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MallêGomes

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Sobre MallêGomes

  • Data de Nascimento 06-12-1989

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    Capelinha/MG, Felício dos Santos/MG, Belo Horizonte/MG
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  1. Capítulo III - Hora de Partir Quarta-feira, 05 de julho de 2017. Dia D: A Partida! Chegou o dia de cair na estrada! Corações acelerados! O ponto de partida foi nossa casa em Petrópolis/RJ, rumo à cidade de Capelinha, no norte mineiro. Lá é a casa dos meus pais, onde o Gilberto (nosso filhote de 8 anos) nos esperava. Era preciso buscá-lo para seguir na estrada. Então, éramos apenas nós dois (eu e Thiago) neste momento. A distância a ser percorrida era de 912 km! Muito chão pela frente. E nossa forma de viajar: carona! Na estrada, com nossas mochilas, plaquinhas e dedões esticados. Ainda estava escuro. Um frio de doer os ossos! O despertador tocaria às 7h, mas uma hora antes perdi o sono. Às 6:30 levantei. Ajeitei o café da manhã, verifiquei as bagagens, e pegamos nossas coisas. Uma ansiedade absurda! Esta seria a viagem piloto da Expedição Pão de Queijo. Saímos de casa às 7:30h. Fomos andando até o ponto de ônibus. Aguardamos 20 minutos até que ele chegasse. Pegamos a linha 122 (Fazenda Inglesa, R$ 3,90), que nos deixou na BR-040 às 8:35h. Caminhamos um pouquinho até um paredão de pedra (acima de uma entradinha com placa indicando Mosela). Nosso ponto preferido de carona, saindo de Petrops. De Petrópolis a BH Frio de 12°C, e aquele vento cortando o rosto igual lâmina! Por sorte, conseguimos nossa primeira carona com apenas 20 minutos de espera, às 8:55h, com o Leonardo, que nos levou em seu carro até Itaipava (distrito de Petrópolis), onde chegamos às 9:07h. Ficamos em um posto de gasolina. Exatos 18 minutos depois, parou a segunda carona! Flávio nos levaria em seu caminhão até Três Rios. Mas chegando no posto da PRF, ele foi barrado e tivemos que descer (10h). Uma pena... Estávamos a poucos metros do posto de gasolina onde ele nos deixaria para tentarmos a próxima carona. Ficamos em um trecho ruim, onde as pessoas retornam para ir sentido São Paulo. Tivemos que caminhar, com a mochila nas costas até encontrar um ponto melhor. Cristiano nos salvou: ainda estávamos longe do posto de gasolina, em um trecho onde os carros passavam muito rápido e sem acostamento. Intercalávamos entre esticar o dedo e caminhar. Até que, lá na frente, beeeeem lá na frente, um caminhão parou e fez sinal pra nós. Olha, correr 500 metros com a mochila nas costas é difícil. Mas valeu muito a pena: carona diretona até BH! E com o caminhão descarregado, vamos mais rápido! Apesar da chuva, seguimos bem. A chuva deu uma trégua, mas bateu a fome. Bem, a fome do caminhoneiro, a nossa não. Paramos em Ressaquinha/MG. O caminhoneiro pediu um mexidão, prato servido no barzinho onde comeríamos. Thiago não sabia o que era. Expliquei que se tratava de comida mineira: arroz, feijão, carne, couve, tudo misturado. Decidimos pedir um pra nós dois dividirmos. Pagamos R$8,00 em uma marmita que tinha, no mínimo, meio quilo de comida! E ainda veio com um ovo e um pedaço de linguiça por cima! Fomos com as marmitas para o caminhão e seguimos viagem. Confesso: fiquei aflita com o caminhoneiro comendo e dirigindo ao mesmo tempo. Passamos várias vezes pertinho das valetas na lateral da pista... Coisas de viagem. Barriga cheia (muito cheia), comida deliciosa e barata (saiu a R$4,00 pra cada). Seguimos. Ainda faltava um bom pedaço de chão até BH. Pelo horário, já começávamos a nos planejar para dormir lá. Chegamos a BH. E agora?? Chegamos a BH. Já era possível perceber o início do horário de rush. Fluxo intenso de carros no anel rodoviário. O caminhoneiro havia nos dito que nos deixaria na saída da BR-040 sentido Brasília, pra seguirmos viagem. Mas pela hora que chegamos, ele mudou os planos pois ficaria agarrado no trânsito. Nos deixou bem antes, a cerca de 6km do viaduto onde precisaríamos entrar. Começamos a andar. Esticamos o dedo, mas nada! Os carros passavam rápido demais. E mais uma vez, sem acostamento. No meio da pista, achamos um papelão. Já havíamos guardado um pedaço de carvão na bolsa. Thiago fez uma plaquinha escrito "Brasília". Nada de ninguém parar. Pedimos informações, e decidimos pegar um ônibus (R$ 4,05) até a BR. O ônibus nos deixou um quarteirão depois do viaduto. O trocador nos informou que poderíamos voltar àquele mesmo ponto, caso não conseguíssemos pegar carona, e pegar o bus Borba Gato, que nos levaria até a BR-381 (lá, tínhamos a casa de um amigo onde poderíamos pernoitar). Subimos o viaduto já pedindo carona. Nada! Fim de tarde. Logo anoiteceria. Precisávamos tomar uma decisão: ir para a casa de nosso amigo ou tentar seguir? Seguir sempre! Retroceder jamais! Optamos por tentar carona na BR-040 mesmo, até Sete Lagoas e dormir na barraca num posto de gasolina pra seguir viagem. Caminhamos até sair da confusão dos pontos de ônibus. Fiz uma nova plaquinha escrito "Sete Lagoas", pois a outra não estava dando frutos. Estávamos ali tentando... tentando... E uma vista linda do pôr do sol nos fazendo companhia. E então, às 17:45h, parou Darlan. Ele iria para Sete Lagoas. Nos deixaria 500m antes do Posto Três Poderes (um maior, que funciona 24h, onde pensamos em dormir). Fomos nós. Mais um pedacinho de estrada. Darlan nos deixou próximo à entrada de Sete Lagoas/MG. Lá na frente, vimos o posto onde tentaríamos manguear alguma comida e um cantinho pra armar a barraca. Mas até lá, andaríamos um bocado! Já que estávamos na estrada, em um trecho bem iluminado, fomos andando e pedindo carona. Fizemos mais uma placa. Dessa vez, escrito "Curvelo". Já era tarde, mas não custava tentar. E não é que deu certo? Seu Pedro tem 61 anos. É caminhoneiro há mais de 40! Parou pra nós, pra nos levar até um posto de gasolina onde abasteceria, na entrada de Curvelo/MG. Mal acreditamos! Havíamos colocado Curvelo como meta daquele dia, mas com muito otimismo. E chegaríamos mesmo lá! Seu Pedro demonstrou muita experiência ao volante. Disse nunca ter se acidentado em todo esse tempo de carreira. Até corre, mas transmite segurança. Além de ter sido muito gentil em nos dar carona, é simpaticíssimo! Adiantou muito a nossa viagem e ainda nos deu a dica de que onde ficaríamos, existem muitos carros que param no restaurante. Poderíamos até tentar seguir viagem. Chegada ao posto de Curvelo, às 20:12h. Vimos um segurança e fomos conversar com ele para saber onde poderíamos armar barraca sem causar nenhum transtorno. Ele mostrou. Agradecemos. Antes de armar a barraca, fomos até o restaurante. Haviam muitos carros parados: ônibus de viagem, vans, carros de família, caminhões... Avistamos uma van da prefeitura de Couto Magalhães de Minas, mas o motorista não estava lá. Sentamos na calçada. Dividimos uma bolacha água e sal que tínhamos, compartilhando com um cãozinho que passava por perto. Um policial nos viu, puxou assunto, perguntou se vendíamos artesanato (nossa cara de hippies...rs). Depois falou para aproveitarmos que naquele fim de semana haveria o Forró de Curvelo, pra vendermos nosso artesanato na festa, uma vez que já estávamos na cidade. Muito simpático, se despediu e foi! Apareceu o motorista da van. Perguntamos se ele nos levaria até Diamantina. Muito seco, não disse nada. Nem que sim nem que não. Abriu o bagageiro, enfiou nossas bolsas e nos levou. Saímos do posto às 20:32h. Chegamos em Diamantina/MG! Às 22:31, chegamos a Diamantina. Agradecemos ao motorista da van. Começamos a tentar contato com alguém. Enviei mensagem ao Lucas, um amigo que mora na cidade. Thiago tentou o Couchsurfing. Minha internet parou. Mas, "para noooooossa alegria", o contato do Thi respondeu. Passou o telefone. Ligamos, pegamos o endereço e pontos de referência. Começamos a andar. Pergunta dali, pergunta daqui, nada do Google Maps abrir, vento gelado cortando o rosto... Thiago conseguiu abrir o Maps. Ótimo, porque pelo horário e pelo frio, não havia quase ninguém na rua para nos ajudar! Enfim, a moça do GPS disse que chegamos (depois disso, ainda erramos uma rua!). Quando Renato abriu a porta de casa, sorrimos, nos abraçamos, e entramos... Renato é um cara muito bacana! Aceitou nos receber em sua casa mesmo com nosso pedido inconveniente: em cima da hora, quase meia noite! Apesar do horário, ainda bateu um bom papo conosco. Ele e Thiago se entenderam bem: os dois são apaixonados por cerveja artesanal! Eu estava mais de ouvinte, por não entender nada de cerveja e pelo cansaço. Renato disponibilizou sua sala com um colchão focinho, e nos deixou bem à vontade! Toda gratidão é pouca pra tamanha prestatividade, atenção e cuidado que ele teve por nós! Sem contar que ele nos salvou daquele frio! Ele foi deitar, pois teria que trabalhar bem cedo. Nós também, pois o dia foi daqueles: muito produtivo (muito além das nossas expectativas, rodamos por cerca de 600km em um dia, de carona!). Foi só encostar na cama que apagamos!
  2. Capítulo II - Preparativos Para a Partida Domingo, 02 de julho de 2017 Rolou aquela dúvida sobre tornar a viagem pública ou não. Talvez fosse só o efeito do frio absurdo no alto da serra petropolitana. Talvez fosse efeito de um dia inteiro sob os cobertores. Talvez... sei lá... Nesse dia, nada mais aconteceu. Segunda-feira, 03 de julho de 2017 Saímos de casa correndo (nenhuma novidade... somos sempre atrasados). Fomos até o ponto de ônibus da rua de baixo, pegamos a linha 145, que nos levaria até o Terminal Rodoviário do Bingen. Nos encontraríamos com uma amiga do Thiago (meu marido), para pegar os sacos de dormir dele que estavam com ela. Chegamos cedo à rodoviária e ficamos olhando as vitrines de lembrancinhas (que definitivamente não valem a pena serem compradas lá pelo altíssimo preço)! Logo ela chegou, num ônibus vindo da cidade do Rio. Pegamos tudo rapidinho e partimos. Algo bem bom na rodoviária de Petrópolis é que se você permanece lá por menos de 30 minutos, pode pegar o bus de volta sem pagar por outro bilhete. Descemos e, na volta, parando no centro, encontramos uma família de capivaras. Lindinhas e de todos os tamanhos! As pequenininhas então, deu vontade de levar pra casa... Enfim, com os sacos de dormir, já tínhamos "camas" para dormirmos na viagem! Terça-feira, 04 de julho de 2017 Fomos encontrar o Lukinha, nosso amigo de mochilagem, que nos emprestaria a barraca dele, que seria nossa casa durante esta primeira etapa da Expedição, caso não conseguíssemos Couchsurfing. Abarraca do Thi não suporta muita chuva. E com as temperaturas caindo e alerta de friaca máxima nas cidades de Minas Gerais, precisaríamos estra melhor preparados. Ainda mais agora com criança na trip: o Gilberto, de 8 anos, nosso filhote. Saímos de casa e pegamos o ônibus que nos levaria até a famosa Rua Tereza de Petrópolis. Dali, onde ficamos, fomos andando para encontrar o Lukinha. A Rua Tereza é gigante, e famosa por suas lojas de roupas e de tecidos. Mas me interessei bastante pelas barraquinhas de churros, milho cozido, pamonha, balinhas de côco... rs Pegamos a barraca e voltamos para casa. Demoramos muito mais do que o esperado na rua. Chegamos já às 18h, e cheios de coisas pra fazer: uma geral na casa pra deixá-la limpinha e cheirosa enquanto estaremos fora e ainda arrumar as mochilas. Com o frio desumano, até pensei em arrumar as bolsas de madrugada, mas não teve jeito! Com muito custo, à meia noite, terminamos. A barraca é um tanto pesadinha, o que nos preocupou quanto ao peso final da bagagem. Mas, vamos ver no que vai dar... Fomos dormir exaustos! Mas tenho certeza de que o cansaço não era maior que a animação! Minas Gerais, aí vamos nós!
  3. Sábado, 01 de julho de 2017 Capítulo I - A Ansiedade Julho, mês escolhido para colocar os pés na estrada e iniciar a Expedição. Já fazia um bom tempo desde que a ideia havia nascido. Foi no dia 07 de janeiro de 2014. Juntei mapas, fiz um desenho para representar a viagem (péssimo, diga-se de passagem). pesquisei, procurei companhia para a viagem, e não fiz nada! Sem dinheiro por causa da faculdade, sem tempo (também por causa dela), sem coragem por ter Síndrome do Pânico... travei! Primeiro (e péssimo) desenho feito por mim, para representar a viagem. Depois, decidi começar a registrar os lugares onde eu já havia estado. A cidade onde eu morava, a cidade dos meus pais, e aos poucos foi fluindo. Logo me deparei com algumas dificuldades: Como registrar? Como escrever? Como transmitir? Assim foi por muito tempo. Um vai não vai eterno! Escreve, apaga. Faz blog, desfaz. Fiz tudo e não fiz nada. Até que encontrei um carioc... ups! Fluminense. Encontrei um fluminense apaixonado por viagens, pela estrada, pegar carona, dormir em barraca, escrever sobre viagens, e apaixonado por Minas Gerais! Precisava mais o que? Juntamos as mochilas, os sonhos, os objetivos e as ideias. Começamos a estruturar a Expedição com rotas, trajetos, encaixando tudo de acordo com o nosso tempo disponível, definindo mídias sociais, uma logo decente pro projeto, texto de apresentação, tudo! Uma trabalheira... Primeiro de julho... Um dia antes, havia sido o último dia de aula da minha turma de faculdade. Um dia antes, eles eram estudantes, agora, estavam formados. Eles. Eu não. Eu havia trancado a faculdade, no último período, há dois meses de me formar! Evitei ao máximo entrar em redes sociais pra não ver as fotos. Por que? Porque eu queria me formar. Gosto do que escolhi como profissão. Acho que o faço bem. Além da dor de saber que seria preciso voltar pra faculdade depois e ficar lá por mais seis meses. Mas a dor era por isso só. Não por qualquer tipo de arrependimento. E olha que foi difícil! Enfrentar família, colegas, professores... Me enfrentar. Eu queria me formar. Estava bem perto. Mas não fui covarde. Fazer o que fiz exigiu uma coragem absurda! "Está acabando". Foi a frase que mais ouvi. Eu só conseguia pensar que sim, que estava acabando... acabando comigo! Naquele momento, eu poderia estar com o diploma nas mãos, mas tinha um mapa. Estava prestes a partir para dar início (oficialmente) à Expedição Pão de Queijo. Um projeto que sonhei por três anos e meio e que ia se realizar. Em agosto, decididamente, eu voltaria para a faculdade, pra terminar o curso (ou pelo menos tentar). Mas naquele momento não. Haviam muitos dedos apontados pra mim, mas tapei os olhos pra tudo. Abri os olhos pra mim. Em agosto eu voltaria para a faculdade: ser graduada. Mas naquele momento, não. Naquele momento eu estava decidida a fazer meu mochilão: ser viajada! Primeiro de julho... há poucos dias de partir. Ainda com muita coisa pra ajustar. Mas com a certeza de que a maioria delas só entrariam nos eixos com o tempo, já na estrada, pra gente saber como de fato seria. Borboletas no estômago, coração na boca... Pensamento cheio de expectativas, já imaginávamos o quão linda seria essa vivência!
  4. Olá, @casal100 ! Tem sido uma experiência fantástica! Gratidão!
  5. Guaratinguetá - São Paulo

    Parque bem bonito! Vai ficar na lista pra quando formos a São Paulo!
  6. Olá, mochileiros! Meu nome é Mallê, e iniciei recentemente uma viagem por Minas Gerais. Somos uma família mochileira: comigo, estão meu marido e nosso filho de 8 anos. O objetivo é conhecer as 853 cidades de Minas Gerais, através de nosso projeto independente, chamado Expedição Pão de Queijo. E quando falamos conhecer, é porque queremos, de fato, vivenciar tudo isso. Não é só passar pela cidade, mas experimentar do que ela tem a nos oferecer. Viver um pouquinho de cada uma em seu cotidiano, conversar com as pessoas que moram na cidade, entender o lugar, explorar e aprender sobre a arquitetura, história, culinária e cultura locais. O projeto nasceu há quase 4 anos atrás, no dia 07 de janeiro de 2014. Mas só este ano conseguimos tirá-la do papel. E então, no dia 14 de julho, colocamos as mochilas nas costas e os pés na estrada. Apesar de todo este tempo para entendermos como seria esta viagem, programar, ver roteiros e tudo mais, ainda existem muitas dúvidas, com as quais não temos nos preocupado tanto. Estamos seguindo, deixando tudo fluir, e vivendo um dia de cada vez. Resolvendo o que for preciso resolver quando a situação aparecer. Para se ter ideia da nossa total falta de pressa, hoje (01/11/2017) é o nosso 111º dia de expedição, e estamos na 3ª cidade. Até agora, estivemos em Capelinha, no Vale do Jequitinhonha, cidade por onde começamos a expedição; Felício dos Santos, também no Vale do Jequitinhonha onde participamos do maior festival de cultura popular do vale que existe; e neste momento estamos na cidade de Belo Horizonte, onde permaneceremos até a segunda semana de dezembro/2017, registrando a cidade de região metropolitana. Temos divulgado um pouco da viagem através do nosso instagram (@expedicao.paodequeijo), da nossa fanpage no Facebook (Expedição Pão de Queijo) e do nosso blog ( http://bit.ly/2xpJx1K ). Nós três gostamos muito de fotografia, então exploramos muito isso na viagem. Temos o objetivo de registrar tudo em vídeo também, mas essa é uma habilidade que ainda não temos e precisaremos desenvolver! Mas o canal no youtube também já está lá, pra quem já quiser se inscrever (só buscar por Expedição Pão de Queijo). Quando tiver conteúdo, vocês já ficam sabendo (pretendemos fazer mini-documentários). Decidi abrir esse forum para utilizar dos comentários dele como uma forma de interação com vocês, mochileiros, que venham a buscar informações sobre Minas Gerais. Não é um relato com ponto final, pois a viagem acabou de começar, e vai levar aaaaaanos pra terminar. Então haverão sempre atualizações nos comentários. Será um relato dinâmico. Toda interação é bem vinda! Estamos por aqui pra contar um pouco mais da viagem para quem desejar conhecer, ou para encontrar nas cidades por onde passarmos para prosear pelo caminho. Se quiserem saber algo sobre alguma cidade pela qual já tenhamos passado, ou se tiverem dica de cidade bacana, ou o que fazer em alguma delas, será lindo! Vai ser lindo ter a companhia de vocês, e ainda mais lindo poder, quem sabe, encontrá-los pelo caminho! <3
  7. Expedição Pão de Queijo

    Vamos falando!
  8. Expedição Pão de Queijo

    Estou viajando por MG, mas minha companheira de viagens se mudou do Brasil. Procuro companhia para os próximos anos. [sMILING FACE WITH OPEN MOUTH AND TIGHTLY-CLOSED EYES] - Moro em BH, e gostaria que minha companhia também fosse da cidade, pra gente encontrar com mais facilidade e frequência pra ajeitar as trips. - Não vou apenas a cidades turísticas, famosas ou histórica. Gosto daquelas cidades sem nada, que ninguém conhece, no interior, pela vivência, aprendizado e história das pessoas. - Podemos programar viagens pra outros estados tbm, nada impede! - Estudo e faço estágio (não remunerado), então tempo e grana são contados. É precido programar. Viagens curtas fds e feriado, maiores nas férias. - Estilo carona/sofá/xepa para gastos muuuuuito reduzidos. - Tenho pouquíssima experiência (ou nenhuma). Seria bacana encontrar uma mochileira de primeira viagem que ainda não foi por medo de ir sozinha... - Vamos conversando! [sMILING FACE WITH SMILING EYES]
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