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rafa_con

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Tudo que rafa_con postou

  1. Honestamente, se tivesse condições financeiras, estaria a caminho do México pra fazer quarentena na praia e de lá e seguir para os EUA tomar a vacina de dose única da Janssen. Matava duas abstinências de uma vez: a de viajar pra fora e a da vacina. Vi tanta gente fazendo isso que bateu uma invejinha
  2. Olha, Agulhas é bem mais popular. A trilha é mais variada, engloba mais 'tipos' de desafios, tem subidas íngremes, corda, escalaminhada... Acredito ser uma pacote mais completo (e eu nem cheguei no cume hein). Então se fosse pra fazer uma só... Agulhas. A trilha das Prateleiras tem muita exposição e é basicamente trepa-pedra do início ao fim. Talvez a vista das Prateleiras seja mais bonita por que de lá de cima você vê justamente as Agulhas, o vale e a Serra Fina, é bem bonito. Mas vai mais de gosto pessoal.
  3. Olá pessoal, entre 6 e 10 de Junho de 2021 fui para Itamonte-MG com o objetivo de subir umas montanhas pela primeira vez e quero contar aqui minha experiência de forma breve (não foi breve), sem foto, sem nada, só um relato rápido do que você, que quer iniciar no montanhismo pode esperar do incrivelmente lindo Parque Nacional do Itatiaia. Escolhi essas montanhas porque achei que fosse algo realmente voltado para iniciante. Não é. Bom, talvez seja. Enfim, sei lá. Eu sou uma pessoa sedentária, não nego, mas costumo aguentar o tranco de longas distâncias. O que eu não sabia era da dificuldade técnica das montanhas. 1) Prateleiras Acabamos escolhendo ela porque na portaria do parque nos falaram que tinha muita gente nas Agulhas e nos permitiram mudar de ideia. A trilha até a base é suave com um leve desnível. A parte difícil é quando começa o 'trepa pedra'. Em vários trechos eu, com meus 1,65 de altura, tive alguma dificuldade de passar de uma pedra para outra por causa da altura. Fora os vários trechos que uma escorregada pode ser fatal. Muitas fendas e buracos, meu joelho tremia. Pouco antes do cume, tem um trecho em que é necessário corda. Foi a primeira vez que fiz 'rapel' na vida mas achei bem tranquilo na verdade. Depois desse rapel chegamos no cume. Assinei o livro, me senti dona do mundo. Meu guia confessou lá em cima que achou que eu não ia conseguir porque eu tive muito medo em vários momentos de maior exposição. Mas lá estava eu no fim das contas. A volta foi o mesmo processo da ida: bastante medo nos trechos expostos ou com valas enormes mas conseguimos. Em 3 horas a gente subiu e desceu. Foi bem cansativo, as coxas pediram socorro mas deu. Estava muito satisfeita com o meu desempenho. 2) Agulhas Negras Tinha dado uma LEVE GAROA NO FIM DA MADRUGADA/ MANHÃ daquele dia, isso vai ser importante lá na frente. Só tinha a gente na montanha naquela terça-feira, 8 de Junho de 2021. Inicio de trilha suave como sempre. Para ascensão das Agulhas tem vários trechos que são paredes de pedra bem íngrimes que vc simplesmente sobe andando sem corda sem nada. Precisa duma boa bota, bem aderente. Diferente das Prateleiras, as Agulhas pega mais pelo cansaço da extensão da trilha. Não é tanto 'trepa pedra' (pelo menos até a parte que eu fui - já dando spoiler do final) mas são subidas bem íngrimes. No primeiro trecho de corda, é uma parede quase de 90 graus que o guia vai na frente, subindo pelas fissuras da rocha para amarrar a corda pra gente. Nessa parte, a gente começou a ver de fato uma prova do que já havíamos notando antes: ele tava escorregando demais para fazer algo que já tinha feito muitas vezes na vida. Ou seja, a rocha tava mesmo mais escorregadia que o normal. Aquela garoa da manhã, super leve, ficou acumulada na pedra. Juntando com a areia das pessoas do dia anterior, possivelmente ficou um 'sebinho' ali a tornando a situação mais complicada. O problema veio depois dessa primeira corda. Nesse trecho de paredão a minha bota simplesmente não parava na pedra. Consegui subir aos trancos encaixando o joelho na fissura (o que me rendeu váááários hematomas) mas subi. As outras duas pessoas do meu grupo não conseguiram subir nessa parte, mas o guia jogou uma corda (contra a vontade dele pois ali naquele trecho não havia onde amarrar a corda, ficou eu e ele segurando e isso é muito perigoso) e ai eles subiram. Mais pra cima havia um trecho de duas pedras sobrepostas com uma vala entre elas. Ali, infelizmente não tinha espaço para encaixar o joelho pois a fissura era bem mais 'rasa'. Não deu jeito. Escorregar ali eu poderia cair na vala e a minha bota não firmava de jeito nenhum. Olhei para a cara do meu marido e da outra moça que estava no grupo e ambos, que já tinham tido problemas no trecho anterior, não quiseram nem tentar subir ali. Voltamos. Não consigo colocar em palavras o quão frustrada eu fiquei. Orgulho ferido demais. Faltava tão pouco. (informação complementar, caso queiram saber, uso a bota Titã da marca Vento) Visto que ainda era cedo, algo em torno do 12h30 quando voltamos para a base da montanha, o guia sugeriu levar a gente no Morro do Couto, uma trilha mais simples. Vou falar que nessa altura do campeonato, meu joelho e coxas não existiam mais. Mas vamos lá. A trilha do Morro do Couto é bem tranquila. Na parte final, pouco antes do cume rola um 'trepa pedra' mas nem se compara com a dificuldade e exposição que tivemos nas Prateleiras. A vista do Morro do Couto é muito bonita pois dá pra ver as Agulhas Negras e as Prateleiras em um só panorama. Foi um belíssimo prêmio de consolação. Apesar da minha lerdeza (por causa das muitas dores que eu já tava sentindo) levamos 2h30 para ir e voltar do topo do Morro do Couto (contando do início da trilha). 3) Mirante Pedra do Picu A trilha é fácil pois não tem nenhum trecho técnico e nem é tão longa. No entanto, é muuuuito íngreme, especialmente nos metros finais, o que a torna extremamente cansativa. Talvez se não tivesse acumulado as dores no joelho e na coxa do dia anterior, teria sido mais fácil. A vista lá de cima é muito linda e foi o único lugar que a Claro deu sinal no meu celular (rs). A gente levou 2 horas para subir e 1h20 para descer. Meu único problema aqui foi ter tropeçado COM FORÇA numa raiz de arvore que me rendeu um dedão inchado por vários dias e hoje é apenas uma unha preta (que talvez caia em breve). 4) Considerações finais e indicação de guia O que eu aprendi: melhorar meu cardio pra ontem. Fazer agachamento e subir escada todos os dias da minha vida daqui pra frente. É isso pessoal, essa foi minha experiência, espero que tenha sido útil. Caso queiram, vou passar o contato do meu guia Alan (WhatsApp: 35 9129-9245). Ele fez um preço muito bacana pra gente porque (já falei trocentas vezes aqui nesse fórum) aqui em casa não dirigimos e é sempre uma m* resolver alguns deslocamentos. Não existe ônibus direto de São Paulo para Itamonte, a cidade mais próxima que o ônibus para é Itanhadu, cerca de 20km. Fechamos com o Alan um pacotão completo com transfer da rodoviária de Itanhandu para Itamonte, hospedagem numa casa na roça da família dele, em Itamonte (sem wi-fi, sem TV e fogão a lenha, foi uma experiência bem legal), transfer todos os dias de Itamonte até as trilhas (dentro do Parque do Itatiaia e até a Pedra do Picu), as três guiadas e transfer de volta para a rodoviária de Itanhandu no último dia: R$1.600,00 para duas pessoas. Como as estradas dentro do Itatiaia são péssimas... Achei um valor muito bacana. Se forem fechar com ele, fala que a Rafaela indicou aqui no fórum (não vai ter desconto mas é só pra comentar mesmo hahaha). Até uma próxima!
  4. Eu queria muito mesmo concretizar esse sonho em 2022 MAS o aumento do dólar junto com o valor da passagem para o Nepal vão me fazer adiar esse sonho por mais algum tempo. Inclusive, tenho interesse sim de entrar no grupo de WhatsApp, vai que alguém encontra passagem promocional pra Katmandu, não quero perder essa informação kkkkkkkkkk
  5. Eu não tenho muito ao que agregar nesse tópico mas já que tão falando de variante, não sei se vocês confiam no Átila Imarino (é, ele mesmo, o biólogo mensageiro do caos mas eu confio nele apesar de só passar raiva vendo as lives), mas ele tava falando que na situação que estamos hoje a probabilidade de surgir uma variante mais resistente a vacina tá bem alta porque muitas pessoas vacinadas não tomaram a segunda dose, a coronavac que foi a vacina mais aplicada tem uma taxa de eficácia menor e por fim muito mais gente esta circulando seja por trabalho ou seja por estar de saco cheio (afinal, já estamos fazendo aniversário de pandemia). Então assim... ainda não chegamos no fundo do poço, dá pra situação piorar bastante ainda. Eu não tenho ideia de quando vou ser vacinada (tenho 30 anos sem comorbidade, acho que só em 2022 e olhe lá) e capaz que quando chegar a minha vez já tenha surgido uma variante mais forte que as vacinas existentes não dêem conta. Eu costumava falar que 'trabalho pra viajar' e a covid me tirou a minha maior motivação para trabalhar (mas tenho que ser grata por ainda ter trabalho porque o número de desempregados só aumenta a cada dia). Sem falar no dólar que está em 5 e alguma coisa, que já inviabiliza muitas viagens ao exterior pelo fator grana (isso no caso pra gente que mora no Brasil e ganha em Reais né). As chances de viajar pro exterior estão cada vez mais distantes. É uma situação de merda mesmo.
  6. Eu fiz esse passeio em janeiro de 2015, muita coisa deve ter mudado de lá pra cá mas o que eu me lembro sim, claro que é perigoso, é a Estrada da Morte! HAHAHAHA A primeira parte a gente desce no asfalto pra ir pegando o jeito mas a segunda parte (e maior) é de terra, muitas pedras soltas e buracos com um precipício enorme ao lado sem nenhum tipo de proteção. Em alguns trechos tem umas 'cachoeiras' que caem em cima da estrada. Tem partes da estrada que ela tem 3-4 metros de largura mas em outros não chega a 2 metros. Para descer de bike, eu fui segurando o freio O TEMPO TODO pra ir bem devagar porque não me sentia confiante. Uma acelerada ou uma pedra que desviasse meu pneu pro lado errado era morte certa. os ciclistas de longa data iam de boa. Eu fui a última a chegar na cidade do meu grupo. Mas eu senti mais medo na volta... Me lembro que nosso grupo era muito grande e foi dividido em algumas vans. Todas elas voltaram pela estrada nova mas o motorista da minha van resolveu que ia voltar pela estrada da morte mesmo e, diferente de mim, ele acelerou bastante da subida. Eu questionei a agência quando voltei para cidade, porque o motorista tinha feito isso. Eles me falaram que a estrada nova tem muito trânsito e também acontece muitos acidentes. Indo pela estrada antiga, que obviamente não tem trânsito, quem sobe tem preferência (isto é, como só passa um carro de cada vez, se dois se encontrarem no meio caminho, quem está subindo tem preferência e quem está descendo tem que se virar pra deixar o outro passar). Então o cara achou que seria uma excelente ideia voltar por ali mesmo. Eu vi toda minha vida passar enquanto subia aquela estrada. De qualquer forma, eu achei muito legal e a paisagem é realmente fantástica. Não tem nada que pague a experiência apesar do medo. Eu acho que não tem outra forma de conhecer essa estrada, talvez exista uma possibilidade de ir a pé mas não imagino como. O passeio demora umas 6 horas acho... Desce pela manhã, chega em Coroico pra almoçar e volta.
  7. Eu tava olhando o site da Decathlon e não encontrei mochilas Quechua acima de 40 litros (aliás, nem lá e nem em qualquer outro lugar). Talvez seja por isso mesmo @Alan Rafael Kinder as Quechuas ficaram mais pro hikking e as Forclaz mais pro trekking. @ALFachardo poxa moço eu dei uma olhada, não sei exatamente quais as características todas da sua mochila mas no site da Trilhas e Rumos tem alguns modelos próximos do que eu preciso por valor muito parecido =/ Acho que pelo fato de estarmos longe, o frete também não ajuda. Mas boa sorte no seu negócio e obrigada por compartilhar sua experiência com a Trilhas e Rumos.
  8. @Alan Rafael Kinder obrigada pela dica mas uma Curtlo pelo que vi aqui quase 1000 reais. Sem condições. Acredito que das minhas opções vou ter que optar pela Forclaz por ser a menos cara.
  9. @lobo_solitário não serei viajante frequente, usaria ela no máximo umas duas vezes por ano. Mas tenho a intenção de no futuro usar ela para trekkings mais longos de tipo 10 dias. O problema maior aqui é que preciso comprar mochila para o casal, se fosse uma só de 600 reais até encarava mas para dois o bolso chora. Essa mochila laranja dessa marca "Hwjianfeng" me deixou intrigada porque tem barrigueira e diz ser impermeável, chega a ser absurdo pelo preço. Sobre a mochila Trilhas e Rumos eu li a respeito dela aqui no fórum e pelo que achei de modelos disponíveis hoje, são aqueles que tem alumínio nas costas e vi pessoas reclamando desse detalhe, por isso logo descartei. Sobre a Quechua, só encontrei opções até 40 litros. Eu até tenho uma deles de 35, que gosto muito inclusive, mas para outras necessidades. Enfim, talvez o jeito seja desembolsar uma grana mesmo.
  10. Estou pesquisando uma mochila entre 50 e 60 litros para trilhas e francamente estou bem assustada com os preços das marcas mais comentadas como Deuter e Forclaz. No entanto, na minha busca me deparei com uma infinidade de marcas alternativas no Mercado Livre num preço mais acessível mas, na preocupação de que o barato saia caro, queria saber aqui se alguém já usou algo do tipo. Hwjianfeng: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1517165710-mochila-viagem-grande-impermeavel-hwjiangfeng-50l-laranja-_JM?matt_tool=18956390&utm_source=google_shopping&utm_medium=organic Clio Packs: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1564793211-mochila-cargueira-camping-trilha-reforcada-resistente-_JM?attributes=COLOR_SECONDARY_COLOR%3AQXp1bCBNQzMxMDE%3D&quantity=1 DENLEX: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-902850523-mochila-camping-trilhas-60-lts-denlex-resistente-acolchoada-_JM#position=17&type=item&tracking_id=e31d9f70-4fdf-4722-b870-bfcfca1e8d73 Alguma experiência com elas? Obrigada.
  11. Acho que se vc fugir das capitais e grandes cidades, é bem possível achar praias desertas. Alguns resorts com praias exclusivas também estão limitando as hospedagens, pode ser que encontre alguma opção interessante all inclusive. Seu maior risco neste caso seria o aeroporto/ avião. Boa sorte.
  12. Eu acho que um carro é dispensável em muitas cidades, como por exemplo Londres, Berlim, Budapeste e Praga (q são as que eu conheço e posso afirmar kkkkk). Talvez um carro seja interessante para fazer o trajeto entre duas cidades para curtir a estrada mas não que vc necessariamente precise do carro já estando dentro da cidade.
  13. Muito bacana! Mês passado cogitei muito alugar um AirBNB no Copan pra passar uma data especial com o meu marido mas acabei escolhendo um outro lugar porque me pareceu que ficar no Copan é mais pela história do prédio e tal, não tem muito o que fazer além disso (até porque agora, com tudo fechado por conta da pandemia, ai que não tem nada pra fazer mesmo). De qualquer forma ainda quero passar uma noite lá um dia. Também das opções que eu vi lá no AirBNB o melhor parece ser mesmo pegar esse apartamento menor com a janela, aos apartamentos maiores do outro lado do prédio tão com aquela tela azul atrapalhando a vista né? Enfim, de qualquer forma, acho que é algo super legal de fazer mesmo para quem é de São Paulo mesmo, só pra sair da rotina.
  14. voltar pro Brasil você pode mas antes vai levar um bronca, talvez multa e será impedida de voltar pra Europa por um bom tempo
  15. Eu tive a impressão que muito o que Gramado e Canela tinham a oferecer era coisa como Museu Egipcio, de Carro, de Trem, de Cera, de Chocolate, Parque dos Dinossauros, Parque de não sei o que.... Tudo pagando 30, 40, 50 reais a entrada. Então por mais que uma atração ou outro parecesse legal, não me interessou o suficiente pra ficar pagando entrada disso e daquilo. Foquei nas coisas de 'natureza' mesmo. No caso dos restaurantes, não sou muito do turismo gastronômico e, como citei lá no começo, evitei comer em restaurante dada a situação. Mas tava tudo aberto sim.
  16. Que curioso, tenho uma amiga morando em Londres, eles estão em Lockdown mas é possível caminhar pelas ruas sem grandes problemas. Inclusive, ela parece que sai todo dia para caminhar. Também tenho um casal de amigos morando na Alemanha, em Stuttgart, a situação parece similar: Lockdown mas perfeitamente possível caminhar na rua (inclusive postando várias fotos brincando na neve).
  17. Eu fui motivada a assistir um show. Eu curtia uma banda do Japão (adolescente né mores) e eles iam fazer um show em Nova York e na minha cabeça não iriam chegar mais perto que isso do Brasil (e não chegaram mesmo). Eu tinha recém conseguido meu passaporte europeu, fui testar ele, ver se dava pra entrar no EUA sem visto - e deu. Isso foi em Março de 2012, o dólar tava 1,70 mais ou menos... Fiquei 4 dias incríveis sozinha em NY, gastei cerca de 3 mil reais na viagem inteira e foi meio que a primeira coisa grande que eu comprei com o salário do meu trabalho. Foi bem legal, experiência única mas não faria de novo kkkkkk
  18. Então, o único ônibus que eu usei em SC foi entre Torres e Itapema. Era um bom ônibus e não tava muito cheio. Tinha banheiro, ar-condicionado... Nada a reclamar. Era da Expresso São José a companhia e a linha completa saia de Tramandaí e ia até Balneário Camboriú. Problema é que meio difícil achar informação na internet sobre as linhas de ônibus intermunicipais, eu só descobri chegando lá e foi até por isso que acabei indo pra Torres, pra pegar esse ônibus (até então eu não tinha ideia de como sairia de Praia Grande e chegaria em Bombinhas hahahahaha). Então assim, não diria que seja precário mas as opções podem ser limitadas talvez... O pessoal da região também fala que usa muito BlaBlaCar e até por isso eu tentei usar (embora tenha dado errado), mas no geral parece ser um app bem popular. De resto foi tudo na base do Uber e 99. Daí ali na região de Balneário Camboriú e arredores é bem fácil conseguir Uber entre as cidades das redondezas, talvez você demore um pouco pro cara aceitar mas consegue sim de um jeito ou de outro. Só em Bombinhas que ai tem só uns 2 ou 3 carros trabalhando e nem sempre tão disponíveis, ai é um pouco mais complicado. O maior problema acaba sendo o preço, dependendo do trânsito. Mas isso eu to falando da região ai mais do litoral né, se vc for pra serra pode ser outra realidade.
  19. HAHAHAHA mas que coincidência! A região ali do cânions é maravilhosa, mas Bombinhas achei que ficou devendo (embora a culpa tenha sido mais da chuva né) mas acontece
  20. Nunca tinha ido pro RS e estou muito positivamente suspresa com tanta coisa legal que tem pra fazer por lá. Minha próxima vez no estado, espero que seja pra fazer a travessias da praia do cassino que tenho muita vontade também
  21. Fala pessoal, decidi compartilhar meu relato de viagem. Foi um pequeno mochilão, eu e meu marido, entre o RS e SC em dezembro/2020 de pandemia, bandeira vermelha e tudo mais. O relato vale muito a pena especialmente para quem quer fazer essa região sem carro (porque nem eu nem meu marido dirigimos). VIAJAR EM PANDEMIA? Não que eu deva satisfação para alguém aqui mas vamos lá. Eu comprei a passagem em Julho na certeza que em Dezembro as coisas iriam melhorar. Não foi o que ocorreu, na verdade, piorou. Eu cheguei muito perto de cancelar tudo mas... Eu não sei quando terei férias novamente e sinceramente não queria ter o prejuízo das coisas que não teriam reembolso. Daí, levei em consideração que tenho contato limitado com outras pessoas que não moram na mesma casa que eu. Moro apenas com o meu marido e não somos grupos de risco. Durante toda a viagem, nos esforçamos em nos cuidar, levamos um pacote de máscara descartável com 50 unidades (usamos duas por dia) e alcool gel. Para o voo, levamos a N-95. Evitamos aglomerações (embora no relato vou descrever os momentos de mais risco) e comemos basicamente nas hospedagens ou pedindo IFood. Também praticamente todas as atrações que visitamos foram ao ar livre. Na volta, decidi fazer um teste de covid por desencargo - que deu negativo. Sabendo disso, que cada um decida por si e tenha ciência do risco que corre, tanto de sua própria saúde quanto as das pessoas que ama (muito embora ainda sei que julgadores julgarão, neste caso, sugiro que perca mais tempo cuidando da sua vida e não lendo relatos como esse que você obviamente discorda). ROTEIRO: 17/Dez - Voo GRU > POA - Orla do Guaiba, Estádio Beira-Rio 18/Dez - Parque Moinhos de Vento, Parque da Redenção, Monumento Açorianos, Centro Histórico, Farol Santander, Passeio de Barco no Guaiba. 19/Dez - Ônibus POA > Gramado - Minimundo, Lago Negro, rápida volta pela cidade 20/Dez - Parque do Caracol, Catedral de Pedra, Le Jardin Parque de Lavanda 21/Dez - Carona Gramado > Cambará do Sul - Circuito das Águas (Cachoeira dos Venâncios, Passo do S e Passo da Ilha) 22/Dez - Cânion Fortaleza 23/Dez - Cânion Itambézinho - Táxi Itambézinho > Praia Grande 24/Dez - Trilha do Rio do Boi 25/Dez - Táxi Praia Grande > Torres - Parque da Guarita 26/Dez - Ônibus Torres > Itapema - Uber para Bombinhas 27/Dez - Bombinhas 28/Dez - Bombinhas 29/Dez - Morro do Macaco, Praia da Conceição e Mariscal - Uber Bombinhas > Itajaí 30/Dez - Beto Carrero 31/Dez - Voo NVT > GRU - Fim CUSTOS PARA 2 PESSOAS: Voo GRU > POA / NVT > GRU R$629,30 Hospedagens Porto Alegre - Booking - Master Grande Hotel R$254,10 Gramado - AirBNB - Suíte perto do Lago Negro R$380,85 Cambará - Booking - Economize $ Dona Ursula R$156,00 Praia Grande - AirBNB - Cabana Rio do Boi R$352,62 Torres - Booking - Apartamento perto da lagoa R$153,00 Bombinhas - AirBNB - DAX Bombinhas Hostel R$475,40 Itajaí - AirBNB - Bem Estar Loft R$408,54 Passeios Barco Guaiba - Peixe Urbano R$28,97 Minimundo R$96,00 Parque do Caracol R$40,00 Rota das Águas e Cânions R$530,00 Trilha Rio do Boi R$220,00 Beto Carrero R$360,00 Transportes ônibus POA > Gramado R$91,33 carona Gramado > Cambará R$50,00 táxi Cambará > Praia Grande R$100,00 táxi Praia Grande > Torres R$80,00 ônibus Torres > Itapema R$188,80 uber Itapema > Bombinhas R$72,00 uber Bombinhas > Itajaí R$125,00 Outros - Alimentação, Ubers e 99 diversos, presentes, compras, etc R$1.900,00 TOTAL: R$6.691,91 DIA 1 Estava esperando um aeroporto lotado com filas e filas de check-in mas a real é que o movimento estava 'ok'. Nem muito cheio nem muito vazio. Voei pela Gol - praticamente cheio. Chegando em Porto Alegre, ali sim, aeroporto deserto. Pedi um Uber até o Master Grande Hotel que deu coisa de R$10,00. Deixamos nossas mochilas lá e caminhamos até a Usina do Gasômetro. A cidade em si estava relativamente vazia e foi bem tranquilo andar até a Usina e depois pela Orla até o Estádio do Beira-Rio, que vimos apenas por fora. Do estádio voltamos de Uber pra Usina pra apreciar o pôr do sol que tava incrível. Voltamos pro Hotel e jantamos IFood. Estádio Beira-Rio DIA 2 Café da manhã do hotel limitado por causa da pandemia mas tudo com bastante segurança, itens embalados com plástico filme e bastante distância entre as poucas mesas. De Uber, fomos até o Parque Moinhos de Vento. Bem bonitinho, fiquei bem surpresa que tem tartarugas nos lagos. De lá, caminhamos até o Parque da Redenção. O sol estava beeem quente mas sobrevivemos. Visitamos também a ponte de pedras e o Monumento dos Açorianos. Voltamos de Uber pro Hotel pra um pequeno pit stop, depois fomos ao Centro Velho da cidade. O Centro Cultural Mário Quintana estava fechado, só tiramos fotos por fora. Visitamos a exposição do Farol Santander que estava absolutamente vazio - apenas eu e meu marido de visitantes. Pra encerrar o dia, fizemos o passeio de barco pelo Guaiba. A dica aqui é não comprar pelo Cisne Branco, tem um outro barco ali do lado da Usina que cobra R$25,00 por pessoa e nós ainda pagamos menos comprando pelo Peixe Urbano. O barco só sai com no mínimo 15 pessoas (mesmo tendo capacidade para 200) e aparentemente o único horário que tem esse tanto gente é o das 18h. O passeio foi muito bonito e foi o que mais gostei de fazer em Porto Alegre. Voltamos a pé para o hotel e jantamos mais um IFood. Parque Moinhos de Vento Parque da Redenção Tartarugas no Parque da Redenção Casa de Cultura Mário Quintana Monumento Açorianos Passeio de Barco no Guaiba DIA 3 Após o café da manhã, fomos a pé até a rodoviária. De lá, pegamos um ônibus semi-direto para Gramado. Da rodoviária de Gramado também decidimos ir a pé até nosso AirBNB próximo ao Lago Negro. Chovia fraco quando chegamos. Apenas deixamos as malas no quarto e saímos para ir direto ao Minimundo. Acho que queria mais visitar o lugar de ouvir falar, mas na prática não achei que valeu muito a pena pelo valor do ingresso. De lá, andamos até o centro. A cidade sim estava cheia e foi difícil manter a distância das pessoas o tempo todo, por isso, acabamos não parando em lugar nenhum. Procuramos algum mercado maior e mais distante do centro para comprar algumas comidas congeladas, pães e frios. Voltamos de Uber para a nossa hospedagem. A motorista que pegamos começou a falar sobre algumas atrações de Gramado - eu não tinha interesse em ir em quase nada que não fosse o Parque do Caracol. Daí ela citou o Jardim de Lavanda e fiquei com isso na cabeça. Como estavamos bem perto do Lago Negro, fomos até lá. Como já era quase noite, tinha poucas pessoas por ali e os pedalinhos não funcionavam mais. Apesar da enorme quantidade de mosquitos, foi agradável. Voltamos para o quarto para jantar uma lasanha congelada e fim de dia. Minimundo Centro de Gramado Lago Negro DIA 4 Chamamos um Uber para ir até o Paque do Caracol. Não pegamos o bondinho, entramos pela entrada principal mesmo. De lá, fomos no mirante da Cascata do Caracol - muito bonita. Depois pegamos a trilha para as corredeiras que precedem a queda principal - provavelmente mais bonitas que a própria cascata. Continuamos até a barragem e logo em seguida fomos ao Centro Histórico Ambiental, um pequeno museu com várias informações bem interessantes. Antes de ir embora, arrisquei pagar pra subir no Observatório. Até agora não sei se valeu a pena ter gasto esse dinheiro extra pra ver a cascata um pouco mais de cima. Saindo do parque, tivemos a sorte de ter um Uber logo na porta esperando uma corrida para a volta. Fomos até o centro de Canela para conhecer a Catedral. Sentamos em um banco qualquer para comer os lanches que tinha preparado para o almoço. Feito isto, tomamos outro Uber até o Jardim das Lavandas que a motorista do dia anterior indicou. É um jardim bem lagalzinho, acho que valeu a pena a visita. Ainda era cedo, voltamos para a hospedagem, trocamos de roupa e fomos conhecer outros lados da cidade a pé. Passamos novamente pelo Lago Negro - que desta vez estava sim cheio - depois fomos até o Pórtico da Avenida das Hortências apenas para foto, conhecemos a capela que faz casamentos ao estilo Las Vegas e fomos até a Cascata Véu de Noiva que de nada valeu a pena pois o cheiro é de esgoto mesmo. Como o centro da cidade estava cheio, não perdemos muito tempo por lá, passamos em uma loja de lembrancinhas para comprar alguns presentes e logo voltamos para nossa hospedagem. Mirante da Cascata do Caracol Corredeiras Jardim de Lavandas DIA 5 Conseguimos uma carona - aqui pelo Mochileiros! com o Fernando Lucio - de Gramado para Cambará do Sul. Isso nos ajudou demaaais já que não existe ônibus direto para este trajeto. Em Cambará tive uma pequena decepção com o AirBNB de lá mas como seria apenas 2 noites, não me preocupei muito com isso. Antes de chegar lá, estava em contato com a Agência Rota Aparados desde Agosto (Ederson - 54 9964-1033) por isso fui direto lá com eles. Eu só tinha intenção de conhecer os cânions mas como haviamos chegado mais cedo na cidade e o dia estava bonito com sol, decidi também fazer o Circuito das Águas. Negociei um valor a vista com eles, os 3 passeios - Circuito das Águas, Fortaleza e Itambezinho - por R$530,00 já com a entrada para a Cachoeira dos Venâncios. Sinceramente, não sei se encontraria um valor melhor que esse para tudo o que fizemos. Apenas nos trocamos e já saímos para fazer o Circuito das Águas num grupo de 6 pessoas mais o guia. As estradas são péssimas, o que justificou o valor pago. Passamos primeiro na Cachoeira dos Venâncios para banho e apreciar todas as demais quedas. De lá seguimos para o Passo do S com direito a vista da Cachoeira do S que é uma mini Catarata. O passeio termina no Passo da Ilha. Eu simplesmente AMEI esse passeio e fico muito feliz de ter chego mais cedo em Cambará e ter podido fazer ele. Este dia jantamos em um restaurante chamado Máquina do Tempo em Cambará, tinha apenas mais dois clientes além de nós, porções bem gostosas. Cachoeira dos Venâncios Cachoeira do S Passo da Ilha DIA 6 Tanto nesse dia quanto no dia seguinte, a gente deu MUITA SORTE do tempo estar aberto. O verão tem muito risco dos cânions encherem de neblina e ficar sem visibildiade mas pegamos o tempo bom, céu azul e sol. Enfim... Dia de conhecer o cânion Fortaleza. Foi um grupo de 4 pessoas mais o guia. Estrada bem ruim até a entrada do parque. Fizemos primeiro a trilha do Mirante e depois a trilha da Pedra do Segredo. Todas as trilhas, ida e volta, dão em torno de 7km. O Fortaleza é tão impressionante que fotos não conseguem dar a noção da altura e da beleza do lugar. Visto que não há nenhum tipo de estrutura turística ou de segurança por ali, precisa tomar cuidado com qualquer passo em falso. Nós saímos da cidade as 8h e voltamos as 13h. Depois do passeio descansamos bastante e demos um rápido passeio pela pequena cidade. Cambará, mesmo no verão, é bem geladinho a noite. Pegamos cerca de 10 graus em pleno dezembro, então precisa levar um casaco de frio. Cânion Fortaleza da pela trilha do Mirante Pedra do Segredo DIA 7 Dia de conhecer o cânion Itambézinho. Nesse dia aconteceu o seguinte: arrumamos nossas mochilas e saímos com todas elas já para o passeio. Neste passeio só estávamos nós dois e o guia. Fizemos a Trilha do Cotovelo e a Trilha do Vértice, também com certca de 7km as duas juntas. No Fortaleza, não é possível ver onde o cânion começa, já no Itambézinho é possível na Trilha do Vértice, como o próprio nome diz. O Itambézinho é impressionante também, tanto quanto o Fortaleza. Eu não saberia escolher qual dos dois é mais bonito, precisa conhecer os dois. Por volta das 12h, pegamos nossas bagagens no carro e dispensamos o guia. Um taxista de Praia Grande foi nos buscar ali (Sérgio - 48 9126-3642). Essa foi a solução que encontrei para economizar no transfer entre as duas cidades (Cambará X Praia Grande), já que o Itambézinho fica na metade do caminho, paguei metade do valor (R$100,00). Já em Praia Grande, apenas passamos no mercado para comprar nosso lanche de trilha e janta dos dias seguintes. Vistas da Trilha do Cotovelo Vistas da Trilha do Vértice DIA 8 Dia de fazer a Trilha do Rio do Boi. Fechamos o passeio com a agência Bixo do Mato (Bruna - 48 8865-7819) que também estava conversando há um bom tempo, desde Agosto provavelmente. Pagamos R$220,00 para fazer a trilha porque havia um outro casal conosco no mesmo dia, por isso barateou. A Bruna não me cobrou o transporte até o início da trilha (foi algo que não tinha ficado muito claro, eu pensei que tava incluso quando fechei mas ela não me cobrou porque o guia estava de carro e mais duas pessoas que iriam neste dia, desistiram, então pudemos ir no carro do guia). A trilha tem 14km de extensão entre ida e volta. Iniciamos ela por volta das 10h e voltamos por volta das 17h. Recebemos caneleiras para proteção tanto contra possíveis picadas de cobra quanto das pedras do rio. A primeira parte da trilha é em meio a mata e, depois, pelas pedras no rio, realizando diversas travessias. Molha tudo até a coxa. Fizemos duas paradas para banho de cachoeira, uma na ida e outra na volta. Fizemos outras paradas menores apenas para retomar o fôlego e uma parada maior no fim da trilha, antes de iniciar o retorno. É uma trilha pesadinha sim mas nada impossível para quem tem o mínimo de preparo físico. A grande dificuldade é pisar nas pedras nas travessias do rio. No entanto, como meu guia foi com calma e paciência, não foi nada de outro mundo. A trilha em si acaba pouco antes dos grandes paredões que a gente vê da Trilha do Cotovelo, lá em cima. E sempre bom lembrar que o fim da trilha é apenas a metade do caminho, precisa voltar tudo de novo. De qualquer forma, é tudo belíssimo, mais uma daquelas coisas que fotos não conseguem transmitir. Por causa da pandemia só pode entrar 75 pessoas por dia na trilha então a gente cruza com poucas pessoas durante o percurso e de forma muito breve. Início da trilha e o começo em meio a mata Parte da trilha no rio, em meio a pedras e realizando diversas travessias. Cachoeiras que paramos para banho - uma na ida e outra na volta O fim da trilha DIA 9 Eu resolvi meio em cima da hora que faríamos nesse dia 25 de Dezembro. Acabamos por chamar o Sérgio, o taxista, e pedimos para ele nos levar para Torres. Cobrou mais R$80,00. Era o que dava pra fazer já que não tinha ônibus no dia. Eu queria conhecer Torres principalmente por causa dos paredões, óbvio, mas a praia, que já não é lá tãããão bonita, tava meio cheia e acabou que não deu muita graça. Demos uma volta rápida ali pelo Parque da Guarita para tirar algumas fotos e voltamos para o nosso AirBNB local. Vistas do Parque da Guarita Oh No Oh No DIA 10 Pegamos um ônibus da rodoviária de Torres até Itapema, cerca de 6 horas de viagem. Da rodoviária de Itapema solicitei um 99 para nos levar a Bombinhas, nosso próximo destino. Eu nem sei porque escolhi a região de Bombinhas, ouvia muito falar mas pequisei bem pouco sobre o local. Decobri que existe apenas uma estrada de entrada na peninsula e esta vive com muito trânsito. O meu trajeto de Itapema até lá deu 42 reais mais o pedágio de 29. A nossa hospedagem em Bombinhas foi em um hostel e foi a primeira que reservei nesta viagem porque na época (em meados de Setembro quando estava pesquisando) boa parte das opções já estavam esgotadas e este hostel era a opção de melhor custo benefício com cancelamento gratuito. Obviamente, um hostel não é o melhor lugar para manter distância de outras pessoas mas no geral não foi ruim. Nosso quarto era privativo e todas as vezes que precisei usar o banheiro para tomar banho, estava vazio. O maior 'problema' era mais no uso da cozinha. Como chegamos já era fim de tarde lá só deu tempo de dar uma rápida andada na praia de Bombas. A região estava bem cheia e foi o lugar de mais risco que estivemos. Como não gostamos de ficar na areia, o que dava pra fazer pra minimizar os riscos é correr direto pro mar evitar ficar na areia com as pessoas. Primeira volta pela praia de Bombas DIA 11 CHOVEU O DIA INTEIRINHO. O TEMPO TODO. Foi um sinal de que jamais deveria ter ido pra praia. A gente só conseguiu sair do hostel já era umas 17h pra um rápido banho de mar na praia de Bombinhas mas no geral foi um dia perdido. Banho de mar em Bombinhas depois da chuva torrencial DIA 12 Embora tivesse chovido de madrugada, fomos presenteados com um pouco de sol pela manhã PORÉM... foi um dia decepcionante. Por causa da chuva, o mar ficou cinza/ verde escuro. Aquela água azul das fotos que a gente vê não tava rolando. Eu tinha levado meu snorkel para poder fazer uns mergulhos mas a visibilidade era zero. Aliás, abaixo de zero. Nesse dia, fomos andando até a famosa praia da Sepultura que estava APINHADA DE GENTE. Passei muito rápido pelas pessoas apenas pra tentar fazer o snorkel mas sem sucesso. Pulamos pra praia da lagoinha que ai dava pra ver alguns peixinhos mas do lado de fora da água porque mergulhando você trombava com as pedras. No fim, frustrados, voltamos pra praia de Bombinhas e ficamos por lá já que era o lugar mais vazio pra curtir o mar em si. Marzão cinza/ verde escuro 'que raios eu vim fazer aqui' DIA 13 Esse dia eu tinha conseguido uma carona pra Itajaí pelo BlaBlaCar mas o cara ia sair as 23h, então eu meio que tinha arrumado coisas pra fazer mesmo após o check out já que iríamos embora bem tarde. Visto que já tinha desistido de mar por causa das chuvas, fomos fazer a trilha do Morro do Macaco. Chamei um Uber pra nos levar até lá. Em Bombinhas, Uber é uma raridade, é sempre um risco contar com eles, nessa hora eu dei sorte. Fazia sol e muito calor este dia. A vista lá de cima é bem bonita mas não rolou de tirar foto na 'pedra principal' porque tava rolando uma fila pra ir ali. Buscamos locais alternativos para fotos e ficou bacana. Lá de cima notamos que as praia 'de fora', pro mar aberto, estavam com a água mais limpa, especialmente a praia da Conceição. Eu nem estava com roupa de banho por baixo mas resolvi que ia curtir aquela praia. Comprei o biquini mais barato da loja mais próxima só pra ia na praia da Conceição que esta sim estava com a água clara. Pena que não estava com snorkel, mas de qualquer forma, ali não parece muito adequado para a prática. Curtimos a praia ali por algum tempo e depois resolvemos ir embora caminhando até o hostel (cerca de 8km) mas como só iríamos embora as 23h tava tranquila de horário. SÓ QUE AI.... O cara do BlaBlaCar me manda uma mensagem 18h falando que não ia mais fazer o trajeto. Fiquei desolada, o cara me avisa em cima da hora que não vai poder fazer. Entrei em pânico, ia tomar um banho quando chegasse no hostel mas nem isso fiz. Cheguei a conclusão que teria que ir de Uber. A corrida ficou uma fortuna, mais especificamente R$125,00... e levou 1h30 por causa do trânsito mas no fim, deu certo. Chegamos em Itajaí até mais cedo do que esperávamos, era umas 20h30. Vista do Morro do Macaco - a esquerda o mar de dentro 'sujo' e a direita o mar aberto mais limpo (Praia do Mariscal) Quando a gente mirou na Praia da Conceição de cima do morro e viu que tava 'um filé' como me disseram kkkkkkkkk Curtindo a Praia da Conceição com o biquini comprado 30 minutos antes Chegando em Itajaí depois de ter levado o cano da carona do BlaBlaCar toda detonada DIA 14 Fomos para o parque do Beto Carrero. Aqui em São Paulo, desde que o Playcenter faliu e o Hopi Hari nunca mais foi o mesmo após o acidente na Torre, o Beto Carrero se tornou o parque de diversões mais próximo de mim. Comprei o ingresso um dia antes pelo site, R$280,00 o casal. Fomos pra lá de Uber também, a partir do centro de Itajaí. Demos MUITA SORTE de não pegar o parque muito cheio, conseguimos andar em todos os principais brinquedos e a maior fila que pegamos não gastou mais que 30 minutos. Confesso que me senti uma adolescente e chorei quando andei na primeira montanha russa depois de sei lá quantos anos. Gostei muito do parque, tem muitos atrativos e eles estão cuidando bastante da limpeza agora em pandemia. Eu me diverti demais e indico fortemente a todos (já quero voltar, inclusive). Para voltar pra Itajaí, tava dificil conseguir Uber ou 99... A BR tava com bastante trânsito e os motoristas não quiseram aceitar a corrida. Como alternativa, pedi uma corrida até a Balsa de Navegantes e ai conseguimos transporte. Custou 32 reais essa corrida e atravessamos a Balsa como pedestres. Depois, andamos mais cerca de 2km até o nosso AirBNB, encerrando o dia. Bem feliz num parque de diversões depois de sei lá quantos anos Travessia da balsa Navegantes X Itajaí DIA 15 Nosso voo saiu de Navegantes as 11h05 - fomos para lá de Uber também, encerrando o mochilão. CONCLUSÃO Achei que valeu muito a pena. Apesar de os dois dias em Bombinhas terem sido frustrantes, todo o resto da viagem foi muito bem aproveitado mesmo sem carro. Os cânions são absolutamente incríveis e demos a sorte de conseguir tempo aberto em todos os dias que estivemos por lá. Além disso, foi uma viagem completa - cidade, serra, praia, de um calor de 30 graus pra um frio de 10 graus - tudo numa mochila. Apesar de ter sido um ano lixo pra maioria de nós, me sinto muito privilegiada de ter tido essa oportunidade. Agora é torcer para dias melhores a frente e podermos viajar sem mais preocupações.
  22. Pessoal, realizei a viagem. Fiz da seguinte forma: fui pra Cambará e conheci os cânions Fortaleza e Itambezinho por cima e também fiz a rota das Cachoeiras. Fiz com a agência Rota Aparados (Ederson - 54 9964-1033) os 3 passeios e paguei R$530,00 todos eles para duas pessoas já com a entrada da Cachoeira dos Venâncios. Negociei esse valor pagando a vista e chorando desconto. Foi o melhor valor que consegui. Notei que muita gente que chega lá, mesmo de carro, prefere comprar o passeio porque a estrada, todas elas, são horríveis. A melhorzinha é pro Itambezinho, as demais corre um risco ai de detonar a suspensão do seu carro mas tem gente que faz, daí vai do risco que vc quer correr. Meu último passeio em Cambará foi o Itambezinho, de lá, contratei um taxista (Sérgio - 48 9126-3642) de Praia Grande pra ir me buscar já no Itambezinho (metade do caminho né, daí ficou mais barato o transfer. Foi mais R$100,00 desse transfer. Lá em Praia Grande, fechei com a agência Bixo do Mato (Bruna - 48 8865-7819), a Trilha do Rio do Boi por R$220,00 para duas pessoas (num grupo de 4 pessoas - apareceu mais gente pra fazer no mesmo dia e deu pra ficar mais em conta, demos sorte). Ela não me cobrou o transfer até o início da trilha por uma série de fatores mas tem que estimar mais isso ai porque se trata de otura estrada horrível. No fim, foi uma bela duma grana mas pra quem tá sem carro achei essas as opções mais baratas e valeu tudo muito a pena, a região é fantástica. Acho que em breve vou escrever o relato por aqui...
  23. ahahahaha eu super iria mas não manjo nada NADA de escalada. Talvez um dia quem sabe kkkkkk
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