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Tabata FB

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  1. [... Continuando] Dia 10 - Águas Calientes [29/08/2017] Saga Machu Picchu has been started! O dia que me senti mochileira de verdade! hehe E o dia de fazer check out em Cusco e partir para Águas Calientes. Empacotei as coisas e fui rumo a Águas Calientes. Existem 3 formas de ir para Machu Picchu. De trem, maneira mais cara e mais rápida. De van/ônibus até a hidrelétrica + caminhada de aproximadamente 2 horas. Maneira mais econômica. Pela trilhas, para aventureiros. Existem variados tipos de trilhas. Não cheguei a pesquisar a fundo, pois não era meu objetivo, já que nesse caso, queria economizar tempo e não dinheiro. Sei que a mais famosa é a trilha Inca, que precisa ser reservada com muito tempo de antecedência por ser muito procurada e ser muito limitado o número de pessoas permitido. Eu iria de trem. E o trem partiria de Ollantaytambo, então até lá precisava tomar um ônibus. Parti do hostel rumo ao local de onde partiria o ônibus. Chegando vi algumas vans no local e pensei, devem ter alguns alternativos para ir. Que nada! Não eram ônibus, eram vans mesmo! A linha oficial que sai de Cusco para Ollantaytambo eram vans. Quando cheguei e fiz a pergunta a alguém onde tomava o ônibus, foi instantaneamente, pisquei e quando abri os olhos eu ja estava dentro da van, cheia de calor, de pessoas conversando muito alto (parecia que estavam brigando) e para somar, haviam me colocado para sentar na frente. Sabe aquele banco entre o motorista e o co-piloto que ninguém quer sentar? Abri o olho e estava la! Foi então que me apressei a arrumar um jeito e um espaço de tirar a blusa por que havia percebido que essa seria a única chance em 2 horas e meia! Fiz uns malabarismos e consegui tirar a blusa. Como não tinha nenhum espaço do lado, embaixo, em cima, a mochila foi no meu colo. Todas as vezes que o motorista mudava a marcha, eu tinha que arrumar a mochila. E em meio a essa pressão toda, me deparo com a cordilheira apenas em frente à nossa janela, o tempo todo, que incrível! Aproveitei um momento que pararam a van para conseguir retirar o celular e registrar essa foto abaixo Ao chegar, procurei um local para almoçar antes de pegar o trem para Aguas Calientes. Ao entrar no trem, percebi que era um lugar apertado, porém de luxo. Com poltronas e mesas para as refeições. A viagem é um pouco cansativa, no percurso é servido um bolo de cenoura, muito saboroso, porém, pelo tempo de viagem, horário e preço do ticket, obvio que poderiam servir algo de mais "sustância" ! Ao chegar em Águas Calientes fui direto ao hotel que Natan me indicou tentar negociar o mesmo valor e fazer a reserva. Precisei mostrar uma foto do Natan, para conseguir o valor, pois não estavam "botando muita fé na indicação". E assim consegui a noite por 30 soles em quarto individual. Fazia tempo que não tinha essa privacidade! Dia 11 - Machu Picchu [30/08/2017] Acordei as 3h30 para tomar o café que seria servido às 4h. Consegui tomar café um pouco antes e cheguei na fila do ônibus por volta de 4h10. Já estava bem cheio. Conheci o Luiz na fila, de Quito, muito gente boa! Acabamos ficando junto para conseguir fechar um guia. A dica é que entramos na fila, porém achávamos que os tickets para o ônibus eram vendidos no próprio ônibus, porém, deve-se comprar em um posto ao lado. Sendo assim em um momento precisamos sair da fila para poder comprar. Compre antes pois ao entrar no bus, tivemos que debater com o segurança pra provar que não sabíamos dessa informação, e por isso consta um horário diferente ao qual entramos na fila. É assim que começa a visita a Machu Picchu. Ao chegar ficamos de olho e achamos um guia em espanhól. Fechamos em aproximadamente 8 pessoas. Lugar incrível, historias curiosas, descobre-se um povoado muito inteligente, engenheiros, astrônomos, e por ai vai. Ao chegar ainda estava coberto de nuvens, mas por volta de 9 a 10 da manhã o tempo já começou a abrir. Como o Luiz iria subir a montanha, nos separamos nesse momento. Foi ai que conheci mais o Rulo, mexicano, estava com a mãe no mesmo grupo com o guia, porém a mãe estava já muito cansada e não subiria ao ponto máximo. E assim ficamos como fotógrafos e cia um para outro. Tentativa frustrada de tirar a foto com o bichinho! A hora passa muito rápido quando você entra lá! Fiquei até 12h, que era o horário do meu ticket. Passou muito rápido! Para pegar o ônibus de volta é bem tranquilo, não peguei filas. Almocei por Águas Calientes, é aí que te enfiam a faca, o lugar mais barato que achei era bem caro! Tomei o trem de volta, depois a van para Cusco. Dicas: Ônibus para Machu Picchu: Compre o ticket para o ônibus antes de entrar na fila! Levar REPELENTE! Eu levei apenas o protetor solar, porém, é importante o repelente também. Siga o mapa! Pois alguns lugares levam à saída, e você tem apenas 1 chance de sair e retornar. Atenção aos horários! Eu não subi às montanhas, mas quem vai subir precisa se atentar aos horários. [Continuação nos próximos posts...] Beijos! Tabata Instagram: @tatablita
  2. [... Continuando] Dia 9 - Cusco (Vale Sagrado, Maras, Moray) [28/08/2017] Neste dia o tour se iniciaria antes do horário do café da manhã do hostel. Então, consegui pegar alguma coisa para comer no caminho. Ainda estava com o “pé atrás” com a tal agência que achei meio que na correria e por um preço muito acolhedor, se é que me entendem =D Foi então que fui direcionada a esperar numa esquina. Me deparo com mais um cara esperando, iniciei o papo em inglês, ele respondeu dizendo que não falava inglês, foi ai que percebi que era dos nossos! Um brasileiro, o primeiro que encontrei e que passei o dia. Saulo, de Brasília. Na primeira parada do dia é preciso comprar o bilhete turístico de Cusco. Existem 2 tipos: - Bilhete geral, que compreende vários pontos turísticos de Cusco. Preço de 130 soles, com validade de 10 dias. - Bilhete parcial, o qual cobriria todos os lugares em que eu passaria o dia. O preço foi de 70 Soles, com validade de 2 dias. Esta primeira parada é em Chinchero, onde visitamos uma igreja histórica da região e participamos de alguns rituais onde os locais da região apresentaram como era o tingimento dos tecidos, muito interessante, pois tudo é muito natural, sem química alguma. A segunda parada foi em Moray, antigas ruínas Incas. O interessante de lá é que tem uma parte que foi restituída e outra parte completamente original. A terceira parada foi em Maras, uma cidade conhecida pela produção de sal. E que produção! As salinas de Maras foi um dos lugares mais incríveis que já estive, é de cair o queixo e ficar de boca aberta por um tempinho. Impressionante a história do local e de como isso funciona há tanto tempo. Não tem como ir a Cusco e não passar por esse passeio! Anotem isso Pausa para o almoço, em um restaurante com um buffet enorme e tudo a vontade! No Brasil o preço do passeio todo seria apenas o preço do buffet. Foi a primeira vez que comi muito! De encher o bucho mesmo! Terceira e última parada foi em Ollantaytambo. Lugar enorme, muito grande com umas vistas sensacionais. Muito famoso o local e cheio de simbologias incas. Quarto e último loca, Pisaq, outra cidade Inca, lugar muito lindo e bem construído, porém, como chegamos um pouco perto do horário de fechar, não conseguimos entrar por entre os muros da cidade. O que achei interessante no local é o cemitério vertical que foi alocado no meio das montanhas que a cercam. Porém, quando os Espanhóis invadiram o local, retiraram todos os restos mortais que havia. Abaixo registrei essa foto das lindas pedras que encontrei por lá. E entre um passeio e outro eu e Saulo trocamos nossas histórias, foi muito especial ter falado com ele aquele dia. Combinamos de jantar juntos e também o Alfredo, um mexicano que Saulo conheceu no restaurante que almoçou. Comemos uma espécie de sanduíche em pão sírio, algo que eu nunca tinha comido antes. Para fechar o relato desse dia, segue uma foto do trio mochileiro do dia! À esquerda Alfredo, Saulo e eu. [Continuação nos próximos posts...] Beijos! Tabata Instagram: @tatablita
  3. Oi Letícia, me desculpe chegar um pouco atrasada aqui para te responder =/ Enfim, mas fica as dicas para quem está por ir então! Sobre o frio, não é algo que não seja suportável. Eu sou uma pessoa que prefere o clima quente e não gosto de sentir frio, então, comprei ai uns acessórios para ficar mais confortável. Uma meia de lã, a touca e luvas. Para a parte de cima, usei a ideia de três camadas: segunda pele, blusa fleece e casaco corta vento. Cheguei a levar a calça segunda pele, mas não cheguei a usar. Sobre calçado, eu comprei uma bota de trekking e acabei usando ela toda a viagem. Não tive nenhum problema quanto a isso. No meu primeiro post eu dou mais infos sobre marca e etc.
  4. Oii Natália, o hostel que fiquei em Cusco foi o mesmo que fiquei em Paracas, o Hostel Kokopelli, super curti e recomendo. As camas são separadinhas por cortinas ou mesmo uma estrutura de madeira. Então, mesmo estando em um quarto compartilhado, você acaba tendo o seu próprio espaço.
  5. [... Continuando] Dia 8 - Cusco [27/08/2017] Cheguei em cusco por volta de 5h30 da manhã. Consegui fazer o check in antes, tomei um banho e fui para o café da manhã. Melhor café da manhã do Peru! Ovos, pães, geleias, café, suco, tudo muito bom ! O descanso durou, foi até 12h. Até que a fome bateu e resolvi levantar e me preparar para o dia. Os planos para esse dia era apenas descanso e me preparar para o que viria durante a semana, buscar algumas informações também. Levantei, me aprontei e fui para a rua para almoçar. Antes pedi indicação de um restaurante ao hostel. Eles me indicaram o Marcelo Batataria. Antes dei uma passada na praça principal. Ao chegar lá percebi um restaurante bem bonito, e de cara tive a impressão de ser caro. E batata! As batatas eram caras realmente Pedi ajuda ao garçon, pois não havia entendido nada do menu. Batata! #sqn, continuei não entendendo nada, então, usei uma das frases mais frequentes na minha viagem: "Estou sob sua recomendação" Ele perguntou o tamanho da minha fome, eu disse médio e ele recomendou um prato de entrada. Ao chegar, OMG, que coisa com cara de delícia. Foi o prato mais saboroso que comi no peru. Um tipo diferente de batata, com a casca assada e com recheio de chedar com algum tipo de carne saborosa, acho que era pedaços de bacon e presunto. Pedi um pisco sour maracuja para acompanhar, pois até então, não havia pedido. Como era indicação do hotel, tive um desconto de 15%. Ao terminar fui procurar uma agência para fechar o passeio do vale sagrado, pois me enganei e vi errado o horário de funcionamento da agência do hotel e achei que estaria fechada. Achei uma, entrei, fiquei super feliz, pois eles tinham um tour que faria o Vale Sagrado + Maras e Moray no mesmo dia ! E mais barato do que estava na agência do hotel, com almoço incluso! Fechou! Fechei. Após, fui pra uma volta na praça, pois queria pegar o walking free tour. Comecei a falar com uma francesa que também estava aguardando o Tour começar, muito gente boa, pena que pelo visto ela se cansou de andar e deu o fora logo. O tour começou pela praça principal de Cusco, durou por volta de 2 horas e terminou em um bar que tinha vista para toda a cidade! É aí que a altitude volta a incomodar, para ter essa vista subimos vários barrancos por lá. Mas valeu a pena. No bar conheci um Argentino, conversamos bastante e descemos juntos para a praça. Dicas: Marcelo Batata: Gostei muito do prato, fica aqui a minha dica para alguma refeição em Cusco. [ Clique aqui ] [Continuação nos próximos posts...] Beijos! Tabata Instagram: @tatablita
  6. Huaraz é espetacular mesmo! Amei aquele lugar.. De início o meu eu também queria adicionar Bolivia a Peru, mas depois resolvi fazer mais tranquilo só o Peru e aproveitar mais essa região.
  7. [... Continuando] Dia 6 - Arequipa [25/08/2017] Este foi o dia de visitar o maravilhoso Canion del Colca. Acordei às 3h da manhã, pois a van me pegaria às 4h. E assim com a lanterna do celular levantei e preparei todas as minhas coisas para a viagem, inclusive minha mala, pois depois da noite dormindo em frente ao bar, pediria para trocar de quarto. E assim a van chegou e sentei ao lado de duas canadenses que também estavam no mesmo hostel que eu. Conversamos bastante, durante uma hora aproximadamente, depois embarcamos no sono até a entrada do parque. Foi nesse dia que tive os primeiros sintomas do "soroche". Sangramento do nariz e dor de cabeça ao chegar ao ponto mais alto do Parque. Ao chegar no parque, descobri que Latinos pagam um valor menor que o total para outras nacionalidades. Fiquei bem feliz! kkk, eu era a unica Latina da van, paguei 40 soles a entrada do Canion mediante apresentação do passaporte brasileiro. O primeiro ponto de parada foi em umas barraquinhas de artesanato. Logo de cara comprei minha primeira touca peruana, e também comprei uma meia de lã, muito útil nos passeios pela manhã de van. Neste tour conheci as primeiras pessoas com quem pude criar amizade de verdade, uma das meninas canadenses, a Erin e o americano Nathan. Conversei muito com o Nathan durante o dia todo. Estávamos nesta viagem com ideias parecidas, queríamos respostas sobre as mesmas coisas. Foi muito bom essas trocas de ideias em meio aquelas paisagens lindas. E como uma das principais atrações, essa foi uma tentativa de foto com os Condors. Consegui sim ver de perto. Eles são ENORMES!! Sensacional. As meninas ficaram nos banhos termais. (Eu não tinha levado roupa de banho, então não deu para ir, o custo é de 10 soles para entrar) Para finalizar o tour a van nos levou ao topo mais alto do parque. Foi ai que assim que desci da van me veio uma dor de cabeça instantaneamente, e um frio absurdo. Tirei umas fotos e já retornei para dentro. Ao chegar no hostel fui para o quarto novo e descobri que seria no mesmo que as meninas. Também lembrei que ainda faltava eu fechar o hostel e também comprar as passagens de trem para Machu Picchu, foi isso que fiz e depois já aprontei para dormir, pois teria que acordar as 4h para ida para Puno. Dicas: Passaporte: Não se esqueçam de levar o passaporte! Pois tem desconto no parque para Latinos-americanos. Dia 7 - Puno [26/08/2017] O caminho para Puno foi um dos caminhos mais lindos que já passei. Vales inteiros rodeados de montanhas, lagos, vicunhas, ovelhas com seus pastores, tudo muito iluminado pelo sol, dando um toque de cena de filme! Paramos para o desayuno em um restaurante "no meio do nada", rodeado por essa paisagem linda. E antes de continuar viagem, paramos para tirar fotos numa lagoa pra lá de azul, foi a primeira lagoa com cor de "lindeza" que vi no peru. Chegando em Puno, sai para comer algo antes do inicio do tour. Pedi um hambúrguer e tive uma surpresa! Eles já colocavam a batata dentro do lanche! Nunca tinha visto isso antes! (Para os que me conhecem e já foram a uma lanchonete comigo, sabem que eu pego as batatas e coloco tudo dentro do lanche, kkkk) Pela primeira vez experimentei a Inka Cola!! Muito delícia (Para os que me conhecem, sabem que eu também gosto dessas coisas sabor tutti frutti ) E é esse o gosto dela. Eu gostei muito. É a "coca-cola" dos peruanos. E eu queria muito que tivesse aqui pelo Brasil Após o almoço fui dar uma volta na praça principal para esperar até perto do horário do tour, que seria as 16h. À caminho do tour conheci o Sebastian, um canadense que estava com mais duas amigas. Viemos juntos desde Arequipa, mas começamos o papo no caminho para as Ilhas Flutuantes em Puno. Vamos em uma lancha pelo lago Titicaca até as ilhas. Ao chegar na ilha, temos uma breve explicação pelos locais de como as ilhas flutuantes são construídas. Após isso, somos cheios de mulheres querendo nos vender artigos artesanais que elas fazem. É tudo muito lindo, porém um pouco caro. Uma das atrações que os moradores fazer com os visitantes é vesti-los a caráter do local, e isso foi o que deu... (Sebastian queria poder sair correndo daquele lugar kkkkk) Ao retornar do passeio fui procurar um lugar para jantar e acabei indo no restaurante que o hotel indicou. Um lugar muito aconchegante. Pedi uma pizza, e ganhei um pisco sour, cortesia para quem apresentasse um cartão da indicação. Voltei para o hostel e comecei a preparação para mais uma noite no bus. [Continuação nos próximos posts...] Beijos! Tabata Instagram: @tatablita
  8. [... Continuando] Dia 5 - Arequipa [24/08/2017] Chegamos muito cedo no hostel. Por volta de 5 da manhã. Ainda bem que consegui fazer um "earlier check in". Dessa forma, já entrei para o quarto e fui tomar um banho. Após o banho sai para conhecer o espaço do hostel, e olhem o que encontrei, que fofinho... Após isso descansei um pouco e sai para o almoço. Antes, precisava trocar o dólar que eu tinha. Por sorte, no caminho fui indicada a trocar no banco. Peguei um ótimo valor na venda !! Pela manhã peguei uma dica com a moça do hostel para comer um prato típico da cidade. Lá vai eu procurar pela rua indicações de restaurante. E essa é a história de um tal de Rocooto. Como sempre, não etendemos nada de nada das 'la cartas' apenas um blablabla. E depois, a surpresa. Mas tudo bem, relax. Vamos pedir e experimentar. Quando chegou pensei, mas que prato bonito.. tomate com queijo. Começo a comer e começa a sair lágrimas dos olhos.. mas pq Senhorr.. daí me toquei. Era tomate coisa nenhuma.. era pimentão! Isso mesmo .. o nome do prato é o nome do tipo do pimentão típico da cidade e a carne estava muito apimentada! Tudo bem. Comi uma delas, e aí outra não deu. Comi apenas o recheio. Tbm nessa refeição experimentei uma tal de Chicha. Bebida típica peruana e da região de Arequipa. Nada de sensacional mas não era ruim. Levemente alcoolizado. Fiz o pagamento, esperei o troco, achei que não viria, que ela tinha pensado que tudo era tips, mas quando ja estava saindo, ela veio com algumas moedas. Deixei algumas com ela também, pois me atendeu muito bem (embora me fizera chorar, kkk) Sai do restaurante e fui procurar o tal do grupo para fazer o "free walking tour". Foi difícil de achar, pois as ruas em Arequipa não seguem muito um padrão. Rodei umas ruas, voltei outras, e no fim achei. Os primeiros que encontro que também fariam o tour é um casal de espanhóis, trocamos algumas infos, de onde era e tal, e assim juntou mais gente e a guia chegou para falar conosco. Após fazer uma pesquisa de idioma, ela decidiu que faria o tour em espanhol, pois apenas uma pessoa não entendia. (Ela explicaria para essa pessoa a parte) Começamos o tour pela praça principal da cidade. A praça é cheia de estátuas de sapos por todos os lados, que significa fertilidade. Prosseguimos para alguns outros pontos, até que no caminho tenho o primeiro encontro com esses bichinhos fofíssimos, as lhamas S2. Todavia, nem tão fofíssimos, pois na primeira oportunidade, atacou, deu uma cuspida em um cidadão que foi mexer com ela. #medo Após isso partimos para o portal, onde se tem uma vista linda do vulcão Misti. A guia nos levou para experimentar uma sobremesa típica da região, o queso helado, que seria um sorvete de queijo, porem, não tinha gosto salgado de queijo e com um toque de canela e pisco. Muito bom! Após, fomos a praça de armas, onde estava tendo um campeonato de esculturas, de longe, parecia algo muito profissional. Ela explicou algumas informações sobre o campeonato e a praça, e partimos para a última parte do tour, uma rodada de pisco sour for free. Fomos a um bar que tinha uma vista linda! Para a praça e com um toque de Misti ao fundo. E assim, vendo o por do sol, experimentei o pisco sour maracujá, que tanto queria. Tour finalizado, dei tips para a moça e corri para pegar a ultima sessão do museu com a Juanita. Juanita é um corpo mumificado de uma jovem oferecida como sacrifício em rituais incas. O corpo conservado foi encontrado por pesquisadores em 1995 em uma das montanhas de Arequipa e encontra-se exposto no museu. Um passeio muito interessante, cheio de informações e curiosidades. Vale a pena. Após isso, lembrei que precisava comer algo antes de voltar ao hostel, pois iria dormir cedo para madrugar o outro dia. A noite foi um pouco turbulenta antes do sono, pois meu quarto ficava em frente do bar. Exatamente, em frente ao bar. Abria-se a porta do quarto e então...! Estou no bar. Então, me enrolei na coberta coloquei meu protetor auricular, e bora dormir que a noite é curta! Dicas: Picantería Victoria: Foi o restaurante que fiz o almoço com as opções típicas da região. Lugar muito aconchegante. Fui muito bem atendia e o valor é justo. [Clique aqui] Free Walking Tours: Nas cidades grandes, existem tours que você pode fazer gratuitamente. Tem um guia disponível e o tour se faz caminhando. Como o trabalho deles se resume a apenas tips", eles são muito prestativos, atenciosos e simpáticos. Vale muito a pena esses tours, além de gratuito, ter o contato com nativos e também conhecer mais pessoas. [Continuação nos próximos posts...] Beijos! Tabata Instagram: @tatablita
  9. [... Continuando] Dia 4 - Huacachina/Nazca [23/08/2017] Levantei cedo, como o café da manhã não estava incluso na diária, precisei comprar. Tomei café numa boa, estava bem bom. Foi no hostel mesmo, barato e ótimo. Após o café troquei de roupa e fui andar por Huacachina. Este foi um dos momento que passei comigo mesma, sozinha por aqueles caminhos, pensando, refletindo, fotografando, curtindo. Caminhei, sentei, admirei por aproximadamente umas 2 horas. Achei uma faixa de colocar no cabelo. Super barato! 5 soles, comprei. Estava esquecendo que precisava fazer o checkout antes de sair com Peru Hop. Foi aí que entrei correndo para arrumar as malas e me preparar para a noite do ônibus. Almocei no hostel mesmo e saímos para a parada em Nazca e depois a noite para Arequipa. Em direção a Nazca, também é tudo desértico. Assustei quando chegamos para ver as linhas. Elas ficam no meio de uma rodovia deserta. E a ponte para view é umas escadas de ferro. Passam 5 minutos lá e desce. Após isso, jantamos em um restaurante de posto mesmo e partimos para a noite no ônibus a caminho de Arequipa. [Continuação nos próximos posts...] Beijos! Tabata Instagram: @tatablita
  10. Oii! É que Huaraz vc vai gastar um dia só se locomovendo até lá. O lance da altitude, vai de pessoa para pessoa. Eu fiz Rainbow Mountain. Foi um desafio, fiz somente na caminhada mesmo, mas vi muita gente precisar subir com as mulas.. Eu não tive problemas com altitude no geral, somente no ultimo dia de caminhada em Huaraz, que vou contar ai mais para frente do relato.
  11. [... Continuando] Dia 3 - Paracas/Huacachina [22/08/2017] Esse foi o dia de começar a aventura pelas Islas Balestas. Esse era um lugar que eu estava muito ansiosa, desde quando conheci o passeio, fiquei maravilhada com as fotos. E assim foi, que lugar incrível!! Leões marinhos, pinguins, muitas aves, pelicanos. Sentei do lado esquerdo do barco como indicam. Porém percebi que não faria diferença. Na minha opinião, foi tudo igual para os dois lados. Fiquei maravilhada ao ver aquelas imagens. Nunca vi nada parecido antes. Um dos momentos marcantes para mim foi quando paramos para ver a pesca matinal. Fiquei bem emocionada nesse momento. Sem palavras para descrever. Fiquei um pouco enjoada com o balançar do barco, misturado com a emoçao e a vontade descontrolada de registrar tudo. Ao sair do passeio aproveitei para uma caminhada na orla, porém rápida, pois precisava ja voltar ao Hostel para checkout. Depois de empacotar as coisas, no caminho para o ônibus já parei para comprar alguns docinhos. O ônibus seguiu para o parque nacional de Paracas. Que lugar!!! Tivemos várias paradas para as fotos no parque. Primeira parada, conversei com um casal da Colômbia. Fizemos favores de tirar fotos um para os outros durante o dia todo no parque. O que mais me chama a atenção no parque é o contraste do mar com a área deserta. É impressionante. Impossível tirar foto sem estar descabelada, venta muito! Finalizando o parque de Paracas entramos no caminho para Huacachina. O caminho até Huacachina é puro deserto. Assim como todo o caminho em Ica. Ao chegar em Huacachina, o bus parou na esquina. E então tivemos q ir andando até o hotel. Ao chegar tinha umas meninas na sala esperando também. Estavam falando francês. Mas como ficamos no mesmo quarto, descobri q eram canadenses. Conseguimos conversar numa boa. O Hostel era uma graça, com piscina e tudo. Chamei as meninas para almoçar no hostel, mas elas disseram q já tinham ido. Então fui sozinha. Pedi um lanche e como o Jorge (Instrutor da PeruHop) estava almoçando também, conversamos um pouco. Hora de ir para o sandboard!! Escolher a roupa foi difícil, hehe. Que aventura!! A parte mais legal não foi nem o sandboard, mas sim o passeio pelas dunas no carro aventureiro. Demais! Melhor q montanha russa. Para finalizar, pegamos um pouco do por do sol no deserto. Após chegar, tomei banho e queria descansar. Fiquei com receio de andar sozinha em Huacachina, não parecia muito movimentada. Estava muito frio lá. Dica: Peru Hop: Encontrei Peru Hop totalmente por acaso. Foi vendo um vídeo no Youtube de uma garota dando dicas sobre Lima. Ela tinha um folheto na mão, fiz todo o trabalho de analisar o vídeo, vai e volta, zoom, câmera lenta, hehe, até conseguir ler o que estava no folheto dela. E assim, procurei por site, page, etc. Por fim, encontrei um post aqui da @adri_salm . Fiz algumas perguntas e ela e acabei decidindo por contratar o serviço. PeruHop fazem vários itinerários de bus. O lance é que você vai passando pelas cidades do itinerário que você comprar e decide quanto tempo vai ficar em cada uma. Não precisa se preocupar com o transporte de cidade para a outra, pois é só avisar a eles quando você vai embarcar de cada cidade. Isso pode ser decido no mesmo dia. Eles indicam os melhores hosteis de cada cidade e tem parceria com a maioria deles, deixando com desconto para os clientes Peru Hop. Eles também tem parcerias com as agências de cada cidade e vendem os passeios caso você caso queira contratar com eles. Todos eles tem uma espécie de guia que vai contando a história de cada lugar conforme o caminho e também podem te dar dicas de cada cidade. Não é a maneira mais barata, óbvio, mas também não é super caro pelo tanto de vantagens que se tem. Recomendo! [Clique aqui] [Continuação nos próximos posts...] Beijos! Tabata Instagram: @tatablita
  12. Oii @Janete Clara Carvalho Então, o conselho do @BrunoYoko é o mesmo que eu daria. Antes de bater o martelo no roteiro todo, Huaraz foi a primeira cidade a ser lacrada pra nao ser tirada do roteiro final, hehe, eu ja tinha descoberto as maravilhas de lá e decidi ir de qualquer maneira. Você vai ver que foi um trampo para ir para la, pois tive que pegar um voo de volta a Lima e ir para lá de bus. E valeu a pena, com certeza!
  13. Sabe @LF Brasilia , pouco importa se a classificação é mochileira, viajante, turista. Nunca me apeguei a marcas, etiquetas, classificações.. geralmente me importa o que importa.. e pra esse caso, viajar! Esse site poderia ter qualquer nome, vim aqui escrever tudo isso pq foi aqui que minha viagem começou e não quando aterrissou meu vôo. Hoje temos tanta, mas tanta informação disponível, e certamente eu uso ela para fazer tudo ser ainda melhor do que poderia ser. E tenho certeza que todo mundo que vem aqui, como disse nossa amiga @LF Brasilia , tbm ta querendo o mesmo. Obs: Também sou total adepta do não alimente o troll Estarei em viagem por esses dias, continuo o relato na próxima semana
  14. [...Continuando] Dia 1 – São Paulo/Lima [20/08/17] Meu vôo saiu de Guarulhos/São Paulo. A viagem foi super tranquila e ao chegar no aeroporto de Lima, fui à procura do transfer que tinha contratado junto a reserva do hostel. Não demorou a chegar e logo já estava à caminho do hostel. Fiquei no hostel Pariwana, ao chegar foi solicitado que eu esperasse pois a cama estava sendo preparada. Enquanto isso pedi informação sobre o bar do hostel e desci para almoçar. Pedi de cara o Lomo Saltado, e depois percebi que era um dos pratos bem típicos da região. Também foi a primeira vez que experimentei a famosa cerveja Cusqueña. Muito boa! Em minha opinião, melhor que as cervejas brasileiras populares. O check out foi um pouco demorado do combinado, pois mesmo quando voltei do almoço ainda não tinham liberado. Quarto liberado, remédio para dor de cabeça e descanso. Acordei e logo fui andar por Lima. Passando pela praça em direção ao famoso shopping Lacomar. A ideia também era entrar na agência Peru Hop para confirmar que tudo estava OK com meu itinerário para o próximo dia. Após fui em direção ao Lacomar. Estava um dia bem nublado, frio e chuvoso. Andei aos arredores do shopping e depois praça dos amores. Ao retornar ao hostel, parei para um café no MC café. Diferente do que no Brasil, o café era bem grande com croissant grande também. Ao retornar ao quarto do hoste, encontrei Vinícius e Vitor, dois brasileiros que estavam de saída para Cusco. Convidaram para uma volta na praça para ver os famosos gatos das praças de Lima. Nessa mesma turma, conheci Carlos, peruano e Marina, Argentina. Depois de voltar para o hostel fomos para o bar para os meninos jantarem. Carlos também é músico, e enquanto jantavam, me mostrou um pouco de sua música e conversamos bastante desde que nos conhecemos. Estava muito cansada da viagem, e nesse dia, despedi logo dos meninos e já fui dormir. Dia 2 – Lima/Paracas [21/08/17] Logo pela manhã ja me despediria de Lima, e assim prossegui para o checkout logo pela manhã, pois teria que esperar pela PeruHop (Ver Dica) que me pegaria na porta do hotel por volta de 6h50. Como não sabia se teria parada para o café da manhã, já providenciei anteriormente algo para comer. Chegaram exatamente no horário combinado e no caminho até o ônibus, conheci uma pessoa que também estava indo para quase os mesmos destinos que eu. A Shury, da Inglaterra. Trocamos algumas ideias, mas não chegamos a fica muito próximas. O destino seria a cidade de Paracas. Antes de prosseguir, tivemos uma parada no último distrito de Lima. Tiramos algumas fotos e depois tivemos outra parada para café da manhã. O que me chamou a atenção durante o caminho foi a primeira impressão da cidade desértica, é algo que eu nunca tinha visto, muito diferente para mim Ao chegar em Paracas, tivemos a indicação de um restaurante para experimentar o famoso Ceviche e pisco Sour. Se juntou ao grupo um casal de alemães, outro de franceses, umas moças indianas e estava conosco o Jorge, nosso guia PeruHop. Primeira impressão da bebida parece muito forte. Bebi aos poucos, mas quando percebi, já estava beeem tonta. Kkkk A essas horas já não estava mais conseguindo acompanhar o Inglês sotaqueado da galera. Como estava com muito frio e não tinha levado casaco, voltei para o hostel antes do grupo Gostei muito do Hostel! Muito bom, muito limpo e novo. Confortável demais. Dica: Hostel Kokopelli Paracas: Como disse acima, gostei muito do hostel, ele tem um estilo de camas que te deixam muito confortável e com uma certa privacidade pois têm uma espécie de cortinas, uma para cada cama. Peça por esse tipo de quarto. [Clique aqui] [Continuação nos próximos posts...] Beijos! Tabata Instagram: @tatablita
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