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Nana te Leva

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Tudo que Nana te Leva postou

  1. Oláá! Tudo bem? Recomenda o passeio? Obrigada!
  2. Travessia da Juatinga - Rio de Janeiro Inicialmente, os planos da virada 2016-2017 envolviam o sul da Bahia, mas, infelizmente, por questão de "dinheiros" e logística de carros, desistimos. Em 2016, passamos o feriado da Páscoa em Martin de Sá e a região, chamada de Reserva Ecológica da Juatinga, deixou um gostinho de quero mais. Foi daí que surgiu a ideia de fazer a travessia da Juatinga, um trekking que as pessoas costumam fazer em 4 dias começando no saco do Mamangua e terminando na praia do Sono (ou vice-versa). Dessa vez, a opção de parar em Paraty-mirim e pegar um barco de lá, foi a melhor na questão financeira e logística. Os estacionamentos custam R$10,00 a diária e são mais seguros que largar o carro pelas ruas de Paraty nessa época de festividades. Em um post anterior, explico todos os detalhes de como chegar até lá: http://www.nanateleva.com/single-post/2016/11/25/Martim-de-S%C3%A1-cantinho-escondido-do-mundo Qual o roteiro da travessia? O roteiro tradicional, costuma durar 4 dias e atravessar todos os trechos de trilha (um pouco diferente do nosso). 1 dia: Saco do Mamanguá - Praia Grande do Cajaíba 2 dia: Praia Grande do Cajaíba - Martim de Sá 3 dia: Martim de Sá - Ponta Negra 4 dia: Ponta Negra - Vila do Oratório (via Praia do Sono) Tínhamos 9 dias para fazer o mesmo percurso e estávamos em um grupo de 11 pessoas (com muitos comes e bebes), então nos deslocamos entre os lugares de barco, mas fizemos todas as trilhas para conhecer as atrações (cachoeiras e praias próximas). Nosso roteiro (personalizado) foi: Paraty Mirim - Saco do Mamangua (praia do cruzeiro) Praia do Cruzeiro - Praia de Itaoca do Cajaíba Praia de Itaoca do Cajaíba - Martim de Sá (com uma pequena parada na praia do Pouso) Martim de Sá - Ponta Negra Ponta Negra - Praia do Sono - Vila do Oratório Saco do Mamanguá O Saco do mamanguá é um lindo "braço" de água que adentra no continente, tornando suas águas rasas e muuuito mansinhas. Lá estávamos, dia 28 de dezembro pegando um barco por 150 reais (o que foi bem barato já que dividimos entre 11 o preço) a caminho da praia do cruzeiro (uma das várias opções do saco). O barquinho nos deixou no cais, o que foi ótimo, já que passamos pela casa do Seu Preá que tinha aberto uma área de camping. Além de ser menos badalado (e também menos lotado) que o camping do Seu Orlando (mais conhecido da praia), foi mais barato. Ele cobrou 20,00 a diária, arranjou um fogão a gás para que cozinhássemos, mantinha uma boa limpeza no banheiro e, de quebra, tinha muitas historias interessantes para contar sobre a região do povo caiçara. O que fazer no saco? Além de aproveitar uma praia rasa e calminha, tem a opção de seguir até uma cachoeira e até o Pico do Pão de Açúcar. Dia 29 foi dia dos desbravamentos pela região. Teve uma parte do grupo, muito animada e com pique, que topou fazer as 2 trilhas. Eu preferi me guardar para ver o pôr do sol no pico. A cachoeira fica a 2 horas de caminhada da praia, porém, sem grandes elevações. Já o Pico fica a 1 hora e meia (no ritmo dos mais despreparados fisicamente, como eu). São 1,4 km de subida intensa (e põe intensa nisso!!!) com uma vista da região que recompensa qualquer cansaço físico. Começamos a subir as 17 e voltamos por volta das 19:20 para não pegar a trilha escura (também levamos lanternas para eventuais emergências). Esse pareceu o melhor horário, já que o sol estava mais ameno e o pico não tinha quase ninguém. Praia de Itaoca Na ida para o Saco, já fechamos que o Joel (barqueiro) nos buscaria dia 30 cedo com destino à nossa próxima parada (o reveillon!) na praia de Itaoca. Há quem prefira fazer esse trecho por trilha (7,1 km) de nível pesado, mas o peso nos impedia (ou talvez fosse a desculpa necessária para poupar esforços, hahahaha). Achei que já tinha me surpreendido muito com o Saco, mas descobri que tudo pode ser ainda melhor. Itaoca é uma pequena praia entre a praia de Calhaus e praia Grande de Cajaíba, localizando-se na enseada do Pouso de Cajaíba. Um mar sem ondas, esverdeado. O camping da Dona Branca é na areia com vista privilegiada para a praia (20,00 a diária). O que fazer em Itaoca? Ficar morgando na praia (sim, excelente opção). Ir até a cachoeira de praia Grande (20 minutos de trilha até Praia Grande + 20 minutos até a cachoeira). Conhecer as outras praias de região. Dormir mais um pouquinho para esperar a noite e ver um céu muito estrelado (uma pena não conseguir registrar isso com a minha máquina). Apesar da tranquilidade de Itaoca, passamos a virada do ano em Praia Grande com um pouco mais de agito, música instrumental e fogueira com direito à roda. Digo mais: essa é uma excelente opção, se hospedar em Itaoca e passar só a virada em Praia Grande, já que o camping de lá é mais afastado da praia e mais caro, perdendo um pouco daquele encanto aconchegante da vista pro mar. Martim de Sá De Itaoca, pegamos uma lancha até Pouso do Cajaíba (R$ 10,00 por pessoa) no dia 02 de janeiro. A maioria dos barqueiros das praias mansas daqueles lados não se aventuram até o mar aberto de Martim. Em Pouso conseguimos um pouco de sinal de celular, após vários dias sem - detox total de whatsapp, facebook e instagram. De lá conseguimos outro barqueiro que cobrou R$40,00 por pessoa e nos deixou em Martim. Dessa vez, preferi não fazer a trilha e o grupo também optou por ir no conforto do barco. Infelizmente, o camping estava muuuito mais cheio que da última vez, em abril de 2016. Mesmo assim, aquela praia não perde seu encanto. Desde uma tormenta na praia, que mais parecia cenário de um filme de terror, até o nascer do sol, Martim não decepciona. Ponta Negra Dia 04, infelizmente, foi dia do grupo se separar. Alguns já tinham que voltar para o caos da cidade, enquanto eu e mais 4 amigos seguimos para o próximo destino, a Praia de Ponta Negra. Como de costume, pegamos o barco (lancha, para ser mais específica), que cobrou R$ 60,00 por pessoa. O preço foi justo já que a distância era grande. Se das outras vezes fazer a trilha até o destino era uma dúvida, dessa vez ela não foi nem cogitada. Com mais de 11 km até Ponta Negra, a trilha considerada de nível pesado, demora quase um dia inteiro para ser feita. Para os trilheiros de plantão, é só seguir de Martim até Cairuçu das Pedras e de lá se informar sobre o trecho que continua até o destino final. Chegamos em Ponta Negra ainda pela manhã cedo, fechamos o camping do Nenei bem próximo à praia com diária de R$ 20,00, e trilhamos para a tão esperada-maravilhosa-escondida cachoeira do Saco Bravo. Além de já esperar muito por causa das fotos, nossa lancha passou próxima à ela, pelo mar. Realmente, é um espetáculo à parte. São 4,2 km de trilha pesada, mas um pouco melhor, ou um pouco menos pior que a trilha para a Sumaca. Confesso que a ida é um pouco menos cansativa que a volta, mas não é tão assustadora quanto o folheto das trilhas da Juatinga pregava. A trilha é bem demarcada (a não ser o início que tem muitas bifurcações, ainda no vilarejo de Ponta Negra) e a única parte difícil são as pedras da chegada na cachoeira, aonde é necessário ter um pouco de equilíbrio. Praia do Sono/ Vila do Oratório/ Paraty-Mirim Depois da nossa última noite e 2 dias seguidos de trilhas intensas, optamos por não fazer a trilha até a Praia do Sono. Esse foi meu único arrependimento da viagem, porque acabamos não conhecendo Antigos e Antiguinhos, mas o cansaço e a vontade de voltar pra nossa caminha depois de 8 dias, falava mais alto. Passamos a manhã na Praia do Sono, que, apesar de ter um mar limpo é a praia mais cheia e menos bonita da região. Para quem gosta de mais estrutura, lá é o melhor lugar, já que tem vários quiosques e hospedagens sem ser somente campings. Para a Vila do Oratório parte do grupo fez a trilha e outra parte pegou o barquinho. E quem pensa que a jornada acabou, ledo engano. Ainda tivemos que encarar o busão até Paraty, que só sai de hora em hora da Vila. E lá na rodoviária de Paraty esperamos o outro ônibus para Paraty-Mirim. Outra opção é ficar na BR 101, na entrada de Paraty-Mirim, esperando o busão passar, mas o motorista falou que, pelo horário, íamos ficar muito tempo esperando no meio do nada. Confesso que foi estranho voltar à cidade, depois de tanto tempo sem barulho, que não fosse do mar, dos bichos ou da música do meu celular. Mais estranho ainda foi observar todo mundo vidrado no celular enquanto o meu estava estragado na mochila. Dizem que acampar, longe de tudo, ajusta seu relógio biológico, o que pareceu verdade já que meu organismo parecia reconhecer o horário de dormir e acordar sem despertadores e exatas 8 horas por noite e até minha fome tinha hora para aparecer. Para os trilheiros (ou não tanto assim, como eu), vale a pena tirar um feriado ou alguns dias a mais para fazer essa Travessia incrível ou, pelo menos, conhecer alguma das praias da região.
  3. Muuuito obrigada pelo elogio e pelos acréscimos hehe Esqueci totalmente de falar dos caixas eletrônicos (informação bem importante, de fato). E sempre bom sugerir mais lugares para comer e para ficar, o que não falta são opões naquele aconchego de lugar! Sobre o aluguel, foi algo que nem passou pela minha cabeça. Beijos, obrigada!!!
  4. FIco feliz que tenha gostado do relato!!!! Não me recordo ao certo, já que ganhei a acomodação de presente nessa viagem, mas foi algo em torno de 180,00! E qual passeio nas dunas, especificamente? No relato falo sobre os dois (lado leste e oeste) com os valores, mas qualquer coisa pode falar!
  5. Eu fui em junho do ano passado, bem quando teve o atentado em Istambul. Mas, de verdade, não cancele sua viagem por isso. Os problemas fronteiriços são ao leste do país, lugares que são menos turísticos (ao menos atualmente). Tenho uma amiga que foi no final do ano passado e achou a mesma coisa que eu: o país é muiiiito seguro (no quesito de segurança pública), apesar de já ter sido alvo de atentados. A verdade é que fazer um auê enorme sobre a Turquia, o que acaba afastanto o turismo, porque a situação real não é como a mídia retrata (tiro porrada e bomba hahaha), pelo contrário. Sério, você não vai se arrepender! Além disso, o povo é muito simpático. Se quiser saber mais sobre a Turquia em si, eu escrevi um post falando algumas infos básicas de lá: https://www.nanateleva.com/single-post/2017/04/10/Dicas-pr%C3%A1ticas-sobre-a-Turquia Espero ter te ajudado, remarque sua viage, não vai se arrepender ! <3
  6. Sim! Essenroteiro foi so de Istambul, ainda pretendo postar sobre a Capadocia! Mas adiantando, a facada do passeio de balão foi 110 euros, mas valeu muuuito a pena
  7. Essa terrinha chamada Jericoacoara, ou Jeri para os íntimos, é tão maravilhosa que só uma vez foi pouco. Em janeiro de 2016 eu passei por lá durante o mini mochilão que fiz com minhas amigas pelo Ceará e Rio Grande do Norte e no carnaval de 2017,voltei para lá numa viagem de família com a minha sogra e meu namorado. Assim, vi um pouco dos dois lados: o mochileiro, sem dinheiro, e no conforto, provando um pouco da excelente gastronomia local. Como chegar? Existem, basicamente, 3 formas de aterrizar nesse paraíso. A primeira é a mais longa: de ônibus + jardineira da Fretcar, que custa, em média, 70,00 por trecho. Você pega o ônibus da rodoviária de Fortaleza até Jijoca e, de lá, você pega uma jardineira, que consegue trafegar pela areia sem risco de atolamentos. Vale lembrar que os horários são um pouco limitados. Para ir até Jeri, são basicamente 3 horários, sendo o primeiro por volta das 07 da manhã e o último por volta das 18 da tarde. Para voltar, o primeiro horário é as 06:15 e o último às 22:30. De qualquer forma, vale conferir o site da empresa, pois eles podem fazer alterações nos horários. A segunda forma é pegar um transfer particular desde Fortaleza, que te busca seja no hotel, hostel ou diretamente no aeroporto. Eles custam, em média, R$600,00 0 carro. Se for com 4 passageiros, fica R$ 150,00 para cada um. Nessa segunda vez, escolhemos essa opção e fechamos com o Davi, um cearense muito gente boa, que nos deu várias dicas do vilarejo. Contato: +55 85 987078894. A terceira é alugar um carro e ir até Jijoca e contratar um guia para ajudar a chegar em Jeri sem atolar na areia ou parar o carro em Jijoca e pegar um D20 até Jeri, que custa R$20,00. Não faço ideia de quanto custa o guia, mas com certeza não é a opção mais recomendável pela dificuldade que o caminho apresenta. Quando ir? O ano todinho, hehe. Mas a melhor época, segundo a galera de lá é o que eles chamam de verão (meses de seca) entre junho e agosto. Fevereiro e março são os meses que mais chovem (sim, peguei várias pancadas de chuva esse ano). Dezembro e janeiro são os meses de altíssima temporada (fui em Janeiro de 2016 e meus dias foram ensolarados por lá, mas a negociação dos preços era difícil). Aonde ficar? Para os mochileiros, vale a pena dar uma olhada no Hostel World. Em 2016, ficamos no Vida Backpackers, mas não recomendo essa opção. Os quartos são muito apertados, com triliches e as donas muito antipáticas. Pelo preço que cobraram (R$55,00 por pessoa) poderíamos ter ficado num hostel muito melhor, com um pouco mais de limpeza e comodidade. Não é questão de ser chata, nem fresca, mas o preço não condizia com a realidade. Esse ano vimos um hostel chamado Maresia que cobrava 35,00 por pessoa. Apesar de ser um pouco mais afastado, parecia ser muito bom! Também há a possibilidade de acampar! Só sabemos de 2 opções, que acredito serem as mais conhecidas: Camping do Natureza (atrás da Rua do Forró) e Flaco Camping. Esse ano ficamos numa pousadinha mara, chamada Pousada Morada do Sol!!! Os donos eram super simpáticos, sempre dispostos a ajudar. O café da manhã tinha open de tapioca e ovo mexido, hmmm... A reserva foi feita pelo booking e sua localização é na Rua das Dunas, com um preço justíssimo. O Pablo, dono da Pousada, disse que quem se interessar poderia falar diretamente com ele, dizendo que é nosso amigo que ele faria um descontinho. A pousada é toda florida, próxima à praia e com um ambiente acolhedor. O que fazer? Caminhada até a Pedra Furada pela Maré baixa ou para ver o Pôr do Sol, se fizer um dia sem nuvens. Pela maré baixa, dá para ir parando em piscinas naturais que são formadas no meio das pedras e nas cavernas que ficam à mostra, sem o mar. Em 2016, fiz essa caminhada por cima do morro, mas conseguimos ver o sol se pôr com aquele lindo espetáculo de cores. Aproveitar a própria praia de Jeri durante o dia, principalmente na maré baixa que a faixa de areia fica bem extensa, mas cuidado! A maré vai subindo rápido e se você deixar as coisas para mergulhar é melhor ficar de olho pro mar não levar, hahaha. O final de tarde é mais movimentado, inclusive com cavalos (acho um absurdo isso, mas ok) e carros recolhendo as cadeiras das barracas. Para quem quiser mais conforto e não ficar à boa e velha moda da canga tem o Club dos Ventos, que oferece espreguiçadeiras sem cobrar nada, somente consumo no local. Passeio para o lado leste que pode ser feito de bugue ou de D20. O diferencial do bugue é que você passeia pela praia do Preá (com direito a mergulho) e para na árvore da preguiça, mas, sinceramente, não vale muito a pena (são 300,00/350,00), já que o mais interessante do passeio é a Lagoa do Paraíso (a famosa água azulada com redes para descansar ou tirar selfies, hehe). Se for de D20, são 15,00 o trecho por pessoa. Na Lagoa, existem duas opções de parada: a mais badalada é o Alchimist, com muitas estrutura e espreguiçadeiras na areia, mas esse ano conheci uma outra opção que, além de ser mais barata, não fica tão entupida quanto a primeira, chamada Nova Esperança. Além disso, o quiosque Nova Esperança é bem mais vazio, rústico e administrado por locais, que perderam grande parte do público pro Alchimist, por isso vale a pena conferir e "dar essa moral" pra eles (os preços também são muito mais atrativos). Barrinha e a famosa lagosta cearense. Sério, se vocês amam frutos do mar (infelizmente, eu não posso comer crustáceos), tem que ir nesse lugar. Podem contratar um bugue para ir ou, se fizerem o passeio para o Lado Leste, pedirem pra esticar até lá. A Barraca do Belo tem opção de lagosta (grande) por 30,00. No dia que fomos, estava sem, então fomos no Komaki, foi uma das melhores refeições da minha vida! É um pouco mais caro, mas vale cada centavo. O polvo que eu pedi, derretia na boca e a lagosta da minha sogra era para 1, mas servia 2 pessoas. O atendimento é maravilhoso e a estrutura do restaurante feita de madeira com a vista para o mar, é tudo muito lindo. O prato para uma pessoa sai, em média, 60,00. Passeio para o lado oeste que engloba a lagoa da Tatajuba, o Mangue Seco, e umas dunas radicais para quem gosta de aventura. Nós estendemos o passeio até a Barra dos Remédios, quase divisa com Piauí, passando por outras praias. É lindo demais, mas ficou puxado pra um dia só. Só tatajuba costuma sair por 350,00/400,00 o bugue, incluindo o que fizemos a mais saiu por 450,00. Achei que valeu a pena, anyway, mas a chuva atrapalhou um pouquinho. Também passamos pelo antigo vilarejo de Tatajuba, soterrado pelas Dunas, aonde ainda mora uma Senhora que fica num cantinho à sombra para contar a história do lugar pros viajantes interessados. Assistir o pôr do sol na Duna do Pôr do Sol, que fica na praia de Jeri. Alugar um quadriciclo para andar pelas dunas do Parque Nacional de Jericoacoara. Se for amante dos esportes aquáticos como Kite e Windsurf, está no lugar certo, hahaha. Tem algumas praias que são o point da galera, principalmente pro lado da Barrinha. Também val dizer que Jeri é uma das cidades tdas como base para fazer a famosa Rota das Emoções, que cruza de Jeri até os Lençois Maranhenses passando por várias praias maravilindas, está na miha bucket list <3 OBS: Fechamos os passeios com a Jeri Dunas Off Road, que fica na Rua Principal. O nome dos bugueiros que fizemos os passeios são Raimundo e Daniel (+55 88 999228686), muito simpáticos, nascidos em Jeri, contaram várias histórias pra gente, além de manjarem muito bem de manobras radicais nas dunas. Aonde Comer? Sério, foram tantas opções boas, que fica até difícil recomendar, vão achar que estou puxando o saco dos restaurantes de tão apaixonada que fiquei. Claro, isso só foi possível graças à minha sogra, porque no ano anterior eu sobrevivi de macarrão ao molho branco feito no hostel e sanduíche com pasta de atum, hahaha. Komaki: já falei ali em cima mas é preciso repetir, o melhor restaurante que você pode ir. Eu comi o polvo, que parecia uma pasta derretendo na boca e minha sogra a lagosta, muito bem servida para uma pessoa. Localizado na praia da Barrinha. Na casa Dela: pratos regionais, com decoração feita à mão, dá uma sensação de aconchego. A dona nos contou que tudo começou como uma brincadeira para poder se sustentar em Jeri e nos deu brigadeiros de graça de sobremesa. Prato: Paçoca (arroz de leite, carne de sol, feijão e purê de abóbora, hmmmmm). Pratos servem 2 pessoas e o prato para 1 também, se não estiverem com muita fome. Média de 65,00 o prato para 2. Localizado na Rua Principal. Bistrô Caiçara: não pode passar por Jeri e não ir lá! O Polvo Louco é o prato da casa, para quem come crustáceos. Eu pedi um peixe com molho de caju e arroz à piamontese, não sei nem descrever a sensação da mistura do doce com o salgado. Média de 55,00 o prato para 1 pessoa. Localizado na Rua Principal. Pimenta Verde: também com um peixe fresquinho, mas demora a servir, porque é um lugar pequeno e serve o prato na hora. Pedi um peixe ao conhaque, maravilhoso e meu namorado um risoto ao frutos do mar (ele disse que esperava mais). Fica na Rua São Francisco. Tapiocaria Beco Doce: as meninas que servem (e o filho pequeno de uma delas) são uns amores. Pedimos tapiocas misturando o que já existi no cardápio. Ficou tão bom que elas falaram que incluiriam no menu ;D Fica no beco entre a Rua São Francisco e a Principal. Naturalmente: Com certeza, o melhor crepe que já comi. A massa é incomparável, vem em formato de cone e é tão fininha que quebra ao cortar. No entanto, nos decepcionamos com o macarrão, era pesado com um molho insosso. Recomendo apenas para lanche ou para fazer um pequeno almoço até o jantar. Fica na praia, quase esquina com a Rua Principal. La Dolce Vitta: para quem gosta de um Hamburguer, curtimos o de lá, caseiro e com atendimento excelente. Rua Principal. Gelato e Grano: Sério, foi um por dia. Sem exagero. Podiam ser até dois se eu não fosse virar uma bola. Uma diversidade de sabores com aquele sorvete sendo feito na própria loja. Além dos sabores típicos, tem as gordices de sempre: cookies, ninho com nutella, waffle, oreo e por aí vai,...
  8. Istambul é uma cidade tão cheia de vida, que é difcíl explicar em palavras. Com seus mais de 10 milhões de habitantes, temos opções muito diversificadas. É uma espécie de turismo para além dos museus, a história está na rua e em seus habitantes. Também é bem convidativa para quem quer conhecer um pouco mais sobre o Islã e quebrar preconceitos. A Turquia é um país fascinante e Istambul é um pedacinho disso tudo. Aonde ficar? Para os turistas, existem dois pontos "cruciais" na cidade: Sultahnamet e Taksim. O primeiro bairro, que foi escolhido por nós, é aonde se concentram as principais atrações "históricas" da cidade, além de ter ótimas opções de parques para descansar durante o dia e um pouco da culinária local. Já Taksim remonta um lado mais metropolitano, permeado de restaurantes, lojas e até shoppings (com preços que valem muito a pena). Quem se hospeda lá fica mais próximo ao "point" noturno da cidade, à Gálata Tower e à praça taksim, que foi cenário dos protestos que levaram milhares de turcos às ruas em 2013. Informações úteis Brasileiros não precisam de visto no país. Existem dois aeroportos principais na cidade: o internacional de Atatürk, que recebe os principais voos, e o Sabiha Gökcen, que fica longe para um cacete e costuma fazer os voôs internos da Turquia. Portanto, se forem fazer algum tipo de conexão ou pegar algum voô para outra cidade, fiquem atentos, pois o aeroporto de Sabiha é de difícil acesso, principalmente para quem está com pressa (até mesmo de taxi demora). Já o aeroporto internacional pode ser acessado de metrô. Detalhe: a maioria dos hoteis e hostels oferecem transfer, que, diga-se de passagem, não é um absurdo: 5 euros para Atatürk e 10 euros pro Sabiha. Você pode, facilmente, se deslocar andando (caminha-se bastante) ou de ônibus, só precisa se informar bem - MUITO BEM! - com alguém que fale em inglês, já que se comunicar por mímicas no meio da rua não é uma tarefa fácil. Quanto mais você se embrenha na Turquia ou se distancia dos pontos históricos,menos os turcos falam inglês (até nos hotéis), então baixem um daqueles apps tradutores ou se informem beeeem antes de saírem andano por aí (passamos alguns perrengues por causa disso). A Guia Turca foi uma dica da querida Babi Cady, que já sigo no instagram desde o começo de sua jornada pelo mundo. A Gonca (guia turca) é uma brasileira residente em Istambul que sabe a história da cidade como a palma de sua mão. Infelizmente, a Babi só passou pela cidade em outubro, então só fiquei sabendo disso depois da minha estadia por lá, mas #fikdik pra vocês <3 O que é o Ramadan? É o nono mês do calendário lunar islâmico, um mês considerado festivo para os muçulmanos, que fazem jejum durante o dia como uma forma de respeito à Allah. Nossa passagem pela cidade se deu exatamente nesse período, em que o final do dia se enchia de pessoas e famílias nas praças para fazer a refeição. Além disso a Mesquita ficava totalmente iluminada e, durante o dia, tocava uma canção em determinados momentos para lembrar aos fiéis de rezar, muito interessante, diferente (para mim, claro) e bonita a prática. O que fazer? Vou fornecer essas informações com base no meu roteiro de 4 dias (sendo o primeiro de chegada no final da tarde) pela cidade e tentar falar mais algumas dicas que li e escutei. Lembrando que os preços são de junho de 2016. Istambul tem suas principais atrações: Hagia Sophia (ou Basílica de Santa Sofia): construída para ser, inicialmente, catedral de Constantinopla, ao longo da história ela foi igreja católica, mesquita até se tornar o museu que é hoje. Também passou por destruições e reconstruções. É de deixar o queixo caído. Sua entrada custou 40 LT. Cisterna da Basílica: perto da hagia Sophia, foi utilizada para ser cisterna de água, mas hoje é outra atração turística, que ajuda a se esconder um pouco do verão ensolarado da Turquia e tem o grande atrativo das cabeças das Medusas, aonde voce pode jogar uma moeda e fazer aquele desejo. Entrada? 20 LT. Mesquita Azul: uma das mesquitas mais imponentes de Istambul e também a mais visitada pelos turistas. Não se preocupe com a roupa, pois lá eles disponibilizam algo para você se vestir adequadamente para entrar numa mesquita. Entrada gratuita por ser um templo religioso. Loja de Tapetes do Ridvan (El Rincón de Fehmi em Sultanahmet): apesar de não ser para o "bico" de mochileiros, vale a pena entrar e conhecer essa loja e o Ridvan, um turco (de etnia curda) muito simpático, que nos recebeu muito bem, nos explicou um pouco de cenário político do país e contou a linda história dos tapetes turcos que (pasmem) são mais trabalhados que os famosos tapetes persas (ou iranianos), já que são feitos com 2 nós e não apenas 1 como no país vizinho. Ah, o melhor? Isso tudo foi em português, já que ele costuma vir para o Brasil vender seus tapetes! Grande Bazar: ok, você pode ser o mochileiro que for, estar na estrada a meses ou ter ido só para uma viagem de férias, mas esse lugar é imperdível. Além da arquitetura incrível, o lugar é um dos maiores mercados fechados do mundo e era abastecedor para outras cidades ou pequenos produtores. O nome das ruas do mercado correspondem às atividades que aí se desenvolviam. Fora as lembrancinhas, dá vontade de comprar tudo (e olha que não sou de gastar!). Tinham várias porcelanas pintadas à mão, tapetes, souvenir,... Ah, e as casas de câmbio de lá tinham os melhores preços de Istambul. Suleymaniye Mosque: uma mesquita no estilo da Blue Mosque, mas com menos turistas. Achei muito melhor para vivenciar um pouco a paz de uma Mesquita e entender um pouco melhor sobre o Islã. O preconceito, muitas vezes, vem da reprodução de um discurso de algo que não conhecemos, então é super importante mergulhar nessa experiência. Além de ser mais calmo, lá tinha uma mulher explicando um pouco sobre a religião, bem interessante. Não me lembro de emprestarem vestimentas adequadas, apenas o véu para tapar a cabeça ao entrar. Bazar de Especiarias: bem próximo à Suleymaniye Mosque e essencial para quem quer ver os doces e temperos turcos. Apesar de serem vendidos por toda a cidade, lá eles são mais baratos. Confesso que me decepcionei um pouquinho, já que esperava algo diferente. Os doces pareciam com uma espécie de jujuba (eu juro, hahaha). Estreito de Bósforo: a não ser que queiram aquelas breguices de barcos com músicas românticas com um preço bem salgado que começa em 15 euros, existe um barco público que faz esse roteiro (por apenas 12 LT). Topkapi Palace: fica em Sultanahmet. Infelizmente, não posso descrever o quanto esse lugar (parece) é mágico, porque tive o azar dele estar fechado por um problema que não compreendi muito bem no dia que fui visitá-lo. Mas, com certeza, é parada obrigatória para quem vai à Istambul. Parque Gulhäne: um lugar perfeito para dar uma relaxada depois do almoço ou para comprar uma frutas e tomar café da manhã. São flores para todos os lados, muita vida, crianças, pequenos animais. É para colorir seu dia! Taksim Square: palco das manifestações, em 2013, que levaram 3 milhões de turcos às ruas. Essa região é conhecida como Istambul Moderna, aonde se concentram grandes centros comerciais, casas de câmbio. Lembra algo mais "ocidentalizado". Gálata Tower: é uma das torres mais antigas do mundo, foi usada como forte e como ponto estratégico na cidade. Tem uma vista panorâmica, que vale muito a pena, apesar da entrada ser bem salgada (25 LT). Museu da Inocência: apesar de não ter conseguido ir, é interessante e até uma forma de prestígio a um dos mais famosos escritores turcos, Orham Pamuk. O museu leva o nome de um de seus livros mais conhecidos. Além desse, ele tem clássicos como "Istambul" e "Meu nome é vermelho". Ilhas no estreito de Bósforo (exemplo: Princess Islands): para quem curte andar de bike, vale a pena pegar um dos ferrys até essas ilhas e passar o dia relaxando (principalmente para quem tiver um roteiro menos corrido que o meu). Lado asiático de Istambul: Kadikoy é o lugar do lado asiático mais conhecido, principalmente por suas ruas agradáveis e barzinhos (também não deu tempo de conhecer). O que comer? Sei que não sou a maior especialista em comida turca, já que foi muito pouco tempo para descobrir e me aprofundar mais nessa cultura tão rica, mas existem alguns pratos que, literalmente, são I-M-P-E-R-D-Í-V-E-IS! Ah, os restaurantes turcos tem uma tradição que eu simplesmente amo: servir entrada de pães com pastinhas (de graça <3). -Kebab (bem famoso na culinária turca, no Grand Bazar era bem servido por um preço bem razoável de +- 7 liras por pessoa). -Ali Nazic, uma espécie de Kabab com molho de alho e beringela (de lamber os beiços) -Doces turcos. Apesar de não ter gostado, é uma experiência local prová-los. -Chá turco, tem gosto de essências, como canela, mas é uma delícia. O único problema é a temperatura (você se queima real), que não é nada agradável, muito menos no calor do verão de Istambul. Istambul, apaixonante A verdade é que Istambul é uma cidade linda, cheia de vida e cultura. Apesar de todos os preconceitos que ouvimos diariamente acerca da Turquia, posso dizer que, em questão de segurança pública, Istambul ganha de 1000 a 0 do Rio. Chegamos a dormir numa praça com nossa câmera largada ao lad, andávamos feito "turistas" pelas ruas (com mapa na mão e câmera no pescoço). Não deixem de ir pelo "medo", que nada mais é que um desconhecimento sobre a verdadeira realidade do país e da cidade. O povo é muito receptivo, sempre disposto a ajudar - um bom lugar para tentar fazer couchsurfing. Apesar que os hostels são bem baratos. Acredito que conhecer a cidade no inverno também deve ser incrível (vendo as ruas nevadas). Se tiverem qualquer dica para complementar o roteiro ou qualquer dúvida, podem entrar em contato!
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