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StanlleySantos

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Tudo que StanlleySantos postou

  1. Que o mundo é imenso. Vi o quanto a grama do vizinho pode ser mais verde, e que isso serve para reflexão sobre a realidade na qual vc vive, e como melhorar isso (eu fico besta quando vejo coisas implantadas em outros lugares que poderiam ser aplicadas facilmente na cidade onde moro, se houvesse um interesse real da gestão em melhorar a vida da população). E acima de tudo, aprendi que sair da zona de conforto e conhecer o mundo é um prazer, e um tesouro valioso que vale a pena ser buscado. O dinheiro e bens vêm e vão, mas o conhecimento e as lembranças são eternas.
  2. Bom, é uma pergunta difícil de responder pq as pessoas têm gostos distintos, vc tem que saber que tipo de mochilão quer fazer. Por quanto tempo? Semanas? Meses? Anos? A que nível? Regional? Nacional? Internacional? O que te interessa? Lugares históricos? Imersão na natureza? Conhecer novas culturas? Respondendo a essas perguntas e nos dando uma ideia do que vc quer fazer, fica mais fácil uma resposta. Maaaas como vc não tem experiência nisso, pessoalmente recomendaria um mochilão em algum estado brasileiro. um mês inteiro conhecendo uma região diferente da sua pode proporcionar uma experiência satisfatória, e um ensaio para o que vc quer fazer de vdd. Como sempre falo, o Brasil é um país de dimensões continentais, cabendo quase uma Europa aqui dentro. E do caboclo de beira de rio nortista, passando pelo amarelo arretado do nordeste, até o sulista com seus sotaques e costumes importados, existem muitas faces de um povo a serem conhecidas (fora os biomas e as belezas naturais diversas e distintas). Valeria bastante a pena.
  3. Penso que é como a catagreff disse mais atrás....O pior momento passou. Não é que esteja bom. Com a entrada pesada do dólar na economia local, a defasagem de preços de imóveis (permitindo a compra/investimento estrangeiro no país e quem sabe a oportunidade de novos comércios, hotéis, etc... como falavam aqui no Brasil, vc leva 5k contigo para a Venezuela e vive como rei por um tempo ali), e uma porção elitista da população fazendo a engrenagem econômica girar no país.....não seria surpresa uma pequena mudança no cenário (claro, a miséria ainda deve rondar em várias partes do país, mas como a imprensa livre foi suprimida pelo governo, dificilmente vamos saber a que grau). Socialismo, na real mesmo, existe mais no nome, na cartilha de alguns partidos, em projetos de lei pífios, e na cabeça de militante, pq nenhum governo vive civilizadamente sem o capital "malvadão" e "satânico" no caixa, e hierarquizando os cidadãos, rs.
  4. Certo, anotado! Espero que isso vingue e se torne novos roteiros para o país no futuro. Eu gosto de independência, mas com base nas suas palavras, creio que quando eu pisar por lá, só em grupo (até pq para as atrações naturais é necessário fechar grupo e coisa e tal). Se possível, poste um relato dessa aventura no próximo ano, será uma ótima publicidade do grupo, agência, etc.
  5. Muito legal sua iniciativa, acredito que se faz necessária essa geração de informações para o mundo afora..... eu ia fazer Mte. Roraima agora no final de 21, mas com essa questão da pandemia e a sombra da incerteza da situação interina do país, preferi não arriscar. Mesmo em 2022 resolvi não fazer também, e estou pensando em fazer isso (e quem sabe um mochilinho) em 2023. Mas vai depender de como vão estar as coisas, pois com a situação político-social estática há anos, uma ONU inapta, e uma oposição política quase inexistente, fico bem cético em relação a planos de viagem para lá (posso estar errado também, e é aqui que vem a importância de seu post). Mas o futuro a Deus pertence, e irei torcer para que sua pátria veja dias melhores. Pior que não é sarcasmo
  6. Adiantando a segunda pergunta, penso que mochilão roots com carro é estranho. O objetivo do mochilão raiz é um estilo mais simplista, com poucos gastos, e livre dos confortos do dia-a-dia. Até pq, com o combustível no preço que está, e com a possibilidade de vc precisar de manutenção do veículo ao longo da viagem (fora os eventuais pedágios), essa viagem com automóvel vai sair um pouco cara para o padrão almejado. Claro, isso não é regra, mas a meu ver é contraditório. No máximo do máximo seria interessante transformar uma kombi numa kombihome e sair Brasil afora (eu faria isso e talvez queira fazer nas vésperas da melhor idade =D). Para uma viagem desse tipo, olha, além das mudas de roupa e o kit de primeiros socorros, o que não pode faltar é a mochila e a barraca, sem sombra de dúvidas. Sua vida e seu teto ficarão nas suas costas durante essa jornada, e por isso se faz necessário o investimento nesses 2 equips em particular. Penso que depois disso vem a questão da alimentação. Um fogareiro portátil (ou uma espiriteira a álcool), juntamente com o aparato básico para preparar seu próprio alimento é uma boa, te dando a autonomia necessária, e evitando maiores gastos. No mais, leve determinação e toda a vontade de conhecer o mundo.
  7. Essa dica do vinagre e bicarbonato é ótima mesmo, embora eu aplique nos meus móveis. Aliás, o estado do seu armário tbm pode influenciar no mofo dos seus equips, então aplicar o vinagre/bicarbonato nele ao menos uma vez por mês é válido. Faço isso no meu guarda-roupa e notei que minhas roupas de frio (jaqueta, fleece, etc) pararam com aquele cheirinho. No mais, é como dito, sol na primeira oportunidade e armazenar sempre seco
  8. Grato pelo conselho. Vi que tem uma empresa (princesa dos campos) que parece que faz Curitiba-Registro (já em SP). Se for o caso, e eles passarem pela BR 116 já vai ajudar bastante tbm. Mas vou tentar entrar em contato com a graciosa.
  9. Bom, o título fala por si só, estou planejando fazer o PP/Caratuva, mas não disponho de carro próprio. Há opção de ônibus que deixe a pessoa para aquelas bandas,a partir da capital? Ou, alguém mais experiente tem alguma sugestão alternativa?
  10. "inspirador", "fodástico" e "sensacional" ainda é pouco comparado à dimensão de sua jornada. Seu relato deveria estar num lugar de destaque do fórum, com toda a certeza. Suas reflexões pessoais e analogias também enriquecem bastante o texto, nos dando uma pequena noção do que é estar nesses lugares, do que é de fato, buscar um sentido a mais na vida e aproveitar o que esse imenso mundo pode oferecer para os que têm a ousadia de buscar. Mais uma vez, parabéns mesmo, por todos esses lugares que vc alcançou. Relatos assim me dão a certeza cada vez maior de que existem coisas que nem todo o dinheiro do mundo pode comprar.
  11. Lindas as fotos. Jalapão é uma maravilha brasileira. Mas o impulsionamento para o cara gastar com passeios caríssimos (e situações como esse episódio das dunas que vc citou), + a distância/isolamento dos lugares desmotivam as pessoas mais independentes e roots. Imagina se o parque for privatizado de vez (como tem sido discutido nas semanas recentes). No mais, posta aí o roteiro, quantos dias, valores, os locais e tal. Dá pra enriquecer essa história rs. E essa queimada, que trem foi esse?
  12. Engraçado que estava com esse pensamento, durante o feriado, enquanto fazia uma trilha com a minha de 60L da NTK, tbm, rs. A bichinha ta ficando velhinha e tou vendo a hora da trava arrebentar. Olha, mercado livre tem anúncios desse produto. Penso que armarinhos ou lojas de acessórios de pesca e náutica tbm podem ter esse item avulso. Olharia tbm em lojas de equipamentos táticos/militares (que vendem mil produtos que vc prende no corpo com travas), ou equips de rapel. Nem sei se tem uma loja/fábrica/sede física da NTK no país, senão seria uma possibilidade ir lá e cotar o reparo (caso fosse na mesma cidade da sua morada).
  13. Exatamente, o único acesso "conhecido" é por Lethem, a cento e poucos quilômetros da capital Boa Vista. Nunca ouvi falar de linha de ônibus que vá para aquelas bandas (na vdd a baixíssima demografia do estado desestimula o transporte público entre as poucas cidades e vilas). Pode ser que tenham alguns tiozões de taxi lotação que façam escala para lá, pois muitas pessoas fazem compras lá para revender no Brasil. Sim, existe quase 0 informações sobre o que fazer ali, e mesmo Lethem é um pequeno aglomerado de casas nas ruas em péssimo estado. Aquele trio de "países" é uma verdadeira incógnita para o brasileiro em geral. O interesse de quem vai lá é mais comercial, a meu ver. Talvez em Georgetown tenha alguma coisa para se fazer, mas enfim, às vezes as pessoas conseguem enxergar coisas que a maioria não vê, então boa sorte ao rapaz em todo o caso rs.
  14. Se o texto for bem feito, imagens são desnecessárias, a meu ver. 99% do que leio é apenas texto. Claro, tem elementos mais complexos como mapas, com as trajetórias, que ajudam no entendimento da situação exposta. Às vezes uma foto pode ajudar com a imersão na história. No livro "127 horas" do Aaron Ralston existem os registros fotográficos da aventura e do drama dele, incluindo a famosa pedra onde ele perdeu o braço (com braço, sangue e tudo). Aquilo em particular dá uma agonia da peste que o texto não consegue passar. E fizeram algo semelhante com o filme, a meu ver, tentaram mecher com as sensações do expectador, sobre o que é sentir sede, secura, ou a tortura de automutilação, ou a dimensão da solidão à qual o protagonista se encontrava. Agora em livros que falam sobre lugares para serem visitados e tal (guias e afins), penso que é necessária uma amostra do que podemos encontrar por lá, não tem jeito.
  15. Se sua intenção é achar pessoas pra rachar sua viagem então é melhor postar aqui: https://www.mochileiros.com/forum/684-região-centro-oeste-companhia-para-viajar/
  16. Comigo foi mais ou menos isso, também. Aqui temos mil universos em um. Vim tirar umas dúvidas sobre um destino em particular e acabei virando morador permanente, rs. Agora em matéria de livro, pessoalmente me inspiro em 2 do Jon Krakauer: além do citado "na natureza selvagem", um que leio todo ano é o "no ar rarefeito" que trata da tragédia do Everest de 96. Inclusive quero me dar uma viagem ao EBC futuramente por causa dessa história. Um livro que volta e meia dou uma olhadinha também, e penso que serve de inspiração para viagens é bem "popzinho", mas é uma ótima leitura, o "Livre" da Cheryl Strayed. É legal acompanhar os perrengues e alegrias de alguém com 0 experiência em Trekking que resolve buscar uma resposta na estrada, diante de tragédias e más escolhas na vida. Bom para iniciantes nessa modalidade de viagem. Tou tentando começar os livros do Jack London, parece que a narrativa deles é maravilhosa (eu tou indo pela narração do filme "o chamado da natureza" que saiu recentemente). Inclusive esse autor foi uma grande inspiração para o Chris MacCandless tbm.
  17. Isso, é essa caixinha da provação mesmo. E mochila cabe de boas aí. No máximo fica uma alça ou outra fora, mas isso te impedir de embarcar seria caso de processo, isso sim. No mais, pode tentar usar uma caixa de medidas semelhantes (ou mesmo montar uma no improviso) na sua casa. Mochilas até 45,50L passam de boa sem despacho.
  18. Mas se permite uma sugestão, invista numa mochila melhor. Se seu intuito é fazer viagens frequentes, essa mochila não parece muito confiável.
  19. No dia que aparecer algum cara com uma fita métrica na mão fiscalizando na fila de embarque, vou ficar preocupado kkkkkkkkkkk Eu tinha esse mesmo receio que vc, mas não fica grilado. É questão técnica. E outra, se sua mochila nem estiver lotada de coisa, obviamente não estará medindo esse 1cm a mais de altura. No mais, se vc ficar com medo dessa questão, muitos vôos, para apressar o embarque, oferecem o despacho gratuito de última hora. Aí vc pode mandar sua mochila e embarcar de consciência limpa. Mas complementando o que a Rafa disse, essa sua mochila parece mais um item pessoal do que uma bagagem mesmo. Se for só ela, dificilmente vão encher o saco. Atualmente levo uma mochila cargueira de 60lts (mochila grande mesmo estilo trilheiro), e uma de 30 lts que parece bastante com essa sua como item pessoal. Já embarquei só nesse ano em Manaus, Brasília, São Paulo (Guarulhos e Congonhas) e Florianópolis, sem despachar. Até hj sem problema algum.
  20. Penso que tentaram ficar mais rigorosas, mas atualmente não estão tão exigentes assim. Basta vc não aparentar estar levando a casa inteira dentro de uma mochila. Vc tem condições de ir no aeroporto uns dias antes, com a sua mochila, e testar na caixa de medidas que fica na parte do check-in? A lógica é a seguinte: se sua mochila não tem uma forma fixa como uma mala, então não tem como saber com exatidão se ela vai encaixar ou não no bagageiro. Logo, eles não podem lhe dizer, com certeza, que ultrapassa. E se for essa mochila da foto, é quase certeza de que não terá problemas.
  21. Fazendo coro ao pessoal, tem que ter o espaço adequado para o social. Hostel raiz é isso, galera de todo lugar se conhecendo. Limpeza e conforto a meu ver nem chegam a ser opções, e sim obrigações do estabelecimento. No mais, penso que uma "personalização" faz toda a diferença. O que teu hostel tem de diferente dos demais? Pode colocar uma temática nele. Temática de surfista, roots, rock, alguma coisa que chame mais a atenção nas fotos de divulgação. Uma coisa que notei é que alguns estabelecimentos de diversos segmentos estão investindo nesses espaços "instagramáveis" onde vc pode tirar umas fotos "diferentonas" para as redes sociais. Isso chama bastante a atenção tbm e pode ser a marca registrada de um lugar. Ah, não pode faltar um barzinho, de preferência afastado dos quartos. E um espaço próprio para a turma do fuminho não soltar a marola dentro do prédio. Quem gosta ou precisa dormir cedo sabe o quanto isso chega a ser um problema.
  22. Então pronto, é o mais importante rs. Mas veja os emails rejeitados como o colega citou.
  23. Como o colega acima falou, Bagé fica um pouco mais distante da capital, se formos comparar com Gramado/Canela, que por serem os destinos mais procurados do Estado, acabam tendo uma oferta maior de transportes. Pq não começar com Bagé, que é mais distante? Aí vc aproveita Gramado/Canela com mais calma, sem maiores receios de precisar voltar às pressas para a Capital, por exemplo. Em 2019 fiz algo semelhante ao que vc quer fazer, só que fui para Torres (na divisa com SC), e depois para a serra. E deu super certo. Se por algum motivo ficar difícil voltar diretamente de Bagé para a capital, a cidade grande mais próxima de lá é Pelotas, que pode servir de conexão, no caso de um imprevisto. Em relação a custos, vc pode dar uma economizada no seu tempo e dinheiro indo de blablacar, ao invés de ônibus. Se vc não tiver ouvido falar, é um "uber" de caronas, que funciona muito bem no Estado (palavra de quem usou). Vi que tem uma boa oferta de motoristas saindo de POA para Bagé, na faixa de 80 mangos (enquanto que no ônibus parece que vc não gasta menos de 100 reais). O blablacar tbm está trabalhando com passagens de ônibus atualmente, o que facilita sua busca, embora a meu ver, ir de carro acabe sendo bem melhor (os gaúchos são muito bons de prosa, se vc gosta de conversar, ou quer pegar umas dicas, dá para conversar a viagem quase inteira com os motoristas).
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