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Vivajando

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Sobre Vivajando

  • Data de Nascimento 16-10-1981

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    • Seattle (Washington) - Estados Unidos
    • Portland (Oregon) - Estados Unidos
    • Sacramento, San Francisco, Vale do Silício, Highway 1, Santa Bárbara, Los Angeles, Anaheim e San Diego (California) - Estados Unidos
  • Ocupação
    Redatora do Blog Vivajando • Onde Vida e Viagem se Encontram
  • Meu Blog
  1. Depois do meu último relato sobre como você pode visitar o lugar mais frio do Brasil, falarei hoje um pouquinho mais a respeito das outras diversas opções de passeios em Urubici, uma das mais aconchegantes cidadezinhas da Serra Catarinense. A começar por sua localização, Urubici é o lugar perfeito para você se estabelecer durante um roteiro serrano! Além de dispor de excelentes opções de hospedagem (daquelas que farão você se esquecer do resto do mundo!), oferece ainda boas variedades gastronômicas típicas da região e é abundante em atrações naturais! Urubici é um descanso para a mente e para a alma! É a cidade perfeita para você cansar o corpo e relaxar a mente! E o que pode ser melhor do que aquela sensação de liberdade que só o contato com a natureza é capaz de nos proporcionar? Mas que Cargas d'Água se tem pra fazer em Urubici? Cargas d’água” sim, senhor! Muitas atrações da cidade envolvem essa temática “água”! Cachoeiras, cascatas, rios… Ah! E é importante salientar que todas as atrações requerem o uso de um carro, visto que os atrativos mantêm uma distância considerável uma das outras. Lista dos Lugares para Visitar: Gruta Nossa Senhora de Lourdes Serra do Corvo Branco Cascata Véu da Noiva Morro da Igreja Morro do Campestre (Morro da Cruz) Centrinho de Urubici & Igreja Matriz Mirante do Avencal Inscrições Rupestres Cachoeira do Avencal + Cascata da Neve + Caverna do Rio dos Bugres + Rio Sete Quedas ☞ Leia todo o post neste link aqui: https://www.vivajando.com/2017/11/24/passeios-em-urubici/ Lá no blog eu comento sobre cada um dos passeios! Dê um pulinho lá, comente! Estou aqui pra te ajudar!
  2. Que fofo e que dózinho dele ao mesmo tempo!
  3. @RITINHA AQUINO Que legal Ritinha! Em Nova Petrópolis, não deixe de conhecer o café colonial Opa's Kaffeehaus - só de me lembrar daquela fartura já chego a salivar! rs E eu sou e moro em Balneário Camboriú - se precisar de alguma dica é só me falar lá no blog, apesar de que é impossível não amar BC! Sempre tem algo legal pra fazer!
  4. Olá Ritinha @RITINHA AQUINO ! Que legal! As chances de você pegar tempo bom são altas! Minha irmã mora em Urubici e por experiência, ela diz que nessa época de final de ano o dia geralmente amanhece bem fresquinho, por volta de 15º e vai esquentando no decorrer do dia até atingir mais ou menos 25º. Mas quando você for subir no Morro da Igreja, não esqueça de levar um casaquinho, porque lá venta bastante! Em breve vou postar no meu blog mais dicas de passeios pela Serra Catarinense! Mas te antecipando, especificamente em Urubici eu te indico subir o Morro do Campestre, visitar o paredão da Serra do Corvo Branco e conhecer a Cascata do Avencal! Abraço! - Cris - www.vivajando.com
  5. Olá Rodrigo! Que bom que você gostou! Muito obrigada! Por exigência do parque, você obrigatoriamente terá que fazer a trilha com um guia, mas a parte boa é que eles mesmos solicitam esta autorização à ICMBio - você não precisa se preocupar com isso! Fora o fato de que um guia com certeza enriquecerá o seu passeio compartilhando os conhecimentos do local, né? A trilha tem uma distância de 8,5 km (ida e volta) e dura cerca de 5 horas considerando as paradas! E eu posso lhe indicar a agência Serra Sul Ecoturismo. Um abraço! -- Cris
  6. É bem provável que você já tenha ouvido falar dos pequenos municípios de Urubici e Bom Jardim da Serra durante a previsão do tempo. E é mais provável ainda é que as duas tenham sido associadas à gélidas temperaturas negativas em pleno Brasil, país tropical! Quando isso ocorre, saiba que a medição desta baixa temperatura foi realizada exatamente no ponto turístico que falarei neste post: no alto do Morro da Igreja. Nos seus 1.822 metros de altitude, o Morro da Igreja é o segundo cume mais alto de Santa Catarina e leva o título de “O lugar mais frio do Brasil“, já tendo atingido em 1996 a incrível mínima de -17,8º Celsius. Não é incrível? Inegavelmente, o Morro da Igreja é um dos maiores cartões postais da Serra Catarinense. Mas você sabia que apesar de Urubici levar a fama pelo local, o ponto turístico que faz parte do Parque Nacional de São Joaquim, está na realidade localizado dentro do território de Bom Jardim da Serra? Já a Pedra Furada, o alvo das fotografias tiradas no topo do Morro, pertence a outro município – Orleans. E pra complicar ainda mais, boa parte desta área é controlada pela Força Aérea Brasileira! Confuso, né? Mas o que importa mesmo é que o acesso para subida ao Morro fica em Urubici, portanto o Morro da Igreja entra como número 1 na lista do que se fazer na cidade! MAS ANTES DE SUBIR O MORRO DA IGREJA… Primeiro, a boa notícia: você não paga nada para subir no Morro da Igreja! Mas… (por que toda boa notícia tem que ser seguida de um “mas“? ), para subí-lo você deverá pegar uma autorização de acesso na ICMBio – sede do Parque Nacional de São Joaquim que fica localizada no centrinho de Urubici (é só descer a rua lateral ao Banco do Brasil que fica na avenida principal). Existe um limite diário para concessão das autorizações, e elas são dadas para visitas em períodos específicos (manhã ou tarde). Comigo, em um passeio que fiz durante um feriado, já aconteceu de eu só conseguir a autorização para subir no dia seguinte. Portanto, se você vai para a Serra em um período considerado baixa temporada e quiser tentar a sorte, meu conselho é que você passe na sede do parque bem cedo, logo no primeiro horário. Agora, se você prefere garantir a subida para determinado dia, você pode pedir a autorização com antecedência via e-mail. Saiba porém que mesmo tendo feito isso, ainda assim você terá que passar na sede em Urubici para buscar o papel de autorização (mas com a vantagem extra de não precisar pegar fila!). Endereço da Sede: Av Felicíssimo Rodrigues Sobrinho, 1542 – Bairro Esquina – Urubici Horário de Atendimento: Das 08:00 as 12:00 / Das 13:00 as 16:30. Agendamento antecipado por e-mail: [email protected] – Informe a data de visita, a placa do veículo, e o nome do responsável. Horário de Acesso ao Parque: Das 8 às 17 horas. SUBINDO O MORRO DA IGREJA Se você está achando que o tal morro é uma reles subidinha rápida com uma encantadora igrejinha tradicional em seu topo, você está totalmente enganado! O morro é ENORME (tá mais pra uma montanha!) e apesar da estrada possuir cerca de 18 quilômetros de extensão, quanto mais você sobe, mais fica com a impressão de que ela é infindável! Quando você achar que já está chegando, pode apostar que não está ainda nem na metade! Mas prossiga… a gasolina e a paciência valerão a pena! E não… não existe nenhuma igreja no topo… O morro leva este nome porque visto de algum ângulo, ele tem um formato que lembra uma igreja jesuíta missioneira. A estrada é boa e um tanto sinuosa. É asfaltada em concreto, embora em alguns trechos contenha buracos consideráveis na pista. Em geral é bastante segura, sem aqueles abismos emocionantes que te forçam a desafiar a morte! Lá pela metade da subida você terá que apresentar a sua autorização à um guarda. Neste local pode haver fila, já que os guardas monitoram a quantidade de veículos no topo, liberando a subida apenas quando algum carro descer, isso porque os lugares para estacionamento lá em cima são bem restritos. Neste caso, é necessário exercer a sua paciência desde aqui – afinal de contas você precisará dela logo em seguida quando no topo você tiver que encarar as manobras demoradas dos outros veículos, uma vez que não há uma área de estacionamento propriamente dita… Enfim… uma vez que a sua subida foi autorizada, o guarda recomenda um período de visita de até 20 minutos, embora não haja controle algum no local. Mas este é um tempo bem plausível e suficiente para você curtir todo o visual, tirar muitas fotos e então descer para dar lugar ao amiguinho que está lá na fila só aguardando você descer! Agora, atenção: em determinado momento, você vai se deparar com a entrada para a Base da Aeronáutica e verá uma placa que lhe colocará um ponto de interrogação na cabeça: “Propriedade da União Comando da Aeronáutica: ÁREA MILITAR – NÃO ENTRE“. Da primeira vez que fui, fiquei bem cabreira com essa informação, mas resolvemos seguir adiante e correr o risco de sermos presos por invasão. Mas não tem neura! Pode seguir sem medo que a passagem neste ponto é permitida (se o portão estiver aberto, é claro!). PS: Uma curiosidade: a “bolinha” que você enxerga de longe quando começa a subir o morro (e que no final do trajeto fica bem próxima!) é uma estação de radar meteorológico que faz vigilância constante das condições climáticas no Estado! Mas enfim, chegamos! Uma vez lá em cima, a Pedra Furada disputa a atenção – ou melhor, compõem a paisagem da natureza abundante do lugar! É um visual arrebatador! A Pedra Furada é praticamente o símbolo da cidade. Trata-se de uma formação rochosa natural com cerca de 10 metros de diâmetro e a altura do furo é de 5 metros. Dá pra chegar lá pertinho, mas isso requere uma autorização da aeronáutica, o acompanhamento de um guia e, claro um excelente preparo físico para se fazer a trilha que é considerada bem pesada. Já eu me conformei em apenas vê-la do topo do morro mesmo! E a visão estonteante só não te tira o fôlego porque o ar por aqui é superabundante! Pode ser que você pegue muito vento e neblina lá em cima e com isso, você não consiga ver muita coisa. Eu não cheguei a pegar o tempo completamente fechado , mas teve um dia em que me senti literalmente “nas nuvens”. Subia um caldeirão de “fumaça” por lá que não nos permitiu enxergar o horizonte, mas que ainda assim tinha uma beleza distinta! O parque eólico também pode ser observado beeeeeem de longe, desafiando o zoom da máquina… Os geradores ficam bem distante, forçando o zoom da máquina fotográfica ao limite máximo! Dizem também que lá de cima, em um dia super hiper mega aberto, você consegue enxergar até 100 quilômetros de distância e inclusive ver o mar… Não sei, não, mas enfim… #EnxergadoresEnxergarão Ah! E se você é um motociclista de carteirinha, nota-se que aqui é um roteiro perfeito para uma road-trip! PS2: Mais uma curiosidade: o posto que fica ao lado do mirante é da Cindacta, órgão responsável pelo controle do tráfego aéreo de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. SE FOR PRA VER NEVE, É PRA LÁ QUE EU VOU! É até estranho associar o BRASIL à palavra ❉NEVE❉! Mas quando o fenômeno acontece no país, aqui é o local para se estar já que o Morro da Igreja tem o maior registro de neve do país. Portanto, se você estiver visitando a Serra durante o inverno, fique atento à esses dias mais frios: a estrada poderá conter geada ou neve, deixando a pista bastante escorregadia a um nível que ninguém aqui está acostumado! AH, JÁ EU PREFIRO SUBIR O MORRO NO VERÃO E PEGAR UM BRONZEADO! Ledo engano! Mesmo no verão, as temperaturas no alto do Morro da Igreja são baixas, portanto, não deixe de levar um casaco, porque aquele vento de rachar os beiços geralmente não dá trégua! Se você gostou do meu relato, dá uma passadinha lá no meu blog e deixe um comentário! ❉ O Lugar Mais Frio do Brasil ❉ O Morro da Igreja, em Urubici, Santa Catarina ❉ Blog Vivajando
  7. RODOVIA INTERPRAIAS – CONHEÇA A MINI “HIGHWAY 1” QUE INTERLIGA AS PRAIAS DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ Quem vem a Balneário Camboriú e está a fim de conhecer todas as praias da cidade, não pode deixar de conhecer a Rodovia Interpraias! Nesta rodovia panorâmica você terá a oportunidade de conhecer seis das dez praias da cidade, e o trajeto é cheio de curvas, subidas e descidas e segue beirando o mar boa parte do tempo. Eu diria que lembra até um pouquinho a famosa Highway One californiana – só que bem menor em extensão, claro! O trecho é composto de 14 quilômetros, que é o suficiente para que você se surpreenda com o visual incrível da região! As praias conectadas pela Rodovia Interpraias são pacatas, de areia grossa, águas cristalinas e ideais para quem quer passar um dia tranquilo banhado a sol na beira do mar. Aos finais de semana o movimento aumenta um pouco em um ambiente bastante familiar. Mas alerto desde já: pode esquecer aquela badalação e suntuosidade de construções como é na Praia Central de Balneário Camboriú! Aqui não tem nada disso… mas quer saber? Essa calmaria toda pode ser um atrativo à parte! Aqui é natureza, sol, água salgada e muita tranquilidade! ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- COMO CHEGAR? Se você está na região central de Balneário Camboriú, você pode fazer este trajeto em dois sentidos: Norte-Sul (de Balneário Camboriú à Itapema) ou Sul-Norte (de Itapema para Balneário Camboriú). Minha sugestão é fazer a rota vindo de Itapema em direção à Balneário Camboriú porque neste caso você dirigirá no lado direito da pista, na mão em que estão as praias e os mirantes. Direções de Carro: Se você estiver de carro e quiser seguir minha sugestão acima, saia de Balneário Camboriú pela BR 101 no sentido sul. Em cerca de 10 minutos, você terá atravessado o Morro do Boi e logo encontrará a saída 136, que é a primeira saída para Itapema e que dá acesso à entrada para a Rodovia Interpraias. Entrar é super fácil: basta seguir as placas indicativas que sinalizam o começo da via. Utilizando o Transporte Público Circular: A linha urbana de ônibus Expressul circula pela rodovia Interpraias a um precinho camarada de busão de circulação (R$ 1,90 na data de hoje). O ônibus tem poltronas estofadas, som ambiente e ar-condicionado. É “pinga-pinga”, claro, e o trajeto leva cerca de 1 hora. O número desta linha é o 106 e você pode ver os horários de saída aqui. MAS VAMOS LOGO AO QUE INTERESSA? Citarei abaixo as praias seguindo a ordem Sul-Norte – caso você for fazer o passeio pelo caminho inverso, basta inverter a ordem, claro! ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- PRAIA DO ESTALEIRINHO Nossa primeira parada é a Praia do Estaleirinho! Aqui você se deparará com uma praia pequena, cercada pela natureza, porém com um mar agitado e por vezes até um pouco barulhento. Apesar das águas limpas e cristalinas, a bandeira vermelha geralmente está hasteada pelos salva-vidas, aconselhando o mar perigoso para banho. A extensão da praia é relativamente pequena, portanto você conseguirá caminhar de ponta à ponta facilmente – e já aproveita para fazer uma esfoliação nos pés com a areia grossa! As belas casas e pousadas suntuosas chamam a atenção ao longo da praia, porém o chamativo aqui fica por conta do costão de pedras que rendem bons momentos de diversão e lindas fotos! A praia oferece ainda duas opções de restaurantes a beira mar, além de barraquinhas de lanches e água de coco. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- RODOVIA INTERPRAIAS: PRAIA DO ESTALEIRO Apesar desta praia ser maior que anterior, as condições do mar e areia na Praia do Estaleiro são praticamente as mesmas da praia vizinha citada acima. O mar é bravo sim, mas caros surfistas: não se empolguem! Apesar de alguns se arriscarem, as ondas são agitadas demais e quebram quase na beira. Os barzinhos vem logo oferecendo cadeiras, mesinhas e guarda-sol para os clientes quando estes chegam na praia, ou seja, se a sua intenção é fazer uma boquinha a beira do mar, aqui é o lugar! ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- RODOVIA INTERPRAIAS: PRAIA DO PINHO E agora? Por que será que eu não tenho fotos dessa praia? Talvez seja porque enfim chegamos à Praia do Pinho, a primeira praia de naturismo oficial do país! Para os desbravadores, digamos, um pouquinho mais “sem-vergonha“, a boa notícia é que você pode sim conhecer a praia e a região sem desnudar-se! Existe uma pousada e uma área de camping onde a nudez é apenas “opcional”. Se você faz questão de conhecer todas as praias de Balneário Camboriú, sem fazer qualquer exceção, se jogue nesta área permitida! A praia possui uma boa estrutura de estacionamento, banheiros, restaurante, salva-vidas e para aqueles que estão em dúvida, há uma área de adaptação! Quem sabe você é um daqueles que veio à BC sem intenção de cair no mar e de repente bateu aquela vontade louca de uma água salgada, mas… – que coisa! – você se esqueceu de trazer a sua roupa de banho? Na Praia do Pinho os seus problemas acabaram! Vestimentas são completamente desnecessárias aqui – o que conta é o #minimalismo ao seu extremo! PS: Da Rodovia em si é impossível enxergar alguma coisa da praia! Acredite… eu já tentei! ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- RODOVIA INTERPRAIAS: PRAIA DE TAQUARAS Na chegada ao próximo destino, você logo perceberá que, diferente das praias anteriores, há inúmeras vagas de estacionamento ao longo da via para acesso à Praia de Taquaras. Vale mencionar também que nesta Avenida encontram-se várias opções de restaurantes, então fica a dica caso você esteja em algum horário de refeição – ou também vale a opção “pura gula”! Esta é sem dúvida a praia com a cor de água mais linda, com um belo azul celestial que pode até lembrar aos mais otimistas e entusiasmados um pouquinho do mar caribenho. O mar aqui é menos agitado, mas fica a dica de sempre prestar atenção à bandeira do posto salva-vidas antes de entrar no mar. Outra característica desta praia são a quantidade de conchas na areia – de todos os tamanhos e formas. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- RODOVIA INTERPRAIAS: PRAIA DE TAQUARINHAS A primeira visão da Praia de Taquarinhas é tida através do mirante para carros no alto da Rodovia Interpraias. É uma praia bem pequena e pouco frequentada – inclusive não conta com a presença de salva-vidas. Ela é apenas acessível para pedestres por meio de uma escadaria de pedras que se inicia bem ao lado do mirante de carros. Enfim… descendo até a praia ou não, a mera observação lá de cima do mirante já lhe concederá um belo visual! ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- RODOVIA INTERPRAIAS: PRAIA DE LARANJEIRAS A última parada antes do retorno ao centro da cidade é a Praia de Laranjeiras; a mais conhecida e frequentada da Rodovia Interpraias. Apesar de também ser uma praia relativamente pequena, você notará que a estrutura ao redor dela é maior que as anteriores: os estacionamentos aqui são pagos e o acesso à praia é por meio de um calçadão repleto de lojinhas de lembranças, artigos de praia e artesanato. Um dos motivo que a Praia de Laranjeiras faz tanto sucesso entre os turistas (principalmente entre os gringos hermanos) deve-se às águas mais quentes e bem tranquilas, aos costões de pedras que permitem a exploração, às atividades aquáticas e também às diversas opções gastronômicas servidas à beira mar, inclusive atendendo aos turistas ali mesmo na areia. Outro fato que contribui para maior assiduidade é que Laranjeiras é um ponto de parada do bondinho/teleférico do Unipraias e também do turístico Barco Pirata. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- RODOVIA INTERPRAIAS: MIRANTE No caminho de volta, após conhecer seis praias pela Rodovia Interpraias, você ainda irá se deparar com um mirante com estacionamento para carros que lhe concederá uma visão toda especial de Balneário Camboriú. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- CONCLUINDO… Por último, antes de retornar à BR 101 para voltar ao Centro de Balneário Camboriú (deste ponto o trajeto que deve levar cerca de 5 minutos até você chegar de novo na cidade), você passará pelo histórico Bairro da Barra. Ali você poderá visitar a histórica Igreja Nossa Senhora do Bom Sucesso (hoje chamada de Capela Santo Amaro) – a única edificação de arquitetura colonial remanescente em Balneário Camboriú construída no início do século 19 ou então cruzar da Barra até a Barra Sul pela Passarela (mas não se anime que só passa pedestres por ela… #aff!). ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- MATÉRIA EXTRAÍDA DO POST https://www.vivajando.com/2017/09/14/rodovia-interpraias/ QUER MAIS DICAS DE PASSEIOS POR BALNEÁRIO CAMBORIÚ? VISITE O MEU BLOG www.vivajando.com E TIRE TODAS AS SUAS DÚVIDAS!
  8. Pra quem praticamente nasceu em Balneário Camboriú, não conhecer a Guarda do Embaú era simplesmente inaceitável, certo? Certo! Mas com o feriado do dia do trabalho a vista, aproveitamos a oportunidade e percorremos os 117 quilômetros de distância entre BC e o município de Palhoça (53 quilômetros se você sair de Floripa) e riscamos mais esse destino da nossa wish list! E posso falar? Tanta espera compensou com o dia mais que perfeito que pegamos! Aquele céu azul de calça jeans sem uma nuvem sequer pra contar história! O clima colaborou em fazer jus à fama da Guarda do Embaú de ser um paraíso na terra! Eu sempre soube que o vilarejo de pescadores atraia turistas de todo o país que o visitam na intenção de curtir este paraíso de serenidade, aproveitar o mar azul, relaxar nas areias branquinhas feito dunas, praticar surfe ou então fazer as trilhas incríveis dessa região de natureza farta e exuberante. E enfim chegou a nossa vez de testemunhar tudo isso! Enquanto os turistas congestionavam a entrada de Balneário Camboriú, nós partíamos bem cedinho rumo ao sul do estado. Munidos de suculentas bergamotas pra comermos durante o curto trajeto e com uma playlist de road-trip em alto e bom som, botamos o pé na estrada. Logo que chegamos na Guarda do Embaú, a primeira impressão foi de surpresa: e não é que a tal vilinha tem uma vida própria longe da “cidade grande”? O centrinho roots e de estilo praiano passa aquela impressão de verão o ano inteiro. Dispõem de algumas opções gastronômicas, barzinhos com música ao vivo, farmácia, mercadinho e até um comércio de lojinhas que vão desde objetos de praia até artesanato local (e hippies!). Os estacionamentos pela região variam de R$ 10 à R$ 20 o dia. Estacionamos o carro e já demos de cara com essa visão deslumbrante da costa. Em bem pouco tempo já pude perceber que o lugar é dominado por três “tribos” locais: 1 – A dos pescadores, que com um sotaque acentuado e uma forma cantada de falar, te faz questionar se você está realmente no Brasil; 2 – A galera do surf, afinal de contas, a Guarda do Embaú foi recentemente eleita a primeira Reserva Mundial de Surfe do Brasil; 3 – E, impossível não mencioná-los, a dos cachorros nativos que dominam toda a área. Ouvi algumas pessoas dizendo que sempre que vão fazer uma trilha, algum cachorro os segue pelo caminho, e conosco não foi diferente! O Zeca (como a gente apelidou), foi praticamente o nosso guia turístico pela trilha da Prainha! Nos seguiu por cada subida e descida, esperando pacientemente ao nosso lado quando a gente parava pra bater fotos ou admirar a paisagem… A primeira imagem que me vinha à mente quando eu ouvia falar em Guarda do Embaú era a da travessia do Rio da Madre naqueles barquinhos que desembocam no mar da Guarda. Quando a maré está baixa, você pode cruzá-lo a pé, mas aonde estaria o charme do momento se não cruzássemos o rio da maneira mais tradicional? Isso sem considerar o fato de que, como estávamos em pleno mês de maio, o rio não estava muito convidativo para cogitarmos entrar na água! O custo da travessia foi de R$ 3 o trecho. Cruzada a “fronteira”, chegamos à uma praia tão extensa que praticamente não se via fim! A faixa de areia é tão grande que se não fosse pelo mar, provavelmente eu teria a sensação de estar no meio do deserto… Passamos um bom tempo explorando os arredores da praia e batendo várias fotos… Curtimos todos os minutos do pôr do sol com a trilha sonora da “passarinhada” que sondava cada movimento dos pescadores na esperança de filarem um sushi fresquinho na faixa… GUARDA DO EMBAÚ: ONDE FIQUEI Decidimos nossa ida pra Guarda do Embaú bem em cima do laço, o que resultou em poucas opções de pousadas disponíveis. E hotel no sentido mais tradicional por lá, nem pensar! Em compensação, se você puder se antecipar, com certeza achará váárias opções de pousadas e apartamentos para alugar que são super em conta. E se você quiser programar pra ir pra lá com muita gente, isso também não é problema! Nas minhas buscas, encontrei vários chalés com disponibilidade de quartos para várias pessoas. Mas voltando à nossa viagem, sem muita alternativa e na pressa de fecharmos algo logo, optamos por um quarto “Loft Master” na Pousada Madre Guarda. Ela fica bem próxima ao centrinho (mais ou menos 5 minutos a pé), tem uma mini cozinha, sacada (eles até disponibilizam uma rede pra você pendurar!) e um terraço compartilhado para se fazer um churrasco com direito à uma vista (um pouquinho distante) para o rio/mar. O que achei: Apesar do nome “pousada”, o lugar está mais para um apartamento alugado. Você tem bastante privacidade e uma garagem externa em frente ao seu apartamento. Por se tratar de um pequeno edifício, não há uma recepção formal, e por isso, eles pedem para que você telefone em um número local cerca de 15 minutos antes de você chegar para o check-in. O senhor Joaquim – um nativo do vilarejo super simpático e prestativo – vai até lá lhe atender, apresentar o local e lhe entregar a chave. Se você estiver hospedado lá com mais pessoas, deve ser bem divertido preparar um churrasco no terraço – o lugar é super convidativo! Os dois únicos pontos negativos que encontrei e deixaria uma crítica construtiva são: o cheiro de “lugar fechado” do quarto que atacou um pouco a minha rinite (sugeriria que se abrisse a sacada ao menos duas vezes por semana para arejar o ambiente) e a disponibilidade de apenas 2 travesseiros para o casal (vacilei em não ter trazido o meu travesseiro de casa, mas o lugar poderia oferecer pelo menos quatro deles, né?). No mais, valeu a pena! O preço foi de R$ 245 sem café da manhã, sendo 50% do valor depositado com antecedência e 50% pago em dinheiro no ato do check-in. GUARDA DO EMBAÚ: ENCHENDO A BARRIGA Fizemos quatro refeições ao todo na Guarda do Embaú – todas deliciosas e bem em conta! ALMOÇO: Por mais que peixe seja o carro chefe da vila, nossa vontade no dia estava mais voltada para carne bovina. Enquanto caminhávamos pelo centrinho, um garçom simpático nos abordou com o cardápio do Restaurante Guarda Gosto e fez propaganda do “Entrecot a Parmegiana” – um prato que serviria duas pessoas por um precinho bem camarada. Aceitamos a sugestão e dito e feito! O prato generoso chegou em uma panela de barro borbulhante com acompanhamento de arroz, fritas e salada. Estava delicioso e eu diria que ele serviria até 3 pessoas. Para quem prefere comer peixe, o lugar também oferece um cardápio variado da especialidade. LANCHE DA TARDE: Depois de uma pedalada pelas praias, bateu aquela “fominha” no meio da tarde e fomos tomar um suco bem caprichado na Casa do Suco também localizado ali no centrinho da Guarda. A lanchonete oferece várias combinações de sucos e smoothies, bem como opções com açaí, lanches e café. JANTA: Optamos pelo prato de agrado certeiro: PIZZA! Depois de googlar “A melhor pizza da Guarda do Embaú“, seguimos de carro até a cidade com destino à Casa Vicenza, na praia da Pinheira. Só li elogios sobre o lugar, porém muito infelizmente demos com os burros n’água: o lugar estava fechado temporariamente (ou seja, mais uma desculpa para voltar lá em breve!). Desiludidos porém não vencidos, voltamos ao centrinho da Guarda com nossa fome aumentada e optamos pela Pizzaria Biruta. O lugar estava vazio, o que consequentemente fez com que o atendimento fosse bem ágil. A pizza chegou bem quentinha e saborosa, porém eu não daria o selo de ‘espetacular’, sabe? Mas como eu A-M-O pizza e experimento em tudo quanto é lugar, talvez eu seja uma crítica um pouco exigente demais neste assunto! CAFÉ DA MANHÃ: Como alugamos um apartamento, o café da manhã não estava incluído e era por nossa conta mesmo. Fomos até a padaria Empadas Madre Café e não nos arrependemos. Dava pra notar que tudo ali era bem fresquinho. Escolhemos uma empada de frango (penso que se o nome do lugar leva o nome “Empada” é porque os caras realmente se garantem nesse quitute) e um café (é você quem se serve!) – tudo delicioso! Uma pena o café não ser free refil; se fosse, eu certamente teria saído de lá extra cafeinada pra seguir no pique do dia! * Se você gostou do meu relato, dá uma passadinha lá no meu blog e deixe um comentário! https://www.vivajando.com/2017/05/10/guarda-do-embau/
  9. Engana-se quem pensa que a Guarda do Embaú só merece uma visita no auge do calor do verão! Nã, na, ni, na, não! Durante os meses mais amenos, você também pode curtir aquele passeio tradicional de gôndola, caminhar pela beira mar com os pés na areia, rolar pelas dunas, passear de buggy pela costa praiana, pedalar pelos arredores do vilarejo, curtir o pôr-do-sol petiscando alguns quitutes ou ainda, fazer uma trilha pela região! ” – Ah, mas esse negócio de trilha é só para os fortes! Eu nem tenho fôlego, que dirá os equipamentos necessários pra fazer esse tipo de coisa!” Calma lá que não é bem assim! Eu também não sou super “expert” em trilhas: não tenho os calçados apropriados e tampouco ando munida de canivetes, moringas e kit de sobrevivência na selva. Mesmo assim, eu AMO viver alguns momentos de afastamento da rotina da “cidade grande” e me ver em meio a natureza, respirando o ar puro produzido direto da fonte! Na Guarda do Embaú você tem essa oportunidade e hoje eu vou compartilhar com você a trilha que talvez seja a mais conhecida na Guarda, já que beira a costa praiana, é de fácil acesso e super popular entre os turistas que visitam a região… A TRILHA DA PRAINHA Como o próprio título do post diz, essa trilha é de nível picolé, o que significa que qualquer pessoa com disposição e com um mínimo de equilíbrio pode aproveitar esta trilha! O acesso principal é contornando o costão: se você está no “centrinho” da vila, basta seguir na direção esquerda e pronto! Ali mesmo tudo começa. Não tem erro! O tempo de trajeto é relativamente curto – cerca de 40 minutos a 1 hora dependendo do seu ritmo e considerando as paradas para fotos e apreciação da natureza. E vale dizer que a rota tem um acesso bem aberto e demarcado na sua maior parte. O maior desafio a ser enfrentado é de vez em quando ter que saltar de uma pedra à outra e atravessar pequenas passarelas improvisadas de madeira, mas nada muito hardcore! Se você tiver a sorte de um cãozinho local grudar em você, você está feito! O “Zeca” – como o apelidamos – ia na nossa frente guiando o caminho. Certeza que o bichano já fez a trilha umas trocentas vezes! E o engraçado é que sempre que parávamos pra tirar fotos, ele nos aguardava pacientemente – um querido! Voltando à trilha, você pode ter certeza de algo: o visual do caminho é lindo demais e será recompensador! Na dúvida, deixe toda a preguiça de lado e vá… só vá! Logo no começo já fomos presenteados com aquela visão tradicional do Rio da Madre encontrando-se com o Oceano Atlântico. Os pescadores por ali nas pedras tornaram a cena ainda mais peculiar, demostrando uma das atividades mais típicas na região. Você passará pela mata nativa sempre beirando o mar e passará por algumas praias – inclusive a chamada “Prainha” que dá nome à trilha – uma praia realmente pequenina, rústica e sem qualquer infraestrutura, embora muito fotogênica! O verde das árvores misturado ao azul do mar (e neste dia, o azul de calça jeans no céu também!) nos dão uma sensação de privilégio por estar naquele lugar, naquele momento! Enquanto você tira fotos pelo caminho, não se esqueça: respire fundo, encha o pulmão! O ar sem igual da Mata Atlântica vai te recompensar! No decorrer da trilha, você também terá uma visão privilegiada da praia principal da Guarda do Embaú! Ao final da trilha, a cereja do bolo: um pequeno morro com um gramado e rochas que do alto, lhe dão uma visão sensacional da praia, da trilha e do rochedo. Como o nosso dia começou bem cedinho, nós não pegamos tantas pessoas fazendo a trilha durante a ida, mas na volta… aí a história tinha mudado de figura! O povo tinha enfim despertado e em certos trechos em que passam apenas um por vez ficaram um pouco mais “congestionados”, mas nada que pudesse estragar o clima do lugar! Para os que preferem trilhar lentamente, talvez valha a pena levar uma garrafa de água para ir se hidratando no caminho… Não conte com nenhuma “vendinha” pela área! Enfim… volto a repetir o conselho inicial: SÓ VÁ! O dia que eu voltar pra lá (o que eu espero não demorar muito!), certamente farei essa trilha novamente! O passeio é uma delícia e o recomendo fortemente – VALE MUITO A PENA! * Se você gostou do meu relato, dá uma passadinha lá no meu blog e deixe um comentário! https://www.vivajando.com/2017/06/29/trilha-da-prainha/
  10. Hoje falarei a respeito de um paraíso escondido entre as montanhas da Praia da Pinheira e a Guarda, mas que de tão incrível, tira o fôlego de quem a conhece: é a Trilha da Praia do Maço acessível através do deslumbrante Vale da Utopia. Tá pensando que é muito elogio pra um lugar só? Pois depois de ler este post, eu te desafio a ir até lá e tirar a prova pessoalmente! A Guarda do Embaú no geral já tem uma vibe bem distinta de outros lugares, mas o Vale “Encantado” da Utopia – ah, este lugar é a cereja do bolo! O Vale transmite uma paz e tranquilidade inexplicável – tanto que muitos se referem a ele como o “paraíso na Terra”. ESTOU A DOIS PASSOS… DO PARAÍSO: Vamos começar pelo básico: como chegar ao início da trilha? Só pra você ter mais ou menos uma noção das praias da região e onde exatamente se localiza o início da trilha, dê uma espiadinha no mapa abaixo: As praias do Meio, de Baixo e de Cima (sim, a pessoa que deu esses nomes às praias estava em um dia pra lá de inspirado!) tem acesso fácil de carro. Então pra você chegar ao início da trilha, minha sugestão é: vá até a Praia de Cima e siga até o final da Rua Quatorze. Se você estiver utilizando o GPS, coloque o Camping Pinheira como localização e deixe o seu carro estacionado por lá. Bem do ladinho do camping você enxergará o portal de acesso. A partir dali, o único meio de transporte que você poderá contar será as suas pernas! E ali do outro lado do morro se esconde a praia “secreta”: a Praia do Maço, o primeiro destino. E QUE COMECE A JORNADA…! OK… Se depois de ler este post você resolveu tirar a prova dos nove de que o Vale da Utopia é realmente incrível, e para isso você resolveu convidar alguns amigos para irem com você, eu devo fazer um alerta! No começo da caminhada, seus companheiros vão questionar a sua sanidade o seu senso de direção – certeza! E digo isso porque logo no início do trajeto, você vai se deparar com um cenário bastante pitoresco, um ambiente “rural” eu diria. Você passará por portões de madeira, hortas, lama, uma chácara com gados soltos pastando… Tudo isso vai lhe dar a impressão de que você errou o caminho e está ultrapassando uma propriedade privada – o que de fato é. Mas pode erguer a cabeça e dizer em alto e bom som: “me sigam que eu sei exatamente o que estou fazendo”. Após uns 200 metros de subidas, descidas e desvios de bois, você estará em meio a Mata Atlântica em uma trilha que é bem demarcada pela grama “pisada” que serve de guia para o trajeto. ENFIM, O VALE DA UTOPIA! E todo o esforço inicial vai recompensar! Em pouco tempo, você estará diante do belíssimo Vale da Utopia que lhe proporcionará uma visão e-s-p-e-t-a-c-u-l-a-r! Uma imensidão verde com rochas que parecem terem sido colocadas à dedo pelo caminho! CHEGANDO À PRAIA DO MAÇO: E ainda lá de cima da trilha você já terá um deslumbre do seguinte cenário: um céu anil (se você der sorte!), um mar azul e branco da espuma das ondas, os costões rochosos e o verde vibrante do Vale; tudo isso emoldurado por montanhas ao fundo. Você enfim chegou à Praia do Maço. Embora não pareça pelas fotos, a descida até a Praia do Maço requere uma boa caminhada (não esquecendo-se de que na volta, o trajeto se transforma em subida!) A praia do Maço é realmente pequena; tem apenas 50 metros de extensão. De um lado, o belíssimo verde do Vale da Utopia; do outro, montanhas e ilhas da região, incluindo um pedacinho do extremo sul de Florianópolis – a Praia dos Naufragados. No canto direito da foto acima você vê um barzinho chamado “Bar Praia do Maço” (mais conhecido por “Bar do Mema”, fazendo referência ao dono do estabelecimento), que funciona apenas durante a temporada. Apesar do isolamento, eles servem uma boa variedade de frutos do mar, lanches e bebidas, para o caso de bater aquela fome/sede no caminho. Se você tiver por lá na época de verão, pode aproveitar a oportunidade para dar um mergulho no mar, que é agradável, limpo e totalmente próprio pra banho. ESTENDENDO A CAMINHADA ATÉ A PRAINHA Até a praia do Maço eu diria que a trilha tem um nível fácil e curto. Contudo, se depois disso você quiser estender a caminhada até a Prainha, o nível passa a ser “moderado” – não pela dificuldade do trajeto, mas pelo tanto de caminhada que você terá que fazer pra explorar a região. Para seguir, basta continuar seguindo o gramado bem demarcado pelos passos. Dependendo da época do ano, você perceberá várias barracas de um pessoal bem roots (pra não taxar todos como hippies) que acampam pela região com direito a trilha sonora de uma roda de violão e alguns batuques. Eles ficam geralmente acampados no topo do Vale. Dá pra imaginar a sensação de acordar diante do visual de um nascer do sol no mar? Logo mais você enxergará a Prainha. Ali você terá outra escolha: você pode descer até lá (que requere mais uma boa caminhada!), ou então você pode começar o retorno por cima do Vale. Sugiro que você respeite os seus limites e decida de acordo com a sua capacidade, claro! E se o cansaço bater, por que não dar uma paradinha pelo caminho pra contemplar a natureza e guardar aquele momento nas suas melhores memórias? Respire fundo o ar puro, observe os pássaros, escute o bater das ondas e aprecie a perfeição da natureza! Como a trilha exige tempo e uma certa dedicação física, aconselho que você vá com um tênis bastante confortável e de um solado bom pra caminhada, use um boné, leve uma mochila com água, lanches e filtro solar e claro, uma câmera fotográfica (me senti uma velha agora!), ou melhor, um celular com uma boa qualidade de foto. Mas que o celular seja só pra isso mesmo, hein? Tente se desconectar totalmente do resto! E não se esqueça: o que você levar, deve voltar com você! A natureza deve ser preservada a todo custo e não há desculpas para deixar o seu lixo para trás! O que coube na sua mochila na ida, certamente caberá na volta também! E POR ÚLTIMO… Você conhece aquele dizer popular que diz: “muito mais bonito pessoalmente“? Assim é o Vale da Utopia! Ele é fotogênico nas fotos, mas ainda assim não faz jus ao tamanho da sua beleza. Vê-lo com seus próprios olhos é realmente incrível! Um lugar cheio de nuances que transmite uma sensação de sossego que só é possível através do contato com a natureza e que infelizmente não temos a oportunidade de vivenciar diariamente em nossa correria do dia-a-dia. Eu finalizo este post com um recado deixado como sugestão aos visitando no local: Não capture nada alem de fotos. Não deixe nada além de pegadas. Não mate nada além de tempo. Não conquiste nada alem de amigos e bem estar. Quer saber um pouco mais sobre a Guarda do Embaú e outros destinos? Leia tudo direto lá no meu blog e deixe seus comentários! https://www.vivajando.com/2017/07/20/vale-da-utopia/
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