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Leandro Z

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Tudo que Leandro Z postou

  1. Procuro interessados por treeking de 6 dias no Vale do Pati. O tradicional é de 5 dias, este tem um dia a mais para cachoeira do Calixto e Cachoeirão por baixo. Começando dia 4 de outubro. Somos dois e com mais um o preço cai para R$1948. https://chapadatrekking.com.br/roteiros-de-6-a-13-dias/vale-do-pati-6-dias/#1490229205813-f6538cdc-b4f8
  2. Fazer tudo com agência sai caro. Alugar carro sozinha e com o preço atual da gasolina também sai caro, mas, talvez, saia mais barato que agência. Então só procure guia no que seja imprescindível (Buracão, por exemplo). Veja hospedagem em cidades alternativas a Lençóis (como Palmeiras, Mucugê, Itaetê) para rodar menos de carro.
  3. Praia Grande, sem dúvida. É mais perto da Trilha do Boi e Malacara. A trilha do Tigre Preto sai de Jacinto Machado, que é mais perto de Praia Grande. Se quiser pegar uma praia, Torres fica mais perto também. O Parque Nacional de Aparados da Serra é do cânion Itaimbezinho, e fica entre Praia Grande e Cambará (4km mais próximo deste). Além de várias cachoeiras mais perto de Praia Grande. Cambará do Sul (que é mais famoso) só é mais perto do cânion Fortaleza, Parque da Serra Geral.
  4. 🏦 CIDADE Capitólio é uma cidade, em MG, de 10 mil habitantes e fica a uns 300km de Belo Horizonte. A cidade ficou famosa por seus cânions e cachoeiras muito postados no Instagram. No entanto, as atrações ficam no limite da cidade, longe do centro (uns 25km). É possível ficar na cidade São João Batista do Glória, cuja distância até as atrações é a mesma. Ou em São José da Barra / Furnas, que é até mais perto. As 3 cidade são pequenas e tem hospedagem, contudo, como Capitólio é mais famoso, tem mais restaurantes e pousadas. 🔄 DINHEIRO, CÂMBIO, GASTOS Ficou famoso, então ficou caro. Por isso o apelido é "Capitólio Capitalista". Simples mirante custa R$20. Algumas cachoeiras por R$40 eu também acho caro. Refeição é mediano de turista. A média diária de gastos foi: Hospedagem: R$52,80 por pessoa, por noite (Airbnb para 5 pessoas) Alimentação: R$63,78 (às vezes, não almoçamos) Lazer: R$63,75 ✅ ATRAÇÕES ⭐ Retiro Viking - o melhor lugar de Capitólio! O GoogleMaps faz uma confusão entre "Paraíso Proibido" e "Retiro Viking", tem gente que comenta no "Proibido" como se fosse o "Viking". Para chegar, na rodovia MG- 050 pegue a direita na estrada de terra que indica o "Paraíso Perdido" (que é outro lugar) e siga, passa esse "Perdido" e chegará ao "Retiro Viking", não tem erro, dá uns 9km desde a rodovia, ou seja, 9km de estrada de terra. São 5 belíssimas cachoeiras (Trovão, Patinho Feio, Caixinha de Surpresa, Pequena Sereia e Quelé), das quais é possível banhar em 4, a água é bem clara e não é gelada. Não precisa de guia (nenhuma listada aqui precisa).Barato: R$15. O percurso total é de 2km, é um passeio pro dia todo, se quiser banhar nas quatro. Retiro Viking: Patinho Feio Retiro Viking: Pequena Sereia Mirante dos Cânions - certamente você já viu foto, pois é o ponto mais famoso da cidade (fica uns 30km do centro de Capitólio). Começaram a cobrar R$20 por pessoa para mirar de cima os cânion por 3 pontos. E você ainda encontrará fila de instagrammers, um a um, fazendo poses e mais poses. Pessoal, é um mirante! R$20 é caro, não tem nada de estrutura. Mas é aquela história de turista, é uma paisagem famosa, você já está lá e acaba pagando... É uma visão única do cânion? Não, no Cascata Eco Parque você também pode vê-lo. Fila... Trilha do Sol - R$40 (no dinheiro), anda-se pela água geladíssima até o Poço Dourado, cachoeira pequena, é bom ir por volta do meio-dia por causa do sol. Depois anda mais um pouco até a Cachoeira do Grito, queda e poço bons. Havia a cachoeira No Limite, mas agora é só um mirante sem graça. Almoçamos lá mesmo. Trilha do Sol: Poço Dourado Passeio de Lancha - clássico dos visitantes! Tem que fazer, recomendo. Achei passeios de 3h por R$90 a R$120. Fechei com o Beiçola (cel 035 99115 8781) por 4h, R$100. Cara gente boa que tem uma pousada chamada Marina do Farol em São José da Barra, salvo engano. Com ele foi sem pressa nas paradas, enquanto ouvia alguns apitos chamando o pessoal de outras embarcações. O trajeto é padronizado: Lagoa Azul (que é verde, tem cachoeira e poço muito bom para nadar), Vale dos Tucanos (se tem tucanos, não vi, depois nada na saída do vale), Cascatinha (só mirar). São várias lanchas, congestiona em alguns lugares, mas vale a pena. Cachoeira do Lobo - local com uma ótima cachoeira, poço excelente, cor da água bonita, queda grande e larga. Tem também uma pousada com piscina. Para visitar: R$40, achei caro na época, mas vale a pena. A trilha é curta, bem demarcada e toda cimentada. Morro do Chapéu - mirante da cidade, vista bem bonita. Para este lugar existem dois caminhos: um mais curto que precisa de 4x4 e outro mais longo (uns 20km) que qualquer carro chega (procure no GoogleMaps). Não cobram nada. Canyon Cascata Eco Parque - R$40, sem muita estrutura, mas bom para caminhar (uns 3km), tem poços e umas bonitas cascatas, sendo que a última é a própria Cascatinha do passeio de lancha. Também tem uns belos mirantes dos cânions e lago de Furnas. Lugares que não deu tempo de ir: Pedreira (R$20, tem que ir de 4x4), Paraíso Proibido (R$50), Cachoeira Dicadinha (R$20), Capivara, do Filó e muitas outras! 🏠 HOSPEDAGEM Há muitas opções no Airbnb e Booking, porém, preste atenção na localização, algumas são longe das cachoeiras. Embora a cidade de Capitólio não seja grande, preferimos ficar no centro e a casa no Airbnb para 5 custou R$1145 no total. Como dito acima, há opções de hospedagem em São José da Barra / Furnas (o nome é São José, mas é conhecida pela hidrelétrica de Furnas) e São João Batista do Glória, ficam praticamente a mesma distância de Capitólio para as atrações. 🚌 TRANSPORTE Alugamos carro em BH para irmos direto até Capitólio (4h). Na volta, saímos mais tarde de Capitólio e pernoitamos na cidade de Divinópolis. Há poucos ônibus entre BH e Capitólio, um ou dois por dia, demora 4h e custa cerca de R$104. Do centro de Capitólio até as cachoeiras, não sei como ir de transporte público. Não vi agências, não tem Uber. Não vi ônibus, mas deve ter uma maneira... 🍝 ALIMENTAÇÃO O Restaurante do Turvo é o mais famoso de Capitólio, peixes é o prato principal. O local é grande (perto de onde saem os passeios de barco), o prato é bem servido, é gostoso, mas não é dos mais baratos. Saiu R$50 por pessoa, com bebida, pra comermos bem. Também fomos aos restaurante japonês Mizu e ao Quintal do Brasil. De manhã, sempre comíamos pão de queijo recheado (em média R$10) em algum lugar. Não fomos a Escarpas do Lago, uma bairro elitizado. ❗ OBSERVAÇÕES, PERIGOS, PERCALÇOS Minas Gerais é um dos lugares que mais acontece tromba d'água, vira e mexe aparecem notícias de tragédias em cachoeiras. Como tomar cuidado? Eu não sei ao certo, mas o principal é estar ciente da previsão do tempo, saber de onde vem o rio, conversar com locais. https://zahiandoporai.blogspot.com/2020/09/capitolio-mg.html
  5. As agências que aparecem no Google sempre são caras! Mas não se preocupe, uma vez na cidade, conversando com os locais, vc arruma algum guia. Eu ainda não fui, mas tenho esse contato +55 48 9110-3750. 2 pessoas - R$165 por pessoa
  6. Primeiro, liste aonde vc mais quer ir. Depois, os países/lugares próximos a esses ou no trajeto. Pra época de fazer, leve em consideração o clima. Eu comecei pela Colômbia... e voltei, porque começou a pandemia. zahahahaha. Mas a intenção era subir por alguns países da América Central até o Alasca e depois ir pra Europa...
  7. Antes de visitar Caiapônia, li um bom relato aqui do fórum que me ajudou muito: Mesmo assim, quero deixar o meu e espero ajudar. 🏦 CIDADE Caiapônia é uma pequena cidade goiana (19 mil habitantes) quase na divisa com MT, distante 410km de Goiânia (indo por Rio Verde, cujo trajeto é duplicado). Fui de carro e fiquei 4 dias em janeiro de 2020. A cidade ainda não está acostumada a receber turistas, tem poucos hotéis, ouvi falar pouco de guias e não há placas para muitas das cachoeiras da região. Assim vale ainda mais a visita! No Booking, só há um hotel cadastrado. No GoogleMaps tem mais. Eu fiquei no Hotel Central e paguei R$60 por noite. ✅CACHOEIRAS Da Jalapa: perto da cidade, tem placa indicando e também está no GoogleMaps. Caminho tranquilo. Como era período de chuva, estava bem barrenta e não nadei, ainda bem que não tinha ninguém cobrando. Parece bonita, quando não está com lama. Cachoeira da Jalapa Do Sereno: mais uma perto da cidade e fácil de se chegar, tem placa indicando a partir do caminho que se faz no GoogleMaps. Também não paguei nada para entrar. Poço bom pra banho, apesar dos galhos. Estava um pouco barrenta. Santa Helena: fica uns 80km do centro, o GoogleMaps indica o caminho certo até você se deparar com um rio, aí estacione o carro, pule a cerca e ande uns 10 minutos seguindo o mesmo rio. Estranho que, pelo caminho de carro, encontrei placas da cachoeira Lageado, Paraíso e Três Barras, mas não desta Sta. Helena. A cachoeira é bonita, limpa, bom poço, queda baixa, mas larga, tem muitas árvores por perto, não tem estrutura e não paguei para entrar. Recomendo subi-la, que tem pequenos poços acima. Santa Helena Lageado: no trajeto pra Sta. Helena, só que mais perto. Tem estacionamento, bar, sinuca, som alto, paga R$5 pra entrar. Poço bom pra banho, queda pequena, a água estava meio turva e muitos farofeiros, fiquei pouco tempo. Samambaia e Abóbora: deu muito trabalho pra chegar, pois o Googlemaps indica o caminho errado! Mas vale a pena! Se ele te mandar rodar muito pela BR158, está errado. O certo é rodar apenas 10km por ela a partir do trevo de Caiapônia. Aí, entra a esquerda na estrada de chão onde tem uma placa indicando a "Fazenda Olho D'água" (não tem placa indicando a cachoeira, só essa fazenda). Vc ainda roda uns 23km pela estrada de chão e pelas plantações de soja até perder de vista e um barracão, onde tem uma casa e um monte de cachorros bravos. Logo após este barracão (vale a pena perguntar pro pessoal da casa o caminho, mas cuidado se for descer, os cachorros realmente são bravos), vira a direita e vai até o final, uns 5km, sempre vendo as plantações de soja. Se chegar a algum pasto, está errado (eu fiz isso). Como sabe que chegou? A estrada acaba, aí desça do carro e logo a frente está o rio. Você chega por cima da cachoeira da Samambaia. Atravessa o rio e desce a trilha bem marcada com cabo de aço até o poço, é tranquila. Cachoeira linda, alta, muito boa para banho. Pra ir a cachoeira da Abóbora, suba quase tudo o que desceu e vire a esquerda, seguindo uma trilha também bem marcada (logo aparece o cabo de aço). Caminha uns 10 min. Esta também é muito bonita, alta e um poço gigantesco para banho. Não paguei nada para entrar. Caminho correto para a cachoeira da Samambaia e Abóbora Cachoeira Samambaia Cachoeira Abóbora Soja que não acaba mais... Cachoeiras da região que não fui, mas com certeza valem a visita: Pântano, Três Tombos, São Domingos, Salto Paraguassú (longe, mais pra Barra do Garças-MT). https://zahiandoporai.blogspot.com/2020/04/caiaponia-go.html https://www.curtamais.com.br/goiania/municipio-goiano-e-um-verdadeiro-e-incrivel-paraiso-das-cachoeiras-perdidas
  8. Muito obrigado pelos detalhes! Me ajudou bastante, até porque o GoogleMaps indica o caminho errado, o seu que está certo! Fui numa época (janeiro) que a da Abóbora e Samambaia estavam espetaculares.
  9. Resolvi escrever este relato pois não vi muitos parecidos. A minha viagem foi sozinho, sem alugar carro (mas alugando bicicleta e pegando caronas) e sem fechar nada com agências antes de ir, em abril de 2019. Essa parte é importante: não precisa fechar nada com agência antes. Pois bem, antes de ir, pedi orçamentos para várias agências que achara na internet e o que eles me mandaram me espantou, era tudo extremamente caro! Coisas como: Circuito das Cachoeiras por R$220 + R$180 do transporte; R$320 o trecho Cuiabá-Chapada (sendo que o ônibus urbano custa R$18), queriam cobrar até por passeio no parque que é de graça! Não tive coragem de reservar nada antes, até viajei desanimado para resolver tudo na cidade. Felizmente, tudo deu certo e saiu bem mais barato do que se tivesse fechado com agência. Chegando ao aeroporto, que fica em Várzea Grande, peguei Uber até a rodoviária de Cuiabá, R$25. Na rodo, peguei um bus urbano da CMT (tem da Rubi tbm) por R$18 até a Chapada dos Guimarães (este é o nome do município, não é só do parque ou da região). Os ônibus saem a cada 1:30h. O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães fica antes da cidade com mesmo nome e desci lá, onde conheci três cachoeiras sem precisar de guia e sem pagar: Véu da Noiva (só mirante), dos Namorados e Cachoeirinha. A água estava barrenta, mas o poço era bom para banho e as quedas eram altas. Anda-se bem pouco para cada uma delas. Minha intenção era ir para cachoeira da Salgadeira, dali são 6km, mas achei arriscado andar pela estrada sem acostamento. Fiquei esperando o ônibus, pedi algumas caronas e quem acabou parando foi uma família que parou sem eu pedir, eles também estavam saindo do parque e haviam me visto lá. Pelo que percebi, pedir carona é comum lá, pois o parque fica a 12km da cidade. Fui pro hostel, onde me indicaram a guia Camila (65-996110587), entrei em contato com ela e com outras dos sites: http://www.chapadamt.com.br/guiasdeturismo.asp http://www.ecobooking.com.br/Relacao_guias_autorizados.php?XXtrE=v3vbnqw03mgj17ydlzef Isso foi bom, os preços direto com os guias eram MUITO mais baratos, inclusive se precisasse de transporte. Fiquei no Hostel Chapada, R$50 por noite, bem localizado, perto da praça. No dia seguinte, resolvi alugar uma bike na Bike e Cia, por R$30 o dia, para ir a cachoeira do Marimbondo e da Geladeira, que ficam próximas uma da outra e cerca de 15km, ida e volta, do centro. Pra ir foi tranquilo. Na cachoeira do Marimbondo, paga-se R$10 para entrar e anda bem pouco, uns 300 metros. Cachoeira larga, com um poço raso, mas gostosa. Fiquei 1h e fui pra da Geladeira, 1km dali, paga-se mais R$10 e anda uns 600m. É a cachoeira mais bonita que fui na chapada: água verde, queda gostosa, poço bom para banho. Fiquei um tempo. Pensei em ir até a Cachoeira Rica, mas descobri que, apesar do nome, não tem cachoeira! É só um vilarejo! Ainda bem que não fui, são uns 30km de lá. A volta foi um pouco cansativa mesmo nos pontos que não pareciam subida íngreme. Depois, ainda fui ao mirante Morro dos Ventos, tem uma bonita vista de campos e até uma cachoeira na lateral, entrada R$5. Rodei cerca de 20km de bike no total. Comi massa no Pomodori, muito boa (um pouco caro)! No 3º dia, peguei carona com um cara do hostel que havia alugado carro, aí baixou quinze reais no preço do passeio Circuito das Cachoeiras, no final, paguei R$85. Tinha agência cobrando R$220 pelo passeio mais R$180 pelo transporte! Transporte que era de apenas 12km! Este passeio, Circuito das Cachoeiras, ocorre no Parque Nacional (cuja entrada não é paga), mas só pode ser feita com guia. Consiste em 8km passando por várias cachoeiras (eles falam 7, mas acho que não...). A melhor é a última: das Andorinhas, super alta e bom poço pra banho. Vale a pena! Depois, ainda deu tempo de ir até a Salgadeira (R$15 por carro) de carona, esse lugar passou por uma demorada reforma e manipularam até a cachoeira concretando a parede dela. Comi pizza na Marguerita, muito boa, mas um pouco cara. Dia 4: no dia do Circuito das Cachoeiras, conheci um cara gente boa que também tinha alugado carro em Cuiabá. Aproveitei e fui junto com ele para a cachoeira da Martinha (R$10 o estacionamento). Neste caso, se não tivesse ido de carona, teria ido de ônibus urbano (o mesmo que sai de Cuiabá em direção a Campo Verde). Disseram que essa cachoeira é tipo um "piscinão de Ramos", farofada e tal, no dia que eu fui, sábado de manhã, estava bem vazio, mas parece quem muita gente faz churrasco lá, até porque é de graça. Cachoeira muito boa, grande, larga e super forte! Correnteza boa para boia-cross e para nadar. De lá, fomos para a cachoeira Jamacá (R$20 por pessoa), que no Glooglemaps aparece como Quilombo do Alemão. Esse alemão é o Mário, um naturalista que lutou pela demarcação do parque. A cachoeira é alta e forte com poço muito raso para nadar. Lugar bacana. Almoçamos, por volta das 14h, no restaurante Maná, comida bem simples, parece que o local nem abriu oficialmente. Esse dia terminou cedo. Jantei sozinho no Cavii, comi um ótimo hambúrguer com coalhada seca e pesto, entre outros. Domingo, último dia, fui até a bicicletaria e estava fechada. Resolvi ir a pé até a cachoeira gratuita do Nonhô (acho que é isso, se não, é Nhonhô), 5km, localizada próxima ao supermercado Pelé e a pastelaria Lhufas, entre a placa azul de "Bem-vindo" e um outdoor, a cerca está caída e tem uma trilha. Fui perguntando, perguntando e cheguei a trilha, desci até a cachoeira. É pequena e não muito alta, mas gostosa para se refrescar. Fiquei pouco tempo, pois queria ir até a cachoeira da Tartaruga. Na estrada, pedi carona e o segundo carro que passou parou prontamente. Ele passou pela bicicletaria, estava aberta (no domingo, ele abre quando liga pra ele), então resolvi descer. Mais R$30 pelo aluguel, andei 3,5km até a porteira do sítio (tem no Googlemaps), tive que passar a bike por cima e andar mais uns 3km. Obs: muitos guias me falaram que tem cachoeira em propriedade particular, mas pode pular a porteira, a cerca e ir tranquilamente, esta era uma delas. A cachoeira da Tartaruga fica quase no final da estrada de terra, quando começa o gramado, à direita. A cachoeira é alta, com pouco volume de água, poço bom para banho. Ainda deu tempo de comer no Trapiche Regionalíssimo, por kg, cerca de R$54, comida muito gostosa. Peguei bus para Cuiabá. De lá, peguei Uber para o aeroporto. A região tem muitas cachoeiras e muitas nem podem ser visitadas. Acredito também que algumas sejam pequenas e simples. Algumas que não precisam de guia e fiquei sem conhecer: do Segredo, da Bailarina, do Índio, Águas do Cerrados (trekking). Outros passeios que precisam de guia (mas não feche com agências antes, fale direto com os guias): São Jerônimo, Vale do Rio Claro, Cidade de Pedras, Águas do Cerrado, caverna Aroe-Jari. Se quiser ir para Nobres (bate e volta), aí tem que fechar com alguma agência, parece que custa R$250, ou se informar com guias. https://zahiandoporai.blogspot.com/2020/06/chapada-dos-guimaraes-mt.html
  10. Apesar de haver bons relatos no site, espero contribuir. Há 4 ônibus diários entre São Luís e Barreirinhas pela viação CISNE BRANCO, R$51, demora 5h (não procurei vans saindo do aeroporto direto pra Barreirinhas, mas existem). Dizem que é melhor fazer a travessia no sentido Barreirinhas - Santo Amaro, por causa da posição do sol e do vento. A estrada São Luís-Santo Amaro é relativamente nova, está boa e é mais perto que SLZ - Barreirinhas. Além disso, as lagoas de Santo Amaro são mais bonitas. ATENÇÃO com a volta de Santo Amaro para São Luís, acho que não tem ônibus (se tiver, são raros) e dependemos do guia em achar uma van que ia pra lá. Geralmente, o último dia termina 12:30h e o transporte até São Luís demora 4h30min. Grande parte da travessia é em areia firme e fria, então é melhor andar descalço ou com meia. Também tem inevitáveis passagens por lagoas menores, onde se molha, pelo menos, as pernas. Elas são boas para se refrescar (o tempo inteiro eu andei molhado ou úmido de propósito). Melhor época: junho e julho, alguns dizem agosto e até setembro, mas nestes muitas lagoas já estão secas. Preços: como junho e julho são os melhores meses, só diária do guia custa até R$250; hospedagem (café da manhã incluído), em redário, sai por R$35; jantar: R$30 a R$35; água de 2l: R$8. Converse com o guia para ver o que está incluído no preço dele (passeio pelo rio Preguiça, hospedagens e refeições, etc). Cansar vai, mas com certeza vale a pena. Acredito que uns treinos de caminhada de 8km sejam suficientes para preparação. Esta é a travessia mais tradicional do parque, mas tem outras de 6 até 10 dias! Levar: poucas roupas (inclusive com proteção UV), meias, chapéu (nessa época, não precisa levar nada para frio, nem tênis), chinelo, protetor solar, água (pode ser comprada em cada parada), snacks (frutas desidratadas, amendoim e castanhas), dinheiro em espécie, lanterna (não é essencial, não precisa na caminhada, mas ajuda nas hospedagens), coisas de higiene pessoal (sabonete, escova, pasta, repelente). É recomendável levar aquelas baterias portáteis, power bank, mas dá pra usar a eletricidade em algumas hospedagens. Dia 28/jun - 1º dia: Pegamos um barco em Barreirinhas para fazer o passeio pelo rio Preguiça (R$80) por volta das 10h, o guia já nos acompanhava. O passeio é tranquilo, para em Mandacaru, onde tem um farol, também para em Caburé onde tem dunas e uma lagoa. Termina em Atins, banhamos em uma praia. Depois, final de tarde, caminhamos até Canto de Atins, cerca de 3,5h em ritmo tranquilo, sem paradas para banhos, o GPS marcou 12km de caminhada durante o dia todo (pareceu bem menos). Em Canto de Atins, tem dois restaurantes/pousada: do seu Antônio e da dona Luzia. A dona Luzia foi pioneira e é mais famosa, mas o guia disse que a fama subiu-lhe a cabeça, ficamos no seu Antônio. O camarão na chapa é o prato chefe de ambos, não é barato (com refri e água, saiu R$50 cada um o jantar), mas realmente estava muito gostoso. Dormimos em rede (R$35), local coberto com palha, com luz, mas sem paredes, até às 2:30h da manhã. Dia 29/jun - 2º dia: Prometia ser o mais pesado, cerca de 17km até Baixa Grande (o quarto dia que foi o mais cansativo). Começamos a travessia por volta das 3:15h, depois de um bom café da manhã, caminhamos sob a lua cheia iluminando tudo e temperatura amena. Andamos pela praia um bom tempo, cerca de 4h (com direito a cochilada no caminho) até chegar às dunas. Valeu a pena? Sempre, no entanto, tem gente que faz este trajeto de carro e isto economiza umas boas horas. Nas dunas, subida, descida, banho em algumas lagoas. Terminamos em Baixa Grande às 12:10h. Cansei muito! O GPS marcou, durante todo o dia, uns 27km. Eu digo "durante todo o dia", porque ainda caminhávamos pelos arredores do local da hospedagem para conhecer lagoas, rios, ver o pôr-do-sol. Baixa grande é um vilarejo no meio do deserto, mas com construção de alvenaria e vegetação por perto. Almoçamos galinha caipira por R$35 (preço padrão e não é você que escolhe o que comer). Descansamos e, à tarde, fomos para uma lagoa e ver o pôr-do-sol. Dormimos, como sempre, em rede (R$35 preço padrão), sem iluminação, mas coberto com palha e "paredes". O dia seguinte seria mais tranquilo. Dia 30/jun - 3º: Este terceiro dia foi tranquilo, acordamos por volta das 4:30h para sairmos às 5h, após café da manhã simples (tapioca e ovo). Caminhamos devagar, parando bastante em lagoas e terminamos antes do meio-dia em Queimada dos Britos, o GPS indicou 15km. Eu comecei a usar meia, pois vi que estava começando a formar bolha no meu pé. Almoço (R$35) era peixe (estava salgado), teve salada (artigo raro) e até sobremesa. Lagoas, pôr-do-sol, jantar e dormir cedo, porque não tem muito que fazer a noite. Dia 1º/jul - 4º: De novo, acordamos umas 2:15h, tomamos café e saímos para caminhar às 3h e alguma coisa. Só terminamos à 12:30h, exaustos, em Santo Amaro. Foi o dia mais longo e mais cansativo, cerca de 28km. Neste dia, mais uma vez, é possível pegar um transporte em Vassouras, economizando assim, uns 10km. Pergunta se pegamos? Não. Faltando uns 8km (talvez 6km), o guia novamente perguntou se queríamos pedir um carro e pagar R$50 cada um. Pegamos o carro? Não, só faltavam 8km... As lagoas perto de Santo Amaro são bem mais bonitas que as de Barreirinhas e, acredito eu, o turismo em Santo Amaro irá aumentar com a boa estrada já existente até São Luís (só falta transporte).
  11. "Desconhecidas" para os não-mexicanos. Não achei quase nenhum relato sobre elas, mas vocês precisam conhecer esta maravilhosa região, a 600km da Cidade do México, que ainda está barata (se não for com agências que encontrar na internet). Viagem realizada em outubro de 2016. Huasteca Potosina é uma região de rios e cachoeiras. A principal saída para suas atrações é Ciudad Valles, em San Luis Potosi, 570km da Cidade do México, 10h de ônibus, MXN$1377 (ida e volta, viaje de madrugada). Eu tentei reservar os passeios por duas agências que encontrei na internet: Huaxteca.com. e Ruta Huaxteca 😣. A primeira nem me respondia no zap. A segunda pediu um depósito antecipado (eu estava na Cidade do México), fui até a loja de conveniência mais de uma vez e o sistema inteiro estava fora do ar, informei a agência e ela, de muita má vontade, não facilitou em nada e ainda falou que eu tinha tempo para ir outra hora fazer o tal do depósito (disseram deste jeito mesmo!). Desisti e ISSO FOI MUITO BOM, pois os preços das agências são mega caros e, em alguns casos, guia é desnecessário. A recepcionista do nosso hotel, Hotel Riviera, simpaticíssima, nos ajudou muito, ligou para guias, pediu táxi, nos auxiliou. Talvez o guia fosse parente dela e estivesse fazendo um trabalho por fora, a cidade é pequena, deve ter muito disso, não importa, foi melhor assim. Enfim, a minha dica é que não precisa fechar com agência antecipadamente. Feche os tours quando chegar lá. Às vezes nem precisa de guia, pegue um táxi e vá! Inclusive, pode ganhar muito tempo com isso. Os passeios foram: Cascadas de Tamul – precisa de guia por causa da canoa, remos, colete e o cara ajuda muito a remar. A recepcionista do hotel nos colocou em contato com ele e fomos até o ponto de encontro com táxi. O passeio consiste em remar por um pouco mais de 1h até a cachoeira, que é vista de longe (dá para chegar mais perto andando), mas muito bonita. Também passa pela “Cueva del Agua”, um poço muito gostoso dentro duma gruta. O passeio cansa (depende também de quantas pessoas estiver na canoa), mas sempre vale a pena! Paguei MXN$250 + táxi, que não lembro quanto. O taxista nos buscou e ainda levou pra Puente di Dios. Puente di Dios – precisa de colete, o qual se aluga no local por MXN$25 (algo assim), a entrada não é cara, uns MXN$100. O caminho é bem demarcado, não precisa de guia (na agência, o passeio custa MXN$850, eu teria me arrependido profundamente se tivesse acertado com ela). Chegando lá, é quase um cenote, cachoeira pra todo lado, água bem gelada e correnteza forte. Lugar maravilhoso. Deixe a correnteza te levar e passe por uma gruta e do outro lado tem mais quedas d’água! Este lugar é sensacional! Saltos de Micos – Dia seguinte... a recepcionista do hotel entrou em contato com um guia, que foi nos buscar no hotel. De lá, fomos para Micos, onde havia outro guia que nos forneceu os coletes. O tour tem este nome porque você realmente tem que descer o rio saltando as cachoeiras! A maior delas tem 9m. É o tempo inteiro na água e o guia é essencial para te indicar onde pular, aonde ir e etc. Excelente passeio, menos para idosos. Minas Viejas – impressionante a cor da água! A queda é bem alta e fizemos rapel ao lado dela. É possível chegar ao local sem guia e pagar para fazer o rapel. Para quem não quiser, é possível descer por escadas e se banhar embaixo. Lugar lindo e muito gostoso para nadar. De lá, fomos almoçar (já passava das 15h). O passeio todo com transporte, rapel, almoço saiu MXN$1.100 Quando marquei a minha viagem para Cidade do México, fui procurar cachoeiras nas proximidades e encontrei este belíssimo lugar! Estranho que nem os mexicanos com quem conversei na Cidade do México o conheciam! Parece que é pouco divulgado, mas o guia disse que está aumentando o número de turistas, principalmente vindos da parte norte do México. Merece a visita!
  12. Pra quem falou que é pão-duro o hotel está com valor bem alto! Ainda mais sem ser all inclusive (que, particularmente, não acho que vale a pena). Sugiro alugar um carro se for explorador (cerca de R$95 por dia, já com taxas e seguro). Considerou se hospedar em Playa del Carmen? Acho que as coisas lá são mais baratas (fui em Outubro de 2016). Cogite airbnb também. Tem que visitar: Isla Mujeres (fazer snorkel), Chichen Itza (200km de Cancun), Cozumel, Cenote dos Ojos. Muita gente também vai pra Tulum e Akumal. X-caret faz propaganda desde o momento em que se pisa no aeroporto. Mas achei caríssimo e não fui. Acredito que os 1000 dólares pra trocar sejam suficientes.
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