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marcos_RS

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Sobre marcos_RS

  • Data de Nascimento 20-04-1983

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  1. Buenas pessoal! Me deixa muito contente saber que meu relato está incentivando e principalmente ajudando outras pessoas! Como se pode observar no relato, fizemos exatamente o que tu queres fazer Fronsoni. O que não achares no relato é só prender o grito!!! Abraço
  2. Buenas, O Cacius está certo. Se perder lá não tem como. A gente usou o mapa só pra avaliar nosso ritmo e administrar a caminhada. Era só pra saber o quanto já tínhamos feito e o quanto ainda faltava. Já enviei o tracklog ao Deividi. Abraço,
  3. Káren, Apareça sim por aqui. és sempre bem vinda. E se precisares de ajuda é só dizer! Abraço
  4. Buenas Deividi! Claro que posso te passar uma cópia do roteiro. Só me passa teu e-mail pra te enviar. No teu perfil não tem tem e-mail! Dica: coloca uma foto no teu avatar, assim já dá pra conhecer um pouco mais a pessoa. Abraço
  5. A quem estiver indo para Bonito, recomendo fortemente o Abismo Anhumas. Dói um pouco na hora de pagar, mas vale cada centavo gasto no passeio!!!!! Abraço a todos
  6. Este mundo é mesmo minúsculo!!! Nunca imaginei que tu pudesses conhecer o Darcio. Bom, agora tu podes comprovar que o Darcio não estava te mentindo! Ele realmente fez a travessia!! hahahaha. Abração!!!
  7. Com certeza Tom!!! Não te preocupa que daqui a pouco sairá outra indiada destas! É bom vê-lo aqui pelo mochileiros! Seja bem vindo! Abraço!
  8. Bem, resolvi escrever este relato depois que li o relato do Cacius, que está sempre ajudando o pessoal. Fiquei apenas um pouco triste com o desfecho de seu relato. Espero que me lembre de tudo, afinal, já faz 2 anos que fizemos esta travessia e me arrependi de não te-lo escrito antes, pois com certeza seria bem mais rico em detalhes do que este relato que escrevo hoje. Atualizarei-o quando lembrar de mais detalhes. Bom, tudo começou quando eu e mais três colegas de trabalho(Darcio, Jonas e Tom) resolvemos fazer esta travessia, após algumas pesquisas e um planejamento utilizando o Google-Earth, decidimos a data para esta aventura: 02 e 03/11/07. Sim é feriado de finados, mas era um feriadão, pois o feriado era na sexta-feira e assim teríamos o domingo para descansar em nossas casas antes de voltar ao trabalho na segunda-feira. Na quinta-feira dia 01/11/07, já com as mochilas devidamente prontas e com o hotel reservado, tomamos um onibus às 18:30 na rodoviária de Porto Alegre com destido à Muçum. Depois de 3 horas de viagem, desembarcamos bem em frente ao hotel reservado. O hotel é confortável e bem barato. Deixamos as mochilas no hotel e fomos comer um "chis" e tomar uma gelada. Logo depois, voltamos ao hotel, dividimos melhor os pesos das mochilas e fomos dormir. No dia seguinte, acordamos bem cedo e tomamos um simples mas generoso café da manhã e tomamos um mate com o simpático sr. Marchetti, dono do hotel. Aqui vale lembrar que se quiseres dar uma olhada mais de perto nas fotos, basta clicar nela para ampliá-la. Café da manhã do hotel. Conversamos mais um pouco com o sr. Marchetti e saímos do hotel por volta das 8:00 da manhã, mas não sem antes tirar uma foto com o proprietário em frente ao seu estabelecimento. Hotel Marchetti. Ponto de partida da caminhada. À esquerda, de branco o Sr. Marchetti. Iniciamos a caminhada, com uma temperatura muito agradável(cerca de 15º) e um céu nublado. O que nos ajudou e nos motivou bastante, pois sabíamos que teríamos uma boa caminhada pela frente. Saindo de Muçum. Caminhamos por cerca de 4 horas até chegar ao tão famoso viaduto V13. Imponente obra da engenharia do exército brasileiro, com 254m de comprimento e 146m de altura, sendo o mais alto das américas e o segundo mais alto do mundo. Durante o trajeto, fazíamos paradas a cada hora para descansarmos um pouco, tirar as mochilas das costas e apreciar a paisagem. Nunca pensei que britas pudesssem ser tão macias!!!!!!! Ao chegar no viaduto, encontramos o pessoal da ALL fazendo reparo nos trilhos. Perguntamos e descobrimos que não circularia nenhum trem até o final da tarde. Caminhamos mais 15 minutos e aproveitamos para almoçar já que a chuva fina que nos acompanhava por boa parte do trajeto engrossara. Paramos na entrada de um túnel e optamos por uma refeição leve, já que tínhamos tomado um reforçado café da manhã no hotel e deixamos a refeição mais "pesada" para o jantar no acampamento. Tínhamos previsto duas refeições quentes, um carreteiro de charque e uma massa com calabresa e creme de leite. Belo cardápio, que exigia apenas uma panela e nenhuma refrigeração,exigem um pouco mais de água para cozinhar, mas como tinha chovido uns dias antes, tínhamos água em abundância no trajeto. Depois da pausa, para o almoço, a chuva aliviara e retomamos a caminhada. No segundo túnel depois do V13(em direção à Guaporé), existe uma homenagem dos trabalhadores a um colega que morreu na construção do túnel durante a retirada das pedras em uma explosão de um dinamite que falhara durante a explosão principal. Homenagem póstuma. Cerca de uma hora de caminhada encontramos um grupo de escoteiros da região do vale dos sinos. Eles nos disseram que acampam todos os anos perto do viaduto V13. eles estavam em um grupo de umas 20 pessoas. Grupo de escoteiros. Encontro um pouco antes do acampamento. Caminhamos mais 3 horas e paramos por volta das 16:30 para montar o acampamento e cozinhar antes que escurecesse. Inspecionando o local do acampamento. Organizando o acampamento. Acampamento montado, carreteiro no fogo e um mate bem cevado para espantar o cansaço de um longo dia de caminhada. Enquanto montávamos o acampamento, tivemos nosso primeiro encontro com um trem. Fomos até o trilho, acenamos ao maquinista e apreciamos sua passagem. Nosso segundo encontro seria um pouco diferente. Após o jantar, fomos até um viaduto perto do nosso acampamento. Lá, fizemos uma roda de chimarrão enquanto conversávamos e apreciávamos um belo por do sol entre os vales. Quando a água acabou, já era escuro, voltamos ao acampamento e fomos dormir. Ao amanhecer do dia seguinte, acordamos, tomamos um café da manhã, levantamos o acampamento e recolhemos tudo o que levamos para lá(inclusive o lixo que é o mais importante!!!). Como tínhamos acampado na entrada de um grande túnel, os primeiros 40 ou 50 minutos da caminhada seriam no escuro. Após cerca de 10 minutos de caminhada, quando estávamos quase na metade do túnel, começamos a ouvir o ruído do trem. Em princípio ele era praticamente imperceptível e nem todos o ouviram, o que foi motivo de risadas entre os que não tinham ouvido, e acusação de paranóicos aos que tinham ouvido. Porém com o passar do tempo, o som ficou cada vez mais perceptível e dentro de alguns instantes o encontro com o trem seria realidade. A tensão aumentou, afinal, não é todos os dias que estamos dentro de um túnel estreito e com mais de 2 km de comprimento e cruzamos por um trem enorme e barulhento. Entramos em um dos inúmeros refúgios que existem nos túneis e viadutos e esperamos o trem passar. Após o barulho ensurdecedor, ainda agitados com o encontro, retomamos nossa caminhada. Aproximadamente meia hora depois, saímos do túnel. Saída de túnel no caminho. Logo após sair do túnel, encontramos dois casais de amigos que haviam passado a noite próximo a entrada oposta do túnel onde tínhamos passado a noite. Pausa para mais uma foto. Logo ao amanhecer do segundo dia, encontramos os dois casais que tinham acampado bem próximo ao local onde acampamos. A caminhada neste dia foi um pouco mais difícil. O dia amanhecera com neblina e como diz o ditado popular: "Cerração que baixa, sol que racha". Conforme o tempo ia passando, o calor ia aumentando, e aumentando muito! O calor, somando ao cansaço da caminhada do dia anterior e ao peso das mochilas, tornava a caminhada bem mais difícil do que no dia anterior. Entretando, a paisagem nos proporcionava belos visuais. Como era primavera, não poderiam faltar as flores. Mais cerca de uma hora de caminhada e nos deparamos com o também famoso viaduto da mula preta. O mais alto dos viadutos de ferro que se cruza pelo caminho. Ele não possui nada entre os dormentes e nenhuma mureta em sua lateral. Dá vertigem atravessá-lo. Viaduto da mula preta, um dos vários viadutos de aço, só com dormentes. Não muito depois de cruzar o viaduto da mula preta, passamos por uma casa que fica bem na beira da estrada e encontramos seu proprietário. Paramos para conversar com ele. Sujeito muito simpático e cujo nome, infelizmente não me recordo. Conversamos por uns 10 minutos com ele, ele nos ofereceu água, que nós aceitamos com prazer. Tiramos outra foto, nos despedimos e seguimos nossa caminhada. Parada para trocar uma idéia com os moradores do local. Durante a caminhada, principalmente dentro dos túneis, onde é completamente escuro, convém tomar cuidado com uma espécie de farpa que se forma nos trilhos com o passar dos trens. Irás te deparar com eles com relativa frequência e são bem afiados. Eles foram muito úteis na construção dos fogões para cozinhar. Cuidado com as lascas de aço presas aos trilhos. Já era perto do meio dia, o sol estava castigando e a fome apertando. Resolvemos parar para cozinhar a segunda refeição quente de nossa caminhada. Uma saborosa massa com calabresa ao molho de creme de leite. Almoço do segundo dia. Mesa do banquete. Enquanto cozinhávamos, uma vagoneta que percorre os trilhos verificando se não há problema e é utilizada para carregar pessoal e materail para realizar reparos, parou e nos ofereceu carona até Guaporé. Indagamos o condutor sobre a distância que nos faltava para o fim de nossa empreitada. A resposta foi: "faltam 10 km!". Após uma breve reflexão, optamos por seguir a pé. Claro que queríamos a carona, mas achamos que seria um "atalho" muito grande. É óbvio que, durante a tarde, com o sol escaldante, nos arrependemos diversas vezes da nossa decisão. Mas foi nossa escolha e a aceitamos com tranquilidade. Vagoneta oferecendo carona. Após refeitos e bem alimentados, foi a hora de tomar um bom banho de cascata(gelado e revigorante) e pegar a estrada novamente. A tarde foi muito quente e tranquila, sem nenhuma novidade ou percauço e depois de cerca de 4 horas, avistamos uma placa que nos avisava que nossa caminhada estava chegando ao fim. Última foto ainda nos trilhos do trem. Para que conheçam os personagens desta trilha: Eu, Tom, Darcio e Jonas. Mais um pouco de caminhada e avistamos o trevo de acesso de Guaporé, saímos dos trilhos e caminhamos pela estrada. Deixando para trás os trilhos e o som de nossos passos nas britas que insistia em querer nos acompanhar. Entramos na cidade e perguntamos aos moradores pela Estação Rodoviária. Eles nos indicaram o caminho. Cada um tomou um ônibus para sua casa já sentindo saudades do tempo em que passamos juntos. Fim da caminhada. Algo que nos foi bastante útil, mas não indispensável, foi o mapa que fizemos e que nos aciompanhou. Marcamos todos os túneis e pontes, desta forma podíamos acompanhar muito bem a evolução de nossa caminhada e que guardamos até hoje meio amassado e sujo. Ponto de partida. Destino. Espero ter aguçado a curiosidade de vários e espero também que este relato sirva de "empurrãozinho" pra as pessoas saírem de casa. Viaje, conheça pessoas, experimente novas sensações! E principalmente leve apenas fotografias e deixe apenas pegadas. Preserve a natureza!!! Dê aos outros o direito de encontrar o mesmo que encontraste na tua viagem! Forte abraço a todos!
  9. Buenas Deividi, Eu fiz a travessia em 2007 no sentido Muçum-Guaporé. Saí de Porto alegre e fui de ônibus(empresa Expersso Azul) e fiquei hospedado no Hotel Marchetti: http://www.ferias.tur.br/empresa/294/hotelerestaurentemarchetti/ É bem baratinho (acho que era menos de 20 pila a pernoite com café da manhã) e confortável e o ônibus te deixa em frente ao hotel, basta solicitar ao motorista. No dia seguinte, bem cedo começamos a trilha. Os trilhos do trem ficam a 5 min de caminhada do hotel. Fizemos a trilha em dois dias. Em Guaporé como o Cacius disse, os trilhos passam perto do trevo de entrada da cidade. A chegar no trevo, perguntamos aos moradores pela rodoviária que fica perto do trevo e de lá tomamos novamente um ônibus. Aconselho fazeres a tilha, é muito bom!! Inspirado no nosso amigo Cacius, coloquei o relato da trilha que eu fiz: http://www.mochileiros.com/travessia-mucum-guapore-ferrovia-do-trigo-rs-t37890.html#p413137 Abraço,
  10. Bom dia leladoch, Para chegar em paris de trem, existem 4 opções, dependendo de onde se chega: Gare du Nord, para quem chega do norte da França e países que ficam mais ao norte(UK, Irlanda, Bélgica, Holanda...). Montparnasse, para quem chega do oeste da França. Gare Lyon, para quem chega do sul e leste da frança e países ao leste da França, incluindo suíça, austria e itália. É nesta gare que tu chegarás, provavelmente com escala em Lyon. E a gare du sud, pra quem vem do sudoeste da frança como Bordeaux por exemplo. Não compensa tu ires ao Charles de Gaule, pois passarás antes por uma das gares(que são perto da região central) para depois ir ao aeroporto. Para voltar do CDG ao centro são cerca de 45min de trem e 10 euros. Já as gares, são todas servidas pelo metrô. Isto deve ser feito somente se fores tomar um avião no aeroporto. Espero não ter respondido tarde demais. Abraço,
  11. Buenas pessoal! Falaram da trilha Muçum-Guaporé. Eu já fiz este trecking e é bem tranquilo. São cerca de 50 km. E fiz com mais 3 amigos. Fizemos em 2 dias. A paisagem é impressionante. Cruza-se vários túneis e viadutos, inclusive o V13, o mais alto viaduto da américa latina e o segundo mais alto do mundo. A caminhada é sobre o trilho dos trens, então não tem obstáculo nenhum, é só caminhar!! A única coisa é cuidar quando passa o trem no máximo duas vezes por dia. Se precisarem de mais dicas é só falar! Abraço
  12. Aproveitando o que o Felipe disse: Dá pra chegar tranquilamente de ônibus ao hotel Santo Antônio. Ao sair do aeroporto, pegue o ônibus T5(lá ele só tem uma direção pois é o final da linha dele). Peça ao cobrador para descer na pimeira parada após cruzar a avenida independência(pode pedir que ele com certeza irá te ajudar), a parada é quase na esquina da Rua Garibaldi ( que éparalela à Santo Antonio) com a José Otão, vire a esquerda na José Otão e ande uma quadra, estáras na Santo Antônio, o Hotel fica quase na esquina do teu lado esquerdo. espero ter sido claro. Para ir à rodoviária é mais fácil. Basta ir até a Avenida Osvaldo Aranha(caminhar uma quadra) e pegar qualquer ônibus do corredor (com a única excessão do T7) que esteja indo para teu lado esquerdo que é a direção do centro e descer na rodoviária(são duas paradas). Espero ter ajudado, Abraço
  13. Buenas jbbrando, Tche, o já citado hotel Santo Antônio fica bom para fazer o que tu queres(só não tenho idéia de preço). Eu moro logo em frente a ele e tem um ônibus (T5) que passa em frente ao hotel e te deixa na Frente do Olímpico. Se bobear podemos até ir juntos no jogo. Abraço!!
  14. Olá Lucky, Para conhecer a cidade e fazer os passeios, uma semana é suficiente. Acho que é tranquilo conhecer em dezembro, é época de seca, dizem que não é tãããão bonito nesta época. Eu fui em fevereiro e achei impressionante o lugar. E não tinha a seca que falam, mas o tempo era bem mais firme e choveu apenas duas vezes em uma semana se não me engano, e foram chuvas rápidas. Eu particularmente acho uma boa se hospedar no albergue da juventude. O pessoal é muito atencioso, o clima é muito legal lá, tem gente de tudo que é lugar e pra completar tem uma bela piscina pra relaxar no final do dia. Ah, como já disseram aqui, eles tem vans e organizam passeios(que são um pouco longe) pro pessoal e se pode reservar todos os passeios por lá e pagar tudo no final da estadia. Pelo que falei com o pessoal do albegue quando estive lá, eles disceram que dezembro não é muito movimentado, pois o pessoal procura outros lugares para passar o natal e ano novo. É muito tranquilo de ir visitar Bonito, é só reservar a hospedagem, o resto tudo é feito lá mesmo(as reservas do passeio). Enfim, divirta-se!!! Abraço,
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