficiente para conhecer Viña. 2 - Cajón del Maipo fica mais ou menos no caminho entre Mendoza e Santiago, então vocês podem passar o dia lá para conhecer a bela paisagem de verão de Embalse el Yeso e descansar em Baños Morales, que são lugares com águas termais que estão abertos na primavera/verão. Conhecer Viña/Valpo em um dia e deixar para conhecer a vinícola em um dos dias que ficarem em Santiago, de preferência marcar o primeiro horário. Como vocês estarão de carro, não vão demorar muito para chegar a vinícola e poderão aproveitar bem o resto do dia. São apenas sugestões, vai da disposição de vocês realizar, mas se fosse eu com certeza faria a segunda opção . Mas como você já virá de Mendoza, talvez já tenha visto paisagens parecidas...De qualquer forma dá um google em Embalse el Yeso e veja se vale a pena ou não ir
  4. Jackson, assim, vai depender muito do que você quer fazer e do que você espera de Valparaíso, mas eu acredito que se você apertar tudo dá pra ver a maior parte das coisas em Santiago em 2 dias sim. Em Viña del Mar, apesar de ser mais bonita e aparentemente mais organizada que Valparaíso, não há muito o que fazer, então você consegue matar em 2-3 horas no máximo. Você vai a alguma vinícola? Vai a alguma estação de ski? Cajón del Maipo? Muitas variáveis, rsrs. Mas assim, pelo que a moça da informações turísticas da rodoviária me falou e eu vi no mapa também, em Valparaíso tem programação para 1, 2 ou 3 dias, então acredito que não ficará sem ter o que fazer. Se você for a alguma vinícola, aconselharia ir em alguma do Valle Casablanca, que fica no caminho para Valpo, então você ficaria 2 dias em Santiago e no terceiro (ou primeiro, dependendo da sua ordem) você iria a vinícola e teria a tarde toda mais o dia seguinte para aproveitar Viña/Valpo. Se você for para alguma estação de ski ou Cajón, te aconselharia tirar um dia de Valpo para dedicar a um destes passeios. E eu não posso falar muito sobre Valparaíso porque, como vc viu no meu relato, não ficamos muito tempo lá, rsrs, mas eu sei que tem bastante coisa para fazer lá, foi só uma escolha nossa mesmo não fazer. Qualquer outra dúvida é só falar
  5. DIA 8 - SANTIAGO - COMPRAS Bom, apesar do nome do tópico ser 7 dias, tenho mais dois dias para relatar pois chegamos em um dia à noite e fomos embora em outro dia de manhã, então conseguimos aproveitar 7 dias inteiros. Como já havíamos feito tudo que tínhamos planejado, tiramos este dia para fazer algumas compras, então começamos o dia passando no brechó Nostalgic, onde conseguimos comprar algumas blusas de couro por $5.000 a $10.000 pesos. Lá é bem organizado, tem várias opções de roupas, bolsas e chapéus bem conservados e algumas unidades na cidade, nós fomos na da Arturo Prat que era bem perto do nosso apartamento. Eles tem um site também, caso alguém queira saber mais. Estavamos bem perto então passamos no bairro Paris-Londres, que na verdade consiste no cruzamento das ruas Paris com a Londres. O bairro é bem bonitinho, mas não há nada demais, e sinceramente gostei mais do Lastarria, mas se você estiver perto vale a pena dar uma passada. Depois fomos ao shopping Costanera Center para passar no Jumbo e comprar vinhos e chocolates. Como bons não entendedores de vinho , pegamos algumas indicações, umas garrafas bonitas e vinhos "late harvest", que já sabíamos que eram mais doces por conta da indicação do guia da vinícola. Pegamos algumas barras de Sahne-Nuss, Orly e Costa, todos muito bons, valem a pena todos, principalmente o Sahne-Nuss, com amêndoas inteiras. Pegamos no total 7 garrafas de vinhos e mais umas 10 barras de chocolate e a conta saiu cerca de $40.000 pesos. Não esqueça de pedir plástico bolha no balcão de embrulhos de presente para embalar as garrafas. Almoçamos no Taco Bell do shopping, dois combos por $8.500 pesos. Depois fomos ao bairro providência para passar na feirinha do Parque Metropolitano e da rua Pio IX para comprar lembrancinhas como chaveiros e ímãs, porém não sei se eles tiram folga de segunda-feira, mas consegui encontrar apenas uma barraca vendendo coisas, então se você vai lá com este intuito, escolha outro dia da semana para ir. O bom é que a fila do Funicular estava bem menor que o outro dia que fomos. Dentro do Pátio Bellavista também há lojinhas de lembranças, mas com um custo um pouco maior que as do lado de fora. Passamos o final da tarde no Pátio Bellavista, apreciando a vista e jantando no restaurante Tambo, especializado em comida peruana, onde pegamos uma porção de polvo por cerca de $7.000 pesos. DIA 9 - INDO EMBORA DE SANTIAGO Nosso voo estava marcado para 12:40, então não havia muito que pudéssemos fazer. No dia anterior encontramos um taxista na rua e combinamos de ele nos pegar no apartamento às 9:00 para nos levar ao aeroporto. Ele nos cobrou o que deu no taxímetro mais o pedágio, e não ficou andando devagar para que a corrida ficasse mais cara. No final pagamos $15.000 pesos, o que comparado com os $13.800 pesos que pagamos pelo transfer coletivo na vinda, valeu muito a pena. Se alguém quiser, posso mandar o contato dele. Tomamos café no aeroporto por exorbitantes $15.000 pesos por dois buffets bem sem vergonhas e sem variedade, mas como já saímos meio atrasados não conseguimos tomar perto do apartamento. No avião sentamos na janela no lado esquerdo, e deu para vem bem as cordilheiras, não sei dizer se do lado direito dá pra ver, mas fica a dica, façam o check-in online para poder escolher o lado se vocês irão viajar de dia. E assim terminou nossa excelente viagem a Santiago do Chile.
  6. Oi Juliana! Então, a temperatura em Santiago estava mais ou menos entre 10 e 15ºC...de manhãzinha chegava a uns 6ºC mas ia esquentando ao longo do dia. No Valle Nevado, Farellones e Embalse el Yeso não sei dizer qual temperatura estava porque não tínhamos como medir, mas estávamos com 3 camadas de roupas: uma segunda pele, uma blusa de fleece polar e uma blusa impermeável de neve por cima (a rosa) que eu comprei na Decathlon por uns R$130,00 e não passamos frio, até no meio do dia ficamos com um pouquinho de calor...mais para o final do dia, por volta das 17h começamos a sentir mais o frio. Bjos!
  7. Gustavo, mandei o roteiro que realizei. Passeios à pé vai depender muito de onde você estiver hospedado. O centro, apesar de não ser muito bonito, principalmente à noite, é o melhor lugar para o turista ficar, principalmente o de primeira viagem, pois é perto de 90% dos pontos turísticos. O resto que não dá pra fazer a pé dá pra ir tranquilamente de metrô ou combo metrô+ônibus. O metrô tem valores diferentes de acordo com os horários, mas o máximo que você vai pagar é $740 pesos, que na cotação que nós pegamos dá uns R$3,90. O ônibus de Santiago não sei dizer quanto custa porque não peguei, mas acredito que não passe disso. Até para Valparaíso e Viña del Mar é tranquilo ir de ônibus, custa uns $6.000 pesos ida e volta, uns 30 reais por pessoa. Pagamos um pouco mais porque fomos pro Valle Casablanca antes de ir para Valpo, então tudo separado saiu mais caro, mas se você já compra ida e volta junto sai mais em conta. As vinícolas a maioria que são perto de Santiago como Concha y Toro, Undurraga e Santa Rita da pra ir de metrô, ônibus, ou num combo metrô+taxi ou metrô+ônibus. Espero ter ajudado
  8. DIA 7 – EMBALSE EL YESO Esse com certeza era o passeio mais esperado por mim, pois procurando coisas diferentes para fazer em Santiago me deparei com imagens maravilhosas deste local. Embalse el yeso é o reservatório de água que abastece Santiago. Ele fica na pequena comuna de San José del Maipo, na cordilheira dos Andes, a 2500 metros de altitude, o que faz com que no inverno haja bastante neve e até algumas avalanches. Fiquei por muito tempo em dúvida se alugávamos um carro ou contratávamos um tour, mas no final alguns relatos de que a estrada era muito ruim, estreita e com neve me deixaram com medo e acabamos contratando um tour com a empresa SnowTours, uma empresa de um brasileiro que nos atendeu muito bem. Foi a única coisa que já saímos com reservas daqui. Havia feito uma reserva com o Jorge Excursiones, porém o tour acabou não fechando, mas o preço dele para um grupo de 5 pessoas ou mais era melhor que o da Snowtours. Fechamos o passeio por $45.000 pesos por pessoa, enquanto que com o Jorge, nesta época de inverno, sairia por $30.000 se houvesse um grupo de 5 pessoas. Uns dias antes de irmos, tínhamos ouvido que o retorno a Santiago de lá estava demorando até 7 horas nos finais de semana, e ficamos realmente com receio de ficar eternamente na estrada, pois iriamos no domingo, mas o pessoal da empresa nos tranquilizou dizendo que iríamos bem cedo então não pegaríamos este trânsito. Pois bem, o motorista da van nos pegou em casa às 6:30, e depois foi buscar mais duas pessoas e então partimos para Cajón del Maipo, que como ele explicou, tem esse nome porque é um vale cercado de montanhas bem altas e super perto, fazendo parecer um “caixão” (uma caixa grande), e Maipo vem do vulcão nas proximidades com o mesmo nome. Paramos no meio do caminho para alugar vestimentas, e a primeira dica que dou para quem for com esta empresa é alugar qualquer coisa para neve em outro lugar, como na empresa que fomos pro Valle Nevado, pois lá as coisas custavam no mínimo $10.000 pesos, e ficamos presos a este lugar. Acabamos alugando uma bota para o meu namorado pois eu já tinha uma bota de neve, mas no final mesmo com a bota a neve escorrega bastante. O motorista foi diretamente para o Embalse, fazendo apenas uma parada para tirar fotos. Ele depois parou a van na entrada da represa, e seguimos o caminho a pé, já maravilhados com a vista. Conseguimos andar uma boa parte, mas quando chegamos em partes tomadas pela neve, que estava muito escorregadia, decidimos que havíamos chegado no nosso limite e não seguimos mais. Algumas pessoas seguiram mais pra frente, aí acho que vai da sua confiança. Lá não há estrutura como banheiros, lanchonetes nem nada, então é bom levar coisas para comer e ir ao banheiro na cidade. A empresa nos forneceu água, sucos e um pacote com dois lanches, uma barrinha de cereais e um doce. Fomos embora por volta das 13:00, e quando estávamos indo embora, o caminho todo estava tomado de carros, ambulantes vendendo coisas, pessoas tocando música, buzinando, enfim, todo tipo de barulho, então acho que foi o momento certo para irmos embora. Para este passeio eu acho que totalmente valeria a pena ter alugado um carro, sairia mais barato, ou, no máximo, o mesmo preço para alugar um sedan ou uma SUV 4x4 e teríamos mais liberdade no caminho. A estrada não é ruim nem super estreita como tínhamos pensado, o caminho na van foi bem tranquilo. Uma boa parte do caminho é estrada de terra, mas com poucos buracos e só tinha neve na pista depois da entrada da represa, então não houve a necessidade de utilizar correntes. As recomendações que eu deixaria para quem vai alugar um carro é que primeiro, a estrada tem bastante pedras, então o ideal é não ir com os pneus muito cheios para não correr o risco de eles furarem, e segundo, se você vai para lá no inverno, é bom deixar o carro na entrada da represa e seguir o caminho a pé, pois entrando lá a estrada fica cada vez mais estreita e invariavelmente você vai ser bloqueado pela neve em algum pedaço, e vai ser difícil ou quase impossível virar o carro para voltar. Recomendaria também ir durante a semana para curtir mais o local sem tanta algazarra atrapalhando a vista e para poder voltar mais tarde sem pegar tanto trânsito. Na primavera e verão, o clima é totalmente diferente, e a água fica de uma cor azul turquesa, além de que dá pra ir mais para frente na represa e visitar Baños Morales, que são águas termais aquecidas pelo vulcão Maipo. Eu com certeza quero voltar lá em outra época para aproveitar melhor o local, e as outras atividades que podem ser feitas por lá como rafting e tirolesa. Chegamos em Santiago por volta das 15:30. Como achávamos que o passeio duraria o dia todo, não planejamos mais nada para este dia. Acabamos pedindo pro motorista da van nos deixar no Mercado Central e compramos um pouco de salmão e lula para fazer em casa. O filé de salmão todo limpinho custava $7.000 pesos o quilo e a lula, que eles chamam de jaiba, custava $1.600 o quilo.
  9. DIA 6 – VALLE DE CASABLANCA + VALPARAISO + VIÑA DEL MAR Quando estava planejando a viagem, decidi que queria ir a uma vinícola diferente da que a maioria dos turistas vão, que é a Concha y Toro. Depois de muito pesquisar, decidir e desdecidir (rsrs), resolvemos ir a vinícola Casas del Bosque, no Valle Casablanca, que é um local de vinícolas relativamente novas, fundadas nos anos 80 e mais adequado para a produção de vinhos brancos, que precisam de um clima mais frio. Vinícola decidida, ficava a dúvida de como chegar lá sem gastar rios de dinheiro com um tour particular ou ter que alugar um carro. Após pesquisar muito conseguimos encontrar um caminho (ainda um pouco incerto) até lá. O Valle de Casablanca fica no meio do caminho entre Santiago e Valparaíso, então o planejamento do dia era ir a vinícola, depois Valparaíso e finalmente Viña del Mar. Marcamos o tour Aromas Wine Tour, que consistia de um recorrido pela vinícola mais a degustação de 4 vinhos, 2 reservas e 2 gran reserva. Como não somos profundos conhecedores dos vinhos, achamos que este tour seria o suficiente. Mas pra quem gosta muito tem o tour Premium Wine Tour, com degustação de 5 vinhos mais especiais. Marcamos o tour no primeiro horário, às 10:30, para dar tempo de aproveitar as outras duas cidades. Saímos de casa por volta das 7:30, pegamos o metrô na linha 1 e descemos na estação Estación Central, para pegar o ônibus no terminal San Borja. Para chegar até ele, entramos em um pequeno shopping chamado Paseo Arauco, bem ao lado da saída da estação. Ele é bem comprido e tem placas indicando para chegar ao terminal. Conforme a indicação de um blog, fomos até os guichês 32 e 33, da Paravias e Pullmantur, respectivamente, porém os dois estavam fechados, mas dentro de um deles vimos indicações de horários e um escrito “Andén 67”. Imaginamos que andén era plataforma e fomos direto para lá. Chegamos ao terminal por volta das 8:00, e a placa de indicação de horário falava em ônibus às 7:40 e depois só às 9:20. Acabamos nos conformando que provavelmente chegaríamos atrasados ao tour, mas fomos mesmo assim. O ônibus saiu pontualmente às 9:20 e pagamos diretamente ao motorista $2.300 pesos por pessoa para ir até lá. Um dos motoristas disse que sai ônibus da plataforma 66 também, mas no tempo que ficamos lá não passou nenhum para Casablanca. Chegamos a cidade de Casablanca por volta das 10:45. Se o ônibus fosse direto para a cidade acho que o caminho duraria no máximo uma hora, porém o ônibus dá um rolezinho pela cidade de Curacavi antes de chegar a Casablanca. Pegamos um taxi na praça central de Casablanca e cometemos um grande erro de turistas amadores , que foi não perguntar quanto sairia para chegar até a vinícola ou não reparar que o taxista não havia ligado o taxímetro, então ele acabou nos cobrando $3.000 pesos por um percurso de 5 minutos, pois a Casas del Bosque é a primeira vinícola da Ruta del Vino. Mas não nos estressamos com isso e resolvemos curtir nosso passeio. Acabamos chegando à vinícola quase 11:00, e o tour que havíamos reservado já havia começado. Eles falaram que o próximo tour, das 12:30 já estava lotado, mas depois de chorarmos um pouco, eles fizeram um arranjo e acabamos tendo uma degustação só para nós! E depois fomos encaixados no tour das 12:30. Pagamos $12.500 pesos por pessoa neste tour. Para fazer o tour Premium sairia $16.000 pesos e apenas a degustação Aromas era $7.000 pesos por pessoa. Enquanto esperávamos o tour começar deu pra dar uma andada pela vinícola e tirar algumas fotos. Ela é muito bonita. Confesso que esperava mais do tour, achei ele um pouco superficial, já fui a uma vinícola em Mendoza e o tour foi bem mais detalhado, mas ainda assim me senti satisfeita por conhecer um local diferente. Esta vinícola oferece várias outras atividades como “tour de bicicleta”, “pic-nic”, “enólogo por um dia”, “venha podar conosco” e etc, porém como tínhamos pouco tempo acabamos ficando só no tour mesmo. Compramos 3 vinhos nesta vinícola, dois chamados de late harvest, indicação do guia quando pedimos um vinho mais adocicado, e um vinho rosé só porque achamos bonito mesmo (rsrs). O vinho late harvest foi $9.900 pesos e o rosé foi $5.450 pesos. Compramos mais porque não tínhamos certeza se encontraríamos estes vinhos em supermercados, onde os vinhos são geralmente mais baratos que nas vinícolas. Pedimos para o pessoal da vinícola chamar um taxi para a gente e foram mais $3.000 pesos. Ao chegar ao centro de Casablanca tínhamos duas opções, voltar para Santiago ou ir para Valparaíso. Resolvemos ir para Valparaíso, então pegamos um ônibus no mesmo ponto que o de Santiago nos deixou. Se quiséssemos voltar para Santiago poderíamos ter pego um ônibus do outro lado da rua, no guichê da Pullmantur, pelo mesmo preço da vinda. O ônibus sai a cada duas horas e o último horário é às 20:30. Para ir a Valparaíso pegamos um ônibus branco que nos custou $1.000 pesos por pessoa. Era um ônibus de viagem mas as pessoas podiam ir em pé, e quando chegou já estava bem cheio, então foi uma viagem um pouco desconfortável. A viagem demorou cerca de 30 minutos, chegamos lá por volta das 14:00. Nas minhas pesquisas sempre vi que Valparaíso é uma cidade que ou você ama ou odeia, e eu definitivamente fiz parte do segundo grupo (rsrs). Pra mim a cidade pareceu uma mistura de Porto de Santos com as favelas do Rio de Janeiro. Passamos no posto de informações turísticas e eles nos deram um mapa da cidade com os principais pontos para visitar. O legal deste mapa é que ele tinha todos os pontos pra serem visitados se você passa 1, 2 ou 3 dias em Valparaíso. Andamos em um trólebus que nos custou $270 pesos por pessoa e percorre os principais pontos de Valparaíso, e tem um autofalante que diz quais são estes pontos, mas como nem assim nos animamos em explorar a cidade e ainda tínhamos pouco tempo, resolvemos descer depois de percorrer todo o caminho e pegar um ônibus para Viña del Mar. A moça do guichê de informações turísticas de Valpo nos indicou os ônibus 602, 603, 604, 606, 212 ou 216, pois são os que vão direto para Viña del Mar pela Av. Errazuiriz, fazendo o mesmo caminho do metrô de lá. Ela não nos indicou pegar um metrô pois teríamos que comprar o cartão para usar apenas uma vez, o que não compensaria. Chegando a Viña del Mar, tiramos uma foto no famoso relógio de flores e seguimos em direção ao Castelo Wulff, porém ele estava fechado para reformas, então apenas tiramos fotos e seguimos. Passamos no Cassino de Viña del Mar e acabamos almoçando/jantando no Friday’s. Pegamos dois hambúrgueres, dois refrigerantes refil e uma porção de entrada e saiu por volta de $30.000 pesos. Passamos no Museu de Arqueologia Fonck para ver o Moai e tirar fotos e fomos para o terminal de ônibus. Conseguimos pegar o ônibus das 19:11 por $4.500 pesos por pessoa. O ônibus nos deixou no terminal Alameda, anexo à estação de metrô Universidad de Santiago. Dica: Se eu fosse me planejar novamente, eu iria para duas vinícolas no Valle Casablanca e deixaria para fazer Valparaíso + Viña del Mar em outro dia, pois apesar de a nossa primeira impressão de Valparaíso não ter sido boa, fiquei com uma sensação de ter perdido a oportunidade de ter conhecido um lugar novo que, afinal de contas, é patrimônio cultural da humanidade. Este site(http://www.rutadelvinodecasablanca.cl/es/bodegas/) contém todas as vinícolas da Ruta del Vino de Valle Casablanca para vocês escolherem e se divertirem! Mas também acredito que daria para fazer o que tínhamos planejado a princípio se tivéssemos contratado um tour em Valparaíso para conhecer as duas cidades, que saem em torno de $10.000 por pessoa, então aí vocês veem qual é a melhor opção e qual se encaixa melhor em seu roteiro.
  10. Oi Bárbara! Pode deixar que eu coloco um geral de custos que eu tive com a viagem, o que eu consegui lembrar detalhado eu estou colocando aqui no relato, no final eu coloco um resumo com dinheiro levado para lá mais gastos com passagem aérea mais estadia. Posso te mandar também o roteiro que eu tinha planejado no inicio... os dias são os mesmos, mas não fizemos algumas coisas ou porque não houve tempo ou porque não nos animamos a fazer. Mas com um pouquinho mais de planejamento em relação ao tempo dava pra ter feito tudo. Abraços!
  11. DIA 5 – MUSEUS NO CENTRO + RESTAURANTE TEMÁTICO Neste dia estávamos bem cansados e acabamos saindo tarde, por volta do meio-dia. Fomos ao Museu Chileno de Arte PréColombino, cuja entrada é $4.500 pesos por pessoa. É bem interessante pois eles têm registros, objetos, múmias e vestimentas de 12.000 anos A.C! O museu possui três pavimentos: o subsolo, que mostra o “Chile antes do Chile”, o povo e seus costumes nas terras chilenas antes da chegada de Colombo; o térreo, onde fica a entrada, lanchonete, loja de souvenires, um jardim e duas exposições temporárias interativas, e o primeiro andar, onde ficam as peças divididas por regiões da América Latina, bem como uma área têxtil que mostra tecidos e vestimentas da época. Depois pegamos a Rua Huerfanos rumo a rua Ricardo Cumming para almoçar no restaurante Ocean Pacific’s, no número 221 desta rua. Quando estava pesquisando locais para comer, achei todos extremamente caros e pensamos que se fossemos comer em algum lugar, que fosse diferente do que temos aqui para valer a pena, então quando encontrei este lugar me encantei por ele, pois tem todo um clima marítimo, com várias decorações que remetem ao mar, navios e submarinos. O forte do local são os peixes e frutos do mar (duh! ), então pegamos quatro pratos para provar um pouquinho de tudo: Pacific’s a lo macho, que como disse o garçom é para machos porque tem muita pimenta , era uma porção de frutos do mar grelhados; um ceviche de corvina; uma Trucha puntarenense, uma truta recheada com centolla (king crab ou caranguejo gigante típico do Chile) com legumes salteados e molho de queijo; Camarones equatorianos, uma porção de camarões salteados com alho; e três refrigerantes. No final a conta saiu $44.715 pesos, já com a propina. Foi um restaurante caro? Foi, mas já havíamos nos planejado para ir somente nele de todos os outros que limos a respeito e tivemos uma refeição muito agradável. Todos os itens do cardápio vem com fotos para termos uma ideia do que se trata e da quantidade que vem. Depois do almoço andamos pelo restaurante para tirar algumas fotos. Dica 1: Muitas pessoas que vão ao Chile querem comer a centolla, mas é um prato suuuper caro, então a dica para economizar é consumir pratos que contenham centolla como Chupe de centolla (uma espécie de escondidinho), ou este prato que pegamos que sai infinitamente mais em conta. Dica 2: A maioria das pessoas come a centolla no Mercado Central, depois da encheção de saco dos garçons. Eu sou uma daquelas pessoas que foge deste assédio, então se fosse pra eu comer a centolla, ia preferir comer em um lugar mais agradável e, convenhamos, mais bonito, então totalmente indico comer neste restaurante que nós fomos. Não cheguei a ver os preços no mercado central, mas neste lugar a centolla inteira custava entre $45.000 e $55.000 pesos. Dica 3: Apesar de a política do Chile ser tipicamente de realizar reservas, não realizamos para os poucos lugares que fomos, então a dica é chegar nos restaurantes entre 14h e 18h, assim não haverá a necessidade de realizar reservas pois os locais não estão tão cheios e ainda dá pra pegar uma parte do menu de almoço, que geralmente são mais baratos. Depois de lá continuamos pela rua Huerfanos até chegar a rua Matucana e visitar o Museo de la Memoria y de los Derechos Humanos, que mostra como foi a ditadura no Chile na época de Pinochet. É um museu bem pesado, pois há vídeos com relatos de pessoas que passaram por torturas, reportagens da época e uma série de materiais audiovisuais. Chegamos lá por volta das 17h, e o recepcionista falou que eram necessárias 2h para percorrer todo o museu, só que ele fechava às 18h, então não conseguimos ver tudo satisfatoriamente. A entrada é gratuita e não é permitido tirar fotos lá dentro. Quando estávamos lá, vimos algumas pessoas com uma espécie de telefone sem fio ouvindo o que eu creio que eram explicações sobre as peças, uma vez que cada uma delas tinha uma numeração. Acredito que só quem chegue lá mais cedo consiga pegar estes “telefones”, mas seriam muito úteis pois o museu é muito denso, é difícil decidir o que olhar primeiro e qual caminho tomar para conseguir ver e entender tudo. Quando saímos de lá ficamos com a impressão de que seriam necessárias 3h ou mais para conseguir olhar tudo. Como já tínhamos feito tudo que queríamos, resolvemos ir ao shopping Parque Arauco, apenas para conhecer. Pegamos o metro na estação Quinta Normal (linha 5), fizemos conexão na Baquedano com a linha 1 e depois descemos na estação Escuela Militar, pois tinha visto no mapa que era a mais perto de lá. Perguntamos para três pessoas como se fazia para chegar lá e cada uma nos mandou para um lado. Como não conseguimos achar nenhum lugar com internet para olhar o mapa novamente, já estava tarde, e não estávamos afim de ser roubados por um taxista, acabamos desistindo e voltando pra casa. Depois consegui ver no mapa que eram uns 2km de distância a pé do metrô até lá. Se você quiser ir de ônibus, segundo o Google Maps tem um ônibus, o C20, que sai da parada Escuela Militar, na av Americo Vespucio, bem embaixo do viaduto, e para lá na porta do shopping. Pra gente fica pra uma próxima .
  12. DIA 4 – VALLE NEVADO E FARELLONES Este foi o tão esperado dia de conhecer a neve! Fechamos com a empresa All to Ski, antiga Ski Tours, pois foi o preço mais em conta que encontramos. Eles nos abordaram quando estávamos no Cerro San Cristóbal, oferecendo o passeio por $14.000 pesos por pessoa. Eles também têm equipamentos para alugar em sua sede, que fica na Rua Dardinac, quase na esquina com a Pio IX. Pelo que vimos, as vestimentas saem por $8.000 pesos cada peça, mas não chegamos a alugar nada então não posso dizer quanto sairiam equipamentos de ski ou snowboard. Como queríamos apenas conhecer a neve e não tínhamos interesse em esquiar pois sairia muito caro para apenas um dia, achamos que a melhor opção seria fazer o tour Valle Nevado + Farellones, sendo a primeira estação de ski a mais famosa e mais indicada para esquiadores mais experientes e Farellones, uma pista para iniciantes que possui outras atividades para quem não esquia como tubbing (skibunda), canopy (tirolesa) e teleférico. Fomos até a sede da empresa às 7:50 e acredito que saímos por volta de 8:30, chegando no Valle Nevado primeiro por volta das 9:45. O caminho é bem complicado, com 60 curvas bem fechadas, então minha dica é fazer uma refeição leve antes de ir e levar um remédio para enjôo. O Valle Nevado é muito bonito, mas não há muito o que se fazer por lá além de admirar a belíssima paisagem. Há alguns espaços abertos para quem quer apenas brincar na neve, mas são pequenos, a maior parte do lugar é dedicado a quem vai esquiar ou andar de snowboard. Os restaurantes e lanchonetes que tem no topo são beeem caros, pagamos $2.600 pesos por uma lata de coca cola e um crepe bem do safado custava a partir de $4.800 pesos, então se possível levem comida e bebidas de casa pra não acabar com o seu orçamento, rsrs. Na correria da saída acabamos esquecendo deste detalhe e levamos apenas umas bolachinhas que não nos sustentaram o dia todo. A van nos deixou no estacionamento e um carro da estação nos levou até o topo do lugar, onde estão os restaurantes, lanchonetes e quartos de hotel. Quando estávamos lá em cima vimos ao longe um teleférico fechado, mas não conseguimos ver de onde ele saia ou até onde ele chegava. Quando descemos para pegar a van para ir a Farellones vimos que ele saia do prédio que tem na frente do estacionamento, na base da estação de ski, mas aí não poderíamos mais ir. Quem quiser andar de teleférico fechado vai precisar não subir com o carro da estação e desembolsar $31.000 pesos durante a semana e $48.000 em finais de semana (preços de alta temporada). Às 13:00 a van nos levou para a estação de Farellones, no Sector Cumbre (cume do parque), porém quando chegamos lá todos os tickets para tubbing e canopy haviam sido vendidos, e para entrar nesta parte da estação é necessário realizar alguma atividade, então acabamos ficando quase 4 horas sem ter o que fazer, do lado de fora da estação. As lanchonetes que tinham perto eram bem desorganizadas e pareciam não dar conta da demanda, ficamos mais ou menos 40 minutos em uma fila que tinha cerca de 5 pessoas na nossa frente pra conseguirmos comprar alguns lanches. Os preços lá são um pouco melhores, pagamos cerca de $10.000 pesos por 4 completos (cachorro-quente com abacate e tomate), uma garrafa de coca-cola e dois salgadinhos pequenos. O site do parque Farellones mostra os preços de todas as atividades realizadas lá, mas quando fomos o tubbing era $14.000 p/p e o canopy $6.000 p/p, e o conjunto dos dois era $18.000 p/p. O motorista da van combinou de nos buscar às 17:00, porém se atrasou bastante e acabou chegando quase às 18:00. As pessoas reclamaram e acho que o motorista acabou ficando meio nervoso, e foi bem mais imprudente na volta, correndo bastante, mas no final ocorreu tudo bem e chegamos ao nosso destino. Com a experiência que tive, deixo como dica para quem não vai esquiar, não realizar o tour para as duas estações de ski no mesmo dia, escolher uma delas para conhecer, ou tentar negociar ir para Farellones primeiro e depois ir para o Valle Nevado. Já li alguns relatos também de pessoas que foram com empresas que as levaram para lugares que não faziam parte dos parques que tinham bastante neve só para brincar mesmo, inclusive vimos várias pessoas no caminho entre o Valle Nevado e Farellones, porém não foi o caso da empresa que contratamos. Eu recomendo que, a não ser que você tenha muuita experiência no volante, que contrate o serviço de transfer, independente de ser desta empresa que nós fomos ou de outra das várias que tem por Santiago, pois a estrada é bem complicada, as curvas são bem fechadas e você pode se deparar com neve no meio do caminho, que requerem o uso de correntes. Não vale a pena alugar um carro para economizar um pouco ou ter mais liberdade correndo o risco de sofrer acidentes (que não são pouco frequentes e inclusive quando estávamos voltando passamos por um acidente no meio da estrada). Ao chegarmos na empresa, próximo ao Patio Bellavista, jantamos no Galindo, um restaurante com comida típica chilena, tomamos 3 coca-colas, um pisco sour, bebida típica de lá bastante parecida com a nossa caipirinha, mas achamos mais forte; uma entrada com camarões e dois pratos principais com peixes chilenos (reineta e congrio) e tudo saiu por cerca de $28.000 pesos, já com a propina (taxa de serviço) inclusa. Mas na verdade nem conseguimos terminar tudo pois os pratos principais são bem fartos, dava tranquilamente pra ter dividido um prato para nós dois.
  13. DIA 3 – CENTRO + BAIRRO PROVIDENCIA Neste dia fomos ver a famosa troca da guarda de carabineros do Palacio La Moneda, que acontece dia sim dia não, e no mês de julho de 2016 aconteceu em todos os dias pares. Durante a semana ela começa às 10:00 e aos finais de semana às 11:00. É todo um evento que dura cerca de 30 minutos. Foi legal pois como estávamos hospedados bem perto, e acabamos saindo um pouco atrasados, pegamos uma parte do trajeto dos cavalos e da guarda pelas ruas do centro até chegar no palácio. Lá estava apinhado de brasileiros, tanto que quando a banda dos carabineiros tocou Aquarela do Brasil o público foi ao delírio, rsrsrs. Fizemos uma reserva pelo site http://visitasguiadas.presidencia.cl/ para realizar um tour guiado gratuito pelo Palácio. É preciso agendar com pelo menos uma semana de antecedência. Lá tem tours em espanhol e inglês às 9:30, 11:00, 15:00 e 16:30. Acabamos não fazendo o tour pois o céu estava bem limpo neste dia então preferimos ir ao Sky Costanera, o edifício mais alto da América Latina, com 300 metros de altura. O edifício fica anexo ao shopping Costanera Center e custa $5.000 durante a semana e $8.000 nos finais de semana por pessoa para subir até lá e ficar quanto tempo quiser no mirante. São dois andares no topo, sendo que o segundo não possui cobertura. O elevador é super rápido, chegando ao topo em alguns segundos, dá até aquela sensação de pressão no ouvido. Mesmo com o dia bem claro e limpo, lá em cima a visibilidade não estava tão boa assim, tinha bastante poluição. A recepcionista falou que a visibilidade fica bem melhor após uma chuva. Almoçamos em um Wendy’s próximo ao shopping e custou cerca de $10.000 pesos. Voltamos ao metrô e descemos na estação Baquedano para visitar o Cerro San Cristóbal, que fica dentro do Parque Metropolitano, além do Pátio Bellavista. Para subir ao cerro pegamos o Funicular, uma espécie de bondinho que sobe lateralmente até o topo do morro. No meio do caminho tem um zoológico, que não chegamos a ir. O funicular custa $2.000 pesos durante a semana e $2.600 nos finais de semana, ida e volta. Dá pra comprar ida e volta, só a ida ou parar no meio do caminho e ir no zoológico. Para os mais dispostos, dá pra subir ou descer o cerro a pé ou de bicicleta, é uma caminhada de cerca de 2:30h. Na base e no topo do morro tem feirinhas de artesanato, com lembranças como chaveiros, imãs e toucas de lã, e os preços são bem razoáveis. Confesso que me arrependi um pouco de ir até este cerro pois passamos cerca de 1:30h na fila para pegar o funicular para subir e mais uns 30min para descer e, apesar de este morro ser mais alto que o Santa Lucia, a visibilidade não estava tão boa quanto lá e acabamos ficando apenas uns 20 minutos lá em cima. Lá tomamos o mote com huesillos, uma bebida típica com uns grãozinhos parecidos com aveia no fundo e dois pêssegos inteiros desidratados. O líquido em si parece com a água do pêssego em calda. Pagamos $1.000 pesos nele e eu não gostei muito, mas o namorado já tava até querendo pegar outro, rs. Depois ficamos em um dos barzinhos da rua Pio IX, que dá acesso ao Funicular. No entorno do Parque metropolitano tem vários barzinhos e restaurantes, além do Pátio BellaVista, que tem lojas, restaurantes e neste dia tinha música ao vivo (não sei dizer se foi uma coisa pontual ou se tem todos os dias). Esta cerveja da foto é uma cerveja local, a garrafa tinha um litro e custou uns $3.500 pesos. Na volta para casa passamos em uma farmácia e vimos como elas são diferentes das nossas, pois lá qualquer coisa que você queira comprar (sabonete, band-aid, protetor solar, etc), precisa pegar uma senha e pedir ao balconista/farmacêutico, então é bom saber alguns nomes em espanhol como parche (band-aid), jarabe (xarope) ou simplesmente pedir algo para fiebre (febre), resfrio (resfriado), tos (tosse), dolor de cabeza (dor de cabeça), ou mareo (enjôo).
  14. DIA 1 – CHEGANDO A SANTIAGO Chegamos em Santiago por volta das 19:30, e fomos ao nosso local de estadia com vans compartilhadas que nos deixaram no nosso apartamento. Utilizamos o serviço da Delfos, mas tem outros serviços lá, bem como os taxis oficiais do aeroporto. Todos estes serviços podem ser pagos em dinheiro ou cartão de crédito/debito. Pagamos $6.900 por pessoa pela van. Cada localidade é um preço, como fomos para o centro este era a tarifa mais barata. Não há necessidade de reservar antes, inclusive acredito que fica mais caro reservando antes, as vans enchem logo e saem bem rápido. O serviço de van compartilhada vale apena se vocês estiverem em até 2 pessoas, mais do que isso é melhor ir de taxi mesmo, sai mais barato. Nosso apartamento era no centro, e como a maioria dos centros de cidades grandes, é um pouco deteriorado, com pichações e tals, mas não nos sentimos inseguros, nem vimos moradores de rua, apenas alguns pedintes. Chegamos lá morrendo de fome e entramos no primeiro local de comida que encontramos aberto, um Burger King, que na verdade já estava fechando e só tinha uma opção de lanche por isso. Pagamos por dois combos Whopper cerca de $9.000 pesos e eles estavam bem ruinzinhos, mas como a fome é o melhor tempero, achamos deliciosos, . DIA 2 – CENTRO DE SANTIAGO No segundo dia ficamos pelo centro e conseguimos fazer quase tudo a pé. Saímos bem cedo mas acabamos descobrindo q em Santiago a maioria das coisas abre só depois das 10h. Passamos em uma Starbucks para tomar um café a exorbitantes $2.600 pesos e aproveitar a internet. Mas o bom foi que depois sempre que passávamos por uma Starbucks a internet conectava automaticamente, e como são tantas lá, conectava toda hora, . Fomos depois na rua Agustinas para trocar nossas doletas, pegamos a cotação de 652 pesos por dólar, na casa de câmbio Laser, na esquina da Agustinas com a Bandera, mas como eu disse anteriormente, tem várias casas para comparar, neste dia esta estava melhor. Depois passamos pelo Palácio La Moneda, onde no subsolo tem um centro cultural com exposições temporárias, neste dia era sobre o Egito. Fomos a Plaza de Armas, onde tem o prédio do Correio Central e a Catedral de Santiago. Lá tem também um centro de informações turísticas onde dá pra pegar mapas e algumas dicas de passeios, além de ter uma exposição de fotos de alguns pontos turísticos de Santiago. De lá fomos ao Mercado Central e Mercado La Vega, que fica um pouco mais pra frente, atravessando a Costanera Norte. Não fomos muito abordados por vendedores e pessoal de restaurantes ou de empresas de turismo porque chegamos relativamente cedo, fora do horário de almoço, então estava bem tranquilo para passear. É muito parecido com o Mercado Municipal de São Paulo ou outros Mercados Municipais que devem ter em outras cidades. Achamos os frutos do mar e peixes em geral mais baratos, inclusive compramos um pouco em outro dia para fazer em casa. No mesmo prédio do Mercado Central, atrás dele, tem um local chamado Empório Zunino, que vende empanadas e massas artesanais a preços convidativos, é um local bastante concorrido pelos locais. A empanada de pino (carne moída, cebola, azeitona, passas e ovo) custava $900 pesos e a folhada de queijo uns mil e poucos pesos, mas a de pino é bem melhor. Neste dia descobrimos que água soda é água com gás e não refrigerante de soda, . O mercado La Vega pareceu menos turístico, um lugar que vão mais os santiaguinos mesmo. Do lado do Mercado Central tem uma loja de sapatos chamada Calzados Beba que tinha preços muito bons para botas, encontramos umas de até $6.000 pesos. Lá perto também tem a Estacion Mapocho, que também tem diversas exposições, mas não chegamos a passar por lá. Caminhamos pela Costanera Norte, rumo ao Cerro Santa Lucia, passando pelos Museus de Bellas Artes e MAC, além da sorveteria Emporio La Rosa, eleita uma das 25 melhores do mundo. Se forem lá, não deixem de provar o sorvete de lucuma, uma fruta típica de lá, além de sorvetes com frutas vermelhas e doce de leite. Passamos também pelo bairro Lastarria, com uma arquitetura bem legal, o Centro Gabriela Mistral e alguns restaurantes e livrarias (e outro Emporio La Rosa). Chegamos ao Cerro (morro) Santa Lucia, onde subimos algumas (várias) escadinhas até chegar ao topo, onde tivemos uma vista bem legal da cidade e da cordilheira dos Andes. Tinha até um carinha lá tocando musica. Na base do morro, bem como na frente dele, do outro lado da rua, tem uma feirinha de artesanato que tem várias esculturas de moais, ocarinas, e outras coisas típicas. Os preços não eram dos melhores, mas pode ser um bom local se você quer levar uma lembrança típica da cidade. Passamos pela Biblioteca Nacional e pegamos o metro na estação Santa Lucia (linha 1) sentido Los Dominicos e descemos na estação Tobalaba para ir ao Shopping Costanera Center. Este shopping é bem interessante pois em cada andar fica um setor diferente como mulheres, homens e crianças, restaurantes e presentes. O intuito da viagem totalmente não era realizar compras, mas acabamos comprando um perfume que estava mais barato que no FreeShop na Loja Ripley, então vale a pena das uma olhada pra ver se tem algo vantajoso. Passamos no supermercado Jumbo, que fica no primeiro andar e compramos algumas coisas para realizar refeições em casa, e devo dizer que saiu bem mais barato que comer fora pois gastamos cerca de $25.000 pesos e conseguimos tomar a maioria dos cafés da manhã e jantar umas três vezes. Uma observação em relação ao metrô de Santiago é que ele tem 3 tarifas diferentes divididas por horários: horario punta ($740), horario valle ($660) e horario bajo ($610). O melhor é não comprar a passagem com antecedência, mas sim apenas no horário de utilizá-la pois se você comprar uma passagem no horário bajo por exemplo não irá poder utilizá-la no horário punta; ou comprar o cartão BIP, que é uma espécie de bilhete único que pode ser carregado e usado para pagar ônibus e metrôs, e aí ele desconta o valor referente ao horário. Ele não é de uso individual, então várias pessoas podem utilizar o mesmo cartão, e custa $1.500 pesos.
  15. Olá! Hoje, depois de pesquisar muuuito aqui no Mochileiros e em outros sites, blogs, vlogs, enfim, decidi enviar o meu roteiro realizado pela cidade de Santiago do Chile e seus arredores, assim como algumas dicas com a minha pequena experiência por lá. Fui com meu namorado e ficamos de 18/07/16 a 26/07/16. Tentarei ser bem detalhada nos valores e serviços e dividir o relato pelo planejamento + cada dia do roteiro. PLANEJAMENTO: Bom, começamos o planejamento de viagem com cerca de 4 meses de antecedência, que achei um período bom, apesar de que gostaria de ter comprado a passagens antes para pagar mais barato. Compramos diretamente no site da TAM pelo celular, pois foi aonde apareceu a tarifa mais conveniente. É bom porque comprando diretamente da companhia aérea você não precisa pagar taxas que outros sites de comparação de passagens requerem e também pode parcelar sem juros com parcelas iguais (alguns sites de passagens exigem que você pague na primeira parcela também as taxas de embarque). Quanto a estadia, reservamos através do airbnb, que também foi o local com tarifas mais vantajosas. Lá tem desde estadias em quartos compartilhados a lugares de luxo (com preços exorbitantemente altos, rsrs). Reservamos um apartamento totalmente equipado com 1 quarto no centro da cidade. A dica que eu dou em relação ao airbnb é sempre conversar com o host do local antes de realizar a reserva, pois muitas vezes dependendo da época e do tempo que permanecerá por lá, ele pode fazer um preço mais camarada, ou ser mais flexível em relação a horários de check-in e check-out. Outra dica é em relação ao pagamento. Pagamos em cartão de crédito, porém como o airbnb não é um site brasileiro, você tem que ter um cartão de crédito internacional e foi incidido 6,38% de IOF sobre a compra, então o melhor é realizar a compra com boleto bancário pra não ter que pagar esta taxa. Utilizamos bastante o aplicativo MyMaps do Google, no qual você consegue se planejar melhor para seus roteiros, colocando todos os pontos de interesse. Você pode fazer roteiros por dias de viagens pra ver se é viável fazer a pé ou de ônibus/metrô por exemplo. Nós apenas colocamos todos os locais interessantes e convenientes como mercados e estações de metrô com terminais de ônibus para podermos nos localizar em relação ao local onde estávamos hospedados. Por fim, minha última dica em relação ao planejamento é em relação à moeda. Resolvemos trocar reais para dólares e lá trocar os dólares por pesos chilenos. Não foi tããão vantajoso como esperávamos mas ainda assim tivemos um pouco de vantagem e acabamos levando um volume bem menor de dinheiro, já que o nosso real não está valendo nada em lugar nenhum, . Com isso conseguimos a cotação de 191 pesos chilenos por real, e chegando lá vimos que se trocássemos diretamente os reais a cotação seria de 180 pesos por real. Mas é bom dar uma boa pesquisada nas taxas daqui e de lá para não levar desvantagens. Lá não se paga nenhuma outra taxa como o IOF daqui para trocar dinheiro. O melhor lugar para trocar o dinheiro é na Rua Agustinas, no centro, uma rua cheia de casas de câmbio para realizar a comparação de qual a melhor taxa. Para fazer as contas de conversão, a forma mais fácil que encontramos foi pensar que $1.000 pesos equivalem a 5 e poucos reais, então para tudo tirávamos os 3 zeros finais e multiplicávamos por 5 para ter uma ideia de quanto estávamos gastando.
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