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Amanda Sfair Gonçalves

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Sobre Amanda Sfair Gonçalves

  • Data de Nascimento 20-11-1988

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    Analista de Receitas

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  1. @beatriz madeira Que legal Beatriz! Fico feliz de poder ter te ajudado e aliviada que tenho gostado! haha 😍
  2. Oii.. eu estive em Belém faz um tempinho tive poucos dias mas pude aproveitar bastante. Se quiser, dá uma olhadinha aqui e qualquer dúvida é só perguntar!
  3. Fiquei completamente apaixonada pelas fotos dessa sua viagem. Você não conheceu nenhum lugar feio em 44 dias! haha Favoritei para no futuro abusar das suas sugestões!
  4. Quase nada atrasada, chego o terceiro dia! 3º Dia – 03/02/18 – Uyuni, o lugar mais lindo que meus olhos já viram! Acordamos descansados e bem humorados. Apesar da bagunça do dia anterior a viagem só estava começando o pensamento era "o que deu errado ontem foi ontem". Aproveitamos que estávamos em um hotel para tomar banho que seria escasso nos próximos dias. Fizemos o check-out e fomos procurar a agência Esmeralda Tour. Nem mesmo olhamos o preço de outras agências, seguimos as dicas e recomendações dos mochileiros por aquí, entramos e fechamos o pacote. Em eu verdade já tinha entrado em contato com eles aqui do Brasil então já sabíamos o preço e não quisemos arriscar achar algo mais barato, comprar e e nos arrependermos depois. Ainda na agência conhecemos a Fatou, uma francesa MARAVILHOSA que passou esses 4 dias conosco. Assim que acertamos a compra dos pacotes (800BOL por pessoa para os 3 dias com todas refeições inclusas + 50BOL para o transfer até o Atacama), deixamos as mochilas na agência mesmo e fomos tomar café no Snack Noris. As 10h30 depois de comprar água papel higiênico e bobagens para comer e darmos uma volta pelas redondezas da cidade voltamos para a agência onde conhecemos os outros três passageiros. Um casal de Noruegueses e um Sul-Coreano, os três excelentes companhias também. As 11h00 em ponto saímos para a primeira para da viagem, o já famoso Cemitério dos trens. É legal? Sim. É lotado? Muito. Todas as agências saem no mesmo horário e fica difícil sentir o abandono dos trens ou tirar uma foto sem que todos os demais turistas atrapalhem (provavelmente eles estejam reclamando de nós também). Ficamos uns 40 minutos lá e seguimos para a segunda parada o povoado de Colchani. Lá existe uma feira simples e um museu do Sal e banheiro, nossa parada foi rápida pois uma nuvem de chuva começava a nos seguir pelo céu e nosso destino importante era o próximo, o Salar. Entramos no Salar Alagado e eu não consigo encontrar palavras para descrever esse lugar. Sem dúvida nenhuma é um dos lugares mais lindos desse mundo inteirinho. Você não sabe para que lado olhar e quanto mais olha mais encantado fica. Sugiro levar um chinelo ou simplesmente tirar o calçado e sentir a água quente e salobra do Salar. É um a troca de energia absurda! Depois de alguns poucos km para dentro do Salar o nosso guia parou o carro e pudemos fica um bom tempo tentando entender a beleza surreal daquele lugar. Seguimos viagem até o símbolo do Dakar e ao Monumento das bandeiras, se você estava descalço coloque o calçado antes de descer, pisar na parte seca de sal ira certamente cortar/machucar o seu pé. Os dois lugares são bem próximos e ficam ao lado de onde todos os tours param para almoçar então é preciso um pouco de paciência para conseguir aquela foto que você estava imaginando. Almoçamos em uma grande estrutura toda feita de sal também anexa ao monumento Dakar e das bandeiras e quente como a porta do inferno haha. Depois do almoço voltamos para o carro, paramos novamente no meio do Salar para mais muitas fotos e muita gratidão pela experiência até que nosso motorista nos chamou pois precisávamos seguir caminho. Aqui o roteiro muda bastante do que acontece quando se está com o Salar Seco ou menos alagado do que o nosso. Com nos nos foi explicado ainda na agência, com ele alagado não é possível, por exemplo, chegar até a Isla del Pescado ou ficar até o pôr do Sol, isso porque é preciso pegar a estrada de terra e circundar todo o Salar. Há risco de ao atravessar o Salar alagado como estava a água salobra atingir o motor e causar pane no sistema nos deixando abandonados no meio do nada. Em alguns lugares o Salar estava realmente alagado com muitos centímetros de água, muito além do espelhor d'água que é o ideal. Nesse caminho alternativo levamos horas de carro mas não é um trajeto chato. O guia vai conversando as pessoas vão interagindo, a paisagem vai mudando e quando você vê chegou em um lugar absolutamente isolado para passar a noite. Nesse dia dividimos o quarto em 4 pessoas, eu o Vini a Fatou e o Chê o Coreano (esse não era o nome dele mas ele disse para chamar assim que era mais fácil). O casal de Noruegueses foram acomodados em um quarto. Aproveitamos o tempo livre para conversar e nos conhecermos melhor mas depois do jantar fomos todos dormir para aproveitar o dia seguinte. E os gastos (+-): Tour 3 dias duas noites + translado para o Chile: 1700 BOL Café da Manhã Snack Noris: 25 BOL Mercadinho: 20 BOL Total: 1745,00 BOL o casal || 872,50 BOL p/pessoa.
  5. @rodrigovix Eu fico é morrendo de orgulho de ver você por aqui, bem fã. @LF Brasilia Começou a tocar no rádio e eu não me aguentei, comecei a cantarolar e quando vimos estavamos os dois se sentindo no palco principal do Lollapalooza, só não rolou cantar a plenos pulmões porque o Vini estava dormindo haha @FelipeSC Bem vindo! Hoje sai mais um capítulo que tenho que aproveitar que estou empenhada para escrever o quanto antes. Já faz tempo e os detalhes vão se perdendo.
  6. 2º Dia – 02/02/18 – Se for pra ter zica que seja logo no começo! O segundo dia de nosso primeiro mochilão começou cedo, nosso vôo para Santa Cruz de La Sierra estava marcado para as 10h20 mas se tem uma coisa que eu tenho medo é perder avião então tomamos café bem cedinho e fomos para o aeroporto de Guarulhos. Lá acabamos comprando um cartão de internet internacional da Mysimtravel que funcionou muito bem durante toda a viagem (exceto nos desertos haha). Colocamos em um celular só mas quando estávamos nas cidades era possível rotiar (essa palavra existe?) para o outro aparelho e os dois funcionavam bem! O vôo saiu no horário e como nossas malas foram despachadas desde Curitiba fomos nós e a nossa fé de que a encontraríamos na Bolívia. Chegamos no horário e lá estavam nossas malas. (EU OUVI AMÉM?) Fomos para a fila da imigração que era longa porém rápida e lá encontramos o Diego um curitibano como nós que também usou dos relatos daqui para montar seu mochilão e por isso cruzamos com ele em inúmeras cidades. Ainda na fila da imigração ele perguntou se já tínhamos comprado nossa passagem de ônibus de Sucre para Uyuni. Não tínhamos e ele nos alertou que tinha visto que várias pessoas não conseguiam as passagens no mesmo dias e que por isso ele tinha comprado através do site https://www.ticketsbolivia.com . Passamos pela imigração sem grandes problema e enquanto aguardávamos o vôo de Santa Cruz para Sucre tentamos de inúmeras maneiras efetuar a compra da passagem rodoviária sem sucesso. Teríamos que continuar com o planejado, descer no aeroporto de Sucre e seguir para a rodoviária para comprar a passagem. Também no aeroporto fizemos o câmbio e comemos no subway até que nosso vôo fosse chamado. Os primeiros sinais da zica forte estava aparecendo. Nosso vôo estava marcado para 13h30 com chegada 14h30 em Sucre, mas só saiu de Santa Cruz depois das 15h00. Embarcamos pela pista em um avião de hélice bem pequeno e assustador haha. O vôo correu super bem e no desembarque no aeroporto nos despedimos pela primeira vez do Diego que, como já tinha a passagem comprada, não tinha tanta pressa de ir até a rodoviária como nós. De taxi fomos para a rodoviária que é a coisa mais confusa do universo haha. Para compra a passagem de Sucre para Uyuni você tem duas opções a agência 6 de Octubre e 11 de Julho. Entrando na rodoviária você vira a esquerda, vai até o final do corredor e em seguida vira a direita até o final do corredor novamente e chega na 6 de Octubre, chegamos lá e não havia passagem.. OK vamos na 11 de Julho, volta todo o caminho - a agência ficava na entrada da rodoviária - e para o desespero nosso... não havia passagem. Pronto, começou a zica! Os dois mochileiros de primeira viagem perdidos em Sucre, numa rodoviária bagunçadíssima e sem ter como chegar em Uyuni no tempo previsto. Aí você tem que respirar e se agilizar. Fomos até o balcão de informações e uma senhora muito simpática deu a dica, “comprem passagem para Potosí, é no meio do caminho e lá tem várias passagens por dia para Uyuni é provável (mas não certeza) que lá vocês consigam embarcar para Uyuni”. Não pensamos muito e arriscamos na dela, mandamos um whats para a Esmeraldatour, agência do passeio em Uyuni falando do acorrido e compramos a primeira passagem disponível. Eram19h00 quando embarcamos para Potosí. A viagem foi em um ônibus precário e fedido mas isso não importava, estavam apelando para todos os santos na reza brava e forte para conseguir chegar em Uyuni. Era o primeiro dia de viagem, uma mistura de desespero com excitação. só dava nós dois não bolivianos rindo de nervoso. Chegamos no terminal rodoviário de Potosí eram perto das 22h00, descemos correndo e fomos perguntar onde vendiam passagem para Uyuni. A funcionária também super solicita explicou que Potosí possui duas rodoviárias e que as saídas para Uyuni eram obviamente na outra (que dúvida haha!!) Essa segunda rodoviárias é chamada “ex-terminal” ela ainda nos disse deveríamos correr porque não sabia se naquela hora ainda haviam passagens e saídas para Uyuni. E lá fomos nós...seguindo nossa saga corremos (mesmo sem ar porque a altitude vem queimando) pegar um taxi e seguimos para o tal de ex-terminal. O taxista foi pouco otimista dizendo que essas horas já estaria fechada mas arriscamos mesmo assim para descobrir que ADIVINHEM? Ele estava certo. Passagens para Uyuni só as 06h00 com chegada prevista as 11h00. Nosso tour saia de Uyuni ás 11h00 o risco era gigante. Agora que passa a gente ri mas estávamos sozinhos na rodoviária fechada com um taxista que não sabia o que fazer com a gente. Sério o cara não queria deixar os dois abandonados lá mas também não sabia onde nos levar haha Do outro lado da rua tinha um hotelzinho de rodoviária que pensávamos ser nossa última parada nesse dia. Descemos do taxi e um pessoal de umas vans vieram falar conosco. Explicamos com a ajuda do taxista nossa situação e, percebendo nosso desespero e nossa cara de otários ofereceu nos levar para Uyuni naquele exato momento de van. O motorista disse q iria pela manhã mas que poderia ir agora conosco, desde que pagando singelos 400bol por pessoas. SIM 800 BOLIVIANOS era uma facada que não estávamos esperando mas tínhamos 2 opções: dormir em Potosí e arriscar tentar comprar a passagem para Uyuni no dia seguinte ou seguir com ele garantindo nossa chegada em Uyuni para o passeio no dia seguinte. Sem nenhuma chance de negociar os valores acabamos optando por aceitar sermos roubados e seguimos de van para Uyuni. O Vini dormiu logo no começo da viagem mas eu fiquei tão brava com o roubo e ao mesmo tempo tão excitada com tudo o que estava acontecendo que não conseguia dormir, (fora que entramos em uma Van de um desconhecido na frente da rodoviária as 23h00 e estávamos na confiança de que ele estava levando a gente para Uyuni e não para a morte haha). Mas, excluindo a extorsão o motorista era muito gente fina, trocamos várias idéias até cantamos Evidências UM HINO MUNDIAL ele em espanhol eu em português. Chegamos em Uyuni eram perto das 2h00 da manhã. O motorista não sabia onde nos deixar (o segundo desde que tínhamos chego na Bolívia haha) e nós também não sabíamos onde ir tão cedo, afinal a idéia era ir no Snack Noris depois de uma noite inteira de viagem mas por irmos de van chegamos muito mais cedo do que o previsto. Acabamos pegando uma diária no primeiro hotel que vimos, que não faço a menor idéia do nome, e encerramos o segundo dia de viagem. E os gastos (+-): Cartão de Internet para 1 mês: USD 50,00 Subway: 20 Bol Taxi para Rodoviária de Sucre: 15 Bol Passagem para Potosí: 40 Bol Taxi para o Ex-terminal: 15 Bol Van para Uyuni: 800 Bol Hotel Uyuni: 100 Bol Total: 990,00 BOL + 50,00 USD o casal || 495,00 BOL + 25,00 USD p/pessoa.
  7. 1º Dia – 01/02/18 – Vamos pegar o primeiro avião com destino a felicidade! O nosso primeiro vôo era saindo de Curitiba com destino a São Paulo pela Gol 20h17 com chegada prevista 21h20 e era só isso. Nesse dia só iriamos fazer o trecho de CWB para GRU. O vôo saiu e chegou no horário previsto tudo nos conformes. Quando fomos comprar as passagens percebemos que valia mais a pena pelo dormir 1 noite em SP mesmo que pagamento hospedagem e Uber do que pegar o vôo “direto” no dia seguinte. É legal para quem tem a liberdade de fazer essas adaptações no roteiro conferir se vale a pena também. Olhamos os preços na região para hospedagem levando principalmente em consideração a distância do aeroporto e fizemos uma reserva no Cumbipar King Hotel para um casal com banheiro privativo e com café da manhã por R$ 112,00. O hotel era um labirinto mas a cama era ótima o chuveiro também e o café da manhã simples, mas ok. O preço médio do Uber para o aeroporto de Guarulhos foi R$ 25,00 ida/volta. E os gastos (+-): Uber: R$50,00 Hospedagem R$ 112,00 Total: R$ 162,00 o casal || R$ 81,00 p/pessoa. (Nem todas as informações terão preço, mas sempre que tiver são os valores cheios, se for o preço por pessoa eu aviso! Como estava eu e meu esposo pode-se considerar que eu paguei 12,50 e ele 12,50 em cada trecho de deslocamento assim como R$ 56,00 por pessoa no hotel)
  8. Oiii @Cloris Macedo Eu levei dólar, troquei aqui no Brasil. Nesse ponto não fui muito preocupada, botei na cabeça que o trabalho de pegar uma cotação com poucos cents de diferença me daria mais stress do que vantagens financeiras. Essa despreocupação fez com que eu não anotace os valores dos cambios... então vai de cabeça aqui Na Bolívia troquei no Aeroporto de Santa Cruz a maior parte. (não leve euro, a cotação em Uyuni, por exemplo, era a mesma tanto para dolar quanto para euro) No Chile troquei em São Pedro do Atacama na Calle Toconao (cotação igual ou praticamente igual em todas as agencias) No Peru fizemos uma pequena troca na rodoviária de Tacna, outra em Arequipa e mais uma em Cusco. (cotações muito parecidas sempre) 1 Dolar> Real = 3,20 1 Dolar > Bolivianos = +-6,50 não lembro o valor exato mas a gente sempre pensava as coisas como "o dobro do real" então imagino que tenha sido perto disso haha 1 Dolar > Chinenos = 800 1 Dolar > Sol = 3,20 (1/1 no real, mas o dinheiro peruano vale mais vendo o custo das coisas) Eu Fiz o Vale de La Luna (super super super recomendo - te marco quando já estiver escrito sobre ele), mas não fiz o Chacaltaya.
  9. Vou começar dizendo que escrever relato do Clássico Bolívia Chile e Peru é muito difícil. A maioria de vocês aqui já leu relatos fantásticos e super detalhados e com fotos maravilhosas.( @rodrigovix não te conheço mas já te amo!) Muitas pessoas fazem esse mochilão então muita coisa acaba se repetindo. Mesmo assim, Olha eu na América do Sul dando a minha versão de como são 23 dias por essas bandas. ^.^ A preparação: A preparação dessa viagem começa lendo os roteiros postados por aqui (leia-se o Rodrigo é a melhor pessoa desse mundo) e todas as dicas possíveis que todos os demais mochileiros puderam nos dar. Depois vem a compra das malas, roupas, passagens e afins haha O que eu levei e não precisava: Para quem pretende ir durante o verão (também conhecida como a época de chuva!) mesmo para os passeios mais frios não é necessário luva e muitas camadas de roupa (calças e blusa segunda-pele foram e voltaram dobradas na mala). Pijama ou “roupa apenas para dormir” Tênis para passeio (se você for com essa botinhas padrão de mochilar o tênis é dispensável). Blusinha mais arrumadinha para sair a noite (aqui é muito particular, eu preferi sempre que possível dormir e descansar.. mas sou casada e fui com meu esposo.. se você é solteiro talvez queira levar uma roupa menos esportiva) Almofadas para o pescoço (aqui também é particular mas achei que ia ser útil para dormir nos ônibus, a mim mais atrapalhou do que ajudou e tinha que ficar carregando fora da mochila porque não cabia) O que esqueci e fez falta/tive que comprar: Desde o primeiro dia tenha contigo protetor solar e um estoque de remédio para estômago/intestino haha Uma mochila de ataque de tamanho considerável para não precisar ficar apertando todas as coisas (tem que caber uma garrafa de 1,5l de água e mais todas as suas coisas, pelo menos) Compras antes de ir: É muito pessoal saber o que precisa comprar, como foi meu primeiro mochilão tive que começar do zero, incluindo a compra da mochila e muitos passeios na Decatlon. O que comprei aqui e foi importante: Passagens ida e volta de avião Curitiba –SP – Santa Cruz Seguro viagem Pré-reserva (sem pagamento) de hospedagem em São Paulo na ida Pré-reserva (sem pagamento) do tour de 3 D – 2 N no Uyuni Entrada do Machu-Picchu O que comprei aqui e não precisava: Passeios no Atacama (reserva com pagamento de parte dos passeios antecipada) Hospedagem em Arequipa Hospedagem em Águas Calientes O que não comprei mas deveria/recomendo: Passagem de ônibus de Sucre-Uyuni No mais a dica é simples: quanto mais confortável melhor. Essa é uma viagem cansativa em muitos aspectos. É corrida, dorme-se em ônibus e em camas de qualidade duvidosa e a altitude pode te pegar a qualquer momento assim como a intoxicação alimentar haha Quanto mais confortável você puder estar maiores as chances de curtir tudo com a devida intensidade. O roteiro: Depois de muito ler os roteiros pesquisar e olhar infinitos instagram de viagem, ver preço de passagem e combinação com os dias de férias o roteiro final ficou o abaixo. Mesmo com os problemas que aconteceram durante a viagem seguimos esse roteiro ficando os dias exatos previstos em cada uma das cidades muito porque em algumas já tínhamos a reserva dos hotéis e não quisemos nos estressar com trocas ou mudanças em cima da hora. Espero que esse relato ajude os próximos viajantes, inspire os que estão com a viagem marcada e, se puder sirva de guia para algum detalhe de um próximo mochileiro assim como todos os relatos que li me ajudaram e inspiram e a montar o meu. Darei o meu melhor!
  10. Aeee!! Que delicia ver seu post aqui! Acabei de voltar da Bolívia Chile e Peru e só tenho a te agradecer por todo o seu empenho em nos ajudar! *gratidão!* Levei o seu realato impresso, com fotos e tudo para poder seguir seus passos! Aguardando ansiosa o relato, no insta já deu pra sentir um gostinho porque acompanhei todos os historys haha
  11. @muriloom Oi Murilo, Sobre segurança o tempo todo me senti muito bem. O único lugar mais tenso foi quando chegamos a noite em Bogotá, como ficamos na parte antiga da cidade as ruas são estreitas e mal iluminadas, então dava um pouco de receio, mas de dia, vimos que não era nada disso. Medellin é muito tranquila, Cartagena mais ainda. O mapa é turistico, metade da cidade tem para distribuir, no hostel/hotel que você ficar com certeza terá. Desculpe a demora pra te responder, espero que ainda dê tempo de ajudar! Boa viagem, aproveite!!
  12. Oi, @sirrosisca! Pelo que pesquisei são 4km até a base do rio + 1km aproximadamente até chegar perto da queda.. (a descida te deixa na parte baixa o rio mas longe do salto) Ou seja no total ida e volta dão aproximadametne 10km. Dizem também que até a base (os primeiros 4km) são mais tranquilos.. só esse final já lá em baixo que é pelas pedra que é mais difícil!
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