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Maurício Sousa Jr

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Sobre Maurício Sousa Jr

  • Data de Nascimento 29-12-1982

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  1. @fabiovs não presenciei nada, me falaram o mesmo. Rodei por várias rotas em Yucatán, vi muito policiamento, muitos postos de gasolina nas estradas principais e muitos policiais na lojas dos postos. Existem muitas rotas nao pedagiadas, estradas excelentes, pode ir tranquilo que é bem sinalizado onde tem pedágio e qual rota nao tem. Esse trecho que vc fará é super de boa, pode alugar um carro q será um passeio espetacular. Abraço
  2. @JoseEduardoAmaral Estava fazendo frio, mas lá é bem seco e de tarde faz um calorzinho. Entre 18 graus nas horas mais quentes e de noite uns 8 na mínima. Achei bem agradável, amanhece mais tarde também, umas 6 e 7 horas ainda tá escurinho. Em aluguel de carro em Cancún faça de tudo para reservar antes, acertar preço mais baixo e seu carro preferido. Paguei em torno de 320 dólares (6 dias) com internet no carro, que é um aparelhinho que funciona super bem, conecta o celular pelo wi-fi com ele e zaz. Agora, a base depende do que você quer. Playa tem Cozumel na frente, mais badalado, e dá pra dar um pulo em Tulum. Meu interesse era ficar em um lugar mais roots, mas próximo das ruínas arqueológicas de Tulum e Coba, então preferi Tulum. Cancún é todas as duas ao mesmo tempo.
  3. @joao alexandre não precisa de visto. Eles te dão um papel da migração no avião, paasada a fila carimba o passaporte e tchau. No aeroporto tem como trocar e tem mtas lojas de câmbio. No centro (Paseo la Reforma) tem um monte de lojas com cotação mais barata.
  4. Para continuar esse passeio pelo México, acordei no dia 02/01 arrumei as malas e peguei maior atraso no aeroporto de CDMX. Muitos voos atrasados. Meus planos era chegar em Cancun por volta de 15h e ir de carro até Tulum, onde ficaria alguns dias. Mesmo com o atraso valeu. Voo de 2h pela Aeroméxico por uns 340 reais ida-volta pra CDMX. Voo atrasado enrola tudo. Cheguei no aeroporto de Cancun umas 19h. Fui até a banca de aluguel de carros que fiz a reserva e só seguravam o veículo 1h depois da chegada prevista do voo. Corri por todas as bancas pra alugar um carro mil da toyota. Leve e pequeno, gastando pouca gasosa, e no cômputo geral ficaria mais em conta que pagar todos os roteiros para os passeios, fora a liberdade que o carro proporcionou (cheguei a ir em passeios que não iria pelo transporte público). Pois bem, depois do carro em mãos e do enorme tempo carregando o aparelhinho que serve como WI-FI pra pegar o gps do celular, fui pegar estrada de noite. Confesso que não estava muito à vontade com a ideia, não sabia o que iria encontrar na estrada, se eram boas, iluminadas e tals. Me surpreendi muito. Melhores estradas que dirigi na vida. Pode ir sem medo. Muitas placas, muita iluminação, duas vias, em alguns momentos três, e muito bem sinalizado. Praticamente de 5 em 5km tinha uma placa apontando o destino mais próximo (Playa del Carmen) logo em seguida (Tulum 78km), nao mais que dois minutos no volante (x-caret 56km) seta pra lá, pra cá, entrada dos resorts são impressionantes de grandes e luxuosos. E vão ajudando a guiar o caminho. Na entrada em Tulum, pra variar, fiquei sem bateria, perdi muito tempo procurando meu hostel que era mais afastadinho do centro, mas dava pra ir à pé. Chegando lá um colchão e uma cabana azul por uns 80 a 120 reais por três dias, com café da manhã. Mas isso é só um detalhe, interessante é o que acontece fora do hostel. Então comecei a buscar as ruínas Mayas das proximidades. São muitas. Por isso, o carro era mais fundamental que a hospedagem. A primeira as ruínas de Tulum. Bem conservada, muito interessante, logo depois de passear por elas você pode pegar o caminho da praia, que é logo abaixo, e ficar por ali. A noite tem muitos restaurantes, uma rua que ocorre a fritação, e as vendas de artesanato. Bem rústica a cidade. Dia seguinte estava disposto a repetir isso. Mas, uma olhadinha numa placa e vi que Koba, uma das cidades-estado Maya mais importante não era tão longe. Seta pra esquerda e deixei a praia para trás. 65km depois adentrei ao parque. Uma cidade no meio da mata. Até caminhar à pirâmide principal você passa por diversas construções, o juego de pelotas, edifícios administrativos e, por fim, a grande pirâmide. Não subi. Mas perdi a vista, dizem que é linda, enxerga a mata inteira. Volta pra Tulum e os rolês aleatórios. No meu roteiro tinha a possibilidade de ir ao Belize. A Guatemala ver Tikal eu tinha desistido ainda no Brasil. Muito chão, pra passar a fronteira Belize-Guatemala não é tão rápido e necessita um visto. Pro Belize eu arreguei por não ter ânimo de sair de Tulum, e com os dias contados pra volta e por tudo que diziam de Cancun me bateu preguiça do Belize. Mas, são uns 300km e na fronteira não é tão enrolado assim, isso pelos vídeos que vi. No último dia em Tulum fui em busca dos cenotes. Gran Cenote foi o escolhido. Passar uma manhã ali e ver que formação geológica impressionante. Muito curioso, muito aconchegante e muito gostosa a água. Pode nadar a aproveitar bastante. Faz calor, mas dentro das cavernas e em contato com a água você fica horas sem notar. Ah a cor da água é única. Gente do mundo todo vai visitar os cenotes e são dezenas, talvez centenas. Tem pequenos pra todos os lados e tem os grandes e mais famosos, mas o certo é que cansei de ver placas apontando para a entrada deles. Cancún próximo destino. Uma passadinha rápida em Playa só pra dizer que lá estive, sei que era maravilhoso. Mas, o apart que reservei no particular tava combinado. Assim, fora dos hotéis é bem possível passar três ou quatro diárias em Cancun. Se ficar no centro as diárias caem bastante, e pelo que vi do transporte dá pra ir a zona hoteleira, que é o lugar das praias. As praias são bem bonitas sim, mas não é nada de outro mundo. Os estrangeiros estão espalhados por todo lado lá. A estrutura de shoppings, lojas, mercados, restaurantes e casas noturnas é muito boa. Cocobongo é um show, caro, mas vale a pena. Tudo lá dentro é bem pensado e as atrações te fazem passar 3 ou 4 horas sem perceber. Esses últimos dias foram só pra curtir, relaxar. Compre comida nos mercados e faça em casa. Ficar olhando para essa vista já vale as férias. Tem muitos passeios para se fazer nas horas de sol brabo. Museu El Rey, museo Maya. No último dia resolvi pegar o carro e ir até Chichen Itzá. Que trabalho! Algumas estradas são privadas. Não levei dinheiro, apenas cartão. Rodei muito para achar as estradas sem pedágios. Todas muito boas. A selva com placas apontando para os jaguares na estrada estão aos montes. Chegando no lugar tem caixa eletrônico e tudo. Pode-se ficar o dia inteiro lá, muito bonito, muito grande e você não tem noção que é uma cidade até estar lá dentro. Muitas ruínas que contavam sobre essa incrível cidade dos Maias. No caminho vi muitos vilarejos apontados nas placas como vilarejos maias. O povo abandonado, donos do lugar, mas esquecidos por nós turistas que desejamos ver seus tesouros e não olhamos para os humanos que estão nas beiras das estradas. Dia seguinte peguei voo para a Cidade do México, escala em Santiago, chegada em SP, uma maratona, mas foi bom demais! abraaço 20190105_090401.mp4 20190108_155109.mp4
  5. 1200 hospedagem 2400 passagens No máximo 700 alimentação e passeios (levando em conta que fiz tudo no transporte público ou à pé)
  6. Foram 15 dias, voo em pleno natal, fim do ano no México, ruínas arqueológicas e praia. Em 24 de dezembro de 2018 peguei voo com destino a capital mexicana. Viagem planejada e desejada há muito tempo. Promoção - lógico - pelo voo decolar 23h 15min. de Santiago, onde fizemos escala. Ceia de natal com salada, salmão e vinho branco servidos pela tripulação da Latam. Aproximadaente 7h sobre o oceano pacífico. Seguimos: Desembarque: depois de 12h entre voo e escala desembarco as 5h30min do dia 25/12 para passar pelos trâmites da lei... brasileiros não precisam de visto. Taxi pago dentro do aeroporto e a empresa te leva no local combinado. Cidade imensa, pobreza lembrando as cidades brasileiras e até um pouco menos (números oficiais comprovam). Mas, longe de ser uma cidade amigável, feito as grandes cidades do mundo mesmo. Hospedagem: apartamento, aluguel bem barato pelo serviço prestado. Normalmente os hotéis já são em conta, apart por fora fica ainda melhor. Consegue-se achar em Roma/Colônia, próximo Paseo la Reforma por 120 até 240 reais (já convertendo) um excelente lugar pra ficar, com todas comodidades (melhor que Ibis hehe). Passeios: o que fazer na Cidade do México? Ah é muita, muita coisa! A capital é o centro da cultura mexica e tem referências estéticas e culinárias dos povos originários por toda parte. Vale demais fazer das refeições um programa à parte. Milho (de todos estilos), massas feita dos mesmos, frijoles e seus caldos, temperos e carnitas, os TACOS 😲😲, fajitas, burritos, e suas centenas de combinações e molhos apimentados... tudo é surpreendentemente fantástico. Melhor experiência de sabor da vida!!! Castillo de Chapultepec é um parque grande e que exalta o estilo miscigenado da cultura mexica e espanhola. Museo Antropologia: muito, muito sobre vários povos pré-colombianos, principalmente os Astecas. Que cultura vigorosa! Um dia inteiro e não é possível apreciar tudo! Muita coisa! Tour's padrõezinhos nos buses, aqueles com a figura do rosto da Frida, podem valer. Não fazem meu estilo (gasto sola de sapato, passagem de metrô e bus) lá tem muitas bikes e patinetes alugáveis por aplicativo. Tráfego bem regulado, sem susto algum. Muito policiamento na zona central, muitos shoppings e zonas comerciais. Restaurantes são o forte. Arte: o México é a capital artística da América Latina. A pintura dos muralistas e a própria Frida é uma imersão à parte. Todo amante da arte e conhecedor da política do século XX se encanta com elas. O Poliforum Siqueiros (que estava em reforma) parece ser bem grande, e fica numa das áreas afastadinhas do centro. Fui à pé, deram 3km de sola gasta. Pode ser observado suas monumentais figuras de fora. O museo Frida esgota 1 mês antes, se compra pela internet, é apertadinho, fim do ano é impossível, lota! Fica pra próxima. Os murais de Diego Rivera, Orozco e Siqueiros estão espalhados pela capital. O Teatro Municipal expõe alguns murais logo na parte interior. São monumentais! Em geral pode-se caminhar pelas ruas da área central sem problemas, tem muito policiamento. Na parte histórica, como toda capital na América Latina tem que se tomar precauções. Mas, vale ir até lá, é muito bonito, espaçoso e cheio de história. Vulcões: o mais próximo vulcão da capital e bem alto (quase 6mil altitude) é o Popocatepl. Ativo ele cuspiu fogo em 2019. O barulho é assustador, pelos vídeos e relatos temos uma noção. Para se ver o Popo se sobe o vizinho inativo chamado Iztaccihuatl. Tentei fazer esse rolê, TODOS os problemas aconteceram no dia de pegar o trajeto até o parque. São dois dias de subida. Também zicou e ficou pra próxima. Pra quem ama esse "ser", olhar o Popo de longe já é inesquecível. Não é como olhar um prédio, uma torre ou uma ponte, é olhar algo vivo que dorme e não reconhece nem se afeta pela existência dos homens. E, ainda são as maiores alturas que coisas no planeta têm. Noite: a noite da capital é bem agitada. Muito gastronômica, muitos bares, algumas casas noturnas. Não é como Brasil, que os bares viram points e acabam tornando-se baladas. Tem uma parte grande de estrangeiros na noite mexica. Em geral estão na parte central, próximas ao paseo la reforma. Vale muito, mas são bem mais tranquilas que as noites brasileiras. Teotihuacan: maravilhoso o lugar. Fui de metrô até o final da estação, depois ônibus até a portaria do lugar, gasta-se por volta de 20 reais pra isso. Muito mais barato que o tour, mas bem mais arriscado e louco (o que pode ser uma vantagem). Lá a entrada não é cara e pode ficar o dia inteiro. Subir a pirâmide do Sol é muito custoso, uma duas horas na fila embaixo depois um caracol no meio da pirâmide. Vale a pena a experiência. Considerando que estive lá dia 28/12 quando muitos turistas e os próprios mexicanos vão, pode ser que a fila esteja bem menor em outras datas. Segue as fotos do lugar. É isso aí, esse foi o rolê. Dia 02/01/2019 peguei o voo em direção à Cancún. Essa experiência conto no próximo post. Abraço
  7. Legal...quero fazer me Dezembro/Janeiro. Estava pensando no custo de vida lá. Com o que você gastou mais, uma vez que as refeições era dada pela família?
  8. Olá, Fábio. Vi muitas pessoas e grupos de motos e bikes. Certamente podem ser feitos de moto. Alguns passeios eu não tenho certeza (Salar do Atacama, Salar de Tara) pois são no meio do nada e é fácil se perder. Ouvi relatos disso por lá. Se você for fazer Salar de Uyuni nem pense usar a moto, geral se perde até de carro. Valle de la Muerte, Valle de la Luna, Lagunas Miscanti e Miñiques, Piedras Rojas, dá pra ir tranquilo na moto. Estradas boas e só os acessos pros lugares que pega um pouco de terra, tranquilão também. Aproveite. Abraço
  9. Olá, Fábio. Vi muitas pessoas e grupos de motos e bikes. Certamente podem ser feitos de moto. Alguns passeios eu não tenho certeza (Salar do Atacama, Salar de Tara) pois são no meio do nada e é fácil se perder. Ouvi relatos disso por lá. Se você for fazer Salar de Uyuni nem pense usar a moto, geral se perde até de carro. Valle de la Muerte, Valle de la Luna, Lagunas Miscanti e Miñiques, Piedras Rojas, dá pra ir tranquilo na moto. Estradas boas e só os acessos pros lugares que pega um pouco de terra, tranquilão também. Aproveite. Abraço
  10. Oi Mariely. Dá para fazer os passeios tranquilamente. Contrate o pacote com uma agência boa (fui intermediária LATCHIR) e os perrengues serão super diminuídos. Os trajetos são normais, estradas boas, asfaltadas, poucas com acesso de terra, nada que prejudique. O único que é mais foda por subir muito rápido altitude e o frio ser grande são os Geyser's (esse eu nem faria denovo, meio sem graça). Essa trilha longa que fiz foi à parte à pé e de bike. Evite isso, é 1 km na areia fofa e 6 de bike. Foi o Valle de la Muerte. Mas é só fazer com as agências que eles vão de van por outros acessos e você só tem o trabalho de olhar. Espero ter ajudado. Ps. Desculpe a demora, sou novo aqui e to aprendendo a mexer ainda.
  11. Olá, Passei seis dias no Atacama e vou postar dicas e fotos para quem vai curtir esse passeio. Fiz passeios só no deserto do Atacama e para falar a verdade seis dias são super suficientes para fazer tudo que tem por lá, descansar e sentir um pouco de tédio (especialmente para quem vai num 1º de maio em que muita coisa fecha). Então lá vai. 1º dia: Cheguei numa Quinta-feira 19:00 horas e logo percebi que meu hotel era no fim do mundo. Não perdi tempo, aluguei uma bike e dei uma esticada até o centro para conversar com as agências. Comi o famoso "Lomo al pobre" que é violento de bão, segue arquivo da vítima. Certifique-se que sua bike venha com lanterna, assim você evita os capotes pois muitas ruas não tem luz, o que é ótimo para ver o céu perfeito. 2º dia: Alucinado pela bike fui até o "Valle de la Muerte" são só 6 km até a entrada. Uns 3 mil pesos para entrar (2 dólares mais ou menos). Você para ela num estacionamento lá dentro e depois sobe à pé. Anda-se bastante para chegar ao mirador, mas não desista no caminho pq o visual é animal. De noite fui conferir o passeio da Space Orbs (reserve com antecedência) 20 mil pesos te pegam de ônibus, dão chocolate quente, explicam os pontos importantes sobre astronomia e se olha pelo telescópio (vemos várias constelações, Júpiter e algumas luas, Saturno e um amontoado de estrelas) a definição da imagem não é das maiores, mas está bom. 3º dia: Lagunas Altiplânicas eu reservei com uma agência do centro, na Caracoles, a rua principal. Preço justo, sem abuso, faz direitinho o trajeto, motorista Marco, já um senhor, responsável fez um café legal, contou tudo para nós e ainda fez o carro subir um morro desligado!!! Tudo ilusão que ele nos explicou. Para mim esse foi o melhor passeio, 65 mil pesos (com Geyser no dia seguinte), café e almoço, Piedras Rojas, povoados (tantos) Lagunas Altiplânicas (Miscanti e Miñiques) e Chaxa que não tem tantos flamingos pelas ações das empresas que estão retirando água dos lugares mais próximos. O visual dessas lagoas e vulcões e as pedras vermelhas é inesquecível, já valeu a viagem inteira. 4º dia: Geyser: Depois de chegar no hotel 3 da matina fruto das muitas amizades que a gente vai fazendo (sim, é só andar pela rua e passeios cumprimentando e trocando ideia no bom portunhol que rola de fazer muitos contatos. O lugar também é cheio de brasileiros. Desafio era acordar 4 e meia da madruga, subir a altitude, e não passar mal. Deu tudo certo por que as adaptações à altitude foi feita antes. Faça esse passeio mais pro final para você não passar mal, vi muita gente chamar o Juca depois do desayuno. Achei o lugar meio sem graça, mas quem quer passar a experiência do frio (peguei - 7) é bom, ainda se passa em Machuca pra comer espetinho de Llama ou Vicuña ou Paca, e vê-se o vulcão Puritama na ativa. 5º dia: tédio, esse foi o mais sofrido, deixei o passeio do Valle de la Luna pra depois para não ficar sem o que fazer. Meu plano era subir o Lascar, vulcão ativo, mas nenhuma agência fez porque na cidade toda só tinha uma pessoa com interesse, EU outra opção era ir pra Bolívia (laguna Verde, Colorada, carimbar passaporte e voltar) quase nenhuma agência faz esse passeio. Apareceram outras opções, tipo o cerro Toco, mas os problemas que tive com o cartão limitaram minhas opções. Consegue-se passear no centro, comer super bem, comprar presentinhos, comer denovo, charlar, e beleza. 6º dia: Valle de la Luna, 1o mil pesos (70 reais mais ou menos) Super legal, animal o lugar e dura a tarde inteira. Anda-se dentro das cavernas de sal, caminha-se pelo vale que já teve água demais e deixou todo sal ali e super rachaduras. Paisagem que faz sentir que valeu andar toda essa distância, passar frios de noite e principalmente de manhã e se rachar pela sequidão do deserto. Último dia, bora trabalhar pq ainda tem outras viagens para fazer. Na próxima (quando Deus sabe quando) o Salar de Tara será usado como adaptação para fazer o passeio para o Uyuni. Foi fantástico, não vale a pena correr, acho que se aproveita mais desfrutando o ritmo do lugar. Até a próxima. gastos: 1230 vôo Latam, 850 loft (uma cabana super bem equipada com tudo), 550 passeios, 400 comidas e cervas. Abraços
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