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filosofiadeviajante

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Tudo que filosofiadeviajante postou

  1. Ah, Vinicius de Moraes… Se eu não tivesse visto a grandiosidade e a imponência dessa água que, abundante e quase que infinita aos olhos, desce pelas pedras e resvala num paredão [não mais de pedra, mas de água], formando um nevoeiro, um amontoado de partículas que nos atinge. Nos molha. Nos diverte. Nos encanta. Esse é o poder das Cataratas do Iguaçu. Não que o grande poeta estivesse pensando nelas, mas pelo menos quando eu escolhi esse poema, eu estava. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/11/27/tomando-um-banho-nas-cataratas-do-iguacu/
  2. Um número mágico, quatro. Essa é a quantidade que recomendamos (de dias inteiros) para uma viagem bem tranquila e abrangendo todas as atrações mais interessantes que a cidade e a região oferecem. O mínimo, na nossa opinião, são três dias inteiros. Nesse caso você terá que cortar algumas coisas do roteiro. Detalhe: Fazíamos todos os passeios de forma autônoma e de transporte público, que demorava bastante para chegar aos lugares e principalmente para ligar um ponto ao outro (visitar duas atrações no mesmo dia era mais difícil). Se você for de excursão e com agências você provavelmente conseguirá fazer mais passeios em menos tempo. Porém achamos uma ótima experiência andar de transporte público, estar mais perto dos locais e entender como a cidade funciona. Segue um esboço simples de dois roteiros (com 3 e 4 dias): Roteiro 3 dias Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/11/21/quantos-dias-ficar-em-foz-do-iguacu/
  3. Este é o último de uma série de 3 posts que fizemos sobre ‘Dinheiro em Buenos Aires’. No primeiro abordamosqual moeda você deve levar para BA e no segundo como levá-la (crédito, débito, dinheiro). Para entender melhor, sugerimos que você siga a ordem proposta Aeroportos Em Ezeiza há apenas o Banco de la Nación, com um stand no desembarque e outro na área comum do aeroporto. Ele fica um pouco escondido: passando a porta de desembarque, vire à direita e novamente à direita, em um corredor, em cujo final está o banco. Qualquer coisa pergunte no balcão de informações, logo à frente do desembarque. Como você já deve saber, a cotação não é das melhores (dizem que no verão é boa, pois há menos brasileiros lá e mais argentinos aqui), mas talvez você precise de alguns pesos para sair do aeroporto e para o primeiro dia, já que as casas de câmbio do centro de BA abrem às 10h e fecham às 15h. Já esse serviço do Banco de la Nación funciona 24h por dia e todos os dias do ano, inclusive feriados. No Aeroparque o monopólio também é do Banco de la Nación, com apenas um posto após o desembarque. O horário, porém, é um pouco menor, das 6h às 24h, todos os dias. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/11/12/buenos-aires-onde-fazer-cambio/
  4. Antes de saber como levar o seu dinheiro, é bom saber qual moeda você deve levar para Buenos Aires (esse é o primeiro post da nossa série sobre dinheiro em BA). Neste post, listamos os prós e os contras de cada um dos meios de carregar o seu dinheiro. Idealmente você deve levá-lo de pelo menos 2 formas diferentes (nós, por exemplo, gostamos de levar dinheiro e cartão de crédito), sendo que você vai optar por usar mais um ou outro. Cartão de crédito É prático e seguro, porém um pouco mais caro, já que você paga 6,38% de IOF sobre o valor total de cada compra. Você também pode usá-lo para sacar dinheiro, mas vai pagar uma taxa em cada saque (varia conforme banco e bandeira, mas geralmente é menor que R$10). Por isso, prefira sacar um valor maior por vez. Além disso, a cotação é a do dia de sua fatura, o que exige um pouco de sorte. A maioria dos caixas eletrônicos de qualquer banco argentino funciona, mas há relatos entre brasileiros de problemas – se não der certo em um, tente em outro. Para usar seu cartão na Argentina, certifique-se de que ele é internacional e faça o aviso-viagem por telefone ou pelo aplicativo. Outro detalhe importante é que muitos estabelecimentos só aceitam dinheiro. Além disso, sempre tenha uma identidade em mãos, pois eles podem pedir quando você usar o cartão. Qualquer outra dúvida, o melhor é ligar para o seu banco. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/11/12/buenos-aires-como-levar-dinheiro/
  5. Esse post é o primeiro de uma série de 3 posts sobre Dinheiro em Buenos Aires. O link para o segundo post está no final deste texto. O peso é a moeda usada na Argentina desde 1992, quando Carlos Menem decidiu substituir o austral. Desde 2015, quando o presidente Mauricio Macri derrubou restrições cambiais, a moeda argentina vem em franca desvalorização ante o dólar. Isso acaba se repercutindo na inflação, que deve atingir 42% no ano de 2018, segundo estimativas do governo argentino. Tudo isso somado resulta em ganhos estratosféricos por investidores estrangeiros e um menor poder de compra na base da pirâmide. Quem sofre, novamente, são os argentinos comuns. Para o viajante, não há grandes repercussões (a não ser nos meses de agosto e setembro de 2018, quando houve uma desvalorização aguda do peso, sem que os preços dos produtos tivessem sido reajustados, o que tornou viajar para a Argentina mais barato por um curto prazo de tempo), visto que, convertidos para a nossa moeda, os preços dos produtos argentinos têm se mantido mais ou menos no mesmo patamar. Qual moeda levar? Já adianto que NÃO vale a pena levar peso do Brasil, já que a cotação é super desvantajosa. E pra saber se é melhor levar real, dólar ou euro quando você for pra BA, fizemos uma fórmula bem simples: Divida a cotação do dólar/euro na Argentina pela cotação do real na Argentina. Se esse valor for maior que o do dólar turismo no Brasil, leve dólar. Se o resultado da divisão for menor, leve real. Se o resultado for exatamente igual ao da cotação do dólar turismo, tanto faz. Entenda melhor com os exemplos abaixo: Exemplo 1: você tem R$1.000 na mão. Se você levá-los para Buenos Aires hoje (cotação média R$1=8,70 pesos) você conseguirá 8.700 pesos. Por outro lado, se você trocar esses reais por dólares no Brasil (cotação do dólar turismo $1=R$3,91), você terá $255. Em Buenos Aires (cotação do dólar $1=34,60 pesos), isso se converteria em 8.823 pesos. Ou seja, levando dólares você “ganharia” 123 pesos. Pela nossa fórmula: 34,60/8,70 = 3,97. Ou seja, um valor maior que a cotação do dólar turismo no Brasil (3,91). Sendo assim, vale mais a pena levar dólar. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/11/09/buenos-aires-qual-moeda-levar/
  6. Floripa é a Ilha da Magia, cidade das praias e das trilhas. Massa! Mas e se o tempo não colaborar e tiver chovendo ou nublado? O que posso visitar na cidade? Essa é uma dúvida frequente e trouxemos para você algumas dicas para resolver essas questões Auditório do Centro Integrado de Cultura (CIC). Fonte da foto: https://www.guiadasemana.com.br/florianopolis/arte/estabelecimento/teatro-ademir-rosa-cic Centro Integrado de Cultura (CIC) Vinculado à Fundação Catarinense de Cultura (FCC), é um centro com diversas formas de manifestação da arte de Santa Catarina. Sua estrutura conta com grandes salões de exposição, bibliotecas setoriais, cinema, o Teatro Ademir Rosa, o Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), o Museu da Imagem e do Som (MIS), as Oficinas de Arte, a Escolinha de Arte, o Ateliê de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis e a administração da FCC (Fundação Catarinense de Cultura). Um lugar que amamos ir quando estamos com sede de novidades culturais! É um verdadeiro programa local. Estacionamento: Possui um estacionamento bastante grande, onde é possível deixar o carro de forma gratuita. Endereço: Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica. Horário MASC: Terça a domingo das 10h às 21h. Horário MIS: Terça a sábado das 10h30 às 20h30 e domingo das 10h30 às 19h30. Para saber a programação e os horários do CIC, clique aqui. Shopping Centers Beiramar Shopping. Fonte: http://www.deolhonailha.com.br/florianopolis/noticias/apos-20-anos-de-funcionamento-americanas-encerra-as-atividades-no-beiramar.html Definitivamente não é um dos nossos programas preferidos. Mas para quem gosta, Floripa tem muitos: Iguatemi, Beira-Mar, Floripa Shopping, Continente. Se não quiser fazer compras, pelo menos tome um café ou veja um filme. Estacionamento: Há estacionamento pago em todos os shoppings. Endereços e horários: Floripa Shopping SC-401, 3116 – Saco Grande; Segunda a sábado das 10h às 22h e domingo das 11h às 21h. Beiramar Shopping R. Bocaiúva, 2468 – Centro; Segunda a sábado das 10h às 22h e domingo das 11h às 22h. Iguatemi Shopping Av. Me. Benvenuta, 687 – Santa Monica; Segunda a sábado das 10h às 22h e domingos e feriados das 11h às 22h. Continente Shopping Rodovia BR 101 – KM 210 – Distrito Industrial, São José (vizinho a Floripa); Segunda a sábado das 10h às 22h e domingos e feriados das 11h às 22h. Itaguaçu Shopping R. Gerôncio Thives, 1079 – Barreiros, São José; Segunda a sábado das 10h às 22h e domingos e feriados das 11h às 22h. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/10/31/o-que-fazer-em-dias-de-chuva-em-florianopolis/
  7. Um dos bairros mais charmosos da capital argentina, sem dúvidas. Mansões, arquitetura francesa e lojas de grife se destacam nessa região da cidade que é super arborizada, tranquila, cara e agradável para uma caminhada. Excelente para fugir das multidões do Microcentro (sobre o qual inclusive falamos neste post). Centro Cultural Recoleta Centro Cultural Recoleta Este centro cultural foi inaugurado em 1980 e reúne os mais diversos shows, palestras, exposições e movimentos de vanguarda. A visita é totalmente gratuita. É, de fato, um ponto de encontro para os amantes da cultura e das artes em geral. Oferece espetáculos de música, dança e teatro, mostras de artes visuais, ciclos de cinema, além de cursos e oficinas em diversas áreas artísticas. Quando visitamos BA, este centro estava fechado e portanto, não pudemos visitá-lo. Horários: Terça a sexta das 13:30 às 22:00 e finais de semana das 11:30 às 22:00. Entrada gratuita CONTINUE LENDO EM: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/10/23/recoleta-o-bairro-mais-cool-de-buenos-aires/
  8. Só em 2016 a “Big Apple” recebeu mais de 800 mil visitantes brasileiros. Aliás, somos o 4º país que mais visita a megalópole. E não é pra menos, né? Nova York é a queridinha dos brasileiros, repleta de atrações (pagas e gratuitas) e sobretudo – essa é a parte de que eu mais gosto de lá – comida. Muita comida. E de todos os lugares que você puder imaginar. Um caldeirão cultural como esse não poderia ficar de fora da sua wishlist e, pra aliviar o teu bolso, vamos dar as dicas dos melhores e mais baratos lugares para comer de Nova York. O mapa abaixo reúne todos os restaurantes da lista, de modo a te ajudar na escolha pela área desejada. Priorizamos restaurantes locais e, no máximo, pequenas redes nascidas em NY, de modo a fomentar o turismo sustentável. Até porque os locais abaixo são mais baratos que as famosas redes mundiais. #supporthelocal Parisi Bakery Fonte: http://www.grubstreet.com/2016/08/nycs-legendary-parisi-bakery-doubled-as-pot-dispensary.html Fonte: https://tworedsuitcases.wordpress.com/2014/12/05/parisi-bakery/ Como o nome já diz, a especialidade é pão. Mas não só pão. A gente tá falando de um pão italiano recheado com ingredientes de altíssima qualidade (afinal é Itália, né…), que resultam em um dos sanduíches italianos mais famosos e aclamados de NY. Não duvide: até o Frank Sinatra era cliente deles. Localização: 198 Mott Street, em Lower Manhattan. Metrô: estações Bowery (J-Z) e Spring St (6). Preço: entre $10 e $12, dependendo do recheio, por um sanduíche MUITO GRANDE! Se você não for muito [email protected], dá até pra dividir com @ coleguinha. Mais informações no site deles. Patacon Pisao Fonte: https://newyork.seriouseats.com/2009/11/off-the-beaten-path-patacon-pisaos-carne-mechada-patacon-elmhurst-queens.html Fonte: https://www.nytimes.com/2015/02/18/dining/patacon-pisao-on-the-lower-east-side.html Continue lendo: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/10/19/onde-comer-bem-e-barato-em-nova-york/
  9. Elaboramos uma lista dos cafés e confeitarias de que mais gostamos na Ilha. Todos esses lugares foram selecionados segundo nossa experiência pessoal. Segue abaixo: Pannacotta Bakeshop Entrada do café Vitrine. Hummmm… Interior do café Mais do interior do café Mini-cupcake de limão com amora, mini-cupcake de leite ninho e uma soda italiana de framboesa Um café com um ambiente muito agradável e aconchegante. Bolos, cupcakes, taças, salgados… Há também muitas opções de bebida. Os bolos são particularmente bons (a fatia custa R$13,50) e os sabores variam entre Red Velvet, Chocolate com calda de chocolate, Chocolate com paçoquinha, Chocolate com doce de leite, Blue velvet, entre muitos outros. Os cupcakes também possuem sabores de respeito, entre eles leite ninho e amora com limão. Também são produzidos os famosos doces franceses, macarons, deliciosos por sinal, nos sabores limão siciliano, doce de leite, chocolate amargo, entre outros. Há opções de salgados (coxinha, pão de queijo, empanada) para quem não é muito fã de doces, e de bebidas (cafés, sodas italianas, cafés gelados). O café não costuma estar muito cheio, com exceção de sábado à tarde, dia em que pode ser difícil e demorado encontrar uma mesa disponível, até porque o lugar é pequeno. O atendimento é muito bom. Não há estacionamento no local, devendo utilizar as vagas da rua, que possui um número razoável delas. Ou se puder, vá a pé ou de bike, fica pertinho da UFSC. Localização: R. Prof. Marcos Cardoso Filho, 61 – Córrego Grande. Horários de atendimento: Terça a sábado das 12h30 às 19h. O que não deixar de comer: Bolo Red Velvet
  10. Após a Revolução de 1880, último episódio da guerra civil travada entre a Província de Buenos Aires e as demais províncias que compunham a Argentina, e com a derrota daquela, a cidade de Buenos Aires foi transformada em Distrito Federal. Sendo assim, ela não poderia mais ser capital da Argentina e da Província (“estado”) simultaneamente. Com isso, o ‘governador’ Dardo Rocha, empossado após a revolta, decidiu instalar a sede provincial em um outro local, em posição estratégica e de fácil acesso a partir da capital federal. Em 1882, então, é fundada La Plata, primeira cidade planejada da Argentina. Hoje a capital da província de Buenos Aires é conhecida por suas universidades (das melhores no país) e museus e é uma ótima day-trip a partir da capital. O que fazer em La Plata 1. Universidad Nacional de La Plata (UNLP) Além de consagrada por ser uma das melhores faculdades da Argentina e berço de dois vencedores do Nobel da Paz (Carlos Saavedra Lamas, em 1936, e Adolfo Pérez Esquivel, 1980), a UNLP abriga em seu campus o Paseo del Bosque, o maior parque da cidade, que conta com um zoológico (quando estivemos lá estava fechado devido a problemas com o cuidado dos animais), um lago com pedalinho e um observatório astronômico. Além disso, não deixe de visitar o melhor museu da cidade (dito como um dos melhores da Argentina), o Museo de La Plata. Dedicado sobretudo às ciências naturais, conta com maestria a história da Argentina e da América Latina, além de expor diversos achados arqueológicos da região (destaque para o esqueleto original de um titanossauro herbívoro). Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/10/05/la-plata-o-que-fazer-e-como-chegar/
  11. Após a Revolução de 1880, último episódio da guerra civil travada entre a Província de Buenos Aires e as demais províncias que compunham a Argentina, e com a derrota daquela, a cidade de Buenos Aires foi transformada em Distrito Federal. Sendo assim, ela não poderia mais ser capital da Argentina e da Província (“estado”) simultaneamente. Com isso, o ‘governador’ Dardo Rocha, empossado após a revolta, decidiu instalar a sede provincial em um outro local, em posição estratégica e de fácil acesso a partir da capital federal. Em 1882, então, é fundada La Plata, primeira cidade planejada da Argentina. Hoje a capital da província de Buenos Aires é conhecida por suas universidades (das melhores no país) e museus e é uma ótima day-trip a partir da capital. O que fazer em La Plata 1. Universidad Nacional de La Plata (UNLP) Além de consagrada por ser uma das melhores faculdades da Argentina e berço de dois vencedores do Nobel da Paz (Carlos Saavedra Lamas, em 1936, e Adolfo Pérez Esquivel, 1980), a UNLP abriga em seu campus o Paseo del Bosque, o maior parque da cidade, que conta com um zoológico (quando estivemos lá estava fechado devido a problemas com o cuidado dos animais), um lago com pedalinho e um observatório astronômico. Além disso, não deixe de visitar o melhor museu da cidade (dito como um dos melhores da Argentina), o Museo de La Plata. Dedicado sobretudo às ciências naturais, conta com maestria a história da Argentina e da América Latina, além de expor diversos achados arqueológicos da região (destaque para o esqueleto original de um titanossauro herbívoro). Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/10/05/la-plata-o-que-fazer-e-como-chegar/
  12. Independentemente do lugar onde você vai se hospedar em Buenos Aires, é muito provável que você precise usar o transporte público. Listaremos quatro opções: ônibus, metrô, bicicleta e ônibus turístico. Tenha em mente que os valores informados no post podem estar defasados, devido à elevada inflação na Argentina. Para saber os valores atualizados, clique nos links de referência que deixaremos ao fim de cada tópico. O primeiro passo é adquirir o Cartão SUBE Pra utilizar o ônibus e o metrô de BsAs, é necessário adquirir a tarjeta SUBE, que é uma espécie de cartão pré-pago e recarregável. Basta comprá-lo em qualquer kiosko (aqueles lugares que vendem guloseimas e que estão espalhados pela cidade, inclusive nos aeroportos) ou nas estações de metrô. Custa 60 pesos (só o cartão) e você ainda deve carregá-lo com uma quantia que seja suficiente para sua viagem (os valores estão nos tópicos de cada transporte, logo abaixo). Pra recarregar, só usar as maquininhas com a identificação SUBE (na cor azul), localizadas nos aeroportos de Ezeiza e Aeroparque e nas estações de metrô. Elas não dão troco e não aceitam moedas. Esteja sempre em posse do cartão, pois você irá usá-lo logo que entrar no ônibus ou no metrô. Outra coisa legal é que se você usar o SUBE mais de uma vez em um período de 2h, você acumula descontos na passagem(50% na 2ª, 75% na 3ª). Para outras informações clique aqui. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/09/27/transporte-publico-buenos-aires/
  13. A Organização Mundial do Turismo (OMT) define o turismo sustentável como: “O turismo que considera plenamente seus atuais e futuros impactos econômicos, sociais e ambientais, abordando as necessidades dos visitantes, da indústria, do meio ambiente e das comunidades locais”. Esse conceito, como muitos podem pensar, não se restringe somente à conservação do meio ambiente, mas também a aspectos sócio-econômicos. Iremos dividí-lo em três pilares: Pilar ambiental: conservação da natureza Pilar econômico: apoio aos negócios locais (“support the local”) Pilar social: apoio aos projetos culturais locais Em janeiro de 2015, a resolução da ONU “Promoção do Turismo Sustentável, Incluindo Ecoturismo, para Erradicação da Pobreza e Proteção do Meio Ambiente” reconheceu o turismo sustentável como estratégica para redução da pobreza global, proteção da biodiversidade e desenvolvimento de diferentes comunidades pelo mundo. O ano de 2017 foi o Ano do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento, o que trouxe ainda mais à tona esse tema tão relevante. Atitudes de um viajante consciente: 1- Escolha destinos “off the beaten path” Isso significa escolher lugares que ainda não estejam tão sobrecarregados com o turismo. Lugares onde ainda é possível ter experiências mais autênticas, melhor receptividade. Algumas cidades muito turísticas no mundo, como Veneza, Barcelona, Lisboa, já estão se tornando famosas pelas manifestações contra o turismo de massa. Há relatos de turistas sendo mal tratados como reflexo disso. Sair do óbvio não se restringe apenas a escolher um destino pouco explorado. Isso pode ser feito em cidades já bem conhecidas. Em qualquer cidade sempre há lugares que não estão na rota turística convencional, principalmente nas áreas afastadas do centro. Isso significa dizer que é possível sair do comum mesmo em lugares turísticos. 2- Pesquise sobre o destino, entenda-o Já falamos da importância de ler sobre o destino aqui. Mas além do aprendizado, quando você lê bastante você escapa de experiências muito “batidas” e lugares ainda pouco explorados. Entender o destino é também saber onde está pisando e saber respeitar a cultura local. Sem falar que, com isso, você consegue adquirir muito conhecimento e muita cultura. Essa é uma das melhores vantagens de viajar. Procure pesquisar não só o roteiro em si, mas tente entender um pouco do idioma, da história e da realidade do local. Isso pode ser adquirido com livros, filmes, entre outros. E hoje com a Internet há muita informação sobre tudo, só é preciso saber filtrar. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/09/19/turismo-sustentavel-qual-o-seu-papel/
  14. A Organização Mundial do Turismo (OMT) define o turismo sustentável como: “O turismo que considera plenamente seus atuais e futuros impactos econômicos, sociais e ambientais, abordando as necessidades dos visitantes, da indústria, do meio ambiente e das comunidades locais”. Esse conceito, como muitos podem pensar, não se restringe somente à conservação do meio ambiente, mas também a aspectos sócio-econômicos. Iremos dividí-lo em três pilares: Pilar ambiental: conservação da natureza Pilar econômico: apoio aos negócios locais (“support the local”) Pilar social: apoio aos projetos culturais locais Em janeiro de 2015, a resolução da ONU “Promoção do Turismo Sustentável, Incluindo Ecoturismo, para Erradicação da Pobreza e Proteção do Meio Ambiente” reconheceu o turismo sustentável como estratégica para redução da pobreza global, proteção da biodiversidade e desenvolvimento de diferentes comunidades pelo mundo. O ano de 2017 foi o Ano do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento, o que trouxe ainda mais à tona esse tema tão relevante. Atitudes de um viajante consciente: 1- Escolha destinos “off the beaten path” Isso significa escolher lugares que ainda não estejam tão sobrecarregados com o turismo. Lugares onde ainda é possível ter experiências mais autênticas, melhor receptividade. Algumas cidades muito turísticas no mundo, como Veneza, Barcelona, Lisboa, já estão se tornando famosas pelas manifestações contra o turismo de massa. Há relatos de turistas sendo mal tratados como reflexo disso. Sair do óbvio não se restringe apenas a escolher um destino pouco explorado. Isso pode ser feito em cidades já bem conhecidas. Em qualquer cidade sempre há lugares que não estão na rota turística convencional, principalmente nas áreas afastadas do centro. Isso significa dizer que é possível sair do comum mesmo em lugares turísticos. 2- Pesquise sobre o destino, entenda-o Já falamos da importância de ler sobre o destino aqui. Mas além do aprendizado, quando você lê bastante você escapa de experiências muito “batidas” e lugares ainda pouco explorados. Entender o destino é também saber onde está pisando e saber respeitar a cultura local. Sem falar que, com isso, você consegue adquirir muito conhecimento e muita cultura. Essa é uma das melhores vantagens de viajar. Procure pesquisar não só o roteiro em si, mas tente entender um pouco do idioma, da história e da realidade do local. Isso pode ser adquirido com livros, filmes, entre outros. E hoje com a Internet há muita informação sobre tudo, só é preciso saber filtrar. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/09/19/turismo-sustentavel-qual-o-seu-papel/
  15. A Organização Mundial do Turismo (OMT) define o turismo sustentável como: “O turismo que considera plenamente seus atuais e futuros impactos econômicos, sociais e ambientais, abordando as necessidades dos visitantes, da indústria, do meio ambiente e das comunidades locais”. Esse conceito, como muitos podem pensar, não se restringe somente à conservação do meio ambiente, mas também a aspectos sócio-econômicos. Iremos dividí-lo em três pilares: Pilar ambiental: conservação da natureza Pilar econômico: apoio aos negócios locais (“support the local”) Pilar social: apoio aos projetos culturais locais Em janeiro de 2015, a resolução da ONU “Promoção do Turismo Sustentável, Incluindo Ecoturismo, para Erradicação da Pobreza e Proteção do Meio Ambiente” reconheceu o turismo sustentável como estratégica para redução da pobreza global, proteção da biodiversidade e desenvolvimento de diferentes comunidades pelo mundo. O ano de 2017 foi o Ano do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento, o que trouxe ainda mais à tona esse tema tão relevante. Atitudes de um viajante consciente: 1- Escolha destinos “off the beaten path” Isso significa escolher lugares que ainda não estejam tão sobrecarregados com o turismo. Lugares onde ainda é possível ter experiências mais autênticas, melhor receptividade. Algumas cidades muito turísticas no mundo, como Veneza, Barcelona, Lisboa, já estão se tornando famosas pelas manifestações contra o turismo de massa. Há relatos de turistas sendo mal tratados como reflexo disso. Sair do óbvio não se restringe apenas a escolher um destino pouco explorado. Isso pode ser feito em cidades já bem conhecidas. Em qualquer cidade sempre há lugares que não estão na rota turística convencional, principalmente nas áreas afastadas do centro. Isso significa dizer que é possível sair do comum mesmo em lugares turísticos. 2- Pesquise sobre o destino, entenda-o Já falamos da importância de ler sobre o destino aqui. Mas além do aprendizado, quando você lê bastante você escapa de experiências muito “batidas” e lugares ainda pouco explorados. Entender o destino é também saber onde está pisando e saber respeitar a cultura local. Sem falar que, com isso, você consegue adquirir muito conhecimento e muita cultura. Essa é uma das melhores vantagens de viajar. Procure pesquisar não só o roteiro em si, mas tente entender um pouco do idioma, da história e da realidade do local. Isso pode ser adquirido com livros, filmes, entre outros. E hoje com a Internet há muita informação sobre tudo, só é preciso saber filtrar. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/09/19/turismo-sustentavel-qual-o-seu-papel/
  16. Porque viajar é tão bom? Porque nos faz aprender, muitos diriam. Mas será que o aprendizado é automático ou precisamos ir atrás dele? Na minha opinião, um pouco dos dois, porém sempre defendo muito que o viajante leia sobre o lugar que ele vai visitar. Isso significa dizer que é prudente, meses antes da viagem, buscar além de guias de viagem (para o planejamento da mesma) livros que possam ilustrar sobre a história e a realidade daquele lugar. Isso porque ao desembarcar, você entenderá tudo melhor. Será mais independente de guias (que às vezes são dispensáveis, às vezes não) e terá maior juízo critico sobre tudo que for ver. Exemplo: quando fomos visitar o Peru, vimos muitos sítios arqueológicos, que se não forem estudados com antecedência, não serão compreendidos em toda a sua genialidade. Eu e o Henrique, que pessoalmente não gostamos muito de passeios guiados (e por vezes, engessados), nos arrependemos de não ter lido tanto sobre os lugares antes. Acabamos tendo que ouvir uma única versão dos fatos. Continue lendo em: http://wp.me/p8A1rR-wl
  17. Começaremos nossa série de posts sobre os bairros da capital argentina com o bairro mais óbvio: o Microcentro. Aqui encontramos as atrações mais emblemáticas da cidade. Quer conhecer um pouco mais? Abaixo listamos cada uma delas Plaza de Mayo A praça mais conhecida da cidade, onde estão grandes símbolos da capital argentina. Foi aqui também que eventos históricos turbulentos ocorreram. Em 1945, uma multidão de peronistas (como são chamados os apoiadores do ex-presidente Juan Perón), liderada por Evita Perón (sua mulher, hoje um ícone argentino), clamou pela libertação do presidente, que naquele momento estava preso. Aqui também que, em 1982, foi anunciada a decisão de brigar pela soberania das Ilhas Malvinas. Na crise de 2001, milhares de cidadãos também se reuniram aqui para protestar. Seu nome comemora a Revolução de Maio de 1810, que iniciou o processo de independência das colônias da região sul da América do Sul (antes chamadas de Províncias Unidas do Rio da Prata). No aspecto turístico, a praça é muito interessante e merece um dia inteiro no seu roteiro. Dentro dela estão o Cabildo, a Casa Rosada e seu respectivo museu, a Catedral Metropolitana de Buenos Aires e o Banco de la Nación Argentina, todos com explicações mais detalhadas no decorrer desse post. Cabildo de Buenos Aires Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/09/05/microcentro-uma-visita-ao-coracao-de-buenos-aires/
  18. Buenos Aires já é um velho conhecido dos brazucas, mas ultimamente a cidade tem caído ainda mais nas graças do brasileiro. E não sou eu que tô dizendo: segundo dados da Dirección General de Estadística y Censos do Governo de Buenos Aires foram 626.144 os que desembarcaram nos aeroportos da cidade, só no ano de 2017. E não é difícil entender o porquê desse influxo de nossos conterrâneos à capital vizinha: proximidade geográfica e cultural, facilidades (diversos voos diretos, preços acessíveis, devolução do IVA), alta do dólar, desvalorização do peso. Fora o fato de que BsAs é uma cidade incrível, repleta de história, belas atrações, vida agitada à noite… A maioria dos brasileiros chega na cidade de avião, sobretudo pelos dois aeroportos internacionais de Buenos Aires. São eles: Aeroporto de Ezeiza (EZE) e Aeroparque Jorge Newbery (AEP). Aeroporto de Ezeiza (EZE): também chamado de Aeropuerto Internacional Ministro Pistarini, localiza-se na cidade de Ezeiza, a 28km de Buenos Aires. Foi inaugurado em 1946 por Juan Domingo Perón e hoje recebe 85% dos voos internacionais da Argentina. Há voos diretos de Porto Alegre (Aerolíneas Argentinas), Florianópolis(Gol), Rio de Janeiro-Galeão (Gol, Emirates e Aerolíneas Argentinas), São Paulo-Guarulhos (várias companhias) e Brasília (de qui-dom com a Latam; todos os dias exceto terça com a Gol a partir de 01/12/18). Aeroparque Jorge Newbery (AEP): localizado no bairro de Palermo, a apenas 5km do centro. Dá pra dizer que tá dentro da cidade! Há voos diretos de Curitiba (Aerolíneas Argentinas) e São Paulo-Guarulhos (Gol, LATAM, Aerolíneas Argentinas). A partir de abril/2019 não haverá voos do Brasil para o AEP, apenas voos domésticos e para o Uruguai. Como ir do Aeroporto de Ezeiza (EZE) ao centro (e vice-versa) Transporte público Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/09/12/como-ir-dos-aeroportos-de-buenos-aires-ao-centro-e-vice-versa/
  19. Começaremos nossa série de posts sobre os bairros da capital argentina com o bairro mais óbvio: o Microcentro. Aqui encontramos as atrações mais emblemáticas da cidade. Quer conhecer um pouco mais? Abaixo listamos cada uma delas Plaza de Mayo A praça mais conhecida da cidade, onde estão grandes símbolos da capital argentina. Foi aqui também que eventos históricos turbulentos ocorreram. Em 1945, uma multidão de peronistas (como são chamados os apoiadores do ex-presidente Juan Perón), liderada por Evita Perón (sua mulher, hoje um ícone argentino), clamou pela libertação do presidente, que naquele momento estava preso. Aqui também que, em 1982, foi anunciada a decisão de brigar pela soberania das Ilhas Malvinas. Na crise de 2001, milhares de cidadãos também se reuniram aqui para protestar. Seu nome comemora a Revolução de Maio de 1810, que iniciou o processo de independência das colônias da região sul da América do Sul (antes chamadas de Províncias Unidas do Rio da Prata). No aspecto turístico, a praça é muito interessante e merece um dia inteiro no seu roteiro. Dentro dela estão o Cabildo, a Casa Rosada e seu respectivo museu, a Catedral Metropolitana de Buenos Aires e o Banco de la Nación Argentina, todos com explicações mais detalhadas no decorrer desse post. Cabildo de Buenos Aires Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/09/05/microcentro-uma-visita-ao-coracao-de-buenos-aires/
  20. Já pensou caminhar à beira de precipícios, em meio a uma mata rasteira e úmida, admirando paredões de pedra recortados por rios e recheados de uma mata densa, de um verde resplandecente, e após uma longa caminhada sentar e curtir o silêncio e a magnitude da natureza enquanto se pergunta: “esse lugar existe mesmo?”. Existe, se chama Campo dos Padres, e fica no Brasil. Mais especificamente, na Serra de Santa Catarina. Mas o que é, afinal, o Campo dos Padres? O Campo dos Padres é uma área extensa de planalto situada na divisa entre 3 regiões políticas do Estado: Grande Florianópolis, Sul e Serra, abrangendo diversas cidades (conforme figura acima). A origem geológica dessa região remonta, sobretudo, à formação da Serra Geral (o maior derramamento de lava do planeta) e aos movimentos de separação da Gondwana (o antigo supercontinente que abarcava o que é hoje o hemisfério sul), há mais de 200 milhões de anos. No que se refere à vegetação, estima-se que os campos tenham sido o primeiro bioma a existir no Planalto Catarinense. Com as variações de temperatura e umidade nos milhões de anos subsequentes, possibilitou-se o crescimento de outros biomas onde hoje é o Campo dos Padres, dentre eles mata de araucária (Floresta Ombrófila Mista), Floresta Ombrófila Densa (típica da mata atlântica), turfeiras (banhado) e matinhas nebulares. Quanto ao nome, historiadores acreditam que se deva à passagem dos padres jesuítas expulsos das missões guaraníticas pela região no século XVIII. Leia mais em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/08/29/campo-dos-padres-um-tesouro-inestimavel-na-serra-catarinense/
  21. Roteiro: O roteiro não precisa estar 100% pronto quando você começar a viagem, mas é importante ter ao menos a noção dos lugares em que você quer passar. Comece com o básico: olhando um mapa rodoviário e escolhendo onde você faz questão de passar. Experimente rabiscar um esboço do trajeto que vai percorrer e com as possíveis paradas para dormir. Também não esqueça de ver se há pedágios no caminho e inclua esses valores nos seus gastos. É importante verificar as condições das estradas pelas quais vai passar. Tenha certeza de que seu carro está apto para andar nelas. Não raro, para se chegar a um lugar, há mais de uma opção de trajeto. Logo, escolha aquele que for mais adequado para você. Não esqueça que estradas de terra sempre demoram um pouco mais para serem percorridas do que as de asfalto. Também verifique se o tempo ou a época do ano são adequados para o seu passeio. Não adianta, por exemplo, chegar em algum lugar cuja atração principal seja na natureza com muita chuva. Você não conseguirá aproveitar nada. Também não é o ideal viajar de carro para o Uruguai no inverno se você pretende aproveitar as praias de lá. Alimentação: Cozinhando na estrada Se a sua viagem for de até uma semana, é bem possível levar de casa tudo o que você precisa comer (e assim economizar uma BOA grana). Aproveite para fazer uma compra bem completa no supermercado e sempre leve uma quantidade a mais de comida, para imprevistos. Mas para isso você precisa ter pelo menos um fogareiro de acampamento (+gás) para ser capaz de fazer o seu almoço/janta em qualquer lugar e poder comer uma variedade maior de alimentos. Se você não possui esse fogareiro e nem quer comprá-lo, a coisa complica um pouco mais. Nesse caso, você vai ter que levar coisas que não precisem ser cozidas, no caso pães (que emboloram com facilidade dias depois, a não ser que sejam refrigerados) ou Cup Noodles (mas enjoa sempre isso, né?). Você também tem que ter uma ideia se os lugares onde você for terão geladeira. Alguns alimentos estragam rápido se ficarem sem refrigeração. A gente leva o nosso próprio cooler para deixar alguns alimentos quando não temos acesso a essa facilidade. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/08/22/dicas-para-uma-viagem-curta-e-economica-de-carro/
  22. Esse post é um guia para ajudá-lo em sua chegada/saída de qualquer um dos aeroportos que servem a capital americana. Para melhor aproveitá-lo, veja as seguintes recomendações: – Procure o título que lhe interessa, ou seja, aquele referente ao aeroporto que você irá utilizar (DCA, IAD ou BWI). Lá, você irá encontrar informações sobre os mais diversos meios de transporte, incluindo horário, tarifa, tempo de locomoção e algumas vantagens/desvantagens. – Para melhor compreender cada uma das opções, leia os materiais recomendados por nós, destacados em vermelho e que redirecionam para outro site. Lá você irá encontrar informações detalhadas de horário, tarifa, bagagem, entre outros. Pra começo de conversa, há 3 aeroportos que servem a capital estadunidense, e (pasmem) nenhum fica em DC. Pra entender, basta saber que DC é um distrito minúsculo, composto por apenas uma cidade (Washington), cuja função é semelhante ao nosso Distrito Federal (com exceção de que neste há mais de uma “cidade”). Pela lei, DC não é um estado (acreditava-se que colocar a capital federal em um estado daria um poder desproporcional a esse em relação aos outros), enquanto que o nosso DF é um pouco estado e um pouco município (ente híbrido). Depois dessa breve explicação, voltemos ao objetivo do texto. Brevemente, os três aeroportos que servem DC são: Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/08/14/como-ir-dos-aeroportos-de-washington-dc-para-o-centro-e-vice-versa/
  23. Antes de decidir o que você vai fazer em Buenos Aires, você precisa saber quantos dias terá para ficar na cidade. O recomendado, em nossa opinião, é pelo menos uma semana, mas se você tiver menos tempo, considere ficar pelo menos 4 dias. Quanto ao tempo máximo, arriscamos dizer que não existe, porque Buenos Aires tem muito a oferecer. Nesse post, selecionamos os lugares que são essenciais para uma visita de qualquer duração. Plaza de Mayo Cartazes de protesto na Plaza de Mayo, lugar de manifestações na capital argentina Catedral Metropolitana de Buenos Aires, uma das igrejas mais importantes do país A Praça mais emblemática da cidade (e mais cheia também). Aqui você irá encontrar a Casa Rosada (que de fato é rosa) e onde você pode fazer visitas guiadas (grátis!) para conhecer o seu interior. É obrigatória a reserva antecipada, a qual pode ser feita com no máximo 15 dias de antecedência (mais informações nesse link). Nós fizemos a visita, que durou 1h30min e achamos que valeu muito a pena. Ela foi interessante porque conhecemos a construção por dentro e aprendemos um pouco mais sobre a história da Argentina. Nessa praça também encontramos a Catedral Metropolitana de Buenos Aires, uma das igrejas mais incríveis da Argentina e Patrimônio Histórico Nacional. Vê-la independentemente já é suficiente, mas também é possível realizar tours guiados lá dentro. O custo é de 8 pesos por pessoa e os grupos são de, no mínimo, 15 pessoas, sempre pela manhã. Devem ser combinadas por telefone, com a secretaria, de segunda a sexta, das 10h às 14h. Outro lugar incrível, localizado nessa praça, é o famoso Cabildo de Buenos Aires. Durante a época colonial, o edifício foi o lugar que representava a cidade frente à metrópole, com funções jurídicas e administrativas, além de servir de prisão. O Cabildo de Buenos Aires teve mais importância com a criação em 1776 do Vice-Reino do Rio da Prata, cuja capital era Buenos Aires. Foi nesse lugar também que foi declarada a Revolução de Maio de 1810, estopim para a independência de vários países da região platina. É possível entrar e visitar as exposições de forma independente ou com a ajuda de guias. Para mais informações, clique aqui. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/07/17/o-que-nao-deixar-de-fazer-em-uma-primeira-visita-buenos-aires/
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