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Amanda Sfair Gonçalves

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Reputação

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Sobre Amanda Sfair Gonçalves

  • Data de Nascimento 20-11-1988

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    No Brasil: RS, SC, PR, SP, RJ, PA
    Nos EUA: Flórida
    América Central: Porto Rico, Sint Marteen/Saint Martin e Bahamas
    América do Sul: Colômbia, Bolívia, Chile e Peru
  • Meus Relatos de viagem
    Olha eu na Colômbia - https://bit.ly/2w577hJ
    Olha eu no Pará - https://bit.ly/2MF4MmM
    Olha eu em Prudentópolis - https://bit.ly/2MrYmYW
    Olha eu na América do Sul - https://bit.ly/2w02XY9
  • Ocupação
    Analista de Receitas

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  1. Quase nada atrasada, chego o terceiro dia! 3º Dia – 03/02/18 – Uyuni, o lugar mais lindo que meus olhos já viram! Acordamos descansados e bem humorados. Apesar da bagunça do dia anterior a viagem só estava começando o pensamento era "o que deu errado ontem foi ontem". Aproveitamos que estávamos em um hotel para tomar banho que seria escasso nos próximos dias. Fizemos o check-out e fomos procurar a agência Esmeralda Tour. Nem mesmo olhamos o preço de outras agências, seguimos as dicas e recomendações dos mochileiros por aquí, entramos e fechamos o pacote. Em eu verdade já tinha entrado em contato com eles aqui do Brasil então já sabíamos o preço e não quisemos arriscar achar algo mais barato, comprar e e nos arrependermos depois. Ainda na agência conhecemos a Fatou, uma francesa MARAVILHOSA que passou esses 4 dias conosco. Assim que acertamos a compra dos pacotes (800BOL por pessoa para os 3 dias com todas refeições inclusas + 50BOL para o transfer até o Atacama), deixamos as mochilas na agência mesmo e fomos tomar café no Snack Noris. As 10h30 depois de comprar água papel higiênico e bobagens para comer e darmos uma volta pelas redondezas da cidade voltamos para a agência onde conhecemos os outros três passageiros. Um casal de Noruegueses e um Sul-Coreano, os três excelentes companhias também. As 11h00 em ponto saímos para a primeira para da viagem, o já famoso Cemitério dos trens. É legal? Sim. É lotado? Muito. Todas as agências saem no mesmo horário e fica difícil sentir o abandono dos trens ou tirar uma foto sem que todos os demais turistas atrapalhem (provavelmente eles estejam reclamando de nós também). Ficamos uns 40 minutos lá e seguimos para a segunda parada o povoado de Colchani. Lá existe uma feira simples e um museu do Sal e banheiro, nossa parada foi rápida pois uma nuvem de chuva começava a nos seguir pelo céu e nosso destino importante era o próximo, o Salar. Entramos no Salar Alagado e eu não consigo encontrar palavras para descrever esse lugar. Sem dúvida nenhuma é um dos lugares mais lindos desse mundo inteirinho. Você não sabe para que lado olhar e quanto mais olha mais encantado fica. Sugiro levar um chinelo ou simplesmente tirar o calçado e sentir a água quente e salobra do Salar. É um a troca de energia absurda! Depois de alguns poucos km para dentro do Salar o nosso guia parou o carro e pudemos fica um bom tempo tentando entender a beleza surreal daquele lugar. Seguimos viagem até o símbolo do Dakar e ao Monumento das bandeiras, se você estava descalço coloque o calçado antes de descer, pisar na parte seca de sal ira certamente cortar/machucar o seu pé. Os dois lugares são bem próximos e ficam ao lado de onde todos os tours param para almoçar então é preciso um pouco de paciência para conseguir aquela foto que você estava imaginando. Almoçamos em uma grande estrutura toda feita de sal também anexa ao monumento Dakar e das bandeiras e quente como a porta do inferno haha. Depois do almoço voltamos para o carro, paramos novamente no meio do Salar para mais muitas fotos e muita gratidão pela experiência até que nosso motorista nos chamou pois precisávamos seguir caminho. Aqui o roteiro muda bastante do que acontece quando se está com o Salar Seco ou menos alagado do que o nosso. Com nos nos foi explicado ainda na agência, com ele alagado não é possível, por exemplo, chegar até a Isla del Pescado ou ficar até o pôr do Sol, isso porque é preciso pegar a estrada de terra e circundar todo o Salar. Há risco de ao atravessar o Salar alagado como estava a água salobra atingir o motor e causar pane no sistema nos deixando abandonados no meio do nada. Em alguns lugares o Salar estava realmente alagado com muitos centímetros de água, muito além do espelhor d'água que é o ideal. Nesse caminho alternativo levamos horas de carro mas não é um trajeto chato. O guia vai conversando as pessoas vão interagindo, a paisagem vai mudando e quando você vê chegou em um lugar absolutamente isolado para passar a noite. Nesse dia dividimos o quarto em 4 pessoas, eu o Vini a Fatou e o Chê o Coreano (esse não era o nome dele mas ele disse para chamar assim que era mais fácil). O casal de Noruegueses foram acomodados em um quarto. Aproveitamos o tempo livre para conversar e nos conhecermos melhor mas depois do jantar fomos todos dormir para aproveitar o dia seguinte. E os gastos (+-): Tour 3 dias duas noites + translado para o Chile: 1700 BOL Café da Manhã Snack Noris: 25 BOL Mercadinho: 20 BOL Total: 1745,00 BOL o casal || 872,50 BOL p/pessoa.
  2. @rodrigovix Eu fico é morrendo de orgulho de ver você por aqui, bem fã. @LF Brasilia Começou a tocar no rádio e eu não me aguentei, comecei a cantarolar e quando vimos estavamos os dois se sentindo no palco principal do Lollapalooza, só não rolou cantar a plenos pulmões porque o Vini estava dormindo haha @FelipeSC Bem vindo! Hoje sai mais um capítulo que tenho que aproveitar que estou empenhada para escrever o quanto antes. Já faz tempo e os detalhes vão se perdendo.
  3. 2º Dia – 02/02/18 – Se for pra ter zica que seja logo no começo! O segundo dia de nosso primeiro mochilão começou cedo, nosso vôo para Santa Cruz de La Sierra estava marcado para as 10h20 mas se tem uma coisa que eu tenho medo é perder avião então tomamos café bem cedinho e fomos para o aeroporto de Guarulhos. Lá acabamos comprando um cartão de internet internacional da Mysimtravel que funcionou muito bem durante toda a viagem (exceto nos desertos haha). Colocamos em um celular só mas quando estávamos nas cidades era possível rotiar (essa palavra existe?) para o outro aparelho e os dois funcionavam bem! O vôo saiu no horário e como nossas malas foram despachadas desde Curitiba fomos nós e a nossa fé de que a encontraríamos na Bolívia. Chegamos no horário e lá estavam nossas malas. (EU OUVI AMÉM?) Fomos para a fila da imigração que era longa porém rápida e lá encontramos o Diego um curitibano como nós que também usou dos relatos daqui para montar seu mochilão e por isso cruzamos com ele em inúmeras cidades. Ainda na fila da imigração ele perguntou se já tínhamos comprado nossa passagem de ônibus de Sucre para Uyuni. Não tínhamos e ele nos alertou que tinha visto que várias pessoas não conseguiam as passagens no mesmo dias e que por isso ele tinha comprado através do site https://www.ticketsbolivia.com . Passamos pela imigração sem grandes problema e enquanto aguardávamos o vôo de Santa Cruz para Sucre tentamos de inúmeras maneiras efetuar a compra da passagem rodoviária sem sucesso. Teríamos que continuar com o planejado, descer no aeroporto de Sucre e seguir para a rodoviária para comprar a passagem. Também no aeroporto fizemos o câmbio e comemos no subway até que nosso vôo fosse chamado. Os primeiros sinais da zica forte estava aparecendo. Nosso vôo estava marcado para 13h30 com chegada 14h30 em Sucre, mas só saiu de Santa Cruz depois das 15h00. Embarcamos pela pista em um avião de hélice bem pequeno e assustador haha. O vôo correu super bem e no desembarque no aeroporto nos despedimos pela primeira vez do Diego que, como já tinha a passagem comprada, não tinha tanta pressa de ir até a rodoviária como nós. De taxi fomos para a rodoviária que é a coisa mais confusa do universo haha. Para compra a passagem de Sucre para Uyuni você tem duas opções a agência 6 de Octubre e 11 de Julho. Entrando na rodoviária você vira a esquerda, vai até o final do corredor e em seguida vira a direita até o final do corredor novamente e chega na 6 de Octubre, chegamos lá e não havia passagem.. OK vamos na 11 de Julho, volta todo o caminho - a agência ficava na entrada da rodoviária - e para o desespero nosso... não havia passagem. Pronto, começou a zica! Os dois mochileiros de primeira viagem perdidos em Sucre, numa rodoviária bagunçadíssima e sem ter como chegar em Uyuni no tempo previsto. Aí você tem que respirar e se agilizar. Fomos até o balcão de informações e uma senhora muito simpática deu a dica, “comprem passagem para Potosí, é no meio do caminho e lá tem várias passagens por dia para Uyuni é provável (mas não certeza) que lá vocês consigam embarcar para Uyuni”. Não pensamos muito e arriscamos na dela, mandamos um whats para a Esmeraldatour, agência do passeio em Uyuni falando do acorrido e compramos a primeira passagem disponível. Eram19h00 quando embarcamos para Potosí. A viagem foi em um ônibus precário e fedido mas isso não importava, estavam apelando para todos os santos na reza brava e forte para conseguir chegar em Uyuni. Era o primeiro dia de viagem, uma mistura de desespero com excitação. só dava nós dois não bolivianos rindo de nervoso. Chegamos no terminal rodoviário de Potosí eram perto das 22h00, descemos correndo e fomos perguntar onde vendiam passagem para Uyuni. A funcionária também super solicita explicou que Potosí possui duas rodoviárias e que as saídas para Uyuni eram obviamente na outra (que dúvida haha!!) Essa segunda rodoviárias é chamada “ex-terminal” ela ainda nos disse deveríamos correr porque não sabia se naquela hora ainda haviam passagens e saídas para Uyuni. E lá fomos nós...seguindo nossa saga corremos (mesmo sem ar porque a altitude vem queimando) pegar um taxi e seguimos para o tal de ex-terminal. O taxista foi pouco otimista dizendo que essas horas já estaria fechada mas arriscamos mesmo assim para descobrir que ADIVINHEM? Ele estava certo. Passagens para Uyuni só as 06h00 com chegada prevista as 11h00. Nosso tour saia de Uyuni ás 11h00 o risco era gigante. Agora que passa a gente ri mas estávamos sozinhos na rodoviária fechada com um taxista que não sabia o que fazer com a gente. Sério o cara não queria deixar os dois abandonados lá mas também não sabia onde nos levar haha Do outro lado da rua tinha um hotelzinho de rodoviária que pensávamos ser nossa última parada nesse dia. Descemos do taxi e um pessoal de umas vans vieram falar conosco. Explicamos com a ajuda do taxista nossa situação e, percebendo nosso desespero e nossa cara de otários ofereceu nos levar para Uyuni naquele exato momento de van. O motorista disse q iria pela manhã mas que poderia ir agora conosco, desde que pagando singelos 400bol por pessoas. SIM 800 BOLIVIANOS era uma facada que não estávamos esperando mas tínhamos 2 opções: dormir em Potosí e arriscar tentar comprar a passagem para Uyuni no dia seguinte ou seguir com ele garantindo nossa chegada em Uyuni para o passeio no dia seguinte. Sem nenhuma chance de negociar os valores acabamos optando por aceitar sermos roubados e seguimos de van para Uyuni. O Vini dormiu logo no começo da viagem mas eu fiquei tão brava com o roubo e ao mesmo tempo tão excitada com tudo o que estava acontecendo que não conseguia dormir, (fora que entramos em uma Van de um desconhecido na frente da rodoviária as 23h00 e estávamos na confiança de que ele estava levando a gente para Uyuni e não para a morte haha). Mas, excluindo a extorsão o motorista era muito gente fina, trocamos várias idéias até cantamos Evidências UM HINO MUNDIAL ele em espanhol eu em português. Chegamos em Uyuni eram perto das 2h00 da manhã. O motorista não sabia onde nos deixar (o segundo desde que tínhamos chego na Bolívia haha) e nós também não sabíamos onde ir tão cedo, afinal a idéia era ir no Snack Noris depois de uma noite inteira de viagem mas por irmos de van chegamos muito mais cedo do que o previsto. Acabamos pegando uma diária no primeiro hotel que vimos, que não faço a menor idéia do nome, e encerramos o segundo dia de viagem. E os gastos (+-): Cartão de Internet para 1 mês: USD 50,00 Subway: 20 Bol Taxi para Rodoviária de Sucre: 15 Bol Passagem para Potosí: 40 Bol Taxi para o Ex-terminal: 15 Bol Van para Uyuni: 800 Bol Hotel Uyuni: 100 Bol Total: 990,00 BOL + 50,00 USD o casal || 495,00 BOL + 25,00 USD p/pessoa.
  4. 1º Dia – 01/02/18 – Vamos pegar o primeiro avião com destino a felicidade! O nosso primeiro vôo era saindo de Curitiba com destino a São Paulo pela Gol 20h17 com chegada prevista 21h20 e era só isso. Nesse dia só iriamos fazer o trecho de CWB para GRU. O vôo saiu e chegou no horário previsto tudo nos conformes. Quando fomos comprar as passagens percebemos que valia mais a pena pelo dormir 1 noite em SP mesmo que pagamento hospedagem e Uber do que pegar o vôo “direto” no dia seguinte. É legal para quem tem a liberdade de fazer essas adaptações no roteiro conferir se vale a pena também. Olhamos os preços na região para hospedagem levando principalmente em consideração a distância do aeroporto e fizemos uma reserva no Cumbipar King Hotel para um casal com banheiro privativo e com café da manhã por R$ 112,00. O hotel era um labirinto mas a cama era ótima o chuveiro também e o café da manhã simples, mas ok. O preço médio do Uber para o aeroporto de Guarulhos foi R$ 25,00 ida/volta. E os gastos (+-): Uber: R$50,00 Hospedagem R$ 112,00 Total: R$ 162,00 o casal || R$ 81,00 p/pessoa. (Nem todas as informações terão preço, mas sempre que tiver são os valores cheios, se for o preço por pessoa eu aviso! Como estava eu e meu esposo pode-se considerar que eu paguei 12,50 e ele 12,50 em cada trecho de deslocamento assim como R$ 56,00 por pessoa no hotel)
  5. Oiii @Cloris Macedo Eu levei dólar, troquei aqui no Brasil. Nesse ponto não fui muito preocupada, botei na cabeça que o trabalho de pegar uma cotação com poucos cents de diferença me daria mais stress do que vantagens financeiras. Essa despreocupação fez com que eu não anotace os valores dos cambios... então vai de cabeça aqui Na Bolívia troquei no Aeroporto de Santa Cruz a maior parte. (não leve euro, a cotação em Uyuni, por exemplo, era a mesma tanto para dolar quanto para euro) No Chile troquei em São Pedro do Atacama na Calle Toconao (cotação igual ou praticamente igual em todas as agencias) No Peru fizemos uma pequena troca na rodoviária de Tacna, outra em Arequipa e mais uma em Cusco. (cotações muito parecidas sempre) 1 Dolar> Real = 3,20 1 Dolar > Bolivianos = +-6,50 não lembro o valor exato mas a gente sempre pensava as coisas como "o dobro do real" então imagino que tenha sido perto disso haha 1 Dolar > Chinenos = 800 1 Dolar > Sol = 3,20 (1/1 no real, mas o dinheiro peruano vale mais vendo o custo das coisas) Eu Fiz o Vale de La Luna (super super super recomendo - te marco quando já estiver escrito sobre ele), mas não fiz o Chacaltaya.
  6. Vou começar dizendo que escrever relato do Clássico Bolívia Chile e Peru é muito difícil. A maioria de vocês aqui já leu relatos fantásticos e super detalhados e com fotos maravilhosas.( @rodrigovix não te conheço mas já te amo!) Muitas pessoas fazem esse mochilão então muita coisa acaba se repetindo. Mesmo assim, Olha eu na América do Sul dando a minha versão de como são 23 dias por essas bandas. ^.^ A preparação: A preparação dessa viagem começa lendo os roteiros postados por aqui (leia-se o Rodrigo é a melhor pessoa desse mundo) e todas as dicas possíveis que todos os demais mochileiros puderam nos dar. Depois vem a compra das malas, roupas, passagens e afins haha O que eu levei e não precisava: Para quem pretende ir durante o verão (também conhecida como a época de chuva!) mesmo para os passeios mais frios não é necessário luva e muitas camadas de roupa (calças e blusa segunda-pele foram e voltaram dobradas na mala). Pijama ou “roupa apenas para dormir” Tênis para passeio (se você for com essa botinhas padrão de mochilar o tênis é dispensável). Blusinha mais arrumadinha para sair a noite (aqui é muito particular, eu preferi sempre que possível dormir e descansar.. mas sou casada e fui com meu esposo.. se você é solteiro talvez queira levar uma roupa menos esportiva) Almofadas para o pescoço (aqui também é particular mas achei que ia ser útil para dormir nos ônibus, a mim mais atrapalhou do que ajudou e tinha que ficar carregando fora da mochila porque não cabia) O que esqueci e fez falta/tive que comprar: Desde o primeiro dia tenha contigo protetor solar e um estoque de remédio para estômago/intestino haha Uma mochila de ataque de tamanho considerável para não precisar ficar apertando todas as coisas (tem que caber uma garrafa de 1,5l de água e mais todas as suas coisas, pelo menos) Compras antes de ir: É muito pessoal saber o que precisa comprar, como foi meu primeiro mochilão tive que começar do zero, incluindo a compra da mochila e muitos passeios na Decatlon. O que comprei aqui e foi importante: Passagens ida e volta de avião Curitiba –SP – Santa Cruz Seguro viagem Pré-reserva (sem pagamento) de hospedagem em São Paulo na ida Pré-reserva (sem pagamento) do tour de 3 D – 2 N no Uyuni Entrada do Machu-Picchu O que comprei aqui e não precisava: Passeios no Atacama (reserva com pagamento de parte dos passeios antecipada) Hospedagem em Arequipa Hospedagem em Águas Calientes O que não comprei mas deveria/recomendo: Passagem de ônibus de Sucre-Uyuni No mais a dica é simples: quanto mais confortável melhor. Essa é uma viagem cansativa em muitos aspectos. É corrida, dorme-se em ônibus e em camas de qualidade duvidosa e a altitude pode te pegar a qualquer momento assim como a intoxicação alimentar haha Quanto mais confortável você puder estar maiores as chances de curtir tudo com a devida intensidade. O roteiro: Depois de muito ler os roteiros pesquisar e olhar infinitos instagram de viagem, ver preço de passagem e combinação com os dias de férias o roteiro final ficou o abaixo. Mesmo com os problemas que aconteceram durante a viagem seguimos esse roteiro ficando os dias exatos previstos em cada uma das cidades muito porque em algumas já tínhamos a reserva dos hotéis e não quisemos nos estressar com trocas ou mudanças em cima da hora. Espero que esse relato ajude os próximos viajantes, inspire os que estão com a viagem marcada e, se puder sirva de guia para algum detalhe de um próximo mochileiro assim como todos os relatos que li me ajudaram e inspiram e a montar o meu. Darei o meu melhor!
  7. Aeee!! Que delicia ver seu post aqui! Acabei de voltar da Bolívia Chile e Peru e só tenho a te agradecer por todo o seu empenho em nos ajudar! *gratidão!* Levei o seu realato impresso, com fotos e tudo para poder seguir seus passos! Aguardando ansiosa o relato, no insta já deu pra sentir um gostinho porque acompanhei todos os historys haha
  8. @muriloom Oi Murilo, Sobre segurança o tempo todo me senti muito bem. O único lugar mais tenso foi quando chegamos a noite em Bogotá, como ficamos na parte antiga da cidade as ruas são estreitas e mal iluminadas, então dava um pouco de receio, mas de dia, vimos que não era nada disso. Medellin é muito tranquila, Cartagena mais ainda. O mapa é turistico, metade da cidade tem para distribuir, no hostel/hotel que você ficar com certeza terá. Desculpe a demora pra te responder, espero que ainda dê tempo de ajudar! Boa viagem, aproveite!!
  9. Oi, @sirrosisca! Pelo que pesquisei são 4km até a base do rio + 1km aproximadamente até chegar perto da queda.. (a descida te deixa na parte baixa o rio mas longe do salto) Ou seja no total ida e volta dão aproximadametne 10km. Dizem também que até a base (os primeiros 4km) são mais tranquilos.. só esse final já lá em baixo que é pelas pedra que é mais difícil!
  10. Olar pessoal, venho aqui de novo trazer algumas dicas de viagem. Como sempre meus relatos não são os mais detalhados e maravilhosos que vocês vão encontrar por aqui, mas informações nunca é demais! Como temos poucos textos sobre Prudentópolis no Mochileiros achei bacana relatar, então vamos lá! O feriado de N. S. Aparecida estava chegando e a grana curta não estava permitindo uma viagem muito longa, então eu e meu marido decidimos conhecer Prudentópolis, a terra das cachoieras gigantes no interior do Paraná. 1º Dia - 1ª Parada Recanto Rickli e Salto Manduri. A cidade de Prudentópolis fica perto da Capital, são 200km em estrada pedagiada e é muito tranqüila e bem cuidada, mas com poucos km de pista dupla.(são 3 pedágios no caminho totalizando R$ 32,50) Saímos de Curitiba cedinho, e perto das 9h00 da manhã já chegávamos na cidade. Como a reserva no hotel (Mayná) tinha check-in apenas ás 12h00 nem paramos fomos direto para a primeira cachoeira. Foram 12km do centro da cidade sendo 8,5km em estrada asfaltada e 3,5km em estrada de chão. Sobre as estrada, um comentário a parte. Tínhamos muito medo da estrada ser ruim, nosso carro é ótimo, mas não é um 4x4. Porém todos os trechos de estrada de chão que pegamos na viagem inteira estava ótimos (para estrada de terra). Há bastante cascalho na pista então creio que mesmo com chuva a estrada não fique escorregadia. A informação que recebemos é de que a prefeitura esta investindo e que pretende melhorar ainda mais os acessos com mais asfaltamento e pedra irregular. Então não se preocupem quanto a isso.. vão na fé! A estrada também é bem sinalizada, então não tem erro de se perder (e se precisar o GPS de celular te leva certinho em todos os lugares!) Chegamos no Recanto Rickli e havia 1 único funcionário. Sinceramente, se não tivéssemos perguntado se tinha taxa de entrada provavelmente ele não teria nos cobrado. Foram R$ 5,00 por pessoa. Ainda compramos 2 garrafinhas de água por R$ 2,00 cada. O recando possui piscina (suja e desativada) e uma área com churrasqueiras onde havia 1 família. Andando uns 50 metros de onde estacionamos o carro já chegamos na vista para cachoeira; o Salto Manduri. Não existe acesso para a água, é uma queda só contemplativa mas já vai dando uma idéia do que teríamos para os próximos dias. São 100 metros de largura e 34 metros de altura! Ficamos lá um tempinho andando e tentando achar qual o lugar mais próximo da queda d´água que conseguiríamos ir. Tiramos mais algumas foto e seguimos para a segunda parada do dia! Ahhhhhhhh.. em todo o tempo que ficamos lá só encontramos com essa família que estava se organizando para fazer um churrasco e creio que iriam passar o dia inteiro lá, mas na área de cachoeira só estávamos eu e meu esposo. 1º Dia - 2ª Parada Salto Barão do Rio Branco. Nessa mesma estrada de terra, 1 km pra frente do Recanto Rickli fica o Salto Barão do Rio Branco. Essa é a cachoeira com maior volume de água da região e possui 64 metros de queda, por isso lá havia sido instalada uma pequena usina hidroelétrica que atualmente está desativada. O salto fica em uma propriedade privada, mas não encontramos ninguém cobrando entrada para a visitação. Com a existência da hidroelétrica o acesso para o salto é muito tranqüilo. De onde estacionamos o carro já vemos a escadaria que leva até a base da cachoeira. Segundo o que encontrei na internet são 478 degraus, eu contei 456, mas posso ter me perdido! A escada é de ferro e me pareceu bastante firme em quase toda sua totalidade, há uma parte apenas que está solta mas nada que nos impediria de chegar até a base. Depois de descer a escadaria chegamos na hidrelétrica, caminhando pelas pedras na beira do rio fomos o mais perto que conseguimos da queda d’água. Existem placas informando que o rio chega até 40 metros de profundidade e a correnteza é forte por ali, não fomos bobos de tentar tomar banho de rio não! Haha Ficamos um bom tempo tomando aquela “chuva” da cachoeira e decidimos encarar a subida das escadas. Em todo o tempo que ficamos lá em baixo só havia mais um casal com duas crianças, e enquanto subíamos cruzamos com 4 pessoas que estavam descendo. Super tranquilo para poder aproveitar a paisagem. Chegando lá em cima vimos um homem seguindo por outro caminho e decidimos seguir.. tava com cara de ser uma outra trilha haha. O caminho dava para o mirante na parte alta da queda. Lá, há uma grade de proteção que impede de nos aproximarmos muito do salto, obviamente por segurança. Depois de mais um tempo e mais muitas fotos pegamos a estrada e voltamos para a cidade para fazer check-in no hotel. O Mayná fica bem no centro de Prudentópolis e de super fácil acesso para a saída da cidade que nos leva para as cachoeiras. Na cidade pelo que encontrei na internet possui 4 hotéis. Não sei como são os outros mas pagamos 140 reais por dia para um quarto de casal com café da manhã incluso. Preço justo. O colchão e o chuveiro eram ótimos, os recepcionistas muito solícitos, estacionamento gratuito e um café da manhã bem bonzinho! Nesse dia não saímos para almoçar. Na noite anterior preparei 6 sanduiches de atum, maionese e milho para levarmos, como não sabia a condição das estradas de terra achei melhor estar preparada com uma comidinha – gordo tá sempre preocupado com comida haha - Almoçamos 2 sanduíches cada um com as bebidas que também trouxemos na viagem. 1º Dia - 3ª Parada Salto São Francisco. Ainda no primeiro dia nos programamos para ir no Salto São Francisco. Esse é o mais distante de todos e também o maior e mais famoso. Em teoria seriam 50km de estrada, sendo 35km em entrada de chão. O que a gente não previa, entretanto, é que com o aniversário da N. S. Aparecida a estrada estaria fechada para as festas em homenagem a santa. Haviam 2 caminhões atravessados na pista impedindo que seguíssemos pela estrada de acesso. Perguntamos para as pessoas que estavam lá na festa como faríamos para ir para o cachoeira e nos falaram “lá por cima”. Na nossa cabeça “lá por cima” era via Guarapuava, a cidade vizinha que também tem estrada para o Salto. Colocamos no GPS e de 50km o caminho dobrava para 108km, mas o tempo alterava em pouco mais de 20 minutos pois seriam muito menos km em estrada de terra. Não pensamos duas vezes e pegamos a estrada. Depois, descobrimos que “lá por cima” era menos de 1km de distância de onde estávamos.. um desvio de nada, enfim.. acontece! Chegamos na entrada do Salto eram 16h00. E aqui já sentimos a diferença em função da popularidade dessa queda. Haviam muitos carros, vários com som alto e um pessoal bebendo, fazendo festa mesmo. A trilha da área do estacionamento até o mirante do salto é bem demarcada e bem estruturada, são não mais que 500 metros de distância quase sem desnível. De lá sai outra trilha de também uns 500 metros e também sem desnível para a beirada do Salto de onde pode ser feito Rapel (não cheguei a perguntar o valor). Seguindo mais um pouquinho essa trilha, talvez uns 200 metros chegamos a mais um salto: o Salto dos Cavalheiros, aqui sentamos e finalmente molhamos o pé na água. Esse salto deve ter uns 15 ou 20 metros mais ou menos. O local estava cheio de gente, barulho, bebida alcoólica e várias pessoas fumando.. estragava um pouco o clima, tinha um grupo inclusive com um narguilé haha. Entendam que não sou uma pessoa chata, gosto de um fervo, mas não era o que estávamos buscando nesse feriado com um passeio nas cachoeiras. Existe uma trilha que vai até a base do Salto São Francisco, são 8km em nível médio-difícil. A recomendação é não descer depois das 14h00 para que dê tempo de subir ainda com a luz do dia. Também é solicitado que, antes de descer informem na entrada do parque para que, havendo necessidade, sejam feitos os resgates. Essa descida não estava nos nossos planos e, de qualquer forma não daria tempo de fazer naquele dia. Tiramos mais alguma fotos e voltamos para a área de estacionamento. Compramos 1 Coca e 1 Gatorade na lanchonete por R$ 9,00 e foi ali que nos explicaram que daria para vir pela estrada de Prudentópolis e então voltamos por lá. Na volta, ficamos atentos para encontrar o Mirante dos Saltos Gêmeos, (Salto Barra Grande e Salto Fazenda Velha) para esses dois saltos não existe trilha ou estrada para chegar. Pelo que pesquisei dá para ir de Motocross.. e leva 10 horas entre ida e volta. Encontramos o "mirante" mas vou falar para vocês que essa vista é BEEEEEEEEEEEEEEEEM de longe. Tem que se esforçar para conseguir ver as duas cacheiras lado a lado, tanto que nem fotografei. Chegamos no hotel perto das 19h00 tomamos banho, comemos o ultimo sanduiche que eu havia feito e não saímos mais. O dia foi longo e no dia seguinte teríamos varias outras trilhas para fazer! Saldo do dia valores para 2 pessoas. Pedágios: R$ 32,50 Rickli: R$ 10,00 Bebidas: R$ 13,00 Hospedagem: R$ 420,00 (3 diárias) Total: R$ 475,50 2º Dia - 1ª Parada Salto São Sebastião. Acordamos cedo, tomamos café da manhã e um Dorflex pras pernas (hahaha sedentários!) e fomos para a primeira cachoeira do dia, o Salto São Sebastião. Ele fica a 30km do hotel, sendo 15km em entrada de chão. Essa estrada, assim como as duas que pegamos ontem também é muito boa e bem sinalizada. Também em propriedade privada, essa trilha dá vista para duas cachoeiras, a São Sebastião e a Mlot. As quedas ficam uma de frente para a outra, literalmente. Há uma trilha que desce até a base das cachoeiras mas não fizemos. O dono do local falou que ela estava muito lisa em função das chuvas e que ele, particularmente, não recomendava a descida. A gente tinha a intensão de descer nessa mas não somos o tipo de pessoas que nos arriscaríamos e se o dono do lugar diz que é melhor não, a gente escuta! Além dessa trilha para a base existem mais três trilhas, uma que leva para uma área tranqüila do rio, boa para banho, uma segunda trilha que leva para uma gruta e uma cachoeira menor, que também possui espaço para banho e a terceira trilha que leva para o topo da cachoeira. Conhecemos os 3 lugares e optamos por entrar na água na terceira, na cabeceira do São Sebastião. Ali o chão tem mais pedras deixando a água menos barrenta. A maior parte do tempo estávamos só eu e o Vini, depois apareceram mais 2 casais. Como a nossa intensão era fazer a trilha e acabamos não fazendo ficamos bastante tempo curtindo o banho de rio. Na volta compramos 2 águas (3 reais cada), pagamos a entrada (10 cada) e seguimos para o próximo destino, mas não sem antes de pegar mais uma trilhazinha para ir até o mirante do São Sebastião e vermos a cachoeira de frente! 2º Dia - 2ª Parada Recanto Perehouski. Seguindo na mesma estrada de chão no sentido Prudentópolis em 5km paramos no Recanto Perehouski para almoçar. Diferente do Rickli o Perehouski estava impecavelmente bem cuidado. O atendimento era de uma simpatia sem fim, e a comida maravilhosa. A região de Prudentópolis é de colônia Ucraniana então tivemos um almoço típico e caseiro! É importante ligar e reservar o almoço pois eles fazem sob demanda. Nós não ligamos e tivemos sorte, por ser feriado eles estava servindo e puderam nos atender. Além do almoço (que vou falar de novo, tava ótimo!) o recanto possui uma trilha circular tem várias quedas D’águas propícias para o banho, o trajeto todo tem um pouco menos de 1km. A entrada é de R$ 10,00 e o almoço é R$ 25,00, com bebidas a parte por R$ 5,00 a lata. Ficamos lá cerca de duas horas mas logo depois do almoço saímos para a terceira parada do dia! Ahhh, para que interessar lá existe área de camping! 2º Dia - 3ª Parada RPPN Ninho do Corvo. A RPNN Ninho do Corvo é uma propriedade que faz divisa com o Recanto Perehouski, a entrada de uma para a outra dista menos que meio km. No Ninho do Corvo são oferecidas atividades de turismo de aventura. Optamos pelo pacote completo com Tirolesa seca com 170 metros de extensão (realizada duas vezes) a Rapelesa um rapel de 70 metros sobre o Cânion Barra Bonita e a Cachoeira da Divisa e a Corvolesa, uma tirolesa de velocidade controlada feita dentro do Cânion com banho de cachoeira na decida e que termina com uma bundada daquelas na água haha Para essa atividade deixamos a câmera no carro e como ainda não compre uma Gopro =( não tenho registro pois não tinha como levar a câmera só para metade do trajeto para não molhar no final. Ao meu ver Ninho do Corvo é a propriedade privada mais bem estruturada das que visitamos, o pacote com as três atividades ficou R$ 180,00 por pessoa e do início até a volta (que é feita por uma trilha de nível fácil, com não mais que 1 km) dura aproximadamente 2 horas. A experiência é incrível, e super segura, recomendo! Ainda demos sorte de conhecer uma família sensacional que estava hospedada no Ninho do Corvo e que fez as atividades conosco, que já fariam valer o passeio! Do Ninho do Corvo voltamos para Prudentópolis. Paramos em um posto de gasolina e compramos besteiras para comer (tipo amendoim e sorvete) e voltamos para o hotel. Não sei se era o cansaço ou o que mas não estávamos com fome então só beliscamos esses salgadinhos e fomos dormir. Saldo do dia valores para 2 pessoas. São Sebastião: R$ 26,00 (2 entradas + 2 águas) Perehouski: R$ 85,00 (2 entradas + 2 almoços + 3 bebidas) Ninho do Corvo: R$ 360,00 (2 circuitos completos com as três atividades) Besteiras posto: R$ 23,00 Total: R$ 494,00 3º Dia - 1ª Parada Mirante Salto São João. Acordamos no terceiro dia com mais dores na panturrilha e mais vontade de conhecer cachoeiras! A primeira parada nesse dia foi no Mirante Salto São João. Aqui é o lugar onde a prefeitura está investindo mais, (ou primeiro). Está sendo montado uma estrutura digna de Foz do Iguaçu (dada obviamente as proporções) uma grande entrada, com estacionamento com vagas preferenciais, uma lanchonete e loja de conveniência, banheiros e um auditório para palestras. A trilha para o mirante é super curta, tem em torno de 100 metros e é toda feita em passarela elevada, novinha. Linda de se ver. Os funcionários que estavam lá, e me perdoem eu não lembrar os nomes, nos explicaram que está sendo concluído o acesso até a parte de cima do Salto São João, (inclusive que vai ser um a trilha com acessibilidade para cadeirantes e larga o suficiente para passar uma ambulância) e que nos próximos 1 ou 2 meses já deve estar pronta. Achei sensacional esse cuidado e atenção para tornar os atrativos acessíveis! Falaram também que existe um projeto que está sendo terminado para também ser feita uma trilha de passarela até a parte baixa do salto, permitindo a entrada na água. Eles nos explicaram que, até pouco tempo o acessa a parte de cima do salto São João era feita por uma propriedade privada, mas que a queda não faz parte dessa propriedade, nos contaram que o IAP proibiu a exploração por essa fazenda particular pois eles estavam cobrando entrada e que, no projeto inicial, a trilha se iniciaria ali no mirante e sairia por essa propriedade mas que o dono não gostou, queria continuar com a entrada e como quem muito quer nada tem ficou sem nada. As trilhas serão ida e volta e não mais circulares e não permitirão que ele explore o turismo na propriedade dele com uma lanchonete, por exemplo. Mas enfim, a questão é que, com a proibição do IAP não era permito chegar até o salto então tivemos que nos contentar com o Mirante, que tem uma vista maravilhosa, diga-se de passagem! Talvez essa seja a cachoeira mais bonita de todas, por sinal pena não estar tudo pronto ainda. Por indicação dos funcionários pegamos uma estrada de terra secundária para chegarmos ao Salto Sete, a ultima cachoeira que visitamos! 3º Dia - 2ª Parada Salto Sete Rodamos 10km e chegamos a propriedade Salto Sete. Lá também é propriedade privada e cobram 10 reais de entrada. A trilha, com 1 km leva até a parte alta da queda. Nessa local também pode-se praticar rapel. (Não perguntamos o preço) Atravessando o rio e seguimos pela continuação de trilha, com mais 1 km que leva até a base da cachoeira onde existe um fosso para mergulho. O salto possui 77 metros de queda livre, então a trilha é puxadinha e íngreme, mas nada impossível de ser feita. Descemos e quando chegamos fomos surpreendidos com um visual sensacional! Novamente demos muita sorte pois encontramos pessoas na trilha mas lá em baixo não havia ninguém, a cachoeira era todinha nossa! Ficamos um bom tempo lá curtindo o visual, tomando sol na pedra e nos refrescando na água do salto e só quando as nuvens começaram a dar sinal de chuva no céu foi que decidimos encarar a subida. Lá estávamos nós, talvez a 5 minutos na trilha quando uma vespa (?) amarela horrível e sedenta de sangue me picou no joelho esquerdo, por cima da calça. A dor meus amigos, é insuportável.. aí o que que a espertona aqui fez? Bateu na vespa (?) que saiu de uma perna e fincou na outra hahaha é muito azar não? Dizem que assim como as abelhas as vespas - se é que aquele monstro horrível (hahahaha) era um vespa -morrem depois que picam alguém pois o ferrão fica na pessoa. Acho que, do jeito que eu bati nela e do jeito que sou sortuda consegui fazer com que o ferrão não soltasse e desse tempo de ela me ferroar uma segunda vez! Cara, queima até alma, e eu sou uma pessoa meio urbana demais para essas coisas. Já rola um medo do veneno ir por coração e eu morrer, do veneno maligno mutante mortal.. Enfim, meu marido, que sempre ia na frente na trilha fez com que eu passasse na frente e fosse ditando o ritmo da subida, porque afinal não tinha muito o que fazer. Era subir com dor, ou ficar ali com dor também. Dei uma chorada no caminho mas sobrevivi haha. Não bom o bastante, nos talvez últimos 10 metros de trilha apareceu uma cobra, que jamais saberemos se era verdadeira ou falsa coral. Mas é aquilo, 3 dias de trilha e nenhum tombo? Tinha que pelo menos ter uma picada de bicho estranho pra parecer que tínhamos saído da cidade. haha No fim, compramos 2 águas e 1 coca (10 dinheiros) e voltamos para a cidade encerrando assim o ciclo de cachoeiras de Prudentópolis. Na volta paramos para comer no Chalé Costenaro e aproveitamos para comprar Cracóvias para levar para Curitiba, uma espécie de Salame produzida na região. Passamos em uma farmácia que a minha perna ainda tava doendo, compramos anti-alérgico e pomada e voltamos para o hotel. Banho tomado, demos uma dormida de tarde e saímos para jantar na cidade. Na quadra do hotel tinha uma pizzaria e foi ali mesmo que entramos, não tava conseguindo andar direito. Pegamos uma pizza grande uma coca de 1,5 litro, comemos até não poder mais, e voltamos para o hotel dormir. Saldo do dia valores para 2 pessoas. Salto Sete: R$ 30,00 (2 entradas + 3 bebidas) Chalé: R$ 130,00 (2 almoços + 2 bebidas + 2 Cracóvias e 1 saquinho de doce de leite) Farmácia: R$ 40,00 (antialérgicos + dorflex + bebidas) Pizarria R$ 45,00 (pizza grande + bebida) Total: R$245,00 4º Dia – Volta para Curitiba No dia seguinte só acordamos, tomamos café e pegamos a estrada para Curitiba. Se quiséssemos economizar poderíamos ter dormido um dia a menos na cidade, mas teríamos que pegar 3 horas de estrada depois de fazer as cachoeiras pela manhã e achamos que seria muito cansativo. Saldo do dia valores para 2 pessoas. Pedágios: R$ 32,50 Total da viagem R$ 1.247,00 gastos para duas pessoas. Espero que esse meu relato incentive vocês a conhecer a região. É lindo demais e vale super a pena! Tirando uma ou outro atividade é tudo super barato então dá tranqüilo pra se programar e ir!
  11. Cara, eu fico admirada por tamanha pró-atividade em ajudar os futuros viajantes! Eterna gratidão! Obrigada Rod! Vou fazer isso mesmo em Uros e tentar a sorte em La Paz para conhecer a estrada da morte! Já corri seguir o perfil no insta e tô esperando para descobrir qual proximo destino! Boa viagem!
  12. Rod! (sim porque já li tantas vezes seu relato que me sinto praticamente sua amiga haha) Estou terminando de montar o meu roteiro de viagem levando em considerção 90% do que você fez e tenhos duas dúvidas que talvez você possa me ajudar.. A primeira é uma opinão mesmo, no seu relato você fala que, se fosse "pular" alguma parte da viagem seria a parada em Puno e nas Islas de Uros e Taquile. Você também explica que, pelo menos na época da sua viagem, não daria para fazer os dois passeios sem dormir em Puno mas que é possivel fazer somente Uros e voltar a tempo para pegar a estrada no mesmo dia. Minha pergunta é, ao seu ver, vale a pena fazer apenas Uros? Porque como vou para Copacabana e para a Isla del Sol ( e pretendo dormir lá como você fez) talvez não tenha a necessidade de ir para Taquile mas, mesmo Uros sendo um "teatro para turistas" quer muito poder ver de perto as ilhas Flotantes. Digo porque meus dias estão bem apertados na viagem e possbilidade cortar 1 noite me facilitaria, e muito! Meu segundo questionamento é em La Paz. Eu e meu marido não andamos de bike haha, ou seja, o downhill é impossível para nós, mas quero muito muito conhecer a estrada da morte. Procurei bastante na internet e não acho passeios por lá que não sejam de bicicleta. Você sabe me dizer se existe a possibilidade de conhecer a estrada sem descer de bike? Talvez nos carros de apoio que acompanham a descida? Sei que a emoção será completamente diferente (e inferior) mas é como posso fazer.. haha Desde já muito obrigada!
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