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JonSouza

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  1. Fizemos com agências o City Tour em Cusco (recomendo que faça por conta própria), a Salkantay e as Islas Ballestas + Reserva Nacional de Paracas + Ruta del Pisco. Não agendamos nada previamente, pois os preços são bem maiores em relação ao que se consegue com uma negociação cara a cara. Só uma correção: o City Tour nós fizemos por conta própria - recomendo fortemente essa maneira de fazer o passeio. O que fizemos com agência foi o Valle Sagrado e, conforme relatei, não gostamos muito. Se um dia voltar a Cusco, certamente farei esse passeio novamente, mas por conta própria também.
  2. Fala, André, Que bom que você gostou. Espero que seja útil no planejamento da sua viagem. Sobre a caminhada até MP, depende. A Trilha Inka tem limite de pessoas, sendo bastante concorrida. Já a Salkantay - a que fizemos - não tem esse limite e muito provavelmente você consegue contratar o passeio dois dias antes (possivelmente, até mesmo um dia antes). Mas, se você pretende visitar Huayna Picchu ou Machu Picchu Montaña quando chegar a MP, compre seus ingressos com pelo menos três meses de antecedência, ou correrá o risco de não conseguir. A visita a MP você deverá conseguir (se não tiver
  3. Fizemos com agências o City Tour em Cusco (recomendo que faça por conta própria), a Salkantay e as Islas Ballestas + Reserva Nacional de Paracas + Ruta del Pisco. Não agendamos nada previamente, pois os preços são bem maiores em relação ao que se consegue com uma negociação cara a cara.
  4. Chegamos a Lima no domingo, por volta das 16h. Em Lima há Uber, então é mais fácil ter noção de um preço justo do táxi, o que não diminui a importância da negociação. Conseguimos pegar cada táxi por S/ 25 para a pousada, a B&B Miraflores Wasi. Mas os taxistas são meio perdidos pela cidade, então é comum você dar voltas e voltas até chegar ao destino. Como o preço está fechado, não é um problema, mas não deixa de ser uma perda de tempo. Ainda bem que eu tinha comprado um chip no Peru, assim eu dizia o caminho usando Google Maps. Optamos por não usar Uber para não fazer compra em moeda
  5. Pegamos o táxi para a rodoviária de Arequipa, que achei menos caótica que a de Cuzco. Não lembro exatamente quanto foi o táxi, mas não foi mais que S/ 20 por carro. Dica importante: não deixem para última hora, pois o trânsito em Arequipa pode ser bem lento. Chegando lá, ficamos na sala de embarque da Cruz del Sur. Não é lá essas maravilhas, o wi-fi não funcionava bem, mas foi melhor do que ficar no meio do caos da rodoviária. Falando na Cruz del Sur, a comida servida a bordo era bem melhor e o sistema de entretenimento era individual, com fones de ouvido (parecido com o dos aviões). Por o
  6. Na quarta-feira, tivemos nosso “Dia Mario Vargas Llosa”. Tendo nascido na cidade, há muitos espaços por lá reservados a ele. Iniciamos o dia com a visita à Biblioteca Regional Mario Vargas Llosa; depois, fomos à Biblioteca Personal do autor, um espaço vizinho à Biblioteca Regional onde ficam livros que pertencem ao autor. Para finalizar, fomos à Casa Museo Mario Vargas Llosa, museu que foi construído em uma das casas em que o autor viveu em Arequipa. O museu é todo moderno, com recriações interativas de passagens da vida deste ilustre peruano. A entrada custou S/ 20 e incluía uma visita gu
  7. Acordamos na segunda-feira por volta das 9h, possivelmente o dia em que acordamos mais tarde nessa viagem. Tomamos café, fizemos check-out e deixamos os mochilões no hostel mais uma vez. Nesse dia resolvemos ir às Salinas de Maras. Fomos pegar informações no Centro de Informações Turísticas e fomos por conta própria. Pelo que lembro, caminhamos até uma espécie de terminal de ônibus (uns 20 minutos de caminhada a partir do Centro de Informações Turísticas) e pegamos o transporte lá. Não lembro exatamente o valor da passagem, mas foi menos de S/ 5 por pessoa. O lugar fica meio longe (alg
  8. No sábado, acordamos um pouco mais tarde, às 7h. Arrumamos as coisas e fomos ao café da manhã, última refeição preparada pelos nossos cozinheiros (o almoço e o jantar seriam em restaurantes – ainda por conta do preço do passeio – e o café do dia seguinte seria uma refeição rápida, com uma banana, um misto quente – tirei o presunto e fiz a alegria de um cachorro de rua, que há aos montes no Peru; ao menos, parecem mais bem cuidados do os vira-latas que temos pelo Brasil – e um suco de caixinha). Arrumamos as coisas e aqueles que quiseram (incluindo nós) fomos de van até o local da tirolesa. Que
  9. Acordamos na quinta-feira às 5h, com um dos cozinheiros indo em cada barraca com chá de coca fumegante. Muito quente, mas, naquele frio, era quase um bálsamo. Ajeitamos nossas coisas, deixamos prontos os sacos de dormir e a “mochila do carregador”, pegamos as nossas mochilas e fomos tomar café da manhã, servido às 6h. Relaxamos um pouco e, às 7h, sob uma chuva fina, iniciamos aquela que seria a parte mais difícil da trilha, uma caminhada de quatro horas num aclive (às vezes bem acentuado) até o Passo Salkantay, a 4.650 m.a.n.m. Aqui, vale uma observação: Carlos recomendou a alguns que não
  10. Antes de começar com a trilha propriamente dita (que tem 64 km de extensão), acho que vale falar um pouco sobre a “preparação da bagagem” e algumas outras coisas. Cada pessoa tem direito a deixar cinco quilos de bagagem para os carregadores (o que inclui saco de dormir; a barraca, que está inclusa no preço do passeio, não entra na conta desse peso). Se levar mais do que isso, paga-se um extra (que não sei quanto é, pois não levamos mais). Então, fizemos assim: deixamos nossos mochilões no hostel, mas apenas com roupas e as lembranças que tínhamos que comparado – lembrem-se de não deixar na
  11. Segunda-feira, 19/set. Tomamos café da manhã e saímos cedo. Enquanto o pessoal pegava informações no Centro de Informações Turísticas (pertinho da Plaza de Armas), fui até uma loja da Claro comprar um chip pré-pago. O procedimento é rápido e fácil (basta apresentar o passaporte), mas tinha uma fila para atendimento. Levei uma meia hora nisso, o que não foi problema, porque foi mais ou menos o tempo que o pessoal levou para conseguir as informações. Paguei S/ 45 pelo chip mais o plano de 1,5 giga de internet (que eu teria que usar em 15 dias). Deu e sobrou (mas eu não uso redes sociais ou coisa
  12. Saímos de Brasília para Guarulhos num voo da Latam às 20h50 em 16/set. Passamos a noite no terminal, o que é bem cansativo, ainda mais para mim, que não consigo dormir nessas situações (minha esposa conseguiu um banco em que não havia os “braços” de divisória e dormiu relativamente bem, enquanto eu varei a noite lendo e navegando na internet). No começo da manhã, pegamos o voo para Lima (cinco horas de voo), onde pousamos por volta das 10h (horário local, duas horas atrás em relação ao horário de Brasília). O aeroporto pareceu bom e eficiente. Pegamos nossa bagagem sem muita demora e a imigraç
  13. Entre 17 de setembro e 3 de outubro, eu, minha esposa e mais dois casais de amigos tivemos ótimas experiências e sensações viajando pelo Peru. Conhecemos Cusco – de onde partimos para a Trilha Salkantay, um caminho de quatro noites e cinco dias, finalizado em Machu Picchu –, Arequipa, Ica (onde fica Huacachina e de onde partimos para o passeio até Islas Ballestas, Parque Nacional de Paracas e Ruta del Pisco) e Lima. Nosso cronograma foi o seguinte: Dia Local 16/set Voo Brasília-Guarulhos-Lima-Cusco 17/set Chegada a Cusco – familiarizando-se com a Plaza de Armas 18/set Cusco – Va
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