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Celso Machado

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  1. Olá! Estou planejando ir para o Peru em novembro... Comprarei os passeios para o Vale Sagrado, Laguna Humantay e Maras e Moray lá em Cusco. Qual agência de Cusco vocês me indicam? Estou na dúvida se compro o bilhete para entrar em Macchu Picchu lá em Cusco ou compro com antecedência no site. A explicação de talvez não comprar por antecedência é que não possuo o cartão Visa. Também gostaria de dicas sobre qual Hostel ficar. Grato desde já.
  2. Olá! Acho uma época boa pra conhecer a serra gaúcha, porém se você for pelo final de novembro já vai poder ver os "preparativos" para o Natal Luz em Gramado e também o Sonho de Natal em Canela. Minha sugestão de passeios além de Gramado e Canela: Cambará do Sul, nesta só fui no Canion Fortaleza, vale muito a pena! E um dos lugares que pouca gente inclui no roteiro (talvez por não conhecer), o Centro Budista em Três Coroas, Cidade ao lado de Gramado (você pode ir de ônibus da empresa Citral se estiver em Gramado e, pegar um taxi na rodoviária de Três Coroas). Um lugar quase inacreditável que existe no Brasil, muito bonito!!! A entrada é gratuita, porém pode-se fazer doações. De uma olhada no site: http://templobudista.org/ ou digita no Google " Centro Budista em Três Coroas". Um abraço! Site
  3. Belo relato! Uma pena as pessoas não respeitarem o local, jogando lixo! Já estive em alguns lugares assim com o lugar bonito, mas te dá um certo desanimo com a sujeira na volta. Ainda não fiz essa travessia, espero que um dia liberem o acesso novamente. Abç
  4. Olá! Segue meu relato feito em meados de abril de 2015 Na Pedra do Segredo e Cânion Frotaleza em Cambará do Sul. Vou tentar ser o mais claro possível no relato, talvez eu esqueça de alguns detalhes, pois faz algum tempo que fizemos essa indiada. Pra quem não sabe a Pedra do Segredo e o Cânion Fortaleza ficam no Parque Nacional da Serra Geral, mais precisamente no município de Cambará do Sul, divisa com o estado de Santa Catarina. Tipo, Rio Grande do Sul você fica em cima do penhasco e Santa Catarina em baixo (entre os paredões), mais ou menos isso hehe. Eu e alguns colegas de faculdade, queríamos fazer alguma coisa diferente, sair e se desligar um pouco da rotina do trabalho e da faculdade. Surgiu a ideia de ir pra Cambará do Sul. A data foi fácil escolher, pois estávamos próximos ao feriado da sexta-feira santa, optamos por sair na sexta cedinho e voltar no sábado a tarde para que no domingo pudéssemos descansar. Estávamos meio que sem dinheiro, então queríamos economizar ao máximo. A principio iríamos eu, Maurício e João, porém o João ficou amigo de um peruano que estava fazendo intercambio na universidade e pediu se poderia convida-lo. Topamos na hora! Apesar de ficar mais apertado no carro, poderíamos dividir as despesas rsrs. Nosso roteiro começaria em São Leopoldo até nosso destino final, Cambará do Sul. Fomos com o carro do Mauricio, um renault clio, ele saiu de São Leopoldo (cidade em que reside), passou em Novo Hamburgo onde pegou o João e o Thiago (guri do intercambio) e por último eu em Três Coroas. Combinamos em levar o mínimo de coisas possíveis cada um, também dividiríamos as barracas, o Mauricio se responsabilizou em levar duas, assim dois pra cada barraca. Quando eles chegaram pra me pegar em casa, me assustei com o tanto de tralha que a gurizada estava levando no clio, não sabia onde eu colocaria a minha única mochila! Detalhe o clio era hatch . No final embarcamos no carro empilhados de coisas... Mas faz parte da aventura . O Mauricio levou os apetrechos para o preparo do chimarrão, porém esqueceu da erva para o mesmo, então fui correndo em um mercadinho perto de casa pra comprar. Então partimos nós em nossa grande indiada ao som de Men At Work, sem muito dinheiro, porém muito entusiasmados. Pegamos uma estrada em Três Coroas que passa pelo Centro Busdista da Cidade, logo estávamos na RS 020 que vai até São Francisco de Paula (Cidade que fica no caminho). Como íamos passar por São Francisco de Paula (São Chico, para os íntimos), decidimos dar uma parada rápida no Lago São Bernardo pra mostrar pro Thiago que ainda não conhecia o lugar e, logo continuamos nossa jornada. Havíamos combinado em parar pra almoçar em um camping no qual o João conhecia para almoçar. Quando chegamos ao camping, por acaso encontramos um casal de amigos do João, no qual os mesmos já tinham montado toda a estrutura de onde eles passariam a noite e adivinhem... deixaram a gente usar a churrasqueira e as cadeiras que eles haviam levado, pois iriam sair pra fazer alguma coisa e voltariam só mais tarde. O João ficou de levar uns peixes no qual ele havia encomendado, assamos os mesmos na churrasqueira e fomos beliscando, ficou muito bom. Após fazer uso do acampamento cedido pelo casal de amigos do João, limpamos e, partimos rumo (agora sim!) a Cambará do Sul. O caminho para Cambará é bem bonito, cheio de campos que se perdem de vista. Chegando em Cambará, seguimos para o Camping Curucacas, onde acamparíamos para no outro dia cedo partir para o Cânion. O camping estava cheio de motor homes, motociclistas com seus motões, carros e ovelhas, sim! Haviam ovelhas . O lugar estava bastante úmido e barrento, então foi difícil achar um local bom para nosso acampamento. Contamos com um imprevisto, tínhamos somente uma barraca completa. Acontece que em uma das barracas, faltava toda armação. O Mauricio ficou muito bravo, pois ele havia emprestado a barraca e não conferiu antes de sair de casa que faltava a armação (se eu soubesse tinha levado a minha rsrs). Mas tínhamos o carro e uma barraca, então tudo certo. Depois de montar acampamento fomos dar uma volta pelos arredores, fomos até uma cascatinha bem bacana que você precisa atravessar uma cerca e passar por um potreiro. Chegamos lá e já tinha um pessoal tocando um violão e curtindo a beleza do lugar. Ficamos um pouco lá e voltamos pro acampamento pra catar lenha e montar uma "churrasqueira". Catar lenha naquele lugar úmido, foi um verdadeiro desafio, montar a churrasqueira também rsrs Depois que já tínhamos jantado (o resto do peixe), vimos que um pessoal ali perto havia feito uma fogueira e fomos lá fazer amizade. Pessoal super de boa, na verdade não conseguíamos nos ver, pois mesmo com a fogueira e uma noite de lua cheia mais que especial, era muito difícil enxergar (não sei se a dificuldade era só comigo que sou míope rsrs). Muito engraçado isso de conversar e não saber como é a cara das pessoas, daí tu fica imaginando todo tipo de pessoa Fui o primeiro a voltar pro acampamento, pois já era tarde e queria estar bem disposto no sábado para nossa caminhada até o cânion. Já no acampamento encontrei dois caras, que estavam dos pés a cabeça cheios de barro e não paravam de rir, eles havíamos caído no barro, pois como disse antes o camping é bastante úmido e, perguntaram pra mim se eu sabia onde era o lual...rsrs. Disse que eu não sabia, porém estávamos reunidos ao redor uma fogueira batendo papo. Depois do acontecimento inusitado, me despedi dos caras e, fui dormir. Fui o primeiro a acordar na manhã seguinte, aguardei até que os outros acordassem e desfizemos nosso acampamento, acertamos com o proprietário em uma cabana que há no camping e saímos em busca de uma padaria pra tomar um café da manhã. Detalhe, entramos no camping no dia anterior e ninguém veio falar com a gente na entrada. Após o café que fizemos em uma padaria no centro da cidade (que servia ótimas torradas, diga-se de passagem), seguimos de carro em direção ao Cânion Fortaleza, Parte da estrada possui asfalto, porém em determinada parte do trajeto começa o chão batido, mas o clio com quatro marmanjos e um monte de tralha se virou bem. Chegamos em uma parte da estrada onde havia um congestionamento, uma fila de sei lá 1 km mais ou menos de carros, aguardando alguma coisa, mas não conseguíamos ver o que era. Descemos do carro esticamos as pernas, reclamamos da demora, conversamos com alguns "vizinhos" de congestionamento, até que a fila começou a andar. Acontece que haviam fiscais do IBAMA (eu acho) e eles revistavam os carros, não se pode entrar com bebida alcoólica e utensílios para churrasco, tivemos que deixar ali com eles (tinham um local que eles ficavam, tipo uma casa), retiraríamos as coisas na volta. Nesse local tem banheiros, porém no restante do parque não possui nenhuma estrutura é bem natureza mesmo. Seguimos o fluxo e estacionamos na beira da estrada, fomos pela trilha que leva a Pedra do Segredo (possui uma placa bem rústica, mas é só seguir o fluxo de pessoas), um caminho bem legal as margens de um arroio, mais adiante você se depara com um cânion , detalhe você está em cima da cachoeira, muito lindo!!! Para seguir a trilha, você continua por cima da cachoeira, se não me engano o nome é Tigre Preto, mas é bem tranquilo, tinha muitas pessoas fazendo, uns com guias, outros sem. Continuando a trilha você vai deslumbrando o cânion e vê de outro ângulo a cachoeira. A pedra do Segredo, talvez esteja longe de ser tão deslumbrante como o restante, porém é meio que um enigma, você se pergunta: Como é que essa pedra está ali? Acontece que é uma pedra grande, cuja a base é bem pequena, como se ela estivesse equilibrada ali em cima de outra rocha . O percurso de ida e volta até a Pedra do Segredo é de mais ou menos uns 3 km. Após voltar até a rua, seguimos a pé pela estrada, pois o Cânion Fortaleza fica no fim da estrada. Estava um dia muito quente e de bastante sol, não tem árvores com sombra, então é recomendável que se leve um chapéu. Em determinada parte do trajeto você já enxerga o mirante que fica no alto de uma montanha, subir até lá em cima foi cansativo, mas a vista que você tem de lá de cima meu amigo... é incrível!!! No topo é possível enxergar Torres, tipo, é muito alto!! Torres pra quem não sabe é uma cidade do litoral gaúcho, bem na divisa com Santa Catarina. Na volta encontramos dois graxains na beira da estrada, acho que são acostumados com as pessoas, já que o local tem sempre muitos visitantes. Agora vamos as fotos.
  5. Parabéns! Belo relato! Que lugar incrível, só de ver as fotos já da pra sentir a energia que o lugar proporciona.
  6. Olá! Belo relato... Fiz uma vez uma indiada com alguns amigos até a barragem. Estávamos em um camping próximo. Pra quem tem um espirito aventureiro mais radical, pode ir até um dos campings que ficam próximos e contatar uma descida de rafting ou até fazer uma tirolesa.
  7. Olá! Fiz esta trilha! Valeu muito a pena!! Link do meu relato: post1288259.html
  8. Sempre acompanho os relatos aqui na Página, imaginando um dia poder fazer alguma dessas viagens e trilhas. Não encontrei nada menos justo do que contribuir compartilhando o relato de uma trilha que fiz com minha namorada e um casal de amigos. A principio iriamos com um grupo para a Ferrovia do Trigo, porém ficamos sabendo que o local foi fechado para visitações (acho que na verdade sempre foi, porém agora possui fiscalização). Ficamos bem tristes, estávamos bem empolgados, mas fazer o que?! Então eu e meu amigo Adriano decidimos procurar algum lugar próximo a nossa cidade (Três Coroas - RS) para podermos ir, meio que de última hora. Lembramos do Parque das 8 Cachoeiras (São Chico) e do Canion Fortaleza (Cambara do Sul). Decidimos em ir para São Chico, a cidade fica a uns 40 km de nossa cidade e a uns 120 km de Porto Alegre. Partimos Eu, Grasi, Adriano e Aline no sábado dia 24/06/2017 as 8 h 30 min da Casa da Grasi que já fica no caminho para a estrada que liga Três Coroas a RS 020 que vai a São Chico. Apesar de boa parte da estrada ser de chão batido, ela é bem tranquila. Por ali passamos pela entrada do Centro Budista de Três Coroas. Para quem quiser visita-lo, vale muito a pena!!! Lugar super bonito, diferente, místico... parece que você não está no Brasil, pra quem quiser conhece-lo basta ir até Três Coroas, o legal é que você pode aproveitar outros pontos turísticos na cidade como: campings, rafting, tirolesa...tem bastante coisa, a cidade é pouco conhecida, mas dá uma pesquisada (fica ao lado de Gramado, famosa cidade da serra e Igrejinha, cidade da Oktoberfest). Depois de sair desta estrada, chegamos a RS 020, estava pouco movimentada, mas é bom ir devagar, pois possui muitas curvas! Demoramos uns 40 minutos pela RS 020 e logo chegamos a São Chico, passamos pelo Lago São Bernardo, cartão postal da cidade e logo pegamos uma estradinha que nos levou ao Parque das 8 Cachoeiras. É bem perto do lago, tipo uns 3 a 4 km. A entrada do Parque custou 20 reais por cabeça , o parque tem estrutura para camping, tem algumas cabanas pra alugar, também tem um restaurante com buffet livre (R$ 20,00) fica aberto até as 15 horas. Como só passamos o dia, levamos bastante lanche e água. No estacionamento ficamos amigos da cadelinha do parque, segundo consta na coleira, seu nome era "Marcha". Foi bem amigável conosco e nos seguiu até uma parte do trajeto, nos serviu como uma especie de guia. Tem foto dela no final do post, alias todas as fotos estão no final. Logo partimos para nossa primeira trilha, as mais longas e difíceis do parque, Descemos por uma escadaria toda encoberta por folhas secas de pinho ilhote que cercavam a descida. O local é todo estruturado com placas, na entrada eles te dão um mini mapa. Pegamos a trilha para as Cachoeiras Pilões (30 metros de altura, dificuldade 4) e Ravina (35 metros de altura, dificuldade 5). Logo de cara tínhamos que descer uma escada bem íngreme feita de ferro (25 metros de altura ), o local é bem úmido, então a atenção deve ser redobada! Descemos mais alguns barrancos, que pra nós foram as partes com maiores dificuldades da trilha (e de todo o parque), por ser escorregadio e ficar bem num barranco mesmo. Logo chegamos a cachoeira Pilões, que na minha opinião é a mais fraquinha, o que valeu mais foi o desafio da descida. Por ali no mesmo caminho se vai na Ravina, porém por ter que cruzar por dentro d'água, ser inverno e, ficarmos o resto do dia com os calçados molhados, decidimos não ir (queremos voltar no verão rsrs), até você pode ir pulando pelas pedras, mas achei meio arriscado, por conta de serem escorregadias. Eu fui até um pedaço pra ver o terreno, mas foi bem complicado, então voltei. Voltamos pela trilha, subimos a escada e logo chegamos a parte que leva para as cachoeiras mais longas do parque, Quatrilho (40 metros de altura, dificuldade 4) e Gêmeas Gigantes (98 metros de altura, dificuldade 5), ali deve se fazer somente se for bem cedo, tipo antes do meio dia. Partimos em direção as duas cachoeiras. A trilha é bem tranquila, tem bastante descida e subida, passamos por uma pinguela (ponte que balança) e com mais alguns minutos de trilha chegamos a uma bifurcação. Para a esquerda Gêmeas (trajeto bem longo) e na placa diz que passa 22 vezes por dentro d'água , não pensamos duas vezes e pegamos a direita e fomos para a Cachoeira do Quatrilho. Na minha opinião, a mais bela das Cachoeiras do parque. Ali comemos nossos sanduíches, tomamos água e tiramos algumas fotos. Depois do descanso, voltamos o trajeto e fomos para nosso ponto de partida (no estacionamento). Após descansarmos mais um pouco, fomos para as Cachoeiras mais próximas ao Parque, Remanso (75 metros de altura, dificuldade 1) e Escondida (40 metros de altura, dificuldade 2). A trilha que vai até a Cachoeira do Remanso é a mais fácil de todo o parque, é quase uma rua. A cachoeira é bem bonita, porém no dia que fomos, o local estava um pouco sujo, não sei se era por causa da chuva de alguns dias atrás. O legal dessa cachoeira é que você fica bem de frente ela e, tens uns paredões em volta. Fica praticamente dentro do negocio todo rsrs. A Cachoeira Escondida é bem fraquinha comparada as outras, vale mais a pena pela trilha, que é em meio a pedras, cruza pontezinhas, até achei que ela é mais difícil de chegar do que a próxima cachoeira que fomos (Neblina), não sei o critério de avaliação do nível dificuldade, mas tudo bem . Nessa trilha foi a primeira vez que vimos outras pessoas (turistas) no parque, acho que por ser mais perto . Após voltarmos dessas duas Cachoeiras, fomos em direção as últimas do nosso trajeto. Voltamos ao estacionamento e seguimos para a parte de cima do parque onde se encontram a Cachoeira da Neblina (45 metros de altura, dificuldade 3) e a da Ronda (100 metros de altura, dificuldade 3, no site diz 3, mas no parque diz 4 hehe). Optamos por fazer só a da Neblina, pois já estávamos exaustos e a da Ronda segundo a placa era de dificuldade 4, em uma escala até 5. A trilha é bem tranquila, não sei se é porque eu me encantei com a Cachoeira do Quatrilho, que achei essa bem fraca e não tão bonita...rsrs Chego ao fim meu relato, segue algumas dicas importantes: Leve tênis e meia reserva; Vá no verão se quiser aproveitar e se refrescar, pois a do Quatrilho tem uma piscina natural bem legal; Vá cedo e comece pelas mais difíceis. Você já pode fazer um roteiro antecipado visitando o site do parque. Até a próxima!
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