Ir para conteúdo
  • Cadastre-se

filosofiadeviajante

Membros
  • Total de itens

    102
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

12 Boa

1 Seguidor

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Itália (Roma, Florença e Veneza), Áustria (Salzburg e Viena), Alemanha (Munique, Fussen e Berlim), República Tcheca (Praga), Escócia (Edimburgo, Stirling e Linlithgow), Inglaterra (Londres e Oxford), França (Paris), Bélgica (Bruxelas), Holanda (Amsterdã), Peru (Lima, Cusco, Puno, Arequipa, Ica e Paracas),Bolívia (tour do Uyuni), São Paulo, Porto Alegre, Brasília e Goiânia
  • Próximo Destino
    EUA (WC, Baltimore, NYC, Boston) e Canadá ( Montreal, Quebec City, Ottawa, Toronto e Catartas do Niágara)

Últimos Visitantes

O bloco dos últimos visitantes está desativado e não está sendo visualizado por outros usuários.

  1. filosofiadeviajante

    Cafés mais legais de Floripa

    Elaboramos uma lista dos cafés e confeitarias de que mais gostamos na Ilha. Todos esses lugares foram selecionados segundo nossa experiência pessoal. Segue abaixo: Pannacotta Bakeshop Entrada do café Vitrine. Hummmm… Interior do café Mais do interior do café Mini-cupcake de limão com amora, mini-cupcake de leite ninho e uma soda italiana de framboesa Um café com um ambiente muito agradável e aconchegante. Bolos, cupcakes, taças, salgados… Há também muitas opções de bebida. Os bolos são particularmente bons (a fatia custa R$13,50) e os sabores variam entre Red Velvet, Chocolate com calda de chocolate, Chocolate com paçoquinha, Chocolate com doce de leite, Blue velvet, entre muitos outros. Os cupcakes também possuem sabores de respeito, entre eles leite ninho e amora com limão. Também são produzidos os famosos doces franceses, macarons, deliciosos por sinal, nos sabores limão siciliano, doce de leite, chocolate amargo, entre outros. Há opções de salgados (coxinha, pão de queijo, empanada) para quem não é muito fã de doces, e de bebidas (cafés, sodas italianas, cafés gelados). O café não costuma estar muito cheio, com exceção de sábado à tarde, dia em que pode ser difícil e demorado encontrar uma mesa disponível, até porque o lugar é pequeno. O atendimento é muito bom. Não há estacionamento no local, devendo utilizar as vagas da rua, que possui um número razoável delas. Ou se puder, vá a pé ou de bike, fica pertinho da UFSC. Localização: R. Prof. Marcos Cardoso Filho, 61 – Córrego Grande. Horários de atendimento: Terça a sábado das 12h30 às 19h. O que não deixar de comer: Bolo Red Velvet
  2. filosofiadeviajante

    La Plata: o que fazer e como chegar

    OK!
  3. filosofiadeviajante

    La Plata: o que fazer e como chegar

    Após a Revolução de 1880, último episódio da guerra civil travada entre a Província de Buenos Aires e as demais províncias que compunham a Argentina, e com a derrota daquela, a cidade de Buenos Aires foi transformada em Distrito Federal. Sendo assim, ela não poderia mais ser capital da Argentina e da Província (“estado”) simultaneamente. Com isso, o ‘governador’ Dardo Rocha, empossado após a revolta, decidiu instalar a sede provincial em um outro local, em posição estratégica e de fácil acesso a partir da capital federal. Em 1882, então, é fundada La Plata, primeira cidade planejada da Argentina. Hoje a capital da província de Buenos Aires é conhecida por suas universidades (das melhores no país) e museus e é uma ótima day-trip a partir da capital. O que fazer em La Plata 1. Universidad Nacional de La Plata (UNLP) Além de consagrada por ser uma das melhores faculdades da Argentina e berço de dois vencedores do Nobel da Paz (Carlos Saavedra Lamas, em 1936, e Adolfo Pérez Esquivel, 1980), a UNLP abriga em seu campus o Paseo del Bosque, o maior parque da cidade, que conta com um zoológico (quando estivemos lá estava fechado devido a problemas com o cuidado dos animais), um lago com pedalinho e um observatório astronômico. Além disso, não deixe de visitar o melhor museu da cidade (dito como um dos melhores da Argentina), o Museo de La Plata. Dedicado sobretudo às ciências naturais, conta com maestria a história da Argentina e da América Latina, além de expor diversos achados arqueológicos da região (destaque para o esqueleto original de um titanossauro herbívoro). Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/10/05/la-plata-o-que-fazer-e-como-chegar/
  4. filosofiadeviajante

    La Plata: o que fazer e como chegar

    Após a Revolução de 1880, último episódio da guerra civil travada entre a Província de Buenos Aires e as demais províncias que compunham a Argentina, e com a derrota daquela, a cidade de Buenos Aires foi transformada em Distrito Federal. Sendo assim, ela não poderia mais ser capital da Argentina e da Província (“estado”) simultaneamente. Com isso, o ‘governador’ Dardo Rocha, empossado após a revolta, decidiu instalar a sede provincial em um outro local, em posição estratégica e de fácil acesso a partir da capital federal. Em 1882, então, é fundada La Plata, primeira cidade planejada da Argentina. Hoje a capital da província de Buenos Aires é conhecida por suas universidades (das melhores no país) e museus e é uma ótima day-trip a partir da capital. O que fazer em La Plata 1. Universidad Nacional de La Plata (UNLP) Além de consagrada por ser uma das melhores faculdades da Argentina e berço de dois vencedores do Nobel da Paz (Carlos Saavedra Lamas, em 1936, e Adolfo Pérez Esquivel, 1980), a UNLP abriga em seu campus o Paseo del Bosque, o maior parque da cidade, que conta com um zoológico (quando estivemos lá estava fechado devido a problemas com o cuidado dos animais), um lago com pedalinho e um observatório astronômico. Além disso, não deixe de visitar o melhor museu da cidade (dito como um dos melhores da Argentina), o Museo de La Plata. Dedicado sobretudo às ciências naturais, conta com maestria a história da Argentina e da América Latina, além de expor diversos achados arqueológicos da região (destaque para o esqueleto original de um titanossauro herbívoro). Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/10/05/la-plata-o-que-fazer-e-como-chegar/
  5. Independentemente do lugar onde você vai se hospedar em Buenos Aires, é muito provável que você precise usar o transporte público. Listaremos quatro opções: ônibus, metrô, bicicleta e ônibus turístico. Tenha em mente que os valores informados no post podem estar defasados, devido à elevada inflação na Argentina. Para saber os valores atualizados, clique nos links de referência que deixaremos ao fim de cada tópico. O primeiro passo é adquirir o Cartão SUBE Pra utilizar o ônibus e o metrô de BsAs, é necessário adquirir a tarjeta SUBE, que é uma espécie de cartão pré-pago e recarregável. Basta comprá-lo em qualquer kiosko (aqueles lugares que vendem guloseimas e que estão espalhados pela cidade, inclusive nos aeroportos) ou nas estações de metrô. Custa 60 pesos (só o cartão) e você ainda deve carregá-lo com uma quantia que seja suficiente para sua viagem (os valores estão nos tópicos de cada transporte, logo abaixo). Pra recarregar, só usar as maquininhas com a identificação SUBE (na cor azul), localizadas nos aeroportos de Ezeiza e Aeroparque e nas estações de metrô. Elas não dão troco e não aceitam moedas. Esteja sempre em posse do cartão, pois você irá usá-lo logo que entrar no ônibus ou no metrô. Outra coisa legal é que se você usar o SUBE mais de uma vez em um período de 2h, você acumula descontos na passagem(50% na 2ª, 75% na 3ª). Para outras informações clique aqui. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/09/27/transporte-publico-buenos-aires/
  6. Independentemente do lugar onde você vai se hospedar em Buenos Aires, é muito provável que você precise usar o transporte público. Listaremos quatro opções: ônibus, metrô, bicicleta e ônibus turístico. Tenha em mente que os valores informados no post podem estar defasados, devido à elevada inflação na Argentina. Para saber os valores atualizados, clique nos links de referência que deixaremos ao fim de cada tópico. O primeiro passo é adquirir o Cartão SUBE Pra utilizar o ônibus e o metrô de BsAs, é necessário adquirir a tarjeta SUBE, que é uma espécie de cartão pré-pago e recarregável. Basta comprá-lo em qualquer kiosko (aqueles lugares que vendem guloseimas e que estão espalhados pela cidade, inclusive nos aeroportos) ou nas estações de metrô. Custa 60 pesos (só o cartão) e você ainda deve carregá-lo com uma quantia que seja suficiente para sua viagem (os valores estão nos tópicos de cada transporte, logo abaixo). Pra recarregar, só usar as maquininhas com a identificação SUBE (na cor azul), localizadas nos aeroportos de Ezeiza e Aeroparque e nas estações de metrô. Elas não dão troco e não aceitam moedas. Esteja sempre em posse do cartão, pois você irá usá-lo logo que entrar no ônibus ou no metrô. Outra coisa legal é que se você usar o SUBE mais de uma vez em um período de 2h, você acumula descontos na passagem(50% na 2ª, 75% na 3ª). Para outras informações clique aqui. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/09/27/transporte-publico-buenos-aires/
  7. A Organização Mundial do Turismo (OMT) define o turismo sustentável como: “O turismo que considera plenamente seus atuais e futuros impactos econômicos, sociais e ambientais, abordando as necessidades dos visitantes, da indústria, do meio ambiente e das comunidades locais”. Esse conceito, como muitos podem pensar, não se restringe somente à conservação do meio ambiente, mas também a aspectos sócio-econômicos. Iremos dividí-lo em três pilares: Pilar ambiental: conservação da natureza Pilar econômico: apoio aos negócios locais (“support the local”) Pilar social: apoio aos projetos culturais locais Em janeiro de 2015, a resolução da ONU “Promoção do Turismo Sustentável, Incluindo Ecoturismo, para Erradicação da Pobreza e Proteção do Meio Ambiente” reconheceu o turismo sustentável como estratégica para redução da pobreza global, proteção da biodiversidade e desenvolvimento de diferentes comunidades pelo mundo. O ano de 2017 foi o Ano do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento, o que trouxe ainda mais à tona esse tema tão relevante. Atitudes de um viajante consciente: 1- Escolha destinos “off the beaten path” Isso significa escolher lugares que ainda não estejam tão sobrecarregados com o turismo. Lugares onde ainda é possível ter experiências mais autênticas, melhor receptividade. Algumas cidades muito turísticas no mundo, como Veneza, Barcelona, Lisboa, já estão se tornando famosas pelas manifestações contra o turismo de massa. Há relatos de turistas sendo mal tratados como reflexo disso. Sair do óbvio não se restringe apenas a escolher um destino pouco explorado. Isso pode ser feito em cidades já bem conhecidas. Em qualquer cidade sempre há lugares que não estão na rota turística convencional, principalmente nas áreas afastadas do centro. Isso significa dizer que é possível sair do comum mesmo em lugares turísticos. 2- Pesquise sobre o destino, entenda-o Já falamos da importância de ler sobre o destino aqui. Mas além do aprendizado, quando você lê bastante você escapa de experiências muito “batidas” e lugares ainda pouco explorados. Entender o destino é também saber onde está pisando e saber respeitar a cultura local. Sem falar que, com isso, você consegue adquirir muito conhecimento e muita cultura. Essa é uma das melhores vantagens de viajar. Procure pesquisar não só o roteiro em si, mas tente entender um pouco do idioma, da história e da realidade do local. Isso pode ser adquirido com livros, filmes, entre outros. E hoje com a Internet há muita informação sobre tudo, só é preciso saber filtrar. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/09/19/turismo-sustentavel-qual-o-seu-papel/
  8. A Organização Mundial do Turismo (OMT) define o turismo sustentável como: “O turismo que considera plenamente seus atuais e futuros impactos econômicos, sociais e ambientais, abordando as necessidades dos visitantes, da indústria, do meio ambiente e das comunidades locais”. Esse conceito, como muitos podem pensar, não se restringe somente à conservação do meio ambiente, mas também a aspectos sócio-econômicos. Iremos dividí-lo em três pilares: Pilar ambiental: conservação da natureza Pilar econômico: apoio aos negócios locais (“support the local”) Pilar social: apoio aos projetos culturais locais Em janeiro de 2015, a resolução da ONU “Promoção do Turismo Sustentável, Incluindo Ecoturismo, para Erradicação da Pobreza e Proteção do Meio Ambiente” reconheceu o turismo sustentável como estratégica para redução da pobreza global, proteção da biodiversidade e desenvolvimento de diferentes comunidades pelo mundo. O ano de 2017 foi o Ano do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento, o que trouxe ainda mais à tona esse tema tão relevante. Atitudes de um viajante consciente: 1- Escolha destinos “off the beaten path” Isso significa escolher lugares que ainda não estejam tão sobrecarregados com o turismo. Lugares onde ainda é possível ter experiências mais autênticas, melhor receptividade. Algumas cidades muito turísticas no mundo, como Veneza, Barcelona, Lisboa, já estão se tornando famosas pelas manifestações contra o turismo de massa. Há relatos de turistas sendo mal tratados como reflexo disso. Sair do óbvio não se restringe apenas a escolher um destino pouco explorado. Isso pode ser feito em cidades já bem conhecidas. Em qualquer cidade sempre há lugares que não estão na rota turística convencional, principalmente nas áreas afastadas do centro. Isso significa dizer que é possível sair do comum mesmo em lugares turísticos. 2- Pesquise sobre o destino, entenda-o Já falamos da importância de ler sobre o destino aqui. Mas além do aprendizado, quando você lê bastante você escapa de experiências muito “batidas” e lugares ainda pouco explorados. Entender o destino é também saber onde está pisando e saber respeitar a cultura local. Sem falar que, com isso, você consegue adquirir muito conhecimento e muita cultura. Essa é uma das melhores vantagens de viajar. Procure pesquisar não só o roteiro em si, mas tente entender um pouco do idioma, da história e da realidade do local. Isso pode ser adquirido com livros, filmes, entre outros. E hoje com a Internet há muita informação sobre tudo, só é preciso saber filtrar. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/09/19/turismo-sustentavel-qual-o-seu-papel/
  9. filosofiadeviajante

    Turismo sustentável/responsável: qual o seu papel como viajante

    A Organização Mundial do Turismo (OMT) define o turismo sustentável como: “O turismo que considera plenamente seus atuais e futuros impactos econômicos, sociais e ambientais, abordando as necessidades dos visitantes, da indústria, do meio ambiente e das comunidades locais”. Esse conceito, como muitos podem pensar, não se restringe somente à conservação do meio ambiente, mas também a aspectos sócio-econômicos. Iremos dividí-lo em três pilares: Pilar ambiental: conservação da natureza Pilar econômico: apoio aos negócios locais (“support the local”) Pilar social: apoio aos projetos culturais locais Em janeiro de 2015, a resolução da ONU “Promoção do Turismo Sustentável, Incluindo Ecoturismo, para Erradicação da Pobreza e Proteção do Meio Ambiente” reconheceu o turismo sustentável como estratégica para redução da pobreza global, proteção da biodiversidade e desenvolvimento de diferentes comunidades pelo mundo. O ano de 2017 foi o Ano do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento, o que trouxe ainda mais à tona esse tema tão relevante. Atitudes de um viajante consciente: 1- Escolha destinos “off the beaten path” Isso significa escolher lugares que ainda não estejam tão sobrecarregados com o turismo. Lugares onde ainda é possível ter experiências mais autênticas, melhor receptividade. Algumas cidades muito turísticas no mundo, como Veneza, Barcelona, Lisboa, já estão se tornando famosas pelas manifestações contra o turismo de massa. Há relatos de turistas sendo mal tratados como reflexo disso. Sair do óbvio não se restringe apenas a escolher um destino pouco explorado. Isso pode ser feito em cidades já bem conhecidas. Em qualquer cidade sempre há lugares que não estão na rota turística convencional, principalmente nas áreas afastadas do centro. Isso significa dizer que é possível sair do comum mesmo em lugares turísticos. 2- Pesquise sobre o destino, entenda-o Já falamos da importância de ler sobre o destino aqui. Mas além do aprendizado, quando você lê bastante você escapa de experiências muito “batidas” e lugares ainda pouco explorados. Entender o destino é também saber onde está pisando e saber respeitar a cultura local. Sem falar que, com isso, você consegue adquirir muito conhecimento e muita cultura. Essa é uma das melhores vantagens de viajar. Procure pesquisar não só o roteiro em si, mas tente entender um pouco do idioma, da história e da realidade do local. Isso pode ser adquirido com livros, filmes, entre outros. E hoje com a Internet há muita informação sobre tudo, só é preciso saber filtrar. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/09/19/turismo-sustentavel-qual-o-seu-papel/
  10. Porque viajar é tão bom? Porque nos faz aprender, muitos diriam. Mas será que o aprendizado é automático ou precisamos ir atrás dele? Na minha opinião, um pouco dos dois, porém sempre defendo muito que o viajante leia sobre o lugar que ele vai visitar. Isso significa dizer que é prudente, meses antes da viagem, buscar além de guias de viagem (para o planejamento da mesma) livros que possam ilustrar sobre a história e a realidade daquele lugar. Isso porque ao desembarcar, você entenderá tudo melhor. Será mais independente de guias (que às vezes são dispensáveis, às vezes não) e terá maior juízo critico sobre tudo que for ver. Exemplo: quando fomos visitar o Peru, vimos muitos sítios arqueológicos, que se não forem estudados com antecedência, não serão compreendidos em toda a sua genialidade. Eu e o Henrique, que pessoalmente não gostamos muito de passeios guiados (e por vezes, engessados), nos arrependemos de não ter lido tanto sobre os lugares antes. Acabamos tendo que ouvir uma única versão dos fatos. Continue lendo em: http://wp.me/p8A1rR-wl
  11. filosofiadeviajante

    Microcentro: uma visita ao coração de Buenos Aires

    Começaremos nossa série de posts sobre os bairros da capital argentina com o bairro mais óbvio: o Microcentro. Aqui encontramos as atrações mais emblemáticas da cidade. Quer conhecer um pouco mais? Abaixo listamos cada uma delas Plaza de Mayo A praça mais conhecida da cidade, onde estão grandes símbolos da capital argentina. Foi aqui também que eventos históricos turbulentos ocorreram. Em 1945, uma multidão de peronistas (como são chamados os apoiadores do ex-presidente Juan Perón), liderada por Evita Perón (sua mulher, hoje um ícone argentino), clamou pela libertação do presidente, que naquele momento estava preso. Aqui também que, em 1982, foi anunciada a decisão de brigar pela soberania das Ilhas Malvinas. Na crise de 2001, milhares de cidadãos também se reuniram aqui para protestar. Seu nome comemora a Revolução de Maio de 1810, que iniciou o processo de independência das colônias da região sul da América do Sul (antes chamadas de Províncias Unidas do Rio da Prata). No aspecto turístico, a praça é muito interessante e merece um dia inteiro no seu roteiro. Dentro dela estão o Cabildo, a Casa Rosada e seu respectivo museu, a Catedral Metropolitana de Buenos Aires e o Banco de la Nación Argentina, todos com explicações mais detalhadas no decorrer desse post. Cabildo de Buenos Aires Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/09/05/microcentro-uma-visita-ao-coracao-de-buenos-aires/
  12. filosofiadeviajante

    Como ir dos aeroportos de Buenos Aires ao centro (e vice-versa)

    Buenos Aires já é um velho conhecido dos brazucas, mas ultimamente a cidade tem caído ainda mais nas graças do brasileiro. E não sou eu que tô dizendo: segundo dados da Dirección General de Estadística y Censos do Governo de Buenos Aires foram 626.144 os que desembarcaram nos aeroportos da cidade, só no ano de 2017. E não é difícil entender o porquê desse influxo de nossos conterrâneos à capital vizinha: proximidade geográfica e cultural, facilidades (diversos voos diretos, preços acessíveis, devolução do IVA), alta do dólar, desvalorização do peso. Fora o fato de que BsAs é uma cidade incrível, repleta de história, belas atrações, vida agitada à noite… A maioria dos brasileiros chega na cidade de avião, sobretudo pelos dois aeroportos internacionais de Buenos Aires. São eles: Aeroporto de Ezeiza (EZE) e Aeroparque Jorge Newbery (AEP). Aeroporto de Ezeiza (EZE): também chamado de Aeropuerto Internacional Ministro Pistarini, localiza-se na cidade de Ezeiza, a 28km de Buenos Aires. Foi inaugurado em 1946 por Juan Domingo Perón e hoje recebe 85% dos voos internacionais da Argentina. Há voos diretos de Porto Alegre (Aerolíneas Argentinas), Florianópolis(Gol), Rio de Janeiro-Galeão (Gol, Emirates e Aerolíneas Argentinas), São Paulo-Guarulhos (várias companhias) e Brasília (de qui-dom com a Latam; todos os dias exceto terça com a Gol a partir de 01/12/18). Aeroparque Jorge Newbery (AEP): localizado no bairro de Palermo, a apenas 5km do centro. Dá pra dizer que tá dentro da cidade! Há voos diretos de Curitiba (Aerolíneas Argentinas) e São Paulo-Guarulhos (Gol, LATAM, Aerolíneas Argentinas). A partir de abril/2019 não haverá voos do Brasil para o AEP, apenas voos domésticos e para o Uruguai. Como ir do Aeroporto de Ezeiza (EZE) ao centro (e vice-versa) Transporte público Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/09/12/como-ir-dos-aeroportos-de-buenos-aires-ao-centro-e-vice-versa/
  13. Começaremos nossa série de posts sobre os bairros da capital argentina com o bairro mais óbvio: o Microcentro. Aqui encontramos as atrações mais emblemáticas da cidade. Quer conhecer um pouco mais? Abaixo listamos cada uma delas Plaza de Mayo A praça mais conhecida da cidade, onde estão grandes símbolos da capital argentina. Foi aqui também que eventos históricos turbulentos ocorreram. Em 1945, uma multidão de peronistas (como são chamados os apoiadores do ex-presidente Juan Perón), liderada por Evita Perón (sua mulher, hoje um ícone argentino), clamou pela libertação do presidente, que naquele momento estava preso. Aqui também que, em 1982, foi anunciada a decisão de brigar pela soberania das Ilhas Malvinas. Na crise de 2001, milhares de cidadãos também se reuniram aqui para protestar. Seu nome comemora a Revolução de Maio de 1810, que iniciou o processo de independência das colônias da região sul da América do Sul (antes chamadas de Províncias Unidas do Rio da Prata). No aspecto turístico, a praça é muito interessante e merece um dia inteiro no seu roteiro. Dentro dela estão o Cabildo, a Casa Rosada e seu respectivo museu, a Catedral Metropolitana de Buenos Aires e o Banco de la Nación Argentina, todos com explicações mais detalhadas no decorrer desse post. Cabildo de Buenos Aires Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/09/05/microcentro-uma-visita-ao-coracao-de-buenos-aires/
  14. Já pensou caminhar à beira de precipícios, em meio a uma mata rasteira e úmida, admirando paredões de pedra recortados por rios e recheados de uma mata densa, de um verde resplandecente, e após uma longa caminhada sentar e curtir o silêncio e a magnitude da natureza enquanto se pergunta: “esse lugar existe mesmo?”. Existe, se chama Campo dos Padres, e fica no Brasil. Mais especificamente, na Serra de Santa Catarina. Mas o que é, afinal, o Campo dos Padres? O Campo dos Padres é uma área extensa de planalto situada na divisa entre 3 regiões políticas do Estado: Grande Florianópolis, Sul e Serra, abrangendo diversas cidades (conforme figura acima). A origem geológica dessa região remonta, sobretudo, à formação da Serra Geral (o maior derramamento de lava do planeta) e aos movimentos de separação da Gondwana (o antigo supercontinente que abarcava o que é hoje o hemisfério sul), há mais de 200 milhões de anos. No que se refere à vegetação, estima-se que os campos tenham sido o primeiro bioma a existir no Planalto Catarinense. Com as variações de temperatura e umidade nos milhões de anos subsequentes, possibilitou-se o crescimento de outros biomas onde hoje é o Campo dos Padres, dentre eles mata de araucária (Floresta Ombrófila Mista), Floresta Ombrófila Densa (típica da mata atlântica), turfeiras (banhado) e matinhas nebulares. Quanto ao nome, historiadores acreditam que se deva à passagem dos padres jesuítas expulsos das missões guaraníticas pela região no século XVIII. Leia mais em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/08/29/campo-dos-padres-um-tesouro-inestimavel-na-serra-catarinense/
×