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Jasmine Rosa

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Sobre Jasmine Rosa

  • Data de Nascimento 13-04-1996

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  1. Continuando DIA 2 CAMPAMENTO SERÓN – REFÚGIO DICKSON Dificuldade: ALTA. (Exige do seu psicológico) Distância: 19 km No segundo dia de trilha, acordei mais tranquila. Planejei acordar bem cedo, antes das 7h, para desarmar a barraca, tomar meu café da manhã e organizar minha mochila com tranquilidade, e mesmo assim sair cedo, porque o dia seria longo, 18km de caminhada. Nos relatos que vi, diziam que era o dia mais puxado, por ter muito sobe e desce, e ser um percurso extenso. Realmente é cansativo, exige muito do psicológico, porém não tem tanta subida como me fizeram acreditar. Café da manhã tomado, mochila nas costas, saí antes de todo mundo do Serón, em direção ao Dickson. O plano era sair bem cedo, assim não terminaria o dia sozinha e por último na trilha, por questão de segurança mesmo, mas o plano falhou um pouco, porque mesmo saindo antes dos outros, no fim do dia eu estava sozinha e um pouco desesperada para chegar no acampamento. (Na verdade depois descobri que tinham ainda duas brasileiras (UNS AMORES) que chegaram depois de mim, que estavam caminhando de boa e apreciando a vista). Começando a trilha saindo do Serón, a paisagem é maravilhosa, ali começam os lagos e as caminhadas ao longo de vários deles. Tem algumas subidas leves, e um campo de verde extenso, você consegue ver a trilha até onde os olhos enxergam. Saí muito animada do Seron, sem pensamentos pessimistas como do dia anterior, eu estava no gás. Tirei muitas fotos, parei sempre que me sentia cansada, fiz vídeos divertidos, apreciei a paisagem, conversei com os lagos e com as flores. Até que BOOM, a primeira subida real, olha não vou adoçar a pílula, é pesada. Quando cheguei na metade da subida, um casal passou por mim, eu estava sentada na minha décima pausa, uma pedra que encontrei para descansar, a mulher estava usando um GPS de mapeamento do trajeto, e me falou “uau, andamos esse tanto, e só deu 4km” QUATRO QUILÔMETROS, DE 18! Meu coração chegou a pular uma batida, eu não queria nem acreditar. Mas continuei subindo, subida também até onde os olhos enxergavam, olhando parecia que não tinha nada depois da subida, só céu. Demorei 2 horas para terminar essa subida, que não tinha 1km de extensão, eu acho. Mas quando cheguei lá em cima, que vista, que paisagem, o vento te pega ali, quase me tacou de volta tudo o que eu tinha subido, mas é deslumbrante. Depois a gente desce praticamente tudo o que subiu, por uma trilha na encosta, um escorregão feio e é possível cair em um lago, mas não dá tanto medo, já que o vento te empurra em direção ao morro, não ao contrário. Depois disso tem um pequeno sobe e desce, mas bem suave se comparado a primeira subida do dia. Até chegar na Guarderia Coiron, onde demarca metade do percurso entre Serón e Dickson. Na guarderia tive que me registrar, e foi onde fiz meu almoço, já eram 14h quando cheguei, as 15h a passagem fecha e eles não deixam passar para o Dickson mais naquele dia. Comi um purê de batatas em pó com uma água morna, que a Guarda Parque gentilmente me deu. Não pode usar fogo no Coiron, mas como os guardas moram lá, eles têm um fogão. Fiquei com ranço do purê de batatas e calabresa depois desse dia, porque não deu muito certo no meu estomago e o resto do dia apesar de lindo, foi um pouco puxado e traumático. Sai da guarderia perto das 15h, e faltava ainda metade do caminho pela frente, 9km. Ponto positivo: as subidas tinham acabado, com exceção da subida da chegada, mas se está chegando tá tudo bem, certo? O caminho é muito bem demarcado, uma grande maioria entre um campo de flores, é magnifico. Tem muitos lagos, pontes pequenas e rios correntes no caminho. Não estava um sol terrível, nem chovendo, o tempo estava muito agradável. O vento, constante, mas nada que atrapalhasse o progresso da caminhada. Meu psicológico pesou muito depois do Coirón, só conseguia imaginar que chegaria tarde demais no acampamento, e talvez até no escuro, mais pro final do dia fui ficando sozinha na trilha, e bateu um pequeno desespero e medo. Nessas horas eu me questionava sobre a sanidade de estar fazendo aquele circuito sozinha, ou de estar fazendo o circuito, ponto. Se tem uma coisa que aprendi com Torres Del Paine, é que trilhas em lugares remotos existem sim, para testar nossa mente, nosso psicológico, por isso tantas pessoas com problemas na saúde mental procuram algo assim para fazer, por isso EU procurei algo tão extremo para fazer, não é um clichê, é saudável, te ajuda. Você coloca em perspectiva sua vida no cotidiano, algumas dificuldades que antes pareciam uma montanha no seu caminho, passa a ser um morrinho, quando você compara com o fato de ter ficado sozinha no meio de uma trilha de 19km no meio do nada, só com o destino de chegada como referência. Me ajudou demais, eu sou grata até pelo medo que passei. Enfim, por fim cheguei finalmente na subida, que eu sabia por relatos que li, que significava que estava praticamente chegando ao acampamento dickson, que felicidade. Quando subi tudo aquilo, e lá de cima avistei o dickson próximo a um lago, com icebergs e as montanhas ao fundo, com verde e topo branco de neve. Eu chorei. De alegria, eu estava chegando, terminando o dia que mais tinha me aterrorizado em todos os relatos. Desci, ali é bem perigoso, então vá devagar, é escorregadio e tem uma ladeira complicadinha. Por fim cheguei ao dickson antes do que imaginei, eram apenas 18h, o dia estava claro o sol no céu. O Dickson é um acampamento lindo, maravilhoso mesmo, todo lugar que você olha tem montanhas cobertas em neve, e tem a vegetação toda verde ao redor. E andando menos de 10 passos, você se vê em uma praia de pedras para um lago com ICEBERGS. Indescritível a sensação de terminar mais um dia, estar mais próxima do destino. Ter conseguido! Dicas uteis: No Dickson tem um lugar para cozinhar, fechado, bem quentinho. Quando estive lá, estava em reforma, imagino que estejam melhorando ainda mais; Tem banho quente, quente MESMO! Uma delícia depois de um dia sofrido na trilha, o corpo agradece. As duchas ficam dentro do refúgio, você passa pela cantina dele para chegar, dá uma fome e uma vontade de ter compro o pacote com comida inclusa (risos); O banheiro é descente. O acampamento é lindo, de verdade, um dos mais lindos do circuito, sem dúvidas; Com relação ao vento, que era uma dúvida que eu tinha e ninguém realmente falava sobre isso. Eu fui com uma Naturehike cloud up, 1 pessoa, e ela resistiu maravilhosamente bem, no Dickson venta um pouco, mas nada exagerado, pelo menos não onde eu coloquei a minha barraca; NÃO TEM Wi-Fi, cuidado, eu fui acreditando que talvez tivesse, e não tinha. Minha família quase enlouqueceu, porque só volta a ter internet no Grey, e eles ficaram preocupados por eu ter falado que talvez TERIA internet, um GRANDE erro; NÃO ACREDITEM NAS PLACAS “USTED ESTÁ AQUI”, ELAS MENTEM! Relatos muito extensos, eu sei. Mas, vou contando tudo o que lembro, e espero ajudar.
  2. @JOICE SANTOS Obrigada, vou postar agora a segunda parte, eu empolgo e falo demais hahaha. A Patagônia é realmente linda, espero voltar em breve e conhecer outros lugares ❤️
  3. [email protected] Fiz o Circuito O sim, acampando todos os dias. Tem os campings e refúgios, não pode acampar fora desses lugares, mas a maioria é "perto" um do outro, então não chega a ser um problema. Tem alguns acampamentos que são gratuitos também, administrados pela CONAF. Eu levei comida para todos os dias, mas acabei comprando uma coisinha ou outra, onde tinha, como ovos e palmito (um luxo hahaha). Mas você pode comprar refeições em alguns acampamentos, nem todos tem. É maravilhoso, indico muito 😍 Se quiser saber mais detalhadamente, tem meu relato que estou postando aos poucos:
  4. TORRES DEL PAINE 15 A 24 DE NOVEMBRO 2018 Vou fazer meu relato sobre o Circuito O de Torres Del Paine, na Patagônia Chilena. Foram 9 dias de trilha, sendo 8 de caminhada. Um total de 97 km, porque não fiz algumas partes, como o Mirador Britânico ou a ascensão a Base das Torres em si, por dois motivos, que vou explicar mais pra frente no relato. Eu não tinha nenhuma experiência com trilha, ou acampamento, ou viajar sozinha. Sempre fui sedentária, não sou de praticar esportes ou exercícios físicos. Então esse é um relato de uma pessoa que foi fazer o Circuito O, sem nenhuma experiência, com praticamente nenhum treino, só com a força de vontade. Se você sonha em fazer, mas tem medo ou não tem preparação, esse relato é pra você mesmo. DIA 1 HOSTEL – TORRES DEL PAINE GUARDERIA/CAMPAMENTO CENTRAL – CAMPAMENTO SERÓN Dificuldade: Média (considerada fácil para a maioria das pessoas) Distância: 13 km Saí do Hostel em que eu estava às 6h40 da manhã, com muita pressa e quase correndo, porque teria que andar 500m de pura subida (até com escadas na calçada), com minha mochila de 12.720kg e o ônibus saía da Rodoviária às 7h! Cheguei até com tempo de sobra, acho que acabei me desesperando tanto que fui mais rápido do que precisava, peguei o ônibus. Paguei 15.000 pesos chilenos, passagem de ida e volta, eu comprei as passagem dois dias antes, assim que cheguei em Puerto Natales, justamente porque sabia que o tempo seria curto, porém comprei pela Bus Sur que tem horário fixo de volta, ou seja, se eu comprei para o ônibus das 13h, não posso embarcar no ônibus das 19h e mais tarde acabei descobrindo que outras companhias dão a possibilidade de embarcar em qualquer ônibus desde que seja no mesmo dia da passagem compra, o que é uma idéia melhor, visto que imprevistos podem (E VÃO) acontecer. Embarcada no ônibus, a caminho de Torres Del Paine, a ansiedade estava a mil, no pensamento só o medo de não conseguir completar o circuito. A paisagem é maravilhosa, muito linda, com montanhas e pastos verdes, com ovelhas e guanacos que são tão fofos quanto parecem ser pelas fotos. Chegando ao Parque desci na portaria que ia começar a trilha, a Laguna Amarga. Eu já tinha compro o ingresso do Parque online, então fiquei em uma fila para fazer meu registro, apresentar o ingresso e meu documento, e pegar minha autorização e mapa para entrar. Com essa autorização, pude pegar um transfer que paguei 3.000 pesos até a entrada da trilha (é possível já ir andando desde a portaria laguna amarga, muita gente faz isso, mas eu queria evitar a fadiga) onde tem uma recepção. Tive que mostrar as reservas de acampamentos, e preencher uma ficha com alguns dados, incluindo numero de contato de emergência, só assim pude começar na trilha. Uma informação útil: é possível se conectar ao wifi nessa recepção, desde que você tenha uma conta PayPal ou cartão de crédito, você paga por hora ou minuto. Depois de todo esse processo, as 10h30min comecei oficialmente a trilha. Nos primeiros 15 minutos caminhando, já tinha uma subida (que eu considerei terrível), não deu tempo nem de esquentar o corpo e essa subida logo de cara. Comecei a subir pensando “o que eu to fazendo? Eu deveria voltar antes que seja tarde demais! Eu não vou conseguir, isso é loucura” com esses pensamentos negativos já vem as lagrimas, dois anos de planejamento, 2 anos sonhando com isso e eu já pensando em desistir antes do primeiro quilometro. Mas continuei andando, um passo na frente do outro, sempre pensando “mais um passo, só mais um passo” e parando a cada 10 minutos. Chegou a um ponto, que a subida não acabava eu parei e pensei “chega, vou voltar”, mas então olhei para trás, e p*ta merda, já tinha andando demais. Então eu continuei, o caminho é bonito, não é lindo de tirar seu fôlego, mas é bonito, tem muitas arvores, tem SIM um sobe e desce sem fim, e o dia estava meio chuvoso como era de se esperar para essa época do ano. Andei pra caramba, e quando eu pensava “to chegando” via uma placa de localização, falando que estava na metade, eu queria morrer quando isso acontecia. Então andei e andei, passei por uns vales, por subidas e descidas, todo mundo da trilha passou por mim, passei por algumas pessoas também, que passaram por mim novamente. Tem muitos rios pelo caminho, então não precisa se preocupar com carregar peso de água. Por fim, fica plaino e você começa a caminhar em um bosque, cheio de arvores e um caminho que parece acessível de carro. AH! Também vi cavalos selvagens nesse dia, eles ficam andando no caminho, tranquilamente, como se as pessoas sequer estivessem ali, simplesmente maravilhoso. Depois de andar muito, com nada maravilhosamente especial no dia (a não ser os cavalos, e o vento patagônico que te desafia), cheguei ao acampamento, as 16h30m. Gastei 6 horas para caminhar o que no mapa e na maioria dos relatos que li, são 4 horas. Mas cheguei, que alivio. O psicológico pesa muito, depois de montar minha barraca, entrei e chorei. Me senti isolada, sem saída, pensava “para eu ir embora e desistir, tenho que andar isso tudo de novo, o que eu vou fazer?” seguindo em frente, no segundo dia seriam 18km, se eu sofri pra 13, imagina pra 18! No Serón, tem banho quente, o que pulei porque estava exausta até pra isso (risos), tem um lugar para cozinhar, e não é permitido cozinhar fora dos lugares indicados. A salvação pro psicológico é encontrar pessoas para conversar quando se está no acampamento. E nesse quesito tive sorte, encontrei um grupo de brasileiros maravilhosos, que me incentivaram, e me deram uma força gigantesca psicologicamente, falando “relaxa, você vai conseguir, é só ir com calma”. Aquilo foi ouro de se ouvir, fiquei mais tranqüila e fui dormir, porque estava extremamente cansada e o dia seguinte seria longo, literalmente, já que na patagônia nessa época amanhece as 05h30min e escurece depois das 22h! Informação útil: no acampamento Serón também tem internet wifi, mesmo esquema do da recepção, pago por hora ou minutos; você faz check in, e eles meio que sabem que você vai passar lá, isso da uma sensação de segurança maravilhosa e segue por todo o percurso; eu montei minha barraca perto de uma lixeira, no outro dia vi que tinha um ratinho lá, por sorte ele não tentou invadir minha casa rsrs mas vale a atenção; a vista do Séron já é maravilhosa e SÓ FICA MELHOR A CADA DIA, SÉRIO! Vou continuar os relatos dos outros dias nos comentários. Pode demorar um tempo. Esse é meu primeiro relato, então não deve ser muito maravilhoso, mas eu quero mesmo é ajudar com informações que eu não encontrei quando estava me planejando. Qualquer dúvida que tiverem, informações que precisarem, sintam-se a vontade para me perguntar, será um prazer ajudar com o que eu puder.
  5. @Lucass7 lembrei de algo aqui. A capa de chuva porém, NÃO FUNCIONA! Molhou meu saco de dormir em um dia, fui inocente pensando que ia dar certo de boa... não deu.
  6. @Lucass7 Oi! Eu fiz o circuito O de Torres Del Paine, com ela. Levei todo equipamento, comida e vestuário pra 8 dias. Eu achei maravilhosa!! Tive que deixar a barraca e o isolante térmico na parte de fora, mas coube tudo certinho. E ela está inteira como nova. Muito confortável também, não me deu dores na lombar nem nos ombros, por ser bem acolchoada. Sinceramente esperava bem menos pelo preço que paguei, se comparada às outras marcas caras.😍
  7. @sara1997 Desculpa, eu dei uma desligada do site. Mas olha, eu usei ela umas duas vezes até agora, e tá de boa. Mas vou colocar ela a teste mesmo, só mês que vem, eu volto a comentar aqui, caso você ainda esteja interessada em saber.
  8. Que relato maravilhoso!!😍 Eu tô morrendo de ansiedadeee, vou agora em Novembro também, a travessia do Paso John Gardner me deixou um pouco preocupada, mas vai dar certo. 😄💪
  9. Olá, Se você for alugar em Puerto Natales, encontrará excelentes barracas, geralmente da Doite (pelo menos quando estive por lá). Só que são barracas mais pesadas. Se você for comprar as Nature Hike, que a loja Alta Montanha e outras no Brasil também já estão vendendo, existem vários modelos que te atenderiam bem. A Silent Wing é um deles. Note que no site da Nature Hike, esse modelo é chamado de Wind-Wing. O modelo vendido pela Alta Montanha é na cor azul, é um pouco mais pesado e o material de confecção não é o mesmo. Eles possuem dois modelos dessa barraca, a cinza claro é mais leve e tem mais resistência a chuvas. Eles possuem outros modelos, que talvez tenham até um custo benefício melhor, como por exemplo: - P Series Aluminum 2 men tent (2,15 Kg) - mais barata. - Cycling silicon ultralight one man tent - (1,65 Kg com foot print) - super leve, porém menor. - Cloud Up 2 Ultralight Two men tent - (1,7 Kg com foot print, na cor cinza claro) - bem leve e compacta quando fechada. - Cirus Ultralight Two men tent - (2,1 Kg com foot print) - barraca que parece ser excelente. - Taga 2 Ultralight (1,4 Kg) super leve. Não é auto-portante. Vamos lá. Se fosse eu quem fosse comprar, ficaria entre 3, a Silent Wing não seria uma delas. Ficaria entre a Taga 2, se estivesse preocupado mais com o peso. A Cirus 2, que parece a melhor. E a Cloud Up 2 que parece muito boa. Ainda não vi o preço das 3. Eu gosto de levar tudo dentro da mochila, inclusive a barraca, por isso, o tamanho da barraca fechada também é importante. Acho que com qualquer uma delas você estaria bem. Eu daria muita importância para o fator peso (Taga2), mas se você levar em consideração o conforto, a Cirus parece melhor e mais "resistente". Vê os preços e decide. Todas me parecem boas barracas. No youtube tem bastante reviews, inclusive com montagem. Se fosse comprar aqui, não pegaria a Everest, pegaria a Nepal Azteq. Abraços. Vou dar uma olhada na Cirus e na Cloud up 2. Muito obrigada pelas dicas! [emoji2]
  10. To precisando de uma cargueira que aguente uns 10 dias de tralhas dentro, e to muito em dúvida entre a gyzmo 60l a forclaz 60l e uma Montaintop 70l. O problema é que não consigo encontrar em nenhum canto da internet, mais de uma opinião pra nkt gyzmo. Então, alguém usa ela? É boa? Confortável?
  11. Oi gente, Eu procurei e procurei, mas não consegui encontrar dicas sobre barracas pra TDP nesse tópico, então vou perguntar mesmo! Eu vou pra TDP por volta de Fevereiro/Abril (ainda não consegui marcar o dia certo), e eu gostaria de saber se alguém sabe me indicar uma barraca que se encaixe naquele bom e velho "custo x benefício", porque sinceramente não tenho muito pra gastar 3. Eu estava pensando em uma Naturehike silent wing que vi no Aliexpress, ou a Everest 1 da Guepardo. Outra hipótese seria alugar em Puerto Natales. O que vocês sugerem? Abraços
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