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  1. Praga, a capital da República Tcheca, foi definitivamente a revelação de nossa última viagem à Europa. A cidade é encantadora. Além de ser visualmente muito bonita (a vista da Ponte Carlos para o Rio Vltava e o Castelo em dia de sol é impressionante!), os preços são bem amigáveis em comparação aos da Europa Central. Há uma variedade enorme de restaurantes, sendo que não é difícil encontrar um bom no meio do seu passeio. Grande parte das pessoas fala inglês, visto que Praga já está na mira de muitos que planejam uma visitinha ao Velho Continente. Passamos 3 dias e meio na cidade e podemos te dizer: não perca essa joia chamada Praga! Confere o nosso roteiro por lá: DIA 1 * Comece o dia visitando o Castelo de Praga, a principal atração da cidade. Chegue cedo para evitar muitas filas (as atrações do castelo abrem somente às 9h. No inverno fecham às 16h, mas no verão fecham às 17h). Há 3 tipos de ingresso (A, B e C), mas recomendamos que você compre o A (custa 350 coroas tchecas, uns €13,50). O Circuito B custa CZK250 (€9,50) mas não compreende o Palácio Rosenberg, a Torre de Pólvora e a exibição “A História do Castelo de Praga”. Já o circuito C compreende apenas exibições (portanto, é apenas um circuito complementar ao A ou B). O ingresso para qualquer um dos circuitos é valido por 2 dias. Reserve a manhã e a tarde para a visita ao complexo, já que a impressionante Catedral de São Vito e a charmosa Basílica de São Jorge merecem uma visita atenta. Não há desconto estudantil. Informações sobre deslocamento no site. DICA: Não se esqueça de assistir à troca da guarda do Castelo de Praga, que acontece diariamente às 12h, na praça por onde você entra no Castelo. Continue lendo esse post em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/04/16/roteiro-de-3-dias-em-praga/ Facebook: facebook.com/filosofiadeviajante Instagram: @blogfilosofiadeviajante
  2. Praga, a capital da República Tcheca, foi definitivamente a revelação de nossa última viagem à Europa. A cidade é encantadora. Além de ser visualmente muito bonita (a vista da Ponte Carlos para o Rio Vltava e o Castelo em dia de sol é impressionante!), os preços são bem amigáveis em comparação aos da Europa Central. Há uma variedade enorme de restaurantes, sendo que não é difícil encontrar um bom no meio do seu passeio. Grande parte das pessoas fala inglês, visto que Praga já está na mira de muitos que planejam uma visitinha ao Velho Continente. Passamos 3 dias e meio na cidade e podemos te dizer: não perca essa joia chamada Praga! Confere o nosso roteiro por lá: DIA 1 * Comece o dia visitando o Castelo de Praga, a principal atração da cidade. Chegue cedo para evitar muitas filas (as atrações do castelo abrem somente às 9h. No inverno fecham às 16h, mas no verão fecham às 17h). Há 3 tipos de ingresso (A, B e C), mas recomendamos que você compre o A (custa 350 coroas tchecas, uns €13,50). O Circuito B custa CZK250 (€9,50) mas não compreende o Palácio Rosenberg, a Torre de Pólvora e a exibição “A História do Castelo de Praga”. Já o circuito C compreende apenas exibições (portanto, é apenas um circuito complementar ao A ou B). O ingresso para qualquer um dos circuitos é valido por 2 dias. Reserve a manhã e a tarde para a visita ao complexo, já que a impressionante Catedral de São Vito e a charmosa Basílica de São Jorge merecem uma visita atenta. Não há desconto estudantil. Informações sobre deslocamento no site. DICA: Não se esqueça de assistir à troca da guarda do Castelo de Praga, que acontece diariamente às 12h, na praça por onde você entra no Castelo. - Se você sair mais cedo do Castelo de Praga (que foi o nosso caso, pois estava MUITO frio lá dentro), não deixe de visitar a Biblioteca do Mosteiro de Strahov, dita como uma das mais bonitas do mundo. Há tours guiados diariamente, das 9h às 12h e das 13h às 17h (mais informações no site). - Outra opção para o caso de você sair mais cedo é subir a Torre de Petry (a qual dizem ser parecida com a Torre Eiffel, mas calma… ela é beeem mais modesta haha), onde você tem uma linda vista de Praga. * No fim do dia, não deixe de passar pela famosa Ponte Carlos, construída em 1357 e que contém 30 estátuas individuais, das quais a mais conhecida é a de S. João Nepomuceno (você vai saber qual é, todo mundo tira foto dela!) Continue lendo nosso post: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/04/16/roteiro-de-3-dias-em-praga/ Blog: http://www.filosofiadeviajante.com.br Instagram: @blogfilosofiadeviajante Facebook: http://www.facebook.com/filosofiadeviajante.
  3. Praga, a capital da República Tcheca, foi definitivamente a revelação de nossa última viagem à Europa. A cidade é encantadora. Além de ser visualmente muito bonita (a vista da Ponte Carlos para o Rio Vltava e o Castelo em dia de sol é impressionante!), os preços são bem amigáveis em comparação aos da Europa Central. Há uma variedade enorme de restaurantes, sendo que não é difícil encontrar um bom no meio do seu passeio. Grande parte das pessoas fala inglês, visto que Praga já está na mira de muitos que planejam uma visitinha ao Velho Continente. Passamos 3 dias e meio na cidade e podemos te dizer: não perca essa joia chamada Praga! Confere o nosso roteiro por lá: DIA 1 * Comece o dia visitando o Castelo de Praga, a principal atração da cidade. Chegue cedo para evitar muitas filas (as atrações do castelo abrem somente às 9h. No inverno fecham às 16h, mas no verão fecham às 17h). Há 3 tipos de ingresso (A, B e C), mas recomendamos que você compre o A (custa 350 coroas tchecas, uns €13,50). O Circuito B custa CZK250 (€9,50) mas não compreende o Palácio Rosenberg, a Torre de Pólvora e a exibição “A História do Castelo de Praga”. Já o circuito C compreende apenas exibições (portanto, é apenas um circuito complementar ao A ou B). O ingresso para qualquer um dos circuitos é valido por 2 dias. Reserve a manhã e a tarde para a visita ao complexo, já que a impressionante Catedral de São Vito e a charmosa Basílica de São Jorge merecem uma visita atenta. Não há desconto estudantil. Informações sobre deslocamento no site. DICA: Não se esqueça de assistir à troca da guarda do Castelo de Praga, que acontece diariamente às 12h, na praça por onde você entra no Castelo. Continue lendo esse post aqui: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/04/16/roteiro-de-3-dias-em-praga/ Blog: http://www.filosofiadeviajante.com.br Instagram: @blogfilosofiadeviajante Facebook: http://www.facebook.com/filosofiadeviajante.
  4. Passamos 8 dias em Roma durante nossa última viagem à Europa, de 31/12/16 a 08/01/17. Sim, passamos o capodanno (ano novo) na Città Eterna, mas isso é papo pra outro post! Continuando: já sabíamos de antemão que haveria a tradicional missa do dia 1º na Basílica de São Pedro, mas, infelizmente, o período para requerer os ingressos (que são GRÁTIS, pedidos apenas para fins organizacionais) já havia se esgotado. Já havíamos nos conformado de que não seria possível ver o Papa de pertinho. Só que a vida nos prega surpresas (nesse caso, boa)! No nosso terceiro dia em Roma descobrimos que haveria uma outra missa, no dia 6 de Janeiro (Dia da Epifania). Não pensamos duas vezes. Decidimos que íamos pessoalmente ao Vaticano e tentaríamos conversar com os responsáveis pela missa ou com qualquer pessoa que trabalhasse lá. E foi isso que fizemos! Após visitar o (maravilhoso) complexo Foro Romano - Palatino, disparamos em direção à micro-nação da Igreja Católica. Lá, fomos na Poste Vaticane (“Correio do Vaticano”), onde conversamos com um funcionário. Ele, então, disse que não tinha informações sobre a missa, e que deveríamos conversar com alguém da Guarda Suíça (sim, os famosos guardas que usam roupas coloridas e que protegem o Papa desde 1506). Já estávamos apreensivos. Será que vai dar pra ver a missa? E se não der? Quando será a próxima vez que estaremos em Roma justo no dia de uma missa papal? Não saberíamos se não tentássemos! Leia mais em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/04/14/como-assistir-uma-missa-do-papa-no-vaticano/ Blog: www.filosofiadeviajante.com.br Facebook: www.facebook.com/filosofiadeviajante Instagram: @blogfilosofiadeviajante (postamos fotos diariamente)
  5. Passamos 8 dias em Roma durante nossa última viagem à Europa, de 31/12/16 a 08/01/17. Sim, passamos o capodanno (ano novo) na Città Eterna, mas isso é papo pra outro post! Continuando: já sabíamos de antemão que haveria a tradicional missa do dia 1º na Basílica de São Pedro, mas, infelizmente, o período para requerer os ingressos (que são GRÁTIS, pedidos apenas para fins organizacionais) já havia se esgotado. Já havíamos nos conformado de que não seria possível ver o Papa de pertinho. Só que a vida nos prega surpresas (nesse caso, boa)! No nosso terceiro dia em Roma descobrimos que haveria uma outra missa, no dia 6 de Janeiro (Dia da Epifania). Não pensamos duas vezes. Decidimos que íamos pessoalmente ao Vaticano e tentaríamos conversar com os responsáveis pela missa ou com qualquer pessoa que trabalhasse lá. E foi isso que fizemos! Após visitar o (maravilhoso) complexo Foro Romano - Palatino, disparamos em direção à micro-nação da Igreja Católica. Lá, fomos na Poste Vaticane (“Correio do Vaticano”), onde conversamos com um funcionário. Ele, então, disse que não tinha informações sobre a missa, e que deveríamos conversar com alguém da Guarda Suíça (sim, os famosos guardas que usam roupas coloridas e que protegem o Papa desde 1506). Já estávamos apreensivos. Será que vai dar pra ver a missa? E se não der? Quando será a próxima vez que estaremos em Roma justo no dia de uma missa papal? Não saberíamos se não tentássemos! Achamos um guarda suíço (não é muito difícil, o Vaticano é minúsculo) e perguntamos a ele. Os ingressos já haviam se esgotado. Sabíamos que isso era provável, mas quando ele falou aquilo ficamos muito desapontados. É aí que entra o famoso ditado: “a esperança é a última que morre”. Não estava tudo acabado! O guarda nos disse que o número de ingressos geralmente é subestimado, e que geralmente sobram lugares, os quais podem ser preenchidos por quem chega mais cedo. Amigo(a) viajante, havia esperança! Não sossegaríamos enquanto não víssemos o Pontífice perto da gente. A missa era às 10h, mas já sabíamos que o Vaticano começava a encher após as 8h (encher não, lotar! Mesmo quando não há eventos papais na Praça São Pedro é assim). Acordamos bem cedo e pegamos o metrô de Cavour para Ottaviano-San Pietro. Estávamos esperançosos. Se o Papa é argentino, Deus é brasileiro. E os brasileiros tinham de assistir à missa! Quando chegamos ao Vaticano, perto das 8:15, não havia muita movimentação. Passamos pelo esquema de segurança (de praxe para entrar na Basílica) e fomos entrando despretensiosamente. Havia dois seguranças na entrada, mas quase ninguém mostrava o ingresso. Até que um segurança chegou perto de mim. “Ah não, vão nos expulsar!”, pensamos. “Senhor, tire a touca por favor”. Ufaaaa, era só isso. Olha que eu sempre tiro a touca para entrar em igrejas, mas o nervosismo era tanto que até esqueci! Leia mais em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/04/14/como-assistir-uma-missa-do-papa-no-vaticano/ Blog: http://www.filosofiadeviajante.com.br Facebook: http://www.facebook.com/filosofiadeviajante Instagram: @blogfilosofiadeviajante (postamos fotos diariamente)
  6. Uma decisão nem sempre tão fácil para os viciados em viajar. Isso porque queremos sempre visitar muitos e muitos lugares. A hora de escolher para onde será a próxima viagem é um momento crucial e que pode gerar muitas dúvidas no começo da programação. Eu sei, esse mundo é grande demais mesmo… Mas vá com calma. Prefira conhecer melhor os países e lugares do que se precipitar e optar por conhecer meio mundo em duas semanas. Há vários fatores que devem ser considerados na hora da escolha do próximo destino e nós iremos citá-los para vocês: GRANA: Sim, a maioria de nós economiza para viajar, com exceção de algumas pessoas. Então, temos que escolher um destino que também caiba no nosso bolso. Não adianta nada fazer uma viagem que você não possa pagar. Viajar é para te tranquilizar. Não para te gerar dívidas. Então, pesquise muito e muito sobre os preços dos destinos. Preços de alimentação, hospedagem, atrações, transporte….Tudo. E então estime quanto você gastaria viajando o número x de dias que você quer viajar. Também não se esqueça de estar sempre atento em sites de passagens para se informar sobre as promoções de passagens aéreas. Sempre tem muitas delas e o seu próximo destino pode ser uma dessas promoções. Fica ligado! Uma dica para saber o custo de viagem de cada cidade ou para saber para onde você pode ir com a grana que tem: há um site chamado “Quando Custa Viajar”. Nele você pode, por exemplo, dizer que possui R$6000 para 21 dias de viagem, e o site te mostrará os lugares que cabem nesse seu orçamento para o período de tempo assinalado. Ou então, caso você queira ver se uma cidade x é mais barata que y, você pode optar por ver os custos de viagem de cada cidade e depois compará-las entre si. Simples. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/04/12/como-escolher-seu-proximo-destino/ Blog: www.filosofiadeviajante.com.br Facebook: www.facebook.com/filosofiadeviajante Instagram: @blogfilosofiadeviajante
  7. Está planejando uma visita à Toscana? Saiba que Florença é a porta de entrada para a região. Além disso, a cidade tem um período artístico dedicado inteiramente a ela, o que se reflete na qualidade de seus museus. Apesar disso, Florença é pequena e pode ser facilmente visitada a pé. Então, pra ajudar quem tá pensando em ir para lá, elaboramos um roteiro de dois dias inteiros por Firenze. Dá uma conferida! DIA 1 Acorde cedo e compre o ingresso conjunto para o Campanário de Giotto, a Cúpula de Brunelleschi (cúpula da Catedral), a Catedral, o Batistério de San Giovani, a Cripta (acesso pelo interior da igreja) e o Museo dell’Opera del Duomo, todos situados na Piazza Duomo. Tudo isso por apenas 15 euros. Ahhh, e o ingresso é valido por 48h! Decida a ordem de sua visita de acordo com a sua preferência (só não esqueça de reservar o horário de subida à Cúpula e ao Campanário, o que pode ser feito na própria bilheteria) Dica: as duas subidas valem muito a pena (porém, tenha em mente que são cerca de 450 degraus cada uma)! A visita à Catedral e ao Batistério, também. A cripta é dispensável, mas nós gostamos. Já o Museo não nos agradou nem um pouco, pois ele é inteiramente dedicado à história da Catedral, o que o torna muuuito cansativo. Portanto, se você não gosta de um museu que conte a história da igreja, corte esse item! Caso você queira fazer jus ao ingresso e visitar todas as atrações (que foi o que fizemos), sem problemas. Faça uma visita ao Palazzo Vecchio (junto à Piazza della Signoria) que fica aberto até mais tarde. Lá é onde você encontra o imponente Salão dos Quinhentos e a máscara de Dante Alighieri. Superdica: Faça o tour guiado pelas passagens secretas do Palazzo! Ele dura cerca de 1h Tá com fome né? Olhe nossas recomendações de restaurantes no final do post. Durma cedo para curtir bem o próximo dia (ou não, também hahaha) Comece o dia com uma visita à Galleria dell’Accademia, onde está o famoso Davi, de Michelângelo. Reserve pelo menos 2h para apreciar a obra e o restante do museu, que é relativamente pequeno. Siga para uma visita à Galleria degli Uffizi, onde há a maior coleção de arte renascentista do mundo. Lá você encontrará, dentre outras obras, “O Nascimento da Vênus” (Botticeli), “Doni Tondo” (Michelangelo), “Baco” e “Medusa” (ambos de Caravaggio). Reserve pelo menos 3h para esse super-museu! Passe pela ultra-famosa Ponte Vecchio, recheada de joalherias (saiba o porquê no fim do post!) Depois, siga para o Palazzo Piti e os Jardins Boboli (infelizmente o ingresso é separado, o que torna a visita um pouco cara - em torno de 30 euros para as duas visitas) Se sobrar tempo, você pode fazer algumas das coisas que recomendamos abaixo. RECOMENDAMOS (você pode fazer essas coisas no dia de chegada e/ou no fim do segundo dia inteiro): DIA 2 Biblioteca Central Nacional de Florença Museu Bargello Piazza della Repubblica (no caminho entre a Catedral e o Palazzo Vecchio) Jante no Mercato Centrale (sim, ele pede bis!). Uma das maiores surpresas da viagem. O melhor mercado de comida com o qual nos deparamos. Vende de tudo: pães, carnes, frios, doces… RESTAURANTES (um local que nos deu essas dicas, portanto, são de ouro!) I Tarocchi (ótima pizzaria, apesar de ser incomparável às do Sul) All’Antico Vinaio (você monta o sanduíche da forma que quiser e os ingredientes são de alta qualidade. Além disso, é muito barato Fagioli (servem ótima comida local) Gilli (restaurante dos anos 1700, um pouco mais caro que os demais por ser refinado e por estar localizado na Piazza della Repubblica) CURIOSIDADES O Pinóquio (sim, o menininho de madeira que mente) vem de Florença. Há, inclusive, muitos artigos em alusão a ele pela cidade. Florença atrai mais de 10 milhões de visitantes por ano (cerca de 2x mais que o Brasil INTEIRO) Giorgio Vasari (quem projetou a Uffizi e pintou o teto do Salão dos Quinhentos) construiu um corredor que liga o Palazzo Vecchio ao Palazzo Pitti, passando pela Ponte Vecchio, a mando de Cosimo I de Médici, em 1565. É possível ver algumas partes do corredor (inclusive na ponte), mas a sua entrada (que se dá pela Uffizi) está fechada a visitantes no momento. Ahhh, e ele se chama Corredor de Vasari (justo, né?) Tem alguma dúvida? Quer uma opinião sobre o roteiro que você montou ou apenas saber se alguma outra atração merece ser visitada? Faça uma pergunta nos comentários que a gente responde! Blog: http://www.filosofiadeviajante.com.br Facebook: facebook.com/filosofiadeviajante Instagram: @blogfilosofiadeviajante
  8. Está planejando uma visita à Toscana? Saiba que Florença é a porta de entrada para a região. Além disso, a cidade tem um período artístico dedicado inteiramente a ela, o que se reflete na qualidade de seus museus. Apesar disso, Florença é pequena e pode ser facilmente visitada a pé. Então, pra ajudar quem tá pensando em ir para lá, elaboramos um roteiro de dois dias inteiros por Firenze. Dá uma conferida! DIA 1 Acorde cedo e compre o ingresso conjunto para o Campanário de Giotto, a Cúpula de Brunelleschi (cúpula da Catedral), a Catedral, o Batistério de San Giovani, a Cripta (acesso pelo interior da igreja) e o Museo dell’Opera del Duomo, todos situados na Piazza Duomo. Tudo isso por apenas 15 euros. Ahhh, e o ingresso é valido por 48h! Decida a ordem de sua visita de acordo com a sua preferência (só não esqueça de reservar o horário de subida à Cúpula e ao Campanário, o que pode ser feito na própria bilheteria) Dica: as duas subidas valem muito a pena (porém, tenha em mente que são cerca de 450 degraus cada uma)! A visita à Catedral e ao Batistério, também. A cripta é dispensável, mas nós gostamos. Já o Museo não nos agradou nem um pouco, pois ele é inteiramente dedicado à história da Catedral, o que o torna muuuito cansativo. Portanto, se você não gosta de um museu que conte a história da igreja, corte esse item! Caso você queira fazer jus ao ingresso e visitar todas as atrações (que foi o que fizemos), sem problemas. Faça uma visita ao Palazzo Vecchio (junto à Piazza della Signoria) que fica aberto até mais tarde. Lá é onde você encontra o imponente Salão dos Quinhentos e a máscara de Dante Alighieri. Superdica: Faça o tour guiado pelas passagens secretas do Palazzo! Ele dura cerca de 1h Tá com fome né? Olhe nossas recomendações de restaurantes no final do post. Durma cedo para curtir bem o próximo dia (ou não, também hahaha) Comece o dia com uma visita à Galleria dell’Accademia, onde está o famoso Davi, de Michelângelo. Reserve pelo menos 2h para apreciar a obra e o restante do museu, que é relativamente pequeno. Siga para uma visita à Galleria degli Uffizi, onde há a maior coleção de arte renascentista do mundo. Lá você encontrará, dentre outras obras, “O Nascimento da Vênus” (Botticeli), “Doni Tondo” (Michelangelo), “Baco” e “Medusa” (ambos de Caravaggio). Reserve pelo menos 3h para esse super-museu! Passe pela ultra-famosa Ponte Vecchio, recheada de joalherias (saiba o porquê no fim do post!) Depois, siga para o Palazzo Piti e os Jardins Boboli (infelizmente o ingresso é separado, o que torna a visita um pouco cara - em torno de 30 euros para as duas visitas) Se sobrar tempo, você pode fazer algumas das coisas que recomendamos abaixo. RECOMENDAMOS (você pode fazer essas coisas no dia de chegada e/ou no fim do segundo dia inteiro): Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/04/11/roteiro-de-2-dias-em-florenca/ Blog: http://www.filosofiadeviajante.com.br Facebook: facebook.com/filosofiadeviajante Instagram: @blogfilosofiadeviajante
  9. Está planejando uma visita à Toscana? Saiba que Florença é a porta de entrada para a região. Além disso, a cidade tem um período artístico dedicado inteiramente a ela, o que se reflete na qualidade de seus museus. Apesar disso, Florença é pequena e pode ser facilmente visitada a pé. Então, pra ajudar quem tá pensando em ir para lá, elaboramos um roteiro de dois dias inteiros por Firenze. Dá uma conferida! DIA 1 Acorde cedo e compre o ingresso conjunto para o Campanário de Giotto, a Cúpula de Brunelleschi (cúpula da Catedral), a Catedral, o Batistério de San Giovani, a Cripta (acesso pelo interior da igreja) e o Museo dell’Opera del Duomo, todos situados na Piazza Duomo. Tudo isso por apenas 15 euros. Ahhh, e o ingresso é valido por 48h! Decida a ordem de sua visita de acordo com a sua preferência (só não esqueça de reservar o horário de subida à Cúpula e ao Campanário, o que pode ser feito na própria bilheteria) Dica: as duas subidas valem muito a pena (porém, tenha em mente que são cerca de 450 degraus cada uma)! A visita à Catedral e ao Batistério, também. A cripta é dispensável, mas nós gostamos. Já o Museo não nos agradou nem um pouco, pois ele é inteiramente dedicado à história da Catedral, o que o torna muuuito cansativo. Portanto, se você não gosta de um museu que conte a história da igreja, corte esse item! Caso você queira fazer jus ao ingresso e visitar todas as atrações (que foi o que fizemos), sem problemas. Faça uma visita ao Palazzo Vecchio (junto à Piazza della Signoria) que fica aberto até mais tarde. Lá é onde você encontra o imponente Salão dos Quinhentos e a máscara de Dante Alighieri. Superdica: Faça o tour guiado pelas passagens secretas do Palazzo! Ele dura cerca de 1h Tá com fome né? Olhe nossas recomendações de restaurantes no final do post. Durma cedo para curtir bem o próximo dia (ou não, também hahaha) Comece o dia com uma visita à Galleria dell’Accademia, onde está o famoso Davi, de Michelângelo. Reserve pelo menos 2h para apreciar a obra e o restante do museu, que é relativamente pequeno. Siga para uma visita à Galleria degli Uffizi, onde há a maior coleção de arte renascentista do mundo. Lá você encontrará, dentre outras obras, “O Nascimento da Vênus” (Botticeli), “Doni Tondo” (Michelangelo), “Baco” e “Medusa” (ambos de Caravaggio). Reserve pelo menos 3h para esse super-museu! Passe pela ultra-famosa Ponte Vecchio, recheada de joalherias (saiba o porquê no fim do post!) Depois, siga para o Palazzo Piti e os Jardins Boboli (infelizmente o ingresso é separado, o que torna a visita um pouco cara - em torno de 30 euros para as duas visitas) Se sobrar tempo, você pode fazer algumas das coisas que recomendamos abaixo. RECOMENDAMOS (você pode fazer essas coisas no dia de chegada e/ou no fim do segundo dia inteiro): Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/04/11/roteiro-de-2-dias-em-florenca/ Blog: http://www.filosofiadeviajante.com.br Facebook: facebook.com/filosofiadeviajante Instagram: @blogfilosofiadeviajante
  10. Apesar da existência de muitas informações sobre viagem na Internet, gostamos de ter livros de viagem. Não para enfeitar a estante, mas sim para consultar sobre as cidades/ países que formos visitar. São informações bem organizadas e com boas dicas de passeio. Quando fomos para Londres a última vez compramos muitos e muitos livros de viagem, porque o preço de lá era muito melhor que o daqui (na conversão de libra para real.E porque aqui no Brasil esses livros são caros. Um livro pode sais de R$80,00 a R$120,00. É muita grana! Para comprarmos, entretanto, tivemos que escolher qual livro de viagem nos ajudaria mais. Existem vários guias de viagem, porém os mais famosos são Lonely Planet, DK( traduzido pela Folha de São Paulo) e Coleção Top 10 (também da DK, mas em versão mais enxuta). Lonely Planet: Perfeito para quem quer informações mais práticas, um guia para levar na viagem e utilizar quando precisar de uma informação. Tem poucas fotos em comparação aos outros guias. É menos visual e mais textual. Tem como qualidade trazer a informação dos preços das atrações e preços aproximados de transporte e de passeios. Se você já sabe o que vai fazer em seus destinos, Lonely Planet pode ser uma boa opção para você. Ele terá uma seção de informações mais robusta que os livros da DK, por exemplo. Outro detalhe é que a Lonely Planet possui livros de uma variedade de países maior que os da DK. Exemplo disso são os livros do Nepal/ Himalaya, do Vietnã/Cambodia/Laos/Norte da Tailândia e até da Antárctica! A DK não realizou essas edições ainda. Nos parece que a DK dá mais atenção aos países mais turísticos e deixa algumas regiões e países do mundo descobertas. Os livros da Lonely Planet em média custam de R$50 a R$70, mas os valores podem variar bastante. Continue lendo em : http://filosofiadeviajante.com.br/2017/04/11/como-escolher-seus-livrosguias-de-viagem/ Facebook: www.facebbok.com.br/filosofiadeviajante Instagram: @blogfilosofiadeviajante
  11. Apesar da existência de muitas informações sobre viagem na Internet, gostamos de ter livros de viagem. Não para enfeitar a estante, mas sim para consultar sobre as cidades/ países que formos visitar. São informações bem organizadas e com boas dicas de passeio. Quando fomos para Londres a última vez compramos muitos e muitos livros de viagem, porque o preço de lá era muito melhor que o daqui (na conversão de libra para real.E porque aqui no Brasil esses livros são caros. Um livro pode sais de R$80,00 a R$120,00. É muita grana! Para comprarmos, entretanto, tivemos que escolher qual livro de viagem nos ajudaria mais. Existem vários guias de viagem, porém os mais famosos são Lonely Planet, DK( traduzido pela Folha de São Paulo) e Coleção Top 10 (também da DK, mas em versão mais enxuta). Lonely Planet: Perfeito para quem quer informações mais práticas, um guia para levar na viagem e utilizar quando precisar de uma informação. Tem poucas fotos em comparação aos outros guias. É menos visual e mais textual. Tem como qualidade trazer a informação dos preços das atrações e preços aproximados de transporte e de passeios. Se você já sabe o que vai fazer em seus destinos, Lonely Planet pode ser uma boa opção para você. Ele terá uma seção de informações mais robusta que os livros da DK, por exemplo. Outro detalhe é que a Lonely Planet possui livros de uma variedade de países maior que os da DK. Exemplo disso são os livros do Nepal/ Himalaya, do Vietnã/Cambodia/Laos/Norte da Tailândia e até da Antárctica! A DK não realizou essas edições ainda. Nos parece que a DK dá mais atenção aos países mais turísticos e deixa algumas regiões e países do mundo descobertas. Os livros da Lonely Planet em média custam de R$50 a R$70, mas os valores podem variar bastante. Continue lendo em… http://filosofiadeviajante.com.br/2017/04/11/qual-melhor-guia-de-viagem/ Dá uma olhada no nosso blog: http://www.filosofiadeviajante.com.br Curte no Facebook: http://www.facebook.com/filosofiadeviajante Segue no Instagram: @blogfilosofiadeviajante.
  12. Chegamos em Roma no dia 31 de dezembro de 2016 pela manhã, empolgadíssimos para passar o ano novo na cidade eterna. Mal sabíamos nós naquele dia que não só o ano novo na cidade nos empolgaria, mas também os deliciosos gelatos. Esquece a maioria dos sorvetes que você compra no Brasil ou esqueça aqueles sorvetes americanos com sabores bem extravagantes (ou melhor, artificiais). Em Roma, o sorvete chega a um nível muito acima de tudo que já tinha experimentado antes e é por isso que, ao passar por lá, o gelato deve fazer parte de seu roteiro pela cidade. Digo mais, não será nada difícil encontrar gelaterias em Roma. Há muitas delas em qualquer lugar, mesmo! E elas ficam abertas até tarde, 1h ou 2h da manhã. Sim, a melhor gelateria na nossa opinião fica aberta das 7h-1h30min todos os dias do ano (depois revelo qual é!). Então, oportunidade não vai faltar para experimentar essa delícia, uma vez que dificilmente você encontrará esses locais fechados. Nós experimentamos muitos e muitos gelatos em Roma. Muitos. Para ter uma ideia ficamos 8 dias na cidade e, em cada dia, comíamos 3 a 5 gelatos. Não importava o horário nem a temperatura (era inverno, e as temperaturas oscilavam entre 10ºC e -2ºC). O fato de ter gelato em qualquer lugar nos fazia sempre parar para comprar mais um e mais um e mais um… No final das contas escolhemos dois locais cujo gelato era diferenciado, tanto na consistência quanto na intensidade do sabor. E das dezenas de gelaterias que frequentamos duas chamaram mais a nossa atenção. A melhor segundo a nossa opinião: GIOLITTI: Sim, Giolitti é praticamente uma atração de Roma. Você simplesmente não pode deixar de experimentar um sorvete de lá. E agora você deve estar pensando “Deve ser muito caro”. O pior é que também pensávamos isso. Mas só até pisar lá. Pedimos um copo pequeno com 3 sabores e saiu €3,50. Nada caro para os padrões europeus e, se convertido o valor para reais, se aproxima muito ou até é inferior a muitas (ditas) gelaterias no Brasil. Que não chegam perto da Giolitti, não. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/04/07/por-que-experimentar-gelatos-italianos/ http://www.filosofiadeviajante.com.br Instagram:@blogfilosofiadeviajante http://www.facebook.com/filosofiadeviajante
  13. Só sabe a importância de viajar quem já viajou. Desde a felicidade de comprar as passagens aéreas até a síndrome pós-viagem (depois explico mais para vocês o que é), uma viagem deixa marcas em nós. Muitas vezes marcas profundas e, então, não tem mais volta. Você já não é mais a mesma pessoa que sempre foi. Pensamos que sempre que der, você deve ir para algum lugar diferente, um lugar que te faça sair daquele cotidiano (muitas vezes chato) que você enfrenta todos os dias. Viajar é se renovar. Conhecer outros lugares, outras culturas e outras realidades lhe faz refletir sobre quem você é e muitas vezes conhecer a si mesmo. Você muitas vezes se verá voltando de uma viagem com pensamentos muito diferentes dos que tinha antes, até mesmo tendo diferentes perspectivas para o futuro. Dinheiro é a única coisa que importa mesmo? Será que não quero mais liberdade? Será que em vez de viver sempre trancado em um escritório/consultório eu não quero ter tempo para conhecer outros horizontes? Ao voltar, você terá adquirido novos conhecimentos de mundo que nunca teve antes. Saberá capitais de países, moedas diferentes das habituais, vai olhar para um mapa ou para um globo como nunca havia olhado antes. O assunto com os amigos vai deixar de ser só sobre a faculdade ou trabalho, vai para outro campo de conhecimento. E não é todo mundo que tem esse conhecimento de mundo, não. Porque você aprendeu não lendo em um livro, mas sim vivenciando, e esses conhecimentos nunca mais serão esquecidos. Hoje o assunto de que nós mais gostamos de falar com certeza é sobre viagens. Qualquer coisa. Pode ser as nossas viagens, a sua viagem, a viagem de um conhecido, falar sobre mapas, globos, países, culturas, línguas… Viajar te faz valorizar seu dinheiro e querer cada dia mais economizar com coisas supérfluas para poder viajar nas próximas férias. Você simplesmente passa a valorizar novas experiências em vez de coisas materiais. Você simplesmente deixa de achar aquele cara que largou tudo para viajar o mundo um louco. Na verdade você passa a achar a experiência dele fascinante. Você passa a olhar para uma máquina fotográfica de outra maneira. Você quer aprender a tirar boas fotos de suas aventuras. Viajar te faz conhecer novas realidades e novas línguas. Ao viajar você tem a oportunidade de conviver com povos que cultuam outras religiões (e muitas vezes não vão nem saber o que é cristianismo), que têm rituais totalmente diferentes dos seus, hábitos diferentes dos seus. Você voltará para casa com vontade de aprender novas línguas e com vontade de contar a todos como foi estar lá, como foi ver que existe, sim, muita coisa além do seu mundo. Que o mundo vai muito além daquele seu universo de preocupações, culpas ou exigências. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/ ... -sua-vida/ Nosso face: http://www.facebook.com/filosofiadeviajante Nosso Instagram: @blogfilosofiadeviajante
  14. Olá viajantes! Hoje nosso post será sobre os lugares que mais sonhamos em ir (ou voltar). Como lemos muito sobre viagens e procuramos sempre por esse assunto, nos deparamos com aquele lugar diferenciado, que nos chama a atenção, seja pelas belezas naturais ou seja pela cultura. Apresentamos aqui nossos destinos de sonho que podem se tornar os seus destinos dos sonhos. 1-Islândia: Terra do Fogo e do Gelo Por que ir para a Islândia? O país é um ótimo destino para aqueles que sonham em ver um dos fenômenos mais incríveis da natureza: a aurora boreal. Mas não acaba por aí, não. Vulcões inativos e ativos, glaciares, gêiseres, além da famosa Lagoa Azul (piscina artificial ao ar livre com águas termais) são algumas das coisas que você encontra por lá – e que conferem à Islândia o título de “Terra do Fogo e do Gelo”. Se você já sonhou em visitar alguma dessas obras da natureza, não pense duas vezes: A Islândia deve ser o seu próximo destino! Moeda: Coroa islandesa (vai para a nossa coleção de moedas) Idioma: Islandês (chance de ouvir um novo idioma – que só eles devem entender!) 2- Itália: Terra da pizza e do gelato (além de outras receitas deliciosíssimas) Ahhh, a Itália… Já fomos nesse país no ano passado, mas a vontade de voltar permanece. Visitamos 3 das 4 cidades mais turísticas da Itália (Roma, Florença e Veneza – só faltou Milão) e agora a vontade é de conhecer o seu interior, principalmente a região Sul do País. O que mais me encanta na Itália é a sua cultura tão rica e marcante. Lá se come pizzas sensacionais, gelatos deliciosos, além de chocolates quentes cremosos. O clima é diferente (geralmente faz muito sol lá), a arquitetura das ruas e casas é cativante e, além disso, você voltará para casa querendo aprender italiano (experiência própria). Então, se você quer comer muito bem e ao mesmo tempo desfrutar de paisagens lindíssimas, você deve ir para a Itália já! Moeda: Euro Idioma: Italiano 3-Escócia: Terra do whisky e do Lago Ness (mas tem muito mais que isso por lá) Fomos para Edimburgo (capital da Escócia) e simplesmente amamos a atmosfera do País. Diríamos que é a Escócia tem uma atmosfera medieval que nos deixa maravilhados. O país abriga locais de natureza exuberante, como as Highlands ou Terras Altas, onde fica o famoso Lago Ness (quem sabe você não encontra o monstro por lá?). Além disso, há muitos e muitos castelos espalhados por todo o país, das cidades mais conhecidas aos cantinhos mais remotos de lá. Então… Tá procurando um lugar pacato e com ar de inóspito, além de um meio fácil de tirar ótimas fotos? Coloque seu “kilt” e sua gaita de fole e parta para a Escócia! Moeda: Libra Esterlina Idioma: Um inglês arrastaaado Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/04/08/10-lugares-para-os-quais-viajariamos-amanha/ http://www.filosofiadeviajante.com.br http://www.facebook.com/filosofiadeviajante Instagram: http://www.instagram.com/blogfilosofiadeviajante
  15. Chegamos em Roma no dia 31 de dezembro de 2016 pela manhã, empolgadíssimos para passar o ano novo na cidade eterna. Mal sabíamos nós naquele dia que não só o ano novo na cidade nos empolgaria, mas também os deliciosos gelatos. Esquece a maioria dos sorvetes que você compra no Brasil ou esqueça aqueles sorvetes americanos com sabores bem extravagantes (ou melhor, artificiais). Em Roma, o sorvete chega a um nível muito acima de tudo que já tinha experimentado antes e é por isso que, ao passar por lá, o gelato deve fazer parte de seu roteiro pela cidade. Digo mais, não será nada difícil encontrar gelaterias em Roma. Há muitas delas em qualquer lugar, mesmo! E elas ficam abertas até tarde, 1h ou 2h da manhã. Sim, a melhor gelateria na nossa opinião fica aberta das 7h-1h30min todos os dias do ano (depois revelo qual é!). Então, oportunidade não vai faltar para experimentar essa delícia, uma vez que dificilmente você encontrará esses locais fechados. Nós experimentamos muitos e muitos gelatos em Roma. Muitos. Para ter uma ideia ficamos 8 dias na cidade e, em cada dia, comíamos 3 a 5 gelatos. Não importava o horário nem a temperatura (era inverno, e as temperaturas oscilavam entre 10ºC e -2ºC). O fato de ter gelato em qualquer lugar nos fazia sempre parar para comprar mais um e mais um e mais um… No final das contas escolhemos dois locais cujo gelato era diferenciado, tanto na consistência quanto na intensidade do sabor. E das dezenas de gelaterias que frequentamos duas chamaram mais a nossa atenção. A melhor segundo a nossa opinião: GIOLITTI: Sim, Giolitti é praticamente uma atração de Roma. Você simplesmente não pode deixar de experimentar um sorvete de lá. E agora você deve estar pensando “Deve ser muito caro”. O pior é que também pensávamos isso. Mas só até pisar lá. Pedimos um copo pequeno com 3 sabores e saiu €3,50. Nada caro para os padrões europeus e, se convertido o valor para reais, se aproxima muito ou até é inferior a muitas (ditas) gelaterias no Brasil. Que não chegam perto da Giolitti, não. Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/04/07/por-que-experimentar-gelatos-italianos/ http://www.filosofiadeviajante.com.br http://www.facebook.com/filosofiadeviajante Instagram: http://www.instagram.com/blogfilosofiadeviajante
  16. Olá colega! Adorei suas dicas de como escolher a mochila. Já viajamos muito com malas pesadas, hoje pensamos em viajar mais com as mochilas, é mais prático. Começaremos a lhe acompanhar. www.filosofiadeviajante.com.br www.facebook.com/filosofiadeviajante instagram: @filosofiadeviajante
  17. Olá colega! Ótimas dicas! Sempre usamos o kayak para filtrar os melhores preços com +- 3 dias de flexibilidade. Gostamos muito desse site. Vou acompanhá-lo a partir de agora. www.filosofiadeviajante.com.br www.facebook.com/filosofiadeviajante
  18. Essa é uma dúvida que paira sobre a maioria dos viajantes. Você tá pensando em fazer uma viagem para duas ou mais cidades e bate aquela incerteza: que meio de transporte devo usar pra me deslocar entre elas? Trem ou avião? Pois é, amigo(a) viajante… Caso você esteja nessa situação, confira a lista que fizemos para te dar uma luz sobre a questão. Quando devo usar trem Por mais óbvio que seja: quando há serviços de trem para passageiros no país para onde você vai viajar (muitos países, sobretudo nas Américas do Sul e Central, África e partes da Ásia, não te oferecem essa opção) Quando você quiser apreciar a paisagem enquanto se locomove Caso a diferença entre o tempo de deslocamento de trem e avião seja de até 4h (por exemplo: de trem você levaria 6h para percorrer determinado trajeto, enquanto de avião levaria 2h). Isso se deve ao fato de que a burocracia para pegar um avião é, em geral, beeeem maior. Nas viagens de trem você pode chegar à estação ferroviária minutos antes do embarque (com raras exceções, como no Eurostar Londres-Paris, em que você passa por um esquema de segurança). Já aeroportos… Sabe como é, né? Embarque internacional? Chega 3 horas antes. Faz check-in. Despacha mala. Aguarda embarque. Chegou no seu destino? Espera sua mala na esteira (eu sei, parece que ela nunca vai chegar – e às vezes não chega mesmo). Pega táxi/ônibus/trem/metrô (porque, na maioria das vezes, os aeroportos são distantes do centro da cidade, diferentemente das estações de trem). Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/04/07/trem-ou-aviao-quando-usar/ http://www.filosofiadeviajante.com.br http://www.facebook.com/filosofiadeviajante Instagram: http://instagram.com/blogfilosofiadeviajante
  19. Olá colega! Temos um blog de viagem justamente porque nos sentimos assim sempre. Voltamos de viagem e imediatamente depois já queremos viajar de novo... Adorei suas dicas e começarei a acompanhar seu blog... Abraços. www.filosofiadeviajante.com.br www.facebook.com/filosofiadeviajante
  20. Só sabe a importância de viajar quem já viajou. Desde a felicidade de comprar as passagens aéreas até a síndrome pós-viagem (depois explico mais para vocês o que é), uma viagem deixa marcas em nós. Muitas vezes marcas profundas e, então, não tem mais volta. Você já não é mais a mesma pessoa que sempre foi. Pensamos que sempre que der, você deve ir para algum lugar diferente, um lugar que te faça sair daquele cotidiano (muitas vezes chato) que você enfrenta todos os dias. Viajar é se renovar. Conhecer outros lugares, outras culturas e outras realidades lhe faz refletir sobre quem você é e muitas vezes conhecer a si mesmo. Você muitas vezes se verá voltando de uma viagem com pensamentos muito diferentes dos que tinha antes, até mesmo tendo diferentes perspectivas para o futuro. Dinheiro é a única coisa que importa mesmo? Será que não quero mais liberdade? Será que em vez de viver sempre trancado em um escritório/consultório eu não quero ter tempo para conhecer outros horizontes? Ao voltar, você terá adquirido novos conhecimentos de mundo que nunca teve antes. Saberá capitais de países, moedas diferentes das habituais, vai olhar para um mapa ou para um globo como nunca havia olhado antes. O assunto com os amigos vai deixar de ser só sobre a faculdade ou trabalho, vai para outro campo de conhecimento. E não é todo mundo que tem esse conhecimento de mundo, não. Porque você aprendeu não lendo em um livro, mas sim vivenciando, e esses conhecimentos nunca mais serão esquecidos. Hoje o assunto de que nós mais gostamos de falar com certeza é sobre viagens. Qualquer coisa. Pode ser as nossas viagens, a sua viagem, a viagem de um conhecido, falar sobre mapas, globos, países, culturas, línguas… Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/04/07/por-que-viajar-pode-mudar-sua-vida/ http://www.facebook.com/filosofiadeviajante Fotos e mais fotos no nosso Insta: http://www.instagram.com/blogfilosofiadeviajante
  21. 1- Roma Roma merece o primeiro lugar por diversos e bons motivos. Clima bom (sol o tempo inteiro deixando os dias de lá muito lindos), comida boníssima (pizzas maravilhosas e gelatos deliciosos) e paisagem muito charmosa. Roma é capital da Itália, mas não é invadida por prédios gigantescos e luxuosos, muito pelo contrário. O que predomina são ruas estreitas de pedras e muitas, mas muitas alusões ao Mundo Antigo. Definitavemente Roma é o lugar para os amantes da História. A cada esquina, encontramos ruínas, construções do Império Romano e Igrejas muito antigas (pare em todas que você ver pelo caminho!). Tudo em uma só cidade. Nos apaixonamos completamente por Roma. Se você gostou de tudo que falamos que ela oferece, você também se apaixonará. Partiu? 2- Londres Londres é uma cidade completa. Muitas vezes me pergunto como uma cidade pode reunir tudo que Londres reúne. Londres tem realeza, tem palácios e castelos reais. Londres tem prédios altíssimos e moderníssimos com arquitetura das mais malucas. Londres tem bairro com carinha de interiorano (Hampstead). Resumindo, Londres tem tudo. E para todos os gostos. Ficamos oito dias em Londres e basicamente nos mantivemos ocupados por todos esses dias. Isso porque Londres tem muita coisa legal para fazer. Desde subir na London Eye, ir à Casa do Sherlock Holmes, se apaixonar pelas livrarias com obras antigas da Charing Cross Road, assistir estupefato à troca da Guarda Real, ter uma vista linda de Londres a partir de Hampstead… Então, que tal nas próximas férias fazer uma visita à Rainha? 3-Paris O clássico. Não dá para passar pela Europa Central e não visitar essa cidade. É uma cidade lindíssima e que rende passeios lindos à noite (fica a dica). Além disso, os museus de Paris são imbatíveis. Os melhores. E não é só o Louvre que se destaca não. Na verdade, se você gostar de qualquer época da arte você terá o museu parisiense certo para você. Se você ama antiguidades, o Louvre. Se ama Arte Impressionista, você não pode esquecer do Musée d’Orsay, e se curte arte moderna e contemporânea, o Georges Pompidou (Beauborg) é referência mundial. Além disso, Paris tem monumentos extraordinários. A famosíssima Tour Eiffel não pode ficar fora do seu álbum de fotos, e o Arco do Triunfo deve ser parada obrigatória no final da famosíssima Champs Elysées. Paris também é ótima para fazer compras, e possui lojas para os mais variados bolsos. Bora para a Cidade Luz? 4- Praga Que cidade! Foi talvez a maior surpresa da viagem. E não é pra menos. Arquitetura belíssima, ótima agenda cultural (vimos três apresentações culturais lá) e baixos preços (comparados aos outros países a que fomos). E mais, come-se muito bem lá. Sem pagar muito. Tivemos a oportunidade, por exemplo, de comer em um restaurante de luxo por cerca de €60/casal, o que nas outras cidades é impossível. Praga também é uma cidade descolada. A gama de restaurantes dos mais diversos tipos de culinárias e temáticas nos encantou pra valer. Sem contar que foi lá que conhecemos trdelnik, que com certeza foi um dos melhores doces que comemos na viagem. Foi paixão à primeira vista! E aí? Que tal? Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/04/08/top-10-cidades-europa-central/ http://www.facebook.com/filosofiadeviajante http://www.instagram.com/blogfilosofiadeviajante
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