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Giselli de Jesus Miranda

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  1. Breve passagem pela Bolívia

    Uai me conta como se deu isso, vc teve algum documento para caso de abordagem de polícia boliviana ou para entrada de hostel?
  2. Breve passagem pela Bolívia

    Olá Maria Emilia! Desculpe o atraso em responder. O horário da PF é de 8h da manhã às 17h da tarde. Sim, sou irmã do Heráclito. srsrsr E, quanto as fotos elas estão no facebook, as minhas né, porque as do Heráclito foi para o beleleu rrrrssr https://www.facebook.com/giselli.d.miranda/media_set?set=a.1597041740368956.1711848210&type=3
  3. Breve passagem pela Bolívia

    tirei sim, dê uma olhadinha nesse copie e cole no facebook: https://www.facebook.com/giselli.d.miranda/media_set?set=a.1597041740368956.1711848210&type=3
  4. Breve passagem pela Bolívia

    Tenho sede por conhecer esse mundão espalhado pelo nosso planeta. E assim, de forma despretenciosa, meu irmão anunciou que iria tirar férias e gostaria de ir à Bolívia. Seu principal foco era conhecer o local de morte do Che Guevara. E logo surgiu um ímpeto de acompanhá-lo em sua aventura. Foi uma viagem gostosa, cada dia num lugar diferente, experimentando sabores, contemplando paisagens e conhecendo o povo boliviano. Saímos do Brasil por via terrestre, chegamos na fronteira da Bolívia via Corumbá/MS. Lá esbarramos no descaso, enquanto o lado do desembaraço do Brasil levava duas horas pelo seu serviço demorado e ruim, a Bolívia levava 10 min. Sentimos um certo descaso dos servidores brasileiros que atuam na fronteira, e a educação também passa longe. Mas do lado da Bolívia, tudo é muito desembaraçado. O que mais me encantou na Bolívia foi a hospitalidade do povo boliviano e a sua rica comida em grãos e raízes, por aí vão quinoa, trigo, linhaça, milho, batata. Algumas desses alimentados eles também preparam sucos e licores que são saborosos e nutritivos. As cidades por onde passamos foram conhecidas com a ajuda de mapas dispostos nas rodoviárias, casa de turistas e casas de hospedagem, tudo bem sinalizado e que divulgavam os pontos turísticas e as rotas pela cidade. Isso nos ajudou bastante na liberdade do deslocamento sem precisar estar contratando algum translado. O lugar que todos nos avisavam de perigo e eu achei a cidade mais ocidental da Bolívia, foi Cochabamba. Lá haviam bastantes supermercados, coisa não muito comum pelo país, já que o comum são os mercados de ruas, que eu particularmente acho muito interessante. E, retornando ao perigo de Cochabamba, todos que pedíamos informações sobre os locais que queríamos conhecer nos avisavam para tomar cuidado com assalto pelo mercado central de Cochabamba e também andar pela rua tarde da noite. Avisos dados e cuidados tomados não tivemos qualquer imprevisto ruim. Nosso roteiro foi intenso. Por todas as cidades que passávamos íamos ao encontro do mercado central, queria experimentar toda comida típica de lá. Experimentei chá de coca no barraca da chula, comi pão com natas, leite quente com chocolate, carne de alpaca e trucha em Copacabana, sopa de pollo, sopa de farinha, sopa de mani, muita papa frita, muito pollo e chuleta em todos os lugares, sonso de Santa Cruz, humintas, cuñape, chocolate com coca de Sucre, licores de coca e frutas locais, buñelos, api caliente, maiz, saltenhas e muitas empanadas de queso e de pollo, e muitos sucos de sabores variados. Não tive problemas de estômogo ou dores de barriga por conta de comer comidas de rua e de barracas. A Bolívia é encantadora, nossa rota iniciou em Puerto Quijarro e até os limites de Copacabana. Passamos por Santa Cruz e foi bom dar de cara com as Chulas e as suas vestes e sua graciosa praça 14 de Septiembre. Em Valle Grande foi legal andar pelas ladeiras, montanhas e precipícios até La Higuera. A bonita Cochabamba foi difícil de encontrar passagem, tivemos que ir de trecho a trecho até chegar porque tentamos partir de Valle Grande até ela, e para chegar até lá viajamos a noite, senti que a estrada era sinuosa e cheia de barro, o ônibus balançava muito, um balanço gostoso para dormir. Ainda, em Cochabamba tive uma impressão de estar em algum dos palácios europeus ao visitar a mansão do rei do estanho, o guia relata que a construção se deu pelo senhor Simón Patiño, um genuíno boliviano que de forma despretensiosa comprou umas terrinhas e que lá foram descobertos uma grandiosa mina, e assim, tornou-se um dos homem mais rico do mundo no início do século XX. Em La paz foi um divisor de águas até chegar, ela é a capital política, possui um trânsito intenso, barulhento e muito diferente para mim, mas não se vê nenhum acidente, isso demonstra que os motoristas são muito atenciosos; também, achei muito interessante as contruções, não são prédios muito altos mas que parecem ser muito bem construídos dada a irregularidade do terrento, acho que os construtores são ótimos. E a Copacabana linda e congelante, estar lá em julho e ver sua água linda sem nem conseguir molhar o pé no lago é difícil, contém beleza, frio e somados aos cachorros enormes, muito fofos e mais dóceis de toda viagem, eles te seguem, pedem carinho e cuidam dos visitantes. Mas tenho um desabafo para fazer, como é difícil achar banheiros pela Bolívia, tem que pagar para usar. Também a higiene dos banheiros não eram lá grande coisa e por muitas vezes água só no latão, fria e congelante. Água quente é luxo na Bolívia. Outro relato ruim é o acúmulo de lixo pelas ruas das cidades e pelas margem das estradas também. Isso é ruim! Gostei de lá e achei o povo boliviano feliz e hospitaleiro estão sempre a te receber com um sorriso dourado de ouro cravados nos dentes, gostam muito de festas e se ocupam muito de trabalhos pesados do cotidiano.
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