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carolcasstro

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4 Neutra

Sobre carolcasstro

  • Data de Nascimento 10-07-1996

Bio

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    Marketing Digital
  1. Antes de planejar a minha viagem para o Chile, tinha dúvida se valia a pena visitar o país no verão, já que uma das atrações principais para os brasileiros é a neve. Mas a minha conclusão é que SIM, vale muito a pena visitar o Chile no verão! Passei 6 noites em Santiago, sendo que fiz bate e volta em outras cidades durante o passeio. Dia 1 Pegamos uma van compartilhada até o hostel. A empresa fica bem na porta de saída do aeroporto. Custou CLP14.000, mais barato que o taxi, que pode chegar até absurdos CLP20.000 (que é o que paguei na hora de ir embora do hostel). O Hostal Forestal, onde ficamos hospedados, é maravilhoso. A hospedagem custou cerca de R$350 por seis noites. O hostel conta com atrações quase todas as noites (entrada gratuita em balada, jogos, bebida de graça etc) e ao mesmo tempo é bem calmo e silencioso (não pode fazer barulho após a meia noite). Sem contar a localização que é maravilhosa. Fica perto do metrô, que inclusive liga quase todos os pontos principais da cidade em pouquíssimo tempo! Nossa primeira parada foi o Centro da cidade. Fomos trocar o dinheiro e conhecer os principais pontos turísticos do local. Não é um lugar muito aconchegante, assim como qualquer outro centro de uma capital (acredito eu), porém, você encontra atrações bem interessantes por lá: Esculturas históricas, o Palácio de la Moneda, a Catedral... E ainda tem diversos museus para visitar (não fomos em nenhum pois chegamos numa segunda-feira, dia em que os museus não abrem). Almoçamos no Mamut, um restaurante estilo tex-mex com ambiente bem gostoso. Meu pedido foram as famosas empanadas e o pisco sour. Super, hiper aprovados!!! A noite fomos jantar no Pátio Bella Vista. Simplesmente incrível! É um tipo de “galeria”, bem moderna, cheia de restaurantes, bares e lojinhas. Jantamos no Rosita, um bar/restaurante com cardápio inspirado na comida mexicana. Aprovadíssimo também, porém um pouco mais caro do que eu esperava. Dia 2 Foi o dia de conhecer Cajon del Maipo. É aí que entra a vantagem de visitar Santiago no verão: Apenas durante o verão é possível visitar a Termas Valle de Colina, que são piscinas naturais de águas provenientes de um vulcão, lá na Cordilheiras dos Andes! Enquanto você fica relaxando nas termas, pode apreciar a vista incrível das montanhas. É sensacional. Depois fomos para Embalze el Yeso, um dos cartões postais mais lindos do Chile. Fizemos o passeio com a agência Destino Chile e, no final do dia, nos ofereceram um piquenique com queijos, salames, batata chips, doces, vinho e sucos. Recomendo MUITO a empresa e a visita para a Embalse. Diria que é um passeio essencial para fazer no verão, tanto quanto Valle Nevado é essencial no inverno! Obs: Algumas agências não fazem este passeio no inverno por ter caminhos muito perigosos até chegar lá, que podem piorar com a neve! Dia 3 Dia de conhecer o Cerro Santa Lucia. É como se fosse um parque com um morro (no caso, o “cerro”) que você precisa fazer um esforcinho pra subir. E vale muito a pena! O parque é uma delícia e a vista é incrível. Lá em cima do morro é possível encontrar barraquinhas que vendem o Mote con Huesillos, uma bebida típica chilena, que tem um visual bem incomum. Eu não curti o sabor, mas valeu pela experiência. Depois fomos conhecer o Costanera Center, o maio shopping da Amércia Latina. Lá tem lojas de todos os tipos, incluindo o supermercado Jumbo (bem famoso em Santiago) e algumas lojas famosas na América, que não tem no Brasil (a H&M, por exemplo). A noite o hostel nos levou para uma balada com direito a uma bebida gratuita! Se chama Club57, localizada no bairro Bella Vista, e é dividida entre um barzinho no lado de fora e uma pista de dança no lado de dentro. A playlist estava ótima (obs: quarta-feira é um dia bem badalado pra eles)! O ponto negativo disso tudo é que lá em Santiago a bebida é bem cara. Uma long neck custa cerca de R$20. Dia 4 Contratei uma agência pelo hostel, para conhecer as cidades de Viña del Mar e Valparaíso. Vína del Mar é uma cidade moderna, com uma vista linda para o oceano pacífico. Os principais pontos turísticos são o Relógio das Flores e os castelinhos que você encontra pelos arredores (são cerca de 3 castelos). O Castelo Wulff é o que me fez sentir vontade de ir pra Viña del Mar, mas só consegui tirar foto de longe. ☹️ Além disso a cidade conta um cassino bem grande. Entrei lá de graça só para fazer uma visita, mas não sei se é comum a entrada gratuita. Já Valparaíso é considerada patrimônio da humanidade. Por isso, a cidade mantém sua arquitetura intacta. O charme de Valparaíso são os morros (tãoaltos que é preciso se transportar de funicular) que são personalizados com artes fenomenais. Cada muro possui uma história, um sentimento e um segredo para contar através de desenhos incríveis. Se você é uma pessoa apaixonada pela arte, vai amar. Dia 5 O almoço foi num lugar polêmico: o Giratório, restaurante que gira em 360 graus, com uma linda vista para a cidade (incluindo a Cordilheira dos Andes). A questão é: Pedi o menu do dia para economizar (inclui prato principal, bebida e sobremesa) e ainda assim paguei mais de CLP15.000, cerca de R$90. E a frustração é: A comida nem é tão boa. O melhor de tudo foi o espumante incluso no menu e os pães servidos na entrada (deliciosos). Achei os pães bem mais gostosos que o meu prato, mas isso pode depender do prato que você pedir. Vale muito pela experiência, pelo ambiente gostoso e pela vista de Santiago. Mas não é um lugar que eu voltaria, por ser caro demais. Obs: Quem tem vertigem pode sentir um pouco de tontura. 😂 A tarde fomos conhecer o Cerro San Cristóbal, que fica localizado no Parque Metropolitano de Santiago. Assim como o Cerro Santa Lucia, a vista é incrível. Só que o morro é bem maior e para subir até lá é preciso pegar um funicular. Após subir até o cerro, você ainda tem a opção de passear pelo parque (que é enooorme) e para se transportar pode pegar o teleférico, um dos cartões postais de Santiago. O preço do funicular + teleférico incluindo ida e volta fica cerca de CLP4.700. Não achei tão caro, visto que é um passeio bem completo e que você pode visitar vários lugares diferentes do parque, mais rápido e com mais conforto (além do cerro, por lá tem um Jardim Japonês, um Zoológico e até uma piscina pública). Dia 6 Depois de pegar muito metrô e de andar bastante, confesso que passei a maior parte do dia dormindo HEHEHE. Fui até o bairro Lastarria almoçar no Café Lastarria, que fica na entrada do Museu de Artes Visuais. Pedi uma pizza de pão e um chá gelado. Vale muito a pena pelo ambiente aconchegante e pelo prato delicioso. Lastarria é um bairro bem moderno e charmoso. Não deixe de conhecer! Depois fui passar o tempo no Parque Forestal, que fica bem próximo do hostel. É um lugar perfeito para ler um livro, andar de bike, correr ou fazer um piquenique. A noite fomos jantar no bairro Bella Vista, que é bem badalado e tem bares/restaurantes/baladas para todos os gostos. A escolha (pela segunda vez) foi o Galindo. Sou suspeita pra falar porque amei esse lugar além da conta. A minha sugestão é: Se você quer conhecer a comida típica chilena, num ambiente gostoso e animado, Galindo é a opção perfeita! Observações gerais: - Santiago é um lugar caro, BEM caro. Não senti que vale a pena comprar cosméticos, nem roupas, nem eletrônicos por lá, pois são do mesmo preço (ou até mais caros) que em São Paulo (que já é cara). Para comer bem é preciso gastar em média R$50 por refeição - Assim como nos restaurantes daqui, lá a conta inclui a “propina”, a nossa gorjeta. Normalmente ela custa cerca de CLP1.000. - Vale a pena fazer passeio com agência para outras cidade se você vai ficar pouco tempo no Chile, principalmente pela segurança. A chance de você se perder é grande, pois geralmente são lugares de difícil acesso (principalmente Termas de la Colina e Emabalse el Yeso, que ficam em Cajon del Maipo). - Santiago é a combinação perfeita entre o espaço urbano e a natureza. Por onde você anda pode avistar a Cordilheira dos Andes, além de encontrar parques lindos pela cidade. Segue lá no Instagram! 😀
  2. Olá!!! Fiz um bate volta em Paraty e vim fazer um relato com minhas percepções para ajudar quem puder. Em menos de um dia consegui conhecer pelo menos os passeios principais e pretendo voltar o quanto antes para fazer outros passeios. Fui de ônibus, saí de São Paulo exatamente as 23h43 e cheguei lá exatamente as 5h50 da manhã. Seis horinhas de viagem, contando com uma parada que fizemos. Começamos o passeio com um city tour pelo Centro Histórico as 7h00, com guia turístico contando as histórias do lugar. Depois ficamos livres para comer, fazer compras e passear. - Sobre o City Tour: Não recomendo contratar pacote com guia pra isso. Vale muito mais a pena passear por conta e ir pesquisando as histórias no Google, você fica mais livre para conhecer o que quiser e economiza uma nota (em alguns lugares o city tour custa R$200 ). Faça o passeio bem cedo porque depois fica lotado de turista, principalmente no final de semana. - O Centro Histórico é realmente lindo, você se sente no passado e consegue tirar fotos ótimas. A única coisa desconfortável é o chão "pé-de-moleque", se estiver chovendo tem que tomar cuidado pra não tombar. - Tem vários restaurantes, lojinhas de artesanato e cachaçarias. Fui até o Armazém da Cachaça e recomendo pra quem gosta desse tipo de passeio! Tem vários tipos de cachaça, de todos os preços, e eles fazem degustação. Depois, escolhi fazer o famoso passeio de escuna, e achei bem legal! Infelizmente o tempo estava nublado, então a água do mar estava sendo refletida pelas árvores ao invés do céu azul, ficando esverdeada, o que não deixa de ser lindo. Porém, imagino que com sol fiquem ainda melhor. O passeio de escuna funciona da seguinte forma: Ela passa por diversas ilhas e praias, com parada em 4 delas: Praia Vermelha, Praia da Lula, Ilha Comprida e Lagoa Azul (algumas escunas podem fazer menos ou mais paradas, depende da agência). Nessas paradas você pode alugar snorkel para flutuação (paguei R$20). - O preço do passeio de escuna varia (o mais caro que encontrei foi de R$70). Isso depende do tamanho do barco, da quantidade de paradas etc. Fui até uma agência e reservei um passeio por R$45, PORÉM, detalhe: A guia me disse que esse era o valor e teria um pequeno valor a mais do couvert artístico (ela deu a entender que seria bem pouco mesmo) e do almoço, que é a parte. Só que o valor do courvet artístico foi de R$16 e as refeições ficavam entre R$35 e R$65. Sem contar as bebidas. Ou seja, cuidado na hora de escolher a escuna! As vezes você nem está economizando, só está pagando outras coisas a parte. - Pra quem gosta de tranquilidade, indico o passeio em escunas menores. No cais de Paraty tem várias pessoas vendendo o passeio por lá mesmo, imagino que sejam em escunas menores e mais baratas. Geralmente as escunas de agência comportam muita gente (algumas comportam mais de 100 pessoas) e tem música ao vivo, então você pode ficar frustrado se curtir algo mais relax. - As ilhas e praias são lindíssimas, só que estava tudo muito cheio. Imagino que em baixa temporada fique mais tranquilo!
  3. Oi!! Pretendo ir pro Chile nas minhas próximas férias e conhecer as Cordilheiras dos Andes. Então escolhi me hospedar em Santiago mas também quero ir pra alguma outra cidade próxima... No caso ví que Mendoza fica bem perto, mas a questão é: Existe alguma outra cidade perto de Santiago que de pra ir de ônibus e que seja mais legal que Mendoza? Será que consigo fazer esse mini mochilão de 7 dias gastando uns R$1.000 só? Help, PLEASE!
  4. Oi Karine! Fiquei no camping Cascata Eco Parque e fui com uma agência pequena de excursões chamada Companheiro Roots, e eles só saem daqui de SP. Mas você pode encontrar várias agências indo pra Capitólio lá no facebook, que saem de outras cidades.
  5. Oi DriMenezes, acho que com o isolante térmico, cobertor e roupas bem quentinhas você não passa frio não. Mas se não quiser arriscar, tem uns sacos de dormir que são vendidos no mercado por R$39
  6. Hey! O meu segundo relato aqui é sobre Capitólio, mais um lugar lindo de Minas Gerais! Como sei que ele está bem em alta e que tem muita gente querendo ir, vou falar sobre a minha experiência em passar esse fim de semana por lá. Fui com uma companhia de viagens daqui de SP porque além de poder conhecer gente nova, eu não tenho carro e por lá o jeito de se deslocar é ir de carro ou ônibus pelo jeito. O que incluiu no pacote: - Transporte em ônibus convencional (média R$200 ida e volta) - Diária no camping Cascata Eco Parque - Passeio de lancha (a parte fica R$70) - Trilha do Sol, que foi pago a parte R$35 Total: R$325. Sexta e sábado Saímos de SP as 23h30 (o ônibus atrasou ) e chegamos lá em Capitólio umas 8h00. Tomamos um café da manhã bem rápido no camping, arrumamos tudo e fomos para a Trilha do Sol. A Trilha do Sol é de nível médio, tem umas subidas meio tensas, mas é bem sinalizada. Teve uma hora que eu me perdi e fiquei sozinha na trilha... Quase entrei em pânico mas aí avistei outros seres humanos bem lá na frente e fiquei mais tranquila A trilha te leva pra três cachoeiras: No Limite, Poço Dourado e Cachoeira do Grito. Todas elas são lindas e a do Grito tem uma estrutura bem legal pra banho. Apesar da água estar bem gelada, não resisti e nadei por lá durante um tempo. Todas elas tem a água bem cristalina e você consegue ver os peixinhos nadando em volta do seu pé. Dica: Faça essa trilha. Visite as três cachoeiras. Nade nelas (se você souber nadar) porque vale a pena cada segundo. Depois fomos almoçar no restaurante J&F, R$14 pra comer a comida mineira a vontade, ou seja: ousadia e alegria! A próxima parada foi o Mirante dos Canyons. Muito lindo, mas medonho de tão alto! Tem que tomar cuidado. Ao voltarmos pro camping chegou a parte surpreendente do dia: a Cascata Eco Parque tem o início da Cascatinha no quintal e a cachoeira vai ficando ainda mais linda cada vez que você segue o caminho. Entrei dentro da cascata e presenciei um das cenas mais lindas da minha vida! Infelizmente não tinha como tirar foto de lá, mas recomendo fortemente que esse camping seja visitado por causa da cachoeira! A noite teve uma festa lá no camping. Ele é estruturado, tem cozinha, banheiro compartilhado e vende porções e bebidas no barzinho. Como foi o meu primeiro camping da vida, fui meio ignorante e não levei isolante térmico e nem lanterna. Fez falta, hehe! Mas deu pra dormir ouvindo o som das águas e isso melhorou tudo. Domingo Nosso último passeio foi andar de lancha pelos lagos e canyons. Passamos por quatro pontos, sendo que um deles podíamos nadar. É bem fundo e o colete deve ser usado por quem não sabe nadar ou não quer arriscar.
  7. Oi, Ana! Então, fui com a agência Muchileiro Turismo e paguei R$300 incluindo transporte de ida e volta, guia local, hospedagem no hotel Chão Mineiro e passeios nas cachoeiras. Gastei mais R$100 com alimentação, bebidas e lembrancinhas. O total foi de R$400.
  8. Oi pessoal, Alguém sabe me indicar alguma agência de viagens em Paraty que me permita montar o roteiro e incluir transfer + hospedagem? Também queria ter uma ideia de quais são as melhores praias de lá, o melhor roteiro feito e tal!
  9. Oi pessoal, Alguém sabe me indicar alguma agência de viagens em Paraty que me permita montar o roteiro e incluir transfer + hospedagem? Também queria ter uma ideia de quais são as melhores praias de lá, o melhor roteiro feito e tal!
  10. Caramba! Fui pra lá em fevereiro e subi sozinha na pirâmide de manhã. Fiquei encantada com a segurança que senti. Decepção saber que não é mais assim Infelizmente, pelo jeito quando o turismo de um lugar cresce aqui no Brasil, o perigo aumenta junto.
  11. Fui para São Thomé das Letras uma semana antes do Carnaval e, mesmo indo sozinha sozinha com uma agência, acabei fazendo novas amizades por lá e a experiência foi maravilhosa! Saí de SP às 22h00 e cheguei na cidade as 4h30. Fui direto para o quarto descansar antes de começarmos os passeios. Fiquei hospedada num hotel chamado Chão Mineiro, que fica no centro de São Thomé. Ele é bem simples, pequeno, mas é muito limpo, arrumado e o café da manhã foi bem completo e muito gostoso. É um ótimo lugar pra quem não faz questão de muita mordomia e só vai ficar no hotel pra dormir ou descansar, por exemplo. O centro da cidade é repleto de pedras e madeiras e tem um ar bem rústico. Um ônibus chamado "Pororoca Tur" nos buscou em frente ao hotel. Esse ônibus é beeem antigo, mas resistente para seguir o caminho até as cachoeiras sem quebrar kkk. Um guia local nos acompanhou durante todo o passeio. Depois de uns 20 minutos de ônibus, chegamos à primeira cachoeira, a Antares. Fizemos uma pequena trilha para chegar até lá e a surpresa foi muito boa. A cachoeira Antares é linda. O único "problema" é que a água de lá é MUITO gelada, então não foi a minha preferida para tomar banho, mas é linda e rendeu muitas fotos. Em seguida, fomos até a cachoeira Paraíso, que é um pouco menor, e aí já emendamos com a cachoeira Véu da Noiva, que é uma das que mais gostei. Não sei explicar o quanto achei ela linda. Durante a trilha já ficamos encantados com a beleza do lugar. A cachoeira é bem grande, volumosa e a água estava numa temperatura muito boa. Depois de conhecer as cachoeiras Antares, Paraíso e Véu da Noiva, fomos até a cachoeira do Flávio e então fomos almoçar num restaurante da fazenda Bela Vista. A comida de lá é muito gostosa e naquele horário estava tendo churrasco, nota 10 pra quem curte a opção. O valor foi bem barato: R$25 pra comer a vontade (e bota a vontade nisso) mais a bebida. Finalizamos o passeio do dia no Vale das Borboletas, que também é maravilhoso. A água estava na temperatura ideal para banho. No final da tarde fomos até a Ladeira do Amendoim, conhecida pelo mistério de fazer com que os carros "subam sozinhos", dando a impressão de que tem algo místico por lá. Realmente, a impressão é que tem alguma coisa nos puxando no ar. Foi uma hora bem descontraída e divertida! Lá pelas 21h00 o centro de São Thomé estava ficando cheio, mas no ponto certo. Nenhum lugar estava abarrotado. Fui com o pessoal para um bar com música ao vivo, que tinha um clima bem roots e uma energia muito boa. Pedi um cheesburguer (que estava uma delícia) e dividi uma cerveja com o pessoal. Saindo de lá, fomos até o local onde teria o bloquinho de rua. Lá pelas 23h00 o desfile da Unidos de São Thomé começou. No final do desfile, ficamos conhecendo o centrinho. O hotel que fiquei hospedada fica ao lado de uma escada que segue rumo ao famoso Mirante. Na manhã seguinte, subi até lá sozinha, pra pensar um pouco na vida e desfrutar a paisagem. A vista é inexplicável. Encerramos o passeio almoçando num restaurante de comida caseira que fica bem perto do hotel (infelizmente eu não lembro o nome). O prato que pedimos veio com arroz, feijão, batata frita, salada e frango grelhado na pedra. Além da comida ser deliciosa e barata (R$14), o prato veio beeem cheio. Acredito que quase todos os restaurantes de lá tenham um custo benefício assim. Recomendo a cidade de São Thomé para quem curte ou é apaixonado pela natureza e tranquilidade. É um lugar que vale muito a pena conhecer!
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