Ir para conteúdo

filosofiadeviajante

Membros
  • Total de itens

    110
  • Registro em

  • Última visita

Tudo que filosofiadeviajante postou

  1. Buenos Aires pode não ser a 'Meca' da comida barata, principalmente se comparada a algumas cidades asiáticas. A capital argentina, que já foi conhecida por seus preços atraentes, foi assombrada pelo fantasma da inflação, e hoje já ostenta valores similares às grandes capitais europeias. Apesar disso, a cidade não decepciona os pães-duros de plantão (como nós), que fazem qualquer coisa pra manter o budgetno limite. A linha de frente da comida barata em BsAs é basicamente composta por pizza, empanada e choripán (pão com linguiça). Apesar da fama, o último não é assim tão fácil de achar, pelo menos na rua, já que a capital não é tão rica em opções de comida callejera. Preço justo:espere pagar cerca de ARS30 por uma fatia de pizza de mozzarella ou por uma empanada (qualquer sabor, frita ou assada) e ARS50 por um chori (como é chamado carinhosamente o choripán). Continue lendo em: http://wp.me/p8A1rR-sN
  2. Nova York é uma cidade com milhares de atrações e coisas a serem vistas. Nem sempre, em uma primeira visita, é possível aproveitar tudo de bom que a cidade pode oferecer. Nesse post, fizemos uma relação de passeios essenciais, principalmente se você estiver com o tempo mais apertado. 1- Caminhar no DUMBO, no Brooklyn, passando pela fotogênica Brooklyn Bridge Uma das áreas mais cools e fotogênicas da cidade, também é uma ótima região para passear no final da tarde. No DUMBO você encontrará diversas ruas com vistas incríveis para a famosa ponte, perfeitas para uma bela fotografia. Aproveite para atravessar do Brooklyn até Manhattan e ter uma vista incrível do skyline dessa megalópole. A partir dela você conseguirá ver até mesmo a Estátua da Liberdade. Porém não se assuste com a quantidade de turistas que você vai encontrar, a qualquer época do ano. Continue lendo em: http://wp.me/p8A1rR-rX
  3. Viajar é quase sempre uma experiência maravilhosa, que começa muito antes da hora do embarque. Isso porque antes vem a fase de planejamento. É preciso saber o itinerário, os custos e a [muitas vezes] temida organização da mala de viagem. Sendo ela de rodinhas ou mochilão, a verdade é que essa etapa sempre exige muita organização. Eu e o Henrique gostamos de usar nosso mochilão de 60L da Quechua (para usufruto de nós dois) e como o espaço é restrito, só levamos o que é estritamente necessáriopara o tempo de viagem. Aqui vão alguns macetespara tornar essa preparação mais fácil: 1- Escolha a mala que você vai levar. Considere que a mala de rodinhas atrapalha um pouco no deslocamento entre cidades e países, principalmente quando há calçadas e escadas a serem percorridas. Mas, se você for usar táxi na maioria das vezes, esse problema já se torna bem menor. E para quem tem problemas de coluna, pode ser uma boa opção. Já o mochilão é mais flexível para as andanças a pé e de transporte público. Além disso, não incomoda em calçadas e escadas. Continue lendo em: http://wp.me/p8A1rR-rA
  4. Bombinhas é um dos destinos de verão mais famosos de Santa Catarina e do Brasil. Conhecida como a capital do Mergulho Ecológico, a cidade possui uma infinidade de praias e trilhas a serem exploradas. Desde lugares ideiais para mergulho até a praias ideias para a prática do surf, a diversidade dessa região é inigualável. Bora conhecer cada uma dessas praias tão incríveis? Praia de Bombas O nome da praia se dá pelo som que as ondas produzem, mas Bombas nem sempre é muito agitada. Tudo depende de como se comportam os ventos. Características da praia: Suas águas em geral são calmas, com pequenas ondas. Há bastante movimento durante todo o verão. Para quem gosta de uma praia mais reservada, essa talvez não seja a melhor opção. O canto direito da praia é impróprio para banho, mas dá acesso à linda Praia do Ribeiro. Localização: É a primeira praia do município. Seu acesso é pela SC 412, que liga a cidade de Porto Belo a Bombinhas, direto pela avenida Leopoldo Zarling, a principal via do bairro de Bombas. Infra-estrutura: A avenida principal, que está de frente à Praia de Bombas (Av. Leopoldo Zarling), possui tudo que alguém necessita para uma temporada na praia. Supermercados, quiosques, postos de gasolina, lojas de roupas, farmácias, hotéis... Quem fica nos arredores de Bombas não fica na mão. Praia do Ribeiro Características da praia: É uma praia pequena, com apenas 120 metros de extensão. Possui águas tranquilas e transparentes, lindas de se ver em dias de bastante sol. Em algumas épocas do ano é possível avistar tartarugas nadando junto ao costão. Também dá para praticar snorkeling aqui. Para quem gosta de uma praia mais reservada e com menos gente, essa pode ser uma boa opção. Localização: Acesso se dá por meio de uma trilha que começa no canto direito da Praia de Bombas. A trilha é rápida (em torno de 5 a 10 minutos) e de nível fácil. Infra-estrutura: A infra-estrutura é bem pequena. Antigamente não tinha absolutamente nada. Agora em dezembro de 2017 vimos um vendedor ambulante vendendo insumos básicos no final dessa praia. Mas nada além disso. Continue lendo em: : http://filosofiadeviajante.com.br/2017/12/24/incriveis-praias-de-bombinhas/
  5. Todo mundo sabe que Florianópolis é recheada de praias. Algumas fontes dizem que são mais de 40. Em uma só ilha! Enquanto as praias do Sul são mais nativas e têm menos infra-estrutura turística, o Norte já é muito conhecido pelos turistas, sobretudo argentinos, que vêm na alta temporada (dezembro a março). Pra inaugurar uma série de posts sobre as praias de Floripa (a cidade que nos adotou há mais de 2 anos e na qual ainda temos muuuito a explorar), vamos falar sobre a Praia Brava, a Lagoinha do Norte, Ponta das Canas e Cachoeira do Bom Jesus, todas no Norte da Ilha de Santa Catarina. 1 – Praia Brava Localização Vizinha de Canasvieiras e Ponta das Canas, ao norte da Ilha de Florianópolis, a 36 km do centro de Florianópolis. Características da praia É muito conhecida por ser um local perfeito para a prática do surf. Tem ondas fortes e bravas (daí o nome da praia), com intenso repuxo (por isso quem deseja tomar banho nessa praia deve ter muito cuidado). As águas são claras e cristalinas, perfeitas para uma bela foto debaixo d’água. Possui cerca de 1,5km de extensão e faixa de areia entre 25 e 80 metros. Pode apresentar alguns desníveis mais profundos, o que pode favorecer acidentes. Infra-estrutura A comunidade é pequena e composta na sua maioria por condomínios de edifícios que ficam de frente para o mar ou próximo dele. Os arredores da praia são muito lindos, e fora da temporada ela fica mais deserta. Não há tantas opções de quiosques e restaurantes, o que pede uma boa preparação para passar o dia nesta praia. Nos pareceu uma praia bastante organizada e segura. Percebemos que há poucas pousadas nos arredores, mas soubemos que há uma oferta muito grande de AirBnBs na região. *Clique nas fotos para ampliá-las Praia Brava Águas bravas, que dão o nome à praia Águas cristalinas da Praia Brava Estrada que chega à Praia Brava e de onde pode-se chegar ao Mirante da Praia Brava e à Trilha do Rapa Outras atrações Mirante da Praia Brava No topo do morro de entrada para a Brava há um mirante, localizado ao lado de um restaurante, que permite ter um visual panorâmico da praia. De lá também saem voos de parapente (R$200 por 20min) Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/12/20/praias-norte-de-floripa/
  6. Apesar de não haver consenso de quando Cusco começou a ser povoada, a cidade é considerada a mais antiga ainda existente das Américas. Acredita-se que a primeira cultura a habitá-la, nos idos de 1000 a.C., foi a Marcavalle, composta por fazendeiros e pastores. Claro que, antes disso, povos nômades já haviam passado por Cusco, mas ninguém havia se estabelecido em suas terras até então. Por volta de 800 a.C., estabeleceram-se na região os Chanapata, dos quais restou apenas alguns fragmentos de cerâmica para contar história. O próximo registro que se tem é de muito tempo depois, de 600 d.C., quando a cultura Qotakalli foi criada e o primeiro sistema de estados regionais foi estabelecido. Pisaq, porta de entrada para os sítios arqueológicos do Valle Sagrado. Apresenta mescla das arquiteturas inca e espanhola. Pukapukara, uma espécie de alfândega durante o Império Inca Entretanto, a primeira cultura a trazer significativo desenvolvimento urbano, agrícola e religioso foi a Wari, proveniente da região de Ayacucho, que se estabeleceu em Cusco nos anos de 750. Aliás, eles deixaram um legado arquitetônico para os dias atuais, sob os sítios de Piquillacta e Choquepuquio (poquíssimo explorados pelas agências de turismo de Cusco). Inexplicavelmente, os Wari sumiram do mapa – mas não da história – por volta do ano 1000. Há vestígios de sua ocupação a 22km de Ayacucho, no chamado Museo de Sitio Wari. No período entre 1000 e 1200, diversos povos se alternaram no domínio da região de Cusco, sem que um deles obtivesse destaque. Porém, no início do século XIII, teria início a formação de um dos impérios mais grandiosos já existentes na América, o Inca. Na verdade, o império em si era chamado de ‘Tahuantisuyo‘ (em quéchua, “quatro estados”), representando as quatro partes em que Cusco era dividida, enquanto ‘Inca’ se referia ao governante máximo (o primeiro foi Manco Cápac). A expansão de fato só veio sob o comando do Inca Pachakuteq, coroado em 1438, época em que foram construídos Machu Picchu, Moray e as rodovias que interligavam os povoados do Tahuantisuyo, que no auge se estendia pelo noroeste da Argentina, os vales centrais do Chile, o sul da Colômbia e o altiplano boliviano. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/12/18/historia-cusco-capital-inca/
  7. Visitar a Europa é sempre uma saga. Para o viajante é difícil saber principalmente quantos dias ficar em cada uma das cidades escolhidas. E não é fácil mesmo! Por vezes nos apaixonamos pelas cidades (escrevemos sobre nosso top 10 cidades da Europa Ocidental aqui) e queremos ficar mais tempo do que tínhamos planejado. O contrário também pode acontecer, ou seja, o seu santo não bater com a cidade que você está visitando. Para te ajudar um pouquinho, te dizemos quantos dias passar em algumas das cidades mais turísticas da Europa Ocidental (com base em nossa opinião, claro!). Escolhemos dividir em “Conhecer o básico”, para aqueles que querem só conhecer as principais atrações e em “Conhecer mais profundamente”, para aqueles que querem ir além do meramente turístico. Bora começar? Roma Nível “Conhecer o básico”: 4 dias Nível “Conhecer mais profundamente”: 8+ dias Roma é um museu a céu aberto e merece ser visitada com calma. Há inúmeros museus, entre eles o “Musei Capitolini”, que demanda pelo menos um período inteiro do dia para ser visitado. Sem contar que o complexo do Fori Imperiali + Coliseu + Palatino pode demandar até mais de um dia (tanto que o ingresso para os três é válido por 2 dias). Na cozinha, Roma é definitivamente o paraíso para quem gosta de uma boa pizza italiana. Massa fina e leve, recheio por vezes simples, contudo sabor inesquecível. Não deixe de visitar pelo menos as mais famosas e reconhecidas, como “Sforno”, “Moma” e “La gatta mangiona”. Também aproveite os tempos de descanso para tomar um gelato italiano na tradicional “Giolitti” (aliás, falamos sobre os gelatos de Roma aqui). Para fazer tudo isso e muito mais, é necessário aos menos 4 dias na cidade. Se você quiser explorar mais (como nós quisemos), experimente ficar pelo menos 8 dias e saborear a cidade mais devagar. Saboreie o delicioso café italiano na famosa “La Tazza d’Oro” e reserve uma tarde para experimentar os diversos ‘espressos’ da Città Eterna. Flaneie pelas ruelas de Trastevere e à beira do Rio Tibre. E pra fechar com chave de ouro, passeie um dia em um país diferente: o Vaticano. Lá você pode visitar as famosas Piazza e Basílica di San Pietro e visitar o enorme Museo Vaticani. Em resumo: Roma vicia! Florença Nível “Conhecer o básico”: 2 dias Nível “Conhecer mais profundamente”: 5+ dias Como pode uma cidade tão pequenina ter sido tão importante para a História da Arte mundial? Florença é o Tesouro da Toscana e transpira arte e cultura. Chega a ter até um gosto de cidade interiorana. Não tão interiorana porque, a qualquer estação do ano, há milhares de turistas circulando pela cidade. Mas não há como negar que os museus são o carro-chefe de qualquer viagem à cidade dos artistas. Desde a “Galleria degli Uffizi” até a Galleria dell’Accaddemia”, obras famosas no mundo inteiro enchem os olhos de quem visita. Dois dias são suficientes para conhecer o básico e o mais turístico de Florença (montamos um roteiro de 2 dias pela capital da Toscana aqui). Mas se você quiser conhecer cada cantinho dessa cidade charmosa, além das demais cidades toscanas (e.g. Pisa, Luca, San Gimignano, Siena), você vai precisar de mais dias para pernar ou dirigir pela região. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/12/11/mochilao-na-europa-ocidental-quantos-dias-passar-em-cada-cidade-e-por-que/
  8. Visitar a Europa é sempre uma saga. Para o viajante é difícil saber principalmente quantos dias ficar em cada uma das cidades escolhidas. E não é fácil mesmo! Por vezes nos apaixonamos pelas cidades (escrevemos sobre nosso top 10 cidades da Europa Ocidental aqui) e queremos ficar mais tempo do que tínhamos planejado. O contrário também pode acontecer, ou seja, o seu santo não bater com a cidade que você está visitando. Para te ajudar um pouquinho, te dizemos quantos dias passar em algumas das cidades mais turísticas da Europa Ocidental (com base em nossa opinião, claro!). Escolhemos dividir em “Conhecer o básico”, para aqueles que querem só conhecer as principais atrações e em “Conhecer mais profundamente”, para aqueles que querem ir além do meramente turístico. Bora começar? Roma Nível “Conhecer o básico”: 4 dias Nível “Conhecer mais profundamente”: 8+ dias Roma é um museu a céu aberto e merece ser visitada com calma. Há inúmeros museus, entre eles o “Musei Capitolini”, que demanda pelo menos um período inteiro do dia para ser visitado. Sem contar que o complexo do Fori Imperiali + Coliseu + Palatino pode demandar até mais de um dia (tanto que o ingresso para os três é válido por 2 dias). Na cozinha, Roma é definitivamente o paraíso para quem gosta de uma boa pizza italiana. Massa fina e leve, recheio por vezes simples, contudo sabor inesquecível. Não deixe de visitar pelo menos as mais famosas e reconhecidas, como “Sforno”, “Moma” e “La gatta mangiona”. Também aproveite os tempos de descanso para tomar um gelato italiano na tradicional “Giolitti” (aliás, falamos sobre os gelatos de Roma aqui). Para fazer tudo isso e muito mais, é necessário aos menos 4 dias na cidade. Se você quiser explorar mais (como nós quisemos), experimente ficar pelo menos 8 dias e saborear a cidade mais devagar. Saboreie o delicioso café italiano na famosa “La Tazza d’Oro” e reserve uma tarde para experimentar os diversos ‘espressos’ da Città Eterna. Flaneie pelas ruelas de Trastevere e à beira do Rio Tibre. E pra fechar com chave de ouro, passeie um dia em um país diferente: o Vaticano. Lá você pode visitar as famosas Piazza e Basílica di San Pietro e visitar o enorme Museo Vaticani. Em resumo: Roma vicia! Florença Nível “Conhecer o básico”: 2 dias Nível “Conhecer mais profundamente”: 5+ dias Como pode uma cidade tão pequenina ter sido tão importante para a História da Arte mundial? Florença é o Tesouro da Toscana e transpira arte e cultura. Chega a ter até um gosto de cidade interiorana. Não tão interiorana porque, a qualquer estação do ano, há milhares de turistas circulando pela cidade. Mas não há como negar que os museus são o carro-chefe de qualquer viagem à cidade dos artistas. Desde a “Galleria degli Uffizi” até a Galleria dell’Accaddemia”, obras famosas no mundo inteiro enchem os olhos de quem visita. Dois dias são suficientes para conhecer o básico e o mais turístico de Florença (montamos um roteiro de 2 dias pela capital da Toscana aqui). Mas se você quiser conhecer cada cantinho dessa cidade charmosa, além das demais cidades toscanas (e.g. Pisa, Luca, San Gimignano, Siena), você vai precisar de mais dias para pernar ou dirigir pela região. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/12/11/mochilao-na-europa-ocidental-quantos-dias-passar-em-cada-cidade-e-por-que/
  9. Visitar a Europa é sempre uma saga. Para o viajante é difícil saber principalmente quantos dias ficar em cada uma das cidades escolhidas. E não é fácil mesmo! Por vezes nos apaixonamos pelas cidades (escrevemos sobre nosso top 10 cidades da Europa Ocidental aqui) e queremos ficar mais tempo do que tínhamos planejado. O contrário também pode acontecer, ou seja, o seu santo não bater com a cidade que você está visitando. Para te ajudar um pouquinho, te dizemos quantos dias passar em algumas das cidades mais turísticas da Europa Ocidental (com base em nossa opinião, claro!). Escolhemos dividir em “Conhecer o básico”, para aqueles que querem só conhecer as principais atrações e em “Conhecer mais profundamente”, para aqueles que querem ir além do meramente turístico. Bora começar? Roma Nível “Conhecer o básico”: 4 dias Nível “Conhecer mais profundamente”: 8+ dias Roma é um museu a céu aberto e merece ser visitada com calma. Há inúmeros museus, entre eles o “Musei Capitolini”, que demanda pelo menos um período inteiro do dia para ser visitado. Sem contar que o complexo do Fori Imperiali + Coliseu + Palatino pode demandar até mais de um dia (tanto que o ingresso para os três é válido por 2 dias). Na cozinha, Roma é definitivamente o paraíso para quem gosta de uma boa pizza italiana. Massa fina e leve, recheio por vezes simples, contudo sabor inesquecível. Não deixe de visitar pelo menos as mais famosas e reconhecidas, como “Sforno”, “Moma” e “La gatta mangiona”. Também aproveite os tempos de descanso para tomar um gelato italiano na tradicional “Giolitti” (aliás, falamos sobre os gelatos de Roma aqui). Para fazer tudo isso e muito mais, é necessário aos menos 4 dias na cidade. Se você quiser explorar mais (como nós quisemos), experimente ficar pelo menos 8 dias e saborear a cidade mais devagar. Saboreie o delicioso café italiano na famosa “La Tazza d’Oro” e reserve uma tarde para experimentar os diversos ‘espressos’ da Città Eterna. Flaneie pelas ruelas de Trastevere e à beira do Rio Tibre. E pra fechar com chave de ouro, passeie um dia em um país diferente: o Vaticano. Lá você pode visitar as famosas Piazza e Basílica di San Pietro e visitar o enorme Museo Vaticani. Em resumo: Roma vicia! Florença Nível “Conhecer o básico”: 2 dias Nível “Conhecer mais profundamente”: 5+ dias Como pode uma cidade tão pequenina ter sido tão importante para a História da Arte mundial? Florença é o Tesouro da Toscana e transpira arte e cultura. Chega a ter até um gosto de cidade interiorana. Não tão interiorana porque, a qualquer estação do ano, há milhares de turistas circulando pela cidade. Mas não há como negar que os museus são o carro-chefe de qualquer viagem à cidade dos artistas. Desde a “Galleria degli Uffizi” até a Galleria dell’Accaddemia”, obras famosas no mundo inteiro enchem os olhos de quem visita. Dois dias são suficientes para conhecer o básico e o mais turístico de Florença (montamos um roteiro de 2 dias pela capital da Toscana aqui). Mas se você quiser conhecer cada cantinho dessa cidade charmosa, além das demais cidades toscanas (e.g. Pisa, Luca, San Gimignano, Siena), você vai precisar de mais dias para pernar ou dirigir pela região. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/12/11/mochilao-na-europa-ocidental-quantos-dias-passar-em-cada-cidade-e-por-que/
  10. Visitar a Europa é sempre uma saga. Para o viajante é difícil saber principalmente quantos dias ficar em cada uma das cidades escolhidas. E não é fácil mesmo! Por vezes nos apaixonamos pelas cidades (escrevemos sobre nosso top 10 cidades da Europa Ocidental aqui) e queremos ficar mais tempo do que tínhamos planejado. O contrário também pode acontecer, ou seja, o seu santo não bater com a cidade que você está visitando. Para te ajudar um pouquinho, te dizemos quantos dias passar em algumas das cidades mais turísticas da Europa Ocidental (com base em nossa opinião, claro!). Escolhemos dividir em “Conhecer o básico”, para aqueles que querem só conhecer as principais atrações e em “Conhecer mais profundamente”, para aqueles que querem ir além do meramente turístico. Bora começar? Roma Nível “Conhecer o básico”: 4 dias Nível “Conhecer mais profundamente”: 8+ dias Roma é um museu a céu aberto e merece ser visitada com calma. Há inúmeros museus, entre eles o “Musei Capitolini”, que demanda pelo menos um período inteiro do dia para ser visitado. Sem contar que o complexo do Fori Imperiali + Coliseu + Palatino pode demandar até mais de um dia (tanto que o ingresso para os três é válido por 2 dias). Na cozinha, Roma é definitivamente o paraíso para quem gosta de uma boa pizza italiana. Massa fina e leve, recheio por vezes simples, contudo sabor inesquecível. Não deixe de visitar pelo menos as mais famosas e reconhecidas, como “Sforno”, “Moma” e “La gatta mangiona”. Também aproveite os tempos de descanso para tomar um gelato italiano na tradicional “Giolitti” (aliás, falamos sobre os gelatos de Roma aqui). Para fazer tudo isso e muito mais, é necessário aos menos 4 dias na cidade. Se você quiser explorar mais (como nós quisemos), experimente ficar pelo menos 8 dias e saborear a cidade mais devagar. Saboreie o delicioso café italiano na famosa “La Tazza d’Oro” e reserve uma tarde para experimentar os diversos ‘espressos’ da Città Eterna. Flaneie pelas ruelas de Trastevere e à beira do Rio Tibre. E pra fechar com chave de ouro, passeie um dia em um país diferente: o Vaticano. Lá você pode visitar as famosas Piazza e Basílica di San Pietro e visitar o enorme Museo Vaticani. Em resumo: Roma vicia! Florença Nível “Conhecer o básico”: 2 dias Nível “Conhecer mais profundamente”: 5+ dias Como pode uma cidade tão pequenina ter sido tão importante para a História da Arte mundial? Florença é o Tesouro da Toscana e transpira arte e cultura. Chega a ter até um gosto de cidade interiorana. Não tão interiorana porque, a qualquer estação do ano, há milhares de turistas circulando pela cidade. Mas não há como negar que os museus são o carro-chefe de qualquer viagem à cidade dos artistas. Desde a “Galleria degli Uffizi” até a Galleria dell’Accaddemia”, obras famosas no mundo inteiro enchem os olhos de quem visita. Dois dias são suficientes para conhecer o básico e o mais turístico de Florença (montamos um roteiro de 2 dias pela capital da Toscana aqui). Mas se você quiser conhecer cada cantinho dessa cidade charmosa, além das demais cidades toscanas (e.g. Pisa, Luca, San Gimignano, Siena), você vai precisar de mais dias para pernar ou dirigir pela região. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/12/11/mochilao-na-europa-ocidental-quantos-dias-passar-em-cada-cidade-e-por-que/
  11. Ter um passaporte é um item quase que obrigatório para quem deseja viajar ao Exterior. “Quase que” porque há países que não o exigem, especialmente os da América do Sul, como Uruguai, Argentina, Chile, Peru, entre outros. Para fazer o passaporte pela primeira vez ou para renová-lo, você vai precisar dos mesmos documentos. Portanto, se prepare para separar um bocado deles, os quais serão usados para preencher um formulário online e para o dia de comparecimento à Polícia Federal. O interessado em emitir um passaporte brasileiro deve seguir as seguintes condições: – Ser Brasileiro (seguindo os requisitos constitucionais da Nacionalidade Brasileira nesse link) – Ter-se alistado eleitor, quando obrigatório; – Ter votado na última eleição, quando obrigatório, justificado, ou pago a multa respectiva; – Se homem, estar quite com o serviço militar obrigatório; – Não ser procurado nem impedido de obter passaporte ou de sair do País pela Justiça. – Reunir os seguintes documentos ORIGINAIS (e, conforme a legislação pertinente, ainda poderão ser exigidos outros documentos no momento do atendimento, havendo fundadas razões): 1.Documento de Identidade (obrigatório para maiores de 12 anos) Podem ser aceitos como documento de identidade: – Cédula de identidade expedida por Secretaria de Segurança Pública; – Carteira funcional expedida por órgão público, reconhecida por lei federal como documento de identidade válido em todo território nacional; – Carteira de identidade expedida por comando militar, ex-ministério militar, pelo Corpo de Bombeiros ou Polícia Militar; – Passaporte brasileiro anterior (ainda que vencido); – Carteira nacional de habilitação expedida pelo DETRAN, acompanhada de outro documento original que comprove local de nascimento; – Carteira de identidade expedida por órgão fiscalizador do exercício de profissão regulamentada por lei; – Carteira de trabalho e previdência social-CTPS. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/12/05/como-emitir-seu-passaporte-brasileiro/
  12. Machu Picchu é, sem dúvidas, um dos destinos mais cobiçados pelos viajantes atualmente. Europeus, estadunidenses, chilenos e argentinos confluem em massa para o Peru para conhecer, sobretudo, sua maravilha do mundo. E não é à toa… A Velha Montanha ou Velho Pico (tradução livre do quéchua de ‘Machu Picchu’), um dos maiores legados Incas, é uma fonte inesgotável de mistérios e paisagens estonteantes. Machu Picchu, erguida provavelmente no século XV a mando de Pachacuteq, à beira do Vale do Rio Urubamba e a 2400m de altitude, abriga restos arqueológicos do que foi, provavelmente, uma cidade, com moradias, templos, sistema de escoamento de água, plantações e locais para criação de animais. A descoberta para o mundo, entretanto, só veio em 1911, em uma expedição do arqueólogo da Universidade de Yale Hiram Bingham. Pelo fato de ser um local isolado, o acesso a Machu Picchu não é dos mais fáceis. Mas não desanime: com a popularização do sítio o acesso tem se tornado mais fácil. E o melhor: as paisagens no caminho fazem valer qualquer possível perrengue. Nesse post vamos apresentar todas as formas de se chegar a Machu Picchu, desde as mais econômicas às mais, digamos, luxuosas. Do Brasil ao Peru O aeroporto mais próximo de Machu Picchu é o Aeroporto Alejandro Velazco Astete, em Cusco, mas infelizmente não há voos diretos do Brasil para Cusco. Os voos internacionais têm como único destino Lima. Há voos diretos para a capital peruana a partir das seguintes cidades brasileiras: São Paulo: voos diários operados pela LATAM e pela Avianca. O voo dura aproximadamente 5h. Rio de Janeiro: voos diários operados pela Avianca e quase diários operados pela LATAM. O voo dura cerca de 5:30. Porto Alegre: 1 voo diário operado pela Avianca. Duração de voo: 5h. Foz do Iguaçu: 1 voo quase diário operado pela LATAM. O voo é mais curto, dura cerca de 4:15. De Lima para Cusco Leia mais: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/12/02/lixo-ao-luxo-tudo-que-voce-precisa-saber-para-chegar-machu-picchu/
  13. @Neto Recife o post completo está no seguinte link, Neto: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/11/22/como-adquirir-o-eta-para-viagens-ao-canada/
  14. Quer viajar aos Estados Unidos pela primeira vez e não sabe por onde começar? O primeiro passo é fazer o passaporte brasileiro. Com ele em mãos, você poderá dar entrada no visto americano. Nesse post, apresentaremos o processo de solicitação, que pode parecer difícil ao primeiro olhar, mas na verdade é bem simples. Basta se programar. Aqui apresentamos um passo a passo para aqueles que querem emitir seu visto para viajar aos Estados Unidos: 1-Preencher o formulário DS-160 Acesse esse link e preencha todo o formulário com MUITA atenção. O formulário é escrito em Inglês e você deve respondê-lo em Inglês também. Se tiver dificuldades, peça ajuda para aquele amigo que manja da língua, mas não responda nada que você realmente não entenda. Também se atente para ir salvando os dados de cada página que responder. Além de possibilitar que você retorne depois para terminar o formulário, evita que você tenha que preencher tudo de novo se der um pau na sua Internet. Para facilitar o preenchimento, tenha em mãos o passaporte e informações de sua viagem aos EUA (data, nome de hotel/hospedagem, endereço e telefone, tempo de viagem). Também não esqueça que sua renda deverá ser comprovada na entrevista ao Consulado, então tente ser o mais preciso possível na hora de escrevê-la. Continue lendo em : https://goo.gl/g8FA2W
  15. Quer viajar aos Estados Unidos pela primeira vez e não sabe por onde começar? O primeiro passo é fazer o passaporte brasileiro. Com ele em mãos, você poderá dar entrada no visto americano. Nesse post, apresentaremos o processo de solicitação, que pode parecer difícil ao primeiro olhar, mas na verdade é bem simples. Basta se programar. Aqui apresentamos um passo a passo para aqueles que querem emitir seu visto para viajar aos Estados Unidos: 1-Preencher o formulário DS-160 Acesse esse link e preencha todo o formulário com MUITA atenção. O formulário é escrito em Inglês e você deve respondê-lo em Inglês também. Se tiver dificuldades, peça ajuda para aquele amigo que manja da língua, mas não responda nada que você realmente não entenda. Também se atente para ir salvando os dados de cada página que responder. Além de possibilitar que você retorne depois para terminar o formulário, evita que você tenha que preencher tudo de novo se der um pau na sua Internet. Para facilitar o preenchimento, tenha em mãos o passaporte e informações de sua viagem aos EUA (data, nome de hotel/hospedagem, endereço e telefone, tempo de viagem). Também não esqueça que sua renda deverá ser comprovada na entrevista ao Consulado, então tente ser o mais preciso possível na hora de escrevê-la. Leia mais em: https://goo.gl/g8FA2W
  16. Nesse ano, uma das notícias que mais bombaram no mundo dos viajantes e blogueiros de viagem foi a tal da liberação de visto para visitar o Canadá. Desde 1º de maio de 2017, alguns brasileiros são elegíveis a solicitar um eTA para viajar ao país norte-americano. Tudo foi tão propagandeado que teve até umas manchetes meio duvidosas por aí. Vamos lá. Afinal, o que é o eTA? A Autorização Eletrônica de Viagem (na sigla em inglês, eTA) é uma nova forma de visto, menos burocrática, mais simplificada e mais barata. Mas calma lá… Para fazer a Autorização Eletrônica de Viagem há regras e pré-requisitos a serem cumpridos: NÃO são, portanto, todos os brasileiros que estão livres para visitar o Canadá somente com o eTA. Eu e o Henrique, por exemplo, pensamos em ir dos Estados Unidos (onde vai começar nossa viagem, em janeiro de 2018) ao Canadá de ônibus, até descobrirmos que se você chegar pelo Canadá de carro, ônibus, trem ou qualquer outro transporte que não seja o aéreo, você NÃO terá direito ao eTA.Desistimos desse plano e optamos por ir de um país ao outro de avião. Até porque o visto canadense tradicional é um tanto quanto trabalhoso de fazer e custoso (sairia aproximadamente R$400, enquanto o eTA custa por volta de R$20). Nós, apesar de nunca termos tido visto canadense antes, pelo menos tínhamos o americano, o que já facilitou muito nossas vidas (já vamos explicar o porquê). Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/11/22/como-adquirir-o-eta-para-viagens-ao-canada/
  17. Nesse ano, uma das notícias que mais bombaram no mundo dos viajantes e blogueiros de viagem foi a tal da liberação de visto para visitar o Canadá. Desde 1º de maio de 2017, alguns brasileiros são elegíveis a solicitar um eTA para viajar ao país norte-americano. Tudo foi tão propagandeado que teve até umas manchetes meio duvidosas por aí. Vamos lá. Afinal, o que é o eTA? A Autorização Eletrônica de Viagem (na sigla em inglês, eTA) é uma nova forma de visto, menos burocrática, mais simplificada e mais barata. Mas calma lá… Para fazer a Autorização Eletrônica de Viagem há regras e pré-requisitos a serem cumpridos: NÃO são, portanto, todos os brasileiros que estão livres para visitar o Canadá somente com o eTA. Eu e o Henrique, por exemplo, pensamos em ir dos Estados Unidos (onde vai começar nossa viagem, em janeiro de 2018) ao Canadá de ônibus, até descobrirmos que se você chegar pelo Canadá de carro, ônibus, trem ou qualquer outro transporte que não seja o aéreo, você NÃO terá direito ao eTA.Desistimos desse plano e optamos por ir de um país ao outro de avião. Até porque o visto canadense tradicional é um tanto quanto trabalhoso de fazer e custoso (sairia aproximadamente R$400, enquanto o eTA custa por volta de R$20). Nós, apesar de nunca termos tido visto canadense antes, pelo menos tínhamos o americano, o que já facilitou muito nossas vidas (já vamos explicar o porquê). Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/11/22/como-adquirir-o-eta-para-viagens-ao-canada/
  18. Nesse ano, uma das notícias que mais bombaram no mundo dos viajantes e blogueiros de viagem foi a tal da liberação de visto para visitar o Canadá. Desde 1º de maio de 2017, alguns brasileiros são elegíveis a solicitar um eTA para viajar ao país norte-americano. Tudo foi tão propagandeado que teve até umas manchetes meio duvidosas por aí. Vamos lá. Afinal, o que é o eTA? A Autorização Eletrônica de Viagem (na sigla em inglês, eTA) é uma nova forma de visto, menos burocrática, mais simplificada e mais barata. Mas calma lá… Para fazer a Autorização Eletrônica de Viagem há regras e pré-requisitos a serem cumpridos: NÃO são, portanto, todos os brasileiros que estão livres para visitar o Canadá somente com o eTA. Eu e o Henrique, por exemplo, pensamos em ir dos Estados Unidos (onde vai começar nossa viagem, em janeiro de 2018) ao Canadá de ônibus, até descobrirmos que se você chegar pelo Canadá de carro, ônibus, trem ou qualquer outro transporte que não seja o aéreo, você NÃO terá direito ao eTA.Desistimos desse plano e optamos por ir de um país ao outro de avião. Até porque o visto canadense tradicional é um tanto quanto trabalhoso de fazer e custoso (sairia aproximadamente R$400, enquanto o eTA custa por volta de R$20). Nós, apesar de nunca termos tido visto canadense antes, pelo menos tínhamos o americano, o que já facilitou muito nossas vidas (já vamos explicar o porquê). Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/11/22/como-adquirir-o-eta-para-viagens-ao-canada/
  19. Goiânia é conhecida como a “Cidade dos Parques” e uma das cidades mais verdes do Brasil. Além de todas essas qualidades, a capital de Goiás não decepciona quando o assunto é cafés. Em um bate-volta de Goiânia, selecionamos duas das melhores cafeterias da cidade e as avaliamos nesse post. Ateliê do Grão O foco desse lugar é o café. Não se decepcione se os bolos e salgados não te agradarem tanto. Se concentre no café. Delicie-se com um menu recheado de cafés com métodos de extração especiais. Tem de tudo: Hario V60, Chemex, Clever… Cada um ressaltando qualidade diferentes do café tomado a mesa. O ambiente é um convite a ficar muitas e muitas horas papeando com a sua companhia. Talvez a única coisa que te faça sair da cafeteria seja o fato de não ter Wi-Fi. Claro que o melhor é sempre uma conversa tête-à-tête, mas para nós blogueiros é difícil registrar tudo pra vocês hahaha. Porém, aproveitamos o ambiente tão aconchegantepara fazer novos planos para o blog. Leia mais em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/11/17/cafes-mais-legais-de-goiania/
  20. A história Em quechua, a palavra Quri significa ‘ouro, dourado’ e Kancha, ‘recinto, local que delimita’. Portanto, Qorikancha significa recinto dourado ou lugar que delimita ouro. E isso não é por acaso. Na cultura Inca, a deidade principal era o Sol, sendo que esse era relacionado ao ouro. Tanto que, originalmente, o lugar se chamava “Intikancha” ou “Intiwasi”, ou seja, recinto do deus Sol (Inti, em quechua). Hoje Convento de Santo Domingo, devido à invasão espanhola, o Qorikancha era o templo mais importante para a religião Inca. Foi edificado pelo Inca (“Rei”) Manko Qhapak, mas foi Pachakuteq, em 1438, quem o reconstrui, expandiu e modernizou. Foi construído com andesito, uma rocha magmática comum nos Andes, e de tal forma que fosse resistente a sismos (pedras maiores na base e inclinação em direção ao interior). Outro detalhe que impressiona é o perfeito encaixe entre as pedras. Para isso, os trabalhadores que construíram o templo tinham de moldar cada uma das pedras e, por tentativa e erro, encaixá-las como um quebra-cabeça, sem usar qualquer argamassa. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/11/13/qorikancha/
  21. A história Em quechua, a palavra Quri significa ‘ouro, dourado’ e Kancha, ‘recinto, local que delimita’. Portanto, Qorikancha significa recinto dourado ou lugar que delimita ouro. E isso não é por acaso. Na cultura Inca, a deidade principal era o Sol, sendo que esse era relacionado ao ouro. Tanto que, originalmente, o lugar se chamava “Intikancha” ou “Intiwasi”, ou seja, recinto do deus Sol (Inti, em quechua). Hoje Convento de Santo Domingo, devido à invasão espanhola, o Qorikancha era o templo mais importante para a religião Inca. Foi edificado pelo Inca (“Rei”) Manko Qhapak, mas foi Pachakuteq, em 1438, quem o reconstrui, expandiu e modernizou. Foi construído com andesito, uma rocha magmática comum nos Andes, e de tal forma que fosse resistente a sismos (pedras maiores na base e inclinação em direção ao interior). Outro detalhe que impressiona é o perfeito encaixe entre as pedras. Para isso, os trabalhadores que construíram o templo tinham de moldar cada uma das pedras e, por tentativa e erro, encaixá-las como um quebra-cabeça, sem usar qualquer argamassa. Continue lendo:http://filosofiadeviajante.com.br/2017/11/13/qorikancha/
  22. Brasília era um sonho antigo. E quando digo sonho, não é apenas no sentido figurado. Conta-se que, na noite anterior à festa de Santa Rosa de Lima (30 de agosto) do ano de 1883, Dom Bosco, fundador da Congregação Salesiana nascido na Itália, teve um sonho, do qual destaco um trecho: “Entre o grau 15 e 20, havia uma enseada bastante extensa, que partia de ponto onde se formava um lago. Disse então uma voz repetidamente: – quando se vierem cavar as minas escondidas em meio a estes montes, aparecerá aqui a terra prometida, que jorra leite e mel. Será uma riqueza inconcebível.” Esta passagem não foi inventada. O próprio Dom Bosco a relatou em uma Assembleia da Congregação Salesiana, em 1883. Anos mais tarde, ela foi publicada em suas “Memorie Biografiche”. Continue lendo: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/11/04/brasilia-a-historia-da-terra-prometida/
  23. Dito como um dos legados da Copa do Mundo de 2014, o Estádio Mané Garrincha divide opiniões em relação ao seu uso hoje, 3 anos após o evento futebolístico. Ele abriga 5 secretarias do DF e recebe, na maioria das vezes, shows nacionais. Conheça um pouco mais da história dele e saiba como é visitá-lo! A Homenagem O nome do estádio remonta ao saudoso jogador de futebol Manuel Francisco dos Santos, mais conhecido como Garrincha. Conhecido por suas pernas tortas e pela habilidade de driblar, popularizou-se no Botafogo e foi destaque da Seleção Brasileira nas Copas de 58 e 62. O destino, infelizmente, não foi recompensador para o “Anjo das Pernas Tortas”, que morreu aos 49 anos em decorrência do alcoolismo. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/11/05/mane-garrincha-uma-visita-guiada-ao-polemico-estadio-da-copa-mundo/
  24. O Peru se tornou, nos últimos anos, um destino muito popular, sobretudo entre os brasileiros, os estadunidenses e os europeus. Estivemos por lá em Julho/2017 e pudemos presenciar essa invasão no “país dos Incas”. Pois é… Apesar dessa denominação, o Peru vai muito além disso. Lima é uma cidade rica em opções de culinária e lazer, e passear pelo seu Malecón em dia de sol ou pelo centro da cidade são ótimas pedidas. Puno é a cidade-base para passeios ao lado peruano do Lago Titicaca, o lago navegável mais alto do mundo e onde se especula que tenha nascido o Império Inca. Arequipa é uma cidade à la française, com um arzinho europeu e uma oferta espetacular de restaurantes deliciosos a preços justos. Nazca é uma boa passagem em direção ao litoral peruano, principalmente pelas famosas Linhas de Nazca. Ica é modesta, mas abriga um oásis um tanto quanto interessante, além de ser a principal região vinícola do Peru. Paracas é um ótimo ponto para se visitar as Islas Ballestas (também chamadas de “Galápagos do Peru”) e a Reserva Nacional de Paracas. Percebeu que eu não falei de Cusco? Pois é… Se você tá planejando ir pro Peru, há 110% de chance de você ter incluido Cusco no seu roteiro. A cidade realmente é um must do país e há muitas coisas para fazer e descobrir nos seus arredores, especialmente sobre os incas. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/09/23/como-nao-cair-em-frias-e-economizar-no-peru/
×
×
  • Criar Novo...