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Bulha

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Sobre Bulha

  • Data de Nascimento 07-05-1969

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  • Lugares que já visitei
    Chile (Torres del Paine, Puerto Montt e Santiago), Equador (Otavalo e laguna Cuycocha, Quito, Riobamba, El Nariz del Diablo, Cuenca, Guayaquil, Cotopaxi, Illiniza Norte e Guagua Pichincha), Peru (Lima, Huaraz, Parque Nacional Huascarán, Chavín de Huantár), Colômbia (Bogotá), Argentina (BS AS, Província de San Juan, Mendoza e Parque Provincial Aconcágua)
  • Próximo Destino
    Chile, Carretera Austral: Coyhaique - Villa O'Higgins
  • Ocupação
    Advogado

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  1. O melhor é comprar euros ou dólares aqui ir trocando durante a viagem. A taxa do peso aqui não é boa, assim como lá no Chile a taxa do real é pior do que a do dólar e a do euro. Agora, a taxa no Centro de Santiago, em alguma das casas de câmbio perto do La Moneda, vai ser menor que a taxa de Puerto Montt, que vai ser melhor que a taxa de Coyhaique, que vai ser melhor que a taxa de Cochrane. De Coyhaique pra baixo ninguém aceita cartão de crédito e de Cochrane pra baixo não tem mais casa de câmbio. Cochrane também é o último lugar da Carretera Austral com banco 24 horas. Casas de Câmbio na Carretera Austral: Puerto Montt - Exchange: Talca 84 Afex: Portales 516 Eureka Tour: Antonio Varas 445 Banco 24 horas: Banco de Chile, Puerto Montt com Diego Portales Coyhaique - Turismo Prado – 21 de Mayo 417 Cambios Emperador – Bilbao 222 Cochrane - Banco del Estado – Plaza de Armas: somente dólares Abraço, Bulha
  2. Oi Isah! Nós somos de Brasília. Vamos de avião até Santiago (morrendo de medo do excesso de bagagem por causa das bikes, mas já vamos precavidos). De Santiago vamos de ônibus até Puerto Montt. De Puerto Montt vamos de ferryboat até Puerto Chacabuco, de onde pegaremos mais um ônibus para Coyhaique (ufa!). Começaremos a pedalar em Coyhaique e vamos até Villa O'Higgins. Começaremos a pedalar sábado dia 9 e pretendemos chegar em V. O'Higgins na quarta dia 20. Vamos voltar de V. O'Higgins de ônibus ou van até Coyhaique. De Coyhaique a gente vai voltar de ônibus até Osorno e de lá outro ônibus pra Santiago, de onde a gente pega o avião pra casa. Abração, Bulha
  3. Olá Isa Biker, Eu e mais quatro amigos vamos pedalar de Coyhaique até Villa O'Higgins, girando cerca de 615 Km em 12 dias. Sairemos de Coyhaique no sábado dia 09/01 e pretendemos chegar em Villa O'Higgins na quarta-feira 20/01 no final da tarde. O roteiro do pedal é o seguinte: 09/01 – Sábado: Coyhaique/Camping Laguna Chingay – 67 Km 10/01– Domingo: Camping Laguna Chingay/Villa Cerro Castillo – 30/35 Km (informação imprecisa) 11/01– Segunda: Villa Cerro Castillo/Laguna Cofré (camping selvagem) – 60 Km 12/01 – Terça: Laguna Cofré/Puerto Tranquilo – 66 Km 13/01 – Quarta: Descanso em Pto. Tranquilo (Capilla de Marmól) 14/01 – Quinta: Puerto Tranquilo/Puerto Bertrand – 72 Km 15/01 – Sexta: Puerto Bertrand/Cochrane – 58 Km 16/01 – Sábado: Cochrane/Lago Vargas (camping selvagem) – 75 Km 17/01 – Domingo: Lago Vargas/Caleta Tortel – 50 km 18/01 – Segunda: Descanso em Caleta Tortel 19/01 – Terça: Caleta Tortel/Metade do caminho até Villa O’Higgins ou Campamento Entre Rios (camping selvagem) – 68/84 Km 20/01– Quarta: Metade do caminho até Villa O’Higgins ou Campamento Entre Rios/Villa O’Higgins – 68/52 Km Quem sabe não nos encontramos? Abraços, Bulha
  4. Tontonmacoutes e pessoal da lista, Desculpe se a resposta é um pouco grande, mas quero compartilhar o pouco que descobri. Tem dois motivos principais pra eu ter desistido (por enquanto) de pedalar pela carretera sem barraca. Primeiramente a falta de antecedentes. Em nenhum relato que eu tenha lido alguém fez isso. Em segundo lugar meu calendário limitado. Tenho que cumprir o determinado no planejamento, ou desistir de uma etapa ou de um dia de descanso. Se eu encontrar um bom local pra bivacar, e parar mesmo não tendo cumprido a distância determinada no planejamento, vou ter que correr mais no dia seguinte, e isso pode virar uma bola de neve, fazendo com que eu não consiga fazer tudo até o final. E se ocorrer um imprevisto, como três pneus furados e uma corrente arrebentada no mesmo dia (é difícil, mas é possível), isso pode atrasar ainda mais. Eu tenho um saco de dormir extremo menos 5 graus e um saco de bivaque. O saco de bivaque é como se fosse uma bolsa feita do tecido da cobertura de uma barraca, mas que a parte de baixo, onde se deita, e de um material emborrachado mais resistente. Dá pra dormir ao relento em cima de um isolante. Você até pode ficar seco, mas não é nada bom se chover forte. Há algumas semanas me pus a buscar contatos que me indicassem somente um “techo” para dormir. Buscava saber de currais, colonos, moradores com casas perto da beira da estrada. Eu entrei em contato com a CONAF de Aysén que me disse que seria possível bivacar no camping da Laguna Chingay (a meio caminho de Coyhaique - V. Cerro Castillo) sem problema, pois os locais de camping são cobertos, o que me animou. Também disse que "en el trayecto a Bahía Murta pueden vivaquear, en términos que cuenten con ropa abrigada." Mas depois os outros contatos que eu fui buscando, foram me desencorajando. Procurandoo um lugar pra bivacar entre Villa O' Higgins e Bahía Murta, entrei em contato com a municipalidade de Rio Ibañez (que engloba Villa Cerro Castillo e Puerto tranquilo). A resposta se limitou a dar uma lista campings e hospedagens na comuna, o que não me ajudou muito, pois todos os endereços eram dentro ou muito perto das cidades. Também entrei em contato com pessoas em Cochrane, que me disseram haver campings somente perto da cidade. Um me disse que “ hay lugareños que te pueden facilitar o arrendar area de camping”, mas nada sobre um teto bivacável. Pelo contrário, disse “un consejo para el tipo de turismo que quieren hacer Uds., lo mejor seria carpa, ya que para Tortel llueve bastante.” E um conselho de quem mora lá não deve ser desprezado. Outro contato em Cochrane me disse que “puedes vivaquear por toda la carretera, a veces llueve o hace frio pero no creo sea problema para ustedes y no hay hospedaje de cochrane a tortel” e que “existía un refugio en Vagabundo pero no sé si funciona aun”. Também recebi respostas que me encorajaram num primeiro momento, mas a falta de certeza é que me mata. Geraldo Molina Arroyo, técnico de turismo da municipalidade de Tortel, me respondeu que “la verdad es que si bien no existen establecimientos tales como hospedajes o camping en los tramos, Cochrane-Tortel, y Yungay Villa Ohiggins, si, existen Pobladores que viven a orillas de camino a los cuales se les podria solicitar el alojamiento por una noche, ya sea bajo techo o vivaqueando. “ Já a municipalidade de Villa O’Higgins me respondeu que “existe campesinos que cuentan con zonas de camping en el camino pto yungay- villa ohiggins, siempre es bueno venir con las carpas.” Dei uma olhada nos guias da Copec, mas no site o conteúdo é limitado, não consegui consultar a lista de campings. Também pensei em fazer o trekking para El Calafate, e essa idéia ainda não está descartada, mas, como eu disse, o problema é o tempo curto. Não só eu, mas todos os outros quatro participantes do passeio estamos temerosos em não levar barraca, principalmente para uma emergência. Um eventual bivaque ao relento é possível, mas nada melhor que um lugar aconchegante pra se dormir depois de um dia de atividade. Obrigado pelos conselhos Abraços, Bulha .
  5. Valeu, Chinaf. O relato deles é bem legal, mas justamente no trecho do qual eu menos consigo informações (Cochrane - O'Higgins) eles fizeram um relato muito breve. Nós vamos fazer o trajeto Coyhaique - Villa O'Higgins passando por Villa Cerro Castillo, parando em Caleta Tortel. Estamos planejando pedalar por 12 dias, descansando no quinto (Puerto Tranquilo) e no décimo dia (Caleta Tortel), fazendo uma média de 65 km por dia, com possibilidade de fazer um pouco mais de 70 Km em um ou dois dias. Antes eu estava tentando pedalar leve, procurando mapear locais onde eu pudesse dormir sem barraca, mas não tem jeito. Não posso depender só do saco de bivaque numa região de clima tão inconstante. Vou levar uma barraca três estações e saco de dormir em alforjes. Vamos dormir em camping selvagem pelo menos três vezes: entre Villa O'Higgins e Puerto Tranquilo (provavelmente entre o rio Manso e o Lago Cofré/Portezuelo Cajón Cofré), entre Cochrane e Caleta Tortel (provavelmente perto do Lago Vargas), e entre Rio Bravo e Villa O'Higgins (possivelmente no Campamento Entre Rios, mas não tenho nenhuma informação sobre essa localidade). Se alguém que tenha feito o trajeto, mesmo de carro ou moto, puder me dar alguma dica sobre os melhores locais para acampar nestes trechos, eu ficaria muito agradecido. Outra coisa que eu gostaria de saber: em Caleta Tortel, será que nós vamos ter que deixar as bicicletas no estacionamento da entrada da cidade, ou poderemos empurrá-las dentro da cidade até onde formos dormir? Obrigado, Bulha
  6. Alguém sabe onde eu posso comprar latinha de gás pra fogareiro em Puerto Montt e/ou Coyhaique? Também gostaria de saber se tem alguém ativo que tenha feito Coyhaique - Villa O'Higgins de bike ou pelo menos pedalado na carretera austral. Valeu, Bulha
  7. O problema na Patagônia são os ventos. Na parte mais litorânea da Carretera Autral, como de Caleta Tortel até Puerto Yungay, e de lá a meio caminho da Villa O'Higgins, chove muito e é frio. Como a super esquilo tem uma boa cobertura, deve aguentar bem a chuva, mas eu acho que deixa entrar vento. Então, se você usar a super esquilo, é bom usar um saco de dormir para extremo menos cinco graus. Eu tenho uma Nautika Thunder 3 desde 2002, quando fui pra em Torres del Paine, que continua sendo usada até hoje, e deve ir pra Carretera Austral comigo em janeiro,a não ser que eu consiga uma 3 estações mais leve. Como ela pesa cerca de 2,7 Kg, dá pra ser dividida e carregada por duas pessoas, e a bainha dela protege contra o vento. O avancé também é bom para calçar as botas ou cozinhar em dias de chuva. Ela se chama Thunder 3, mas só dá pra três pessoas se todos forem muito amigos. Dá bem pra duas pessoas e as mochilas. Eu acho que ela parou de ser fabricada, pois não consta mais no site da NautikaE. Eu encontrei no site bikelazer e esportimar, mas é um pouco mais cara que a super esquilo. Abraço, Bulha
  8. Planejei pedalar pela Carretera Austral durante muito tempo, mas acabei adiando a viagem. Agora estou planejando fazê-la entre janeiro e fevereiro. Eu e mais três amigos vamos pedalar de Puerto Chacabuco até Vila O'Higgins. Só que estamos querendo reduzir peso não levando barraca. Por isso, eu gostaria de saber se há alguma forma de bivacar num curral ou coisa parecida (levaremos sacos de bivaque para cobir os sacos de dormir, assim como isolantes) ou algum tipo de alojamento entre Coyhaique e Villa Cerro Castillo (sei que tem um camping da CONAF sem alojamento na Laguna Chingay, uns 35 KM antes da Villa Cerro Castillo). Também gostaria de saber como é o trecho entre Vila Cerro Castillo e Bahía Murta, e também se é possível encontrar algum alojamento ou local para bivaque. O trecho entre Cochrane e Tortel tem várias localidades, como El Saltón, La Queima, Rasguñado, Puerto Nuevo, Puerto Alegre, Animales e Puerto Vagabundo, das quais eu não consegui quase nenhuma informação. Sei que de Puerto Vagabundo saem barcos para Caleta Tortel e que supostamente tem um abrigo suficiente para quatro pessoas. Alguém tem mais alguma informação sobre Puerto Vagabundo? Finalmente, também gostaria de saber se é possível bivacar ou se hospedar em algum lugar entre o desembarque da balsa que sai de Puerto Yungay (Rio Bravo) e Villa O'Higgins. Li no guia Lonely Planet Trekking in the Patagonian Andes (edição de novembro de 2003) que havia uma cabana na altura do Rio Tigre, perto do Lago Vargas, uns 30 km antes de Villa O'Higgins
  9. Bulha

    Huaraz

    E aí, Trota? Beleza? A estória do guia eu li na revista Headwall nº 7 de agosto/setembro de 2003. Há uma ótima matéria sobre o trekking em volta da Cordillera Huayhuash, perto de Huaráz. Sobre a guiagem, a matéria diz o seguinte: "É possível fazer a caminhada de forma completamente autônoma. Mas existe uma praxe vigente que não é aconselhável quebrar, que é a de contratar um 'arriero', um chefe de tropa de mulas, para ajudar a carregar a comida e o equipamento necessário para 10 a 12 dias de contorno da Cordilheira Huayhuash. Além de contribuir positivamente para a economia local empregando esses campesinos que ganham uma boa parte de seu sustento com o turismo de aventura, é mais seguro transitar pelas trilhas de montanha na companhia de arriero, pois os habitantes dos pequenos povoados ao longo da trilha não raro se sentem tentados a roubar equipamentos e dinheiro de trekkers que se aventuram desacompanhados, talvez até mesmo em represália por essas pessoas não darem trabalho a seus conterrâneos." Sinceramente, eu não sei como contornar essa situação. Talvez entrando com antecedência em contato com hospedarias nos povoados do caminho para reservar lugar para dormir seja uma forma de caminhar sem guia, ao mesmo tempo em que se contribui para a economia local. No entanto, os povoados no percurso podem não ter bons produtos alimetícios para a trilha, o que poderia te obrigar a carregar comida para os 10 a 12 dias, o que não é pouco peso. Assim, talvez seja uma boa ponderar em levar um guia. A mesma matéria recomenda o guia Jorge Martel ([email protected]), proprietário da Peru Llama Trek, como a pessoa para te dar todas as dicas, guiar ou até organizar a sua viagem. Talvez ele possa te dar alguma idéia.
  10. Bulha

    Huaraz

    Dependendo da nossa desenvoltura nos vulcões equatorianos, isso é, se conseguirmos fazer algum cume e nos adptarmos bem, vamos tentar subir o Pisco Oeste. No entanto, como vamos chegar em Huaráz depois de ficar 5 dias no nível do mar, vamos estar mal aclimatados para fazer cume. Provavelmente vamos fazer um dos trekkings que eu sugeri, mas acho que a gente vai escolher quando chegar lá. Se dependesse só de mim, eu acho que eu faria a Santa Cruz-Llanganuco e depois a Laguna Churup. Mas, como você tem menos tempo, eu acho que duas boas opções são a Llanganuco-Laguna 69 (dois dias) e a Laguna Churup (um dia). Como eu já havia dito no tópico sobre o Equador, eu dou preferência a me hospedar nos Albergues da Juventude, pois eu sou sócio e por isso tenho descontos e confio na qualidade, além dos preços serem bem acessíveis. Em Huaráz o Albergue HI é a Casa de Guias, que me foi muito bem recomendado por sócios do South American Explores Club. Mesmo que você não fique nesse albergue, ele é muito bem indicado para informações sobre trekkings, aluguel de equipamentos e contratação de guias. Geralmente os guias levam uma ou duas mulas pra carregar as coisas mais pesadas. Levam também uma ou duas galinhas vivas pra cozinhar nas refeições e até cerveja, se você quiser. Turistas que não contratam guias são mal vistos. Eles acham que se você veio visitar as belezas do lugar, precisam ajudar os locais a ganhar algum, e se você não contrata guias ém porque é pão-duro e poderá sofrer represálias da população dos povoados por onde passar. Portanto, eu não recomendo fazer as trilhas independente seguindo mapa. Uma curiosidade: você conhece o Nevado Alpamayo? Não? Conhece sim. Fica na Cordillera Blanca. É só ver as aberturas dos filmes da Paramount. Aquela montanha é o Alpamayo. Editado por - Bulha on 25/06/2004 07:37:33
  11. Bulha

    Huaraz

    Alguns links sobre a "Chamonix Andina": http://www.enjoyperu.com/portugues/guiadestinos/callejon-huaylas/intro/index-p.htm http://www.geocities.com/climbdave/index.htm http://www.andeantravelweb.com/peru/destinations/huaraz/ http://www.huaraz.com/ http://www.huarazonline.com/ http://www.huarazperu.com/ http://www.perutourist.info/huaraz_attractions.html http://www.rumbosperu.com/articles/7-08-destinohuaraz.htm A distância entre Lima e Huaráz é de cerca de 400 Km. Oito horas de ônibus. Recomenda-se viajar de dia para chegar com luz (geralmente os ônibus saem de Lima às 09:00 e chegam às 17:00) para admirar a visão da chegada. Chega-se por uma subida até a laguna Conococha (4.100 m) e, de lá, desce-se o Calejón de Huayllas, que é formado pelas Cordillera Blanca (E) e Negra (W), até a cidade de Huaráz. Expresso Cruz del Sur (Esq. Av. Javier Prado-Nicolas Arriola, 2256163) e Móvil Tours (Raimondi 730, 722555). Dia e Noite, ônibus tipo Imperial, mais confortáveis, porém mais caros. Transportes Rodriguez (Av. Roosevelt 354, 4280506) tem um ônibus pelo dia e outro Imperial à noite. US$ 6.00 a 12. Vou ficar no Albergue HI Alpes Andes - Casa de Guias. Parque Ginebra, 28-G. Fone (44) 721-811, fax (44)722-306. [email protected]otmail.com.US$ 7.50. Bom local para conseguir guias e organizar trekkings e escaladas. Além da Cordilhiera Blanca, perto de Huaráz também há a Corilheira Huayhuash. Opções na Cordillera Blanca (há opções mais longas, mas eu vou ficar poucos dias): Trekking: -Santa Cruz - Llanganuco (3 a 4 dias) -Llanganuco - Cashapampa (5 dias) -Cashapampa-Jatuncocha- Passo Punta Union- Colcabamba-Pacchapata-Portachuelo de Llanganuco-Huaráz (5 dias) -Llanganuco - Portachuelo - Laguna 69 (2 dias) -Ulta - Llanganuco (3 dias) -Olleros - Chavín de Huantar(1 a 3 dias) -Quebrada Rajucolta (2 dias) -Quebrada de Quilcayhuanca (2 dias) -Laguna de Churup (1 dia) -Llama Trek: Olleros - Chavín de Huantar (5 dias) -Quebrada Honda - Quebrada Ulta (6 dias) Andinismo: -Pisco Oeste (4 dias, sem aclimatação) Opções na Cordillera Huayhuash: Cordillera Huayhuash, meio percurso (6 a 7 dias)
  12. Bulha

    Equador - Hospedagem

    Eu ouvi falar que a polícia de trânsito de Guayaquil é tão corrupta que se você for parado na rua já pode ir logo perguntando quanto o cara quer. Quanto à informação do policiamento ostensivo em Quito, eu ainda não havia ouvido comentários a respeito. Eu vou me hospedar sempre nos albergues da Hostelling Internacional, ou Albergues da Juventude (http://www.hihostels.com/openHome.sma). Para o preço mais barato você divide o quarto com mais três a cinco pessoas (dois ou três beliches), tendo um armário com tranca e o banheiro é coletivo. Pode não parecer muito legal, mas é ótimo para fazer amigos e conhecer pessoas, além de ser barato e seguir um padrão de qualidade controlado, o que garante o conforto e banheiros limpos. De todas as cidades equatorianas que eu vou, só Guayaquil não tem HI. Se você for ficar mais do que cinco dias, vale à pena tirar a carteirinha da HI, que dá descontos. Em Quito, Albergue Hostelling Internacional Quito, com boa localização no Barrio Mariscal, Joaquín Pinto 325 y Reina Victória, (593-2) 254-3995, Fax: (593-2)250-8221,[email protected] Amplas áreas comuns, quartos entre U$ 6.00 e 20.00, cafetería, banheiros privados e coletivos, café da manhã opcional, armários com tranca, quartos para uma a seis pessoas. Reservas a serem feitas: www.hostelbooking.com. Editado por - Bulha on 23/06/2004 08:13:57 Editado por - Bulha on 24/06/2004 07:18:04
  13. Josué, Otavalo e Mitad del Mundo ficam na mesma direção, mas tem acessos diferentes. Mitad del Mundo é ao norte de Quito, enquanto Otavalo fica a nordeste da capital. Para Otavalo segue-se pela Panamericana, enquanto para Mitad del Mundo pega-se uma outra rodovia. Da Mitad del Mundo para Otavalo há uma estrada secundária e eu não consegui descobrir nenhum ônibos que vá do monumento para Otavalo. Se você souber, me diga. Talvez você esteja confundindo com o Monumento Ecuador ou Monumento ao Globo, que fica na Panamericana um pouco antes de Cayambe, mas não tem o mesmo eplendor da Mitad del Mundo. Eu acho que para ir de Mitad del Mundo para Otavalo, a melhor opção é pegar um ônibus para Cayambe e de lá para Otavalo. A estrada secundária que liga Mitad del Mundo a Otavalo fica na crista da Cordilheira Ocidental e é bastante sinuosa, e eu não consegui decobrir nenhuma linha regular que fizesse o percurso. Para quem está de carro deve ser um trajeto bem bonito, mas certamente não é o mais rápido. O monumento Mitad del Mundo fica em San Antônio, a 22 Km de Quito. Para chegar lá, você terá que pegar o ônibus de faixa rosa que passa na Av. América. Um bom local é a esquina com Colón. Aos domingos os ônibus sempre estão cheios, assim como o monumento. De táxi, dependendo do seu poder de barganha, você pagará por volta de US$ 20, ida e volta, contando com o tempo de espera. Para ir para Otavalo, há várias companhias no Terminal Terrestre com ônibus saindo a toda hora. Todos eles cobram menos de US$ 2 pela viagem de duas a três horas até Otavalo. As empresas Transportes Otavalo e Transporte Los Lagos são as únicas companhias autorizadas a entrar no terminal rodoviário de Otavalo. As outras companhias vão te deixar na Panamericana, te obrigando a andar por uns doze quarteirões até o centro da cidade. O terminal rodoviário fica a quatro quarteirões da Poncho Plaza. Completando a minha informação ao Blaster, o vulcão Pichincha tem dois cumes: o inativo Rucu Pichincha (4700 m) e o mais alto Guagua Pichincha (4794 m), que é bem ativo e monitorado por vulcanólogos. Uma erupção em 1660 deixou Quito com um a camada de 40 cm de cinzas. Em 1999 entrou em atividade intensa e a fumaça e a fuligem cobriram Quito, fazendo o dia parecer noite. Subir qualquer um dos cumes é cansativo, mas não é necessário equipamento especial nem técnica apurada. Saindo-se por uma das ruas a oeste de Quito, sempre subindo, uma subida ao Rucu pode ser feita durante um dia inteiro, voltando-se para a cidade ao entardecer. No entanto é mais fácil dizer do que fazer. Um dos acesso principais é pela rua 24 de Mayo, mas tem sido cena de frequentes assaltos, motivo pelo qual essa rota é desencorajada. Outro acesso é pelo bairro El Tajar, que não tem tantos assaltantes mas há registro de caminhantes atacados por cães. Mesmo depois desse ponto, na colina chamada Cruz Loma, acima da linha das antenas de TV, ainda é perigoso, com registro de roubos e estupros. Assim a melhor solução é ir em um grupo grande ou procurar uma agência. Corrigindo a minha informação anterior, os dois cumes são atingiveis. Depois de se alcançar o Rucu, pode-se continuar para o Guagua. O que não é permitido é chegar perto da cratera. Ao contrário do que eu disse não há refúgio no Pichincha, só uma estação de monitoramento. Portanto, para quem pretende atacar o Guagua, acordar bem cedo é fundamental. A melhor forma de se informar é indo ao Clubhouse do South American Explorers (http://www.samexplo.org/) que fica na Jorge Washington 311 com Plaza Leonidas. Telefone: 011 593-2-222-5228. E-mail: [email protected] Não, eu não tenho nenhuma experiência em alta montanha. O curso é para iniciantes. O preço inclui quase tudo: transporte, lanche, aluguel de equipos (cordas, cadeirinhas, piolets e crampons), entrada no parque (no caso do Cotopaxi) e estadia no refúgio. Só não cobre as roupas, óculos e saco de dormir (que terá que ser de pelo menos -5º). E, claro, é sempre bom levar um rango a mais. Algumas lojas onde se pode comprar e alugar equipamentos em Quito: Los Alpes, Reina Victoria N23-45 y Baquedano, 2232362; Altamontaña, Jorge Washington 425 y 6 de Diciembre, 2524422; The Altar, Juan León Mera 615 y Carrión, 2523671; AltuSport, Juan León Mera N23-15 y Veintimilla, 2903654; Andísimo, 9 de Octubre 479 y Roca, 2508347; Antisana, Centro Comercial El Bosque, térreo, 2451605; Camping, Colón 942 y Reina Victoria, 2521626; Equipos Cotopaxi, 6 de Diciembre 927 y Patria, 2904533; The Explorer, Reina Victoria E6-32 y Pinto, 2550911; Tatoo, Wilson y Juan León Mera, 2904533. Uma dica final é o aluguel de bikes para se passear na cidade (dependendo da sua aclimatação): Biking Dutchman ([email protected]), Foch 714 e JL Mera. Tem boas bikes e guias e oferece passeios de um a cinco dias. Editado por - Bulha on 23/06/2004 07:47:44 Editado por - Bulha on 23/06/2004 07:51:47
  14. Dá pra fazer no verão sim, mas você vai ter que contar com um dia de tempo bom e, como eu disse, sair do refúgio mais cedo. O Guagua Pichincha fica dentro de Quito, mas há uma favela na sua base. Ou seja, há um certo risco para turistas. Se você estiver em um grupo grande, não há maiores problemas. Mas, se estiver sozinho, o risco de ser assaltado é grande. Não se comenta muito isso e a gente não fica sabendo por aqui, mas a situação social no Equador não anda das melhores. Eu não estou com o guia em mãos agora, pois estou no escritório e o guia está em casa. Mas sei que qualquer pessoa saberá indicar qual ônibus para chegar ao Pichincha. Depois é só subir, mas tem que começar cedo para ir e voltar no mesmo dia. Um pouco abaixo do cume há um refúgio, que não é dos melhores. Eu tomei o cuidado de pesquisar empresas turísticas que tivessem guias certificados pela ASEGUIM (Associação de guias de Montaña de Ecuador). Dessa, a que ofereçeu os melhores preços foi a Safari (www.safari.com.ec). Eles te levam de carro até o estacionamento que fica a 4.150 m e te guiam até o cume. No entanto, não vou saber te dizer o preço cobrado poisestou negociando um pacote para quatro pessoas e duas montanhas com um pequeno curso de escalada em gelo, o que deve sair no total por volta de US$ 300.00 por pessoa, incluídos os traslados, entrada no Parque Nacional Cotopaxi, aluguel de equipamentos, jantar no refúgio e guias (um para cada duas pessoas, encordada de três). Sim, guias de montanha no gelo não são baratos, mas lembre-se que há um risco alto envolvido. Se você for sozinho pro Guagua, cuidado, pois há um cume mais alto cujo acesso é proibido em virtude dos gases de enxofre expelidos. Mesmo no cume mais baixo você certamente vai sentir o cheiro de ovo podre do enxofre. Quanto ao Cotopaxi, com certeza você consegue chegar no refúgio a 4.800 sem o menor problema. Vou dar uma olhada no guia e te mando informações melhores. Editado por - Bulha on 18/06/2004 13:12:44
  15. Eu estava programando ir para o Euqdor em julho, mas por problemas financeiros a viagem ficou adiada para o ano que vem. Venho estudando o roteiro para essa viagem há algum tempo e comprei alguns livros para me ajudarem, como Climbing in Ecuador, Trekking and Hiking in Ecuador e Guia Lonely Planet Ecuador. Caro blasterakj: muita gente sobe o Cotopaxi no final do ano, mas não é a melhor época, pois é verão. O ataque ao cume do Cotopaxi é feito às 02h00 da manhã em virtude das gretas que ficam escondidas sob o gelo. Se a volta do cume for depois das 10h00 da manhã, o risco de encotrar o gelo derretido em cima de uma greta é bem maior, o que pode gerar acidentes fatais. Assim, sendo, no verão o risco das gretas estarem com as coberturas mais frágeis é maior. No verão ataca-se o cume voltando-se bem mais cedo: é preciso estar muito bem fisicamente. Apesar da subida ao Cotopaxi ser praticamente um trekking de altitude na neve, deve-se usar pelo menos um piolet e crampons nas botas, pois há um trecho perto do cume de 75º. As excursões que levam ao Cotopaxi vão de carro até o estacionamento a 4.500 e, de lá, à pé até o refúgio Edgar Whimper, a 4.800. Chegando-se lá, almoça-se e passa-se a tarde praticando com os piolets e crampons. Em seguida come-se alguma coisa e tenta-se dormir, para atacar o cume, como eu disse, por volta das 02h00. Teremos que fazer a adaptação à altitude, que dura por volta de cinco dias. No segundo dia vamos a Otavalo conhecer a feira indígena mais famosa da América do Sul (funciona aos sábados). No dia seguinte faremos um trekking em volta da Laguna Cuicocha, variando a altitude de 3050 a 3450 m, perto do Vulcão Cotacaxi. No outro dia voltamos para Quito e fazemos mais um pequeno trekking no parque metropolitano para desopilar e passeamos pela cidade. No dia seguinte tentaremos o cume do Guagua Pichincha, vulcão de 4700 m, que fica dentro da cidade. Depois vamos ao Monumento Mitad del Mundo e passaremos o resto do dia passeando pela cidade. Isso tudo é para nos prepararmos para o objetivo da viagem: tentar o Vulcão Cotopaxi, cujo cume fica a 5.897 m. Depois de voltarmos do Cotopaxi a Quito, alugaremos um carro e vamos descendo a Avenida de Los Volcanes até Cuenca de onde vamos para Guayaquil. Nesse trecho visitaremos as principais cidades da Sierra, como Riobamba, Baños, além de Cuenca. Entre Baños e Cuenca fica Ingapirca, a maior ruína Inca do Equador. Pero de Riobamba fica o Chimborazo, o vulcão mais alto do Equador e bem mais difícil de subir do que o Cotopaxi, pois exige mais técnica. No entanto, só pretendemos tentar, sabendo que a probabilidade de termos que voltar quando estivermos perto do cume ser bem alta. Em Guayaquil ficaremos três dias curtindo a gastronomia e as prais da cidade de Playas. De lá vamos para o Peru, para conhecermos Lima, a Cordilheira Blanca (e, quem sabe fazer algum trekiing ou tentar o cume do Pisco) e fazermos a trilha Inca e passarmos algumas noites em Cusco, que dizem ter a melhor noite da América do Sul. Quem quiser alguma informação sobre esse trecho, pode me perguntar. Editado por - Bulha on 16/06/2004 15:15:33 Editado por - Bulha on 18/06/2004 13:11:15
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