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Leandro Z

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Reputação

6 Neutra
  1. Apesar de haver bons relatos no site, espero contribuir com o meu. Há 4 ônibus diários entre São Luís e Barreirinhas pela viação CISNE BRANCO, R$51, demora 5h (não procurei vans saindo do aeroporto direto pra Barreirinhas, mas existem). Dizem que é melhor fazer a travessia no sentido Barreirinhas - Santo Amaro, por causa da posição do sol e do vento. A estrada São Luís e Santo Amaro é relativamente nova, está boa e é mais perto que SLZ - Barreirinhas. Além disso, as lagoas de Santo Amaro serem mais bonitas. ATENÇÃO com a volta de Santo Amaro para São Luís, acho que não tem ônibus (se tiver, são raros) e dependemos do guia em achar uma van que ia pra lá (felizmente deu certo). Geralmente, este último dia termina 12:30h e o transporte até São Luís demora 4h30min. Grande parte da travessia é em areia firme e fria, então é melhor andar descalço ou com meia. Também tem inevitáveis passagens por lagoas menores, onde se molha, pelo menos, as pernas. Elas são boas para se refrescar (o tempo inteiro eu estava molhado ou úmido). Melhor época: junho e julho, alguns dizem agosto e até setembro, mas nestes muitas lagoas já estão secas. Preços: como junho e julho são os melhores meses, só diária do guia custa até R$250; hospedagem (café da manhã incluído), em redário, sai por R$35; jantar: R$30 a R$35; água de 2l: R$8. Converse com o guia para ver o que está incluído no preço dele (passeio pelo rio Preguiça, hospedagens e refeições, etc). Cansar vai, mas com certeza vale a pena. Acredito que uns treinos de caminhada de 8km sejam suficientes para preparação. Esta é a travessia mais tradicional do parque, mas tem outras de até 10 dias! Levar: poucas roupas (inclusive com proteção UV), meias, chapéu (nessa época, não precisa levar nada pra frio, nem tênis), chinelo, protetor solar, água (pode ser comprada em cada parada), snacks (frutas desidratadas, amendoim e castanhas), dinheiro em espécie, lanterna (não precisa na caminhada, mas ajuda nas hospedagens), coisas pra higiene pessoal (sabonete, escova, pasta). Dia 28/jun - 1º dia: Pegamos um barco em Barreirinhas para fazer o passeio pelo rio Preguiça (R$80) por volta das 10h, o guia já nos acompanhava. O passeio é tranquilo, para em Mandacaru, onde tem um farol, também para em Caburé onde tem dunas e a uma lagoa. Termina em Atins, banhamos em uma praia. Depois caminhamos até Canto de Atins, cerca de 3,5h em ritmo tranquilo, sem paradas para banhos, o GPS marcou 12km de caminhada durante o dia todo (pareceu bem menos). Em Canto de Atins, tem dois restaurantes/pousada: do seu Antônio e da dona Luzia. A dona Luzia foi pioneira e é mais famosa, mas o guia disse que a fama subiu-lhe a cabeça, ficamos no seu Antônio. O camarão na chapa é o prato chefe de ambos, não é barato (com refri e água, saiu R$50 cada um o jantar), mas realmente estava muito gostoso. Dormimos em rede (R$35), local coberto, mas sem paredes, até às 2:30h da manhã. Dia 29/jun - 2º dia: Prometia ser o mais pesado, cerca de 17km até Baixa Grande (o quarto dia que foi o mais cansativo). Começamos a travessia por volta das 3:15h, depois de um bom café da manhã, caminhamos sob a lua cheia iluminando tudo e temperatura amena. Andamos pela praia um bom tempo, cerca de 4h (com direito a cochilada no caminho) até chegar às dunas. Valeu a pena? Sempre, tem gente que faz este trajeto de carro e isto economiza umas boas horas. Nas dunas, subida, descida, banho em algumas lagoas. Terminamos em Baixa Grande às 12:10h. Cansei muito! O GPS marcou, durante todo o dia, uns 27km. Eu digo "durante todo o dia", porque ainda caminhávamos pelos arredores do local da hospedagem para conhecer lagoas, rios, ver o pôr-do-sol. Baixa grande é um vilarejo no meio do deserto, mas com construção de alvenaria e vegetação por perto. Almoçamos galinha caipira por R$35 (preço padrão e não é você que escolhe o que comer). Descansamos e, à tarde, fomos para uma lagoa e ver o pôr-do-sol. Dormimos, como sempre, em rede (R$35 preço padrão). O dia seguinte seria mais tranquilo. Dia 30/jun - 3º: Este terceiro dia foi tranquilo, acordamos por volta das 4:30h para sairmos às 5h, após café da manhã simples (tapioca e ovo). Caminhamos devagar, parando bastante em lagoas e terminamos antes do meio-dia em Queimada dos Britos, o GPS indicou 15km. Eu comecei a usar meia, pois vi que estava começando a formar bolha no meu pé. Almoço (R$35) era peixe (estava salgado), teve salada (artigo raro) e até sobremesa. Lagoas, pôr-do-sol, jantar e dormir cedo. Dia 1º/jul - 4º: De novo, acordamos umas 2:15h, tomamos café e saímos para caminhar às 3h e alguma coisa. Só terminamos à 12:30h, exaustos, em Santo Amaro. Foi o dia mais longo e mais cansativo, cerca de 28km. Neste dia, mais uma vez, é possível pegar um transporte em Vassouras, economizando assim, uns 10km. Pergunta se pegamos? Não. Faltando uns 8km (talvez 6km), o guia, mais uma vez, perguntou se queríamos pedir um carro e pagar R$50 cada um. Pegamos o carro? Claro que não, só faltavam 8km! kkk. As lagoas perto de Santo Amaro são bem mais bonitas que as de Barreirinhas e, acredito eu, o turismo em Santo Amaro irá aumentar com a boa estrada até são Luís (só falta transporte).
  2. "Desconhecidas" porque ainda não são famosas. Não achei quase nenhum relato sobre elas, mas vocês precisam conhecer esta maravilhosa região, a 600km da Cidade do México, que ainda est[a barata (se não for com agências que encontrar na internet). Huasteca Potosina é uma região de rios e cachoeiras. A principal saída para suas atrações é Ciudad Valles, em San Luis Potosi, 570km da Cidade do México, 10h de ônibus, MXN$1377 (ida e volta, viaje de madrugada). Eu tentei reservar os passeios por duas agências que encontrei na internet: Huaxteca.com. e Ruta Huaxteca. A primeira nem me respondia no zap. A segunda pediu um depósito antecipado (eu estava na Cidade do México), fui até a loja de conveniência mais de uma vez e o sistema inteiro estava fora do ar, informei a agência e ela, de muita má vontade, não facilitou em nada e ainda falou que eu tinha tempo para ir outra hora fazer o tal do depósito (disseram deste jeito mesmo!). Desisti e ISSO FOI MUITO BOM, pois os preços das agências são mega caros e, em alguns casos, guia é desnecessário. A recepcionista do nosso hotel, Hotel Riviera, simpaticíssima, nos ajudou muito, ligou para guias, pediu táxi, nos auxiliou. Talvez o guia fosse parente dela e estivesse fazendo um trabalho por fora, a cidade é pequena, deve ter muito disso, não importa, foi melhor assim. Enfim, a minha dica é que não precisa fechar com agência antecipadamente. Feche os tours quando chegar lá. Às vezes nem precisa de guia, pegue um táxi e vá! Inclusive, pode ganhar muito tempo com isso. Os passeios foram: Cascadas de Tamul – precisa de guia por causa da canoa, remos, colete e o cara ajuda muito a remar. A recepcionista do hotel nos colocou em contato com ele e fomos até o ponto de encontro com táxi. O passeio consiste em remar por um pouco mais de 1h até a cachoeira, que é vista de longe (dá para chegar mais perto andando), mas muito bonita. Também passa pela “Cueva del Agua”, um poço muito gostoso dentro duma gruta. O passeio cansa (depende também de quantas pessoas estiver na canoa), mas sempre vale a pena! Paguei MXN$250 + táxi, que não lembro quanto. O taxista nos buscou e ainda levou pra Puente di Dios. Puente di Dios – precisa de colete, o qual se aluga no local por MXN$25 (algo assim), a entrada não é cara, uns MXN$100. O caminho é bem demarcado, não precisa de guia (na agência, o passeio custa MXN$850, eu teria me arrependido profundamente se tivesse acertado com ela). Chegando lá, é quase um cenote, cachoeira pra todo lado, água bem gelada e correnteza forte. Lugar maravilhoso. Deixe a correnteza te levar e passe por uma gruta e do outro lado tem mais quedas d’água! Este lugar é sensacional! Saltos de Micos – Dia seguinte... a recepcionista do hotel entrou em contato com um guia, que foi nos buscar no hotel. De lá, fomos para Micos, onde havia outro guia que nos forneceu os coletes. O tour tem este nome porque você realmente tem que descer o rio saltando as cachoeiras! A maior delas tem 9m. É o tempo inteiro na água e o guia é essencial para te indicar onde pular, aonde ir e etc. Excelente passeio, menos para idosos. Minas Viejas – impressionante a cor da água! A queda é bem alta e fizemos rapel ao lado dela. É possível chegar ao local sem guia e pagar para fazer o rapel. Para quem não quiser, é possível descer por escadas e se banhar embaixo. Lugar lindo e muito gostoso para nadar. De lá, fomos almoçar (já passava das 15h). O passeio todo com transporte, rapel, almoço saiu MXN$1.100 Quando marquei a minha viagem para Cidade do México, fui procurar cachoeiras nas proximidades e encontrei este belíssimo lugar! Estranho que nem os mexicanos com quem conversei na Cidade do México o conheciam! Parece que é pouco divulgado, mas o guia disse que está aumentando o número de turistas, principalmente vindos da parte norte do México. Merece a visita!
  3. Leandro Z

    relato Pré Relato de viagem Março 2017

    Pra quem falou que é pão-duro o hotel está com valor bem alto! Ainda mais sem ser all inclusive (que, particularmente, não acho que vale a pena). Sugiro alugar um carro se for explorador (cerca de R$95 por dia, já com taxas e seguro). Considerou se hospedar em Playa del Carmen? Acho que as coisas lá são mais baratas (fui em Outubro de 2016). Cogite airbnb também. Tem que visitar: Isla Mujeres (fazer snorkel), Chichen Itza (200km de Cancun), Cozumel, Cenote dos Ojos. Muita gente também vai pra Tulum e Akumal. X-caret faz propaganda desde o momento em que se pisa no aeroporto. Mas achei caríssimo e não fui. Acredito que os 1000 dólares pra trocar sejam suficientes.
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