Ir para conteúdo
  • Cadastre-se

Raimundo.14bis

Membros
  • Total de itens

    4
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

6 Neutra

Últimos Visitantes

530 visualizações
  1. Essa viagem foi há muito tempo em uma galáxia distante, rsrsrs. Somente agora estou colocando as lembranças aqui no mochileiros. Bem, para mim foi muito especial essa viagem, porque tinha sido apenas minha segunda viagem internacional depois de uma para a Europa e nessa viagem à Patagonia de 30 dias descobri qual é o meu estilo de viagem e quais seriam os meus próximos destinos, a viagem para a Europa tinha sido legal também, mas nada como ir para um lugar em que a Natureza dá espetáculo e te deixa boquiaberto. Aqui irei falar apenas de uma pequena parte da viagem entre a patagônia argentina e chilena: a trilha em Torres del Paine, então, vamos lá !!!! Nunca tinha feito trilha antes, nem acampado, nem nada de nada, mas resolvi fazer esse negócio, rsrrss, e assim foi. Tudo começa em Puerto Natales a cidade base para quem quer ir para Torres. Cheguei lá em novembro de 2008 e tava um frio danado, e no início da temporada o que de certa forma é bom, bem menos gente na trilha, mas é um pouco mais frio. A temporada alta lá é a partir de dezembro. A ideia em Puerto Natales era gastar um dia procurando equipamento e no outro ir para o parque, mas não foi bem assim, fiquei dois para alugar o equipamento, ahhh não tinha nada, e outro para comprar comida, não tinha menor ideia do que comprar, mas aí já abro um parêntese para dica sobre isso (pão, miojo uns 7 pacotes, queijo, presunto, doces, e outras pequenas coisas como amendoas e etc) e foi só isso que comprei, acreditei que com o frio o queijo e o presunto não iria apodrecer e o pão não mofar. Graças a Deus deu certo, rsrs. Cuidado com a quantidade de coisa que comprar, porque é difícil carregar muita coisa e não esqueça que vc vai ter que caminhar muito com tudo isso. Se não tiver sozinho como eu, pode dividir, mas sozinho é osso ter que levar barraca e toda comida. Ok comprei tudo e aluguei a barraca, saco de dormir e etc. Dica: cheque tudo, pois eu não chequei e tive problemas logo com o saco de dormir, putz. Certo, tudo pronto, agora era hora de partir e aí refuguei, kkkkkkkk, quando acordei de manhã para ir pegar o ônibus tava um frio danado e aí inventei que o tempo não tava bom naquele dia e etc e bla bla, mas na verdade foi medo mesmo rsrsrrsrs, sou de Brasília nunca peguei um frio menor de 8º, tinha somente ido à Europa na primavera, tava morrendo de medo de morrer congelado e ainda ia acampar kkkkk, foi foda, mas no outro dia, sem desculpas, me arrumei e fui, pensando ainda, o que que eu to fazendo aqui? ( galera que já faz trilha, relaxa, tô só colocando minha visão na época de quem nunca tinha feito nada de nada, o medo era o desconhecido para mim, mas a trilha é tranquilízima) Então, assim fui no ônibus que sai de Puerto Natales e leva as pessoas para o parque. A vista na estra já é surreal. Aqui vai um detalhe, eu fiz o W ao contrário do que as pessoas geralmente fazem, então desci na última parada do ônibus e fui para o Refugio Paine Grande de barco, na época eu nem sei porque eu fiz isso, mas foi a melhor escolha, adorei, porque assim você conhece as torres no último dia, como a cereja do bolo. Ahhh e só mais uma explicação: o W que estou me referindo é um circuito de trilha no parque Torres del Paine que se vc ver o desenho parece um W, feito geralmente em 5 dias. Aqui vou só relatar minha experiência, mas no google há muitas informações detalhadas sobre esse circuito, com mapas e etc. Primeiro dia Beleza, peguei o barco e fui para o camping chamado Refugio Paine Grande, a viagem no barco é muito massa logo de cara vc ver as montanhas, lindas, brancas, a cor do lago com seu azul top, e o ventão, aí vc já ver o que te espera, foi uma sensação e tanto, principalemnte para mim que nunca tinha nem sequer visto uma montanha gelada, tudo muito novo, e mais um detalhe não tinha pesquisado muito, nem sabia como seria o camping, se era no meio do nada ou não e etc, eu tava preparado para camping selvagem, mas aqui já dou um spoiler, em todo o circuito só fiz uma noite de camping selvagem, embora nos que não eram eu não usei nada do camping, pois estava com minha comida e equipamento, então comia o que tinha e etc. Quando o barco me deixou, foi só chegar montar a barraca e admirar a beleza do lugar, incrível que iria dormir ali, essa noite era na parte de trás de um hotel de montanha de luxo a beira do lago e que eu não tinha coragem nem de entrar lá, rsrsrrs, a noite foi massa, fria, mas quando pela primeira vez na vida entrei em um saco de dormir, descobri que dentro do saco realmente não faz frio, o problema foi só o vento e a chuva leve, passei a noite toda rezando com medo do vento que era realmente forte, parecia que iria levar tudo, com aquele forte barulho de vento que parecia trovão, isso aconteceu em todas as noites. Os ventos da patagônia são impressionantes. Quando acordei segui meu roteiro, comi meu pão com queijo e presunto e fui trilhar com um outro sanduiche para comer na trilha. A ideia hoje era ir até a geleira grey. Nunca vou esquecer esse dia em que tive a experiência de passar por vários climas diferentes em um mesmo dia: saí com sol e estava um pouco quente, depois fechou tudo e fez frio, choveu leve e para finalizar nevou forte a ponto de me deixar todo branco parecendo um boneco de neve, e, para variar, depois fez sol, kkkkkkkk, o clima da patagonia é muito Louco. Isso foi uma das coisas que mais gostei. Outra coisa sensacional é a surpresa, lembro que estava caminhando subindo olhando para baixo, com o lago do meu lado e quando fiz uma curva na trilha, como uma esquina, levei um forte vento na minha cara e uma mostruosidade branca apareceu na minha frente. Ali estava ela a geleira, pela primeira vez na minha vida tinha visto uma, foi incrível, fiquei um tempão ali comemorando sozinho e vendo aquilo, imagina para quem mal conhecia o mundo ver aquele negócio soprando vento com força para o lago. Foi Animal. E assim continuei caminhando em direção a ela com icerbergs flutuando no lago ao meu lado, porque vc sempre caminha com o lago do lado. Cheguei na geleira tirei um monte de fotos, comi meu pãozinho e acelerei para voltar porque o tempo ficou feio bem rápido, como sempre, rsrsrs, aí foi só voltar feliz da vida e vendo as mudanças de tempo que nesse dia foi sensacional. Para quem quer ir: relaxa que as trilhas são bem marcadas, vc não se perde, tem muita gente caminhando e leve roupas impermeáveis, o tempo é louco!!!!! Segundo dia E ae!!! Vamos para o segundo dia: Depois de uma noite foda que passei ela toda rezando com medo do vento e do frio, kkkk nunca tinha visto isso, o vento a noite fazia som de trovão e maior friaca, mas graças a Deus sobrevivi e acordei com um dia chuvoso não muito bonito, mas fazer o que tinha que seguir viagem. Levantei acampamento e segui caminhando com chuva leve e sem capa de chuva, só tinha para a mochila, mas mesmo com chuva ainda assim a paisagem era bonita, segui a trilha com poucas pessoas que encontrava no caminho. O plano era acampar no acampamento dos italianos e no mesmo dia ir até o acampamento dos britânicos para tirar fotos (é uma bela de uma subida que te leva para um ponto alto, bacana para fotos), mas aí fiz uma besteira. Isso que é bom de ler relatos, para não cometer as mesmas burrices de alguém que já fez kkkkkk. Então, cheguei rápido no acampamento dos italianos e o tempo estava chuvoso não dava nem vontade de parar para acampar e olhando para frente na direção do refúgio dos cuernos parecia que o tempo estava melhor, aí pensei que indo para lá que PARECIA perto eu iria adiantar meu passeio e no outro dia podia voltar sem mochila para ir até o acampamento britânico e tirar minhas fotos. Grande engano hahhahaha, o que parecia próximo no mapa na verdade não era, pois a trilha ficava bem mais difícil para andar com subidas e descidas inclinadas aí perdi maior tempo para chegar no Refugio dos Cuernos e quando cheguei estava morto só deu tempo de armar a barraca, comer o miojo e cair no sono. Lembro que nesse acampamento tem um hotel de luxo próximo e que eles deixam vc usar o banheiro, quase morri de inveja ao ver as pessoas chiques bebendo vinho com lareira e apreciando a vista das montanhas hahaaha e eu ia dormir lá fora, molhado da chuva, bota encharcada de lama e um miojozinho. O bom foi que dormi rápido, mas o vento a noite toda é impressionante. Antes que eu esqueça, fiz burrice, o certo é ficar no acampamento dos italianos e ir sem mochila para o britânico (olhando o mapa fica mais fácil de entender) o curvelo deixa para o outro dia. Aí seguindo minha burrice vem o terceiro dia: Terceiro dia Acordei 9:00 porque estava morto do dia anterior, mas hoje tinha que ir até o acampamento britânico, mal sabia o que me esperava. Esse dia o bicho pegou, achei que não seria tão ruim por estar sem mochila, mas não foi bem assim não. Segui rápido para o acampamento dos italianos passando pela mesma trilha que ficou um pouco mais fácil sem mochila, mas ainda deu um pouco de trabalho, porém o dia estava bonito e tirei várias fotos das montanhas, andava o dia todo avistando as torres que dão nome ao parque, só que bem distantes, nem imaginei que um iria chegar tão perto delas. Água não é problema nessa trilha vc bebe a água mais pura do mundo descendo direto das geleiras e a vista dessas montanhas ali do seu lado, só estando lá para sentir e apreciar. Cheguei nos italianos e agora vem a parte mais difícil, hora de subir o morro para o camp. britânico o início é pelas pedras e vai subindo, vai subindo, vai subindo. O barato é que vc ver uma geleira enorme no alto de uma montanha a sua direita, linda, mas com uma coisa engraçada: esse dia estava perfeito, com sol e sem nuvens e todo tempo ouvia barulho de trovão e ficava procurando as nuvens e nada, até que pergutei para umas pessoas lá e em falaram que era o barulho das pequenas avalanches da geleira. Poxa bem legal, não via as avalanches, porém ouvia bem o barulho. E assim continuei subindo e subindo. Finalmente cheguei no camp. britânico, achava que teria gente acampada lá, uma pequena estrutura e etc., mas não tinha nada só uma plaquinha hahahha. Tudo bem, vc tem que andar mais um pouco do acampamento britânico para poder chegar no mirante. E nesse ponto a vista é IMPRESSIONANTE. A trilha já estava cheia de gelo e isso para mim era bem legal, enfim tirei várias fotos e agora era hora de descer. Agora a situação começou a complicar já estava tarde e lá de cima conseguia ver onde estava o meu camping. Era longe, muito longe. Ainda bem que teria sol até às 21h e assim desci, comecei a ver que o tempo iria ficar apertado e acho que na presa errei o caminho da trilha na parte das pedras onde a marcação são só estacas. Caminhei pela pedras e quanto mais andava em nada chegava. Converso que bateu um desespero não podia passar a noite ali sem nada, porque iria morrer de frio, além de estar sem comida, sem nada. Bem, acredito em Deus e comecei a rezar para sair dali ou encontrar alguém que me ajudasse a encontrar o caminho. Graças a Deus e com confiança achei uma estaca e depois outra e depois um casal que estava andando por ali. Na hora que eu estava ali não era para encontrar mais ninguém, pois já estava tarde e fui o último a descer o camp. britânico, ainda assim, encontrei essa casal que estava indo para os italianos. Fomos juntos até lá, me desejaram boa sorte e fui caminhando o mais rápido que pude para os curvelos e mais uma vez cheguei lá morto hahahahhaha e lembro que já era mais de 21h já anoitecendo. Foda kkkkkkk Vou parar por aqui, mas prometo voltar logo para continuar escrevendo sobre os próximos dias, para mim vale a pena escrever aqui e recordar essa viagem incrível. Até mais pessoal, qualquer pergunta é só deixar nos comentários. Também estou colocando as fotos no instagram: @raimundo_junior__
  2. Parte 1 da viagem Continuando a parte I ... Enfim, cheguei em Leon e agora veio a parte boa. Leon é uma cidade legal, estilo colonial, esperava apenas passar uma noite lá e depois ir para o parque do vulcão Masaya, mas acabei ficando mais tempo por lá graças a uma festa de La Imaculada Concepcion que iria acontecer e que era uma das mais importantes para eles, pois se não me engano é a padroeira do país e pessoas de todos os lugares da Guatemala estariam lá para celebrar, tanto que no hostel só consegui uma rede exposta ao luar e mais nada rsrsrsrs. Foi ótimo, sai nas ruas, parecendo noite de halloween, todas as casas ficam abertas com altares, festas, música e distribuindo doces para quem pedir, bastava usar uma palavra mágica que esqueci agora, mas ao falar eles respondiam como uma contrasenha e lhe dão doces, muito legal, me senti criança correndo pelas ruas, fantástico tudo muito simples, mas adoro esse negócio de cultura popular, principalmente pulsando na vida das pessoas mais simples. Tenho algumas fotos de Leon no instagram e irei colocar algumas aqui também. instagram: raimundo_junior__ Ah e ainda teve o desfile das Gingantonas que são como os bonecos de Olinda para simbolizar as estrangeiras que erão mais altas que o povo local rsrsrsrs. Feito isso fui para o objetivo da viagem na Nicarágua que era conhecer o Vulcão Masaya e suas larvas, como disse, sou louco em vulcões. AAAAhhhhhhhhhh, mas já estava esquecendo, antes do Masaya tive a grata surpresa de conhecer outro vulcão perto de Leon e esse foi uma aventura para chegar lá porque fui só com Deus acampar do lado dele, ninguém mais. O Masaya é legal, é possível ver larva, mas é um parque nacional, se chega lá de carro e só pode permanecer 15 minutos na cratera, mas em viagens o mais bacana para mim é o inesperado, e nessa viagem tudo estava em aberto e NUNCA tive uma viagem em que todo o roteiro foi construído só viajando, pois não sou como muitos viajantes por aí que tem 6 meses, anos para irem descobrindo o mundo, no meu caso é apenas a viagem de 30 dias das minhas férias e aí tem que ser bem aproveitado, mas na América Central, tudo foi construído na hora e assim veio uma gratíssima surpresa da viagem. Descobri que tinha um vulcão próximo da cidade e que podia se acampar lá, me deu um certo medo em ir sozinho, mas não pensei duas vezes em procurar um lugar para alugar uma barraca e me mandar para o vulcão. Posso dizer que foi incrível. Sou meio lerdo, mas por um milagre em um dia consegui alugar um equipamento de camping que parecia impossível em Leon, o cara que me alugou era bem legal me deu algumas dicas e no dia seguinte fui embora. Peguei um ônibus no terminal da cidade, um chicken bus lotadíssimo para variar, mas bem legal ao lado de uma senhora simpática que me contou histórias do vulcão que ainda está ativo e que já destruiu a cidade de uma forma bem catastrófica, segundo ela, e assim cheguei no meio do nada onde tinha pedido para o motorista me deixar. Saltei do ônibus procurei a ponte que tinham me falado e consegui ver o vulcão sem acreditar, rsrsrsrsrs, Era longe pra car*******, teria uma longuíssima jornada pela frente, mas já tava lá né. Peguei a trilha morrendo de medo de me perder, porque eu sempre me perco nas trilhas, caminhei, caminhei, encontrei apenas gado e uns poucos moradores, mas vc só sobe e tem uma hora que não tem mais propriedades, só mata, pois já é parte da área protegida do vulcão. Ah o nome do vulcão é Telica, mas tem um outro nome que eles chamam lá, bem parecido, mas esqueci agora. Tah, então, quando chegando perto do vulcão começa a cair a noite e assim segui pela trilha na mata, no meio da noite, rezando para minha lanterna que tinha alugado, com as pilhas que ela já tinha, para não acabar e ficar no escuro. Passei por algumas placas bem legais do tipo: agora você está entrando em uma zona vulcânica perigosa, que o vulcão está ativo, que dali para frente é por sua conta e risco e etc..., mas era o que eu queria acampar perto do vulcão. Por um milagre, já que sou o maior perdido do mundo em trilhas, dessa vez não me perdi, no outro dia com a luz do dia para voltar peguei vários caminhos errados, foi Deus que me levou certinho para o ponto onde se acampa. Achei o local a noite, montei minha barraca, joguei a mochila para dentro e aí vem aquela sensação: Sem ninguém só vc e Deus, naquele lugar com a sua barraca e uma cratera enorme ali do seu lado soltando fumaça, com placas alertando do risco do vulcão jogar pedras e o céu estrelado, foi massa. Segui do ponto onde deixei a barraca numa caminhada que levava de fato para a boca da cratera. Tem que se caminhar por uma trilha de pedras vulcânicas e aí vc sobe mais uns 50 ou cem metros onde está a boca do vulcão, incrível a sensação, quando se aproxima o barulho é de um jato de avião ligado, exatamente igual por causa dos gases, e o melhor dá para ver a larva lá no fundo quando a fumaça não encobre. Fiquei abobado lá. Sei que muita gente não é religiosa ou me achariam irresponsável, mas naquele momento, sozinho, só com o barulho do vulcão, com toda aquela força da natureza ali bem perto e as luzes das cidades bem longe com o céu estrelado, tive uma experiência muito boa com Deus, uma mistura de medo e agradecimento por estar ali, posso dizer seguramente que foi uma conexão única, uma experiência fantástica. Depois de uma hora ou mais lá em cima resolvi descer e na descida a lua que era cheia e me ajudou na subida foi embora e tudo ficou um breu, não via mais o vulcão e a única coisa que conseguia ver era o que a lanterna iluminava na minha frente, mas era muito pouco, não consegui encontrar a trilha que usei para subir e não consegui mais localizar minha barraca, peguei várias trilhas erradas e mais uma vez rezei bastante pedindo a Deus que me ajudasse a achar a barraca e assim caminhei, caminhei até que encontrei o caminho e minha barraca, sem luz da lua ficava realmente bem difícil, escuridão total, o interessante é que tinha pedido para Deus me ajudar a encontrar a barraca e quando entrei na barraca e tudo já estava tranquilo a luz da lanterna apagou sozinha, a bateria não tinha acabado, mas começou a ter muito maus contatos, graças a Deus já estava na barraca. No outro dia vi novamente a cratera durante o dia e desci, errei o caminho, encontrei um senhor local que me perguntou se tinha visto alguma cobra e para minha surpresa ele disse que no local onde acampei tem várias cascáveis, se soubesse nunca teria ido, rsrsrrsrsrsrs. Exausto cheguei a Leon pronto para as festas que mencionei acima, a cronologia ficou invertida nesse post. rsrsrrsrsrrs Continuo em um próximo post sobre Masaya e o resto das coisas que fiz na Nicarágua, antes de ir para Guatemala e México.
  3. Olá pessoal minha primeira contribuição para esse site que já me ajudou bastante. Acabei de voltar dessa viagem e aqui vão as dicas com erros que cometi, aliás só tenho dicas porque errei muito rsrsrsrs. Primeiro queria falar sobre a passagem. Sempre que se procura voos para a América Central eles são bem caros, comparados a voos para a Ásia. No meu caso comprei pela Avianca para El Salvador porque lá é um hub da companhia e se vc pesquisar vai ver que os voos para El Salvador são mais baratos que para toda América Central e México, mas isso foi quando pesquisei, claro que muda muito, mas considere El Salvador como opção para voo mais barato. No meu caso paguei 2.300 mais 180 para o decolar.com de comissão em dezembro, que é alta temporada, e comprando com 3 dias de antecedência se fosse outra época e bem programado poderia ser mais barato. Só mais uma coisa comprei ida e volta por El Salvador e achei que isso foi um erro, deveria ter comprado multiplos destinos com chegada em El Salvador e volta por Cancún ou vice e versa já que iria até o México e não teria que voltar tudo de novo. De qualquer forma dei meu jeito e voltei conhecendo outros lugares. Superada essa parte da passagem, vamos à viagem que é o que importa: Cheguei em El Salvador e tive que pagar 12 USD para entrar no país, o aeroporto é longe da cidade, mas se chegar de dia há ônibus público que te leva até o centro da cidade, ah a moeda local é USD, no centro da cidade fui procurar como chegar noHostal Cumbres del Volcan Flor Blanca. Deu um certo trabalho pergunta aqui e ali e nos trancos e barrancos cheguei de transporte público, mas aconselho pegar um taxi não é longe do centro e por isso não deve sair caro. Passei a primeira noite lá e como minha viagem era bem corrida com muita coisa para conhecer já queria sair no outro dia para a Guatemala, MAS estava cansado e dormi até tarde o que não deu para concluir o plano, sendo assim, fui em um balneário na cidade e depois para a praia de Tucum que fica 40 min da cidade e se pode ir de transporte público. Agora foi engraçado, quando voltei conversei com uma amiga e ela me falou de um vulcão na Nicarágua que se pode ver as larvas, além de ter me falado bem da Nica. Sendo assim, mudei meus planos, viagem totalmente aberta permite isso, inves de ir para Guate, fui primeiro para a Nica e melhor peguei algumas info de como ir de chicken bus ou transporte público. É simples não ter que pagar shuttle ou ônibus turístico até a Nica. Basta seguir os conselhos deste blog: http://www.alongdustyroads.com/posts/2014/9/25/crossing-borders-el-salvador-to-nicaragua-via-honduras basicamente é ir para a fronteira até Honduras, pegar um shuttle de uma fronteira de Honduras para a outra 2,5h de van e pegar um outro ônibus da fronteira para Leon. Ah só mais uma coisa: Eu fiquei a primeira noite na cidade de Salvador, mas vc também pode passar a primeira noite na praia de Tucum, embora não espere uma praia brasileira. A praia é um pouco feia de areia negra por causa da atividade vulcânica, porém é otima para surf, por isso é um reduto de surfistas, mas não sei como chegar lá do aeroporto, talvez só por taxi que pode custar 30 USD. Leon continuo ... Parte 2
×
×
  • Criar Novo...