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Skywalker2

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  1. Skywalker2

    Manaus

    Vou dar uma contribuição ao fórum sobre minha recente ida a Manaus final de Agosto de 2016. Vou me ater a minhas impressões pessoais, e citar alguns programas em algo que possa complementar os relatos anteriores que constam aqui. Hotel- Não tenho convênio com nenhum hotel, reservei pelo booking, com cancelamento grátis até a véspera da viagem, a ser pago no local. Ficamos no Hotel Go Inn, superbem localizado. Custo benefício excelente, claro que pegamos com muita antecedência ( quase 60 dias antes), mas ficou no preço médio de R$ 135,00 a diária. O hotel fica em frente à Praça do Congresso, entre o Teatro Amazônas e a Praça da Saudade, a cerca de 100 m de cada um.Aliás, praticamente na rua atrás/ao lado do Teatro . Nos dois espetáculos que fomos, em um saimos do Hotel as 19:00h, e chegamos antes das 19:10 h.No outro saímos 19:15 h e chegamos 19:20 h.Facilitou muito nossa saída a noite. Descansávamos ao chegar da rua, para sair mais próximo do horário. Possui academia, e uns 3 a 4 táxis em frente ao Hotel, me parece que lá é ponto. O retorno pro Aeroporto de madrugada custava R$ 75,00 na tabela,mas como tinha traslados a R$ 60,00, falei com os taxistas na porta, e eles disseram que qualquer um que estivesse na fila levaria por esse valor. O vôo era as 4:40 h, saímos do hotel as 3:15 h, e cantei 60 reais, o taxista pediu 65,00 e eu não quis pechinchar mais. Nesse horário deu menos de 15 minutos pro aeroporto. Na chegada, pegamos um bus na pista depois da dos taxis no Desembarque, pendendo para direita, não lembro o número de bus, mas qualquer um informa. Descemos no Colégio Militar e pegamos um táxi a 5 reais pro hotel. Primeiro dia Pela manhã, uma quinta-feira, fomos visitar o Teatro, e compramos dois espetáculos. Um Orquestra pro mesmo dia, e uma dança pro dia seguinte. Preços bem acessíveis e aceita carteira de estudante,professor,militar,etc- meia entrada. O do mesmo dia resolvemos pegar um camarote lá em cima (que por ser mais distante é mais barato), e tb pelo fato das melhores opções da platéia ja estarem ocupadas, calculei que para assistir no fundo da platéia, melhor seria pegar um camarote mais a frente, acho que saiu uns 15 reais cada. Os camarotes tem umas 5 a 6 cadeiras. Chegamos no camarote 10( não há lugar marcado dentro do camarote compartilhado ) e sentamos na frente, o casal que chegou depois, teve que sentar na cadeira atrás de nós, a visão deles era péssima.Resmungaram, tentaram mudar pro camarote vizinho, os donos chegaram, reclamaram,e uma atendente foi educadamente tirá-los dali. Se forem pegar camarote, cheguem cedo. O show foi uma Orquesta com Tributo a David Bowie- som superdiferente, fantástico. Dia seguinte havíamos comprado platéia(térreo) na fila D, a quarta fila, cadeira marcada. Pagamos 25 reais cada pagando duas meias. Valeu a pena, foi um belo espetáculo de dança:O corvo. Vale muito a pena!! Pela manhã tínhamos feito a visita guiada, mas como disseram aquí, você pode apenas assistir ao espetáculo, pois a parte principal, estará disponível para você ver a noite toda. Visitamos o INPA, pegamos o ônibus nas mediações do Colégio Militar, as pessoas lhe informarão facilmente os ônibus que passam lá. Fomos após o teatro,sem almoçar para ganhar tempo, e dar tempo de fazer tudo num só dia, resolvemos almoçar no bairro do INPA, pedimos informação ao descer na avenida , e disseram que o restaurante ficava longe, então fizemos um lanche na loja de conveniência do Posto de Combustíveis quase na esquina do Instituto – coxinha com refrigerante, foi o jeito... O INPA me pareceu bonzinho...mas nada excepcional. Vimos os peixes boi, os jacarés ( poucos, num gradeado, não mais interessante que um zoo), o peixe paroquê e, a ariranha, que tinha grande curiosidade de ver, a jaula estava em reforma, pedi informação, a uma funcionária e ela me levou pra parte de trás da jaula, onde enfim pude ver o animal.A jaula tava meio suja e jogada.Enfim, me pareceu um passeio interessante, mas nada muito espetacular. A flora é uma amostragem muito pequena e inibida da selva,e o local não é próximo.É mais a curiosidade de ver o peixe boi e alguns poucos animais diferentes. Tem uma pequena aldeia de artesanatos com uma oca, se você não for a outros passeios com índios, seria interessante. Um pequeno museu bem conservado. Como eu disse, nada demais. Retornamos umas 16:30 h para pegar o bus antes do horário do rush, pois assim nos foi recomendado. No retorno, descemos na próximo à organizada Praça da Saudade, onde ocorria uma Ferinha de plantas, e algumas barracas de alimentação foram montadas. Na esquina da praça experimentamos o Tacacá. Uma tigela enorme, com caldo de aimpim/macaxeira/mandioca (dependendo de sua região), camarão, e uma planta que esqueci o nome, que dá um ar de picante e deixa os lábios um tanto dormentes. Minha esposa não gostou muito, eu gostei, mas parece ser melhor tomá-lo próximo à janta, vez que se assemelha muito a uma sopa. 10 reais a cuia. A praça fica a 100 m do hotel, como expliquei acima. Retornamos ao hotel próximo das 19 h, onde fomos a Orquestra no Teatro, também bem próximo. SEGUNDO DIA Passamos novamente na Praça do Teatro, e de lá descemos caminhando pela Avenida Getulio Vargas, até localizarmos visualmente o Paço , de lá viramos esquerda e andamos até o belíssimo Palácio rio Negro, fizemos a visita guiada, um local muito bonito e aconchegante. Cerca de 1,5 h. Anexo ao Palácio, ao lado e em frente fica o Parque Jeferson Peres. De lá caminhamos até o Museu do Índio, uma pequena caminhada.Almoçamos nas cercanias. O Museu do indio são 06 salas, com exposição de artefatos e etc.È meio distante. O acervo não é grande.Sob o sol escaldante de Manaus, não sei se vale tanto a pena, exceto se você tiver dias sobrando. Em frente ao Museu, chamamos um táxi pelo 99 taxi( pra evitar sermos enrolados, pois pelo aplicativo você dá nota ao motorista no final), e fomos até o Mercado Municipal ( 10 reais o táxi), o táxi nos explicou no trajeto sobre a reforma do Porto e etc. Visitamos o Mercado. Tem muitos pequenos apetrechos.Compramos algumas cuias, pulseiras,etc. Bacana, achei meio parecido com o Mercado Municipal de SP. Com lojas mais simples, pequenos quiosques. De lá subimos caminhando pela Avenida Eduardo Ribeiro até o hotel já um pouco cansados, devido ao clima quente e abafado, tomamos açaí, visitamos umas lojas, e chegamos em tempo de um breve cochilo e ida ao Teatro para espetáculo de dança. Saímos do Hotel em cima da bucha, tipo 15 minutos antes do show. TERCEIRO DIA No segundo dia a noite, contactei o guia Sidney (guia da Associação Local), também contactei outros proprietários de empresas de turismo, e já havia enviado e-mail. Todos me trataram muito bem, muito solícitos. Na véspera, fechamos o passeio que faríamos nesse dia, pois eu queria barganhar preço. A crise tá braba amigo! Sobre os passeios- Olha, acredito que há espaço para todos, dos passeios mais simples aos mais rebuscados, faça de acordo com sua vontade e seu bolso. Não acho caro os valores cobrados pelas empresas de turismo, nunca reclamo de preço, pois cada um tem seu custo. Pra quem paga imposto, carteira assinada, tem estrutura diferenciada, vale cobrar um pouco a mais , obviamente, do que quem vende os programas na praça do teatro, ou guias independentes. Acho que sempre existirá o público que pega um ônibus, e o que prefere pegar um táxi mais confortável. Resta ao poder público regulamentar, e disponibilizar as diferentes opções, o que nem sempre me pareceu que ocorre em Manaus, pois quase tudo passa por meia dúzia de empresas de turismo. Exemplo- No RJ, se você quer pagar 300 reais por pessoa para fazer um city tour tipo Maracanã, Escolas de Samba, Orla, etc, você paga, mas se quiser ir de metrô ou ônibus, terá essas opções também. Já em Manaus, como quase tudo é fluvial, com poucos pontos de acesso a informação, parece que tem que ser tudo através de empresas , não podendo o turista pegar diretamente uma barca para visitar os pontos mais conhecidos. Nesse sentido, em relação a outras cidades do Brasil e do exterior que visitei, achei muito falho. Em Roma (que eu já tive oportunidade de ir, você pode ir ao Coliseu de bus turístico, ou pode descer de metrô, parar na porta e comprar sua entrada. No Rio Sena em Paris você pode proceder da mesma forma através de empresas de turismo, ou pegar o Bateau Mouche direto no rio. Creio que por isso o turismo interno não é tão difundido naquela região. O estrangeiro, que tem a dificuldade do idioma, sempre vai utilizar as operadoras, mas o turista nacional, na maior parte, com condição econômica um tanto inferior aos gringos, tende a fazer os passeios por sí só. Os que vão até a região, reclamam desse tipo de dificuldade. e sobretudo dos custos dos passeios, inibindo de certa forma, o turismo nacional. Voltando ao passeio, foi muito bacana, melhor parte da viagem. Foi o passeio de um dia. Manhã encontro das águas, Parque Janauary para ver as vitórias régias, almoço no flutuante, Tarde- passagem sob a ponte do rio negro, mergulho com os botos e tribo indígena. Esse deslocamento desde o ponto de almoço durou mais de uma hora de barco. Retorno por volta das 17 h e descemos na praia de Ponta Negra .Lá ocorreria um show de Ivete Sangalo, mas descemos mais interessados em conhecer a praia realmente. Nos pareceu muita bonita e organizada, com muitas opções de lazer. Lanchamos, rodamos um pouco, vimos um pedaço do show de longe.. no retorno, por volta das 22 h, tentamos pegar um ônibus pro hotel.Como o trânsito na orla estava modificado( tivemos que caminhar até o final da orla para encontrar o ponto)e muitas pessoas saíam do show, demorou bastante, e resolvemos pegar um taxi. Custou R$ 50,00 até o Hotel. TERCEIRO DIA Domingo- Acordamos mais tarde e resolvemos ir na Feira da Eduardo Ribeiro. Fomos de forma despretensiosa, achando que seria desinteressante, mas nos surpreendemos com o tempo que passamos por lá.Na verdade a Feira é na rua paralela a citada acima,e desce até próximo do Porto-Igreja Matriz, de onde retornamos pela própria Eduardo Ribeiro, pois o comércio estava todo aberto, mesmo sendo domingo. Olhamos diversas barracas com produtos bem diferentes, artesanais – lembrancinhas, sabonetes, óleos, enfim. Resolvemos almoçar pela feirinha lá pelas 14 h, onde existem diversas barracas que servem almoço e café da manhã. No retorno paramos em algumas lojinhas e tomamos um suco local. Chegamos ao hotel por volta das 16 h, e resolvemos dar uma descansada, pois no retorno o calor estava aquele abafado manauara que quebra qualquer um. A noite resolvemos ir ao Shopping Manauara. Pegamos um ônibus na ida. Grata surpresa!!O shopping é bem bacana,e tem um lindo espaço de Floresta lá dentro, com mesas ao redor. Jantamos pro lá.Demos um rasante em algumas lojas. Fomos também dar uma olhada na Cachaçaria do Davi, muito bonita por sinal, mas não paramos por lá. No retorno o bus demorou bastante por ser domingo. QUARTO DIA – Segunda-feira Estávamos ainda na esperança de ir a Presidente Figueiredo. O Hotel só tinha cartão de duas locadoras locais com whatsapp, pareceram pequenas e não tinham carros disponíveis, um inclusive nos tratou com muita indiferença, não demonstrou nenhum interesse no aluguel do carro. Por isso não recomendo esse tipo de serviço.Vínhamos tentando contato desde o sábado, e por conta disso acabamos desistindo. Peço as locadores de Manaus que disponibilizem números de whatsapp, pois é o meio mais fácil de contato por parte do turista, e universal, serve para estrangeiros e etc. O telefone fixo é muito limitado para quem está fora de roam. Mesmo o hotel disponibilizando, temos que concorrer com diversas outras pessoas para fazer uso do fone. Por esse motivo, e também devido a indisposição de fazer um bate-volta ( achamos que seria melhor ir em um dia e retornar no outro), desistimos de ir a Pres.Figueiredo. Assim sendo, achei que a segunda não nos reservaria nada de diferente, mas conseguimos fazer uma programação bacana. Resolvemos não ir ao Zoo Cigs por ser distante e já termos ido ao Inpa e ao Zoo do Hotel, onde vimos macacos e duas onças, entre outros, com boa amostra da fauna local.Achamos que não compensaria o deslocamento para longe. Passamos pela Praça do Teatro para sondar uns passeios, eu queria fazer a focagem de jacaré. Cotamos preços em empresas e guias locais avulsos. Como não havia grupo formado, ficaria caro, pois os barqueiros e empresas queriam cobrar valor cheio, tipo R$ 300/250,00 só para mim. Se fossem quatro pessoas daria para sair o mesmo valor,só que rateado. Deixamos alguns telefones, e seguimos caminhando, retornamos pro Museu do Homem Amazônico. Fica a cerca de 500 m do Hotel (próximo à Praça do Congresso), e duas ruas paralelas ao Teatro Amazonas. Você pode “subir” pela rua Tapajós, que é a que passa em frente ao Teatro, lateral a Igreja de São Sebastião, na mesma praça. O museu é uma pequena casa, com alguns artefatos e objetos indígenas, por ser free, e nas proximidades, vale a pena dar uma olhada, se tiver com tempo livre. Caminhamos despretensiosamente até a Getúlio Vargas, onde seguimos, tornando a voltar em direção a Eduardo Ribeiro ( a rua atrás do Teatro, que vai até o Porto-Mercado Municipal, lembra ?), almoçamos por ali, e após o almoço localizamos a Biblioteca Municipal, fica na esquina da Eduardo Ribeiro com a “quina” da Catedral. Entramos para uma visita, muito bonita e bem cuidada por sinal.Vale uma visita. Logo ali ao lado fica a Praça Heliodoro Balbi, em frente ao Colégio Dom Pedro II. De lá íamos retornando ao hotel, quando recebi ligação do guia,informando que o barqueiro resolvera fazer o passeio, por R$ 150,00. Passou a ser viável para mim.Combinei com ele cortar o pôr do sol,e a pesca de piranhas,partindo para focagem de jacaré.Combinamos de sair do porto as 18:30 h. Foi uma experiência muito legal.Logo de início, o barqueiro saiu sentido transversal ao porto, quase em direção à ponte.Pouco tempo depois, parou em frente a um bar flutuante onde rolava um som estilo brega, me explicou que ali ocorre festa toda as segundas-feiras, com saída de barcos do porto a R$ 5,00. Perguntou se eu queria descer... não tive interesse em descer para olhar. Nesse momento, uma fantástica surpresa...quando íamos saindo, ali mesmo, a alguns metros do barco, saltou um BOTO!!! Foi rápido, mas o suficiente para vê-lo bem,e achar tudo aquilo muito exótico, até porque, pensei que eles só apareciam muito longe da cidade.O barqueiro confirmou que visualizava-os as vezes. Dali seguimos por alguns Igapós no que mais parecia uma cena de National Geographic. Eu , o barqueiro, e aquele barquinho metálico, passando bem próximo a mata. Dali há pouco visualizávamos algumas casas flutuantes, no meio do nada, pois já estávamos distantes das luzes da cidade. Também passamos a ver algumas pequenas luzes dos olhos dos jacarés, quando o barqueiro se colocou o foco de luz lá, se aproximou com o barco e plash: meteu a mão na água, para subir com um filhote que agarrara pelo pescoço. Deu-me instruções sobre o animal,e o soltamos na água. Ele voltou a repetir o gesto mais duas vezes, com captura do animal,e fotos. Durante todo o percurso conversamos bastante, de nativo, para turista. Fiz muitas perguntas sobre o trabalho dele, e a cultura local. Achei a experiência bem bacana. Finalizado o processo, ele deixou-me de volta no porto, de onde subi pro Hotel. QUINTO DIA- Terça-feira Na terça nosso vôo partia as 4:40 h, com escala em Brasília. Em frente ao hotel existiam uns taxistas.O preço médio da corrido ao Aeroporto é de R$ 80,00, mas algumas empresas oferecem a R$ 60,00 (agosto 2016). dito isso, questionei com os taxistas se eles fariam o mesmo valor.Eles disseram que fariam tranquilamente, e que eu poderia negociar com o primeiro,segundo,terceiro da fila e certamente alguém faria. Levantamos por volta das 3 h, descemos, pegamos o taxi a 65 reais.A ida ao aeroporto nesse horário foi direta e sem interrupções. Só um adendo.Em Brasília, quase perdemos o vôo de conexão, pois há um fuso horário...devido ao fato de Manaus ter 1 hora a menos, quando vc chega em Brasília as 9 h, na verdade há são 10 h, e seu vôo das 11 h, tem intervalo de apenas 1 h,e nao de 2h ( 9 as 11 h), como aparentaria ter. Quase perdemos o vôo, atente para isso, pois o celular reajusta automaticament e a hora, mas o relógio de pulso não. Como nosso vôo não apareceu na tabela logo que chegamos,demos uma relaxada, fomos ao banheiro, lanche, etc, e quase nos enrolamos. Fuso horário no Brasil... por essa eu não esperava... Enfim, procurei ser o mais fiel em meus relatos.Espero que possa ajudar alguém a montar seu roteiro como tantas vezes esse fórum me ajudou. Abraços!
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