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dwille

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Reputação

5 Neutra
  1. dwille

    Alter do Chão em Outubro - dúvidas

    Acredito que você tem bastante dias para curtir com tranquilidade. Vai dar para conhecer muita coisa. Eu vi muitos animais por lá, principalmente macacos e botos, mas todos em seu habitat, não vi ninguém interagindo. Eu não fiz a visita a Flona, mas me disseram que lá você vê muito bichos. Sobre preços não fiz uma viagem no estilo mochileiro, mas não achei uma viagem cara.
  2. dwille

    Alter do Chão com criança e idoso

    Será uma experiência linda para todos vocês.
  3. Adorei conhecer esse cantinho do Brasil através do seu relato. Roraima tem me parecido cada dia mais interessante. Merece uma visita!
  4. dwille

    Primeira viagem ao Nordeste

    Conheço o Nordeste quase inteiro. Recomendo disparado Maceió. Foi o lugar que mais gostei. Inclusive, fiz o passeio de lá mesmo para Porto de Galinhas, Maragogi, que são outros lugares maravilhosos.
  5. dwille

    Alter do Chão com criança e idoso

    Obrigada!
  6. dwille

    Alter do Chão com criança e idoso

    Chekedrum, eu sei bem como é. A tua filha vai ser parceiraça de viagens. A minha ama viajar, se hospedar em hotel, conhecer lugares novos e tem muito pique.
  7. dwille

    Alter do Chão com criança e idoso

    diogomarxx, muito bom! Depois nos conte como foi.
  8. dwille

    Alter do Chão com criança e idoso

    Olá, mochileiros. Eu sempre consulto esse site quando vou viajar. Pego muitas dicas sobre passeios e transportes. Ano passado descobri Alter do Chão através de relatos que li por aqui e fiquei doida pra conhecer. Além disso, eu prometi que um dia realizaria o sonho do meu pai que desejava conhecer a região Amazônica. Porém, fui adiando, pois ele precisou vencer um câncer de próstata e logo em seguida a artrose começou a comprometer a mobilidade dele. Sempre pensei na Amazônia indo por Manaus e fui achando cada vez menos viável pela questão da dificuldade que ele tem pra andar. Porém, Alter do Chão, depois de muita pesquisa, me pareceu um destino amazônico muito acessível. Fiz a proposta ao meu pai e mesmo diante das dificuldades, meu pai, que tem 84 anos, é muito cheio de vida e topou com muita empolgação. Acho muito válido deixar meu relato aqui , pois, apesar de não ter sido uma viagem no espírito mochileiro, deve inspirar quem desejar conhecer essa região tão linda percebendo o quanto ela é fácil de ser explorada. Além do meu pai, minha filha de 3 anos, que é muito companheira, foi junto. Meu marido que não conseguiu estender as férias, não pode nos acompanhar. Teve muita gente que me desencorajou em viajar com um idoso e uma criança pequena, mas foi uma viagem muito animada e com pouquíssima dificuldade. Então, antes de iniciar meu relato, super recomendo Alter do Chão para crianças e idosos rsrs. Saímos de Curitiba do dia 22 de novembro de 2016, às 6h45, num vôo da Gol. A companhia esteve sempre a postos para auxiliar meu pai e disponibilizaram uma cadeira de rodas. Sempre que solicitei teve alguém para empurrar a cadeira. Os embarques foram prioritários e com um funcionário auxiliando. Pra quem saiu do sul do país, acaba sendo uma viagem um pouco longa, mas nas conexões, que foram duas, aproveitamos para comer decentemente, deixei a filhota gastar um pouco de energia. Depois de duas conexões, chegamos ao aeroporto de Santarém e pegamos um táxi que nos deixou na porta do hotel. De Santarém até Alter do Chão são aproximadamente 35 Km e o taxista nos cobrou 130 reais. Disse que se déssemos preferência pra ele na volta nos cobraria 100 reais. Sei que existe a possibilidade de pegar ônibus de linha. Porém, com malas, criança e meu pai usando bengala estava fora de cogitação. Nos hospedamos no Hotel Belo Alter que nos deu o conforto necessário. A área externa do hotel é muito gostosa, tem piscina que minha filha aproveitou muito, árvores frutíferas que atraem muitos macaquinhos e o melhor restaurante da cidade fica dentro do Belo Alter. Pra fechar, nos fundos têm uma prainha, quase privativa. Como sabia que os passeios seriam escassos, pela questão da mobilidade do meu pai, escolhemos uma hospedagem que nos desse uma amostra do local. O hotel é visitado diariamente por diversos tipos de macaquinhos, iguanas, lagartos, passarinhos que comem no prato da gente, e nos disseram que uma semana antes da nossa chegada havia uma sucuri na prainha rs. Do outro lado da margem do rio, a noite, ouvíamos o alvoroço dos macacos e era impressionante o barulho. Foram 4 dias nesse local maravilhoso. Como nosso ritmo era bem slow, no primeiro e último dia, curtimos apenas o hotel e a prainha que ficava aos fundos. Então, meu relato, infelizmente, não contemplará a maioria das opções de passeios pela região. No segundo dia, fomos explorar o centrinho de Alter do Chão e a Praia do Amor. A cidade é bem pequena, mas muito agradável. Me senti segura andando por lá. Minha filha de 3 anos caminhou bastante comigo explorando a pracinha e as ruas em volta. Depois fomos aproveitar toda a beleza do Rio Tapajós na praia que fica logo em frente da pracinha. Gostamos muito do lugar. A água é cristalina e tem uma temperatura deliciosa. Colocamos umas cadeiras dentro do rio e aproveitamos para nos refrescar, pois o calor de Alter do Chão é um pouco demasiado pra nós curitibanos rs. Tem diversos quiosques que vendem ótimas refeições. Achei o preço justo, principalmente porque uma semana antes estive em Fernando de Noronha. Então, fiquei com a sensação que Alter do Chão é um destino barato. Fechei lá mesmo o passeio com um barqueiro que me abordou com um preço muito bom se comparado ao da agência de passeio que fica dentro do hotel. Essa agência queria me levar 300 reais por 4 horas de passeio. Já o seu Edivaldo me ofereceu o mesmo passeio por 180 reais pelas mesmas 4 horas. Ele ainda pegou a gente na prainha do hotel. Terceiro dia era de passeio e foi o melhor de todos. Uma pena não termos feito outros, mas precisei respeitar o ritmo dos meus parceiros de viagem. Fomos conhecer a Praia do Pindobal e a Ponta do Cururu. Conforme combinado, o barqueiro nos esperava com um barquinho menor na prainha do hotel e nos levou até a Praia do amor para embarcarmos na lancha. Durante o percurso, ele foi nos mostrando algumas praias e o que mais me surpreendeu foi a impossibilidade de enxergar a outra margem do grandioso Rio Tapajós. A sensação de estar no mar, e não em um rio, é muito forte. Chegamos na Praia do Pindobal e ficamos impressionados com a beleza. A praia é maravilhosa, com sua areia bem branquinha e a água muito clara. Não dá vontade de sair nunca de lá. Muitos botos vieram nos visitar. Emocionante demais! Esse local oferece vários pratos de peixe e pedimos o Tambaqui com acompanhamentos. Gastamos 60 reais e veio tanta comida que chamamos o barqueiro pra se juntar conosco, pois não daríamos conta. Ficamos na praia do Pindobal até o sol ficar bastante baixo e nos dirigimos para a Ponta do Cururu para o um por do sol sensacional. O lugar também é muito lindo e cheio de botos. Minha filha amou e não queria ir embora. No último dia, aproveitamos mais o hotel, e conseguimos dividir um transfer com um dos hóspedes para Santarém. Cada um pagou 60 reais. Uma boa economia! A viagem de volta foi tranquila, pela Azul, porém o tempo de conexão em Belém era muito longo e optamos esperar num hotel do Ibis que fica bem próximo. Uma pena não ter tido tempo de explorar a capital paraense. Fica pra próxima. Meu pai e minha filha amaram a aventura e esse ano meu velhinho que fará 85 anos quer embarcar em mais uma.
  9. dwille

    Chapada das Mesas + Trav. dos Lençois Maranhenses + Jeri

    Vc tem contato dessa empresa? Não achei na WEB. Obrigada
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