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pedro.biondo

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  1. Novas regras para visitar. https://brasil.elpais.com/brasil/2017/07/24/elviajero/1500918498_125283.html
  2. MORRO DE SÃO PAULO De Boipeba para Morro de São Paulo pode-se contratar uma lancha, pegar um passeio em volta da ilha e descer por lá ou atravessar o rio e pegar um 4x4 contratado previamente e ir pelas praias, se a maré permitir, até um certo ponto e depois por estradas até chegar na cidade. Foi a nossa escolha, que custou R$ 90 por pessoa, arranjado pela própria pousada. De lancha ficaria R$ 70,00 com paradas, o que nos faria perder o dia. Saímos logo cedo, após o delicioso café da manhã preparado pela Penha e equipe. Pegamos o barco em frente à pousada e em 5 minutos já estávamos na
  3. BOIPEBA Aproveitando uma estada na Bahia, fizemos as mochilas e fomos conhecer as ilhas de Boipeba e Tinharé, ao Sul de Salvador. Foi na baixa temporada então pudemos gozar da tranquilidade desses lugares, bem como preços mais acessíveis. Traçamos um roteiro de Sul para o Norte, a partir de Valença, um dos locais de onde saem as barcas e lanchas para as ilhas. Há outras opções que estão bem explicadas neste post da VANEZA COM Z. Como já estávamos na Bahia com carro alugado, deixamos o carro em um dos estacionamentos perto do cais, que têm preço padronizado de R$ 25 a diária. Não conse
  4. Não é solar mas é uma opção a ser avaliada: http://www.ecycle.com.br/component/content/article/41-pegue-leve/5117-carregador-portatil-hidreletrico-pode-facilitar-a-vida-de-e-mochileiros.html?lb=no&utm_source=eCycle&utm_campaign=b99ac789c5-Newsletter_285_28_11_2016&utm_medium=email&utm_term=0_ca1df616f8-b99ac789c5-150537893&mc_cid=b99ac789c5&mc_eid=9c3c17dc0d
  5. Obrigado Ed, é a minha contribuição em troca das muitas informações que tirei daqui.
  6. Conclusão Para fazer um fechamento da viagem, vou abordar mais alguns aspectos. O que faltou conhecer: não visitamos a Catedral por dois motivos, falta de tempo e por ela estar interditada um bom período por causa dos protestos. Não valeria a pena gastar 25 soles do ingresso para fazer a visita correndo. Gostaria de ter feito um curso de culinária, fica para a próxima. Não fomos às Salinas de Maras e apesar de não ser um lugar histórico me parece bem pitoresco. Embora tenha ido ao Museo del Pisco duas vezes, não tive oportunidade de preparar o meu próprio Pisco Sauer, orientado pelo ba
  7. Dia 7 - Despedida - Acordamos cedo para aproveitar o último dia no Peru. Saímos pelo tranquilo bairro de Miraflores caminhando e procurando um lugar para tomar café. Achamos um próximo à Praça Kennedy, a praça dos gatos. Depois do café, seguimos em direção à praia para caminhar pelos belos jardins à beira mar. Dizem os locais que a temperatura em Lima oscila entre 13 e 30 graus. Não chove e está sempre nublado. A primeira parada é no Parque del Amor, um bonito lugar com uma grande escultura, El Beso, de Vitor Delfin, famoso escultor peruano. A decoração é de mosaicos formando frases de
  8. Dia 6 - Cusco - Acordamos e preparamos as malas para fazer o check-out no hotel e tentar fazer mais alguma visita nos museus inclusos no Boleto Turístico, para passar o tempo até a hora de ir ao aeroporto. Aproveitamos também para trocar dólares pois o câmbio em Cusco é mais fácil e favorável do que em Lima. Trocamos mais uma vez na Panorama, ao lado do Bembos, na Plaza das Armas, Portal de Comercio. Todos os endereços da Plaza são nos Portais portanto é útil saber onde eles se encontram já que nem sempre existem as placas de identificação. O Museo de Arte Contemporânea não traz nenhuma
  9. Dia 5 - Parte 2 - Após descermos das ruínas retornamos ao hostel e ainda deu tempo de tomar outro café da manhã, já que a escalada minou nossas energias. O café é servido no terraço, com vista para as ruínas. Café simples e gostoso, com ovos mexidos feitos na hora. Pegamos um táxi e retornamos para Cusco, aproveitando as belas paisagens da estrada. Pagamos 100 soles (total) por uma hora e meia de viagem. O táxi nos deixou antes da Plaza das Armas, que estava interditada por causa dos protestos. Deixamos as mochilas no hotel e fomos conhecer o Museu Coricancha, uma pequena caminhada até lá.
  10. Dia 5 - Primeira Parte - Aqui fizemos algo que muitos não recomendam, deixar Ollantaytambo para depois de Machu Picchu (MP). Dizem que depois de MP, a cereja do bolo, tudo fica pequeno e inferior e perde a graça. Como já expliquei antes, fizemos uma mudança forçada no roteiro original em função dos protestos que fechariam a estrada de Cusco a Ollanta, assim antecipamos a ida a MP e deixamos Ollanta para depois. Não há dúvida que o ápice da viagem é MP mas não chega a afetar a grandiosidade das ruínas de Ollanta. Chegamos no dia anterior, depois da jornada de MP e fomos a pé da estação até
  11. Olá Heric, Estive lá o mês passado e fiz um roteiro parecido com o que você pretende fazer. Ainda não terminei o relato mas você ode acompanhá-lo e pode perguntar o que tiver dúvidas. Veja o link abaixo. cusco-machu-pichu-e-lima-para-seniors-mochilao-sessentao-setembro-2016-t134302.html
  12. Oi Paulinha, Eu ainda não fiz um levantamento de gastos. Como comprei muita coisa com antecedência (passagens, trens, ingressos) me preocupei mais com quanto levar em dinheiro para as despesas do dia a dia. Levei 1200 dólares e dái saíram os restaurantes, boleto turístico, van para subir Machu Picchu, hostel Águas Calientes, hostel Ollanta, guia, táxis, apart hotel em Lima, compras da esposa , etc. No cartão quase não gastei, exceto o hotel em Cusco pelo Hoteis.com. Os restaurantes mais caros não passaram de 100 soles por pessoa, incluindo bebida, isso no Cicciolina e La Mar (em Lima, do
  13. Oi Natália, A idéia é essa mesmo, contribuir e incentivar outras pessoas. Ajuda também a lembrar os detalhes. Os preços do taxi e o guia foram para os 4. Obrigado pelo incentivo. Beijo.
  14. Algumas considerações sobre a civilização inca: O predomínio do império inca durou menos de 100 anos, de 1438 a 1532, embora a civilização inca tenha existido por vários séculos. O ápice do império iniciou-se com Inka Pachacutec, que construiu Machu Picchu, e terminou com Inka Atahualpa. Era uma civilização que respeitava profundamente a natureza. Os excrementos, por exemplo, não eram atirados na água pois ela era sagrada. Eles eram secos e utilizados como fertilizantes. A Pachamama, mãe terra, tinha um importante papel nas festas e rituais. As pedras também eram consideradas sagradas. Ti
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