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sillas22

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  1. Man, é super possível e pra quem curte esse rolê é uma experiencia muito valiosa, faz e compartilha com a gente.
  2. Estive duas semanas em Buenos Aires e agora realizei um novo desafio, seguir de Buenos Aires até El Calafate só pegando carona e passando as noites numa barraca. Eu estava em Los Cardales, cerca de Buenos Aires 70km, então decidi seguir para o início da rota 3 na cidade, tive que pegar dois ônibus e um trem para chegar até o início da rota, eu não tinha cartão SUBE e os motoristas não quiseram aceitar dinheiro e nenhum passageiro passou o cartão pra mim, então nos dois ônibus os motoristas me deixaram entrar sem pagar nada, quando cheguei na estação a catraca estava aberta, perguntei ao guarda onde pagava e ele disse que eu podia entrar, dia de sorte hein. Quando cheguei na rota 3, vi que foi uma furada, ela começa no centro de uma cidade, tem muitos carros e lojas, não rolava pedir carona, perguntei a um frentista onde era melhor para pedir carona e ele disse que ali era impossível, que eu devia seguir para Cañuelas, uma cidade mais distante e ali já tinha mais campo e era fácil conseguir carona, ele entao me ajudou, pediu a um carro que abastecia que me levasse até Cañuelas e assim fui, como eu disse, dia de sorte. Cañuelas está a 70km da capital, dá para ir de ônibus, fica uns 40 pesos, nesse dia nao gastei nada hahaha. A rota 3 vai direto a Río Gallegos, então meu plano era não sair dela, cheguei em Cañuelas e 20 minutos depois um caminhão parou, disse que podía me adiantar uns 300km, algo que sempre faço é perguntar se onde a pessoa vai me deixar existe algum pedágio ou estação de serviço (posto de gasolina) é importante para que tenha onde passar a noite, caso vá acampar. Passei a primeira noite no pedágio, perguntei se podia ficar ali e foi de boa, tinha até banheiro e água quente para uma banho, maravilha. Para caminhoneiros, conversar um pouco é o motivo para ajudar, eles estão cansados, então esteja aberto para uma boa conversa, assim você conhece uma boa história e ainda treinar o espanhol. Pedir carona em pedágio é o melhor para mim, os carros estão bem lentos e podem te ver melhor, então em 10 minutos mais um caminhão me levou até a cidade de Azul, saltei e já fui pedir carona na rotatória. Fiquei 30 minutos mas sem sorte, então caminhei até um ponto mais distante e consegui num carro que me levou uns 70km. Aqui uma coisa importante, nem sempre tudo é perfeito e seja homem ou mulher, você tem que estar preparado para algumas situações difíceis. Neste carro o cara deu em cima de mim, perguntou se eu curtia e tal, eu respondi que nao curtia homens, aí ele veio com um papo de que pensava que no Brasil todo mundo curtia e tal, difícil né? Estávamos no meio do nada, não via nenhuma estação de serviço e pedir carona no meio da estrada com carros em alta velocidade é difícil e além do mais estava chovendo, então eu comecei a falar e falar (estava tenso) para tentar amenizar o constrangimento, até passei uns contatos de gente que curtia, falei com ele que podia arrumar uns no Brasil e boas, tratei de desviar o foco até chegar num posto, ai logo saltei e boas, ele nao ficou insistindo, ufa. Aquí fiquei uma hora fazendo dedo e nada, ai resolvi almoçar no posto e descansar um pouco (importante não estressar, afinal se está de carona, não pode ter pressa), voltei do almoço e 10 minutos consegui uma carona que me adiantou 50 km até outro posto e depois de incríveis 5 minutos consegui outra carona até Adolfo Gonzales Chaves, em todas essas caronas eu falava sobre as mesmas coisas da minha vida, as mesmas piadas bla bla bla, mas faz parte. Cheguei em Adolfo e estava chovendo, ali já coloquei meu abrigo e roupas mais quentes e fui pedir carona debaixo de uma árvore, eu abaixava o capuz sempre que vinha um carro, assim as pessoas podem ver meu rosto, depois de 20 minutos um argentino muito doido parou seu carro, a primeira pergunta foi, Pelé ou Maradona? Respondi Pelé hahahah, ele tava só brincando, ele já deu uma mochilada pela américa e aí foi me dando umas dicas, eu vi que ele tava tomando mate e me ofereci para ir servindo, eu nao bebo, mas é sempre educado ajudar. Ele me levou uns 150km até o próximo posto, lá e não tive muita sorte durante 1 hora, parei para comer uns 30 minutos e voltei, eu estava fazendo um video quando uma Van parou, era o Jorge e sua cachorra India, ele me disse que podia me levar até Bahia Blanca e aí fomos. Foi uma viagem muito bacana, o Jorge viajava de moto e tinha boas histórias, aqui nessa altura da viagem, eu já consigo entender bem espanhol. Enquanto seguíamos, o Jorge sugeriu que seria melhor eu ir para Rio Colorado em Rio Negro, assim eu poderia tentar carona na rota 251 onde passam muitos caminhões com destino para rota 3 e diminuía o percurso, eu aceitei a dica e fomos, ele estava indo para Neuquen, então era caminho para ele também. Chegamos em Rio Negro por volta das 20:00, ele me deixou num posto Petrobras e seguiu, logo descobri que não era permitido acampar ali e o camping mais perto estava 10km distante. O Jorge e eu fizemos uma amizade legal e então eu liguei para ele e perguntei se podia voltar para me ajudar pq ali eu não podia ficar, ele voltou entao, nao estava tao longe e me deixou no camping. O camping estava vazio e fazia muito frio, perguntei quanto custava para passar a noite mas o cara nao cobrou, viu minha mochila nas costas e disse que se fosse uma noite apenas não era necessário pagar. Na manhã seguinte havia muita neblina, levantei as 6 para pedir carona, havia um controle sanitário 300 metros a frente e o dono do camping me disse que ali eles iriam barrar as 20 tangerinas que eu tinha na mochila. Já sabem o que eu fiz né? Comi todas hahaha, e quando passei pelo controle eles nem olharam para mim, passei direto, fiquei muito irritado pq agora estava com a barriga empanturrada e não tinha mais tangerina para mais tarde hahaha, que bosta. O Jorge tinha razão, ali passava muitos caminhos, muitos mesmo, eles usavam aquele trecho para cortar caminho, contudo entretanto nenhum parou, fiquei das 7 até as 12:00 e nada, comparando com o trecho da rota 3 que eu estava antes, passava menos carros e caminhões por hora mas havia mais ajuda, bem, fui comer e voltei às 14:00 para tentar mais carona, nessa hora eu já havia saído de perto do controle sanitário e tinha ido para saída da cidade num posto, 10 minutos e um cara parou, ele estava indo caçar jabalí na rota 251 e tinha 3 cachorros gigantes na carroceria, fiquei com medo de algum arrancar minha cabeça fora hahaha, mas foi de boa. Na 251 nao havia nada Nada Nada nos 100km de estrada até chegar em General Conesa, ali caminhei um pouco até a rotatória que seguia para rota 3 e segui o trabalho. O bom é que essas rotas cortam as cidades e entao vc nao precisa sair da estrada ou entrar na cidade para nada, tem posto e fica de boa. Nessa cidade eu achei lindo o clima de outono, com as flores amarelas e a atmosfera agradável, na verdade eu queria acampar ali para poder ver o nascer do sol pq tenho certeza que é incrível, tentei umas 3 horas carona e nada. Quando eu estava caminhando para ir montar a barraca um caminhão parou e me prometeu levar até Comodoro Rivadavia, quase 800km, show. Como já estava ficando tarde, paramos num posto para passar a noite, eu montei a barraca perto do posto e consegui WIFI a noite toda, maravilha hahahaha. Noite dormida, partimos cedo, confesso que foi uma viagem cansativa, o bom de caminhão é que fazem viagens longas, o porém é que vão em velocidade reduzida e ai vc tem que estar preparado para o corpo dolorido, o caminhao nao era muito confortável e as pernas já doíam de ficar na mesma posição. Tem que estar preparado também pq a conversa esgota tem alguns momentos, foram horas e horas e então alguns momentos a gente ficava em silêncio, vinha uma piada, uma pequena história e depois o silêncio reinava, as primeiras horas foram cheias de conversa mas depois acabou. O Lucenzo me ajudou muito e foi bem legal a viagem de qualquer maneira, pegar carona é um aprendizado e só pq as vezes fica cansativo, não quer dizer que nao seja bom. Ele me deixou num posto a 100 km de Comodoro, no meio da Rota 3 e só havia esse posto em km e km, o resto era pampa. Fiquei meia hora e o Miguel, um senhor de 70 anos parou seu carro e aí me levou até Caleta Olivia, um pequena cidade depois de Comodoro, ele foi muito gentil, entrou dentro de Comodoro para que eu tirasse fotos da cidade, da Praia, me apresentou a cidade, depois fomos para Rada Tilly, outra cidade pequena cerca do mar, fomos na Praia para tirar umas fotos e depois seguimos para Caleta Olivia, lá novamente, ele me mostrou a cidade antes de me deixar na estação de serviço, até me deu uns cds de tango para eu escutar. No posto Petrobras (finalmente) eles me deixaram passar a noite, montei barraca e dormi. Acordei de manhã e fazia um vento terrível, ainda bem que fixei bem a barraca pq caso contrario ia sair voando., fui pedir carona e tava difícil ficar sem capuz, o vento gelado fazia doer os ouvidos, mas usá-lo poderia diminuir minhas chances de sucesso, 20 minutos e 3 argentinos me levaram até Fitz Roy, um pueblito de 200 pessoas 70 km a frente. Eles foram legais, estavam indo trabalhar, gente simples, eles tomavam mate e comiam pão, e resolvi aceitar, nao pq eu queria, mas para ser educado e eles não pensarem que eu tinha nojo, pq eles repartiam o pão com as mãos e pareciam um pouco sujos, mas eu aprendi que quando alguém te oferece mate é um bom sinal. Em Fitz Roy nao tive sorte nas primeira duas horas, nem estressei, fui comer e quando voltei consegui uma carona com o Marin e Patricia direto para Rio Gallegos, foram pouco mais de 600 km pela rota 3, eles até queriam que eu dirigisse mas eu nao aceitei, havia muito avestruz e lhama na estrada, tinha medo de algum acidente. O Marin é um gaúcho nato da argentina, anda com faca e chapeu, gente finíssima, me deu um lanche e uma Quilmes para ir bebendo, maravilha hahaha. Quando chegamos em Río Gallegos estava muito frio, eles nao deixaram eu ficar no posto, me levaram para sua casa, lá jantamos e dormi. COnfesso que foi bom dormir numa cama quentinha e confortável. No dia seguinte conheci a família deles, ficamos tomando cerveja e almocei, ele queria que eu ficasse mais um dia lá, eu até queria também, mas devia chegar em Calafate naquele dia, não podia atrasar. Depois do almoço fui pedir carona, comecei na rotatória perto do posto na saída da cidade, mas estava difícil, são muitos carros e naquele ponto eu ainda estava dentro da cidade de qualquer jeito. Resolvi caminhar um pouco até a próxima rotonda, fiquei bem na rotatória para que quando diminuíssem os carros me vissem, 20 minutos e outro Miguel parou seu carro, esse argentino estava indo para Floripa, não ia passar por calafate, mas podia me deixar na entrada da rota 5, a que segue para Calafate, foi rápido e logo parei na rota. Aquí acho que me arrisquei pq nao perguntei se tinha posto próximo e de fato não tinha, só havia uns tratores de alguma e obra ali perto e nao passava muitos carros. O lugar era bonito, já eram umas 15:00 e já estava economizando a água e comida para caso tivesse que dormir ali, felizmente uma hora depois o Christian parou seu carro e meu levou até outra cidade mais a frente, onde tinha um posto e seria mais seguro. Ele disse que parou pq estava muito frio para eu ficar na estrada, aprendi que quando faz frio as pessoas ajudam mais. Incrivelmente quando saltei do carro, 2 minutos depois consegui um carro direto para Calafate, nem acreditei. Confesso que ja nao aguentava estrada, era só pampa pampa pampa, mas quando eu comecei a ver a neve, uhuuu show. Nunca havia visto neve de perto e estar vivendo aquele momento foi incrível, fizemos uma parada para umas fotos e chegamos em calafate. Foram 6 dias na estrada, 2800 km e muitas histórias, confesso que nao vi o tempo passar, foi tudo muito rápido. Para quem tá afim de fazer isso, é super possível, mas tem que estar preparado para curtir a aventura e não se estressar as vezes com a demora. Pensamento positivo sempre, É sério!! vc tem que estar confiante para que as pessoas possam sentir a energia boa. Nesses dias eu gastei 100 reais com comida, isso pq eu comi muito e tava com preguiça de cozinhar na estrada, faz vento e o frio dói, então esteja preparado. Eu tava torcendo para encontrar alguma mochileira na estrada para pedir carona junto, nao, eu nao quería nada de mais, é só que um homem e mulher é mais fácil que um homem sozinho e também dá para revezar na hora de conversa, assim não fica cansativo hahaha, mas nao vi ninguem, nesses dias na estrada não vi homem nem mulher de mochila nas costas, azar hahaha, ou não. Se você chegou até aqui e quiser acompanhar o dia a dia no stories do Instagram, eu sempre posto onde estou e como ta sendo a aventura. Agora estou em Calafate mas ainda nao sei o próximo roteiro, meus planos são ir até Costa Rica só de carona, e se você tiver afim é só poner uma mochila e curtir essa aventura. @viajeiuai Ps: Use cartaz, ajuda muito, quando fiz Puerto Iguazu a Buenos Aires nao usei e nesse novo trajeto comecei a usei e percebi uma melhor significativa. Achei melhor colocar o nome da rota do que a cidade, teve mais adesão.
  3. Vou falar um pouco aqui da minha experiência, eu usei muitas dicas daqui mas na hora mesmo nunca é igual. Meu objetivo foi sair de Puerto Iguazu em Missiones na Argentina e seguir até a pequena cidade de Los Cardales na provincia de Buenos Aires, só na carona. Pra chegar à Argentina eu fui de ônibus até foz, aquele esquema que todo mundo sabe. Já no país hermano eu fiquei alguns dias num hostel pelo WorkAway e depois segui viagem. Acordei cedo no dia e fui até a rota 12, que vai direto para Buenos Aires, procurei uma barreira policial pq ai os carros diminuiam a velocidade, SEMPRE é bom ficar em lugares de velocidade baixa. O motorista vai olhar pra você com calma e ver se rola uma empatia né. Nessa trip, apenas duas vezes pararam estando numa pista rápida, isso depois de duas horas, enfim. Eu tinha feito a barba e tava todo cheiroso pra dar aquela impressão boa hahahah, 5 minutos que cheguei na barreira, um casal parou, eles me adiantaram uns 60 km, como o dia tava começando eu achei de boa ir de pouco em pouco, assim ia conhecendo a estrada. Eles me deixaram na entrada da cidade de El Alcázar , ai eu cometi uma burrada. Pensei que ia ser boa ideia caminhar um pouco e achar um posto na frente, pq onde eu tava não tinha. NÃO FAÇAM ISSO, eu caminhei 8km com 20kg nas costas em uma estrada cheia de sobe e desce e o sol castigamdo, NENHUM carro parou, nesse momento eu me perguntei que eu tava fazendo ali. Achei um restaurante de estrada e parei pra comer um chorizo, não tinha muitos caminhoes mas no trecho, os carros reduziam, 2 horas e consegui um caminhao que me levou até a cidade de Puerto Ryco, uns 50 km, até ai já eram 14:00 da tarde aproximadamente. Achei que ainda dava pra continuar, 2 horas e consegui outra carona até Jardim America, menos de 100km acredito. Lá eu segui para a saída da cidade, era fácil caminhar pq a ruta 12 corta muitas cidades, e fiquei fazendo dedo pra ver se conseguia mais uns km. Como já passava das 16, eu observei na cidade onde eu poderia passar a noite, comer e quem sabe achar um Wifi hahaha. Surgiu um senhor que ia me levar pra proxima cidade, uns 20km, como era pouco km eu recusei, ia chegar tarde na cidade e dificilmente teria mais caronas, ali eu já tinha sacado onde dormir, então era mais seguro. Eu sempre pergunto mais de 2 pessoas a mesma informação pra poder garantir que está certa e também que é a melhor opção, então a terceira que perguntei onde dormir me sugeriu os bombeiros a 200 metros. Fui lá e pedi um lugar pra montar a barraca, eles deixaram passar a noite no quintal, tudo cercado e seguro, já era noite, montei a barraca e caí no sono. Dia seguinte acordei as 6, passei na rodoviária ao lado e fui ao banheiro, peguei mais água e fui "trabalhar" haha, 10 minutos, bingo, carona até Santo Ignacio, lá caminhei 2km DENTRO da cidade até uma barreira. 30 minutos, carona até Posadas, capital de Missiones. Aqui algo importante, evitar cidade grande, tudo é muito longe e costuma ser perigoso. Eu expliquei mal para o motorista e ele me deixou no terminal rodoviário de Posadas, longe pra carvalho da saída. Peguei um coletivo e consegui sair, não dava pra caminhar. Já na saída, uma carona até um posto na rota 12, coisa de 40km, mas foi bom, lá tinha uma boa área pra acampar, bem distante da cidade. Lá foi o pior dia, fiquei 4 horas e nada, depois la pelas 16 consegui e chegamos até uma cidade X que não me lembro, fiquei 10 minutos no semáforo que dava pra saída da cidade e consegui mais de 400km numa carona. DICA: todas caronas foram de boa, menos essa. Eram dois paraguaios e eu não entendia muito o espanhol deles, e alguns momentos eles falavam Guarani. Eles me perguntavam se eu usava dinheiro ou cartão, se era preciso muito dinheiro pra viajar assim, eu achei suspeito. Disse que era tranquilo, que quem me roubasse ia é ter pena hahha, ai depois não falamos muito. Eu tava com muito sono, mas não dormi e fiquei ligado.As 20 horas eles me deixaram num posto de pedagio, já em Corrientes, logo, eu fui e pedi a policia se podia acampar ali, foi de boa, ainda tinha banheiro com água. Dia seguinte, cedo de novo, 10 minutos, carona até Concordia já em Entre Rios, o cara me deixou na autopista, nenhum carro parava, tive que caminhar um pouco até o posto de pedagio. 40 minutos e finalmente, carona direto pra Buenos Aires, eu nem acreditei que tava tão perto, faltava só uns 500km, cheguei. Eu não sei quanto exatamente eu percorri cada dia e por quantas horas mas no total foram 1200km em três dias e 10 caronas, acampei duas noites e cheguei as 14:00 em Buenos Aires. Na estrada gastei 60,00 reais apenas com comida, claro que poderia ser mais ou ser menos, vai de cada um. Eu tava com "pressa" de chegar, então nem visitei as cidades que passei mas foi uma experiencia legal, tem que ter paciência e determinação. Eu pensei em desistir e pegar uma busão várias vezes, mas eu sempre tentava me superar. Eu fico em Buenos Aires e depois sigo pra dentro da Argentina, depois conto as outtas experiências, se quiser saber mais eu tô no instagram como @viajeiuai, lá eu vou mostrando o rolê.
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