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Luiz fernando Souza

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  1. Viagem à Africa – Moçambique, Africa do Sul e Suazilândia Essa viagem foi sensacional Moçambique – Clima espetacular, pessoas amáveis, educadíssimas, gastronomia maravilhosa e os preços são muito bons. Ao chegar ao aeroporto te cercam querendo te ajudar com malas, câmbio, etc. Isso é a África pobre. Você não precisa de nenhuma ajuda, pode fazer o câmbio num banco no aeroporto mesmo. na média são R$ 1,00/ MTZ 20,00 e pegar o taxi ali mesmo. No meu caso aluguei um carro. A direção é do lado direito e aluguei um com câmbio manual. Cheguei na sexta-feira à tarde e já peguei um transito infernal, desorganizado e procurando o hotel. Deu tudo certo no final. Mas o aluguel é um capítulo à parte. O subúrbio de Maputo é o que vimos da África nos filmes, ´pobreza (mas não miséria), desorganização, venda de mercadoria nas ruas, carros de luxo ao lado de transporte público extremamente precário, pessoas sendo transportadas nas carrocerias de caminhões e por ai vai. Mas o povo é muito hospitaleiro, simpático, humilde e gostam dos brasileiros. Ficamos no Hotel Maputo, bem central mas num local não muito bom, não me pareceu um local seguro para se transitar à noite, tanto que utilizamos o taxi para sair à noite. A viagem para Moçambique foi muito rápida mas ainda assim deu para conhecer um pouco a cidade, com destaque para o Parque dos Continuadores se você quiser comprar artesanato. Segundo minha esposa as roupas e venda de tecidos, com motivos africanos, são excelentes com ótimos preços. Para quem não curte é só ficar num dos restaurantes do parque bebendo cerveja e aguardando as compras da esposa. Muito artesanato de madeira, tecido, metal, etc. Para quem gosta é um paraíso. Ao sair de Moçambique para a África do Sul na fronteira você é cercado de pessoas que querem te ajudar a fazer os trâmites burocráticos, são educados mas insistentes. Faz parte da viagem, não se aborreça por causa deles. Você consegue fazer tudo sozinho. Apresente os documentos do carro e a carta de autorização para atravessar a fronteira que a locadora te deu. Guarde a ficha que eles te deram pois será necessária apresentar no retorno. Cuidado – Ao transitar à noite cuidado com a velocidade, fui multado às 01:00 na cidade, regressando da Suazilândia em 1.000 Mtz por estar dirigindo a 71 km/h num local onde a velocidade permitida era de 60 km/h e estava com os faróis altos, que não é permitido na cidade. Não discuti muito, paguei e pedi o recibo da multa que o guarda fez, a contragosto. Um último detalhe. O guarda da aduana,depois que você passa no raio x, dentro do aeroporto te faz inúmeras perguntas sobre o dinheiro que está levando, as mercadorias etc. Diga sempre que gastou todo o dinheiro na feira de artesanato com as lembranças e ele vai te pedir dinheiro, na maior cara de pau. Dei R$ 15,00 e fui embora. Vamos voltar à Moçambique, ainda assim. África do Sul – Ao cruzar a fronteira você vê que a situação deste país é completamente diferente, embora tive problemas com um “despachante” que queria me “ajudar”. Desnecessário também, só que ele foi extremamente mal educado. Na África do Sul, logo depois da fronteira, entramos no Kruger Park pelo portão Crocodile Bridge. Tudo organizadíssimo, com a permissão de entrada e autorização de saída que você deve guardar para apresentar na saída do parque. Ficamos no acampamento Letabe, 200 km da entrada desse parque, tudo muito organizado e limpo, fizemos dois safaris, pela manhã e á noite. Fiz mais de 400 km dentro desse parque. Dica, dirija respeitando os limites de velocidade, nunca saia do carro e não buzine se encontrar um elefante no meio da estrada. Espere pacientemente ele sair. Elefantes são muito pacíficos mas ficam irados quando são irritados. Lembre-se que ali, nós somos os intrusos. Ao sair do parque pegamos uma estrada linda para Nelspruit, Paisagens belíssimas, estradas espetaculares e fomos para a Suazilândia. Vamos voltar à África do Sul. Suazilândia – Na Suazilândia fiz duas reservas, uma no Mlilwane Wildlife Sanctuary que é uma reserva, muito aberta com acomodações rústicas etc e outra no Royal Swazi Spa, espetacular com campo de golf, etc. Fiquei neste último em função da hora que cheguei. Este hotel é 10. A Suazilândia é um país pequeno mas extremamente organizado e limpo com um povo extremamente educado e simpático e com ótimas estradas, sem pedágio. Depois fui visitar a reserva no Mlilwane Wildlife Sanctuary que é um belíssimo local, despojado mas com elegância (aliás essa é uma característica do povo. Ficaremos nessa reserva da próxima vez. O único inconveniente foi que ao viajarmos pelo interior, já de noite, fomos abordados por uma patrulha de dois guardas, um homem e uma mulher. Eles queriam propina, mas acabamos nos fazendo de bobos e passamos. Locadora – Europcar – Fizemos a reserva que deu em 488 euros. Na véspera me mandaram um email dizendo que o GPS não estaria disponível. A reserva você faz pelo site internacional da Europcar, mas em Maputo é uma franquia e o preço nem sempre é o mesmo, ainda assim, foi de 510 euros. Recebi a fatura com o valor de 1.088 euros e estou aguardando a resposta depois da minha reclamação. Celular – compre um chip da Vodacom em Moçambique, é barato e você tem acesso à internet. Foi o que salvou pois usamos o google maps. Foi ótimo, nem precisou do GPS. Na Africa do Sul compramos um da MTN – não adiantou nada, ficamos sem celular. A sorte é que o carro tinha um GPS, mas apenas da Africa do Sul, embora com placa de Moçambique. Sempre viaje com um mapa em papel, SEMPRE. È isso ai, vamos voltar à Africa. Qualquer coisa podem me escrever. [email protected]
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