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ricardo.barros

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  1. Tem a opção de fazer a volta em trilhas também, pelo tempo que ele fala é provavel que fará via terrestre e não marítima. E com relação aos barcos a vigilância sanitária do município autoriza desde que tenha 50% de ocupação + tripulação (fora os demais protocolos de higiene). Além disso é só ligar para as agências e confirmar como estão ocorrendo os passeios.
  2. Tenho interesse, mas não tenho experiência com trilhas...essa é fácil?
  3. Já reabriu...https://www.angra.rj.gov.br/noticia.asp?vid_noticia=60559&indexsigla=imp
  4. 30/12 - MAIS PARIS Neste dia fui logo cedo até a Gare du Nord para me informar sobre qual era a situação dos trens de longa distância, e avaliar se teria como fazer um bate-e-volta no dia seguinte sem risco de ser pego de surpresa com o fechamento de alguma linha por conta da greve. Já aviso que os funcionários da SCNF (companhia estatal de trens) não são de muitas palavras e nem se esforçam muito para entender o inglês. Vendo isso procurei algum que fosse mais jovem (teoricamente são mais tolerantes aos turistas), e achei uma moça que me explicou um pouco melhor e fui para o totem d
  5. 29/12 - ENCONTRO COM NAPOLEÃO Nesse dia fui ao Hotel dos Inválidos, para visitar o Musée de l'Armée e o memorial dedicado à Napoleão. Passei na padaria e tomei um bom chocolate quente com croissant (EUR 8,80), depois fui me reabastecer de água no mercado lá perto (EUR 2,00 - caro pois é mercado de bairro) e fui. Nascer do sol da janela do Hostel, já quase 9:00 da manhã. Como saí mais tarde o RER já tinha fechado, então fui até Porte d'Órleans para tomar um ônibus (EUR 1,90) que parasse perto do Hotel. Rapeis...a fila tava quilométrica (ainda bem que era o ponto inicial), m
  6. 28/12 - TENSÃO NAS RUAS Nesse dia lembro que já estava meio injuriado com as inconstâncias do transporte na cidade e decidir rumar ao centro a pé. Passei no mercado e comprei umas maçãs (EUR 0,22) e saí rumo ao Panteão. Caminhei 4,4 km (dado possível graças ao Google Timeline que tá me ajudando pacas a lembrar de tudo). pelas ruas apertadas do 14º Arrondissement até chegar lá, graças ao frio de uns 6º quase não me cansei, ajudou até a aquecer rs. A entrada no Panteão estava coberta no Paris Museum Pass, então não paguei nada a mais para acessar: Ao chegar lá não tem como n
  7. A reserva é para quem vai visitar com o Paris Museum Pass...eu tinha comprado ele e achava que era só entrar no museu mediante apresentação do mesmo (como ocorre na maioria dos casos), mas para esse museu específico quem tem esse passe precisa fazer o agendamento antes.
  8. Gente, peço desculpas, mas eu acabei precisando me afastar desse relato por vários motivos, e acabei me esquecendo de completá-lo (e essa pandemia bagunçou tudo tbm)....porém vou me esforçar para concluir com o mínimo de dignidade: 27/12 - LOUVRE Lembro que nesse dia a missão era obter o Paris Museum Pass, mas como em todos os outros dias dessa viagem havia sempre uma missão anterior que era chegar no local. Então passei na Padoca Portuguesa (que batia ponto sempre que estava aberta) e pedi um pão suíço + café com leite (EUR 4,90) e saí para encarar o que restava do transporte sobre
  9. RETOMANDO... Desci na estação Balard e comecei oficialmente a flanar em direção ao símbolo máximo da cidade, exato ela mesma... a Torre Eiffel é gigantesca, visível de várias partes da cidade, um excelente ponto de referência para se localizar mentalmente na cidade e se encaixa perfeitamente como pano de fundo das ruas pitorescas do 15º Arrondissement (na verdade de toda a cidade). Chegando lá é só buscar o melhor dos mil ângulos possíveis e tirar a foto: Uma coisa que reparei é que não dá pra andar no gramado do Champ de Mars, pelo menos na parte mais próxima da torre (te
  10. O problema não era ir até Anthony, e sim seguir dali para a acomodação, pois o RER estava fechado. E como já estava ficando tarde e eu estava cansado não quis arriscar encarar ônibus assim logo de cara.
  11. Após cerca de 1h30 de voo cheguei ao aeroporto de Orly por volta de 19h horário local. E eis que então já começo a me deparar com os problemas decorrentes da greve geral. Meu plano inicial era pegar o OrlyVal (monotrilho que conecta o aeroporto até a linha RER B) para sair do aeroporto e acessar o sistema metroferroviário parisiense através da estação Antony do RER B, porém esta linha estava fechada, de modo que o monotrilho só circulava entre os terminais do aeroporto. Lembram que havia dito que essa seria a minha única opção sobre trilhos para chegar/sair do Hostel? Então, não tive outra alt
  12. Creio que não terá problemas, desde que tudo esteja devidamente acondicionado e dentro da validade, caso vá de carro.
  13. 25/12 - PORTO CHEGADA, IMIGRAÇÃO E ALFÂNDEGA: O voo (que tinha saído com aquele atraso) chegou apenas 1h após a previsão inicial...como ainda me restariam quase 6h de conexão então me animei novamente em conseguir dar uma "escapadela" como diriam nossos amigos lusitanos para o centro da cidade. Na imigração foi super tranquilo, o oficial apenas me perguntou para onde estava indo, expliquei que iria a Paris mas que aproveitaria o tempo de conexão para passear no centro, passei para ele a cópia impressa da reserva de hospedagem e ele carimbou o passaporte. Já estava quase correndo para a sa
  14. 24/12 - EMBARQUE CHECK-IN: Chegou o dia. Na verdade no dia anterior fiz o check-in online, e tirando o absurdo da TAP (e algumas outras cias) cobrar para escolher um assento de resto foi sem problemas...o sistema me selecionou janela no voo até Porto () e corredor no curto voo até Paris. NO CAMINHO para o aeroporto recebo uma mensagem da agenda da Google dizendo que o voo iria atrasar mais de 2h, consultei o Flight Radar pelo número do voo e constava a mesma coisa...porém nada veio diretamente da TAP. BAGAGEM DE MÃO (LEVEMENTE) ACIMA DO LIMITE X ATENDENTE CHATO (E UM VOUCHER P
  15. @Joel Luiz da Rosa 3 dias só em lugares como França e Holanda é muito pouco tempo, isso sem contar que se perde um dia de trajeto entre os lugares...tente re-planejar esse roteiro para não ficar só ziguezagueando de um lugar para o outro. Menos pode ser mais.
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