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Mary Rocha

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4 Neutra

Sobre Mary Rocha

  • Data de Nascimento 16-01-1977

Bio

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    Diretora da NZEGA Education and Travel - Agência de Intercâmbio e Turismo localizada na Nova Zelândia

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  1. Chegar no aeroporto em Marrakesh já foi uma experiência em si. Fomos recebidos com uma temperatura de 37 graus, aquele tipo de calor seco que sugere que você não faça movimentos muito bruscos para não começar a suar logo de cara e que contenha a respiração que fica um pouco mais ofegante, como se de repente seu canal de respiração reduzisse em 1 centímetro. Quando se vive num país bem mais frio (que é o meu caso que moro na Nova Zelândia), este contraste de temperatura é impactante nos primeiros minutos. O táxi estava esperando por nós para nos levar ao nosso Riad, tipo de acomodação comum que parece um mini palácio no interior da medina, parte antiga de Marrocos. O lugar era lindo e muito bem decorado. Os táxis geralmente não têm permissão para entrar nas medinas, pois não há espaço suficiente nos becos para que os carros passem, então a recepcionista, uma jovem muçulmana marroquina, nos levou a pé, dando-nos a oportunidade de experimentar imediatamente as ruas estreitas, transportando você para o filme de Aladdin. A atmosfera é fora deste mundo e você sente que há cada esquina há um tesouro escondido. Chegando ao nosso alojamento, nos ofereceram biscoitos caseiros e chá de hortelã - a recepcionista disse que era uma tradição quando recebiam hóspedes em suas casas. Marrakesh é uma cidade movimentada, cosmopolita e barulhenta, com sua praça central sendo o ponto principal para negros africanos que vendem óculos de sol, artes e camisetas coloridas; homens oferecendo seus macacos com fraldas para tirar fotos; Árabes tocando flautas para cobras; carruagens de cavalos, bateristas, restaurantes, tendas de sucos, vendedores de chapéus de palha, vendedores de souveniers, tudo o que imaginar! Além disso, ao caminhar, de vez em quando você ouvia alguém sussurrando e oferecendo “Haxixe?”. Marroquinos são animados e estão sempre prontos para fazer piadas e negociar. Nosso tour contratado chamado surf e turf, incluía o deserto do Saara e surf na costa oeste e começou no dia seguinte, onde fomos pegos de Marrakech bem cedo e nos juntamos numa van com 13 outros viajantes, uma salada mista de nacionalidades: Canadá, Itália, Portugal, Espanha, Japão e nós (alemão e brasileiro). Seguimos para Ouarzazate, porta de entrada para o extremo sul, cruzando as montanhas do Alto Atlas. No caminho paramos para visitar o famoso Kasbah– a palavra Kasbahsignifica descrever a parte antiga de uma cidade – em Ait Benhaddou, classificada pela Unesco como patrimônio mundial, local para filmagem de grandes filmes como Games of Thrones, Múmia e o Gladiador. Aqui nós tivemos tempo para caminhar com o guia por aldeias pequenas com casas construídas com palha e lama que pareciam ter sido levantadas da sujeira. As montanhas do High Atlas há muito tempo abrigam algumas das aldeias mais remotas do norte da África e foi muito comum ver os Berbers, locais viajando em mulas para trocar mercadorias. Muitos dos mercadores ainda utilizam técnicas antigas em suas vendas. Continuamos em direção à nossa pousada viajando pelo oásis de Skoura, onde numerosos Kasbahs antigos se encontram entre as palmeiras, uma paisagem espetacular. A temperatura a noite foi bem mais agradável do que Marrakesh, o que nos deu a oportunidade de dormir melhor do que na noite anterior. Eu estava animada para o dia seguinte: o deserto do Saara esteve nos meus sonhos há muitos anos. De manhã cedo partimos para a pequena cidade chamada Merzouga, localizada no pé do Saara. Enquanto viajávamos pela estrada deserta cercada por montanhas áridas, planaltos, areia e planícies cobertas de cascalho, observava o painel do carro enquanto a leitura térmica subia lentamente. No momento em que chegamos ao hotel às 18:00, a temperatura estava em 45 graus! Nosso motorista, apesar de muito simpático, não falava muito sobre o próximos passos, então eu não sabia exatamente o que estava nos esperando. O grupo foi dividido em diferentes pontos ao longo da vila e o casal canadense e nós tivemos tempo para rapidamente mergulhar na piscina por 5 minutos, juntar escova de dentes e roupas extras para seguir para o nosso passeio de camelo sob o pôr do sol. Fui percebendo ao longo das duas horas de passeio de camelo que este não era tão confortável, então decidi caminhar nas dunas juntamente com o Berber local e naquele momento me senti uma pessoa abençoada por experimentar tudo aquilo. À noite, jantamos em nosso acampamento no deserto com os moradores locais tocando tambores e outros instrumentos e na manhã seguinte voltamos com os camelos, ainda escuro, iluminados apenas pela lua e pelas estrelas. Foi uma experiência mágica e surreal. Pegamos nossas mochilas e embarcamos em nosso ônibus, desta vez com um grupo menor, já que muitos de nossos colegas de viagem seguiriam para outras partes do Marrocos e nós partimos para uma longa viagem até Agadir, na costa oeste de Marrocos, para passar os últimos três dias relaxando, surfando e tendo uma verdadeira imersão no estilo de vida marroquino. Nossa acomodação no hostel foi numa surf house em que café da manhã, almoço e jantar foram preparados por marroquinos e tivemos a oportunidade de conhecer surfistas de muitos locais. Eu viajei para muitos países e poucos deles me deram esse sentimento de amor à primeira vista, desde o início até o fim. E o Marrocos é definitivamente um deles. A única coisa que posso dizer para finalizar é "Shukran (obrigada) Marrocos" pela excelente hospitalidade! Mary Rocha - Fundadora da NZEGA (www.nzega.com) Escritora do livro Big Blue - Saiba mais sobre o livro
  2. Estes dias eu estava observando o mapa do mundo no quarto da minha filha, em que temos o costume de colocar o “pin” nos locais onde já estivemos e é quando paramos para planejar a próxima jornada. Foi quando meus olhos se fixou na Nova Zelândia. Comparando o tamanho dela com os outros países ao seu redor, não pude acreditar o quão pequena ela se apresenta. Porém, apesar de aparentar minúscula no mapamundi, é impressionante a quantidade de coisas para se ver e fazer. Se você quer surfar, há praias paradisíacas lindíssimas, de tirar o fôlego de tão bonitas. Se você quer esquiar ou fazer snowboarding, há diversas montanhas espalhadas com estações de esqui de primeira classe. Se você gosta de cavernas, há inúmeras delas e as únicas do mundo a conter os Glowworms, larvas que bilham e parece um céu estrelado, dentro da caverna! Além disso há vulcões, vales, lagos azuis, penínsulas, geleiras que se misturam com florestas sub-tropicais. É uma diversidade de cenários impressionante! E se não bastasse, o país é coberto por parques nacionais. São 13 áreas protegidas e administradas pelo Departamento de Conservação da Nova Zelândia – sim, existe um departamento somente para isso. Muitos destes parques tem significado cultural e natural importante para o país e alguns deles são considerados patrimônio mundial. E a idéia destes parques é justamente para o benefício e uso do público. O que significa que esta beleza natural está ali, gratuitamente ao seu dispor para visitar e apreciar! E um dos parques mais falados aqui entre turistas e neozelandeses é o Abel Tasman, que embora seja o menor dos parques nacionais da Nova Zelândia, é um dos mais populares! O Abel Tasman foi fundado em 1942 e tem uma cobertura aproximada de 225 quilômetros quadrados, costeado pelo mar da Tasmânia. É um paraíso costeiro localizado na Ilha Sul do país, no qual você pode caminhar ou explorar de barco de cruzeiro, catamarã, táxi aquático, caiaque ou mesmo curtir um banho de sol e nadar em suas águas claras e tranquilas – tudo isso ao delicioso som da vida nativa silvestre, que é parte essencial do cenário da região. O canto dos pássaros Tui e Arapongas dominam o sonido das florestas e você vai pensar, em muitas vezes, que chegou no céu! Abel Tasman é ideal se você quer fazer trekking de 2 ou 3 dias (aqui chamados de Tramping) ou quer fazer uma caminhada simples de 2 horas. E um dos passeios que devem conter no seu itinerário na região, é o Split Apple Rock (foto acima), pedra feito de granito, que mais parece uma maçã que foi cortada ao meio. É uma atração turística popular nas águas do Mar da Tasmânia aproximadamente 50 metros ao largo da costa entre as vilas de Kaiteriteri e Marahau – portal de entrada para o Abel Tasman. Você poderá ter acesso a pedra através de barcos, paddle boarding, caiaque ou mesmo fazer uma pequena trilha para chegar até a praia onde poderá avistá-la. Como chegar e onde se hospedar Se você não tem muito tempo na região, poderá fazer day tours saindo de Nelson, cidade localizada no topo da Ilha Sul da Nova Zelândia, cerca de 6 horas de Christchurch. Porém, se disponibiliza de um pouco mais, poderá seguir para as praias / vilas de Marahau e Kaiteriteri. Se você quer ficar hospedado no parque, a maioria dos taxis aquáticos saem destas regiões. Há alojamentos privativos confortáveis em Awaroa e na Torrent Bay. Porém, está afim de fazer algo bem local? Por que não fazer as trilhas com duração de 2 a 4 dias, conhecida como “Great Walk”? Aqui você poderá se hospedar nas cabanas ao longo de trilha, disponibilizadas pelo Departamento de Conservação (DOC). Estas cabanas contam com colchões, água, banheiro e equipamentos de cozinha. Há também áreas de acampamento com água, banheiros e fogueiras no parque – mas lembre-se que é necessário fazer reservas na alta temporada que vai de Dezembro a Abril. A temperatura da região é bem estável (se comparado com as oscilantes temperaturas em outros locais), sendo assim um local para ser visitado em qualquer época do ano. Portanto, independentemente se você quer fazer uma visita rápida ou quer se hospedar em algo confortável ou dormir sob as estrelas, não deixe de visitar Abel Tasman e veja por você mesmo porque a Nova Zelândia é tão grandiosa, mesmo que no mapa do mundo ela pareça ser insignificável. Mary Rocha – Fundadora da NZEGA Education and Travel – http://www.nzega.com
  3. Poucos meses atrás não fazia muita idéia sobre o país. Tinha visto algumas imagens de glance, sabia que era quente e úmido, fazia parte das diversas ilhas próximas a Nova Zelândia e que possuia um vulcão. Era só! Estava viajando com o marido e a filha de 4 anos e estávamos procurando um lugar quente para fugir um pouquinho, ainda que fosse por uma semana, do intenso frio da Nova Zelândia no inverno. A idéia era colocar os pés para cima, debaixo de um coqueiro, sentindo a brisa quente lhe abraçando como se fosse um gigante cobertor. Foi daí que nesta minha busca, descobri que a Air New Zealand estava com promoções para Vanuatu e de todas as ilhas que pesquisei, esta seria a mais barata para a família. Comprei as passagens sem hesitação. Meses depois, ouvimos que o país tinha sido atingido pelo Ciclone Pam, um dos ciclones mais fortes da história e que a devastação tinha coberto quase 90% da Ilha de Vanuatu. Entrei em pânico porque sabia que as passagens não seriam ressarcíveis e quase desistimos da viagem. Ainda bem que não o fiz. Realmente o sensacionalismo da mídia pode atrapalhar qualquer plano de viagem. Ao chegar no pequeno aeroporto de Port Vila, capital de Vanuatu que significa “Land Eternal” (eterna terra) com uma população de pouco mais de 45.000 pessoas, fomos brindados com aquele bafo quente. Yeah! Era isso que estava buscando! A missão da viagem estava 50% completa aqui, calor, sol e óculos escuro. Pegamos um taxi local em direção ao resort reservado e notamos que não havia faróis, o pequeno trânsito era um pouco caótico, haviam peruas para todo lugar como forma de transporte público, porém não conseguimos visualizar muita destruição conforme os noticiários. E o sorriso dos locais estava ali, estampados. Foi a primeira coisa que me despertou. Me senti extasiada com aquele ambiente e fechei os meus olhos, contemplando aquela coisa gostosa no ar! Localizado na Oceania, na região denominada Melanésia, o território de Vanuatu é formado por 83 ilhas que ocupam o arquipélago das Novas Hébridas. O país não possui fronteiras terrestres, e as nações mais próximas são as Ilhas Salomão e Fiji. Da Nova Zelândia, a viagem durou pouco mais de 3 horas, com vôo direto de Auckland para Port Vila. O resort que reservamos era digno de cartão postal, praticamente uma vila dentro de Port Vila, com o seu próprio campo de golf, praia particular para fazer caiaque e iatismo e todas as facilidades que um bom resort oferece. Curtimos esta atmosfera no primeiro dia, mas chegamos a conclusão, que se fosse para mergulhar na cultura local e mostrar a minha filha o que realmente era o país, teríamos que nos estender além do Resort. Alugamos um buggy e lá fomos explorar a ilha, que rodado inteira, totalizava 130km. Fui percebendo que Vanuatu era muito mais do que um local para relaxar debaixo de coqueiros. O país é abençoado por praias virgens, cachoeiras e rios cristalinos conhecidos como “Blue Roles”. Aqui você tem um dos melhores picos para mergulhar e fazer snorkeling no seu mar profundamente azul e límpido. Para quem é fã do programa americano Survivor, perceberá que uma de suas edições foi filmada aqui, com praias paradísiacas e florestas intocadas. Esta viagem de buggy nos proporcionou a oportunidade de visitar vilas e interagir um pouco mais com os locais que falam diversos dialetos. Na verdade, apesar de Vanuatu possuir 113 dialetos distintos, a maioria dos quais ainda falados em alguma ilha, o processo de colonização criou três línguas oficiais: francês, inglês e bislamá que é falado pela maioria. Percebemos também que na cidade, muitos estabelecimentos comerciais tinham os australianos como proprietários e numa destas conversas, nos sugeriram a conferir o vulcão em Tanna, o quão tinha lido algo a respeito no início das minhas pesquisas sobre o país. Foi a melhor sugestão que poderia ter tido. Para chegar em Tanna, você precisa pegar um aviãozinho teco-teco com no máximo 10 passageiros e a viagem dura cerca de 1 hora. Um pouco antes de desambarcar, você já tem uma idéia do vulcão e consegue ver de longe as larvas borbulhando. Chegamos no local, deixamos nossas malas no pequeno lodge e seguimos numa pick up pela estrada de terra. Admirar a força das larvas borbulhando e pipocando após o entardecer com suas cores laranjas e vermelho, acompanhado pelo barulho retumbante mostrando o poder da natureza calou a boca do grupo de australianos que nos acompanhava. Foi certamente uma das experiências mais fabulosas que tive na minha vida e que certamente ficarão na minha memória para sempre. É ótimo quando não criamos expectativas. Quando comprei o nosso ticket para Vanuatu, não esperei que fosse me apaixonar por esta pequena ilha com pessoas que invadem a sua alma com o seu belo e mágico sorriso e que me fez relembrar que a felicidade não está baseada em quanto dinheiro ou sucesso você tem, mas em admirar as pequenas magias (ainda que seja num simples sorriso) que acontecem ao seu redor todos os dias, mas estamos muito ocupados para perceber isso. Vanuatu definitivamente conquistou o meu coração! Mary Rocha - http://www.nzega.com[/color][/size]
  4. Olá pessoal, Concordo com a Vanessa, todos os documentos deverão ser enviados para Washington. Seguem algumas complementações sobre o visto de estudante (Alexandre, o Working Holiday Visa continua o mesmo: são 300 vagas e o visto é solicitado pela internet, site da imigração. Todos os requerimentos de vistos de estudante para Nova Zelândia deverão ser enviados por email ou correio para o centro de solicitação de visto chamado VAC que fica localizado em Washington DC. Antigamente todas as aplicações eram recebidos em Brasilia - o que não estará recebendo mais nenhuma solicitação. Não há nenhuma mudança significativa no processo de pedido de aplicações em termos de requerimento, somente o endereço que muda. Detalhes de contato Visa Application Centre (VAC) Washington DC Endereço: 1120 19th Street NW, Suite No. 415, Washington DC 20036 Telefone: +1 202 223 3400 Fax: +1 202 223 3900 Email: [email protected] Website: http://www.ttsnzvisa.com Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira 9h00 - 16:00 Honorários O VAC irá cobrar uma taxa de serviço de visto para cada aplicação. Esta taxa é de USD37.00 e deve ser apresentado juntamente com a respectiva taxa de pedido de visto. Como pode ser pago esta taxa para o VAC em Washington? As taxas são pagas em dólares, usando um dos seguintes métodos de pagamento: apresentação em pessoa - dinheiro ou cartão de crédito. Ou apresentação por correio / courier - cartão de crédito. Quanto tempo demorará para meu visto ser processado? Para que o visto seja processado de forma rápida, é importante que você apresente toda a documentação exigida. Após o recebimento de seus documentos, o prazo é de no mínimos 10 dias úteis para obter uma decisão da imigração. Como posso entrar em contato com o meu oficial de imigração, uma vez que eu faço um pedido de visto? A imigração irá lhe fornecer um número de referência em que você poderá cotar toda vez que contatar a imigração Como faço para pagar a postagem do meu passaporte? Você vai ser obrigado a pagar todos os custos de postagem para enviar o seu pedido de visto para o VAC em Washington DC. Para ter um exemplo, o preço do envio e envelope baseado no peso de 203 gramas lhe custará cerca de R$49.00. O tempo de chegada é de 3 a 6 dias úteis. Devolução de documentos Os requerentes residentes nos Estados Unidos da América, tem de fornecer um pacote pré-pago de correio auto-endereçado. Os candidatos que residem no Canadá e América do Sul podem optar por fornecer um pacote de correio pré-pago para o retorno do passaporte ou pagar por esse serviço a ser organizadas pela VAC. Fonte: Embaixada da Nova Zelândia Mary Rocha - www.nzega.com
  5. Época de esquiar chegou na Nova Zelândia e se você nunca o fez, minha sugestão é: Faça! Eu sei, estou sendo bem imperativa, porém este esporte de inverno que é tão comum na Nova Zelândia, realmente é uma experiência única para você que está estudando, visitando ou mora no país. O silêncio daquela enorme massa branca que está ali imponente, mostrando sua beleza majestosa é de arrepiar - especialmente quando você senta no chamado “lift”, que são teleféricos que te levam para as partes mais altas das montanhas. E o melhor de tudo é que, além do cenário fantástico que o lugar proporciona, você tem a possibilidade de se divertir a beça! Sempre digo que o prazer de esquiar pode ser comparado com o prazer de surfar: No surf, você é um ser pequenininho, desbravando aquela gigante massa de água. No esqui, a sensação é a mesma, a diferença é que você está numa prancha, deslizando sobre a neve. Existem opções para esquiar tanto na Ilha Norte, como Ilha do sul do país. Na Ilha Norte as estações estão concentradas em Mt Ruapehu, que fica na parte central da ilha, cerca de 4 horas da principal cidade da Ilha Norte, Auckland. Já na Ilha Sul, há diversas alternativas para você testar os seus dotes de equilíbrio. Em Christchurch, principal cidade da Ilha Sul, você conta com o Mt. Hutt, que é a maior estação de esqui - e a mais equipada. Oferece restaurante, creches e escolinhas para crianças, e verticais para iniciantes, intermediários e os mais avançados. Além de Mt. Hutt, há mais outras 5 estações menores, todas elas localizadas a menos de 1 hora e meia dirigindo. Portanto, você pode ir pela manhã e voltar para casa ou seu hotel no mesmo dia! Você poderá subir com o seu carro e alugar todo o equipamento na montanha. Ou se quiser algo um pouco mais barato e mais tranquilo, poderá contratar tours que oferecem transporte ida e volta de ônibus, passe para montanha, equipamento completo e lições. Outras opções bem populares são Wanaka, que fica mais ao sul da ilha e possui a maior estação de esqui do hemisfério Sul. Finalmente Queenstown, que além de ser a mecca dos esportes radicais, oferece as melhores estações de esqui do país. Portanto, independente de onde escolher, pode acreditar que é diversão garantida. Como disse, existem aulas de esqui na montanha para quem nunca experimentou esquiar ou viu a neve. Portanto, não pense que esquiar é somente para quem é radical ou quem nasceu em países nevados. Nós, meros mortais, também podemos curtir o momento ! Mary Rocha - http://www.nzega.com
  6. Hoje, dia 22 de fevereiro, faz exatamente 2 anos que um gigante terremoto mostrou a sua força e destruiu boa parte do centro da cidade de Christchurch, localizada na Ilha Sul e que por muito tempo foi considerada uma das cidades mais lindas, arborizadas e inglesa da Nova Zelândia. Confesso que quando fecho os meus olhos e me lembro da cena, tenho vontade de chorar pois a sensação de vulnerabilidade e surpresa – acho que esta é a melhor expressão, o que está acontecendo debaixo dos meus pés? - é algo que eu e muito das pessoas que vivificaram a mesma coisa não conseguirão expressar de forma tão completa em palavras. Entretanto, quando fecho novamente os meus olhos e penso nos resultados que este evento gerou nos últimos 2 anos, tenho que concordar com o velho ditado que diz que depois da tempestade vem a bonança. Quando ando pelas ruas, vejo muitos espaços vazios devido a prédios demolidos em que entrei diversas vezes e hoje não existe mais. Todavia, quando olho para o lado, há um café que foi feito dentro de um container (café num container?) super colorido e vibrante, com o atendente oferecendo aquela delícia hospitalidade própria do neozelandês. Isto mas fez refletir de que o terremoto, puramente falando, nada mais foi do que um acontecimento natural da terra e que, eu e muitos outros, por um acaso, estava no meio do processo. Percebi que o terremoto deixou sim mortos e feridos entre cerca de 200 pessoas, mas certamente mudou para melhor a vida de milhares. Pessoas que resolveram seguir os seus sonhos. Pessoas que valorizaram entes queridos. Pessoas que finalmente conseguiram se mudar para um outro país, mas que nunca tinha tido coragem. Isto não se vê na mídia - que tende focalizar somente o aspecto negativo do ocorrido. Recentemente, resolvi re-visitar um dos meus restaurantes preferidos na cidade. Embora o local oferecesse uma excelente comida, o restaurante era bem apertadinho, com uma localização razoável. Hoje, o restaurante está numa ponto estratégico, num moderno complexo com dois andares em que você tem a vista do fantástico Hagley Park – um dos maiores parques do mundo localizado dentro de cidade. Fui parabenizar o dono que comentou: “o terremoto definitivamente fez com eu expandisse a minha mente.” Sorri e entendi o que ele queria dizer sobre a questão de ampliar os seus horizontes. Como empresária, eu estava muito regionalista desde que abri a minha empresa na Nova Zelândia. Após o terremoto, a minha mente se expandiu, o que resultou na abertura da filial da minha empresa na maior cidade do país (Auckland) e a expansão de outros mercados. Talvez se a natureza não tivesse dado aquele empurrãozinho (ou melhor, aquele chocalhão), eu teria continuado na mesma, com os mesmos conceitos estreitos. Hoje posso afirmar que tenho menos medo de mudanças que muitas vezes paralisam nossas ações. Se sua vida tiver que dar uma reviravolta em 20 segundos como aconteceu com o terremoto para muitas pessoas aqui no país, vai dar, com o seu consentimento ou não. Portanto, é olhar de forma positiva para tudo que a vida e a natureza coloca na nossa frente e pensar em formas criativas de sair do problema. Como o autor da Lonely Planet, uma das bíblias dos viajantes bem colocou: as comunidades de Christchurch são as mais corajosas e resistentes e, em meio a incerteza ocasional de tremores secundários, a cidade vem se emergindo como uma das cidades mais interessantes da Nova Zelândia. Ele adiciona que as pessoas que visitam a cidade está apoiando os novos negócios que inspiram o renascimento de Christchurch. Então minha dica é: venha! Venha apoiar você também estas pessoas que estão se reerguendo e você se surpreenderá com a "cidade jardim" do país - que está se desabrochando como uma bela flor que desabrocha no deserto! Mary Rocha - http://www.nzega.com
  7. Quando cheguei em Mana Islands Resort e fui recebida com fijianos vestidos com seus sarongues, flores enfeitando os cabelos, violao na mão e um iluminado sorriso no rosto, aiiii, meu coração se encheu de alegria. Tive a oportunidade de conhecer um pouquinho das 20 ilhas que fazem parte de Mamanuca Islands e depois subir para Yasawa Islands, grupo de diversas ilhas vulcânicas onde filmes como “O Náufrago” e Lagoa Azul foram feitos. Ilhas Fiji está muito próximo da Nova Zelândia e Austrália, cerca de 3 horas de vôo . Para ser bem honesta, quando fecho os meus olhos e me lembro do paraíso que é cada ilha que passei e do grito Bula – que significa Bem vindo em Fijiano – tenho que me conter para controlar as lágrimas de emoção. É um lugar que realmente toca o seu coração. Percebi também que Ilhas fiji é um lugar que acomoda todos os perfis de viajantes: seja casais em lua de mel, famílias, seniors, mochileiros e grupo de amigos… Independente de qual é a forma que você viaja ou tipo de acomodação que fica (que pode variar de resorts luxuosos dignos de revistas ou locais mais simples), este paraíso tropical certamente deixará uma marca em você. Confesso que não esperava muito de Fiji. Achei que era somente um outro ponto turístico. Estava errada. Quando fiz scuba diving nos belos corais, nadei em cavernas em que atravessei túneis subaquáticos, fiz snorkel com filhotes de tubarões, realmente me dei conta que tinha uma percepção errônea do país. Em muitas aldeias, tive a oportunidade de presenciar a cerimônia cultural tão importante para Fiji conhecido como Kava – narcótico muito leve e conhecido por fazer as pessoas se sentirem relaxadas. Uma vez que você bebe, sentirá formigamento e dormência na língua. Os Fijianos são conhecidos como algumas das pessoas mais felizes do mundo. Muitos dizem que a Kava tem a ver com isso. Bom , de qualquer modo, seja a Kava ou não, certamente Ilhas Fiji lhe dará a oportunidade de conhecer pessoas que ficarão para sempre na memória, massagear sua alma, abastacer o seu espírito e lhe deixar com um gostinho de quero mais. Veja o meu vídeo sobre o local Forte abraço a todos! Mary Rocha - www.nzega.com
  8. O local para recebimento de visto de estudante para Nova Zelândia mudou! A partir de agora, todos os requerimentos de vistos de estudante para Nova Zelândia deverão ser enviados por email ou correio para o centro de solicitação de visto chamado VAC que fica localizado em Washington DC. Antigamente todas as aplicações eram recebidos em Brasilia - o que não estará recebendo mais nenhuma solicitação. Não há nenhuma mudança significativa no processo de pedido de aplicações em termos de requerimento, somente o endereço que muda. Detalhes de contato Visa Application Centre (VAC) Washington DC Endereço: 1120 19th Street NW, Suite No. 415, Washington DC 20036 Telefone: +1 202 223 3400 Fax: +1 202 223 3900 Email: [email protected] Website: www.ttsnzvisa.com Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira 9h00 - 16:00 Honorários O VAC irá cobrar uma taxa de serviço de visto para cada aplicação. Esta taxa é de USD37.00 e deve ser apresentado juntamente com a respectiva taxa de pedido de visto. Como pode ser pago esta taxa para o VAC em Washington? As taxas são pagas em dólares, usando um dos seguintes métodos de pagamento: apresentação em pessoa - dinheiro ou cartão de crédito. Ou apresentação por correio / courier - cartão de crédito. Quanto tempo demorará para meu visto ser processado? Para que o visto seja processado de forma rápida, é importante que você apresente toda a documentação exigida. Após o recebimento de seus documentos, o prazo é de no mínimos 10 dias úteis para obter uma decisão da imigração. Como posso entrar em contato com o meu oficial de imigração, uma vez que eu faço um pedido de visto? A imigração irá lhe fornecer um número de referência em que você poderá cotar toda vez que contatar a imigração Como faço para pagar a postagem do meu passaporte? Você vai ser obrigado a pagar todos os custos de postagem para enviar o seu pedido de visto para o VAC em Washington DC. Devolução de documentos Os requerentes residentes nos Estados Unidos da América, tem de fornecer um pacote pré-pago de correio auto-endereçado. Os candidatos que residem no Canadá e América do Sul podem optar por fornecer um pacote de correio pré-pago para o retorno do passaporte ou pagar por esse serviço a ser organizadas pela VAC. Fonte: Embaixada da Nova Zelândia Mary Rocha - www.nzega.com
  9. Olá pessoal! Desta vez, nosso plano de viagens incluiu Kuala Lumpur, Malásia por 5 dias; 4 semanas na Europa; e 4 dias na região de Gold Coast, costa leste da Austrália. Quando resolvemos mochilar pela Tailândia o ano passado com a nossa pequena bebê Luna, achamos que ia ser complicado, mas no final deu tudo certo e correu de forma tranquila. Ela tinha apenas 7 meses, portanto sem muita opinião: sorria quando colocávamos na mochila para caminhar; chorava quando estava com fome; e não hesitava em ir para o colo dos animados asiáticos. Maravilha! Desta vez? A viagem de avião foi simplesmente um horror! A Luna está com 1 ano e 8 meses e agora está começando a mostrar quem ela é e o que ela quer. Quando o vôo partiu, foi praticamente impossível controlar o choro e grito que se iniciou em Christchurch (Nova Zelândia), até Kuala Lumpur (Malásia). Eu acho que nunca fiquei tão embarassada num vôo como este... A Luna parecia um porco ponto a ser morto: se debatendo e soando gritos que ouvia-se desde a classe econômica até o piloto. Neste meio tempo, havia um casal da Malásia atrás da gente nos perguntando porque ela chorava e eu, tentando controlar a minha irritação, cansaço e procurando ser educada, respondia que ela ia melhorar. A mulher era muçulmana e estava coberta de burca e roupa negra. O homem com um gorro na cabeça. Depois de cerca de 2 horas tentando acalmá-la, ela dormiu no nosso colo e Marlon e eu podemos descansar um pouco. O vôo foi relativamente tranquilo após isso. No entanto, quando faltava 2 horas para chegarmos em Kuala Lumpur, o show se reiniciou. Luna começou a gritar novamente, mas desta vez o casal muçulmado interveio e começou a brincar e oferecer comidinhas a ela. Foi a nossa salvação. E se não bastasse, o mesmo casal nos perguntou se queríamos passear com eles no dia seguinte. Eles nos buscariam no hotel de carro, no café da manhã. Eu fiquei matuta. O Marlon não hesitou e aceito o convite. Confesso que estava um pouco apreensiva com esta história, mas no final foi simplesmente fantástico. O casal nos levou para conhecer Putrajaya, uma cidade planejada que serve como base do governo da Malásia - em que eu não tinha conhecimento da primeira vez que visitamente a cidade. Depois, nos levou para tomar um chá com frutas típicas na região na casa deles. E no final do dia, me cobriram como uma muçulmada e fomos parar num casamento islâmico! Uma festança super colorida. Viajar é realmente uma caixinha de surpresas em que basta você se permitir e se entregar a magia que ela proporciona. Tivemos um excelente dia com este casal e tudo começou pela grito da Luna - que aliás, no final, acabou nos rendendo um fantástico dia com os locais. Mary Rocha - www.nzega.com
  10. Olá pessoal! Há uma nova norma da imigração da Nova Zelândia que entrou em vigor hoje. Trabalhe e estude em Christchurch na Nova Zelândia! O governo da Nova Zelândia anunciou hoje uma nova iniciativa para atrair estudantes internacionais para cidade. O ministro da Imigração Nathan Guy informou que a partir do dia 27 de agosto de 2012, os estudantes matriculados em um curso de pelo menos 14 semanas, serão elegíveis para trabalhar 20 horas por semana. E sem a necessidade de IELTS - que é obrigatória em todas as outras cidades da Nova Zelândia e que muitas vezes impossibilitava muitos estudantes de ter esta opção de trabalho no visto. O IELTS é um correspondente do TOEFL, um exame que mede o nível de inglês do estudante. Esta é uma excelente oportunidade para você que estava pensando em fazer intercâmbio, e ter a oportunidade de trabalhar, o que contribuirá na ajuda de custos. Mas afinal, onde está Christchurch? Christchurch é a maior cidade de Ilha Sul da Nova Zelândia e conta com cerca de 360.000 habitantes. A cidade é conhecida como "Garden City" (cidade jardim) por conta das inúmeras opções de parques que a cidade oferece. Rafting, salto de paraquedas, esqui, surf, trekking são somente algumas das muitas opções de atividades que você poderá aproveitar. Para mais detalhes, não deixe de conferir o site da imigração www.immigration.govt.nz Forte abraço! Mary Rocha - www.nzega.com
  11. Olá "linkk" Acredito que você já esteja na Nova Zelândia e espero que esteja curtindo. E que seus planos tenham dado certo. Resolvi aproveitar o seu fórum para informar melhor o pessoal que tem interesse em vir para Nova Zelândia. Percebo que muita gente vem para cá sem planos e com pouca informação referente a trabalho. Basicamente para conseguir trabalho na Nova Zelândia, incluindo qualquer área (saúde, construção) que deseja, existem estas formas: ESTUDANTE (mais de 6 meses): Com o Visto de Estudante para cursos de 6 meses período integral e IELTS 5.5 você pode trabalhar por até 20 horas semanais legalmente - o que lhe ajudará nos seus custos. Este fato é uma porta de entrada para um trabalho permanente posteriormente. Existem também cursos técnicos na área de TI e Business que são de 1 ano. E posteriormente você ganha mais um ano de visto aberto para trabalhar no país. Recomendamos esta alternativa para quem já possui inglês intermediário e experiência na área. Este visto mudará a partir de abril. E para ter acesso esta regra de trabalho, é necessário estudar cursos técnicos de nível 7. Para quem pretende estudar cursos de nível 5 ou 6, será necessário estudar por pelo menos 2 anos. TURISTA: Para se conseguir um trabalho na Nova Zelândia (vindo como turista) é necessário ter uma oferta de trabalho de um empregador. Ou seja, necessita de uma empresa ou empregador que dê um emprego. A partir da oferta de trabalho, a pessoa deve solicitar o Visto de trabalho junto a imigração que avaliará o perfil. Lembrando que é ilegal trabalhar com o visto de turista. E o melhor caminho sempre é estar dentro das leis, contribuindo para o sucesso dele no país e da imagem do Brasil. Vale salientar também, que este caminho não é impossível (bom, aconteceu comigo), contudo recentemente está um pouco mais complicado conseguir uma oferta de trabalho. Os empregadores preferem oferecer trabalhos para quem tem o Working Holiday Visa por exemplo (veja abaixo). De qualquer forma, não é impossível, mas venha preparado mentalmente e financeiramente para se manter enquanto vai "a caça" de um patrocinador. WORKING HOLIDAY VISA (para pessoas de 18 a 30 anos): O Working Holiday Visa (Acordo de Férias e Trabalho) é o primeiro deste tipo firmado entre Nova Zelândia e Brasil. Pelo Acordo, até 300 brasileiros por ano poderão ficar na Nova Zelândia por até 12 meses se o principal objetivo da viagem for turismo. Na Nova Zelândia, o detentor de visto pelo Working Holiday Visa poderá trabalhar e estudar, mas apenas por períodos curtos de menos de 3 meses. Mais detalhes no site da imigração da Nova Zelândia, http://www.immigration.govt.nz/migrant/stream/work/workingholiday/brazilwhs.htm Bom, espero que estas informações ajudem ao pessoal que está pensando em imigrar. É importante fazer um planejamento acurado para que não há stress na sua experiência no exterior. Forte abraço Mary Rocha www.nzega.com
  12. Olá Gabriel e pessoal, Acredito que a Andréia já tenha dado bastante informação bem legal aqui. Querida, espero que tenha curtindo um monte sua viagem na Nova Zelândia. Todavia, somente para dar mais informações referente as geleiras, há diferença entre Fox e Franz. A Fox é mais plana e é maior. A Franz Josef, em contrapartida, é um pouco menor em extensão e mais íngreme, oferecendo variedades de geologia, o que torna-se mais atrativa. Ela é mais popular. O preço não é muito diferente. A fox lhe custará NZD159.00 (full day trekking). E a Franz lhe custará NZD180.00 (também full day trekking). Aqui você ainda ganha o ticket para entrar nas hot pools. Daí vocês perguntam: é melhor fazer meio dia ou o dia inteiro? Bom, como a Andréia colocou, as vilas não oferecem muita coisa. Portanto se tem tempo e oportunidade, vale a pena fazer o dia todo. No meio dia você estará concentrado na parte mais escura da geleira. Quando se caminha mais tempo, você tem possibilidade de ir para parte mais "virgem" da geleira e avistar mais túneis de gelo e variedades nas geleiras que é simplesmente de chorar! Fiz esta trilha e caso queira saber mais, entre no meu blog http://nzega.com/blog/caminhando-nas-glaciares/ Gabriel, sugiro cortar Te anau que não tem muito a oferecer - a não ser que vá para Stewart Island. Talvez você poderia adicionar Lake Tekapo onde está a montanha mais alta do país, o Mt. Cook. Aqui você contará com lagos azuis de tirar o fôlego, acompanhados pela majestosa Mt. Cook. Se tiver tempo e fitness, poderá ainda subir o Muller Hutt (de graça, sem guia) e chegará a cerca de 2000 metros (a montanha é de 3778 metros). É uma sensação indescritível. Bom, espero ter contribuído um pouquinho nas outras excelentes respostas. Forte abraço Mary Rocha www.nzega.com
  13. Boa Cadu! Não sabia sobre esta ferramenta do site de busca avançada. Obrigada! Feliz natal para você e um ano novo com muuuuitas viagens! Para você e para todos que estão lendo este tópico! Muita energia e luz!
  14. Olá Gustavo, Muita gente traz o seu celular de origem para a Nova Zelândia e somente troca o chip. Não poderia lhe dizer sobre informações tão técnicas como dual band e afins, mas posso dizer que você poderá utilizar as principais operadoras daqui: Vodafone, 2degrees e Telecom. Existe a opção também de comprar o celular - que pode ser adquirido até em supermercado. Não é um I Phone da vida, mas conseguirá fazer o básico que um telefone faz: ligar, receber e enviar txt message. No que se refere a roupa, você está vindo no verão, todavia sentirá que é um pouco mais fria que o Brasil (apesar do sol fritar um ovo na sua pele ). As roupas poderão ser adquiridas aqui, mesmo em lojas de departamentos como Wharehouse, Farmers e Dress Mart. Perfumes e tênis? Não sei se é tanta diferença em relação ao Brasil. Mas vale a pena fazer uma pesquisa quando chegar aqui. Espero ter contribuído Forte abraço Mary Rocha www.nzega.com
  15. Olá Windfuzz Sim, não há necessidade de visto por até 3 meses na Nova Zelândia. Basta ter a passagem aérea de volta, comprovação de fundos que tem para se manter ao país e de preferência a acomodação que ficará assim que chegar na Nova Zelândia. Boa viagem! Forte abraço Mary Rocha www.nzega.com
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