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  1. CURITIBA Data: 15/11/2015: Domingo. Saída de Holambra/SP 16h e chegada em Curitiba 23h. Meio de transporte: motocicleta Big Trail, com garupa e baús laterais. Chegamos tarde da noite, então fomos direto para o hotel dormir. No dia seguinte (16/112015) fomos à ferroviária, perto do hotel, onde compramos passagens no trem turístico para Morretes. O tempo estava com muita neblina, o que prejudicou a ista das paisagens durante o caminho, mas o passeio foi divertido. Em Morretes demos uma volta a pé pela pequenina cidade, conhecemos seu Centro, com algumas construções históricas. Experimentamos algumas bebidas na feirinha local e fomos almoçar a famosa BARREADA, prato típico antigo, e estava uma delícia. Partimos então para Antonina, onde antigamente terminava a linha férrea, mas hoje em dia se chega de ônibus. Se trata de uma cidade litorânea, onde seu porto era muito importante para escoar a produção do Paraná. Hoje se encontra um tanto decadente. Mas mesmo assim valeu a passada rápida, onde podemos visitar algumas construções históricas, inclusive uma antiga casa onde Dom Pedro II se hospedou. Depois retornamos à Curitiba, e à noite fomos ao também perto do hotel Shopping Estação. Uma antiga estação de trem, enorme, hoje centro de compras. "Jantamos" um delicioso hambúrguer no Madero. http://www.restaurantemadero.com.br/ Depois bebemos cervejas locais ainda no shopping, na Bier Hoff. http://www.bierhoff.com.br/2013/restaurante/ Eu bebi a cerveja Jerimum (abóbora) e a original, enquanto minha companheira Angélica apreciou a Weiss e a Stout com côco. Data: 17/11/2015: Terça. Ainda em Curitiba, fomos à pé ao mercado municipal, pois sempre gostamos de conhecer os ingredientes locais, e é uma ótima oportunidade de comprar uns laches para levar aos passeios por preços mais justos. Depois caminhamos até o Jardim Botânico, onde se encontra a famosa estufa. A caminhada não é tão curta, mas vale pela economia no ônibus turístico. Funciona assim: você compra um bilhete para o ônibus turístico, que são vários ônibus, passando pelos principais pontos turísticos da cidade. Você ganha 03 bilhetes e cada vez que sobe no ônibus entrega um. Logo pode subir no ônibus até 03 vezes. O bom é se planejar antes, ver no mapa quais lugares quer conhecer, descer do ônibus no local, visitar o lugar e pegar o próximo ônibus turístico. A caminhada até o Jardim Botânico nos fez pegar o primeiro ônibus lá, ao invés de pegar no Centro, descer no Jardim, depois gastar outro tíquete para pegar outro ônibus no Jardim. http://www.curitiba.pr.gov.br/conteudo/jardim-botanico/287 Uma de nossas paradas foi no Museu do Oscar Niemeyer. A visita demora pelo menos uma hora, mas provavelmente chegue a duas horas. O bom é que ali perto fica o bosque do Papa João Paulo II, outra atração, e de lá se embarca novamente no ônibus. http://www.museuoscarniemeyer.org.br/home http://www.curitiba.pr.gov.br/conteudo/parques-e-bosques-bosque-j-paulo-ii/277 Então fomos conhecer a Ópera de Arame, depois o Parque Tanguá e o bairro italiano Santa Felicidade. A Ópera é um teatro misto casa de show, e impressiona pela arquitetura. O Parque é um ótimo local para relaxar, curtir a natureza, ler um livro, apreciar um vinho e fazer um pquenique. No bairro italianao há lojas de vinhos e chocolates, com preços razoáveis. Quando chegamos os restaurantes já haviam encerrado o almoço, porém há vários restaurantes na região. http://www.curitiba.pr.gov.br/idioma/portugues/linhaturismo/operapedreira http://www.curitiba-parana.net/parques/tangua.htm Após essa etapa embarcamos novamente no ônibus e visitamos a Torre Panorâmica da Oi, de onde se vê toda a cidade de Curitiba. http://www.curitibacity.com/pt/mirantes/76-torre-da-telepar.html Enfim descemos a última vez do ônibus turístico e fomos ao Centro Histórico, a Igreja Matriz, a Rua das Flores e a Rua 24 horas. O Centro Histórico é pequeno, mas bem harmonioso e conservado, muito agradável de conhecer. Se anda até a Igreja Matriz, bem grande e bela. A rua das flores é uma rua de pedestres com um comércio abundante e uma bela decoração floral, daí seu nome. Já a rua 24 horas é uma galeria com várias lojas e bares bem interessantes. Dessa forma encerramos nosso último dia em Curitiba, cidade que adoramos e vai deixar saudades! RESUMO: Curitiba é uma cidade grande, mas muito organizada, bem limpa e passa uma boa sensação de segurança. Há muito o que conhecer, desde bares a restaurantes a parques, arquitetura e museus. Vale muito a visita.
  2. Data: 14/11/2015: Sábado. Saída de Niterói/RJ 08:30h e chegada em Holambra 15h. Meio de transportte: motocicleta Big Trail, com garupa e baús laterais. No caminho encontramos certa dificuldade para comer, pois havia muitos lugares ruins na estrada. Ficamos no Holambra Garden Hotel, bem localizado, logo na entrada da cidade. Nosso quarto era amplo e tudo bem organizado, além de ter um ótimo café da manhã. Para quem vai de carro o estacionamento é na rua, em frente ao hotel, mas parece bem tranquilo. De moto pedimos para estacionar em um corredor de serviço do hotel, que é fechado. http://www.holambragardenhotel.com/ Na tarde que chegamos fizemos uma visita a pé a rua dos turistas, pequena e bela, com lojinhas de lembranças e alguns restaurantes. Depois o passeio continuou pelo lago, passando por uma loja de mel, onde comemos favos deliciosos. O lago é uma graça! Em seguida prosseguimos para Confeitaria Zoet en Zout, que fica à beira do lago, do outro lado. É chique e um pouco cara, mas com doces bem gostosos. http://zoet-en-zout.com.br/web/ Então aproveitamos que estava havendo uma exposição de carros antigos no pavilhão onde ocorre a festa das flores. Já a noite bebemos cervejas próprias do local perto do portal da cidade, numa cervejaria que fabrica, chamada Schornstein. http://www.schornstein.com.br/bares-fabricas Depois prosseguimos a pé de volta ao Centro, a cidade é realmente bem pequena, pode esquecer o carro e fazer tudo a pé. Jantamos na Casa Bela, um ótimo restaurante na rua dos turistas, com excelente comida. http://www.casabelarestaurante.com.br/_cafe/ A VERDADE SOBRE HOLAMBRA: No segundo dia fizemos uma visita guiada, passando numa cachaçaria e nos famosos campos de flores. Descobrimos que Holambra é realmente o maior produtor de flores do Brasil, mas encara isso como negócio e não turismo. Os grandes campos de belas flores não são abertos à visitação !! O que ocorre é que cada guia turístico da cidade fez um acordo com algum produtor e mostra dois ou três estufas de flores. Se você pensa em se perder numa plantação de flores de tamanho infinito esqueça ! Visitará apenas as estufas faladas, sem graça, pois não será uma visita com informações sobre o processo de produção, características e etc. O fato é que um prefeito da cidade teve a ideia de promover o turismo com o atrativo de ser a cidade das flores. Mas as visitas aos campos de produção atrapalhariam, pois as plantas são muito sensíveis. Nem mesmo na cidade espere encontrar flores por todos os lados. Na época que fomos o clima estava quente e abafado, dando uma sensação térmica bem ruim. Após o passeio, bem decepcionante, fomos almoçar no famoso The Old Dutch, http://www.olddutch.com.br/ Restaurante excelente !!! Comida deliciosa e farta, ambiente acolhedor, valeu muito a visita. Esse local é mais distante, precisando ir de carro, ou táxi. Em seguida fomos ao Museu do Colono, local à beira do lago, onde era a entrada da primeira fazenda que originou o município. Foi bem proveitoso, bastante da história local está ali. http://www.museuholambra.com.br/ Pos último seguido para o moinho, artificial, construído na outra entrada da cidade. Vale a vista do alto e a foto. Às 16h partimos com destino à Curitiba. RESUMO: a cidade é muito pequena, não tem grandes coisas a oferecer, já que as visitas aos verdadeiros campos de flores são proibidas. O melhor da cidade são seus restaurantes. Então se você gosta de boa culinária e mora pelos arredores vale uma visita de fim de semana.
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