Ir para conteúdo
  • Cadastre-se

Jeniviana

Membros
  • Total de itens

    38
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

16 Boa

2 Seguidores

Últimos Visitantes

O bloco dos últimos visitantes está desativado e não está sendo visualizado por outros usuários.

  1. Ô Fabiano, Valeu pelas dicas e pela disponibilidade... Segue meu whats, caso queira dar um oi: (71) 991143103. Abçs!
  2. Oi Ícaro, Primeiro, eu tentaria definir quantos dias ficaria por lá, depois definiria o que quero conhecer e a logística que será, isso calculando o tempo e o valor que gastarei. O que vc terá q levar vai depender do q vc quer fazer por lá. Por exemplo, se vc vai só ficar no Couchsurfing ou pretende acampar, lembrando q se vc n pretende acampar uma barraca e equipamento para camping será penoso para se levar. Em Manaus vc encontra hostels muito em conta pelo Booking. Tenha em mente o clima amazônico, quente e úmido, leve roupas leves e frescas. Eu levaria roupas para 7-10 dias, para economizar espaço na mochila e n levar tanto peso. Quanto ao roteiro, vou dividir com vc um pouco do q farei em setembro. Não defini o q farei em cada dia, mas defini onde quero ir: Manaus, Presidente Figueiredo(trilhas e cachus), Novo Airão. Se eu tivesse mais tempo e condições financeiras iria para São Gabriel da Cachoeira e faria o Pico da Neblina, ou esticaria até Roraima e faria o Monte Roraima. Mas vc pode esticar para o Pará por exemplo, tudo depende da sua grana e tempo. Abço e boa trip!
  3. Mapinha do Vale Este é um relato basicão com dicas e a minha percepção do local, ou seja, algo muito pessoal. DIA 1- Partimos de Salvador rumo a Palmeiras, município sede da região, no ônibus da noite, chegando lá pela manhã logo cedo. Quando cheguei já tinha alguns carros fazendo o trecho Palmeiras-Vila do Capão, mas como tinha que encontrar uma amiga e a outra precisava sacar dinheiro (só vi banco Bradesco), pois tinha ido despreparada, fomos a procura do tal banco e encontrar a Ruth. Meia hora depois voltamos para a rodoviária e a primeira má notícia do dia é q só teria transporte pela tarde, um senhor queria nos cobrar R$ 100,00 para nos deixar na vila, claro q fomos catar outra pessoa, depois de muito barganhar fechamos por R$ 75,00 e seguimos para o Vale. Riachinho Decidimos parar no Riachinho, q fica alguns km antes da Vila, uns 3-5km, descemos, comi o cuscuz q havia levado e as meninas foram fotografar o lugar, ficamos um pouco mas n entramos na água e decidimos ir rumo à Cachoeira da Fumaça, não imaginamos q era tão longe e com mochila nas costas foi muito sofrido. Só conseguimos chegar a entrada da trilha umas 11h, o rapaz q estava na recepção da Associação de Condutores q fica na entrada da trilha da cachoeira nos fez a gentileza de nos orientar a não subir com as mochilas (na minha absurda imaginação eu conseguiria subir até a 2° mais alta cachoeira do Brasil com uma mochila razoavelmente pesada nas costas). Deixamos nossas coisas numa lanchonete próxima a trilha com um senhor pra lá de simpático e seguimos a trilha, muito íngreme, com a ajuda do App Wikilok (q foi muito útil). A trilha foi pra lá de sofrida, tanto na subida quanto na descida, devido ao cansaço acumulado, mas valeu a pena... Não recomendo a pessoas com dificuldade de mobilidade fazer a mesma, pois apesar de não ser difícil de se guiar lá, a subida/descida cansa bastante. Nota a parte: Foi na trilha da Fumaça q superei um pouco meu medo de altura, foi lá q descobri q mesmo cansada eu mantenho a calma e a fé. Foi naquela descida que vi o quanto Deus é lindo e nos dá força quando pensamos estar no limite. Nessa hora a gente entende q ter fé faz muita diferença! Cachoeira da Fumaça Voltando... Depois da cansativa trilha ainda fomos a pé até a Vila, mais 2km e descobrimos q ainda tínhamos muito pra andar pois o Hostel q havíamos reservado ficava a 1,5km da vila. Conseguimos com a orientação de uma senhora e as várias placas do hostel espalhadas pela estrada chegar ao hostel umas 18/19h, exaustas! Só pedi pra ver o quarto e o banheiro, tomei banho bem gelado pra adormecer as pernas doloridas e deitei pra descansar, mas acabei dormindo e só acordei no outro dia. DIA 2- Acordamos, tomamos café e nos preparamos para sair, nos orientamos com o pessoal do hostel e seguimos rumo ao Rio Preto, q nem estava no roteiro, mas já havíamos entendido q nosso roteiro era péssimo pra fazer todo a pé e em tão pouco tempo(3dias). Seguimos até a trilha e nela com ajuda do Wikilok, depois de andar uns 1,5km a trilha ficou esquisita e as meninas preferiram voltar, no caminho encontramos uma família indo pro mesmo lugar por outra trilha e acompanhamos, trilha fácil, porém no fim tem uma descida íngreme e escorregadia. Finalmente chegamos ao rio, maravilhoso, poço legal, cachoeira pequena mas agradável, só tinha a gente e a família, passamos a manhã e parte da tarde por lá, depois seguimos para a Vila para aventurar transporte para a Cachoeira da Purificação q fica na Vila do Bomba, nos cobraram 80 reais de carro e 20 reais de moto, decidimos fazer no outro dia a pé e voltamos para o hostel, chegamos por lá umas 16h e só saímos a noite para a vila. A noite comemos uma pizza maravilhosa atrás da praça e voltamos para dormir. Rio Preto DIA 3- Tomamos café, preparamos nossas mochilas, pois não iríamos voltar mais ao hostel e partimos rumo a vila para nossa última trilha. Chegando lá comprei a passagem de volta para Palmeiras e Kelly, q havia ido comigo de SSA, decidiu antecipar a passagem dela, nos despedimos e fomos, eu e Ruth, rumo ao Bomba, seguimos a pé os 7km da Vila ao Bomba e lá começamos a trilha, uns 30 min depois encontramos a Cachoeira Angélicas, bonitinha, mas nosso foco era a Purificação, então n tomamos banho, nessa hora meu celular bugou e foi um tanto complicado rever a trilha a partir de onde estava com o Wikilok, mas ainda assim conseguimos e seguimos para a Purificação, quando chegamos ao leito do rio não consegui encontrar mais a trilha (era para atravessar o rio e eu tentei seguir em frente) então decidimos voltar, no caminho encontramos um casal q tbm estava à procura da cachu e fomos juntos ao início da trilha, pois um rapaz havia nos informado q se pegássemos o outro caminho seria mais fácil, ledo engano, a partir daí não tínhamos mais o App, mas conseguimos chegar de novo ao rio onde eu havia desistido. Chegando lá decidimos atravessar o rio e encontramos outra trilha, fizemos isso mais umas 4 ou 5 vezes (o casal, Raissa e Lucas, tinha se informado com locais e sabiam q deveríamos atravessar o rio algumas vezes). Em uma parte do caminho quase desistimos, já eram 14:30h e não havíamos encontrado a tal cachu, mas Lucas foi aventurar o caminho enquanto a gente descansava e achou a bendita. Seguimos caminho, achamos a cachu, tomamos banho na água geladíssima e saímos de lá umas 16h num caminho já conhecido e tranquilo. Chegamos no Bomba e nos despedimos, pois eu e Ruth seguiríamos a pé e eles de moto. Angélicas Purificação❄️ Voltamos o caminho todo e chegamos na Vila as 18:30h, comemos e Ruth foi embora, esperei a Topic até as 20:30h e me despedi do Capão. DICAS E PERCEPÇÃO DO LOCAL: Só vá ao Vale se vc estiver de carro, muita vontade de andar ou dinheiro para pagar pelos trechos. Por lá é fácil encontrar um guia, mas não há ‘assédio’ como em Lençois, q basta virar a esquina para alguém te perguntar se vc quer um guia. Também não há ninguém te amedrontando em relação as trilhas. A cidade é bastante rústica, mas há restaurantes, mercadinhos e lojas o suficiente, com preços razoáveis. Por lá a sensação de segurança é muito grande, sendo muito tranquilo andar a noite distancias razoáveis. Tudo o q comemos nas trilhas a gente levou de casa, o café da manhã foi servido pelo hostel, só pagamos pela janta e algumas besteiras. As pessoas são muito educadas, porém pode haver um choque cultural muito grande. Grande parte dos habitantes são hippies, pelo menos no jeito de se vestir, há um grande misticismo pela cidade e é comum as pessoas fumarem, leve tudo isso com tolerância e amor ao próximo. Quando organizar seu roteiro esteja bastante atento as distâncias entre uma atração e outra, observe com cautela e discernimento os níveis de cada trilha a se fazer, não se superestime, isso pode te deixar decepcionado como eu fiquei ao não conseguir cumprir com meu roteiro. Esteja aberto a sugestões e mesmo com GPS ou App se informe antes de fazer as trilhas. Lembre-se, o roteiro é vc q faz, mude sem quebrar muito a cabeça quando tiver dúvidas demais. No mais direi como alguns nativos: Ouça seu coração!!! Saiba a hora de parar e de começar, nos momentos difíceis lembre q só uma pessoa pode resolver aquilo, VC, relaxe e peça ajuda a Deus q tudo dará certo. Aprenda a superar seus limites, mas se respeitando, a linha entre uma coisa e outra é muito tênue, mas ela existe.
  4. Me add também! Jenifer, sou de Salvador. 71 991143103
  5. Poxa Stanlley, muito obrigada pelas dicas e pelo ânimo!! Espero q não demore muito pra começar a promoção ao turismo sustentável... Quem sabe até setembro algo n mude e eu consiga fazer algo bem legal sem gastar muito. Quanto aos destinos q sugeriu, me apaixonei por São Gabriel da Cachoeira, mas achei a logística um pouco pesada, Novo Airão já é algo mais próximo da minha realidade, Tefé ainda n pesquisei. E com certeza n desanimarei!!
  6. Olá pessoal, No mês de setembro estarei no AM para um trabalho social voluntário pela região de Barreirinha e após o trabalho pretendo ficar mais uns dias em MAO e Presidente Figueiredo pra conhecê-los, porém n sou adepta a passeios turísticos, gosto mesmo de me aventurar, então se alguém puder me dar dicas de algo mais alternativo para fazer na região fique a vontade... No meio da pesquisa por roteiro lembrei da Cachoeira El Dourado na Serra do Aracá, porém n encontro nenhuma informação recente sobre a possibilidade de visitar a serra, só achei informações sobre ter q fazer uma excursão num valor absurdamente alto pra mim, alguém poderia me dar alguma informação mais feliz sobre a serra? Se n, qual destino surpreendente e barato posso encontrar nesse Estado enorme? Qualquer ajuda é bem vinda!!
  7. @MARTA GUIMARÃES Compensa flor, vc só terá um pouco mais de trabalho se for de ferry, por causa do fluxo de pessoas, mas nada q uma vista bonita n cure.
  8. Que experiência maravilhosa vcs tiveram viu... senti daqui a energia da viagem. Parabéns pelo relato conterrâneo!!
  9. Consegue sim, em SSA tem coisa pra todo bolso, desde PF de 10 reais(demora pra achar mas tem) até opções super caras. Todos os ponto q falei vc vai tranquilo de coletivo de qqr ponto da cidade. Pra chegar em Morro tem as duas opções q @Nadilton Elétrica citou, porém algumas opções já sofreram ajustes, a 1° opção já custa uns 100 reais e o ônibus Bom Despacho x Valença uns 24,00... Existe uma opção mais barata em Morro q é a Gamboa, praia q falei anteriormente, isso pq lá fica fora do polo turístico e é mais simples q Morro, porém pra vc ir a Morro terá q andar um pouquinho(em maré baixa) ou pegar um barco pra fazer a travessia.
  10. Depende do tempo que vc vai ficar em cada um, sou de Salvador e conheço um pouco de Morro. O q recomendo é sair um pouco do óbvio turístico nos dois lugares... Em SSA visitar além do Pelourinho e Barra a Ponta do Humaitá, lugar lindo... Dá um passeio pelos museus do Centro Histórico, dá um pulo na Lagoa do Abaeté, lindíssima e passar no Rio Vermelho pelo menos uma noite pra comer por lá. Se tiver bastante tempo tem alguns destinos próximos a SSA q são espetaculares. Em Morro o q sugiro é dar um passeio a pé pela ilha, ir na Gamboa, q é linda e muito tranquila pra relaxar... Espero ter ajudado. Qualquer dúvida é só chamar
  11. Olá Pedro Felipe, Voltei da Chapada a poucos dias e tive uma experiência com chuva por lá. Fiquei lá por quatro dias e só choveu um, a chuva foi bem forte, mas passageira, questão de horas. Se atrapalha? Atrapalha a depender do que vc fará no dia, eu por ex ia subir o Morro do Pai Inácio, portanto esperei a chuva passar e subi nublado, lá encima era pura neblina, chegou a chover de novo, mas em pouco tempo as nuvens se foram dando lugar ao sol. Espero ter ajudado! Abç
  12. Oioi Pedro, E aí, tudo certo pra esta trip? Tô querendo fazer o mesmo q vcs, mas em alguma praia mais próxima de SSA, se já tiver alguma dica por favor passa pra mim tbm q tô super perdida.... Abçs
  13. Olá Tamara, Isso vai depender de onde será sua prova, procure um lugar que seja o mais próximo da prova possível, daí é só decidir pelo preço mesmo... Na Barra, Pelourinho e Itapuã vc encontra hostels e dos três lugares é possível conhecer a cidade de boa. Abç.
  14. Jeniviana

    Feira de Santana

    Oi Lay, De Feira pra Salvador vc tem muita opção de transporte, o tempo inteiro se quiser e n vai pagar mais de 30 reais por isso. Vc terá opção de pegar um ônibus na rodoviária ou carros que saem da feira lá no centro da cidade, nos fds a cidade é cheia por causa da feira q rola por lá. Inclusive é um ótima cidade para se fazer compras viu, de roupas e calçados com preços excelentes.... Infelizmente eu n sei de hospedagem por lá, mas acredito q vai achar fácil, Feira é um cidade de passagem para SSA e muita gente vai lá só pra fazer compras. Espero ter ajudado. Att,
  15. Olá pessoal!! Meu primeiro relato de viagem aqui decidi relatar minha maravilhosa experiência em Baixio, povoado do Município de Esplanada na Bahia, no Litoral Norte da Bahia a 124km de Salvador. Como chegar: - Partindo de Salvador dá pra seguir pela Estrada do Coco e depois pela Linha Verde, lá pelo Km 124 tem uma Placa à direita que sinaliza a entrada para Baixio e Palame, vilarejo que fica antes de Baixio. Ou se for de ônibus, há dois ônibus que saem da Rodoviária de Salvador, que são o Sítio do Conde e o Esplanada, ambos entram em Baixio, ou ainda dá pra pegar esses ônibus no Bairro de São Cristóvão, prox. ao aeroporto de SSA ou ainda alguma topic com o mesmo destino, o valor da passagem é R$ 35,00. Meu relato: Cheguei em São Cristóvão as 5:30h da manhã, pra n perder o bus q saia da rodoviária as 5:30h, mas melhor prevenir né... Lá pras 5:50h acabei pegando uma topic que veio primeiro, esses rapazes acabam parando muito e enchendo o veiculo o quanto podem, mas preferi n esperar até pq o cobrador me falou q o bus entrava em alguns lugares e ele iria direto para meu destino, preferi acreditar e segui viagem com a maravilhosa companhia de um livro enquanto minha amiga dormia um sono invejável. As 9h chegamos a Baixio, um vilarejo pequeno e charmosinho com ares de interior, procuramos por minha irmã que já estava lá por toda a minúscula cidade pois lá só tem sinal da Vivo e n tem telefone público, enfim a encontramos e seguimos para a praia, lá é bem pequeno dá pra rodar tudo andando. Estava bastante nublado, a praia estava vazia, como lá é mar aberto as ondas estavam bem grandes, n animei entrar na água. Decidimos então caminhar pela praia, seguimos para o lado direito da deserta e maravilhosa praia... depois de 10min de caminhada só havia a companhia de uma cerca com vários coqueiros, seguimos por mais 10min e encontramos o q parecia um lago de águas bastante escuras, depois descobri q aquele era o Rio do Boi, mas como n chove uma boa chuva a um tempo lá o rio estava bem baixo. Ficamos nesse rio o resto da manhã, águas escuras de dar medo mas era melhor q as ondas de dar medo. Dei mais uma caminhada pela praia deserta e subi os morrinhos da praia para aproveitar a calmaria e beleza do lugar... Tranquilizante.( Nessas dunas é possível encontrar uma planta q solta uma "coisa" branca q parece uma teia de aranha, NÃO TOQUEM na "teia", me disseram q arde muito e parece uma navalha quando passa na pele.) Voltamos para o vilarejo já pela tarde para almoçar. A cidade é pequena, tem algumas barracas na praia, mas n estava com espírito nem bolso para aquela mordomia e acabamos encontrando um restaurante/bar q servia PF, perfeito!! comi um mocotó que me deixou sem fome até a noite... De lá fomos para o camping que iria ficar, de novo pelo fator bolso. O camping fica em Palame, Camping Lagoa Dourada, um lugar muito amplo com muitas árvores, uma lagoa e piscinas que aproveitam a água da lagoa, mas estavam todas em manutenção. Lá fomos recebidas por Dona Lia, uma senhora muito educada e engraçada e montamos a barraca. O camping é bem estruturado, tem uma cozinha comunitária num quisque com sofá e mesas. Deixamos nossas coisas lá e voltamos para Baixio. Estávamos de carro por isso voltamos, pq a distancia entre Palame e Baixio é grande demais para fazer esse bate/volta a pé. Já era noite e ficamos na praia um pouco depois deixamos minha irmã na pousada q estava hospedada e seguimos de volta para o camping, nos arrumamos e fomos dormir uma noite agradável e fresca.(Quando chegamos no camping n tinha água, imagina o perrengue, mas pela manhã descobrimos q a culpa era de uma transmissão fechada) Pela manhã saímos, n tão cedo e voltamos para Baixio, tomamos café na única padaria q vi, q fica próxima ao único mercado q vi, em frente a praça da cidade. De lá perguntei como chegar a tão divulgada Lagoa Azul q já sabia ter q pagar singelos 30conto pra entrar, era bom valer a pena, lá fomos informados q só dá pra pagar numa pousada a beira mar, um dos muitos bens de uma empresa lá q parece ser dona da cidade toda.. Fomos a tal pousada e descobrimos n ser mais possível ir a lagoa naquele horário, umas 11h e pouca, pois só existem três horários para o "passeio": 8:30, 11:30 e 13:30h, e já havia saído o grupo das 11, então fomos à Barra do Inhambupe, que a moça do camping já tinha me falado, e o rapaz da pousada nos reforçou a ideia. Pela praia, desta vez pelo lado esquerdo da praia, andamos uns 5min e chegamos ao MARAVILHOSO lugar, águas calmas e de um verde esplêndido, do outro lado mais uma praia deserta e um mangue, queria atravessar, mas n iria conseguir nadando. Ficamos lá até 13:20h e voltamos para a pousada para pegar as pulseiras e seguir para a Lagoa Azul.( Na pousada soubemos de outro passeio disponibilizado por eles q visita mais duas lagoas, a Lagoa Verde e a da Panela, num carro 4x4, mas q custa 90reais, achei caro DEMAIS e nem quis saber o resto). É possível ir à Lagoa Azul com o carro da pousada ou com carro particular, seguimos no nosso carro e encontramos o guia lá na entrada da propriedade. Sim, para fazer uma trilha de 1,7km eles disponibilizam um guia, por isso os horários do "passeio". Durante o caminho o guia, muito gente fina, foi nos explicando que devido à falta de chuva a lagoa tinha reduzido de tamanho e mudado a cor . Após os 1,7km chegamos a lagoa, nossa! fiquei meio decepcionada. A lagoa estava verde e n era tão linda quanto nas fotos q fiquei sabendo serem de 2014, ô raiva daqueles 30 reais, mas já estava lá... Entrei na água q era transparente até metade e escura no resto, devido à matéria orgânica depositava no fundo. Água boa, fresca e só tinha a gente lá, as dunas de areia bem brancas à nossa frente e decidi subir, o guia havia me dito q a vista era esplêndida lá de cima, subi a primeira duna, subi a segunda e nossa!!!! A vista era de tirar o fôlego, a frente mais dunas com coqueiros e o mar e atrás muita mata fechada. Enfim, perfeito! Não pude resistir, aproveitei a solidão do lugar, ninguém quis se aventurar comigo, e me joguei no chão num grande espaço aberto entre as dunas, fechei os olhos e parei para ouvir a natureza, as ondas quebrando no mar a uns 2km de distância, os bem-te-vi cantando enquanto voavam... desliguei do mundo e curti a criação divina. Alguns minutos depois voltei e desci a duna rolando, maravilha!! hahaha. Voltei para a lagoa, já estava acabando nosso tempo lá, sim, a lagoa fecha as 15h.( Lá eles oferecem stund up e kaiak, o primeiro 25 reais alguns minutos e o segundo 40 reais, cabe 2 pessoas, n aluguei nenhum, achei caro.) Voltamos para o camping, desarmamos a barraca, tomamos um belo banho e voltamos para Salvador. Opinião/Dicas: Sim pessoal, a maioria das coisas lá são pagas, as lagoas por ex "pertencem" todas a mesma empresa, e por causa do marketing muito bem feito cobram, ao meu ver, um absurdo. O marketing é extremamente convincente, mas n achei q vale 30 reais a visita a lagoa Azul, talvez valha metade pela vista do resto do local e a conservação q eles mantem, mas nem louca pagaria os 90 para conhecer as outras q segundo o guia estão na mesma situação. Baixio é cheio de pousadas, é só escolher a q seu bolso poe pagar, a outra opção mais barata é o camping em Palame q paguei 20reais a diária. Quero voltar a Baixio mas dessa vez só irei por causa do Inhambupe e pelas praias desertas, nada de lagoas pagas. Se você q me lê curte badalação, passe longe desse lugar. O lugar é de paz e para os amantes da natureza. Fotos: 1ª Rio do Boi, 2ª Barra de Inhambupe, 3ª Dunas da Lagoa Azul, 4 e 5ª Lagoa Azul.
×
×
  • Criar Novo...