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ricardo.barros

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Tudo que ricardo.barros postou

  1. DIA 2 - 27/10 Domingo: O objetivo deste dia era basicamente ir na Feira de San Telmo e talvez no Caminito (que acabamos desistindo). Não daria para aproveitar 100% pois no final da noite pegaríamos o voo de retorno para SP. Meu pai preferiu ficar no apto, já não estava com tanta disposição quanto no dia anterior, então fui com minha véia até a Estação Retiro, percurso que dá pra fazer a pé mesmo. Eu queria muito ver como é o metrô de lá, por isso fiz esse trajeto, mas se fosse de Uber seria mais rápido. Somente perto da estação pela primeira vez me deparei com um cenário mais de "américa latina (na verdade em todo o mundo costumam ser os lugares menos convidativos)" mesmo, ruas mais sujas e pessoas em condição de vulnerabilidade social. Ainda assim foi bem tranquilo andar por lá, ninguém nos abordou para pedir nada, embora estivesse atento ao que estava acontecendo ao redor. A Estação tem uma arquitetura belíssima bem como a Torre Monumental que fica logo em frente. Estação Retiro: Um verdadeiro museu em seu interior. Torre Monumental Descemos a escada rolante da estação (parte superior trens suburbanos, inferior metrô) e fomos até a bilheteria comprar o cartão Subte, mas para surpresa geral eles (o metrô) não vendem o cartão. Tive que subir numa banca de jornal logo na entrada da estação. Paguei acho que ARS 100,00 por um cartão, e carreguei com duas viagens (ARS 40,00), e aproveitamos da maravilha que é passar um número ilimitado de pessoas com uma só passagem (no caso só eu e mãe). É só passar e dar o cartão para outra pessoa passar em seguida. O metrô já não segue o exemplo de cima, bancos sujos e estações mal cuidadas no geral, mas é admissível em se tratando de um sistema secular (dos mais antigos do mundo). Descemos na estação San Juan da linha A e pelo Google Maps (ah, sobre internet eu tenho na minha conta pós da Claro uma permissão "passaporte" para usar os dados na América do Sul como se estivesse em casa, sem gastar um real a mais. Indico) nos guiamos para a feira (10min de caminhada). É um lugar que vende todo tipo de antiguidades, pelos mais variados preços possíveis, além disso também concentra muitas lojinhas de lembranças (o outro lugar é a Calle Florida). Lá também vai encontrar muuitas lojas vendendo doce de leite e alfajor, muitas comandadas por brasileiros inclusive e ouve-se português pelas ruas tal qual numa 25 de Março. Andamos bem pelo lugar, compramos doces/lembranças e voltamos a pé para o Centro, (só seguir reto a rua da feira sentido norte) para entrar nas Galerías Pacífico, shopping de elite da cidade.Vale o passeio pela arquitetura desse prédio, mas os preços são nada atrativos. Após isso retornamos ao apto para almoçar, como já estavamos cansados de caminhar optamos por pedir umas empanadas no El San Juanino (8 empanadas por ARS 440,00). Não achei caro o preço pela fama do lugar e pela qualidade da comida, vejam por si mesmos: Almoçamos e ainda era nem 15h. No dia anterior tinha visto que perto do Jardin Japones tinha um Jardin Botânico e um Eco Parque que pareceu ser interessante. Convenci minha mãe a ir até lá. O detalhe: a pé (quase 3 km). Disso me arrependo pois se pudesse voltar iria de ônibus, embora no caminho passe pelo bonito bairro de Palermo, que é bem parecido com a Recoleta, mas mais comercial. Outra questão que só me dei conta no dia: como estavam acontecendo as eleições quase tudo estava fechado, e lógico que esse jardim também. Mas de consolo ficamos apreciando mais uma bela praça pública que havia por perto, a Plaza Itália e o monumento a Giuseppe Garibaldi: Na volta caminhamos mais um pouco até o hipermercado Coto que tínhamos visto na ida e minha mãe queria conhecer, mas não compramos nada. Cidade quase zerada (tirando as coisas que optamos por não ver) ainda me restava uma coisa para contemplar, o Congreso de La Nación. Pegamos o metrô e fizemos algumas baldeações até descer na estação Congreso. O prédio é belíssimo, talvez o mais bonito da cidade, porém sua fachada estava em reforma, azar de viajante. Mais uma vez espantou a limpeza da praça, pessoas sentadas na grama, e um monumento imponente do Marco Zero além de uma réplica ratificada de "O pensador" de Rodin. Foi uma ótima cereja do bolo, voltamos de Uber para o apto (ARS 106,61) e ficamos descansando até da a hora de voltar para o aeroporto. O último episódio com Uber indo para o aeroporto (ARS 793,95) foi especialmente chato, o motorista, embora solícito e "aparentemente" gente boa, alegou que o Uber não estava pagando o dinheiro gasto com pedágio e pediu para completarmos esse valor (ARS 120,00 os dois pedágios no caminho). Duvidei disso, mas desencanei e dei ARS 100 de gorjeta, mas não recomendo que façam o mesmo. Chegamos no Terminal A por volta de 22h e fizemos o check-in sem maiores problemas. Ainda fui novamente no Banco de La Nación e troquei 75 pesos que haviam sobrado por EUR 5,25, apenas para ver como estava a situação cambial (no entanto guardei pois tenho viagem para Portugal ano que vem) e percebi como a situação está complicada para nós todos num geral. Tinha mais alguns pesos, porém era tão pouco que não consegui trocar por nada, comprei um café no Starbucks (Cortado Jarrito ARS 128,00) e dois alfajores na Havanna por ARS 100,00 (era 103 mas chorei um pouco pra me livrar dessa moeda rs). Para concluir, vista da belíssima pintura da Air New Zealand e o plantio da semente da vontade de conhecer esse país (quem sabe). Tirando os pouquíssimos inconvenientes achei a cidade fantástica e espero poder voltar em breve. PS: A segunda feira foi brava pois o voo atrasou mais de 1h...cheguei 3h30 em GRU sendo que 5h30 saía para trabalhar...foi um dia em que produzi absolutamente nada no trabalho, mas valeu a pena 😃
  2. Voltamos de Cabify (no geral mais caro que Uber e com menos motoristas) para o apto e pouco depois fomos almoçar no Parrilla Peña, na região central (perto da estação Callao). Não estava cheio, conseguimos lugar assim que chegamos e o custo/benefício para 3 pessoas valeu a pena. Pedimos Asado de Tira (cada porção vem 3 fatias grandes, que dividimos), provoleta, chorizo e bebidas, tudo ficou ARS 1.700,00 salvo engano + Uber do apto até lá ARS 121,25. Dali fomos para o Obelisco, a pé pois estava perto (menos de 1km): Depois fomos para a Calle Florida tentar achar alguma casa de câmbio aberta (era sábado a tarde) para trocar mais BRL 520,00. Achamos a Montevideo Cambyo Y Turismo (Florida 580). Entramos e aguardamos uma fila um tanto demorada (meia hora) e trocamos por ARS 7.800,00 numa cotação um pouco melhor que a do aeroporto (mas não o bastante para não valer a pena já trocar alguma coisa logo na chegada). Após isso e a comparar a rua com a XV de Novembro daqui de SP fomos para a Plaza de Mayo e Casa Rosada. Trajeto seguro de ser feito a pé, aliás todo o centro (pelo menos próximos aos pontos históricos) me pareceu ser mais acolhedor do que o das cidades brasileiras. Não vi por exemplo moradores de ruas abrigados perto de praças (coisa muito comum por aqui). Muito pelo contrário, muitos lugares o pessoal até sentava no gramado para relaxar, pois os espaços públicos aparentam ser melhor cuidados por lá. Após isso fomos para Puerto Madero, passando pelo Centro Cultural Kichner e sua bela e enorme estátua de Juana Azurduy. Novamente sempre a pé e parando diversas vezes devido as limitações de locomoção do meu pai. Em frente a esse centro existe uma grande praça, novamente muito bem cuidada e limpa o bastante para se sentar em suas muretas: Pouco depois chegamos em Puerto Madeiro, sentamos em um dos bancos disponíveis ao longo do canal apenas descansar e de quebra apreciar o movimento de pessoas indo e vindo, os bares lotados ao redor...Não entrei em nenhum lugar por lá, por isso vou ficar devendo os preços. Depois de um bom tempo, com o sol já se pondo fomos até a Puente de La Mujer. Pretendia entrar naquela fragata-museu (que pelo que li é gratuita) que fica logo adiante, porém já tinha fechado (19h). E como uma tempestade aparecia ao longe + cansaço acumulado decidimos voltar para o apto. Uber ARS 147,75 Resolvi comprar uma pizza num local perto do apto (Serafin - 1 pizza massa pan ARS 520,00) e descansar o resto da noite.
  3. DIA 1 - 26/10 Embora o adiantado da hora quando chegamos no apto a mulher designada para nos receber ainda estava esperando, nos explicou como funcionava tudo e depois partiu. Recoleta: Bairro muito bem localizado e seguro, confunde-se tranquilamente com alguma cidade europeia (ruas muito arborizadas e limpas, aptos colados um no outro, arquitetura neo-clássica). Acordamos por volta de 9h e fomos a um mercado Dia nas redondezas comprar coisas para o café da manhã (o apto era todo equipado). Seguem alguns custos (em pesos): Água Mineral s/gás 1,5L: ARS 24,94 - Leite 1L: ARS 59,89 - Café solúvel: ARS 84,99 - Açúcar ARS 33,99 - Pão bisnaga 4 un ARS 31,99 - Queijo Fatiado ARS 121,99 - Manteiga Yocle ARS 33,99 Nessa primeira compra gastamos ARS 1.044,70 (compramos sacola também pois os mercados de lá não distribuem mais), água compramos 5 garrafas e durou quase toda a viagem, teve coisa que até sobrou. Após o café saímos a pé para explorar os arredores, com foco no seguinte trajeto: Facultad de Derecho, Floralis Genérica, Jardin Japones, Rosedal. O dia estava ensolarado e relativamente quente, mas suportável. Percorremos tudo em meio período, andando devagar. No meio desse trajeto tem o belíssimo bairro de Palermo Chico sede de muitas embaixadas e construções belíssimas: Facultad de Derecho: Prédio gigantesco em estilo monumentalista. Floralis: Fica no meio de uma praça, é gigante. Se quiser tirar foto e estiver sozinho só pedir a algum brasileiro que com certeza estará por perto para fazer o favor. Palermo Chico: rua qualquer Jardin Japones: Salvo engano foi ARS 150/pessoa e definitivamente vale a pena, muito bonito, para quem curte flores é obrigatório. Briga eterna: El Rosedal: Esse é gratuito e extremamente bem cuidado, também com temática de flores, que são MUITAS mesmo. Há um lago com passeio de barco para quem tiver interesse.
  4. No final de Out/19 passei um final de semana em Buenos Aires, numa viagem cujo principal objetivo era tão somente levar meu velho pra sua primeira viagem de avião (minha mãe foi junto, mas já viajou antes), sem muitas expectativas...e que acabou sendo uma surpresa pelas belas paisagens urbanas e rica gastronomia dos hermanos. PREPARATIVOS: 1 - PASSAGENS AÉREAS (USD 831,60/BRL 3.575,88 - 3 pessoas): O grande motivador da viagem...meu pai é fanático por aviões, muito embora nunca tivesse andado em um antes. Então queria proporcionar a melhor experiência possível, porém como trabalho de segunda a sexta num emprego quase sem flexibilidade a viagem teria que ser feita obrigatoriamente num final de semana. Também queria que ele tivesse a sensação de uma viagem internacional, daquelas feitas em aviões grandões (wide-bodies). As únicas opções viáveis então eram Santiago pela Emirates ou Buenos Aires pela Qatar ou Turkish (todos operados pelo B777) saindo na sexta no final da tarde e voltando na madrugada de segunda. Optei por Buenos Aires pela viagem ser mais curta (2h50 na ida e 2h30 na volta). Como o voo de ida da Qatar saía mais cedo preferi ir de Turkish, as tarifas eram praticamente iguais, e caras por conta da pouca antecedência (comprei com pouco mais de 1 mês da data da viagem). A franquia de bagagens era excelente, até 2 peças de 32 kg (embora recentemente a Turkish tenha reduzido para 23 kg) 2 - HOSPEDAGEM (AIRBNB - BRL 510,34 - 3 diárias): Apartamento de 3 quartos e 2 banheiros no bairro da Recoleta, na Calle Posadas. Escolhi 3 diárias para não ter que ficar o dia todo na rua até voltar ao aeroporto (o voo de volta era perto da meia noite). 3 - SEGURO VIAGEM (ALIANZ - BRL 90,78 - 3 dias/ 3 pessoas): Aproveitei uma promoção que apareceu pelo Melhores Destinos...não precisei utilizar. DIA 1 - 25/10 Partida: O voo iria deixar o portão as 18h30 da sexta-feira, então sem chance de cumprir minha jornada integral no trabalho nesse dia (trabalho até 18h na Zona Sul de SP). Então negociei meio período de ausência com a chefia. Detalhe: Fui de transporte público todo o trajeto, há alguns meses existe uma extensão da linha de trem que liga o Aeroporto de Guarulhos até a malha ferroviária de SP, ele parte da estação da Luz em (poucos) horários específicos. Paguei R$ 8,00 (tem que ser em dinheiro vivo) por uma viagem sem paradas até GRU. Quase que perdi o trem das 14h (depois salvo engano só teria outro as 16h, ver horários e tarifas aqui), mas consegui pegar e valeu muito a pena, o trem vai bem vazio e chega lá em rigorosos 35 min...para ter uma ideia meus pais foram de 99 entrando na marginal Tietê quase no mesmo horário e distância do aeroporto e chegaram lá uns 20 min depois. O problema é só esperar o Shuttle que leva aos terminais (ônibus lotado e sem a/c) pois a estação é distante em mais de 1km (há previsão de construção de um monotrilho para cumprir esse trajeto até 2021). Chegada/câmbio/transporte: O voo foi tranquilo, saiu com um leve atraso, mas chegou no horário previsto (21h30). O fuso horário de toda Argentina é o mesmo do que o de SP então sem nenhum problema em relação a jetlag. Passamos pela imigração (só perguntam para onde vai e onde vai ficar), e procurei por placas indicando a localização do Banco de La Nación para fazer câmbio. Aí veio a primeira impressão negativa (seriam bem poucas ao longo da viagem), o aeroporto de Ezeiza é uma zona,mal sinalizado e muito apertado. O bom é que o português é quase um segundo idioma oficial então achar algum funcionário que entende algo não será difícil. Depois de perguntar no balcão de info localizei a agência, que fica beem escondida. Lá troquei BRL 500,00 por ARS 7.050,00. Depois, nova penúria para achar o ponto onde era mais tranquilo de pegar Uber (ainda há uma tensão no ar em relação a briga com taxistas, mas pessoalmente não vi nenhuma confusão nesse sentido). Então para te poupar desse martírio já te digo: ao sair do aeroporto (Terminal A, de onde chegam os voos internacionais) você vai andar reto por pelo estacionamento A e passar por uns desvios (quando fui estavam ocorrendo obras no entorno) até chegar no Estacionamento B que é envolto por uma avenida circular (ver mapa abaixo). Nessa avenida pode ficar esperando o Uber tranquilamente. Ficamos próximos ao terminal de ônibus. Uber (Ezeiza até Recoleta ARS 682,43): Tive muitas experiências ruins com Uber na cidade. Não sei se foi azar, a hora, má-fé generalizada ou problemas com a economia local, mas simplesmente todos os motoristas que peguei (exceto um) queriam receber a corrida em dinheiro ou reclamavam que só pegavam corridas em cartão de crédito. Fiquei mais de meia hora até achar um motorista que aceitasse receber no cartão através do APP, alguns simplesmente cancelavam a corrida se você falasse que não iria pagar em dinheiro. E como sei bem do golpe da nota falsa eu me recusei a aceitar isso. Por todos esses motivos fomos sair do aeroporto já eram 23h (um bom samaritano enfim aceitou pagamento no cartão e não reclamou por isso). Outra coisa a maioria dos carros que servem o Uber lá são mais velhos do que os daqui (exceto novamente essa pessoa que me buscou no aero). A viagem do aeroporto até o centro de BsAs é longa, 40 minutos por uma auto-estrada com dois pedágios. Fui chegar no AirBnB já era meia noite passada.
  5. Vale o provérbio clássico: Quem não deve não teme
  6. Março em geral é mês com chuva em todo o nosso litoral, seja no final de uma estação chuvosa (Sudeste), ou no início da mesma (Nordeste) então o tempo será uma loteria. Também no interior do país chove bem de maneira geral.
  7. Fora isso as impressões digitais também nunca mudarão, uma vez colhidos na imigração serão sempre consultadas.
  8. @electraheart188 Olha que é meio fácil se perder nesse aeroporto sim devido ao tamanho dele...tem que prestar atenção as placas assim que descer (se for de Swiss provavelmente vai descer no terminal satélite, que é interligado aos outros por trem). Lembro que há diferentes pontos onde se faz a imigração, dependendo se vc vai descer em Zurique ou pegar conexão. MInha dica é seguir as placas de conexão para o terminal do seu segundo voo, você irá passar pela imigração antes de acessar esse terminal. Quanto as perguntas realmente depende de cada pessoa e de vários fatores, mas quando fiz foi super tranquilo, só perguntaram pra onde ia e por quanto tempo, mais nada. Tenha todas as comprovações exigidas no Tratado de Schegen à mão e estará tranquila.
  9. @Monica do Nascimento Sugiro você aprender palavras básicas de orientação em inglês ou francês (língua falada no Marrocos além do árabe) para ler as placas de orientação de conexões. Como sua conexão é relativamente curta (1 hora) eu me preocuparia em sair do avião rapidamente, principalmente para ganhar tempo no caso de eventuais checagens de segurança adicionais na saída do avião (rota Brasil -Marrocos - Europa é bastante usada para tráfico de entorpecentes).
  10. A média de precipitação em Sevilha nesse mês é somente 66mm, com 6 dias de chuva (ver aqui), faz frio mas não tanto como outras localidades mais ao norte do continente. Chove muito pouco na Espanha (exceto país basco), porém o pouco que chove é concentrado no Outono - Inverno. Acho perfeitamente viável, você pode ter o azar de pegar algum dia com chuva ou não. A única coisa boa de se ter em mente é que no Inverno algumas atrações tem horários de visitação reduzidos. Cabe sempre a pesquisa.
  11. @antoniolussari De onde você é? Se for de algum lugar do Sudeste ou Centro Oeste é um rolê bem possível de se fazer até o sul, até mesmo de ônibus, eu faria CASA>CURITIBA>INTERIOR SC>FLORIANÓPOLIS>CASA
  12. @lanahy.fll Não quero criticar nada, mas você vai mesmo viajar pro outro lado do mundo pra comer comida brasileira? Se ainda assim a resposta for sim, vá na 46th street em Manhattan e fique a vontade com as opções. NY tem muita comida de rua, praticamente cada esquina você vai achar uma pizzaria, hamburgueria, ou até mesmo aqueles carrinhos de food truck, e com variedade imensa de sabores, vai do seu gosto. E o preço vai ser sempre abaixo ou próximo de 10 dólares.
  13. Só para complementar o que já foi dito, o problema é que nas rotas que partem do Nordeste (Recife e Salvador) a Air Europa usa o A330-200, um avião já bem antigo e sem entretenimento individual...já na rota partindo de São Paulo ela usa o Boeing 787-800, bem mais novo (Dreamliner) e que já conta com tela individual. A questão do check-in antecipado nas tarifas mais baratas da imensa maioria das cias aéreas hoje em dia é pago, não seve como parâmetro de avaliação.
  14. Pessoal, segue breve relato de uma viagem que fiz mês passado para Madri, tudo surgiu muito de repente, estava sem ideia de onde iria passar as férias até que vi uma passagem "barata" da Air China, e comprei, com antecedência de somente uma semana. Tinha a missão de fazer a viagem mais econômica possível, por este motivo optei por deixar a gastronomia espanhola um pouco de lado, e também por estar indo sozinho não via muito sentido em ir jantar em um restaurante, qualquer fast food já me satisfazia. A meta era tudo por menos de 5 mil reais, mas extrapolei um pouco, os detalhes estão na planilha em anexo. Outro ponto é que como estava com cartão de crédito estourado era uma viagem quase que toda em dinheiro vivo, então levei um pouco acima do mínimo exigido para entrar na Espanha de acordo com meu período de viagem (810 euros), mas voltei com uma boa parte sem gastar. AÉREO: Air China (Passagem aérea ida e volta GRU/MAD = 509,98 USD = R$ 2.116,41) Não havia voado com ela antes, o avião é o moderno Boeing 787-9 (Dreamliner) aperto tradicional no assento de uma econômica, atendimento cordial, sem novidades. A única coisa que me chateou foi que não consegui fazer o check-in online em nenhuma ocasião, o que fez com que na ida tivesse que ir no corredor (amo janela). IMIGRAÇÃO: Aeroporto Barajas T1 ENTRADA: Desembarcamos na parte velha do aeroporto, onde ficam as low-cost. Pouquíssima fila. Na imigração foi bem tranquilo, me perguntaram apenas o motivo da viagem, o que fazia no Brasil, se conhecia alguém por lá, e pediu para ver o comprovante de hospedagem. Menos de 2 minutos e já estava indo buscar minha mala, que num golpe de sorte chegou a esteira no mesmo instante. O aeroporto é bem sinalizado, basta procurar pelas placas indicando o metrô (losango vermelho, esqueci de tirar foto) e prepare-se pra caminhar por uns 20 minutos, pq a estação fica perto do T2. Podia ter pegado o Shuttle entre terminais mas preferi caminhar pra conhecer o aeroporto, e também esticar as pernas depois de 9h35 de voo. SAÍDA: Logo após o controle de passagens já chega a fila para o raio X, e além do processo normal de aeroporto eles também verificam se sua mão não contém vestígios de drogas e explosivos, passando um pano úmido na palma e parte superior dela e colocando num detector de íons que rapidamente analisa (menos de 10 segundos) e dá o resultado. Depois carimbam a saída do país e você entra na área internacional (air-side). O duty free tem preços bem melhores que os daqui, aproveitei para comprar uns chocolates para a família. METRÔ [Do aeroporto para qualquer lugar no centro da cidade, Zona A = EUR 7,50 / Viagem única (sencillo) entre estações no centro = EUR 1,60] Usei muito pouco na viagem, fiz mais de 90% dos deslocamentos a pé. Os trechos que fiz de metrô foi apenas para sair do aeroporto até o Hostel, e depois de ficar gripado em 3 ocasiões (da estação Atocha para o Hostel, e ida e volta até o Santiago Bernabeu). Ao chegar na estação do metrô do T2 do aeroporto, vai enxergar várias máquinas onde é possível comprar bilhetes pagando com cartão de crédito (Tarjeta) ou dinheiro. Dá pra mudar para o idioma inglês e francês salvo engano, mas eu que não entendo nada de espanhol consegui me virar nesse idioma mesmo). Você basicamente insere o nome da estação de destino e já te aparece o preço na tela, só pagar com cartão ou colocar as notas/moedas na máquina. DICA: Quem for comprar em dinheiro igual eu, leve uma nota de 10 euros, pois o troco máximo das máquinas não é maior que 20 euros. O bilhete do metrô é um cartão (não precisa de fazer nenhum cadastro na máquina), importante que você guarde ele pra recarregar depois, caso queira fazer outras viagens.O metrô é bem interligado, mas prepare-se para fazer no mínimo 2 baldeações se quiser ir para a zona central). A viagem leva cerca de 40 minutos. UBER: HOSTEL > AEROPORTO (EUR 23,14 = BRL 109,14) Só usei Uber para sair do Hostel até o aeroporto devido o horário do voo ser muito cedo. A corrida foi lá pelas 4:30 da manhã. O trajeto durou uns 25 minutos. TREM Utilizei duas vezes os trens da Renfe, nos bate-e-volta a Toledo (30 minutos) e Córdoba (1h40). Ambos saem da Estação Atocha. Comprei as passagens em dinheiro no balcão de atendimento da empresa, já que infelizmente as máquinas de venda só aceitavam cartão de crédito. Dica: Quem for comprar a passagem para Toledo na hora vá bem cedo pois esgota rápido devido à quantidade de gente. Eu cheguei na estação era perto de 11h e peguei uma baita-fila, fui o último a conseguir ida e volta para o período da tarde daquele dia. Há controle de raio-X devido aos atentados de 2011, e os trens não são tão pontuais assim, porém a viagem é sempre rápida e confortável. Os assentos reclinam consideravelmente. ACOMODAÇÃO: Hostel Generator Madri (BRL 640,51 - 7 diárias) LOCALIZAÇÃO: Numa travessa da Gran Vía, MUITO perto de locais como Porta do Sol (10 minutos a pé) e Plaza Mayor (15 minutos a pé) INSTALAÇÕES: Muito boas, no térreo tem bar com uma tela enorme (sempre ligada em alguma partida), uma área com mesas onde são servidas algumas refeições e mais uma tela enorme, área de convívio com puffs, cadeiras, sala de jogos e máquinas automáticas de venda de água e doces. O que falta para ser nota 10 é somente uma Lavanderia. Possui 3 elevadores, e tem um rooftop, que me esqueci de ir. QUARTO: Fiquei em um quarto misto com 8 camas divididas em 4 beliches, cada uma conta com um gaveteiro próprio e numerado, bem grande até, mas que não dá pra colocar uma mala inteira dentro. Eu levei uma mala pequena (10kg) e deixava fora com um cadeado com segredo. Com um outro cadeado simples eu trancava meu gaveteiro, não tive nenhum problema com isso. As únicas coisas que me incomodaram eram o banheiro bem em frente às camas, (vejam nas fotos abaixo como é próximo, em uma porta fica o vaso e na outra o chuveiro) e ainda com a pia do lado externo, ou seja, escovar os dentes por exemplo se faz na frente de todo mundo!. Eu acabei tomando banho todos os dias em um banheiro que fica no corredor, assim não atrapalhava quem já estava dormindo.O outro ponto negativo é que a beliche não é indicada para quem tiver mais de 1,80m por conta de ser fechada, eu (1,84m) tive dificuldade em esticar toda a perna, tinha que subir o travesseiro. A beliche é bem firme, ou seja, não é qualquer movimento que faz que mexe ela, atrapalhando menos o colega de cima/baixo. Na cabeceira de cada tem uma tomada normal e outra USB, luz de leitura, cesto para guardar coisas e um espaço que também dá pra guardar uma garrafa de água por exemplo Dica: Na Espanha o padrão de tomada atende o Brasileiro, veja na foto acima como consegui plugar o carregador do meu celular sem nenhum adaptador PASSEIOS (VISÃO GERAL) Meu roteiro segue na planilha que anexei aqui, mas resumia-se basicamente a conhecer os principais pontos da cidade, e ir a alguns museus, coisa que gosto muito. Tive a sorte de durante a minha viagem ter o Dia Nacional dos Monumentos e Sítios (18/04) onde quase todos os museus estavam aberto de graça. Nesse dia entrei no Reina Sofia e no Museu Arqueológico Nacional sem pagar nada. Outra coisa importante é que andei muito a pé, a média por dia era de uns 6km, em Toledo foi mais de 10. Fui com tênis de corrida para não ganhar muitas bolhas. Infelizmente fiquei gripado na metade da viagem, isso atrapalhou um pouco o ânimo de andar, comprei pastilha pra garganta (EUR 9,20) e comprimido (acho que era uns 10 euros) mas não adiantou muita coisa. Vou descrever minhas impressões de alguns dos lugares pelos quais passei: Porta do Sol: Uma praça que não achei nada demais, mas que tem bastante gente. Plaza Mayor: Linda, viva e cheia de energia. Tem muitos bares em volta dela. Mercado de San Miguel: Muito pequeno, muito charmoso, e muito cheio, qualquer horário que vá. Você compra o que quer comer e depois tenta a sorte de achar um lugar nos balcões que ficam lá dentro. Eu levei bem uns 10 minutos até achar um banquinho pra sentar, mas depois de pouco tempo cedi para uma senhora e terminei de comer em pé mesmo. Os preços variam bastante, dependendo do que estiver a fim de comer, eu peguei duas empanadas (EUR 7,00) e um copo de cerveja (EUR 5,00). Achei caro. Palácio Real: Imponente, mas não me convenceu a entrar nele. Fiquei só olhando de fora mesmo, numa próxima talvez... Templo de Debod: Esse eu gostei mesmo, qualquer coisa relacionado ao Egito me capta instantaneamente. Fica no meio de um parque aberto, várias pessoas correndo, sentadas no gramado curtindo a tarde, um dos melhores lugares que conheci lá. A mancada foi ter esquecido de voltar lá para ver como é dentro dele (no dia dessa foto já tinha fechado) Plaza de España: Outro lugar legal, tem muita mulecada que fica por lá tbm...vale a foto da Estátua de Cervantes e suas criações (Don Quixote e Sancho Pança) Parque Retiro: Fui já era bem tarde mesmo, é gigantesco, chuto ser umas 2,5x maior que o Ibirapuera. Minha segunda mancada foi não ter voltado lá quando tinha mais luz do sol, vale a pena gastar metade de um dia inteiro só passeando entre os bosques, talvez arriscar andar de barco no Estanque. BALADA (Pubcrawl oferecido no Hostel todos os dias = EUR 15,00) Fui só uma vez, e meio de surpresa (já que não estava programando algo do tipo), tava conversando com um Inglês no bar do Hostel e chegou um cara que trabalhava lá e perguntou se queríamos ir. Topamos, embora fosse uma segunda feira. Juntou galera de dois Hostels e fomos em 2 bares (um se chamava Nomad, o outro não lembro) e um clube (F***ing Monday), esse tava lotado, os outros dois estavam bem fracos. O ritmo que toca é Reggaeton, como curto Metal nem precisa dizer o que achei da música, mas a experiência como um todo vale a pena, deu pra conversar com bastante gente (marroquino, americano, italiano, e brasileiro tbm). O esquema é bem simples, vai andando de um local até o outro, é tudo bem perto, e vc tem direito a um shot (chupito) de Tequilla em cada lugar e descontos em cerveja (acho que era 10 euros e cerveja a vontade). Nos dois bares a Tequilla era bem vagabunda, fazia efeito nenhum, só no clube que deu pra ver que era melhor (José Cuervo). Saí 5h30 da manhã, e não repeti mais porque cansa passar o dia inteiro andando e ainda ficar a noite toda em pé. O resultado foi que só acordei depois as 14h30 e perdi metade de um dia na cidade. Toledo: Lugar incrível, lembra muito as cidades medievais da Toscana, o esquema de explorar é inclusive o mesmo: se perder nas vielas da cidade entre uma atração e outra. CURTI: A Catedral Primada de Toledo, tem uma torre em estilo meio gótico, e uns trabalhos em gesso muito bacanas; as Termas Romanas, que é outro tema que curto, e que basicamente são restos de um sistema de água e banhos de uns 2.000 anos atrás, e as Cuevas de Hercules, tudo gratuito (na igreja não entrei em nenhum passeio, só dei uma breve olhada interna no lado gratuito de quem vai pra missa); as vistas da parte alta da cidade; o Alcazar de Toledo, que só vi de fora e a Ponte San Martín. NÃO CURTI: A Igreja Cristo Luz (EUR 3,00), muito pequena, tem sua história por ter influência arquitetônica da época que ficou sob domínio árabe, mas dá pra ver bastante de fora, inclusive o que achei mais legal, um trecho de uma estrada da Era Romana. Córdoba: Definitivamente foi o ponto alto da viagem para mim. E não era esperado, pois tinha planejado ir para Segóvia, pois estava relativamente caro a passagem de trem para lá, porém como já estava perto do final da viagem e vi que tinha economizado bastante, decidi ir. E definitivamente não me arrependo, pois me deu uma ideia de como é a Andaluzia. Muito fácil sair da estação de trem e entrar no centro histórico, dá uns 15 minutos a pé, por umas praças (Jardines de La Victoria) cheias de Tangerina nas árvores, muito bonito. Logo depois se avistam as muralhas da cidade e o interior te dá a sensação de estar em uma mistura de Portugal com Grécia, devido a coloração branca das casas, ao estilo arquitetônico que remete ao colonial e à decoração das varandas com flores. As ruas são bem apertadas, e estava tudo muito mais cheio por lá devido a ser Sexta-Feira santa, estava tendo uma procissão que passava por alguns pontos turísticos inclusive, e acabou atrapalhando um pouco pois terminava na Mezquita-Catedral e por isso o horário de visita estava reduzido. Como ia comprar o ingresso ali na hora e eu tinha chegado bem quando havia encerrado o primeiro período de visitação (até 11h) eu decidi ver todos os outros pontos da cidade e voltar pra lá às 13h30 (meia hora antes de iniciar o segundo período de visitação, das 14h às 16h). Deu certo e não peguei uma fila muito grande quando voltei. Impressionante ver a mistura de culturas que há nesse lugar, encontra-se vestígios da ocupação Romana, Visigoda, Árabe, tudo num lugar só. A ponte Romana é muito bonita, embora estivesse apinhada de gente, mas a cereja do bolo é a Mezquita (EUR 10,00), vale cada centavo e muito mais, é um lugar único, aquele cheiro de incenso típico de igrejas católicas mesclado com um mihrab (nicho de oração árabe). Indescritível. Depois que saí ia passar nos Jardins de Los Reyes mas tinha fechado mais cedo por causa do feriado. Sem dúvidas vale dedicar uns dois dias a essa cidade, numa viagem com foco na Andaluzia. Santiago Bernabéu (EUR 25,00): Imperdível para quem gosta de futebol, mesmo que pouco. O Tour te leva as arquibancadas superiores, a sala de troféus que é quase um museu, aos vestiários e ao nível do campo (mas você não entra no gramado, fica só na área técnica) e no banco de reservas. Um detalhe que me chamou a atenção é o Wi-fi gratuito do lugar que tem um alcance gigantesco, já da rua da pra acessar, com uma velocidade ótima. Museo do Prado (EUR 0,00): ENORME, muito interessante para quem gosta de pinturas das eras medieval e renascentista, mas se prepare para pegar uma fila gigantesca caso não tenha comprado o ingresso com antecedência, ou se quiser aproveitar o horário de visitação gratuita (das 18h até as 20h, todos os dias). Cheguei 17h30 e a fila já dobrava um quarteirão do museu, que é imenso, chuto que tinha umas 300-400 pessoas. Gostei bastante das Pinturas Negras de Goya. Tem guarda-volume gratuito. Museu Reina Sofia (EUR 0,00): ENORME, mas a menos que você curte arte moderna (não é meu caso) vai se entediar rapidamente. De novo fila, como era dia dos Monumentos a entrada era livre, e a fila grande. Lá dentro tem guarda volumes, você deposita uma moeda de 1 euro e pega ela de volta quando sair. Fiquei umas 3h30 lá dentro, tentando fazer a pena o ingresso gratuito, mas não achei nada que me interessasse além do quadro de Guernica (Pablo Picasso), um painel gigante que te faz pensar bastante sobre a temática da pintura. Museu Naval (EUR 3,00): Foi o único museu que paguei, pois eles "sugerem" uma doação de 3 euros para a manutenção das instalações, e como a abordagem é bem incisiva e feita pessoalmente (diferente dos museus americanos onde apenas fica uma caixa para depositar a doação) fica difícil não pagar. Tem uma coleção interessante de material que remete ao poderio da Marinha Espanhola, vale a visita. Museu Arqueológico Nacional (EUR 0,00): O que mais gostei, tem muita coisa para ver, conta toda a História da península, e tem um acervo muito grande de cada era, desde a pré-História, passando pela época de dominação Grega, Romana, Visigoda, Árabe até a Reconquista e Idade Contemporânea. Também não paguei nada por entrar no dia dos Monumentos, e não tinha tanta gente assim igual aos outros museus. Enfim, isso é só um pouco de tudo o que vi por lá. Definitivamente valeu a visita. ORÇAMENTO FÉRIAS.xlsx
  15. @wesleymayer A fila de brasileiros é para brasileiros somente. Ela tera que passar sozinha na fila de outras nacionalidades, e dizer que está viajando com você. Deixe a carta-convite com ela.
  16. @Lucy Borges Realmente tem que detalhar mais essa pergunta pra poder ser melhor orientada. Se está falando de hotel depende do site, o normal é que o preço da diária fique em destaque, mas depende do site.
  17. Vai de situação pra situação e da idoneidade (ou não) da casa de câmbio em questão. Minha filosofia é que se tratando do meu dinheiro só confio na minha mão, então eu viajaria até o local para pegar o dinheiro eu mesmo...mas isso pode não ser uma opção no seu caso, dependendo da distância envolvida.
  18. Isso é normal no trabalho de pessoas que ficam no raio-X. Uma série de fatores pode influenciar se irão olhar tua bagagem com mais critério ou não...pode ser que o agente esteja distraído conversando com alguém (vejo isso direto), pode ser que ele não "vá com tua cara" e faça uma verificação minuciosa quando tua bagagem passar na máquina. Resta pagar pra ver, tenta deixar bem escondido...
  19. @marquesk Pelo que falou eu sugeriria Florianópolis...única cidade grande que pode te proporcionar tudo isso (praias, cachoeira, dunas, e baladas).
  20. @marcela viviany Tive lá mês passado...pra conseguir ver alguma coisa tem que ficar em uma região bem central, recomendo a Puerta del Sol ou Gran Via...eu fiquei no Generator Madri, que é bem perto tbm do centro... Como são só dois dias, não perderia tempo em museus, faria só roteiro externo do tipo: DIA 1 Puerta del Sol > Plaza Mayor > Mercado de San Miguel > Palácio Real > Plaza de España > Templo de Debod > Gran Vía DIA 2 Paseo del Prado > Fuente de Cibeles > Puerta de Alcalá > Parque El Retiro Dá pra fazer tudo isso a pé tranquilamente....
  21. Dá pra ver várias reclamações dessa agência em uma rápida pesquisa pelo Google... Mais um aviso contra ela, obrigado pelo relato!!!
  22. A TAP tava com tarifas bem em conta para voos em Jan/20, coisa de 1,6 mil/pessoa...
  23. @henriquefarage Não adianta contra-argumentar uma visão pessimista como essa sua. Só te digo que onde as coisas funcionam melhor (EUA, UE, até mesmo sudeste asiático) o modelo de política e negócios é outro. Somente sugiro pesquisar um pouco mais nas notícias da época para ver porquê as passagens não reduziram quando tiraram a franquia de bagagem, isso é só um dos pontos que compõem o preço de uma passagem aérea.
  24. Não passa informação errada não cara... Temperaturas assim só se verá em regiões montanhosas, no auge de uma eventual massa de ar polar. E a Europa vem passando por invernos com temperaturas muito acima da média. Chegou a fazer +20º na Inglaterra em Fevereiro deste ano para ter ideia.
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