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  1. Muito obrigada pelo comentário, me fez feliz. Ainda não terminei (não pensei que alguém fosse realmente ler rsrsrs) mas com certeza vou guardar o relato
  2. 25/07- Acordamos cedo para o café, que abria às 8:00, e logo saímos (a pé) para o arvorismo que decidimos fazer. Andamos alguns quilômetros até o Bosque do Silêncio onde fizemos um percurso de duas horas e meia com um grupo bem grandinho, que fez trânsito em cima das árvores. Aproveitamos a oportunidade para conversar com os instrutores e entender como funcionavam as linhas de ônibus e pegar dicas de restaurantes mais baratos. Mais uma vez me surpreendi com a simpatia, todos tão abertos a conversar e a contar sobre a cidade. Fiquei muito feliz, não costumo ver isso em São Paulo. O arvorismo completo com diversas travessias e duas tirolesas custou R$110,00. Foi tão longo que até nos cansamos perto do final, eu só queria o chão e meu almoço, mas foi muito divertido, era uma atividade que queríamos muito fazer em Campos. Quando finalmente descemos pela tirolesa de 250 metros, já eram quase 13:00 e nos sentamos nas redes em frente à sede para comer nossos lanches e aguentar um pouco mais até o almoço (que acabou nunca acontecendo). Estômago falsamente preenchido com club social e frutas, demos algumas voltas pelo Bosque, que não tem muito para se ver ou fazer além das atividades pagas. As trilhas nem podem ser chamadas de trilhas, têm no máximo 400 metros. Saímos, então, para a Ducha de Prata, que fica bem perto do Bosque do Silêncio, caminhando em uma estrada estreita que muitas vezes não tinha calçada. Embora muito artificial, o lugar é bonito e, descendo um pouco mais, pode-se ver o rio em seu curso natural. Aproveitamos as lojas para comer mais e pagamos R$10,00 por crepes de chocolate. No caminho para o hotel, passamos por vários restaurantes e calculamos qual seria o melhor para comermos o tão esperado fondue, à noite. Escolhemos o Restaurante do Sino, na Av. Sen. Roberto Simonsen, onde pagaríamos (não me recordo exatamente) R$85,00 pelo de carne e R$75,00 pelo de queijo e chocolate. Seguindo a rua do Restaurante do Sino, passamos em frente à Casa do Strudel que anunciava fornadas às 16:00 todos os dias. Olhamos as horas, era exatamente 16:08 e não pude passar reto, entramos e pagamos R$16,00 por um pedaço generoso que dividimos em três. Depois retornamos ao hotel, onde jogamos baralho, cansadas, e nos arrumamos para sair. Fizemos mais uma caminhada até o restaurante, dessa vez no escuro, mas não sentimos medo. Embora a rua estivesse deserta e mal iluminada e homens de moto passassem esporadicamente, estávamos tranquilas e não pude deixar de pensar em como seria incrível ter essa liberdade e segurança fora da porta de casa todos os dias. Foram coisas como essa que me deixaram muito feliz em Campos do Jordão, experiências que eu nunca havia vivido em São Paulo: cumprimentar estranhos, se sentir segura nas ruas à noite, sorrir para os motociclistas simpáticos, ser recebida por alguém desconhecido com sopa <3. No restaurante, pedimos um fondue de cada e uma água para economizar. Fizemos muitas contas para dividir o preço de forma justa entre nós cinco aproveitando para acertar os gastos de umas e outras que havia sido maior ou menor no último dia. Acho que nossa economia tocou os garçons, que nos ofereceram uma repetição cortesia do fondue de chocolate. Adoro ganhar coisinhas de graça e essa gentileza, em especial, fez nosso dia. Voltamos muito felizes para o hotel. (Pagamos um total de R$53,00 por pessoa no Restaurante do Sino) Sede do Bosque do Silêncio Parte de baixo da Ducha de Prata Ducha de Prata Comércio na Ducha de Prata Strudel da Casa do Strudel Fondue de queijo do Restaurante do Sino (acompanha batatas deliciosas que chegaram depois) Fondue de chocolate do Restaurante do Sino
  3. Meu nome é Leticia, tenho 17 anos e este é o relato da minha primeira viagem sem meus pais. Passei três noites, 24/07/2018 a 27/07/2018, em Campos do Jordão com mais quatro amigas de 16/17 anos. (Essa é a primeira vez que escrevo qualquer relato nesse fórum, não esperem que seja um post muito bom kkkk) Introdução: Eu e quatro amigas concordamos, em 2017, que a viagem de formatura para Porto Seguro, opção de grande parte dos alunos do terceiro ano de nossa escola, não era o tipo de diversão que nos agradava. Resolvemos, então, fazer a nossa própria. Depois de muito procurar por cidades que fossem próximas de São Paulo, que fossem bem equipadas com transporte público e que tivessem atrações concentradas em um eixo principal, percebemos que Campos do Jordão seria uma boa opção. Embora as informações sobre linhas de ônibus fossem escassas, sabíamos da existência de uma que nos levaria ao horto florestal sem problemas e, assim, já tínhamos o principal que procurávamos: natureza. E, além de tudo, poderíamos nos hospedar na pousada da tia avó de uma de nós, a Vila das Cores, sem precisar formalizar em cartório a autorização de nossos pais. A Viagem: 24/07- Nos encontramos cedo na rodoviária Tietê para imprimir nossas passagens compradas previamente e embarcamos às 9:30. Chegamos a Campos as 12:30 e, como a cidade tem poucos supermercados na zona turística e queríamos fazer um piquenique do horto floestal, montamos um plano para conseguir ir ao mercado próximo à rodoviária comprar a comida de que precisávamos, antes de ir para o hotel. Fomos três a pé enquanto duas ficaram cuidando das malas e procurando um taxista que topasse levar nós cinco à nossa pousada em um carro só. Nenhum aceitou... para economizar, três foram de táxi com as malas enquanto duas encontraram o caminho a pé com o google maps, o que se tornou uma caminhada de vinte minutos. Pelo percurso de 2km o taxista cobrou R$22,00l!! E não ligou o taxímetro!! Ficou bem claro que nos passaram a perna, mas não queríamos discutir, tínhamos acabado de chegar. Após deixar as malas no quarto e receber um convite para jantar na casa da tia, fomos felizes conhecer o Alto do Capivari onde ficam concentrados os restaurantes e lojas. Almoçamos no Pastelão do Maluf onde o número ímpar de pessoas dificultou um pouco a divisão de pastéis, que alimentam dois. O teleférico e o pequeno parque com laguinho ao pé do Morro do Elefante foram a próxima parada: pagamos o exorbitante valor de R$17,00 pelo teleférico e nos surpreendemos com o preço de, também, R$17,00 por pessoa para alugar o pedalinho. A subida, embora cara, é muito divertida e, como o mirante não estava tão cheio, conseguimos ficar um bom tempo lá observando. Depois tomamos um chocolate quente na loja Cacau Premium onde encontramos o melhor preço de R$6,00 pela mesma bebida vendida em outros lugares por R$15,00. Andamos sem rumo por um tempo conhecendo a cidade e voltamos à pousada cedo para iniciarmos a longa rodada de banhos em um banheiro só. A pousada Vila das Cores era exatamente o que procurávamos: ficava a poucos minutos de caminhada do centro e tinha opção de quarto para cinco pessoas. Pagamos cada uma R$400,00 pelas três diárias, um preço que achei justo, e ainda recebemos diversos pequenos agrados, como uma cestinha de bananas e maçãs e uma jarra de água que enchiam para nós todos os dias. Às 20:00 atravessamos a pousada e fomos à casa da tia avó jantar. Me surpreendi com a gentileza da senhora, que nos fez uma sopa deliciosa e teve a delicadeza de não acrescentar carne pensando que algumas de nós talvez não gostassem (e ela acertou, temos duas vegetarianas no grupo). A comida estava perfeita, não poderíamos ter tido uma melhor janta de boas vindas no frio e ainda recebemos outro convite para almoçar com ela na sexta-feira quando estivéssemos indo embora. Ela foi a primeira de uma série de pessoas que nos surpreenderam com a simpatia, gentileza e alegria na cidade. Pastel João Dória 2 (queijo minas + orégano + tomate MUITO BOM) Vista do mirante no Morro do Elefante Chocolate quente da Cacau Premium
  4. Lecipri

    Campos do Jordão SEM CARRO

    É isso mesmo que planejamos fazer
  5. Lecipri

    Campos do Jordão SEM CARRO

    Boa taaarde! Estou combinando com amigas de fazer uma viagem a Campos em julho, mas não temos carro. Queria saber de alguém que já foi de ônibus como é a mobilidade lá, se tem transporte público, se dá para visitar todos os atrativos. Queria ir conhecer Itacolomi, por exemplo... Além disso, alguém conhece as trilhas do Horto? Tem alguma mais intensa ou todas são curtas? Gratidão, Letícia. Pequeno parênteses: mulheres, nós temos 17 anos, vamos ser sequestradas em Campos ou é tranquilo?
  6. olá, desculpem a ignorância, mas eu tenho que fazer essa pergunta eu tenho lido bastante sobre trilhas de longa distância como a Apalaches e PCT nos EUA e queria saber se existe algo parecido aqui no BR, porque tudo o que eu encontrei quando pesquisei foram trilhas e travessias em parques, mas aí seu acampamento deve ser montado em um lugar específico e não tem muito como fugir das pessoas hahaha. Ou também caminhos peregrinos que não são tão diferentes. Admiro muito os parques nacionais nos EUA, onde vc pode entrar e sair sem maiores problemas, passar de carro, fazer picnic ou acampar onde quiser. Espero que algum dia consigamos isso no Brasil, porque paisagens maravilhosas e biodiversidade é o que não falta. abraços
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