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rafa_con

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  1. @João Rosenthal oi João! Então o passeio de balão na verdade estava incluso no tour que eu comprei com o Dahab Hostel. Eles falam que é uma oferta especial, você compra o passeio de Aswan, Abu Simbel e Luxor e ganha um voo """"grátis"""" de balão (http://www.dahabhostel.com/aswan-luxor--abusimbel.html). Então não sei te dizer sobre isso
  2. @Juliana Champi na Turquia não tive muitos problemas no Grand Bazar, primeiro porque se eu não abrisse a boca todos achavam que eu era turca. Segundo, parece que mulher sozinha é mais fácil em certo sentido sabe... parece que não rola tanta insistência, talvez por você estar sozinha e tal... Eles acabam respeitando. Eu simplesmente ignorava o vendedor e saía andando caso acontesse, mesmo no mercado do Ouro em Dubai. Mas em casal parace que o assédio ao turista é maior.
  3. DIA 10 A subida do monte Sinai começa assim cedo porque a ideia é ver o nascer do sol de lá. Mas cá entre nós... O que mais vi nesses dias no Egito foi o nascer do sol, ALIÁS, NUNCA VI TANTO NASCER DO SOL NA MINHA VIDA. Vou enumerar aqui: primeiro foi no trem do Cairo para Aswan. Depois no ônibus de Aswan para Abu Simbel. Depois no voo de balão. Depois de novo no ônibus indo de Luxor para Dahab. E agora estava indo em busca do meu quinto nascer do sol HAHAHA Gente não tô reclamando, só constatando. De Dahab para a base do monte são umas duas horas. Chegando lá no monte haviam muitos turistas se preparando para a subida. O motorista deixou a gente com um beduíno que seria nosso ‘guia’. Olha, não é uma subida muito fácil, mas também não é impossível. Eu sou uma pessoa até que sedentária e consegui levar numa boa, mas vi muita gente desistindo no meio do caminho. O que ajuda muito é o fato de subirmos de madrugada, certamente se tivesse o sol rachando em cima da cabeça dificilmente ia rolar. Outro ponto também é que ficamos 100% dependentes da lanterna do celular pois não iluminação no caminho. Por outro lado, o céu mais forrado de estrelas que eu já vi. Acho que foram umas 4 horas de subida, sendo a pior parte o final, com escadarias. No meio do caminho há algumas cabanas vendendo chá e snacks e até um banheiro isolado que eu acabei usando. Em nenhum desses lugares fui pressionada a comprar algo ou pagar algo. Chegamos no pico era pouco antes das 6h. Fazia muito frio, muito mesmo, principalmente por causa do vento. A sugestão é levar algum cobertorzinho ou manta na mochila pra se cobrir lá em cima porque, na subida e descida do monte de fato não é necessário. Mas gente, foi o nascer do sol mais lindo da minha vida, juro. Foi muito emocionante. Principalmente pra quem é cristão tenho certeza que será o ponto alto da sua viagem. Mas pra quem não é, não deixa de ser um lugar lindo de cair o queixo. Ficamos ali um tempo admirando a vista de todos os ângulos possíveis. Daí começarmos a descer. Pra descer é legal que você começa a ver tudo o que você não viu na subida por causa da escuridão. Acho que levamos menos de 2 horas para descer tudo de volta, até o monastério de Santa Catharina. Eu não entendi muito bem o que seria esse lugar, quase não tem nada pra ver além de um pequeno altar. Enfim, tem muitos gatos ali, a gente ficou brincando com eles até nos chamarem de volta pra van. No percurso de volta, aconteceram algumas coisas curiosas. Primeiro, o pneu furou no meio do nada. Todo mundo desceu, tostou no sol por uns 30 minutos até consertar o problema e voltarmos. Segundo, em certo momento, a estrada estava interditada em uma das mãos para recapeamento. Nisso, o nosso motorista entrou pela via que estava aberta, mas ao mesmo tempo, do outro lado, um caminhão tinha entrado também pela mesma via. Daí presenciamos uma briga árabe, com direito a xingamentos e gestos HAHAHA Voltamos para Dahab acredito que eram umas 14h. Fomos comer no mesmo restaurante do dia anterior e relaxamos um pouco na piscina do hotel para refrescar. Esse dia foi de longe o dia que mais dormimos. Deitamos na cama umas 17h ou 18h e dormimos direto até o dia seguinte! Nem jantamos. Início da subida ao Sinai Assistindo ao nascer do sol (pela 9876897º vez) Uma das vistas do Monte Sinai Descendo... Monte Sinai visto de baixo DIA 11 Dia de ir conhecer o famoso Blue Hole. Fomos em um grupo com mais 5 pessoas. O guia era um jovem de no máximo 18 anos bem animado, mas eu infelizmente não entendia nada do inglês dele. De Dahab até o Blue Hole é uns 20 minutos e fomos de jipe. Então, pegamos as nadadeiras e os óculos com cano para o snorkel e eu paguei 10 LE para um colete salva-vidas para o meu marido que não sabe nadar. De qualquer forma ele não se arriscou ir para o buraco. O percurso de snorkel tem 250 metros de extensão, entramos por uma parte dos corais que faz uma ‘escada’ natural para o azul profundo do mar. Essa parte inicial tem 10 metros de profundidade e vai ficando mais profundo conforme vai se aproximando do Blue Hole que tem 110 metros. Na prática, não faz diferença porque você olha pra baixo é tudo azul mesmo HAHAHA mas o paredão de coral com os peixinhos passando entre eles é impagável. Um mergulho sensacional. Quando chega no buraco propriamente dito ainda dei um tempo só observando os free divers se jogarem naquele poço sem fim. Tem algumas águas vivas bem pequeninhas que de vez em quando você sente uns estalinhos na pele. Talvez tenha ficado uns 40 minutos nesse trajeto. Saindo dali, subimos no jipe de novo e fomos para outra praia chamada Ras Abu Galum. Ali tinha faixa de areia e outro lugar muito legal para snorkel entre corais. Nessa parte, o guia pegou o meu marido pela mão e tentou ajuda-lo a fazer um pouco de snorkel, embora ele tenha um medo incalculável, mesmo com o colete. Além disso, a gente passa muito perto dos corais, uma desiquilibrada e você se rala todo. Mas com a ajuda do guia, meu marido conseguiu fazer um pequeno percurso e eu fiquei bem feliz. Foi nessa praia também que almoçamos em uma das barracas indicadas pelo guia, cercados de gatos. É, tem muitos gatos no Egito. Última parada foi na Blue Lagoon, uma praia com uma água de um tom de azul indescritível. Ali era só pra relaxar mesmo, curtir e descansar. Nessa praia foi a primeira vez que vi uma egípcia usando biquini e não o burkini. Tinha encontrado os caiçaras do Egito! HAHAHA. Nessa praia foi onde ficamos mais tempo só descansando mesmo. Voltamos para Dahab acredito que por volta das 17h e fomos para hotel tomar banho, dar uma leva descansada e já arrumar as malas. As 22h um motorista já estava nos levando para a rodoviária para pegarmos nosso ônibus noturno de volta para o Cairo. Esperando o café da manhã num lugar bem mais ou menos Início do snorkel no Blue Hole Blue Hole e free divers corajosos Blue Hole por fora Praia de Ras Abu Galum Snorkel em Ras Abu Galum Almoço com gatos A linda Blue Lagoon DIA 12 Depois de ter ficado 19 horas num ônibus, esse último trajeto entre Dahab e Cairo foi supertranquilo, em torno de 8h – 9h já incluso todas as paradas em barreiras policiais. No Cairo que foi mais complicado porque a rodoviária que deixaram a gente era bem longe do Hostel. Conseguimos um taxista aparentemente honesto que nos levou até o Dahab Hostel de volta. Na verdade, eu só reservei esse dia lá para ter onde ficar antes do nosso voo que seria a 1h do dia seguinte. Ainda nesse dia, como sobrou dinheiro, tivemos pique para voltar ao Khan El Kalili e comprar tudo que queríamos. O resto do dia foi um misto de conversas com o pessoal do hostel, cochiladas e, claro, um banho antes de partir. Para ir de volta ao aeroporto, também contratamos o motorista do Hostel. Um registro de Khan El Kalili, a despedida No aeroporto, antes de entrar mesmo na área de check-in a gente passa por um detector de metais e raio-x e o guarda ainda pede que você mostre uma cópia impressa da sua reserva de voo. No geral, tudo que envolve segurança no Egito é de forma bem hostil. Isso me incomodou bastante. Daí pra encerrar a viagem bem no clima egípcio, no Free Shop, quando ia comprar um produto a vendedora me falou um valor e quando fui passar no caixa, o chefe dela aumentou o valor em uns 5 dólares, como se tivesse ocorrido um erro da parte dela. Eu sinceramente não sei se era verdade ou se foi mais uma forma de pegarem um dinheiro extra. De qualquer forma, fica ai a dica de não comprar nada naquele Free Shop, até porque nem era tão bom, só comprei coisa lá porque tava com dinheiro egípcio no bolso e aparentemente não ia conseguir cambiar de volta para dólar porque não tinha UMA ÚNICA CASA DE CÂMBIO NAQUELE AEROPORTO, pelo menos ali naquela parte, um absurdo. ENCERRAMENTO Rapaz, se você leu até aqui, os meus parabéns porque eu já tô chegando na página 15 do Word. Eu não quero com esse relato desencorajar as pessoas a irem pro Egito, de forma alguma. Foi uma experiência que eu vou levar pro resto da minha vida e, inclusive, voltaria pra lá se fosse pra ir direto pra Dahab ❤️ Mas quero que você prepare sua mente e coração para lidar com essa cultura totalmente diferente da nossa. Não deixe a sua experiência ser prejudicada que nem eu deixei que fosse a minha, ok? Caso você tenha gostado desse tipo de leitura, eu tenho/ tinha um blog onde deixei lá relatos meus do Atacama e Bolívia, Los Angeles e São Francisco, Londres e Dublin e Turquia. Infelizmente não tenho previsão de levar ele pra frente mas é só caso você tenha interesse mesmo: www.quinzediasdeferias.com.br Fico disponível para responder qualquer dúvida ou pra dar um apoio moral se você precisar Forte abraço!
  4. DIA 8 Dia de visitar os templos de Karnak e Luxor. Mais uma vez o guia foi nos buscar no hotel e nos levou direto para Karnak. Karnak é o maior templo do Egito. No entanto, não é o melhor conservado. O que impressiona é a altura das colunas da área que eles chamam de Hypostyle Hall. Mas fora isso, sinceramente eu fiquei com preguiça de andar pelo resto. Já tínhamos vistos templos tão bem conservados e tão mais bonitos que a imensidão de Karnak me deu preguiça. Desculpa 😞 De lá fomos para o Templo de Luxor que é bem menor. Ali o que é interessante é que na entrada do templo era pra ter dois obeliscos, mas um deles foi retirado e agora está em Paris. Curioso. De lá fomos levados em uma loja de papiros com preços BEM MAIS EM CONTA do que vimos no Cairo. Nos sentimos a vontade para comprar ali alguns papiros menores. Também não insistiram pra gente ficar comprando os papiros, o guia disse que esse era o diferencial daquela loja, ‘no harassement’. No final, achamos que valeu a pena. De volta no hotel, voltamos no mesmo restaurante do dia anterior para comer já que nos sentimos bem por lá. As 17h nosso ônibus para Dahab sairia. E aqui cabe uma grandessíssima explicação da péssima escolha que fiz. Bom, o que se passa é que eu queria ir direto de Luxor para Dahab. Jogando esse percurso no Google, ele coloca uma parte dele cruzando o mar, o que me deu a entender que teria um túnel ou balsa para fazer o percurso. Inclusive eu perguntei isso quando fechei o passeio, mas eles não souberam me explicar ao certo qual seria o caminho, mas de primeira disseram que poderia demorar 16 horas e que teria que trocar de ônibus em Sharm El Sheik. Então tá... Poderia ter ido de avião? Sim... Mas além de ser caro, não tem voo direto, teria que obrigatoriamente parar em Cairo e depois ir para Sharm. Eu fui ousada, vou de ônibus. O ônibus partiu. Não era lá uma super estrutura e não tinha banheiro, mas vamos que vamos. Dormi até que rapidamente. Mas ai... A parte legal do templo de Karnak Templo de Luxor Do lado direito dessa foto foi de onde tiraram o obelisco para levar para Paris DIA 9 Qual foi a minha surpresa ao acordar e ver que estávamos em SUEZ! SIM, EM SUEZ. Meu Deus, passamos a noite inteira subindo até Suez para agora começar a descer a península do Sinai. Isso era provavelmente umas 8 horas da manhã. E eu não sabia que a península do Sinai era uma área complicada no Egito. A parte norte dali é inclusive proibida para acesso de estrangeiros e só gente com permissão pode pegar aquela estrada por causa de possíveis ataques terroristas. Bom, assim que se passa por Suez, tivemos uma parada policial. Todo mundo desce do ônibus, pega as bagagens e um cão farejador faz uma rápida revista. Além disso temos que mostrar nossos documentos. Ficamos muito tempo parados nesse local por causa de egípcios que estavam dentro do nosso ônibus com documentação ‘suspeita’. Um egípcio que estava sentado na nossa frente e que arranhava um pouco de inglês me explicou o seguinte: todos os homens têm um documento de identidade normal e um de ‘antecedente criminais’ ou algo do tipo. Para acessar o Sinai é preciso mostrar esse segundo documento. Não sei se entendi certo, mas é mais ou menos isso. Depois dessa primeira parada, o ônibus foi parado mais umas 5 vezes até chegar em Sharm. Foram paradas mais curtas sendo que na última vez, uns 3 rapazes não puderam continuar a viagem e foram tirados do ônibus. Notamos assim mais uma vez que o governo ali tá mais preocupado com os próprios egípcios do que com os estrangeiros. DEZENOVE HORAS DEPOIS chegamos em Sharm. Eu estava absolutamente esgotada. Nunca na minha vida tinha passado tanto tempo dentro de um ônibus e eu ainda não tinha chegado no meu destino final. Por sorte haviam dois mexicanos que desembarcaram com a gente ali e que também estavam a caminho de Dahab. Um deles me emprestou o celular e eu liguei para o Dahab Hostel. A Selvia me atendeu e passou o telefone para o Mahmmud. Ele me explicou que como o ônibus atrasou, o próximo ônibus para Dahab iria sair só as 16h. Sem chance de eu ficar do meio dia até as 4 da tarde na rodoviária esperando. Pedi pra ele apenas me passar o nome do hotel que eu iria ficar em Dahab e sugeri para os mexicanos rachar um táxi até lá. Os mexicanos foram como dois anjos que caíram na nossa vida, se não fossem eles... Nossa, nem sei o que faríamos. Bom, um deles conseguiu convencer um taxista para nos levar por 300 LE, as 4 pessoas. Foi um percurso de mais ou menos uma hora. Fora mais uma hora que ficamos na rodoviária decidindo o que iríamos fazer, levamos VINTE E UMA HORAS PARA IR DE LUXOR ATÉ DAHAB. Eu nunca mais faço isso na minha vida, sério. Nisso, o Mahmmud mandou para o whatsapp do mexicano qual seria meu hotel em Dahab (o Jimmy Hotel, INDICO DEMAIS) e ai o taxista nos levou até lá. Só que, chegando lá, ele queria mais dinheiro do que o combinado porque não deixou a gente no ‘centro’ da cidade, mas levou um pouco mais a diante. Ridículo. Daí eu meio que resmunguei ‘porque não existe pessoas honestas nesse lugar?’ - EXAGERO O moço da recepção ouviu o meu clamor e foi conversar com o taxista. Depois de alguma gritaria eles se resolveram, o cara da recepção deu o que me pareceu 20 LE para e o taxista e ele foi embora. Depois ele foi até mim e disse ‘não são todos assim, eu juro’. Tivemos que nos despedir dos mexicanos ali porque o hotel era um pouco caro para eles. Fizemos o check in e fomos para o quarto. Foi o melhor hotel que ficamos em todo o Egito, quarto com sacada, de frente pro mar, tudo lindo e maravilhoso. Olhar aquilo depois de 21 horas tentando chegar naquele lugar me deu uma paz que não sei descrever. Fora que a cidade estava completamente vazia, nenhum vendedor, nenhum carro, nenhum barulho. Meu Deus, como eu amei Dahab. Encontramos paz ali. Assim como em Luxor, uma das primeiras coisas que quis garantir era o late check out no último dia, visto que sairíamos as 22h, queria ter um lugar para tomar banho e descansar antes. Visto que o hotel aqui era num nível superior, foram mais 400 LE aqui. Beleza, nem pensei muito, estava cansada demais para raciocinar ou barganhar. Fomos comer uma pizza para comemorar num restaurante do lado do mar. É curioso que na orla dessa parte turística de Dahab, tem uma espécie de mezanino, cada hotel tem o seu. Você pode ficar ali de boa curtindo a maresia. O restaurante ficava num desses mezaninos. Vou deixar uma foto pra mostrar como era. Nesse restaurante encontramos um outro brasileiro que já estava no Egito há algum tempo e já tinha passado poucas e boas como a gente e também se sentia extremamente aliviado de ter chegado ali em Dahab. Depois de encher a barriga, fomos para o quarto porque, ainda aquela noite sairíamos para a subida do monte Sinai. Conseguimos descansar entre as 17h até umas 23h, quando chegou nosso motorista. Dentro do táxi, rumo a Dahab com o mexicanos Quando encontramos paz Vista da nossa sacada. Essa área com mezanino depois da rua/ calçadão também faz parte do hotel. É onde tomamos café da manhã.
  5. DIA 6 A primeira parada do navio é no Templo de Kom Ombo, do deus crocodilo. O passeio comprado com a agência do Dahab Hostel incluía um guia que nos encontrou na porta do navio. O guia era bem jovem e gaguejava bastante, acho que fomos os primeiros turistas que ele guiou na vida. O Mahmmud lá do Dahab Hostel tinha me garantido que nenhum guia que trabalhava com ele pedia gorjeta e bem... Tirando a guia lá do templo de Philae que pediu para o motorista, nenhum outro pediu mesmo. Mas voltando ao templo do deus crocodilo, ele é bem legal, fica na beira do Nilo, não é muito grande, mas tem vários detalhes interessantes. No fim da visita você entra num pequeno ‘museu’ onde tem alguns crocodilos empalhados. Voltamos para o navio, relaxamos um pouco e logo em seguida foi servido o almoço. Pouco tempo depois fizemos a segunda parada, em Edfu. Novamente um outro guia nos esperava na porta do navio. O templo de Edfu é longe das margens do rio e o guia leva a gente de carruagem até lá. Nessa hora eu não fiquei muito feliz por dois motivos: primeiro porque deveríamos pagar pela carruagem e segundo, que dó daquele cavalo. Eu chorei andando naquilo, queria sair correndo, mas já estava lá. Devia ter falado pra irmos de outra forma, mas parece que eles vão te levando por um caminho e você simplesmente segue a pessoa como se só existisse aquela opção. Cerca de 15 minutos chegamos no templo de Edfu. Ele é bem grande, o maior que tínhamos visto até então e parece que é o segundo maior do Egito. As paredes são bem altas e podemos reparar que o teto e parte de cima de algumas colunas estavam pretos porque, segundo o guia, o templo estava sob areia, mas em algumas partes, a areia não chegou até o teto e por isso ficou preta. Ficamos por ali talvez uns 40 minutos. Talvez tivesse ficado mais tempo porque o templo é realmente sensacional. Voltamos para o navio e aproveitei para ir até a piscina. É uma mini piscina, mas depois do dia cheio e de muito calor, foi maravilhoso se refrescar. Também foi onde eu fiz o teste de usar biquini no Egito. Aparentemente, ali no navio, os funcionários já estavam bem acostumados e não notei muitos olhares. Continuamos navegando até Luxor. Em determinado momento, o navio passa em um estreito e vieram vários barquinhos menores COM VENDEDORES DENTRO chamar as pessoas de dentro do navio para oferecer os produtos. Achei bem a gota d’água, mas fechamos a janela, apagamos as luzes e ninguém nos importunou. Passamos a noite a bordo. Eu ainda estava meia confusa quanto a ordem de atividades que teríamos no dia seguinte, por termos comprado o cruzeiro, o Dahab Hostel falou que ganhamos “gratuitamente” o voo de balão em Luxor. Fui na recepção do navio perguntar e eles sabiam a agenda de todos os hóspedes, isso me passou bastante segurança. Daí me passaram que faríamos na manhã seguinte o voo de balão e por isso deveríamos estar prontos as 4h30 mas que poderíamos vir tomar café da manhã depois do voo ainda dentro do navio e pegar nossas malas. Kom Ombo, templo do deus crocodilo Templo de Edfu, note o teto 'preto' por a areia não cobriu até lá Templo de Edfu Eu curtindo uma piscina DIA 7 Acordamos as 4h para encontrar o pessoal do balão que também veio buscar a gente no navio. Logo nos juntamos a um grupo maior onde conheci 3 colombianos que me relataram as mesmas situações no desembarque do aeroporto no Cairo... Pois é, um deles até perdeu um perfume caro pelo que entendi. Enfim, eu já tinha andado de balão uma vez na Capadócia e confesso que não me surpreendi tanto com esse voo em Luxor. Não dá pra localizar muito bem os templos lá de cima, que seria o diferencial. Mas pro meu marido que foi a primeira vez, foi um prato cheio ver o nascer do sol e tudo mais. No final do voo eles até passaram um potinho pedindo as gorjetas mas como estávamos num grupo relativamente grande, todos se sentiram confortáveis em não dar nada. Voltamos para o navio a tempo de tomar o café da manhã. Pegamos nossas bagagens e fomos levados para o hotel que iriamos ficar em Luxor. A primeira coisa que perguntei foi quanto deveria pagar para fazer late check out no dia seguinte, pois iríamos embora só as 17h queria ter um lugar para tomar banho. Cobraram 150 LE extras para isso. Ainda no mesmo dia, na verdade quase logo em seguida, saímos para a excursão ao Vale dos Reis. O guia novamente foi nos buscar no hotel e esse guia foi o melhor que tivemos, bem desencanado e animado. Todo o grupo gostou dele na verdade. A primeira parada foi nos Colossos de Mennom que na verdade se trata de duas estátuas não tão bem conservadas, literalmente, no meio do caminho. Não se gasta mais que 10 minutos ali. A segunda parada aí sim foi surpreendente, o tempo de Medinet Habu. Provavelmente foi o templo que mais gostei de visitar embora seja o menos falado. Ele segue meio que o mesmo ‘padrão’ dos demais, com a frente quadrada e a área interna com colunas enormes. Mas o legal é que algumas partes dele ainda estão coloridas da mesma tinta que foi usada milhares de anos atrás (você sabem que aquelas paredes desenhadas era todas coloridas né?). Enfim, esse foi o templo mais legal de visitar na minha opinião, veja na sua excursão se vai passar por ele. Depois fomos para o propriamente dito Vale dos Reis. O nosso guia falou que lá era bem rígido o esquema de fotos e por isso não tenho fotos. Mas óbvio que a galera que abriu as mãos com dinheiro com certeza tirou algumas várias. Enfim, o Vale dos Reis é como que um grande cemitério com várias tumbas de diversos faraós. Muitas das tumbas não foram terminadas por serem extremamente fundas. O guia nos levou para entrar nas melhores tumbas que já estavam incluídas no ingresso, se não me engano, a do Ramsés III que ainda está toda colorida por dentro, e é incrível de se ver e mais duas tumbas não tão impressionantes quando esta primeira. Uma tumba que se diz muito famosa é a do Tutancamon mas tem que pagar um valor relativamente alto por fora e, além disso, muita coisa encontrada lá dentro foi para o museu do Cairo. Enfim, embora não tenha nenhuma foto lá por causa das proibições, foi um lugar incrível de visitar. Por fim, a última parada foi no Templo de Hatshepsut. Embora seja um dos mais famosos, eu pessoalmente não vi muita graça nele. Primeiro porque mais da metade dele foi ‘reconstruído’. Segundo porque, comparado com os vistos anteriormente, não se chega nem perto. Mas por ser um famoso cartão postal também vale a visita. Finalizamos nossa excursão desse lado do Nilo, voltamos para o hotel e logo saímos em busca de comida. Andar nas ruas de Luxor é DESAFIADOR e eu não estou exagerando. Existem inúmeros vendedores de qualquer coisa te oferecendo de tudo e mais um pouco. Em especial, o dono de uma charrete que queria por que queria que fossemos com ele até um mercado. Ele insistiu por pelo menos umas 6 vezes, sem exagero. Não ficamos nem meia hora caminhando pelas ruas de Luxor, voltamos para a rua do hotel e entramos no primeiro restaurante que vimos para nos poupar de mais estresse. Ali comemos, voltamos para o hotel e dormimos, afinal, tínhamos acordado as 4h para o voo de balão. Quando acordamos mais tarde, pedimos a janta ali no restaurante do próprio hotel, circulamos um pouco ali dentro mesmo e voltamos a dormir para nos preparar para o dia seguinte. Registros do nosso passeio de balão por Luxor Nossa casa durante o cruzeiro no Nilo Medinet Habu Templo de Hatshepsut (eu entro no Google pra escrever esse nome)
  6. DIA 3 A madrugada entre o dia 2 e 3 eu tive uma pequena ‘crise’. Comecei a chorar compulsivamente pensando em tudo que vinha pela frente, com medo. Fiquei preocupada se o dinheiro que eu tinha ia dar, com medo se haveriam pessoas no meio do caminho que iriam se aproveitar da gente enquanto turista, se a gente podia confiar nas pessoas e principalmente se eu ia conseguir ‘cuidar’ do meu marido que nunca tinha saído do Brasil e que não fala inglês. Sai do quarto e fui até recepção, chorando de soluçar, o moço nem sabia o que fazer. Mas ele tentou me tranquilizar e me deu uma lista de preços de ingressos que eu ainda teria que pagar. Eu sei, eu sei, eu exagerei, confesso... Acho que foi um pico de adrenalina, eu dei uma espanada. Ninguém sabia disso até agora, tô contando só pra vocês rs. Voltei a dormir. Ai sim, de manhã, acordamos, tomamos café da manhã (não tava incluso, mas era 15 LE por pessoa se não me engano). Fomos para o famoso Museu Egípcio, que era bem perto ali do hostel, fomos a pé. Para entrar no museu tinha, antes mesmo das grades do próprio museu, uma área cercada com detector de metais e controle policial para acesso. Lembra que eu falei que meu marido parece egípcio? Então, o guardas pararam ele e pediram documento. Quando eu olhei para trás e vi a situação virei já tirando o passaporte dele da bolsa (estava comigo). No que o guarda viu que era estrangeiro, deixou ele passar. Isso me fez notar que os próprios egípcios de certa forma desconfiam de outros egípcios... E isso se confirmou em outro fato que vou contar mais pra frente. Daí pra entrar no museu, outro detector de metais, mas aí já estava tranquilo. Lá dentro talvez tenha sido o primeiro lugar que eu dei uma relaxada porque tinha tanto, mas TANTO turista que eu me senti passando despercebida. Para entrar no museu, além do ingresso normal dele, paguei uma permissão pra tirar fotos (não sei se era necessário, mas vai que um guarda cisma com a minha cara e pede esse papel, né?). O museu é muito legal e sugiro que você aproveite bem ele porque tudo que era pra estar dentro das pirâmides, de templos e etc estão ali. Um defeito é a falta de organização do museu, muitas peças não tinham nome e nem explicação. Algumas também não tinham o texto em inglês. Acho que muita coisa se perde por causa disso. Uma coisa que notamos é que tinham muitos adolescentes que entravam no museu para desenhar. Escolhiam uma estátua ou parede, sentava na frente e começavam a copiar. Acho que era trabalho escolar. Para entrar na sala das múmias, mais um ingresso... Na teoria não se podia tirar fotos na sala das múmias, mas vi que algumas pessoas pagavam propina pro guarda e aí ele liberava. Na verdade, isso acontece em muitos lugares ‘proibidos para fotos’. Saímos do museu, voltamos para o hostel. Almoçamos e decidimos ir ao Khan El Kalili. A Selvia pediu um Uber pra gente e fomos. O Khan El Kalili é o mercado do Cairo, por assim dizer. Já tinha visto locais parecidos na Turquia. Várias ruazinhas com vários produtos que você facilmente se perde. Seguindo as instruções dos mochileiros anteriores, a regra do mercado é negociar. O preço começa lá em cima e vai abaixando. Acho que nos saímos bem e conseguimos várias lembrancinhas. Comprei a maior parte delas aqui porque imaginei que indo para o interior do país as coisas ficariam mais caras. Depois das compras, eu quase cogitei ir até a mesquita do Mohamed Ali mas acabei desistindo porque eu não tava segura que ia conseguir chegar lá numa boa... De qualquer forma a gente meio que acabou se perdendo sim lá no meio hahaha, então assim que chegamos numa avenida larga e movimentada, tratei de buscar um táxi. O táxi também foi na base da negociação, mas o problema maior foi que ninguém falava inglês. Até que surgiu um moço do nada e ajudou na tradução. O primeiro táxi não aceitou nosso valor, mas o segundo já topou. Joguei um valor semelhante ao que tinha pago no Uber e deu certo. Voltamos para o hostel. Naquela madrugada iríamos pegar o trem noturno para Aswan. Confesso que estava bem nervosa, mas o motorista nos deixou na rodoviária e levou a gente até a plataforma. De lá, ele viu que o trem iria atrasar daí pediu para um outro homem ajudar a gente a encontrar nossos assentos no trem. Aguardamos um pouco, eu tentava olhar os transeuntes para me acostumar e ver que eu tava com um medo absolutamente sem sentido e aos poucos fui me acalmando. O trem chegou, o homem de fato nos ajudou a achar o lugar e não pediu nenhum tipo de gorjeta. O trem turístico tem as cadeiras bem largas e confortáveis. O único problema é que eles não apagaram as luzes, pra conseguir dormir é cobrindo a cabeça mesmo. As comidas que servem são todas pagas, comprei apenas um café (tinha lanchinhos na minha bolsa). O banheiro também era bem limpo e graças a deus ninguém controlava a entrada. Acho que ao todo foram cerca de 14 horas no trem (geralmente são 12 horas, mas esse trem estava especialmente lerdo). Museu Egipcio DIA 4 Quando chegamos em Aswan (extremo sul do Egito) com a bunda quadrada, já havia uma pessoa da equipe da agência do Dahab Hostel nos esperando. Ele estava bem preocupado por causa do atraso do trem porque iriamos começar o primeiro passeio ali imediatamente e o resto do grupo estava nos esperando. Isso me pegou um pouco de surpresa, pensei que passaríamos no lugar que iríamos nos hospedar primeiro. Eu estava só o pó depois da longa viagem. Embora estivesse com pressa, falei pro cara que a gente tava com fome e ele concordou em passar numa lanchonete pra gente comprar algo para comer. Depois disso, encontramos a van que iria nos levar para os passeios do dia, já estavam nela duas mexicanas e uma chinesa. Seria uma guia mulher e um homem de motorista (não o mesmo que nos recebeu na estação de trem). A primeira parada foi na represa de Aswan com uma breve explicação sobre o porque dela ter sido construída e algumas curiosidades sobre o Nilo. Foi uma breve visita e de lá seguimos para o Templo de Philae ou o Templo de Isis. Para chegar lá é preciso pegar um barco pois ele fica numa ilha. Esse foi um dos templos que foram mudados de lugar por causa da cheia do Rio Nilo, que havia submerso eles. É impressionante pensar que tudo aquilo foi movido de um lugar para o outro. O templo é incrível, até então não tinha visto nada parecido (se bem que, daqui pra frente a gente viu muitas coisas parecidas kkkkkk). O charme de Philae é por ele ser numa ilha, cercado por água, dá um contraste bem bonito. Depois das explicações da guia ficamos por ali uns 15 minutos apenas e voltamos. Como o passeio estava acabando aí começou a guia a oferecer alguns produtos: um pingente igual ao dela, um tour noturno por uma Vila Núbia e por fim pediu gorjeta para o motorista (não para ela). Fora a gorjeta (obrigatória neste caso), nada do resto foi muito insistido. Ao voltarmos para a cidade, encontramos de novo o homem que nos recebeu na estação. Ele iria nos levar para onde iriamos passar a noite. Eu havia pagado um pouco a mais para passar a noite numa casa tradicional núbia, que até agora não sei se valeu a pena. A casa ficava do outro lado do rio e, para atravessar o rio, tinha que pegar um barco, obviamente, pago. Dei uma leve ‘brigadinha’ com o homem porque acho que esses detalhes tinham que ter sido avisados sabe? Porque quando você sai do Cairo, eles te dizem que está tudo ok, tudo pago, e eu já com aquele meu preconceito, já pensava que qualquer coisa que me pedissem a mais era roubo. Ok, eu devo ser muito chata mesmo, eram apenas 5 LE por pessoa. Atravessamos o rio para casa que iríamos passar a noite. A casa era bem bonitinha, uma janela grandona de frente pro rio e para a cidade do outro lado. Compramos nossa janta ali com o dono mesmo pois sem condição de atravessar o rio de volta pra procurar restaurante. Talvez tivesse alguma coisa ali na Vila Núbia mas eu já tava evitando contato com qualquer pessoa a essa altura. Trem para Aswan Represa de Aswan Philae Barco até Philae DIA 5 Acordamos bem cedo, umas 4 da manhã para irmos para Abu Simbel. Aqui mais uma confusão com o barco. Por ser de madrugada, o cara que tava esperando a gente para atravessar o rio queria cobrar 50 LE. Eu bati o pé que era 5 no dia anterior como que tava 50 agora? Ele disse que iria falar com o dono da casa e saiu resmungando. No que chegou o homem que tinha nos recepcionado na estação no dia anterior. A primeira pergunta: - Onde estão suas malas? - Estão na casa. - Mas porque não trouxeram suas malas? Na volta vocês vão direto para o navio. - Por NINGUÉM AVISOU que era pra trazer as malas? Bom, vendo que não voltaríamos aquela hora pra pegar as malas do outro lado do rio, disse que resolveríamos na volta do passeio. Além disso ele também explicou que de fato o barco era 50 LE aquele horário, mas que a agência iria arcar com aquele custo. Eu disse que não tinha problema eu pagar, mas eles tinham que ter me avisado que isso ocorreria. Enfim, ele nos deixou num micro-ônibus que já estava razoavelmente cheio e aí pegamos estrada durante 3 horas em direção ao sul, rumo a Abu Simbel. Os templos de Abu Simbel também, assim como Philae, surpreendentemente foram mudados de lugar. E são monumentos incríveis, talvez os mais impressionantes de todo o Egito. Infelizmente, na parte de dentro deles era aquele esquema: proibido tirar foto a menos que você molhe as mãos de alguém. Muitos americanos estavam fazendo isso. Ficamos ali acredito que durante 40 minutos a 1 hora. Não houve guia, o motorista do micro-ônibus só falou para descermos e voltarmos num tempo determinado. No geral, achei bem suficiente. Daí veio aquela vontade de usar o banheiro. Fiquei na porta esperando alguém sair para perguntar se era necessário pagar algo, mas aparentemente, não. Então pude usar o banheiro de boas. Reunido o grupo de volta, mais 3 longas horas de volta a Aswan. Chegando lá, deixaram a gente no local onde pegamos o barco para a Vila Núbia, onde ficava a casa que estávamos hospedados. Isso era por volta das 14h. Eu meio que não sabia o que fazer, não sabia se haviam pegado nossas malas enquanto estávamos fora, não tinha ninguém ali nos esperando para dizer o que fazer, eu de novo comecei a chorar. DRAMA QUEEN A GAROTA. Pois é, outra espanada. Meu marido que não enxergava problema algum no que estava acontecendo começou a me acalmar. Olha só, ele, que nunca tinha saído do país, estava calmo e eu tava ali em desespero. Nisso, despois de uns 10 minutos, apareceu o dito cujo da agência. Ficou muito surpreso ao ver o meu estado e repetiu infinitas vezes que estava tudo bem. Nisso, nos orientou a ir até a casa, pegar nossas malas e voltar rapidamente para ele nos levar ao navio que faríamos o cruzeiro pelo Nilo. Lá fomos nós, atravessar o rio, pegar as malas e atravessar de volta. Antes de entrar no cruzeiro, olha só, resolvi dar uma gorjeta pra ele. Não sei, eu me sentia mal por ser uma turista tão ruim sabe? Mas ao mesmo tempo, agradecida por, apesar dos pesares, o pessoal da agência tava ali dando suporte embora não tenham dado todos os detalhes que eu julgava necessário. Ah sei lá, não sei explicar o sentimento e nem sei se tem sentido isso tudo que eu disse. Me julguem. Embarcamos no navio eu respirei aliviada. Duas noites confortáveis com comida inclusa. Embora tenhamos ficado no primeiro andar, o mais próximo da água, por ser rio não chacoalhou nenhum pouquinho, nada mesmo. O ponto negativo é que o quarto tinha apenas camas de solteiro. O navio é bem pequeno se comparado com aqueles transatlânticos. Mas não deixou de ter sua elegância. Assim que entramos fomos almoçar e as bebidas eram pagas a parte. Dentro do navio, a lata de refri era 25 LE. Lembra aquele primeiro almoço que pagamos 30 LE? Até DENTRO DO NAVIO tava mais barato. Aquela noite eu dormi como um bebê. De verdade, eu tava tão aliviada, senti que teria paz mental por pelo menos aqueles dois dias. Sol nascendo no trajeto Abu Simbel Dentro do Navio no Nilo
  7. DIA 1 Nosso transfer (contratado também com o Dahab Hostel) coitado já estava esperando a gente fazia 3 horas. Eu disse que a culpa era inteiramente da imigração. Logo na saída do aeroporto a gente já vê que Cairo é uma cidade de trânsito caótico e buzinas sem fim. O tom terroso em todos os edifícios predomina, parece que não tem nada colorido por ali. Mas no geral eu já tava bem aliviada de ter chegado e ter dado tudo certo. O Dahab Hostel fica num prédio bem antigo, no último andar, no rooftop. Tem que pegar um elevador daqueles que a grade fecha manualmente. Gostei muito de lá. Embora a estrutura em si não fosse das melhores, o pessoal é bem solícito. O Mahmmud (dono) e a Selvia, uma das colaboradoras, foram sensacionais comigo e com o meu marido. A área de convivência também é o ponto alto, vários sofás e mesinhas pra você ficar ao ar livre e uma vista da cidade. Como a gente chegou no meio da tarde lá, nos instalamos no quarto, tomamos um banho e saímos para andar um pouco por ali mesmo. Meu marido parece um pouco egípcio, muita gente ia falar em árabe com ele kkkk mas no meu caso já tava bem na cara que era turista. E por causa do calor, eu arrisquei sair de ombros a mostra nesse primeiro dia só pra sentir como ia ser. Já estive em países mulçumanos e vi que no geral, os homens olham bastante, mas só isso, não fazem nada. E foi exatamente assim. Muitos olhares, mas nada mais que isso. Claro que eu estava com todo o resto coberto, só os ombros estavam a mostra. Não indico por exemplo usar shorts, mini saia, decotes, transparência... Respeite a cultura local o máximo que você suportar de calor. É um pouco difícil andar na rua por causa do trânsito. Pra atravessar uma rua por exemplo a gente levou uns 10 minutos. E sempre que possível seguia alguma outra pessoa nativa pra saber o que fazer. Na verdade, confesso que não me senti muito a vontade de caminhar pelo Cairo. Talvez ainda por causa daquele preconceito que já escrevi. Enfim, acabamos comendo num KFC que era mais garantido de não ter nenhuma surpresa. Elevador Ruas do Cairo DIA 2 Dia de conhecer as pirâmides. O motorista pegou a gente no Hostel pela manhã e fomos direto para Giza. Lá aconteceu o seguinte: o ingresso de entrada estava incluso mas, além do tour (que já estava pago), eu paguei pelo aluguel do camelo no maior percurso possível (100 doletas para duas pessoas) e depois você meio que é obrigado a dar uma gorjeta para o guia porque eles não tem salário, só o que ganham fazendo passeio. A gente deu 200 LE pro nosso. No geral, foi bem caro. Mas assim, entramos por uma entrada por trás das pirâmides, onde não tinha ninguém, nem filas. Foi mais ou menos 1h30 de passeio de camelo, entre as 3 pirâmides e pela esfinge. O guia tirou foto de todo jeito, foi bem atencioso em geral (claro que visando a gorjeta, mas enfim). Daí assim... óbvio que se estivéssemos por conta, teríamos ido pela entrada principal como todo mundo, pegado a fila, só pagado o ingresso e entrado a pé lá. Gastaríamos MUITO MENOS. Ainda estou na dúvida se foi uma cilada ou se valeu a pena todo o atendimento. De qualquer forma são as PIRÂMIDES DO EGITO, não tem como isso não ser sensacional né? Seguindo a sugestão do nosso motorista, ele disse para não entrar nas pirâmides de Giza porque não havia nada dentro delas (parte foi saqueado e parte levado para museus) e é uma entrada bem cara. A sugestão foi de entrar em uma pirâmide em Dashur que tinha uma entrada mais barata e que seria ‘mais legal’ dentro dela. Fizemos fotos na Esfinge, que aliás, achei bem menor do que eu tinha imaginado, mas igualmente incrível. Pra chegar na Esfinge, nos despedimos do camelo e entramos sem o guia lá. Ficamos talvez uns 15 ou 20 minutos circulando por ela e saímos. Pagamos o guia e ele nos levou de volta para o nosso motorista. Bom, de lá o motorista levou a gente num lugar que fazia papiros. Tivemos uma pequena apresentação de como faz o papiro e conseguimos sair de lá sem comprar nada. Depois ele perguntou se queríamos ir numa loja de perfumes, mas falei que não e logo fomos almoçar. Esse almoço foi provavelmente o mais caro de toda a viagem. Pagamos 330 LE para duas pessoas, comida à vontade, sendo apenas os refrigerantes 30 LE cada lata. Assim, era o primeiro restaurante que a gente ia e, fazendo a conversão, não ficava tão caro. Mas depois, quando você começa a conhecer os outros lugares você vê o quão caro foi aquela refeição, 30 LE numa latinha de refrigerante é um assalto completo. Nesse restaurante foi onde também tive que dar gorjeta no banheiro... Pois é, fui usar o banheiro, a moça me deu um pedacinho de papel e depois abriu a torneira pra mim. Logo em seguida pediu gorjeta. Com um sorriso aparentemente gentil, mas que não iria me deixar sair de lá sem deixar algo por ali. E lá se vai uns trocadinhos. Meu marido ia usar depois de mim, deixei ele alerta quanto a isso e ele conseguiu escapar do menino que tava no banheiro masculino. Desse momento em diante você percebe que todo e qualquer banheiro em local público vai ter alguém pra te pedir dinheiro. Por isso não usei mais. Saindo dali, fomos para Dashur. Lá tem algumas pirâmides, e entramos na pirâmide que o motorista indicou como sendo ‘mais legal por dentro’. A gente entra por um túnel bem baixinho, que tem que andar agachado. Pesadíssimo esse rolê, ficamos com as pernas doendo por alguns dias depois disso. Dentro da pirâmide, bom, também não tinha nada, mas você pode andar por entre algumas câmaras em formato triangular. É interessante sim, pelo menos você vê como é dentro. Ainda em Dashur, tem outras pirâmides menos famosas, inclusive uma que deu ‘errado’, ficou meia torta, mas rendeu boas fotos. Saindo de Dashur fomos para Saqarah, que é um outro sítio arqueológico com algumas ruínas e uma pirâmide grande em degraus. Bem legal. Nesse lugar foi o primeiro que vimos os ‘beduínos’, uns caras que usam toga e turbante, umas roupas bem tradicionais, eles ficam chamando você pra entrar em lugares ‘proibidos’ para depois pedirem dinheiro. Esses caras estão em TODOS OS LUGARES e geralmente, todos os guias te alertam para não segui-los. Depois disso, começamos a voltar para o Cairo. Foi realmente um dia inteiro de passeio e bem cansativo, principalmente por causa do calor. Chegando no hostel estava com zero vontade de sair para buscar o que comer, daí o pessoal perguntou se eu não queria pedir comida fora (eles fariam a ligação). Ótimo! Por favor. Eles tinham uma série de cardápios de vários lugares, a gente só escolheu qualquer coisa e eles pediram. Fomos dormir. Passeio de camelo nas pirâmides Popozão da Esfinge Pirâmide em Dashur, por fora e por dentro Pirâmide que ficou torta Saqqara
  8. Olá viajantes! Esse vai ser meu primeiro relato oficial aqui no fórum. Eu costumava ter (ou tenho?) um blog de viagens pra escrever minhas experiências, mas sinto que será mais útil se eu escrever aqui. Acabei escrevendo algumas várias páginas e já peço desculpas de antemão. Mas vamos aqui ao que interessa! Egito. Li muitas coisas (até um pouco assustadoras) aqui no fórum sobre o Egito e deixo aqui um agradecimento especial para a usuária deborah.wakin que tem um relato completíssimo sobre o país e foi por indicação dela que fique no Dahab Hostel e comprei todos os passeios com eles! INTRODUÇÃO Antes de qualquer coisa, quero falar que essa foi a viagem mais difícil que eu já fiz. Assim, eu não sou uma viajante tãããão leiga, já tinha visitados alguns países, inclusive mulçumanos, como a Turquia e os Emirados Árabes. Além disso, eu costumava viajar sozinha, mas casei o ano passado e essa foi a primeira viagem que fiz acompanhada, no caso, com o meu marido. Aliás, foi a primeira vez que ele saiu do Brasil (eu não peguei nem um pouco leve, né?) Massss... Foi o maior choque cultural que tive na vida e lidar com o povo egípcio não foi NADA FÁCIL PARA MIM. Eu acho que não tava preparada psicologicamente e principalmente, devido as inúmeras coisas ruins que li sobre, eu fui já com um preconceito estabelecido e isso prejudicou bastante a experiência. CUSTOS De forma geral foi o seguinte, a passagem aérea para duas pessoas ficou em R$ 7.957,52 pela Emirates. Levei US$ 1.450,00 e paguei tudo por lá. Não usei cartão de crédito e ainda teria sobrado umas 100 doletas. Se você entrar no site do Dahab Hostel (http://www.dahabhostel.com/) lá já tem o preço para todos os passeios (que já devem ter sido atualizados por que já faz um ano) no mais, o que eu for lembrando de valor, vou colocando aqui. Por exemplo, me lembro que a cotação estava 1 dólar para 18 liras egípcias (LE). E também me lembro que a cotação era a mesma em todos os lugares, só dentro do navio do Nilo que era um pouco mais cara. ROTEIRO 11/Out/18 – Chegada no Cairo, check-in. 12/Out/18 – Pirâmides, Saqarah, Dashur 13/Out/18 – Khan El Kalili, Trem para Aswan 14/Out/18 – Templo de Isis, represa de Aswan 15/Out/18 – Abu Simbel, embarque no Cruzeiro do Nilo 16/Out/18 – Kom Ombo, Edfu 17/Out/18 – Luxor, vôo de balão, Vale dos Reis, Templo Hatshepsut 18/Out/18 – Templo de Karnak e Templo de Luxor, ônibus para Dahab 19/Out/18 – Chegada em Dahab, descanso, de madrugada partida para o Monte Sinai 20/Out/18 – Subida ao Monte Sinai, assistir ao nascer do sol. Volta para o hotel e descanso. 21/Out/18 – Blue Hole, ônibus para o Cairo 22/Out/18 – Chegada no Cairo pela manhã, Khan El Kalili e Voo de retorno na madrugada para o dia 23 TEMPERATURA Eu fui em Outubro. Estava bem quente (mas poderia ser mais quente). Pegamos aí temperaturas entre 25 (a noite) a 38 graus (de dia). Então busque roupas leves, mas que cubram bastante o corpo pra não atrair muitos olhares. Aquelas calças de malha bem larguinhas são uma boa pedida. COMIDA E BEBIDA Eu tenho um paladar extremamente infantil, mas vou descrever mais ou menos o que se come em cada refeição: - Café da manhã: café com leite, pão daquele tipo árabe, feijão (beeeeem temperado), uma espécie de cream cheese e salada. - Almoço: arroz, katfa, frango assado, o mesmo pão árabe, salada, homus. - Jantar: a mesma coisa do almoço, ou fast food, ou coisas tipo shawarma, kebab, etc. Achei bem curioso eles comerem feijão no café da manhã e arroz como item de almoço ou jantar. Perguntei pra Selvia, uma moça que trabalhava no Hostel, “vocês já pensaram em comer feijão com arroz?” e isso foi seguido de uma cara de nojinho da parte dela HAHAHAHA que coisa não? Desnecessário falar que você precisa ter água com você o tempo todo né? É, então tenha água com você O TEMPO TODO. Mas ao mesmo tempo, se for fazer algum percurso de ônibus, lembre-se que não tem banheiro. CHIP DE CELULAR Não compramos. Talvez teria sido necessário sim, mas achamos algumas boas pessoas no nosso caminho que nos ajudaram. No mais, usamos apenas o wi-fi dos hotéis ou restaurantes. ASSÉDIO, NEGOCIAÇÕES E BARGANHAS O Egito é um país pobre. Quando o cara vê um turista ele vê ali também uma chance de ganhar dinheiro. É triste o desespero deles, mas ao mesmo tempo uma importunação para nós. Em cidades pequenas e turísticas, como Luxor, é quase impossível andar na rua em paz sem que muitas pessoas tentem te vender alguma coisa. Além disso, quando for comprar qualquer coisa é preciso suspeitar de primeira se aquele preço é justo. Muitas vezes eles triplicam o preço para turista, mesmo numa garrafa de água. Tem que ter muita, MAS MUITA paciência para lidar com essas situações. Outra coisa bem chata é que em nenhum lugar, nem em loja, nem em mercado, eles colocam os preços das coisas. Isso que ferra porque a pessoa pode por o preço que quiser quando você for pagar. TRANSPORTES No Cairo usamos apenas Uber (o pessoal do Hostel que chamou pra gente) e táxi (antes de entrar o táxi já mando o preço que quero pagar pra não ter surpresa e repito mais umas 5 vezes o preço pro cara entender bem o quanto vou pagar). Entre as cidades usamos trem e ônibus. Ônibus pode ser uma ótima ou uma péssima ideia (veja o relato do percurso entre Luxor e Dahab). Além disso, os ônibus não têm banheiro, você precisa usar nas paradas que ele fizer. GORJETAS? É... Então. Eu tinha lido muitos relatos aqui sobre essa ‘cultura’ e isso era o que mais me atormentava. Eu já cheguei no país com uma barreira com qualquer um que chegasse perto de mim achando que ia pedir dinheiro por qualquer mínima coisa. Eu fiquei com um preconceito tão grande que passava mais tempo preocupada se alguém ia querer me extorquir de alguma forma do que curtindo a viagem em si. Sim, tivemos algumas situações chatinhas, mas elas foram bem menos do que eu esperava. Eu podia ter ido mais tranquila. Devia ter me preparado mais mentalmente, devia ter feito muitas coisas, mas não fiz. E isso definitivamente prejudicou a minha experiência como um todo. Meu conselho é... Não seja como eu 🤦‍♀️ ENTRADA NO EGITO (VISTO) Uma preocupação sobre a viagem foi o visto. Se você entra em contato com a embaixada eles dizem que você deve mandar o passaporte POR CORREIO COM DINHEIRO DENTRO DO ENVELOPE PARA PAGAR O VISTO E OS CUSTOS DE SEDEX. Isso pra mim foi absurdo num nível que nem sei explicar. Mas aqui no fórum e em outros lugares, muita gente falava que dava pra comprar o visto lá no aeroporto, na chegada. Pra confirmar essa info, um tempo antes da viagem fui até o aeroporto de GRU (moro perto) perguntar no check-in da Emirates o que precisava para embarcar pro Egito. Eles falaram que só o passaporte mesmo e tirava o visto lá. Então fiquei mais tranquila e foi isso que aconteceu. Chegando lá no Cairo é o seguinte, antes de passar pela imigração tem uns guichês de bancos. Qualquer um deles vende o visto, na época, custava 25 dólares pagos em espécie. É bem simples essa transação. Passamos pelos guichês da imigração também até que tranquilo, mas na saída deles tinha um cara que parou a gente. Daí lá vamos nós... Sim, eles encanam com a galera sul americana. Encontrei outros brasileiros e colombianos por lá que passaram pela mesma coisa. Primeiro um chá de cadeira básico. Daí vieram algumas perguntas clássicas e o fato de sermos casados no papel deixou eles bem surpresos. Depois, levam a gente prum espaço aberto por ali mesmo no aeroporto e abriram as nossas malas, fuçaram em absolutamente todos os bolsos e roupas e necessaires, depois levaram a gente pra uma salinha (mulher vai com mulher e homem com homem) faz a gente ficar semi-nu e ainda a moça pediu pra eu agachar pra ver se não tinha nada no fiofó. Na boa, nunca tinha passado por isso e fiquei indignada. Achei bem humilhante. Mas no geral estávamos bem calmos e não tínhamos nada a esconder. Duas horas depois, fomos liberados.
  9. @daniloff Oi! Eu fui pra Istambul em 2017 e dava pra comprar o passeio do Bósforo no próprio porto, do ladinho da Ponte de Galata, por 25 liras! É sem guia mas muito mais barato. Eu tinha/ tenho um blog e deixei por lá minha experiência, caso tenha interesse: http://quinzediasdeferias.com.br/category/turquia/ Sobre o passeio do Bósforo: http://quinzediasdeferias.com.br/2017/10/12/istambul-parte-1-por-rafaela-hernandes/ Espero ter ajudado!
  10. @D FABIANO entendi... eu estava vendo aqui, acho que rola ir de ônibus de Palmas para Araguaína... Daí entre Araguaína para Carolina eu teria ver o quer fazer. Deve haver algo não muito caro porque parece que quem vai pra Carolina desce no aeroporto de Araguaína, teria que pesquisar. Daí de Carolina até São Luís são 12 horas parece de ônibus (o trajeto entre São Luís e os Lençóis já tô pensando em outro esquema, a problemática são esses trechos mencionados). Será que fica razoável? Claro que haja disposição pra ficar em ônibus mas parece possível. E também acho que precisaria de mais dias... Talvez uns 17 dias.
  11. Então pessoal, já agradeço desde já se uma boa alma conseguir dar uma luz. Estou ensaiando montar um roteiro de 15 dias que saia do Jalapão e vá até os Lençóis Maranhenses passando (ou não) pela Chapada das Mesas. Seria uma passagem de São Paulo > Palmas e volta São Luís > São Paulo. O obstáculo: não dirijo. A vasta maioria dos roteiros que vejo aqui por essa região envolve locar um carro ao menos para ir de Palmas até Carolina. Gostaria de saber se é tão fim do mundo assim usar transporte público entre Palmas x Carolina e depois Carolina x São Luís. Alguém da região sabe dar informações atuais sobre isso? Por favor, tudo no preço mochileiro de ser, estou pulando fora de transfers VIP (mas também não estou na aventura de pedir carona). Na verdade acho que é mais ajuda pra ver se é possível concretizar esse roteiro sem carro sem perder tanto tempo. Valeu!
  12. rafa_con

    Primeiro mochilão

    @RViana10 em 2016 eu fiz Londres e Dublin em 10 dias com 7 mil (incluindo passagens, que foi em torno de R$2.500,00 todos os trechos). Acho que pra 15 dias realmente fica pouco, a não ser, como o amigo em cima comentou, vc consiga hospedagem gratuita no Couchsurfing, ai acho que rola. De repente pegar carona em alguns trechos vai ser uma boa economia tbm (se vc estiver no espírito). Em 15 dias acho que seria legal vc diminuir para 2 países também pra aproveitar mais em cada cidade. Ir embora com a sensação de quero mais é uma droga, não pretendo cometer esse erro novamente já que tenho a sincera impressão que nunca mais vou voltar pros países que eu já fui (afinal, figurinha repetida não completa o album haha). Mas nunca se sabe também.
  13. Pessoal, vou aproveitar aqui o embalo e discutir meu roteiro também rs. Eu terei 16 noites/ 15 dias nessa região e tô pensando assim: 6 Noites Berlim 5 Praga 5 Budapeste Vejo roteiros que sugerem ficar só 3 noites em Praga e Budapeste e ficar 4 em Viena (sendo um dia de bate e volta na Bratislava). Mas eu tô cogitando tirar Viena por dois motivos: sempre leio que Praga e Budapeste são sensacionais e realmente tem muita coisa que me interessa lá. Não quero voltar passando vontade sabe? E segundo, Viena é a cidade mais cara do roteiro pelo que to pesquisando... Futuramente de repente pensei em encaixá-la numa outra viagem que incluisse Austria, Eslovaquia e Polonia por exemplo (não que isso esteja nos planos em breve mas um dia quem sabe né? rs). Acham que vale a pena desistir de Viena por enquanto Algum defensor de Viena pra argumentar? HAHA sei que no final é uma decisão muito pessoal mas gostaria de saber mais opiniões. Obrigada quem responder!
  14. Pessoal, desculpa me intrometer mas Rafael, é tão exigente assim a imigração na Europa? Você é o primeiro que eu vejo falando a exigência de comprovar hospedagens. Levando em consideração que é bem comum mochilar por lá e o pessoal vai com o roteiro bem em aberto me estranha muito sua afirmação. É que eu tenho passaporte europeu e obviamente não tive problemas, mas quero levar meu marido este ano e ele vai com passaporte brasileiro e eu gostaria de ir também com o brasileiro para irmos como iguais.
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