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Andrei Tunes Claro

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Sobre Andrei Tunes Claro

  • Data de Nascimento 05-04-1983

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    Engenheiro Eletricista

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  1. Olá amigos mochileiros. Hoje vou compartilhar com vocês um relato sobre a travessia das 7 quedas da Chapada Dos Veadeiros com eventos que podem ajudar todos que quiserem realizar a travessia, ou estejam pensando em fazer a primeira trilha com camping. Todo mundo que ingressou nesse mundo de trekking passou por perrengues que acrescentou grande vivência e amadurecimento, conhecimento dos limites do corpo, aprendizados valiosíssimos que carrega-se para o resto da vida. Esse fim de semana eu e a Nanda realizamos a famosa travessia das 7 quedas pela segunda vez junto com quem nunca havia feito e com quem já fez, mas não adquiriu muita noção ainda. E essa experiência me inspirou a contar para vocês como faz diferença ter um bom planejamento, conhecer o corpo e saber tomar boas decisões. São 23 quilômetros de caminhada feita em dois dias e conhecer a trilha (tipo do terreno, clima, fauna e flora) é fundamental antes mesmo de iniciar a aventura, pois é a partir daí que começamos a montar a mochila com as coisas mais essenciais, e isso faz muita diferença, pois previne de levar coisas desnecessárias que se transformaria em peso e previne de esquecer coisas extremamente necessárias. Primeiro vou fazer uma breve explicação sobre esse pequeno trekking. A Chapada dos Veadeiros se situa no estado de Goiás, é uma região muito extensa no coração do cerrado, região essa que é predominada por árvores baixas, vegetação rasteira e clima extremamente seco, a travessia só é permitida ser realizada no período da seca, de julho a setembro, período este que o clima é mais duro ainda. O percurso tem ao todo 23 quilômetros (não é uma trilha longa) que se inicia na entrada do parque nacional da Chapada Dos Veadeiros na cidade de São Jorge e acaba na beira da estrada a 11 quilômetros da cidade. Normalmente a travessia é realizada em dois dias e no final tem-se 3 opções: alguém deve estar esperando os trilheiros para serem resgatados na rodovia, ou os trilheiros pedem carona para voltar para São Jorge, ou voltam a pé pela beira da estrada. Voltando a trilha, ela é iniciada seguindo as setas vermelhas, caminho para os Canions, até encontrar com as setas laranjas que são as especificas das 7 quedas, nesta trilha há contato com com o rio em 3 ocasiões, uma quando se encontra o acesso aos Canions I (Não recomendado), outra quando tem que atravessar o rio e a última no camping. Agora que vocês ja conhecem o básico, vamos ao relato: Organizamos a travessia com um grupo que a princípio seria de 12 pessoas, mas ao final restaram apenas 6. Como só há 30 vagas no camping e é necessário agendar a travessia pela internet, se a pretensão é ir no fim de semana, o recomendado é que faça a reserva logo no dia que é aberta a temporada de reserva, pois elas acabam muito rápido. A reserva custa 18 reais. Vou apresentar os integrantes dessa aventura: - Eu (Andrei) e Nanda: os experientes do grupo, já tendo realizado a travessia das 7 quedas e outras trilhas de longa distância com camping. - Sônia (minha mãe) e Gabi (minha sobrinha): Já haviam realizado a travessia das 7 quedas uma vez e outra trilhas pequenas sem camping. - Kleber e Livia (amigos): Já realizaram trilhas pequenas sem camping. Como falei anteriormente, conhecendo para onde vamos é que podemos montar a mochila. Em uma trilha que, apesar de curta, é no cerrado em época de seca e com poucos pontos de água, devemos levar um reservatório de água de no mínimo 2 litros por pessoa, lanches leves com grande fonte de energia, uma farmacinha completa também não deve faltar (com no mínimo anti-séptico, álcool, algodão, bandaid, comprimidos para dores musculares, dores de estômago, problemas intestinais, problemas alérgicos, soro, sal e açúcar, pinça, etc). Como a caminhada é com muito sol, tem que ter protetor solar fator 50 no mínimo, repelente, camiseta de manga comprida, calça leve tipo tactel, tênis apropriado e amaciado. Como terá camping, temos que pensar também na barraca, saco de dormir, colchonete ou isolante (algo para não dormir no chão duro) fogareiro (pois é proibido fazer fogo), panela, copo, talher e comidas que não pesem muito na mochila, pois caminhar com muito peso nas costas de baixo de um sol quente não é fácil e lanternas. Por último, roupas leves para mais um dia, roupas para entrar no rio, bonés ou chapéu que cubram o pescoço. Nesta época faz muito calor, então é dispensável roupas de frio. Fomos sexta-feira em dois carros para São Jorge as 16:00hs, saindo de Brasília. Já com reservas feitas em uma pousada com o nome de Pousada Refúgio. Decidimos ficar em uma pousada e não em camping para descansarmos melhor, tomar café, poupar tempo para sair e as 8:00hs estarmos iniciando a trilha. A informação que tinha era que o parque abria as 8:00hs, então levantamos as 7:00hs, nos arrumamos e colocamos as mochilas no carro. Fui verificar a equipe, todos ja estavam acordados, fui no quarto de minha mãe e parecia que tudo ja estava pronto, as mochilas pareciam arrumadas, faltando pequenos itens. Dei bom dia e fui pegando uma das mochilas que entendi estar pronta, perguntando se ja podia levar, elas me deram um ok e eu levei. Aquele quarto tudo parecia certo, já eram 7:20hs. Depois fui no quarto do Kleber e da Livia e parecia que as mochilas também estavam prontas, o Kleber estava com uma nas costas dizendo estar testando, olhei a mochila de relance e parecia uma mochila de trilha com alças de peito e barrigueira e não dei muita atenção para a outra. Como tudo parecia ok falei que ia tomar café e que aguardava todos lá. Eu, a Nanda e a Gabi estávamos no horário tomando café, minha mãe chegou um pouco depois, mas o Kleber e a Livia se atrasaram um pouco e acabamos demorando e se atrasando em meia hora. Chegamos no parque por volta das 8:20hs e como da última vez, deixaríamos os carros em um chácara ao lado que tinha parceria com o pessoal do estacionamento do parque, mas surgiu o primeiro imprevisto, não havia mais parceria, se fôssemos deixar o carro no estacionamento além de ter que pagar 15 reais por dia, não teríamos segurança a noite. Minha mãe então resolveu falar com um funcionário do parque que ofereceu carona para que pudéssemos deixar os carros na pousada, levar os carros para a pousada e voltar de carona para o parque foi mais atraso. Ao entrarmos no parque, tivemos outro imprevisto, agora além de pagarmos a reserva da pernoite no camping, temos que pagar 17 reais de entrada para uma empresa nova que administra o local. Ainda ficamos sabendo que para os que vão realizar a travessia o parque abria as 7:00hs, falha nossa. Para resumir, iniciamos a trilha ad 9:30hs. O que aprendemos foi sempre se atualizar com todas as informações novas que possa ter e sempre sair no mínimo 30 minutos antes do planejado. A trilha: Começamos a caminhada seguindo as setas vermelhas. Como estávamos atrasados não tiramos fotos. A Nanda puxava o grupo e eu seguia atrás com os mais lentos. Ao andarmos alguns metros percebi um problema, a Livia estava com uma mochila muito grande para a altura dela, a barrigueira ficava folgada e as alças também, isso iria prejudicar seus ombros. A mochila que minha mãe utilizava também não era apropriada, mas se encaixava bem nas costas. Não falei nada, mas sabia que mais na frente teríamos problemas. Apesar do atraso resolvemos passar nos Canions II e relaxar lá por uns 30 minutos. Todos entenderam e tudo foi conforme o planejado, a trilha, incluindo o Canions, aumentou em 3 quilômetros, totalizando 19 quilômetros até o camping. Neste dia tivemos a sorte de estar nublado o tempo todo, minimizando o efeito dos raios do sol. A caminho dos Canions II a Nanda, que puxava o grupo, não percebeu a planta angiquinho, uma planta nativa do cerrado que tem uma flor linda, e acabou batendo o rosto e se cortando toda, foi a primeira necessidade da farmacinha, limpamos o rosto dela e batemos anti-séptico e passamos pomada. Quando estávamos no lago dos Canions II, acabei colocando minha mão em uma rocha cheia de minúsculo espinhos que só consegui tirar com pinça, utensílio indispensável na farmacinha. A Nanda estava sentindo dor na virilha e a Gabi estava com dor de cabeça, então a farmacinha novamente entrou em ação com comprimidos para dor. Seguimos caminho, voltando dos Canions II para seguir as setas laranjas, a partir deste ponto surgiram novos imprevistos: caminhamos por mais 3 quilômetros e a Gabi começou a passar mal do estômago, com náuseas e dor, paramos na sombra de uma árvore para dar um tempo e analisar a situação, então o Kleber aproveitou para urinar ali perto, foi ai que surgiu a primeira preocupação séria. O Kleber havia feito uma cirurgia para retirada de pedras no rim e estava com um catéter na uretra e só ficamos sabendo naquele momento, pois ele havia urinado sangue e estava preocupado. A história era que o médico do Kleber havia liberado ele para realizar a travessia, mesmo com a informação de que seriam dois dias de caminhada com mochila pesada nas costas. Pelo ponto que estávamos, ou ele e a Livia voltavam 7 quilômetros, ou seguiam por 9 quilômetros até o camping. Ai vai uma dica, nunca pense em fazer alguma trilha logo depois de qualquer tipo de cirurgia, pois seu corpo precisa se recuperar muito bem. Voltando a história, Kleber acabou por assumir o risco e resolveu seguir em frente, a Nanda para ajudar resolveu carregar a mochila do Kleber por um tempo para evitar que ele fizesse muito esforço, a Gabi se recuperou um pouco comendo uma barrinha de cereal e nós seguimos para o camping, eram 11:30 da manhã e foi ai que a Livia começou a sentir o desconforto da mochila, era impossível regula-la em seu corpo, então dei a idéia do Kleber trocar de mochila com ela, não ficou 100%, mas melhorou muito, uma mochila no tamanho ideal para o corpo e bem ajustada nunca irá prejudicar a lombar. Seguimos viagem e por algumas vezes precisei abastecer os cantis da Gabi e de minha mãe, pois a garrafinha que elas levaram era apenas de 500ml e para caminhar em um cerrado na seca não era suficiente, ai mais uma dica, nunca leve menos de 2 litros de água para uma trilha de mais de 20 quilômetros. Como estávamos um pouco atrasados e sem fome, decidirmos não almoçar ao meio dia e seguir em frente. Ao chegarmos no cruzamento do rio, um ponto onde é necessário atravessar o rio para seguir do outro lado do seu leito, resolvemos dar uma paradinha para encher as garrafinhas de água, ai tivemos mais um probleminha, minha mãe e a Gabi não haviam levado pastilhas de clorin (purificadora de água), por essa razão acabamos compartilhando as que nós tínhamos e isso iria fazer falta, nova dica: se quiser tomar água mais segura sempre tem que levar clorin. No rio resolvemos também dar uma pequena pausa para comer o que minha mãe tinha levado, ela havia preparado charutos de carne enrolados na couve, já prontos e congelados que, com o tempo, foram descongelando, como não era necessário preparar, foi essencial para não perder tempo, comidas rápidas podem poupar muito tempo em uma trilha. Após atravessarmos o rio começamos o trajeto mais difícil do dia, pois seriam 8 quilômetros de trilha subindo sem água, com pouca sombra e muito calor e seca. Não sei se aquelas plaquinhas que indicam a distância do camping mais ajudam ou mais atrapalham: Só sei que quando encontrávamos com uma era uma alegria e um desespero misturados. Fomos caminhando e tivemos que parar novamente, pois a Gabi não estava muito bem, acabou passando mal do estômago novamente, com dores de cabeça e náuseas, estava cansada e próximo de estar naqueles dias. Nada que a farmacinha não possa ajudar, dei para ela um comprimido de buscopan e a Nanda novamente se prontificou em carregar a mochila da Gabi até a plaquinha de 3 quilômetros, demos um tempo para o remédio fazer efeito e seguimos. Depois de passarmos a plaquinha de 3 quilômetros, a Gabi já se sentia muito melhor e pode levar sua bagagem, mas logo na subida do morro na metade do trecho minha mãe sentiu o cansaço da subida e precisou parar. A Wonder Woman, Nanda, agiu novamente e resolveu levar a mochila de minha mãe, um detalhe, quando ela levava mochila dos outros era carregando a dela nas costas e a dos outros na frente, fazia isso puxando o grupo ainda. Minha mãe precisou de um tempo para se recuperar e eu fiquei com ela, depois que se sentiu melhor emprestei meus bastões de caminhada para que ela pudesse caminhar melhor, mas uma dica para os que sentem o peso da mochila nas pernas e pés, o bastão de caminhada é essencial e ajuda a distribuir o peso do corpo. Mesmo sem a mochila, foi difícil para ela chegar, mas quando chegou foi uma alegria só. Chegamos por volta das 16:30hs e a dica era montar as barracas antes de qualquer coisa no camping. Depois de devidamente instalados fomos curtir o rio das sete quedas, relaxar as costas, tomar um banho sem químicos, pois é proibido utilizar shampoo e sabonete no rio, abastecer nossas garrafas e fazer o almoço. Foi nesse momento que tivemos outro contratempo, pois para um grupo de 6 pessoas nós só tínhamos o meu fogareiro. Isso não foi um problema, mas quando o grupo é grande o ideal é ter no mínimo um fogareiro para cada duas pessoas, ou fazer um jantar bem coletivo de uma panela só, se não acaba gerando fila. Para nós isso foi facilmente resolvido pois fizemos um almoço que deu para todos. Mais tarde resolvemos tirar fotos das estrelas, relaxar mais um pouco e depois ir pra cama. Como resultado da trilha a Lívia acabou com o pé cheio de bolhas, pois o tênis era muito novo e não fora amaciado direito, iria ser um problema para o dia seguinte. A dica aqui é sempre amacie o tênis muito bem antes de realizar uma trilha longa, assim diminui o atrito no pé e evita as bolhas. O Kleber e a Lívia não tinham levado nada para deitar, então para eles a noite foi um pouco mais dura pois dormiram apenas em cima do saco de dormir. É sempre bom levar pelo menos um isolante térmico para não deitar diretamente no chão. No dia seguinte acordamos as 6:00hs da manhã, mas o problema de ter apenas um fogareiro acabou por alongar demais o tempo do café da manhã e eu também acabei perdendo a noção do tempo no rio, fazendo com que fôssemos sair as 10:00hs da manhã. É sempre importante deixar todos os horários bem definidos com o grupo, pois ai todo mundo aproveita o dia e não atrasa ninguém. Por causa disso minha mãe acabou que entrou na água das sete quedas por 10 minutos apenas e a Lívia nem entrou, uma pena. A trilha final é bem puxada, são 7 quilômetros onde, metade é subindo o morro e o resto é por uma estrada de chão. Na subida a Gabi novamente passou mal e ficou pra trás comigo, foi preciso tomar outro buscopan e esperar um pouco, no meio do caminho ainda teve uma farpa imensa entrando em seu dedo e adivinhem, tinha na farmacinha álcool, anti-séptico, algodão, pinça, agulha e bandaid, tudo que precisamos para tirar qualquer farpa do dedo. Após ela melhorar ainda acabamos por alcançar a Lívia e o Kleber algumas vezes, pois devido as bolhas nos pés da Lívia ela andava com dificuldade, mas no final todos se encontraram na casinha da torre de celular. Dali para frente seriam mais 3 quilômetros de estrada de terra. Minha mãe emprestou um chinelo para a Lívia e ela conseguiu seguir a caminhada mais aliviada. Na torre liguei para os resgates nos pegar na rodovia e todos se superaram e chegaram bem as 12:40hs. Fomos agraciados pelo Célio com uma maravilhosa ducha e uma sauna para relaxar os músculos na pousada Refugio. Espero que esse relato ajude todos os trilheiros de primeira viajem a estarem mais preparados. Um grande abraço!
  2. @Extremos então, você conheceu lá nessa época de abril? Se sim, pode me dar mais infos?
  3. @poiuy Muito obrigado pelas informações! Já tinha visto o site parconazionale5terre.it com todas as trilhas em closed É triste ver essas coisas. Não sou muito fã de lugares com excesso de turistas, mas penso em abrir essa exceção para Cinque Terre se possível. Mas ainda estou pesquisando trilhas pela Itália ou França para abril, outras opções. Se souber de alguma, por favor me ajude. Muito obrigado!
  4. @Adriana T-Tresch Muito obrigado mais uma vez por compartilhar suas experiências. Na área de Cinque-Terre eu vi que a trilha é ligada no final com a VerdeAzzurro, já ouviu falar? Parece um caminho bem extinção que passa por Gênova e continua até não sei onde. Realmente, vi que há trechos fechados mesmo, acredito que se deve ao fato dos desastres ambientais causados pelas ultimas tempestades. Talvez reabram ano que vem, vamos torcer. Sobre acampar por lá, vi muitos relatos de pessoas que dormiram em sacos de dormir, mas não encontrei informações sobre as regras, mas vou continuar procurando. Com certeza Andaluza esta nos meu planos futuros! Muitíssimo obrigado pela dica! Neve é linda e perigosa, já passei uns perrengues também acampando na Patagônia, escolhi o saco de dormir errado, noites longas, rs. Mas depois que aprende na prática, nunca mais esquece... kkkk. Minha preocupação com o TMB é a espessura que a neve ainda terá por lá em abril, pois dependendo da quantidade de neve, ela pode esconder valas enormes, sem contar com deslizamentos por causa do degelo... Você me ajudou muito com suas dicas, muito obrigado mesmo! Uma ultima dúvida, se não for incomodo. Você disse que o trabalho viaja com você, seria muito perguntar qual é o seu trabalho?
  5. @Adriana T-Tresch muito legal! Olha, você esta certa nas suas conclusões, sou apaixonado pelas montanhas e meu desejo era o TMB, mas também sou apaixonado por trilhas longas pela natureza e não me limito a fazer apenas trilhas épicas de montanhas, pois sei que as partes mais baixas também tem lugares lindos. Poderia me contar mais sobre a sua experiência em Cinque Terre? Que tipo de trilha fez por lá? Autoguiada? Acampou ou ficou em hostels? Foi roots, ou não? Qual distância? Quantos dias? Pensei em traçar Cinque Terre ao contrário e depois seguir pela VerdeAzzurro toda até Gênova. E os Pirineus? Se tiver paciência de partilhar, eu te agradeço. Muito obrigado!
  6. @Adriana T-Tresch tudo bem? Fico extremamente grato pelas suas dicas. Sua resposta confirma mais ainda que nos alpes não se recomenda realizar trilhas longas. Uso muito o Wikiloc para pesquisar sobre trilhas pelo mundo e acabei encontrando lá a GR240, que achei muito interessante, sua dica foi sensacional, com certeza se não fizer ela em abril, vai estar na lista para ser feita depois. O que me deixou triste foi ver que ela é bem ao sul da Espanha, ficando muito longe da França, um destino que estaria no roteiro. Vou pesquisar sobre essa que me falou da Grécia ainda. Pensei também, como plano B, em fazer uma trilha pelo litoral norte da Itália, que fica mais próximo da fronteira com a França e não sofreria com a neve, pois não tem altitude, o que acha? Você conhece bem a Europa? Muito obrigado pelas dicas!
  7. Bom dia amigos mochileiros. Estou abrindo esse tópico para pedir uma ajuda para os que são trilheiros. Bem, estava com planos de ir realizar o trekking Tour du Mont Blanc, aquela trilha que você passa pela Itália, França e Suiça, dando a volta em uma das montanhas mais famosas da Europa, a Mont Blanc. Realizando varias pesquisas vi que pelo alpes no mês de Abril ainda há neve e parece que não é recomendado fazer trilhas nessa época do ano.. O problema é que eu só tenho Abril de férias. Devido a essa circunstância, peço a ajuda de quem conhece a Europa, principalmente a região dos alpes, para poder indicar se é possível realizar o Tour du Mont Blanc em abril. Se não, poderiam indicar algum trekking longo (de 80km para cima) para poder fazer na Itália, Suiça ou França em abril? Desde já conto com a ajuda dos mochileiros de plantão e ja deixo aqui meu profundo agradecimento! Muito obrigado!
  8. Olá! Poderia me dizer se é possivel realizar o trekking TMB no mês de abril?
  9. Legal cara, mas me tire uma duvida. Quanto é esse preço muito bom que você disse? Tem como detalhar melhor seu passeio x custos? Valeu!
  10. Boa tarde galera, Estou indo para Mara Rosa - Goiás e gostaria que vocês me indicasse onde ficar. Pode ser hotel, hostel, camping, o que for. Desde ja agradeço! Valeu!
  11. Se quiser ir de carona. Te digo que o movimento pela estrada permite cara. Vá na fé! Boas trips!
  12. Olá pessoal! Atualizando as informações sobre Terra Ronca. Fui la no dia 28 de outubro, e não esta muito diferente das outras postagens anteriores. O melhor caminho para se chegar ainda é por Posse, indo pra cidade de Guarani de Goiás, pois que resolver ir por São Domingos vai pegar muito mais estrada de chão, digo isso para aqueles que vem de Brasília. Falando em estrada, a estrada de chão não esta lá essas coisas e continua sendo recomendado carros altos e 4x4, a ponte continua caída e quem não quiser atravessar o rio com seu carro, existe um atalho antes que aumenta em mais 5km o trajeto, é só perguntar para os moradores locais que eles informam. Sobre as estadias. Pra que quer um conforto e tem dinheiro em caixa, as pousadas estão com diárias na faixa de 200 reais o quarto casal, 100 reais o solteiro e 80 reais o camping, isso incluindo café da manha, almoço e janta, é o caso da pousada Terra Ronca, que fica bem próxima a caverna Terra Ronca I, a porta de entrada para Terra Ronca. Pra quem é mais roots, tem o estaleiro Terra Ronca, que fica no povoado de São José, um pouco mais longe e a casa do Seu Ramiro que fica a alguns metros da caverna Terra Ronca I e II, no seu Ramiro o quarto custa 30 reais por pessoa e o camping 20, e tem chalé também, no Seu Ramiro é tudo bem simples, mas eu adorei ficar lá acampado e os guias são excelentes. Falando em guia, o preço esta 120 reais o dia para grupos de até cinco pessoas, se tiver mais eles cobram 20 reais de cada. A sugestão é ver se já tem marcado algum passeio com mais pessoas, que ai você só agrega no grupo e paga mais barato. Acho que é isso. Se quiser mais informações é só perguntar. Abraço galera!
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