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filosofiadeviajante

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  1. filosofiadeviajante

    Tomando um banho nas Cataratas do Iguaçu

    Ah, Vinicius de Moraes… Se eu não tivesse visto a grandiosidade e a imponência dessa água que, abundante e quase que infinita aos olhos, desce pelas pedras e resvala num paredão [não mais de pedra, mas de água], formando um nevoeiro, um amontoado de partículas que nos atinge. Nos molha. Nos diverte. Nos encanta. Esse é o poder das Cataratas do Iguaçu. Não que o grande poeta estivesse pensando nelas, mas pelo menos quando eu escolhi esse poema, eu estava. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/11/27/tomando-um-banho-nas-cataratas-do-iguacu/
  2. filosofiadeviajante

    Quantos dias ficar em Foz do Iguaçu?

    Um número mágico, quatro. Essa é a quantidade que recomendamos (de dias inteiros) para uma viagem bem tranquila e abrangendo todas as atrações mais interessantes que a cidade e a região oferecem. O mínimo, na nossa opinião, são três dias inteiros. Nesse caso você terá que cortar algumas coisas do roteiro. Detalhe: Fazíamos todos os passeios de forma autônoma e de transporte público, que demorava bastante para chegar aos lugares e principalmente para ligar um ponto ao outro (visitar duas atrações no mesmo dia era mais difícil). Se você for de excursão e com agências você provavelmente conseguirá fazer mais passeios em menos tempo. Porém achamos uma ótima experiência andar de transporte público, estar mais perto dos locais e entender como a cidade funciona. Segue um esboço simples de dois roteiros (com 3 e 4 dias): Roteiro 3 dias Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/11/21/quantos-dias-ficar-em-foz-do-iguacu/
  3. filosofiadeviajante

    Buenos Aires: onde fazer câmbio

    Este é o último de uma série de 3 posts que fizemos sobre ‘Dinheiro em Buenos Aires’. No primeiro abordamosqual moeda você deve levar para BA e no segundo como levá-la (crédito, débito, dinheiro). Para entender melhor, sugerimos que você siga a ordem proposta Aeroportos Em Ezeiza há apenas o Banco de la Nación, com um stand no desembarque e outro na área comum do aeroporto. Ele fica um pouco escondido: passando a porta de desembarque, vire à direita e novamente à direita, em um corredor, em cujo final está o banco. Qualquer coisa pergunte no balcão de informações, logo à frente do desembarque. Como você já deve saber, a cotação não é das melhores (dizem que no verão é boa, pois há menos brasileiros lá e mais argentinos aqui), mas talvez você precise de alguns pesos para sair do aeroporto e para o primeiro dia, já que as casas de câmbio do centro de BA abrem às 10h e fecham às 15h. Já esse serviço do Banco de la Nación funciona 24h por dia e todos os dias do ano, inclusive feriados. No Aeroparque o monopólio também é do Banco de la Nación, com apenas um posto após o desembarque. O horário, porém, é um pouco menor, das 6h às 24h, todos os dias. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/11/12/buenos-aires-onde-fazer-cambio/
  4. filosofiadeviajante

    Buenos Aires: cartão de crédito, VTM ou dinheiro?

    Antes de saber como levar o seu dinheiro, é bom saber qual moeda você deve levar para Buenos Aires (esse é o primeiro post da nossa série sobre dinheiro em BA). Neste post, listamos os prós e os contras de cada um dos meios de carregar o seu dinheiro. Idealmente você deve levá-lo de pelo menos 2 formas diferentes (nós, por exemplo, gostamos de levar dinheiro e cartão de crédito), sendo que você vai optar por usar mais um ou outro. Cartão de crédito É prático e seguro, porém um pouco mais caro, já que você paga 6,38% de IOF sobre o valor total de cada compra. Você também pode usá-lo para sacar dinheiro, mas vai pagar uma taxa em cada saque (varia conforme banco e bandeira, mas geralmente é menor que R$10). Por isso, prefira sacar um valor maior por vez. Além disso, a cotação é a do dia de sua fatura, o que exige um pouco de sorte. A maioria dos caixas eletrônicos de qualquer banco argentino funciona, mas há relatos entre brasileiros de problemas – se não der certo em um, tente em outro. Para usar seu cartão na Argentina, certifique-se de que ele é internacional e faça o aviso-viagem por telefone ou pelo aplicativo. Outro detalhe importante é que muitos estabelecimentos só aceitam dinheiro. Além disso, sempre tenha uma identidade em mãos, pois eles podem pedir quando você usar o cartão. Qualquer outra dúvida, o melhor é ligar para o seu banco. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/11/12/buenos-aires-como-levar-dinheiro/
  5. filosofiadeviajante

    Buenos Aires: qual moeda levar?

    Esse post é o primeiro de uma série de 3 posts sobre Dinheiro em Buenos Aires. O link para o segundo post está no final deste texto. O peso é a moeda usada na Argentina desde 1992, quando Carlos Menem decidiu substituir o austral. Desde 2015, quando o presidente Mauricio Macri derrubou restrições cambiais, a moeda argentina vem em franca desvalorização ante o dólar. Isso acaba se repercutindo na inflação, que deve atingir 42% no ano de 2018, segundo estimativas do governo argentino. Tudo isso somado resulta em ganhos estratosféricos por investidores estrangeiros e um menor poder de compra na base da pirâmide. Quem sofre, novamente, são os argentinos comuns. Para o viajante, não há grandes repercussões (a não ser nos meses de agosto e setembro de 2018, quando houve uma desvalorização aguda do peso, sem que os preços dos produtos tivessem sido reajustados, o que tornou viajar para a Argentina mais barato por um curto prazo de tempo), visto que, convertidos para a nossa moeda, os preços dos produtos argentinos têm se mantido mais ou menos no mesmo patamar. Qual moeda levar? Já adianto que NÃO vale a pena levar peso do Brasil, já que a cotação é super desvantajosa. E pra saber se é melhor levar real, dólar ou euro quando você for pra BA, fizemos uma fórmula bem simples: Divida a cotação do dólar/euro na Argentina pela cotação do real na Argentina. Se esse valor for maior que o do dólar turismo no Brasil, leve dólar. Se o resultado da divisão for menor, leve real. Se o resultado for exatamente igual ao da cotação do dólar turismo, tanto faz. Entenda melhor com os exemplos abaixo: Exemplo 1: você tem R$1.000 na mão. Se você levá-los para Buenos Aires hoje (cotação média R$1=8,70 pesos) você conseguirá 8.700 pesos. Por outro lado, se você trocar esses reais por dólares no Brasil (cotação do dólar turismo $1=R$3,91), você terá $255. Em Buenos Aires (cotação do dólar $1=34,60 pesos), isso se converteria em 8.823 pesos. Ou seja, levando dólares você “ganharia” 123 pesos. Pela nossa fórmula: 34,60/8,70 = 3,97. Ou seja, um valor maior que a cotação do dólar turismo no Brasil (3,91). Sendo assim, vale mais a pena levar dólar. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/11/09/buenos-aires-qual-moeda-levar/
  6. filosofiadeviajante

    O que fazer em dias de chuva em Florianópolis

    Floripa é a Ilha da Magia, cidade das praias e das trilhas. Massa! Mas e se o tempo não colaborar e tiver chovendo ou nublado? O que posso visitar na cidade? Essa é uma dúvida frequente e trouxemos para você algumas dicas para resolver essas questões Auditório do Centro Integrado de Cultura (CIC). Fonte da foto: https://www.guiadasemana.com.br/florianopolis/arte/estabelecimento/teatro-ademir-rosa-cic Centro Integrado de Cultura (CIC) Vinculado à Fundação Catarinense de Cultura (FCC), é um centro com diversas formas de manifestação da arte de Santa Catarina. Sua estrutura conta com grandes salões de exposição, bibliotecas setoriais, cinema, o Teatro Ademir Rosa, o Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), o Museu da Imagem e do Som (MIS), as Oficinas de Arte, a Escolinha de Arte, o Ateliê de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis e a administração da FCC (Fundação Catarinense de Cultura). Um lugar que amamos ir quando estamos com sede de novidades culturais! É um verdadeiro programa local. Estacionamento: Possui um estacionamento bastante grande, onde é possível deixar o carro de forma gratuita. Endereço: Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica. Horário MASC: Terça a domingo das 10h às 21h. Horário MIS: Terça a sábado das 10h30 às 20h30 e domingo das 10h30 às 19h30. Para saber a programação e os horários do CIC, clique aqui. Shopping Centers Beiramar Shopping. Fonte: http://www.deolhonailha.com.br/florianopolis/noticias/apos-20-anos-de-funcionamento-americanas-encerra-as-atividades-no-beiramar.html Definitivamente não é um dos nossos programas preferidos. Mas para quem gosta, Floripa tem muitos: Iguatemi, Beira-Mar, Floripa Shopping, Continente. Se não quiser fazer compras, pelo menos tome um café ou veja um filme. Estacionamento: Há estacionamento pago em todos os shoppings. Endereços e horários: Floripa Shopping SC-401, 3116 – Saco Grande; Segunda a sábado das 10h às 22h e domingo das 11h às 21h. Beiramar Shopping R. Bocaiúva, 2468 – Centro; Segunda a sábado das 10h às 22h e domingo das 11h às 22h. Iguatemi Shopping Av. Me. Benvenuta, 687 – Santa Monica; Segunda a sábado das 10h às 22h e domingos e feriados das 11h às 22h. Continente Shopping Rodovia BR 101 – KM 210 – Distrito Industrial, São José (vizinho a Floripa); Segunda a sábado das 10h às 22h e domingos e feriados das 11h às 22h. Itaguaçu Shopping R. Gerôncio Thives, 1079 – Barreiros, São José; Segunda a sábado das 10h às 22h e domingos e feriados das 11h às 22h. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/10/31/o-que-fazer-em-dias-de-chuva-em-florianopolis/
  7. filosofiadeviajante

    Recoleta: o charme de Buenos Aires

    Um dos bairros mais charmosos da capital argentina, sem dúvidas. Mansões, arquitetura francesa e lojas de grife se destacam nessa região da cidade que é super arborizada, tranquila, cara e agradável para uma caminhada. Excelente para fugir das multidões do Microcentro (sobre o qual inclusive falamos neste post). Centro Cultural Recoleta Centro Cultural Recoleta Este centro cultural foi inaugurado em 1980 e reúne os mais diversos shows, palestras, exposições e movimentos de vanguarda. A visita é totalmente gratuita. É, de fato, um ponto de encontro para os amantes da cultura e das artes em geral. Oferece espetáculos de música, dança e teatro, mostras de artes visuais, ciclos de cinema, além de cursos e oficinas em diversas áreas artísticas. Quando visitamos BA, este centro estava fechado e portanto, não pudemos visitá-lo. Horários: Terça a sexta das 13:30 às 22:00 e finais de semana das 11:30 às 22:00. Entrada gratuita CONTINUE LENDO EM: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/10/23/recoleta-o-bairro-mais-cool-de-buenos-aires/
  8. filosofiadeviajante

    Onde comer bem e barato em Nova York

    Só em 2016 a “Big Apple” recebeu mais de 800 mil visitantes brasileiros. Aliás, somos o 4º país que mais visita a megalópole. E não é pra menos, né? Nova York é a queridinha dos brasileiros, repleta de atrações (pagas e gratuitas) e sobretudo – essa é a parte de que eu mais gosto de lá – comida. Muita comida. E de todos os lugares que você puder imaginar. Um caldeirão cultural como esse não poderia ficar de fora da sua wishlist e, pra aliviar o teu bolso, vamos dar as dicas dos melhores e mais baratos lugares para comer de Nova York. O mapa abaixo reúne todos os restaurantes da lista, de modo a te ajudar na escolha pela área desejada. Priorizamos restaurantes locais e, no máximo, pequenas redes nascidas em NY, de modo a fomentar o turismo sustentável. Até porque os locais abaixo são mais baratos que as famosas redes mundiais. #supporthelocal Parisi Bakery Fonte: http://www.grubstreet.com/2016/08/nycs-legendary-parisi-bakery-doubled-as-pot-dispensary.html Fonte: https://tworedsuitcases.wordpress.com/2014/12/05/parisi-bakery/ Como o nome já diz, a especialidade é pão. Mas não só pão. A gente tá falando de um pão italiano recheado com ingredientes de altíssima qualidade (afinal é Itália, né…), que resultam em um dos sanduíches italianos mais famosos e aclamados de NY. Não duvide: até o Frank Sinatra era cliente deles. Localização: 198 Mott Street, em Lower Manhattan. Metrô: estações Bowery (J-Z) e Spring St (6). Preço: entre $10 e $12, dependendo do recheio, por um sanduíche MUITO GRANDE! Se você não for muito [email protected], dá até pra dividir com @ coleguinha. Mais informações no site deles. Patacon Pisao Fonte: https://newyork.seriouseats.com/2009/11/off-the-beaten-path-patacon-pisaos-carne-mechada-patacon-elmhurst-queens.html Fonte: https://www.nytimes.com/2015/02/18/dining/patacon-pisao-on-the-lower-east-side.html Continue lendo: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/10/19/onde-comer-bem-e-barato-em-nova-york/
  9. filosofiadeviajante

    Cafés mais legais de Floripa

    Elaboramos uma lista dos cafés e confeitarias de que mais gostamos na Ilha. Todos esses lugares foram selecionados segundo nossa experiência pessoal. Segue abaixo: Pannacotta Bakeshop Entrada do café Vitrine. Hummmm… Interior do café Mais do interior do café Mini-cupcake de limão com amora, mini-cupcake de leite ninho e uma soda italiana de framboesa Um café com um ambiente muito agradável e aconchegante. Bolos, cupcakes, taças, salgados… Há também muitas opções de bebida. Os bolos são particularmente bons (a fatia custa R$13,50) e os sabores variam entre Red Velvet, Chocolate com calda de chocolate, Chocolate com paçoquinha, Chocolate com doce de leite, Blue velvet, entre muitos outros. Os cupcakes também possuem sabores de respeito, entre eles leite ninho e amora com limão. Também são produzidos os famosos doces franceses, macarons, deliciosos por sinal, nos sabores limão siciliano, doce de leite, chocolate amargo, entre outros. Há opções de salgados (coxinha, pão de queijo, empanada) para quem não é muito fã de doces, e de bebidas (cafés, sodas italianas, cafés gelados). O café não costuma estar muito cheio, com exceção de sábado à tarde, dia em que pode ser difícil e demorado encontrar uma mesa disponível, até porque o lugar é pequeno. O atendimento é muito bom. Não há estacionamento no local, devendo utilizar as vagas da rua, que possui um número razoável delas. Ou se puder, vá a pé ou de bike, fica pertinho da UFSC. Localização: R. Prof. Marcos Cardoso Filho, 61 – Córrego Grande. Horários de atendimento: Terça a sábado das 12h30 às 19h. O que não deixar de comer: Bolo Red Velvet
  10. filosofiadeviajante

    La Plata: o que fazer e como chegar

    OK!
  11. filosofiadeviajante

    La Plata: o que fazer e como chegar

    Após a Revolução de 1880, último episódio da guerra civil travada entre a Província de Buenos Aires e as demais províncias que compunham a Argentina, e com a derrota daquela, a cidade de Buenos Aires foi transformada em Distrito Federal. Sendo assim, ela não poderia mais ser capital da Argentina e da Província (“estado”) simultaneamente. Com isso, o ‘governador’ Dardo Rocha, empossado após a revolta, decidiu instalar a sede provincial em um outro local, em posição estratégica e de fácil acesso a partir da capital federal. Em 1882, então, é fundada La Plata, primeira cidade planejada da Argentina. Hoje a capital da província de Buenos Aires é conhecida por suas universidades (das melhores no país) e museus e é uma ótima day-trip a partir da capital. O que fazer em La Plata 1. Universidad Nacional de La Plata (UNLP) Além de consagrada por ser uma das melhores faculdades da Argentina e berço de dois vencedores do Nobel da Paz (Carlos Saavedra Lamas, em 1936, e Adolfo Pérez Esquivel, 1980), a UNLP abriga em seu campus o Paseo del Bosque, o maior parque da cidade, que conta com um zoológico (quando estivemos lá estava fechado devido a problemas com o cuidado dos animais), um lago com pedalinho e um observatório astronômico. Além disso, não deixe de visitar o melhor museu da cidade (dito como um dos melhores da Argentina), o Museo de La Plata. Dedicado sobretudo às ciências naturais, conta com maestria a história da Argentina e da América Latina, além de expor diversos achados arqueológicos da região (destaque para o esqueleto original de um titanossauro herbívoro). Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/10/05/la-plata-o-que-fazer-e-como-chegar/
  12. filosofiadeviajante

    La Plata: o que fazer e como chegar

    Após a Revolução de 1880, último episódio da guerra civil travada entre a Província de Buenos Aires e as demais províncias que compunham a Argentina, e com a derrota daquela, a cidade de Buenos Aires foi transformada em Distrito Federal. Sendo assim, ela não poderia mais ser capital da Argentina e da Província (“estado”) simultaneamente. Com isso, o ‘governador’ Dardo Rocha, empossado após a revolta, decidiu instalar a sede provincial em um outro local, em posição estratégica e de fácil acesso a partir da capital federal. Em 1882, então, é fundada La Plata, primeira cidade planejada da Argentina. Hoje a capital da província de Buenos Aires é conhecida por suas universidades (das melhores no país) e museus e é uma ótima day-trip a partir da capital. O que fazer em La Plata 1. Universidad Nacional de La Plata (UNLP) Além de consagrada por ser uma das melhores faculdades da Argentina e berço de dois vencedores do Nobel da Paz (Carlos Saavedra Lamas, em 1936, e Adolfo Pérez Esquivel, 1980), a UNLP abriga em seu campus o Paseo del Bosque, o maior parque da cidade, que conta com um zoológico (quando estivemos lá estava fechado devido a problemas com o cuidado dos animais), um lago com pedalinho e um observatório astronômico. Além disso, não deixe de visitar o melhor museu da cidade (dito como um dos melhores da Argentina), o Museo de La Plata. Dedicado sobretudo às ciências naturais, conta com maestria a história da Argentina e da América Latina, além de expor diversos achados arqueológicos da região (destaque para o esqueleto original de um titanossauro herbívoro). Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/10/05/la-plata-o-que-fazer-e-como-chegar/
  13. Independentemente do lugar onde você vai se hospedar em Buenos Aires, é muito provável que você precise usar o transporte público. Listaremos quatro opções: ônibus, metrô, bicicleta e ônibus turístico. Tenha em mente que os valores informados no post podem estar defasados, devido à elevada inflação na Argentina. Para saber os valores atualizados, clique nos links de referência que deixaremos ao fim de cada tópico. O primeiro passo é adquirir o Cartão SUBE Pra utilizar o ônibus e o metrô de BsAs, é necessário adquirir a tarjeta SUBE, que é uma espécie de cartão pré-pago e recarregável. Basta comprá-lo em qualquer kiosko (aqueles lugares que vendem guloseimas e que estão espalhados pela cidade, inclusive nos aeroportos) ou nas estações de metrô. Custa 60 pesos (só o cartão) e você ainda deve carregá-lo com uma quantia que seja suficiente para sua viagem (os valores estão nos tópicos de cada transporte, logo abaixo). Pra recarregar, só usar as maquininhas com a identificação SUBE (na cor azul), localizadas nos aeroportos de Ezeiza e Aeroparque e nas estações de metrô. Elas não dão troco e não aceitam moedas. Esteja sempre em posse do cartão, pois você irá usá-lo logo que entrar no ônibus ou no metrô. Outra coisa legal é que se você usar o SUBE mais de uma vez em um período de 2h, você acumula descontos na passagem(50% na 2ª, 75% na 3ª). Para outras informações clique aqui. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/09/27/transporte-publico-buenos-aires/
  14. A Organização Mundial do Turismo (OMT) define o turismo sustentável como: “O turismo que considera plenamente seus atuais e futuros impactos econômicos, sociais e ambientais, abordando as necessidades dos visitantes, da indústria, do meio ambiente e das comunidades locais”. Esse conceito, como muitos podem pensar, não se restringe somente à conservação do meio ambiente, mas também a aspectos sócio-econômicos. Iremos dividí-lo em três pilares: Pilar ambiental: conservação da natureza Pilar econômico: apoio aos negócios locais (“support the local”) Pilar social: apoio aos projetos culturais locais Em janeiro de 2015, a resolução da ONU “Promoção do Turismo Sustentável, Incluindo Ecoturismo, para Erradicação da Pobreza e Proteção do Meio Ambiente” reconheceu o turismo sustentável como estratégica para redução da pobreza global, proteção da biodiversidade e desenvolvimento de diferentes comunidades pelo mundo. O ano de 2017 foi o Ano do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento, o que trouxe ainda mais à tona esse tema tão relevante. Atitudes de um viajante consciente: 1- Escolha destinos “off the beaten path” Isso significa escolher lugares que ainda não estejam tão sobrecarregados com o turismo. Lugares onde ainda é possível ter experiências mais autênticas, melhor receptividade. Algumas cidades muito turísticas no mundo, como Veneza, Barcelona, Lisboa, já estão se tornando famosas pelas manifestações contra o turismo de massa. Há relatos de turistas sendo mal tratados como reflexo disso. Sair do óbvio não se restringe apenas a escolher um destino pouco explorado. Isso pode ser feito em cidades já bem conhecidas. Em qualquer cidade sempre há lugares que não estão na rota turística convencional, principalmente nas áreas afastadas do centro. Isso significa dizer que é possível sair do comum mesmo em lugares turísticos. 2- Pesquise sobre o destino, entenda-o Já falamos da importância de ler sobre o destino aqui. Mas além do aprendizado, quando você lê bastante você escapa de experiências muito “batidas” e lugares ainda pouco explorados. Entender o destino é também saber onde está pisando e saber respeitar a cultura local. Sem falar que, com isso, você consegue adquirir muito conhecimento e muita cultura. Essa é uma das melhores vantagens de viajar. Procure pesquisar não só o roteiro em si, mas tente entender um pouco do idioma, da história e da realidade do local. Isso pode ser adquirido com livros, filmes, entre outros. E hoje com a Internet há muita informação sobre tudo, só é preciso saber filtrar. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/09/19/turismo-sustentavel-qual-o-seu-papel/
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