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  1. @dougtl , quando vc entra em Machu Picchu, vc pode já tirar umas fotos de cima do sitio, aquelas famosas fotos. Como muita gente entra nesse primeiro horário, fica muito corrido descer e entrar nas ruínas do sítio. Então a sugestão é: entra e tira algumas fotos, e segue logo pra entrada da montanha. Faz a montanha e só depois vc entra no sítio. Se quiser, pode sair do parque para ir ao banheiro e comprar água. Depois entra novamente para entrar no sítio.
  2. Oi Naat. Que massa, vai ser uma viagem inesquecível! Olha, com as agências deixa pra fazer lá mesmo, até pq não é bom fazer os passeios no primeiro dia. Nesse dia vc pesquisa e faz os pacotes. Sobre Machu Picchu, a recomendação é comprar alguns meses antes pela internet. No site oficial de Machu Picchu da pra ver a disponibilidade dos ingressos:(https://www.machupicchu.gob.pe/) Se for comprar o pacote de Machu Picchu com ingresso por agência, acredito dar certo, mas vai sair mais caro com ctz.
  3. Dólar muito alto. Mas levei dólares. Troquei na Av. EL Sol por soles. Na época: 1 dólar = 4.02 reais 1 sol = 1,17 reais
  4. E ai, Rafael. É isso mesmo. Quem tem boleto de Montanha + Machu Picchu pode sair e retornar ao parque com o mesmo ticket uma vez. Tem escrito isso nele. E na entrada o fiscal vai checar qual seu ticket. Cara, sobre o ultimo horário pra reingressar eu nao sei te informar. Deve ser o mesmo do ultimo horário para se entrar (tb não lembro o horário).
  5. Olá, Priscila. No caso, fechamos todos com o próprio Hostel. Então não lembro o nome das agências. Sugiro comprar por lá mesmo, pq dá pra ver os valores e condições de cada uma. São muuuuitas.
  6. Faaaaaaaaala, [email protected]! Mais uma trip na veia! Dessa vez, uma viagem de 15 dias na companhia de minha querida esposa, em JUNHO de 2019, ao "Umbigo do Mundo", a região de Cusco, no Peru. Segue o relato: 14/06 - Chegada à Cusco Desembarcamos às 11h em Cusco e nos guichês turísticos já tinham disponíveis folhas de coca. Fazia 16°, de boa. Táxi saiu por 10 soles até o centro histórico(negocie que eles baixam o preço). Comemos em um restaurante chamado Mamajama, comida muito boa, mas cara. Precisávamos comer bem, mas tinha que ser uma comida leve para evitar o sorote, então fomos de sopas de quinua regionais. Foram 2 sopas e 2 capuccinos, total de 66 soles. Umas 13h, fizemos o check-in na Mallku Guest House, onde Odwaldo nos recebeu muito bem e nos acomodou no quarto. Foi um quarto duplo, com duas camas de solteiro, pois não havia nesta data cama de casal disponível. Vi muito relato reclamando de água fria ou pouca nos hostals em Cusco. Lá a água era quente e maravilhosa. Foi uma benção depois de uma loooonga viagem. As camas super confortáveis, com edredons bem potentes. Também tinha TV, armário e chá de coca. Recomendo demais, principalmente para casais que não querem dividir quarto em hostel. A diária saiu por 28 dólares com café da manhã. Claro, tinha opções um pouco mais em conta. Mas essa época do ano, a segunda quinzena de junho, é a mais cara. Descansamos muuuuito… Sorote começou a bater. Uma dorzinha de cabeça chata em mim, uma enxaqueca na minha esposa. Quem tiver enxaqueca, leve seu remédio! Tinha uma farmácia bem do lado do hostel e ajudou muito essa localização da nossa hospedagem, perto de tudo, pontos de ônibus, centro histórico, mercadinhos, padaria. Sobre o SOROTE ou MAL DA ALTITUDE: devido à altitude elevada, a quantidade de oxigênio disponível no ar é menor. Isso ocasiona reações no corpo: dor de cabeça, falta de ar, cansaço, peso nas pernas, enjoos ou vômito. Varia muito de pessoa pra pessoa. Tem gente que não sente nada. Mas é comum sentir algo. Por isso, nos primeiros dias, é importante não fazer esforço físico extremo, nem fumar ou consumir álcool ou comida pesada. Também é importante ter algumas medicinas para diminuir o efeito do sorote: folha de coca (sempre), água florida (para inalar) e pílula para dor de cabeça/enjoo. Depois de alguns dias o corpo se acostuma. 15/06 - Rolê pela cidade No dia seguinte fomos trocar os dólares e comprar o boleto turístico na CONSETUR, por 130 soles cada. Passeamos pela Avenida El Sol, a principal do centro turístico, vimos o ensaio do Festival Inti Raymi, no jardim de Qorikancha, que aconteceria no dia 24/06. Aproveitamos e conhecemos o primeiro ponto do boleto, o Museu de Qorikancha. Depois fomos conhecer a Plaza de Armas, onde se concentram os principais pontos turísticos. Ali perto almoçamos, dessa vez achamos um "combo turistico" que valeu a pena, 28soles com entrada, prato principal, bebida e sobremesa.Vimos o Festival de Artes de Rua, compramos alguns lanches e regressamos ao hostel. A noite fomos a Plaza de Armas, onde havia um festival de música. Muita gente, música, frio, fogos de artifícios, foi muito massa! 16/06 - City tour Pela manhã, fomos à Plaza de armas, onde estava tendo um Desfile de Alegorias. A tarde saímos para o City Tour. Primeiro ponto: Qorikancha, que fica quase do lado do hostel. Encontramos nosso grupo e conhecemos a história inca naquele templo sagrado. É impressionante! Contudo, a visita foi bem rápida na nossa opinião, dava pra explorar muito mais, mas o tour ainda havia outros 4 lugares naquela tarde. Seguimos para a van e fomos a Sacsayhuaman. Um local muuuuito foda! Um dos mais incríveis! De lá se tem a vista de Cusco. Novamente, também não foi tempo suficiente para explorar tudo. Seguimos a Quenko, local de mumificação inca. É bem pequeno e logo seguimos a Puka Pukara, onde se tem uma vista sensacional, e muito frio. Por último fomos para Tambomachay, local de purificação dos sacerdotes incas com água. Muuuuito frio. Retornamos a Cusco por volta de 18:30. Sorote bateu pesado na minha esposa. O passeio custou 25 soles para cada pessoa (fora a entrada de 15 soles de Qorikancha). Não curtimos esse city tour por ser muito rápido e não ter a liberdade de ficar mais onde achamos mais interessante. Esse passeio era para durar o dia todo, mas todas as agências iniciam pela tarde. Então a dica é ir sem agência. Todos os locais tem guia na entrada, que é opcional. E sinceramente, se fôssemos de novo, apesar de todos os locais serem interessantes, iríamos apenas para dois: de manhã a pé para Qorikancha, e de tarde de bus (2 soles) para Sacsayhuaman e ainda iríamos ao monumento Cristo Blanco que fica no complexo de Sacsayhuaman. 17/06 - Valle Sagrado Saímos por volta de 9h na van em direção ao primeiro ponto: Pisac. Antes de chegar ao sítio arqueológico, paramos numas tendas que vendem artesanatos e roupas. Depois seguimos ao sítio. Simplesmente incrível aquele lugar encravado nas montanhas peruanas. Aqui tivemos tempo livre para explorar o local após as explicações do guia. Muitas escadarias. Depois seguimos para uma fábrica de prata, onde produzem a prata pura 950 e pedras semi preciosas da região. A grama da prata aqui custa cerca de 17 soles. Depois seguimos para o almoço em Urubamba. Buffet completo muito bom! Seguimos ao sitio arqueológico de Ollantaytambo. Que lugar sensional!!!! De lá seguimos para Chinchero, mas antes paramos num centro de tecelagem onde é demonstrado como é feito o tingimento da lã com plantas naturais e os significados dos desenhos! Finalmente, a noite, chegamos no sítio de Chinchero. Não deu pra ver muita coisa, estava um pouco escuro e frio. Ficamos uns 20 minutos e regressamos a Cusco às 19h. O passeio custou 50 soles cada pessoa. Esse passeio indicamos fazer com agência. Contudo, uma dica: o passeio original do Valle Sagrado vai primeiro pra Pisac, depois Ollantaytambo e depois Chinchero (esse a maioria das vezes se chega à noite). Então, se você for conhecer Moray e as Salineras de Maras, é melhor incluir Chincero nesse passeio, ao invés do Valle Sagrado, pois fica na mesma estrada. Com isso você conseguirá conhecer Chincero de dia, e no passeio do Valle Sagrado terá mais tempo pra conhecer as maravilhas do sítio de Ollantaytambo, pernoitando lá para ir para Machu Picchu no outro dia (de trem direto para águas calientes ou van para a hidrelétrica). Já é meio caminho andado. Muita gente faz isso. 18/06 - Moray e Salineras de Maras Saímos na van às 09h e pegamos a mesma estrada do Valle Sagrado. Paramos na mesma tenda onde se demonstra o tingimento de lã. Nós já tínhamos decorado até as brincadeiras que elas falavam. De lá partimos a Moray, sítio arqueológico inca de experimentação agrícola para evolução de sementes. Muito bonito e interessante! E muito sol! Fazia era calor por isso vá com roupas bem leves por baixo dos casacos! Depois fomos as Salineras de Maras, custa 10 soles, pois não está incluído no boleto. Muito sol e sal. Bem massa! Mas a estrada foi sinistra! Quem enjoar fácil, tome Dramin. O passeio custou 25 soles para cada pessoa (fora a entrada das Salineras). Descemos no meio do caminho, em Chinchero, para visitar o sítio de dia, mas com aquele sol na cabeça e muito cansaço, decidimos partir logo para Ollantaytambo. Poderíamos pegar um bus ou van (cerca de 15 soles pros dois), mas decidimos pegar um táxi, que saiu 30 soles. Chegamos umas 16h em Ollantaytambo e fomos ao Inti Wassi Hostal. Fica bem perto da praça e do mercado. É barato, café simples, cama mais ou menos, chuveiro quente não funcionou uma das noites. Saiu 42 soles a diária. Ollantaytambo é uma cidadezinha muito charmosa, bem pequenina, praticamente uma praça e várias ruazinhas. Adoramos o ar da cidade. Tudo é perto, inclusive o sítio arqueológico. Lá é mais baixo e um pouco menos frio que Cusco, mas venta mais. Acertamos em ficar duas noites lá! 19/06 - Ollantaytambo Amanhecemos nesse lugar abençoado e fomos para as ruínas de Pinkuylluna, que fica de frente ao sítio arqueológico. Muuuuito massa! Que visão se tem de lá! Dá pra ver todo o sítio arqueológico de Ollantaytambo, com uma montanha nevada ao fundo. Perfeito pra fotos e meditação. É grátis e é uma subida de 20 a 30 minutos em escadarias. Devagarinho se chega lá. Vale muito a pena. Descemos e almoçamos no restaurante Ausangate, delícia, recomendo. A ideia era de tarde ir a cascata Peronyalc, mas era preciso pegar um transporte até Pacha, depois outro até o povoado de Somaq, depois subir uma montanha. Estávamos cansados e desistimos. Então criamos nosso roteiro: na entrada da cidade tem um caminho que leva à uma ponte inca. Não está no roteiro turístico. Fomos até essa ponte sobre o Rio Urubamba e tiramos várias fotos lá e seguimos caminhando pela rua paralela ao Rio Urubamba e aos trilhos do trem. Que visual!!!!!! Muitos pássaros e montanhas, e poeira, hehehe. Seguimos andando até chegarmos na estação de trem de Ollantaytambo. Sentamos numa mureta em frente e aguardamos o pôr do sol. Não preciso nem comentar né. Depois saímos pela estação e fomos perambular pelas ruas da cidade. Pessoal, Ollantaytambo é muito hermosa. A maioria das pessoas só conhece o sítio arqueológico, no passeio do Vale Sagrado, e vai embora. Mas vale muuuuuito a pena ficar um outro dia inteiro nessa cidade. E é mais barato que Cusco e Águas Calientes. 20/06 - Ida para Águas Calientes (ou Machu Picchu Pueblo) No outro dia, partimos às 09:30 para a Águas Calientes. Para isso, tomamos a van que vem de Cusco, passa em Ollantaytambo e segue para a Hidrelétrica. Custou 35 soles cada. São 4h30 de muita estrada sinuosa. Bom, era isso ou o trem caríssimo. Recomendável se prevenir do enjôo com remédio e folha de coca. Vistas deslumbrantes e vertiginosas. Chegamos na hidrelétrica por volta de 14h e seguimos caminho a pé pelo trilho. O caminho é praticamente plano, quase todo dentro da floresta seguindo o trilho. O dia estava nublado e muito gostoso para caminhar, mas depois de 1h andando começou a cair uma garoa fina. Capa de chuva! Na trilha é possível tirar muitas fotos, da pra descer no rio, e tem algumas barracas de comida. Tem até camping. Depois de muita caminhada (12km), chegamos na entrada de Águas Calientes (também chamada de Machu Picchu Pueblo). Andamos mais um pouco até o Hostel Killa Sumaq (U$25/dia). Chegamos beeeeeem cansados, sonhando com um chuveiro quente. Essa caminhada vale a pena pela aventura, fotos e economia, vá o mais leve possível com uma mochilinha pequena com o básico, roupas leves pois lá é ameno não necessita de casaco pesado nem muitas camadas de roupa. O hostel é perto da estação de trem, é bem simples, quartos novos, cama confortável, limpo, chuveiro quente, café da manhã simples. Único problema era o barulho dos hóspedes de outros quartos, da cozinha e da escada. Uma dica: quando chegar em Águas Calientes, compre logo seu ticket do bus (caso vc não queira chegar a Machu Picchu subindo por 2h escadarias até lá). O bus é beeeem caro (U$12/trecho), o ônibus mais caro do mundo. Mas pra gente valeu a pena, pois iríamos subir a Montanha Machu Picchu também. Para comprar os tickets do bus, é preciso apresentar passaporte ou RG. Sobre Águas Calientes: nos relatos que lemos, só havia observações de que é numa cidade apenas para dormir e ir embora, pois não tem o que fazer e tudo é mais caro. Pois nós achamos a cidadezinha muito massa!!! TUDO na cidade é detalhadamente decorada com simbologias incas: estátuas, bancos de praça, placas, pontes. Tem muita coisa legal pra ver. Vale a pena um rolê de pelo menos um turno, antes de pegar o trem. Como chegar em Águas Callientes - existem 4 maneiras: caminhando alguns dias pela Trilha Salkantay; caminhando alguns dias pela Trilha Inca; pegando um trem em Poroy ou Ollantaytambo; pegando a van até a hidrelétrica em Santa Teresa e caminhar 12km. 21/06 - Machu Picchu Chegou o grande dia: Machu Picchu! 21 de junho, Solstício, o ano novo andino. Um dia muito especial na nossa vida. O dia começou bem cedo. Às 4:30 acordamos e já fomos para a parada do bus para subir a Machu Picchu. E já tinha bastante gente. Estava frio. Mas depois que o sol aparece, esquenta. O hostel prepara no dia anterior uma sacolinha com lanches para você comer no caminho. O trajeto demorou uns 25 min até a entrada. Lá tem vários guias que você pode contratar (20 soles/pessoa) mas pode entrar sem guia. Abre as 6am e você entra de acordo com o seu ingresso (compre com no mínimo 3 meses de antecedência no site do governo!). Entramos e já nos encantamos com o local. Tiramos algumas fotos e já seguimos o trajeto para a Montanha Machu Picchu, a imponente montanha que batiza o local. Abre às 7am. É uma subida de muuuuuuuitos degraus, haja fôlego! São mais ou menos 2h de subida até os 3.061m de altitude. Se você pensa em subir a montanha, se prepare antes da viagem. Exige bom preparo físico. E muito joelho! Mas chegar lá em cima compensa todo o esforço. Não tem como descrever a vista de todo o sitio em 360°. Pode ficar lá em cima até às 12h. Descemos devagarinho, por 1h, e chegamos bem cansados lá embaixo. Agora era a hora de visitar a cidade de Machu Picchu. Saímos do parque (para comprar água e ir no banheiro, pois não tem lá dentro) e entramos novamente. Quem tem os tickets das montanhas pode sair e entrar novamente no parque uma vez. Entramos e pegamos um guia e seguimos pelas ruínas. Que história massa! Vale a pena o guia! O passeio guiado acabou umas 15:30, e aí se pode ficar de boa no parque até às 17h. Sobre os horários: quem vai pras montanhas (ou Montanha Machu Picchu ou Montanha Waynna Picchu) pode entrar bem cedo e sair às 17h. Quem tem boleto só para conhecer a cidade, ou fica pela manhã ou pela tarde. Não pode ficar o dia todo. Porém, nós não vimos nenhum controle sobre isso. Pegamos o bus de volta às 16h, comemos umas besteiras e dormimos (capotamos) até o outro dia. 22/06 - Retorno à Cusco. Às 10h da matina seguimos para a estação de trem que fica bem próxima ao hostel. Compramos as passagens 2 dias antes no site da IncaRail, numa "promoção" do vagão 360°, até a estação de Ollantaytambo. Saiu por U$68 cada. É beeeem caro! A nossa ideia era voltar de novo pela hidrelétrica e pegar a van de 6h de viagem até Cusco, mas estávamos bem cansados e ainda tínhamos 1 semana pela frente. Digo: valeu muito a pena! Não só pela comodidade e rapidez, mas pela experiência. O caminho do trem vai seguindo o rio Urubamba, um cenário de filme. Ainda mais nesse vagão 360°, que tem vista sensacional. Chegando em Ollantaytambo, já pegamos uma van (10 soles) até Cusco, pouco menos de 2h de viagem. Almoçamos assistindo ao jogo do Brasil x Peru (5x0!) pela Copa América. Curtimos um pouco mais do movimento da cidade. Nossa! São muitos desfiles e manifestações culturais. Cusco não pára em junho! A noite fomos ao bairro San Blas, conhecido por sua igreja e pela boemia noturna. Conhecemos um bar chamado ECO180, que tem uma vista de 180° de cima da cidade de Cusco, com música ao vivo e cerva gelada! Recomendamos demais! 23/06 - Dia de compras Fomos ao Mercado Artesanal de Cusco, que fica no final da Av. El Sol. Lá é um dos locais mais baratos para comprar artesanatos, presentes, etc. Almoçamos por lá e deixamos as coisas no hostel e fomos a uma loja com peças de designers locais (Isa Luna). Fim de tarde voltamos para o hostel. 24/06 - Inti Raymi Festival do Sol. O dia mais esperado do ano em Cusco. Muuuuuuuuuuuita gente na cidade! O festival começa às 09h no jardim de Qorikancha. Depois as pessoas todas seguem para a Plaza de Armas, e às 10:30 começa lá. Depois todos seguem para Sacsayauman, iniciando às 13h. Lá é o único local que tem que pagar ingressos (caríssimos), mas dá pra ver de grátis de cima do sítio. Nós não fomos. Em Qorikancha e na Plaza de Armas foi bem difícil de ver as encenações, pois havia muita gente. Os nativos alugam banquinhos (5 soles) para vc subir para (tentar) ver melhor. Estava muuuuuito lotado! Ficamos um pouco decepcionados com a falta de estrutura para acomodar a multidão. Mas se você for cedo para um dos dois locais e guardar um lugar legal, dá pra ver de boa, leve água, chapéu, protetor solar. Almoçamos e fomos visitar o Museu de Arte Popular e o Museu de Arte Regional (inclusos no boleto). Voltamos, pedimos uma pizza e descansamos para o outro dia: Montanha Colorida (Rainbow Montain). 25/06 - Montanha Colorida (Montana 7 Colores ou Rainbow Mountain) Às 04:45 a van passou no hostel. Nesse dia minha esposa não foi porque ficou bem gripada, e sabíamos que a Montanha era o lugar mais punk de todos. Assim, ela decidiu ficar para não perder os outros dias. A van pegou os outros passageiros e partimos em direção a um vilarejo para tomar café da manhã (incluso no pacote). Demorou 1h30 até lá. Então sugiro comer algo antes de pegar a estrada para não ir em jejum. Após o café, seguimos por mais 1h até o ponto de subida. Essa parte da estrada é de terra e bem sinuosa, estilo a estrada da hidrelétrica. Por volta de 9h chegamos no local para subida, a uma altitude de 4.200m. O guia fornece bastão para ajudar na subida e tem folhas de coca, água florida e oxigênio (para casos graves). A subida começa quase plana, mas já dá pra sentir um peso no corpo e o cansaço. Na metade do caminho começam as subidas íngremes. Essa parte é bem cansativa, começa a bater o sorote (é normal). Uma leve dor de cabeça, cansaço, pernas pesadas. A cada 10 passos uma parada. Tem que ir devagar, no seu ritmo. Muita gente fica pelo caminho, outros utilizam os cavalos para subir e/ou descer. Custa 50 soles o trecho ou 80 soles subir e descer até certo ponto. O cavalo não sobe até lá em cima. Na subida tem banheiros (1 soles), gente vendendo lanches/água. Depois de 1h subindo, cheguei no ponto onde a maioria das pessoas que conseguem subir ficam e tiram as famosas fotos. Ali são 5.000m!!! Um sentimento de superação! Mas dá pra subir mais! Quem quiser chega aos 5.036m! Parece pouca a diferença, mas nessas condições 1cm é muito, acredite. Ao chegar lá em cima a recompensa é a visão de 360° do Valle Rojo. Muitas montanhas coloridas, montanhas nevadas, águias, riachos, que visual!!! E que frio!!!! No topo venta muito, sensação de zero grau! Então vá preparado pro frio extremo: segunda pele, fleece, casaco corta-vento, gorro, luvas, cachecol, óculos. Esse é o passeio mais frio de todos. Fiquei cerca de meia hora lá em cima. Depois começamos a descer, que é muito mais fácil. Por volta de 13h partimos pro mesmo lugar do café da manhã para comermos um farto almoço (incluído no pacote). Após um breve descanso, regressamos à Cusco. Nesse retorno, a van deu problema no motor e tivemos que pegar um transporte de linha urbana, que parava em toda parada e estava lotado. Foi foda! Já estava bem cansado. Pelo menos a parada final da Topic era perto do meu hostel. Cheguei já de noite, beeeem cansado. O passeio completo custou 80 soles (transporte, guia, entrada, café da manhã e almoço). 26/06 - Rolê pela cidade Pela manhã fomos ao museu que ainda restava do boleto: Museu de Arte Contemporânea. Almoçamos muito bem no restaurante Chia (recomendo aos veganos!). Depois conhecemos a Catedral por dentro, pois havia uma missa acontecendo, a visita na catedral tem tours guiados pagos, mas quando está havendo missa pode entrar gratuitamente. Demos mais um rolê pela cidade, entramos em algumas lojinhas e retornamos ao hostel. Foi um dia light. Amanhã teria outro passeio puxado: Laguna Humantay. 27/06 - Laguna Humantay A van passou às 4:30 e seguimos para buscar os outros passageiros. 5h pegamos a estrada em um longo caminho até chegar em Mollepata, onde tomamos café da manhã às 8h. Fica a dica para comer algo antes ou levar pra comer no carro. As 08:30 saímos em direção a Soraypampa, início da caminhada. Lá tem vários acampamentos onde o pessoal que faz a trilha Salkantay fica. Iniciamos a subida por volta de 9h, a uma altitude de 3.900 metros. Começa plana e vai ficando íngreme, parecida com a da Montanha Colorida. Mas como a altitude é um pouco mais baixa, não é tão cansativo e nem frio quanto. Mas é puxado. Sobe e pára, sobe e pára. 1h de subida e a montanha Humantay vai se mostrando. A recompensa vem com a vista mais linda de toda a viagem: a Laguna Humantay. Que cenário de filme aquele. Valeu todo o esforço chegar aos 4.300m! Ficamos até 13h e voltamos pro mesmo ponto para almoçar. Às 14h partimos de regresso a Cusco. O passeio custou 95 soles por pessoa (incluído café da manhã, almoço, guia, transporte e entrada). 28/06 - Adios Cusco Nosso vôo era às 18h, então aproveitamos a última manhã para ir no Mercado San Pedro. Típico mercado popular, onde os nativos frequentam, tem muita opção de comida, artesanato, roupas, etc, aquela confusão massa, hehehe. Vale muito a pena comprar por lá e ver os costumes do povo local. Voltamos ao centro histórico e almoçamos no restaurante Avocado (especialista em Abacate, delícia!) e voltamos ao hostel, depois aeroporto. Bom, de acordo com nossa experiência nessa viagem, esse seria um roteiro que faríamos para otimizar tempo/dinheiro/esforço físico: Sugestão de roteiro de 14 dias: (PRINCIPALMENTE NA SEGUNDA QUINZENA DE JUNHO) Dia 1 - Aclimatação Dia 2 - Comprar boleto turístico, trocar dólares, rolê pela cidade (museus, praças, igrejas, lojas, mercado). Dia 3 - Qorikancha e Sacsayauman Dia 4 - Moray, Salineras de Maras e Chinchero Dia 5 - Valle Sagrado: Pisac e Ollantaytambo (pernoita lá) Dia 6 - Ollantaytambo Dia 7 - Ida de Ollantaytambo para Águas calientes de van pela Hidrelétrica Dia 8 - Machu Picchu Dia 9 - Águas Calientes e retorno de tarde de trem a Ollantaytambo ou Poroy, depois ida a Cusco. Dia 10 - Inti Raymi Dia 11 - Laguna Humantay Dia 12 - Rolê (museus, praças, igrejas, lojas, mercado etc) Dia 13 - Montanha Colorida Dia 14 – Rolê/Adios Cusco Frio/Altitude: Cusco > Ollantaytambo > Águas Calientes Nível de dificuldade: Montanha colorida > Montanha Machu Picchu > Laguna Humantay > Outros Locais inclusos no Boleto Turístico: Sacsayhuaman Q’enqo Puca Pucara Tambomachay Museu de Arte Contemporânea Museu Histórico Regional Museu de Arte Popular Museu de site Qoricancha Centro Qosqo de Arte Nativo Monumento ao Inca Pachacuteq Pikillaqta Tipon Pisac Ollantaytambo Chinchero Moray O que levar para os passeios: Roupa de frio, roupa de caminhar, bota ou tênis, chapéu ou boné, filtro solar, batom de cacau, óculos escuros, folha de coca, capa de chuva, mochila pequena com lanche e água. Sugestão de restaurantes (o TripAdvisor não falha!): Cusco: Yaku, Avocado, Chia. Ollantaytambo: Ausengate Dica para economizar comendo fora: muitos restaurantes têm o "menu do dia" ou o combo (entrada + prato principal + bebida + sobremesa), por volta de 25 soles. Onde comprar mais barato: Mercado San Pedro e Mercado Artesanal de Cusco. Site oficial Machu Picchu: https://www.machupicchu.gob.pe/ Sites das companhias de trem: https://incarail.com/ https://www.perurail.com Aplicativo Fiestas de Cusco 2019: Disponível na Playstore e App Store Documentos necessários para entrar no Peru: Passaporte ou RG (com data máx. de 10 de emissão). Não vale CNH ou CPF ou certidão de nascimento. Sobre cartões de crédito: nem todo lugar aceita todas as bandeiras. Muitos não aceitam Mastercard. O mais aceito é VISA. Então leve ao menos um dessa bandeira. Bom galera, essa foi nossa maravilhosa viagem à região de Cusco, no Peru. Foi uma trip banhada pela cultura peruana (pré-inca, inca e pós-inca) com muita história, arqueologia, arquitetura, dança, arte, misticismo, gastronomia e natureza. Depois enviaremos fotos e mapas! Hasta Luego! Sergio e Sabrina.
  7. Faaaaaaala, [email protected]! Estou aqui de volta para contar mais uma Chapada na minha vida! Dessa vez foi a dos Guimarães. Como sempre, vou ser bem objetivo. Bom, antes de chegar na Chapada, eu estive num curso de Comportamento e Documentação em Selva, no Pantanal. Um curso muuuuuuuuito massa! Uma experiência sem igual. Quem quiser informações pode mandar uma mp ou acessar o site da galera que organiza: http://www.rotasverdesbrasil.com.br Então, de lá, vim com mais 3 amigos para a Chapada. Pegamos o ônibus na rodoviária de Cuiabá (+- R$ 17,00) e depois de um pouco mais de uma hora (60km) chegamos ao município de Chapada dos Guimarães. Chegamos lá à noite, temperatura de 6º !!!!!!! E de madrugada fez 2º!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! MUITO FRIO! Então quem for no inverno pode pegar temperatura assim, mas não é comum tão baixa. Foi o recorde em anos! O normal lá é clima de serra. Quente de dia, friozinho à noite. Mas depois de 3 dias, a temperatura subiu. Chegando la, pegamos um taxi naquele frio louco e pedimos indicação de pousada limpa e barata: Pousada Aurora Boreal (R$60 por pessoa). É bem simples: banheiro, ar, tv, frigobar, é limpinha, café da manhã sem variedade. Mas o melhor é sua localização: no centro, bem em frente ao restaurante popular (comida barata) e bem próximo à praça, à rodoviária e às lojinhas. Eu recomendo para quem não quer acampar ou dividir quarto em hostel, com um preço em conta. 1º DIA - CACHOEIRINHA, CACHOEIRA DOS NAMORADOS, CACHOEIRA VÉU DA NOIVA E MIRANTE ALTO DO CÉU Esse passeio é bem turístico, pois é um acesso muito fácil, para toda a família. O acesso a essas três atrações fica no mesmo ponto, a 12km do centro, na estrada em direção à Cuiabá. Banho de cachoeira só não pode no Véu da Noiva, que é para contemplação. Os horários são de 8h às 16h, porém para entrar na Cachoeirinha e Cachoeira dos Namorados, só até 12h. Então a dica é ir bem cedo para essas duas, depois contemplar o Véu da Noiva. E tudo isso é GRÁTIS, e sem guia! Se tiver um carro, melhor ainda, mas dá pra ir de ônibus por R$7,00 e desce bem em frente, ou táxi (R$50). Ou até de bike! Esse passeio pode durar um dia inteiro, se vc tiver tempo e quiser curtir bastante as cachoeiras, mas dá pra fazer esse passeio e terminar o dia com um lindo por do sol ali bem próximo, no Mirante Alto do Céu, voltando em direção ao centro. Que vista maravilhosa do por do sol! A entrada custa R$20 por pessoa, não precisa de guia, tem uma pequena trilha cheia de pássaros e um mirante de tirar o fôlego. Leve agasalho! Esse passeio total tem que levar lanche, água, protetor, repelente, chapéu, roupa de banho, etc. 2º DIA - MIRANTE MORRO DOS VENTOS E PASSEIO PELA CIDADE Nesse dia, uma colega já tinha ido embora, e os outros dois iriam ao meio dia. Decidimos então visitar o Mirante Morro dos Ventos. Esse mirante fica dentro de um condominio, custa R$20 o carro ou R$5 a pessoa. Dista 2km do centro em direção a Campo Verde, então fomos a pé (30min), tirando muitas fotos de pássaros. Uma vista espetacular!!! Lá também tem um restaurante muito chic, deve ser bem caro, mas muito massa. De lá voltamos antes do almoço, de carona. Eles partiram, eu fiquei. Aproveitei para conhecer cada rua da cidade, cada loja, observar a vida local. 3º DIA - CIRCUITO DAS CACHOEIRAS E PARQUE MUNICIPAL DA QUINEIRA No dia anterior, peguei o whatsapp de vários guias e mandei msg dizendo que queria conhecer esse circuito do Parque Nacional. Só consegui um guia, de última hora, e paguei R$80, já com o transporte. Lá encontramos uma família que faria o nosso grupo. Esse passeio precisa de guia e a entrada fica numa porteira antes de chegar na entrada do Véu da Noiva. A nossa guia falou com o ICMBIO (órgão federal que administra o parque) e nós pegamos um caminho alternativo, entrando por cima do Véu da Noiva, e não pela porteira, o que nos economizou 2km de chão e sol, além de um trecho quase inexplorado. O circuito são 6 cachoeiras: 7 de setembro, Pulo, Degraus, Prainha, Andorinhas e Independência (esta está fechada). Antes de acessar as cachoeiras, tem a opção de conhecer a Casa de Pedra. Nós não fomos por decisão democrática, mas nada que atrapalhasse o passeio. A trilha intercala momentos de muito sol na cabeça e mata fechada e cada cachoeira tem sua beleza única, com muito banhos para se refrescar. Tem que levar lanche, água, protetor, repelente, chapéu, roupa de banho. Retornamos por volta de 15:30. Como eu ia ficar de bobeira, fui visitar um parque que nunca tinha lido sobre aqui na internet: o PARQUE MUNICIPAL DA QUINEIRA. Fica bem próximo à rodoviária, tem uma trilha de pouco mais de 200m, e lá é onde se localiza o abastecimento de água da cidade. É possível observar muitos pássaros ali, então fiquei sentado só tirando fotos e apreciando a paisagem. É grátis, não precisa de guia. 4º DIA - CIRCUITO DAS CAVERNAS E CACHOEIRA DO RELÓGIO Esse é sem dúvida o passeio mais procurado e o mais caro de todos. Dista 47km do centro (36km de asfalto em direção a Campo Verde e 11km de estrada de terra, não precisa 4x4). Lá tem que ter guia (+- R$50 por pessoa), + entrada (R$65 por pessoa) + o trator (só ida ou só volta = R$20; ida e volta = R$ 25) ou a pé (6km o trecho no sol!!!). Tudo isso da pra pagar no cartão de débito! O guia vc pega na cidade mesmo. Então, consegui pelo whatsapp um grupo e fomos 9h para as cavernas. Ao chegar lá, eles fornecem as perneiras contra cobras e seguimos no trator. Ele para num mirante lindo! E continuamos até a primeira caverna: Pobo Jari. Imensa caverna de arenito. Depois vamos seguindo trilhas até a Kiogo Brado, depois Lagoa Azul (não pode tomar banho) e depois a caverna Aroe Jari, maior caverna de areia do Brasil. Tudo muito massa e muitos bichos! Esse passeio tem como melhor horário, saindo da cidade por volta de 11h, pois vc vai chegar na Lagoa Azul por volta de 15h, a hora que a luz do sol bate nela e fica tudo iluminado. Bom, depois de pegar o trator de volta, alomoçamos no restaurante de lá mesmo. Comida boa, à vontade, por R$30 no débito. De lá seguimos para a Cachoeira do Relógio, bem pertinho (2km), e lá pode tomar um belo banho, e é grátis. 5º DIA - TRILHA DO MEL Durante minha estadia, muitos guias me disseram que essa trilha estava fechada pelo ICMBIO e estava na justiça. Descobri depois que era balela. O que acontece é que na trilha do mel agora precisa de guia, e o guia tem que ser de lá. Cheguei lá de ônibus (R$7). Não tinha grupo formado, então o dono deixou eu ir sozinho (R$20). Se fosse com guia, era R$25. A trilha é muito massa, muitos pássaros, muitas formações rochosas e muito sol também. É bem sinalizada e tem 3km de ida e 3km de volta. Passei a manhã toda lá, comprei um mel maravilhoso pra garganta, e voltei de ônibus. De tarde eu capotei e dormi. 6º DIA - MIRANTE GEODÉSICO E CACHOEIRA DO MARIMBONDO Eu já estava beeeem cansado das duas viagens, com a garganta ruim, mas mesmo assim eu não desisti! Aluguei uma bike na Casa 1 (R$20 o dia) e pedalei em direção ao Mirante Geodésico, o ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico. Foram 8km de muita pedalada no sol! Chegando lá, uma vista maravilhosa, um ventinho muito bom. Tinha um pessoal vendendo água, lanche, etc., porque era domingo. De lá parti voltando em direção ao centro e entrei em direção à Cachoeira do Marimbondo e da Geladeira. São mais 8km de terra, estrada fudida pra bike. As vezes eu tinha que descer e empurrar, naquele solzão, cansado, gripado, hehehe. Mas eu não desisti! Chegando finalmente na entrada da Cachoeira do Marimbondo, paga R$10 e toma aquele banho maravilhoso! Lá tem estrutura de lanche e água. Bem ao lado, tem a outra Cachoeira, a da Geladeira, que são mais R$10, mas eu não fui. A volta foi muito sinistra, hehehhe. Muito sol, subida, sem conseguir pedalar. A sorte foi que conheci um grupo de atores, que voltaram comigo cantando e alegrando aquele cenário de peregrinação, kkkkkkk. Mas eu recomendo fortemente ir de carro! Cheguei na pousada, arrumei as malas, fui pra rodoviária e parti pra Cuiabá, depois Fortaleza. Algumas dicas: - Há varias atrações que dá pra ir a pé, de ônibus ou bike. Mas se tiver em grupo, um carro é um grande agilizo. Dá pra alugar em Cuiabá por R$80/dia. - A maior parte dos pontos ficam em duas direções distintas: a estrada sentido Cuiabá (Mirante Alto do Céu, Cachoeirinha, Cachoeira dos Namorados, Véu da Noiva, Circuito das Cachoeiras e Trilha do Mel) e a estrada para Campo Verde (Mirante Morro dos Ventos, Mirante Geodésico, Cachoeira do Marimbondo e da Geladeira, Circuito das Cavernas, Cachoeira do Relógio). Dá pra fazer roteiros combinando os pontos próximos. - Levar sempre água, lanche leve, máquina fotográfica, protetor solar, repelente, chapéu, roupa de banho (cachoeiras), agasalho (mirantes), disposição e respeito à natureza. - Quem curte arte e sustentabilidade, não deixe de visitar a loja CONFLUÊNCIA. Eles reaproveitam tudo e vendem artesanatos e presentes únicos na Chapada. - Lá tem Bradesco, Banco do Brasil e Lotéricas. - Pega todos os sinais de celular, inclusive em alguns pontos turísticos. Bom galera, essa foi minha viagem, muita natureza e energia positiva! Depois posto algumas fotos! Ficaram alguns pontos que não conheci: Cidade de Pedra + Vale do Rio Claro; Águas do Cerrado; Morro São Jerônimo. Voltarei em breve para tal. Um abraço de viajante a [email protected]!!!!
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