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Renatao1502435084

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  1. Bom dia. Inglês é o suficiente. A maioria dos israelenses falam inglês muito bem! Na base do hebraico a única coisa que você vai entender é o shabbat shalom
  2. No tópico anterior falei de Israel, vindo da fronteira norte, ou seja, Jordan River Border Crossing. Após cruzar a fronteira não há opção de transporte público. Única opção foi pagar táxi que me custou 32 JDs. Isso equivale a R$ 200,00. No caminho tive que aturar motorista chato que tentou de todas as formas me arrancar dinheiro. Foram 60 kilometros em que o motorista fumava dentro do carro e a todo momento me perguntava se já tinha hotel, se queria tomar um chá, suco. Por aí já senti o cheiro de golpe e o pior é que estava no meio do nada. Olha só a foto: Ainda faltavam 11 km e ele disse que já estava em Jerash. Pediu mais 15 JDs para me levar até o centro. Fui incisivo com ele dizendo que ali não era o centro e que teria que me levar até o ponto central da cidade. Isso é algo que deve ser muito bem combinado pois os taxistas querem ganhar em cima a todo custo. Isso voltou a acontecer em Aqaba. Ao chegar próximo do hostel pulei do carro com a mochila e nunca achei que nunca mais seria enganado por taxistas na Jordânia, kkkk Divido o tópico conforme cidades e pontos visitados conforme mapa abaixo: 1. Jerash 2. Amman 3. Dead Sea (Mar Morto) 4. Wadi Musa (Petra) 5. Wadi Rum (Deserto) 6. Aqaba 1. Jerash – 09/02/2020 a 10/02/2020 Fiquei no The Blue House "Gerasa", sendo o primeiro brasileiro a se hospedar neste hostel. Assim que fiz check-in e deixei a mochila já parti para o complexo histórico. São mais de três mil anos de história sendo que Jerash uma das cidades romanas mais bem preservadas do mundo. Há, inclusive, quem a considere a principal ruína de cidade romana fora da Itália: Após conhecer o complexo retornei para meu Hostel. É bem simples, mas o proprietário foi hospitaleiro sendo que levou eu mais dois suíços e dois belgas para conhecer um bar local. O bar é bem diferente da nossa cultura ocidental pois não há bebida alcoólica. Só há homens e geral fuma narguile o que faz parte da cultura local. O proprietário conversou bastante sobre cultura local, costumes jordanianos, política, islamismo, mulheres, filhos, etc. Foi top a experiência. 2. Ammã – Dia 10/02 a 13/02/2020 No dia seguinte consegui ir para Ammã de transporte público. Confesso que a cidade não é das mais bonitas, mas mudar completamente de Israel judaico para Jordânia muçulmana foi um choque de cultura muito interessante. Digo isso porque Amman é uma capital imensa, sendo umas das principais cidades do Oriente Médio. Há uma citadela romana em Amman, mas para quem já esteve em Jerash não é nada que impressione. Foi mais interessante para andar nas ruas, becos, mercados e escadarias da cidade. A cidade possuí muitos aclives e declives. Para quem bate perna como eu vai ver muito disso aí. Ao andar por essas ruelas muitas crianças ensaiando um inglês básico em palavras como “what is your name?” 3. Dead Sea (Mar Morto) Dia 12/02/2020 – Dia de conhecer o Mar Morto Consegui ir de transporte público de Amman até Al Rama. Nesse povoado é necessário ir de táxi até o Mar Morto. Fiz em baixo custo e conheço pessoas que gastam uma nota preta para conhecer o local. E é verdade, realmente bóia!!! Experiência fodástica. E sim, é muito salgado a ponto de que suas roupas demorarão mais que o normal para secarem. Retorno também foi de transporte público e bem tranqüilo. Bati um PF de comida tradicional jordaniana: Mansaf É um prato tradicional árabe feito de carne de cordeiro cozida em um molho de iogurte fermentado seco, e servido com arroz ou triguilho 4. Wadi Musa (Petra) Dia 13/02/2020 – Parti para Wadi Musa: está é a cidade base para quem quer ir para Petra. Só um detalhe: nevou no deserto esse dia. Olha essa foto tirada da janela do ônibus: Esses pontos brancos no chão são blocos de neve. Região faz bastante frio no inverno. Dia 14/02 – Dia de conhecer mais uma das 7 maravilhas do mundo moderno: Petra Para aproveitar bem o dia saí do hostel às 5 da manhã. Consegui a ser um dos primeiros a entrar no complexo e tirar foto sem turista algum no famoso Tesouro. A cidade é famosa por sua arquitetura esculpida em rocha e por seu sistema de canalização de água. Outro nome para Petra é Cidade Rosa, devido à cor das pedras do local. Fiz o primeiro dia de passeio, embora tivesse comprado o passe para dois dias. Machuquei o pé e não consegui caminhar no segundo dia, tendo inclusive que comprar medicamento na farmácia. Petra tem que ser explorada em dois dias, mas se você não tem tempo suficiente vale a pena madrugar e apertar o passo que consegue ver muita coisa. 5. Wadi Rum (Deserto) Dia 15/02/2020 – Deslocamento para Deserto de Wadi Rum A priori iria de ônibus de Wadi Musa para Wadi Rum. Há apenas um ônibus e tem que ter a sorte de não estar lotado. Por sorte consegui um táxi com outras pessoas do hostel e por sorte o taxista não extorquiu ninguém, pelo contrário, foi bem legal e inclusive parou para tirar essa foto acima. Paguei 140 JDs pela estadia em um dos lodges oferecidos na região. Foi uma noite, 2 cafés da manhã, um jantar e passeio no deserto de camionete. Uma noite é mais que necessário para conhecer. Até porque o preço não é o dos mais chamativos. Por estar no deserto achei tudo ok em relação a comida, cama e banho. Tinha até internet hehehhe São paisagens de tirar o fôlego e vale a pena exagerar nos cliques. 6. Aqaba Dia 16/02/2020 – Aqaba É um destino turístico a beira do Mar Vermelho. Talvez uma das cidades mais organizadas da Jordânia. Não aproveitei muito pois no dia seguinte já iria para o Egito. Detalhe da foto ficou no Burquine hehehehh Fiquei hospedado no Hakaia Home Hostel, sendo que os proprietários foram muito hospitaleiros. Caminhei um pouco na cidade para conhecer e comprar o ticket da AB Maritime que levaria até Taba (Egito) Aqui foi o ponto final na Jordânia. 60 doláres para deslocar por 50 minutos o que faz deste trajeto um dos mais caros do mundo para se fazer de barco. Não tinha outra opção então foi assim mesmo. Muito feliz por ter conhecido mais um país de cultura islâmica e ter aprendido muito sobre a região. Obrigado Jordânia e a todo o seu povo!!!!
  3. Fala galera viajante. Nessa quarentena resolvi postar um pouco do mochilãozinho que fiz em Israel e Palestina. Também farei relato sobre Egito e Jordânia caso alguém se interesse só procurar na área dos respectivos países. 29/01/2020 - Guarulho Tel Aviv: consegui comprar esse voo por 33 mil pontos na Latam + 150 reais. Resolvi fazer o upgrade para a classe executiva por mais R$ 1.250,00. Ao menos uma vez na vida resolvi me dar esse luxo já que a passagem saiu de graça. 30/01/2020 - Chegada em Tel Aviv no aeroporto de Ben Gurion após 15 horas voando. Li vários relatos da imigração em Israel. Após apresentar meu passaporte já ia ser admitido, mas pelo perfil de ser jovem, solteiro e viajando sozinho me mandaram para a "salinha". Após uns 20 minutos chegou um agente da polícia falando um português com sotaque carioca para minha surpresa. Perguntou-me quanto e como eu paguei minha passagem. Após responder firmemente me devolveu o passaporte e deu boas vindas à Israel. O aeroporto fica bem longe da cidade e resolvi ir de ônibus. Ao contrário do resto do ano esta época fez um frio absurdo e já do lado de fora tive que retirar uma blusa reserva da mochila. Infelizmente esqueci meu casaco em cima de cama na minha cidade no interior de Goiás. Após 50 minutos de viagem cheguei ao centro de Tel Aviv e fui direto ao Hostel Abraham. A viagem foi planejada de forma a conhecer as seguintes cidades: 1. Tel Aviv 2. Jerusalem 3. Bethelen (Palestina) 4. Masada 5. Haifa 6. Tiberiades 31/01/2020 – Dia de Conhecer Old Jaffa e a orla de Tel Aviv Old Jaffa: é uma das cidades mais antigas do mundo. Porto de Jaffa: dizem que Jonas saiu deste porto quando foi engolido por uma Baleia Orla de Tel Aviv: dá para caminhar bastante. Ou alugar patinete ou bicicleta. Os valores são exorbitantes como tudo em Israel. Para comer sozinho gastava em torno de 50 reais quando barato Dia 1º/02/2020 - Cidade Branca de Tel Aviv A Cidade Branca de Tel Aviv é a maior concentração do mundo de prédios no "International Style", mais conhecido como "Estilo Bauhaus". Museu de Arte de Tel Aviv: o museu é gigante e custou 50 NIS. Carmel Market: infelizmente não tirei nenhuma foto do mercado em si. Fica em uma rua de Tel Aviv e parece com as feiras no Brasil. 2/2/2020: Dia de partir para Jerusalém: fui a pé para a rodoviária. De lá foi tranqüilo comprar o ticket. Os ônibus em Israel são muito pontuais e basta consultar o site da empresa (Egged). Na rodoviária de Jerusalém aproveitei para comprar um casaco pois estava um frio da gota. Fiquei no mesmo Abraham Hostel. De lá caminhei no mesmo dia para a Old Town Jerusalém é um mundo à parte. Qualquer pessoa deveria visitar esse lugar. É uma energia incrível e basta se perder nas ruelas para encontrar milhares de anos de história. É possível passar muito tempo porque tem muita coisa: Bairro Judeu, Cristão, Armênio, Muçulmano. Várias igrejas, mesquitas e sinagogas. Locais históricos como muro das lamentações, Monte no Templo, Domo da Rocha, Via Dolorosa. É história e religião que não acaba mais. Você sente a tensão no ar entre a população. Muita cultura junta e misturada. É algo inexplicável. Muro das Lamentações 03/02/2020: Fiz um tour guiado. Famoso “Free Walking Tour”. Só lembrando que ao final do tour o guia pede uma gorjeta sendo o valor sugerido de 50 NIS. Se estiver com inglês afiado vale a pena porque explica bem sobre vários monumento que em uma caminhada sozinho passa desapercebido. Torre de Davi Aproveitei ainda para ir ao Jardim de Getsemâni e ao Monte das Oliveiras. Fiz tudo à pé. Israel é extremamente caro. Tenha em mente que ir para lá vai gastar uma boa grana. Jerusalém vista do Monte das Oliveiras 04/02/2020: Aproveitei para ir na área do Domo da Rocha. Horários são restritos porque esta mesquita está no mesmo local do Monte do Templo. Pelo fato de dois locais sagrados para duas religiões (islamismo e Judaísmo) estarem no mesmo local existe todo o conflito e a área é super vigiada. No mesmo dia fui para Bethelen: basta pegar o ônibus em frente a cidade antiga. Em Belém vale a pena visitar a Igreja da Natividade e a Mesquita que fica em próximo. É interessante como uma cidade com um dos locais mais sagrados do cristianismo está em território Israelense com maioria da população palestina. Outro local que vale a pena visitar é o muro que divide a Cisjordânia. Há muitos grafites nos muros que refletem o conflito no local. Vale a reflexão até que ponto o muro é uma forma de proteção dos israelenses e até que ponto provoca segregação populacional. A volta de Belém para Jerusalém tem uma situação triste. No check point é solicitado que todos os palestinos desçam do ônibus. Turistas permanecem e devem mostrar o passaporte ao soldado israelense. Uma soldada de um metro e meio com uma metralhadora maior que ela passou fazendo a revista. Os palestinos, na maioria jovens, submetem-se a revista, perguntas. Me passou pelo pensamento como é injusto o fato de que os palestinos estavam no território há centenas de anos. Os israelenses voltaram com o movimento sionista a partir de 1948. Quem é o dono da terra? Vale pensar e de uma certa forma a viagem para lá dá uma girada na chave em tudo que pensamos sobre o conflito Israel x Palestina. 05/02/2020: Masada. Este local é uma fortaleza no deserto. Tem uma história muito triste: os judeus fugiram para lá no ano de 63 a.C. Após algum tempo foram encontrados pelos romanos. Após perceberem que seriam mortos, ver os filhos escravizados e as mulheres possuídas pelos romanos decidiram pelo líder, Eleazar, e outros a suicidarem. Atualmente os recrutas do exercito israelense terminal o curso de formação no parque fazendo o juramento "Masada nunca mais" É possível super até a fortaleza no “Cable car” ou caminhando através do Caminho da Serpente ou "Snake Path" Mar Morto visto de Masada. Paga uma taxa para entrar no Parque Nacional de Masada Lá do alto é possível observar o Mar Morto. É possível conhecer os dois locais nos mesmo dia mas preferi ir no Mar Morto do lado jordaniano. Fui de transporte público e é bem tranqüilo. Tudo na hora. Basta checar no site da companhia de ônibus. Dia 06/02/2020: Museu do Holocausto. Local é bem triste porque mostra todo o sofrimento do povo judeu durante a Segunda Guerra Mundial. Dá para passar algumas horas. É uma verdadeira aula de história. 07/02/2020: Sexta feira – início do Shabat. É bom ficar esperto porque muitas coisas funcionam somente até hora do almoço. Saí cedo de Jerusalém com destino a Haifa. Fui até esta cidade para conhecer os Jardins de Baha’is. Este é um dos níveis do Jardim que fica em Haifa ao norte de Israel Infelizmente o dia estava fechado, mas nada que atrapalhe a beleza do jardim. O mesmo é o local supremo da religião Bahai. Esta religião é a junção do melhor do cristianismo, judaísmo e islamismo. Para adentrar o local tem que agendar previamente com um guia específico. Caminhei deste ponto até a parte de baixo pela rua. É uma caminhada e tanto. Tem mais coisas para fazer em Haifa mas optei por partir para o próximo destino, Tiberíades. 08/02/2020 – Tiberíades: resolvi conhecer esta cidade porque fica à beira do Mar da Galileia. Na verdade trata-se de um lago de água doce de extensão quilométrica. Aqui Jesus teria andado sobre a água, acalmado a tempestade, feito o milagre da multiplicação dos pães e peixes. Caminhei na orla do lago e imaginando as histórias de Jesus. Para mim foi uma viagem de reflexão espiritual e histórica. Dia 09/02/2020: Parti de Tiberíades para Jordânia. Escolhi a fronteira ao norte porque não tinha interesse de ir para o sul de Israel e nem de através a King Hussein Bridge próximo a Jerusalém porque ouvi dizer que era bem complicado. Tomei o ônibus cedo na rodoviária de Tiberíades para Betsaida. A rodoviária nesta última cidade fica bem afastada e as informações que encontrei na internet eram bem confusas acerca da travessia para a Jordânia. Tomei o micro ônibus 16 que ia para um kibbutz (comunidade rural em Israel) próximo a fronteira, cerca de 2 km. Descido no ponto de ônibus fui caminhando até a imigração Tchau Israel. Só tenho a agradecer por esta viagem de conhecimentos incríveis sobre a religião, história. Israel é um país que todos deveriam conhecer pela riqueza que tem a oferecer. É um destino caro mas que vale a pena. Próximo post pretendo escrever sobre Jordânia. Obrigado a todos! ­­­­
  4. Estou no Oriente Médio. Tbm não achei grupo nenhum. Fazendo na raça!!!
  5. Cuenca é top!!! A arquitetura é show. Tomei a liberdade de por umas fotos de quando estive por lá!!!!
  6. Show o relato. Estive no teleférico mas não consegui fazer a trilha completa porque cheguei depois do meio dia. Visibilidade fica horrível. Abraço!!!
  7. Boa noite! Mais algo em mente neste roteiro aí? Estou pensando para mesma data.
  8. boa noite Ao que me lembro havia pessoas na devils pool em agosto. Problema foi agendamento mesmo. De toda forma tenta entrar em contato com alguma agencia local em Victoria falls para ter certeza.
  9. a) Qtd de dias ida e volta São 20 dias de Cape até Vic Falls b) Valor e o que estava incluso e o que vc teve que arcar durante a viagem Incluso transporte, alimentação (exceto 3 noites), entrada nos parques e passeios As atividades extras você paga por fora como por exemplo voo de helicoptero, sky diving, quadriciclo.... c) Vistos sao necessarios, alem da carteira de vacinacao Visto apenas para entrada no Zimbabue custa 35 doláres. Opcionalmente pode pagar 50 doláres e já atravessa para a Zambia d) Dados e contatos da agencia Fernanda Godoi [email protected] No mais é isso. Boa viagem!!!
  10. Boa noite riquao Estava ocupado esses dias mas segue a lista de gastos PASSAGEM 1 2.233,69 PASSAGEM 2 621,37 NOMAD TUR 6.387,61 UBER 472,76 ALUGUEL CARRO 429,45 CELULAR 40,02 COMIDA 1.163,66 DIVERSOS 36,00 GASOLINA 133,32 HOTEL 689,45 IOF 197,02 LAVANDERIA 39,47 PASSEIO 555,18 12.998,99 Em relação a Devils Pool não foi possível mergulhar pois tem que reservar antes e eu não sabia
  11. Oi Carol. R$ 2.300 indo por Port Elizabeth e volta por Johanesburgo. Fui por conta própria. Só o rolé de Cape para Vic Falls que foi por agência! Abraço
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