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filosofiadeviajante

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    Itália (Roma, Florença e Veneza), Áustria (Salzburg e Viena), Alemanha (Munique, Fussen e Berlim), República Tcheca (Praga), Escócia (Edimburgo, Stirling e Linlithgow), Inglaterra (Londres e Oxford), França (Paris), Bélgica (Bruxelas), Holanda (Amsterdã), Peru (Lima, Cusco, Puno, Arequipa, Ica e Paracas),Bolívia (tour do Uyuni), São Paulo, Porto Alegre, Brasília e Goiânia
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  1. filosofiadeviajante

    Como ir dos aeroportos de Washington, DC para o centro (e vice-versa)

    Esse post é um guia para ajudá-lo em sua chegada/saída de qualquer um dos aeroportos que servem a capital americana. Para melhor aproveitá-lo, veja as seguintes recomendações: – Procure o título que lhe interessa, ou seja, aquele referente ao aeroporto que você irá utilizar (DCA, IAD ou BWI). Lá, você irá encontrar informações sobre os mais diversos meios de transporte, incluindo horário, tarifa, tempo de locomoção e algumas vantagens/desvantagens. – Para melhor compreender cada uma das opções, leia os materiais recomendados por nós, destacados em vermelho e que redirecionam para outro site. Lá você irá encontrar informações detalhadas de horário, tarifa, bagagem, entre outros. Pra começo de conversa, há 3 aeroportos que servem a capital estadunidense, e (pasmem) nenhum fica em DC. Pra entender, basta saber que DC é um distrito minúsculo, composto por apenas uma cidade (Washington), cuja função é semelhante ao nosso Distrito Federal (com exceção de que neste há mais de uma “cidade”). Pela lei, DC não é um estado (acreditava-se que colocar a capital federal em um estado daria um poder desproporcional a esse em relação aos outros), enquanto que o nosso DF é um pouco estado e um pouco município (ente híbrido). Depois dessa breve explicação, voltemos ao objetivo do texto. Brevemente, os três aeroportos que servem DC são: Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/08/14/como-ir-dos-aeroportos-de-washington-dc-para-o-centro-e-vice-versa/
  2. filosofiadeviajante

    O que não deixar de fazer em uma primeira visita a Buenos Aires

    Antes de decidir o que você vai fazer em Buenos Aires, você precisa saber quantos dias terá para ficar na cidade. O recomendado, em nossa opinião, é pelo menos uma semana, mas se você tiver menos tempo, considere ficar pelo menos 4 dias. Quanto ao tempo máximo, arriscamos dizer que não existe, porque Buenos Aires tem muito a oferecer. Nesse post, selecionamos os lugares que são essenciais para uma visita de qualquer duração. Plaza de Mayo Cartazes de protesto na Plaza de Mayo, lugar de manifestações na capital argentina Catedral Metropolitana de Buenos Aires, uma das igrejas mais importantes do país A Praça mais emblemática da cidade (e mais cheia também). Aqui você irá encontrar a Casa Rosada (que de fato é rosa) e onde você pode fazer visitas guiadas (grátis!) para conhecer o seu interior. É obrigatória a reserva antecipada, a qual pode ser feita com no máximo 15 dias de antecedência (mais informações nesse link). Nós fizemos a visita, que durou 1h30min e achamos que valeu muito a pena. Ela foi interessante porque conhecemos a construção por dentro e aprendemos um pouco mais sobre a história da Argentina. Nessa praça também encontramos a Catedral Metropolitana de Buenos Aires, uma das igrejas mais incríveis da Argentina e Patrimônio Histórico Nacional. Vê-la independentemente já é suficiente, mas também é possível realizar tours guiados lá dentro. O custo é de 8 pesos por pessoa e os grupos são de, no mínimo, 15 pessoas, sempre pela manhã. Devem ser combinadas por telefone, com a secretaria, de segunda a sexta, das 10h às 14h. Outro lugar incrível, localizado nessa praça, é o famoso Cabildo de Buenos Aires. Durante a época colonial, o edifício foi o lugar que representava a cidade frente à metrópole, com funções jurídicas e administrativas, além de servir de prisão. O Cabildo de Buenos Aires teve mais importância com a criação em 1776 do Vice-Reino do Rio da Prata, cuja capital era Buenos Aires. Foi nesse lugar também que foi declarada a Revolução de Maio de 1810, estopim para a independência de vários países da região platina. É possível entrar e visitar as exposições de forma independente ou com a ajuda de guias. Para mais informações, clique aqui. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/07/17/o-que-nao-deixar-de-fazer-em-uma-primeira-visita-buenos-aires/
  3. Buenos Aires pode não ser a 'Meca' da comida barata, principalmente se comparada a algumas cidades asiáticas. A capital argentina, que já foi conhecida por seus preços atraentes, foi assombrada pelo fantasma da inflação, e hoje já ostenta valores similares às grandes capitais europeias. Apesar disso, a cidade não decepciona os pães-duros de plantão (como nós), que fazem qualquer coisa pra manter o budgetno limite. A linha de frente da comida barata em BsAs é basicamente composta por pizza, empanada e choripán (pão com linguiça). Apesar da fama, o último não é assim tão fácil de achar, pelo menos na rua, já que a capital não é tão rica em opções de comida callejera. Preço justo:espere pagar cerca de ARS30 por uma fatia de pizza de mozzarella ou por uma empanada (qualquer sabor, frita ou assada) e ARS50 por um chori (como é chamado carinhosamente o choripán). Continue lendo em: http://wp.me/p8A1rR-sN
  4. filosofiadeviajante

    O que não perder em uma primeira vez em Nova York

    Nova York é uma cidade com milhares de atrações e coisas a serem vistas. Nem sempre, em uma primeira visita, é possível aproveitar tudo de bom que a cidade pode oferecer. Nesse post, fizemos uma relação de passeios essenciais, principalmente se você estiver com o tempo mais apertado. 1- Caminhar no DUMBO, no Brooklyn, passando pela fotogênica Brooklyn Bridge Uma das áreas mais cools e fotogênicas da cidade, também é uma ótima região para passear no final da tarde. No DUMBO você encontrará diversas ruas com vistas incríveis para a famosa ponte, perfeitas para uma bela fotografia. Aproveite para atravessar do Brooklyn até Manhattan e ter uma vista incrível do skyline dessa megalópole. A partir dela você conseguirá ver até mesmo a Estátua da Liberdade. Porém não se assuste com a quantidade de turistas que você vai encontrar, a qualquer época do ano. Continue lendo em: http://wp.me/p8A1rR-rX
  5. filosofiadeviajante

    Dicas preciosas para arrumar sua mala de viagem

    Viajar é quase sempre uma experiência maravilhosa, que começa muito antes da hora do embarque. Isso porque antes vem a fase de planejamento. É preciso saber o itinerário, os custos e a [muitas vezes] temida organização da mala de viagem. Sendo ela de rodinhas ou mochilão, a verdade é que essa etapa sempre exige muita organização. Eu e o Henrique gostamos de usar nosso mochilão de 60L da Quechua (para usufruto de nós dois) e como o espaço é restrito, só levamos o que é estritamente necessáriopara o tempo de viagem. Aqui vão alguns macetespara tornar essa preparação mais fácil: 1- Escolha a mala que você vai levar. Considere que a mala de rodinhas atrapalha um pouco no deslocamento entre cidades e países, principalmente quando há calçadas e escadas a serem percorridas. Mas, se você for usar táxi na maioria das vezes, esse problema já se torna bem menor. E para quem tem problemas de coluna, pode ser uma boa opção. Já o mochilão é mais flexível para as andanças a pé e de transporte público. Além disso, não incomoda em calçadas e escadas. Continue lendo em: http://wp.me/p8A1rR-rA
  6. filosofiadeviajante

    As incríveis praias de Bombinhas

    Bombinhas é um dos destinos de verão mais famosos de Santa Catarina e do Brasil. Conhecida como a capital do Mergulho Ecológico, a cidade possui uma infinidade de praias e trilhas a serem exploradas. Desde lugares ideiais para mergulho até a praias ideias para a prática do surf, a diversidade dessa região é inigualável. Bora conhecer cada uma dessas praias tão incríveis? Praia de Bombas O nome da praia se dá pelo som que as ondas produzem, mas Bombas nem sempre é muito agitada. Tudo depende de como se comportam os ventos. Características da praia: Suas águas em geral são calmas, com pequenas ondas. Há bastante movimento durante todo o verão. Para quem gosta de uma praia mais reservada, essa talvez não seja a melhor opção. O canto direito da praia é impróprio para banho, mas dá acesso à linda Praia do Ribeiro. Localização: É a primeira praia do município. Seu acesso é pela SC 412, que liga a cidade de Porto Belo a Bombinhas, direto pela avenida Leopoldo Zarling, a principal via do bairro de Bombas. Infra-estrutura: A avenida principal, que está de frente à Praia de Bombas (Av. Leopoldo Zarling), possui tudo que alguém necessita para uma temporada na praia. Supermercados, quiosques, postos de gasolina, lojas de roupas, farmácias, hotéis... Quem fica nos arredores de Bombas não fica na mão. Praia do Ribeiro Características da praia: É uma praia pequena, com apenas 120 metros de extensão. Possui águas tranquilas e transparentes, lindas de se ver em dias de bastante sol. Em algumas épocas do ano é possível avistar tartarugas nadando junto ao costão. Também dá para praticar snorkeling aqui. Para quem gosta de uma praia mais reservada e com menos gente, essa pode ser uma boa opção. Localização: Acesso se dá por meio de uma trilha que começa no canto direito da Praia de Bombas. A trilha é rápida (em torno de 5 a 10 minutos) e de nível fácil. Infra-estrutura: A infra-estrutura é bem pequena. Antigamente não tinha absolutamente nada. Agora em dezembro de 2017 vimos um vendedor ambulante vendendo insumos básicos no final dessa praia. Mas nada além disso. Continue lendo em: : http://filosofiadeviajante.com.br/2017/12/24/incriveis-praias-de-bombinhas/
  7. filosofiadeviajante

    Praias do Norte de Floripa – Parte 1

    Todo mundo sabe que Florianópolis é recheada de praias. Algumas fontes dizem que são mais de 40. Em uma só ilha! Enquanto as praias do Sul são mais nativas e têm menos infra-estrutura turística, o Norte já é muito conhecido pelos turistas, sobretudo argentinos, que vêm na alta temporada (dezembro a março). Pra inaugurar uma série de posts sobre as praias de Floripa (a cidade que nos adotou há mais de 2 anos e na qual ainda temos muuuito a explorar), vamos falar sobre a Praia Brava, a Lagoinha do Norte, Ponta das Canas e Cachoeira do Bom Jesus, todas no Norte da Ilha de Santa Catarina. 1 – Praia Brava Localização Vizinha de Canasvieiras e Ponta das Canas, ao norte da Ilha de Florianópolis, a 36 km do centro de Florianópolis. Características da praia É muito conhecida por ser um local perfeito para a prática do surf. Tem ondas fortes e bravas (daí o nome da praia), com intenso repuxo (por isso quem deseja tomar banho nessa praia deve ter muito cuidado). As águas são claras e cristalinas, perfeitas para uma bela foto debaixo d’água. Possui cerca de 1,5km de extensão e faixa de areia entre 25 e 80 metros. Pode apresentar alguns desníveis mais profundos, o que pode favorecer acidentes. Infra-estrutura A comunidade é pequena e composta na sua maioria por condomínios de edifícios que ficam de frente para o mar ou próximo dele. Os arredores da praia são muito lindos, e fora da temporada ela fica mais deserta. Não há tantas opções de quiosques e restaurantes, o que pede uma boa preparação para passar o dia nesta praia. Nos pareceu uma praia bastante organizada e segura. Percebemos que há poucas pousadas nos arredores, mas soubemos que há uma oferta muito grande de AirBnBs na região. *Clique nas fotos para ampliá-las Praia Brava Águas bravas, que dão o nome à praia Águas cristalinas da Praia Brava Estrada que chega à Praia Brava e de onde pode-se chegar ao Mirante da Praia Brava e à Trilha do Rapa Outras atrações Mirante da Praia Brava No topo do morro de entrada para a Brava há um mirante, localizado ao lado de um restaurante, que permite ter um visual panorâmico da praia. De lá também saem voos de parapente (R$200 por 20min) Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/12/20/praias-norte-de-floripa/
  8. filosofiadeviajante

    Uma breve história de Cusco, a antiga capital Inca

    Apesar de não haver consenso de quando Cusco começou a ser povoada, a cidade é considerada a mais antiga ainda existente das Américas. Acredita-se que a primeira cultura a habitá-la, nos idos de 1000 a.C., foi a Marcavalle, composta por fazendeiros e pastores. Claro que, antes disso, povos nômades já haviam passado por Cusco, mas ninguém havia se estabelecido em suas terras até então. Por volta de 800 a.C., estabeleceram-se na região os Chanapata, dos quais restou apenas alguns fragmentos de cerâmica para contar história. O próximo registro que se tem é de muito tempo depois, de 600 d.C., quando a cultura Qotakalli foi criada e o primeiro sistema de estados regionais foi estabelecido. Pisaq, porta de entrada para os sítios arqueológicos do Valle Sagrado. Apresenta mescla das arquiteturas inca e espanhola. Pukapukara, uma espécie de alfândega durante o Império Inca Entretanto, a primeira cultura a trazer significativo desenvolvimento urbano, agrícola e religioso foi a Wari, proveniente da região de Ayacucho, que se estabeleceu em Cusco nos anos de 750. Aliás, eles deixaram um legado arquitetônico para os dias atuais, sob os sítios de Piquillacta e Choquepuquio (poquíssimo explorados pelas agências de turismo de Cusco). Inexplicavelmente, os Wari sumiram do mapa – mas não da história – por volta do ano 1000. Há vestígios de sua ocupação a 22km de Ayacucho, no chamado Museo de Sitio Wari. No período entre 1000 e 1200, diversos povos se alternaram no domínio da região de Cusco, sem que um deles obtivesse destaque. Porém, no início do século XIII, teria início a formação de um dos impérios mais grandiosos já existentes na América, o Inca. Na verdade, o império em si era chamado de ‘Tahuantisuyo‘ (em quéchua, “quatro estados”), representando as quatro partes em que Cusco era dividida, enquanto ‘Inca’ se referia ao governante máximo (o primeiro foi Manco Cápac). A expansão de fato só veio sob o comando do Inca Pachakuteq, coroado em 1438, época em que foram construídos Machu Picchu, Moray e as rodovias que interligavam os povoados do Tahuantisuyo, que no auge se estendia pelo noroeste da Argentina, os vales centrais do Chile, o sul da Colômbia e o altiplano boliviano. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/12/18/historia-cusco-capital-inca/
  9. Visitar a Europa é sempre uma saga. Para o viajante é difícil saber principalmente quantos dias ficar em cada uma das cidades escolhidas. E não é fácil mesmo! Por vezes nos apaixonamos pelas cidades (escrevemos sobre nosso top 10 cidades da Europa Ocidental aqui) e queremos ficar mais tempo do que tínhamos planejado. O contrário também pode acontecer, ou seja, o seu santo não bater com a cidade que você está visitando. Para te ajudar um pouquinho, te dizemos quantos dias passar em algumas das cidades mais turísticas da Europa Ocidental (com base em nossa opinião, claro!). Escolhemos dividir em “Conhecer o básico”, para aqueles que querem só conhecer as principais atrações e em “Conhecer mais profundamente”, para aqueles que querem ir além do meramente turístico. Bora começar? Roma Nível “Conhecer o básico”: 4 dias Nível “Conhecer mais profundamente”: 8+ dias Roma é um museu a céu aberto e merece ser visitada com calma. Há inúmeros museus, entre eles o “Musei Capitolini”, que demanda pelo menos um período inteiro do dia para ser visitado. Sem contar que o complexo do Fori Imperiali + Coliseu + Palatino pode demandar até mais de um dia (tanto que o ingresso para os três é válido por 2 dias). Na cozinha, Roma é definitivamente o paraíso para quem gosta de uma boa pizza italiana. Massa fina e leve, recheio por vezes simples, contudo sabor inesquecível. Não deixe de visitar pelo menos as mais famosas e reconhecidas, como “Sforno”, “Moma” e “La gatta mangiona”. Também aproveite os tempos de descanso para tomar um gelato italiano na tradicional “Giolitti” (aliás, falamos sobre os gelatos de Roma aqui). Para fazer tudo isso e muito mais, é necessário aos menos 4 dias na cidade. Se você quiser explorar mais (como nós quisemos), experimente ficar pelo menos 8 dias e saborear a cidade mais devagar. Saboreie o delicioso café italiano na famosa “La Tazza d’Oro” e reserve uma tarde para experimentar os diversos ‘espressos’ da Città Eterna. Flaneie pelas ruelas de Trastevere e à beira do Rio Tibre. E pra fechar com chave de ouro, passeie um dia em um país diferente: o Vaticano. Lá você pode visitar as famosas Piazza e Basílica di San Pietro e visitar o enorme Museo Vaticani. Em resumo: Roma vicia! Florença Nível “Conhecer o básico”: 2 dias Nível “Conhecer mais profundamente”: 5+ dias Como pode uma cidade tão pequenina ter sido tão importante para a História da Arte mundial? Florença é o Tesouro da Toscana e transpira arte e cultura. Chega a ter até um gosto de cidade interiorana. Não tão interiorana porque, a qualquer estação do ano, há milhares de turistas circulando pela cidade. Mas não há como negar que os museus são o carro-chefe de qualquer viagem à cidade dos artistas. Desde a “Galleria degli Uffizi” até a Galleria dell’Accaddemia”, obras famosas no mundo inteiro enchem os olhos de quem visita. Dois dias são suficientes para conhecer o básico e o mais turístico de Florença (montamos um roteiro de 2 dias pela capital da Toscana aqui). Mas se você quiser conhecer cada cantinho dessa cidade charmosa, além das demais cidades toscanas (e.g. Pisa, Luca, San Gimignano, Siena), você vai precisar de mais dias para pernar ou dirigir pela região. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/12/11/mochilao-na-europa-ocidental-quantos-dias-passar-em-cada-cidade-e-por-que/
  10. filosofiadeviajante

    Europa Ocidental: quantos dias passar em cada cidade e por quê

    Visitar a Europa é sempre uma saga. Para o viajante é difícil saber principalmente quantos dias ficar em cada uma das cidades escolhidas. E não é fácil mesmo! Por vezes nos apaixonamos pelas cidades (escrevemos sobre nosso top 10 cidades da Europa Ocidental aqui) e queremos ficar mais tempo do que tínhamos planejado. O contrário também pode acontecer, ou seja, o seu santo não bater com a cidade que você está visitando. Para te ajudar um pouquinho, te dizemos quantos dias passar em algumas das cidades mais turísticas da Europa Ocidental (com base em nossa opinião, claro!). Escolhemos dividir em “Conhecer o básico”, para aqueles que querem só conhecer as principais atrações e em “Conhecer mais profundamente”, para aqueles que querem ir além do meramente turístico. Bora começar? Roma Nível “Conhecer o básico”: 4 dias Nível “Conhecer mais profundamente”: 8+ dias Roma é um museu a céu aberto e merece ser visitada com calma. Há inúmeros museus, entre eles o “Musei Capitolini”, que demanda pelo menos um período inteiro do dia para ser visitado. Sem contar que o complexo do Fori Imperiali + Coliseu + Palatino pode demandar até mais de um dia (tanto que o ingresso para os três é válido por 2 dias). Na cozinha, Roma é definitivamente o paraíso para quem gosta de uma boa pizza italiana. Massa fina e leve, recheio por vezes simples, contudo sabor inesquecível. Não deixe de visitar pelo menos as mais famosas e reconhecidas, como “Sforno”, “Moma” e “La gatta mangiona”. Também aproveite os tempos de descanso para tomar um gelato italiano na tradicional “Giolitti” (aliás, falamos sobre os gelatos de Roma aqui). Para fazer tudo isso e muito mais, é necessário aos menos 4 dias na cidade. Se você quiser explorar mais (como nós quisemos), experimente ficar pelo menos 8 dias e saborear a cidade mais devagar. Saboreie o delicioso café italiano na famosa “La Tazza d’Oro” e reserve uma tarde para experimentar os diversos ‘espressos’ da Città Eterna. Flaneie pelas ruelas de Trastevere e à beira do Rio Tibre. E pra fechar com chave de ouro, passeie um dia em um país diferente: o Vaticano. Lá você pode visitar as famosas Piazza e Basílica di San Pietro e visitar o enorme Museo Vaticani. Em resumo: Roma vicia! Florença Nível “Conhecer o básico”: 2 dias Nível “Conhecer mais profundamente”: 5+ dias Como pode uma cidade tão pequenina ter sido tão importante para a História da Arte mundial? Florença é o Tesouro da Toscana e transpira arte e cultura. Chega a ter até um gosto de cidade interiorana. Não tão interiorana porque, a qualquer estação do ano, há milhares de turistas circulando pela cidade. Mas não há como negar que os museus são o carro-chefe de qualquer viagem à cidade dos artistas. Desde a “Galleria degli Uffizi” até a Galleria dell’Accaddemia”, obras famosas no mundo inteiro enchem os olhos de quem visita. Dois dias são suficientes para conhecer o básico e o mais turístico de Florença (montamos um roteiro de 2 dias pela capital da Toscana aqui). Mas se você quiser conhecer cada cantinho dessa cidade charmosa, além das demais cidades toscanas (e.g. Pisa, Luca, San Gimignano, Siena), você vai precisar de mais dias para pernar ou dirigir pela região. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/12/11/mochilao-na-europa-ocidental-quantos-dias-passar-em-cada-cidade-e-por-que/
  11. filosofiadeviajante

    Europa Ocidental: quantos dias passar em cada cidade e por quê

    Visitar a Europa é sempre uma saga. Para o viajante é difícil saber principalmente quantos dias ficar em cada uma das cidades escolhidas. E não é fácil mesmo! Por vezes nos apaixonamos pelas cidades (escrevemos sobre nosso top 10 cidades da Europa Ocidental aqui) e queremos ficar mais tempo do que tínhamos planejado. O contrário também pode acontecer, ou seja, o seu santo não bater com a cidade que você está visitando. Para te ajudar um pouquinho, te dizemos quantos dias passar em algumas das cidades mais turísticas da Europa Ocidental (com base em nossa opinião, claro!). Escolhemos dividir em “Conhecer o básico”, para aqueles que querem só conhecer as principais atrações e em “Conhecer mais profundamente”, para aqueles que querem ir além do meramente turístico. Bora começar? Roma Nível “Conhecer o básico”: 4 dias Nível “Conhecer mais profundamente”: 8+ dias Roma é um museu a céu aberto e merece ser visitada com calma. Há inúmeros museus, entre eles o “Musei Capitolini”, que demanda pelo menos um período inteiro do dia para ser visitado. Sem contar que o complexo do Fori Imperiali + Coliseu + Palatino pode demandar até mais de um dia (tanto que o ingresso para os três é válido por 2 dias). Na cozinha, Roma é definitivamente o paraíso para quem gosta de uma boa pizza italiana. Massa fina e leve, recheio por vezes simples, contudo sabor inesquecível. Não deixe de visitar pelo menos as mais famosas e reconhecidas, como “Sforno”, “Moma” e “La gatta mangiona”. Também aproveite os tempos de descanso para tomar um gelato italiano na tradicional “Giolitti” (aliás, falamos sobre os gelatos de Roma aqui). Para fazer tudo isso e muito mais, é necessário aos menos 4 dias na cidade. Se você quiser explorar mais (como nós quisemos), experimente ficar pelo menos 8 dias e saborear a cidade mais devagar. Saboreie o delicioso café italiano na famosa “La Tazza d’Oro” e reserve uma tarde para experimentar os diversos ‘espressos’ da Città Eterna. Flaneie pelas ruelas de Trastevere e à beira do Rio Tibre. E pra fechar com chave de ouro, passeie um dia em um país diferente: o Vaticano. Lá você pode visitar as famosas Piazza e Basílica di San Pietro e visitar o enorme Museo Vaticani. Em resumo: Roma vicia! Florença Nível “Conhecer o básico”: 2 dias Nível “Conhecer mais profundamente”: 5+ dias Como pode uma cidade tão pequenina ter sido tão importante para a História da Arte mundial? Florença é o Tesouro da Toscana e transpira arte e cultura. Chega a ter até um gosto de cidade interiorana. Não tão interiorana porque, a qualquer estação do ano, há milhares de turistas circulando pela cidade. Mas não há como negar que os museus são o carro-chefe de qualquer viagem à cidade dos artistas. Desde a “Galleria degli Uffizi” até a Galleria dell’Accaddemia”, obras famosas no mundo inteiro enchem os olhos de quem visita. Dois dias são suficientes para conhecer o básico e o mais turístico de Florença (montamos um roteiro de 2 dias pela capital da Toscana aqui). Mas se você quiser conhecer cada cantinho dessa cidade charmosa, além das demais cidades toscanas (e.g. Pisa, Luca, San Gimignano, Siena), você vai precisar de mais dias para pernar ou dirigir pela região. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/12/11/mochilao-na-europa-ocidental-quantos-dias-passar-em-cada-cidade-e-por-que/
  12. Visitar a Europa é sempre uma saga. Para o viajante é difícil saber principalmente quantos dias ficar em cada uma das cidades escolhidas. E não é fácil mesmo! Por vezes nos apaixonamos pelas cidades (escrevemos sobre nosso top 10 cidades da Europa Ocidental aqui) e queremos ficar mais tempo do que tínhamos planejado. O contrário também pode acontecer, ou seja, o seu santo não bater com a cidade que você está visitando. Para te ajudar um pouquinho, te dizemos quantos dias passar em algumas das cidades mais turísticas da Europa Ocidental (com base em nossa opinião, claro!). Escolhemos dividir em “Conhecer o básico”, para aqueles que querem só conhecer as principais atrações e em “Conhecer mais profundamente”, para aqueles que querem ir além do meramente turístico. Bora começar? Roma Nível “Conhecer o básico”: 4 dias Nível “Conhecer mais profundamente”: 8+ dias Roma é um museu a céu aberto e merece ser visitada com calma. Há inúmeros museus, entre eles o “Musei Capitolini”, que demanda pelo menos um período inteiro do dia para ser visitado. Sem contar que o complexo do Fori Imperiali + Coliseu + Palatino pode demandar até mais de um dia (tanto que o ingresso para os três é válido por 2 dias). Na cozinha, Roma é definitivamente o paraíso para quem gosta de uma boa pizza italiana. Massa fina e leve, recheio por vezes simples, contudo sabor inesquecível. Não deixe de visitar pelo menos as mais famosas e reconhecidas, como “Sforno”, “Moma” e “La gatta mangiona”. Também aproveite os tempos de descanso para tomar um gelato italiano na tradicional “Giolitti” (aliás, falamos sobre os gelatos de Roma aqui). Para fazer tudo isso e muito mais, é necessário aos menos 4 dias na cidade. Se você quiser explorar mais (como nós quisemos), experimente ficar pelo menos 8 dias e saborear a cidade mais devagar. Saboreie o delicioso café italiano na famosa “La Tazza d’Oro” e reserve uma tarde para experimentar os diversos ‘espressos’ da Città Eterna. Flaneie pelas ruelas de Trastevere e à beira do Rio Tibre. E pra fechar com chave de ouro, passeie um dia em um país diferente: o Vaticano. Lá você pode visitar as famosas Piazza e Basílica di San Pietro e visitar o enorme Museo Vaticani. Em resumo: Roma vicia! Florença Nível “Conhecer o básico”: 2 dias Nível “Conhecer mais profundamente”: 5+ dias Como pode uma cidade tão pequenina ter sido tão importante para a História da Arte mundial? Florença é o Tesouro da Toscana e transpira arte e cultura. Chega a ter até um gosto de cidade interiorana. Não tão interiorana porque, a qualquer estação do ano, há milhares de turistas circulando pela cidade. Mas não há como negar que os museus são o carro-chefe de qualquer viagem à cidade dos artistas. Desde a “Galleria degli Uffizi” até a Galleria dell’Accaddemia”, obras famosas no mundo inteiro enchem os olhos de quem visita. Dois dias são suficientes para conhecer o básico e o mais turístico de Florença (montamos um roteiro de 2 dias pela capital da Toscana aqui). Mas se você quiser conhecer cada cantinho dessa cidade charmosa, além das demais cidades toscanas (e.g. Pisa, Luca, San Gimignano, Siena), você vai precisar de mais dias para pernar ou dirigir pela região. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/12/11/mochilao-na-europa-ocidental-quantos-dias-passar-em-cada-cidade-e-por-que/
  13. filosofiadeviajante

    Passaporte brasileiro: como emiti-lo e informações úteis

    Ter um passaporte é um item quase que obrigatório para quem deseja viajar ao Exterior. “Quase que” porque há países que não o exigem, especialmente os da América do Sul, como Uruguai, Argentina, Chile, Peru, entre outros. Para fazer o passaporte pela primeira vez ou para renová-lo, você vai precisar dos mesmos documentos. Portanto, se prepare para separar um bocado deles, os quais serão usados para preencher um formulário online e para o dia de comparecimento à Polícia Federal. O interessado em emitir um passaporte brasileiro deve seguir as seguintes condições: – Ser Brasileiro (seguindo os requisitos constitucionais da Nacionalidade Brasileira nesse link) – Ter-se alistado eleitor, quando obrigatório; – Ter votado na última eleição, quando obrigatório, justificado, ou pago a multa respectiva; – Se homem, estar quite com o serviço militar obrigatório; – Não ser procurado nem impedido de obter passaporte ou de sair do País pela Justiça. – Reunir os seguintes documentos ORIGINAIS (e, conforme a legislação pertinente, ainda poderão ser exigidos outros documentos no momento do atendimento, havendo fundadas razões): 1.Documento de Identidade (obrigatório para maiores de 12 anos) Podem ser aceitos como documento de identidade: – Cédula de identidade expedida por Secretaria de Segurança Pública; – Carteira funcional expedida por órgão público, reconhecida por lei federal como documento de identidade válido em todo território nacional; – Carteira de identidade expedida por comando militar, ex-ministério militar, pelo Corpo de Bombeiros ou Polícia Militar; – Passaporte brasileiro anterior (ainda que vencido); – Carteira nacional de habilitação expedida pelo DETRAN, acompanhada de outro documento original que comprove local de nascimento; – Carteira de identidade expedida por órgão fiscalizador do exercício de profissão regulamentada por lei; – Carteira de trabalho e previdência social-CTPS. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/12/05/como-emitir-seu-passaporte-brasileiro/
  14. Machu Picchu é, sem dúvidas, um dos destinos mais cobiçados pelos viajantes atualmente. Europeus, estadunidenses, chilenos e argentinos confluem em massa para o Peru para conhecer, sobretudo, sua maravilha do mundo. E não é à toa… A Velha Montanha ou Velho Pico (tradução livre do quéchua de ‘Machu Picchu’), um dos maiores legados Incas, é uma fonte inesgotável de mistérios e paisagens estonteantes. Machu Picchu, erguida provavelmente no século XV a mando de Pachacuteq, à beira do Vale do Rio Urubamba e a 2400m de altitude, abriga restos arqueológicos do que foi, provavelmente, uma cidade, com moradias, templos, sistema de escoamento de água, plantações e locais para criação de animais. A descoberta para o mundo, entretanto, só veio em 1911, em uma expedição do arqueólogo da Universidade de Yale Hiram Bingham. Pelo fato de ser um local isolado, o acesso a Machu Picchu não é dos mais fáceis. Mas não desanime: com a popularização do sítio o acesso tem se tornado mais fácil. E o melhor: as paisagens no caminho fazem valer qualquer possível perrengue. Nesse post vamos apresentar todas as formas de se chegar a Machu Picchu, desde as mais econômicas às mais, digamos, luxuosas. Do Brasil ao Peru O aeroporto mais próximo de Machu Picchu é o Aeroporto Alejandro Velazco Astete, em Cusco, mas infelizmente não há voos diretos do Brasil para Cusco. Os voos internacionais têm como único destino Lima. Há voos diretos para a capital peruana a partir das seguintes cidades brasileiras: São Paulo: voos diários operados pela LATAM e pela Avianca. O voo dura aproximadamente 5h. Rio de Janeiro: voos diários operados pela Avianca e quase diários operados pela LATAM. O voo dura cerca de 5:30. Porto Alegre: 1 voo diário operado pela Avianca. Duração de voo: 5h. Foz do Iguaçu: 1 voo quase diário operado pela LATAM. O voo é mais curto, dura cerca de 4:15. De Lima para Cusco Leia mais: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/12/02/lixo-ao-luxo-tudo-que-voce-precisa-saber-para-chegar-machu-picchu/
  15. @Neto Recife o post completo está no seguinte link, Neto: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/11/22/como-adquirir-o-eta-para-viagens-ao-canada/
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