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Alice de Souza

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  1. Alice de Souza

    Quanto custa passar 20 dias na Europa?

    Viajar para Europa é um sonho incontestável de muita gente. Mas, às vezes, ele soa tão distante que nem entra na lista de opções. O motivo? O dinheiro gasto com hospedagem, passagem, moedas locais. É, planejar um orçamento 4x maior que a realidade financeira assusta. Em uma rememoração rápida, a pergunta que mais nos fizeram ao longo dos meses pré e pós-viagem foi: e quanto custou tudo? Essa é um questionamento bem difícil de responder, pois dependerá do estilo de viagem adotado, da cotação da época e dos países incluídos na lista (afinal, Europa na verdade são 50 nações diferentes) e até dos perrengues pelo meio do caminho. Mesmo assim, para responder aos anseios da “multidão”, condensamos os nossos gastos e fizemos esse post para tentar ajudar vocês. Leia mais em: https://destinoseguinte.com.br/quanto-custa-passar-20-dias-na-europa-a-gente-te-conta/
  2. Alice de Souza

    Dicas básicas para comprar passagens aéreas baratas

    O pulo do gato para manter uma agenda constante de viagens é encontrar passagens baratas. É preciso ser um caçador de passagens baratas. E se isso soa para você como permanecer madrugadas acordado(a), em frente ao computador, esqueça. A tecnologia e a internet estão aí para serem usadas a seu favor, pessoa leiga que está apenas interessada em tirar uns dias de folga. Sem sofrer muito, apenas ficando atentos, já conseguimos comprar trechos como Recife-Fortaleza pagando apenas a taxa de embarque (algo como R$ 50), Recife-Salvador por R$ 100, ida e volta, e Recife-Belo Horizonte por menos de R$ 200, ida e volta. É claro que os valores são variáveis e sazonais, mas fique atento(a) às dicas abaixo e o sucesso é garantido! https://destinoseguinte.com.br/dicas-basicas-para-comprar-passagens-aereas-baratas/
  3. Alice de Souza

    Onde ficar em Amsterdã: dica de um hostel massa!

    O Generator é uma rede com 14 hostel em cidades da Europa e em Miami, nos Estados Unidos. A ideia parece ser oferecer o máximo de conforto possível com um investimento pesado em design. Em Amsterdã, em particular, isso parece ficar muito claro. O hostel está localizado em um antigo centro educacional, onde as salas foram transformadas em quartos e o auditório em uma área de televisão e bar. É tão bonito que dá vontade de ficar alguns dias só aproveitando toda a estrutura interna do hostel, que ainda conta com um bar subterrâneo. Em nada deve a um hotel múltiplas estrelas. https://destinoseguinte.com.br/onde-ficar-em-amsterda-generator-hostel/
  4. Alice de Souza

    Assis: o berço de São Francisco e Santa Clara

    São duas horas e vinte minutos de distância entre Roma e a cidade de Assis. Contudo, cruzar a divisa entre as regiões de Lazio e da Úmbria é fazer uma nova viagem no tempo. As ruínas milenares saem de cena para dar lugar às sacadas floridas dos imóveis medievais. Entre uma planície e o monte Subásio, Assis é um convite à contemplação da simplicidade. Tal qual a história do seu mais célebre filho, faz-se um bate-volta imperdível. Leia mais em: https://destinoseguinte.com.br/assis-o-berco-de-sao-francisco-e-santa-clara/
  5. Alice de Souza

    8 coisas que você deveria fazer em Amsterdã

    Amsterdã é um símbolo da harmonia entre interesses em uma cidade. É como se cada cidadão tivesse suas vontades ouvidas e seus direitos compatibilizados com os demais. O respeito parece predominar e basta uma rápida visita para perceber o reflexo e o impacto dessa postura na infraestrutura urbana e na excelência dos serviços. Neste post, montamos uma lista de atrações imperdíveis da cidade. Leia aqui: https://destinoseguinte.com.br/8-coisas-que-voce-deveria-fazer-em-amsterda/
  6. Alice de Souza

    Um guia na Chapada dos Veadeiros

    A maioria das cachoeiras da Chapada dos Veadeiros pode ser acessada sem a obrigatoriedade de contratação de guia. As únicas que precisam efetivamente de alguém te acompanhando são as do Quilombo Kalunga, dentre elas a famosa Santa Bárbara. Todas as outras, inclusive as do Parque Nacional da Chapada, têm trilhas que podem ser percorridas sem ajuda profissional. O que acontece, e muita gente não sabe, é que os caminhos para acessar o começo das trilhas nem sempre são fáceis. Em geral, ficam em estradas de terra bifurcadas. É por isso que recomendamos, para alguns passeios, a ajuda profissional. E para conseguir isso economizando, nós vamos te dar uma dica! https://destinoseguinte.com.br/como-contratar-um-guia-na-chapada-dos-veadeiros/
  7. Alice de Souza

    Descobrindo o litoral brasileiro: Praia do Sagi

    Com a quantidade de informações distribuídas nesta nossa internet sobre roteiros de viagem e as facilidades para viajar, é difícil encontrar um destino quase desconhecido pelos turistas de plantão. Mas, boa notícia, eles existem aos montes por aí. Distante 18km de uma rodovia asfaltada, a Praia do Sagi é como um oásis entre as vizinhas mais conhecidas e movimentadas, Pipa e Baía Formosa. Em um vilarejo de pescadores, a praia fica próxima à divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba e ainda guarda aquele clima de quase intocada, com área de mangue preservada, poucas residências e noites de silêncio absoluto. Em Sagi, os jovens ainda estão descobrindo os encantos da internet e as pessoas adoram conversar sobre as mudanças na região. Para chegar à praia, é preciso percorrer uma estrada de barro – quase sempre esburacada – em meio ao canavial. Só há sinais de civilização no pequeno vilarejo, margeado de um lado pelo Rio Guaju e do outro pelo Rio Sagi. Na Praia do Sagi, não há vida noturna intensa e a proposta é realmente descansar e aproveitar a natureza. Continue lendo em: https://destinoseguinte.com.br/descobrindo-o-litoral-brasileiro-praia-do-sagi/
  8. Alice de Souza

    Fernando de Noronha: 8 dicas para planejar a viagem

    Pague as taxas com antecedência O visitante paga duas taxas em Noronha. Uma delas é a Taxa de Preservação Ambiental (R$ 68,74 por dia). A outra é o ingresso do Parque Nacional Marinho Fernando de Noronha (R$ 89 para brasileiros e R$ 178 para estrangeiros, por 10 dias). A primeira delas, você é obrigado a pagar. A segunda é facultativa, mas o não pagamento significa deixar de conhecer cartões-postais como a Baía dos Porcos, a Baía do Sancho e a Praia do Sueste. A nossa primeira dica é: pague tudo com antecedência, pela internet. Assim, você evita filas no aeroporto e também na sede do ICMBIO. Tempo em Noronha é dinheiro, muito dinheiro. A taxa de preservação pode ser paga no site oficial do arquipélago. A outra deve ser paga no site do Parque Nacional Marinho Fernando de Noronha. Agende com antecedência passeios com restrição de público Alguns passeios em Noronha têm a quantidade de visitantes limitada por dia ou só podem ser feitos sob determinadas condições de maré. Nem sempre é possível compatibilizar a nossa vontade com as vagas, sobretudo se já estivermos na ilha. As chances de não haver agenda para você são grandes. Por isso, se você deseja conhecer lugares como a piscina do Morro de São José (única ilha secundária onde é permitida a visitação pública), a Praia do Atalaia ou as piscinas naturais da Pontinha e da Caieiras, faça o agendamento prévio. Informações sobre como fazê-lo podem ser obtidas no telefone: +55 81 3619-1220. Outra opção é pedir ajuda aos responsáveis pelo seu local de hospedagem. O agendamento pode ser feito com até cinco dias de antecedência. Continue lendo em: https://destinoseguinte.com.br/fernando-de-noronha-8-dicas-para-planejar-viagem/
  9. Alice de Souza

    São Miguel do Gostoso: o que você precisa saber

    São Miguel do Gostoso foge às regras dos tradicionais roteiros do litoral nordestino. A 102km de Natal, capital do Rio Grande do Norte, a cidade e as praias circundantes parecem contar o tempo de uma forma diferente. Tudo lá parece muito tranquilo, mesmo diante da fama que se espalha com rapidez. Talvez seja pelas faixas de areia enormes, talvez porque o centro se resume a poucas centenas de metros ao redor da rodovia principal. O fato é que na maioria dos lugares que você for por lá a sensação é de exclusividade. Visitamos Gostoso – cujo nome por si só já é um atrativo – durante um feriadão. Pensávamos em encontrar a cidade lotada de gente, mas nos surpreendemos com a calmaria pela região. As pousadas lotadas contrastavam com as praias quase vazias. Um deleite para quem pensa em descansar e não se estressar. À noite, não era diferente. Gostoso é privilegiada no quesito restaurantes e bares. Cada um mais bonito e aconchegante do que o outro. Você consegue aproveitá-los sem agonia e sem esperar em imensas filas. Se a sua ideia for fugir da lotação de outras praias nordestinas, Gostoso não irá decepcionar. O recanto dos ventos, local ideal para a prática de kitesurf e windsurf, é também perfeito para quem deseja ouvir o barulho do mar e contar as estrelas no céu sem se preocupar com o relógio. Continue lendo: https://destinoseguinte.com.br/sao-miguel-do-gostoso/
  10. Alice de Souza

    Três dias na Chapada dos Veadeiros. É possível?

    Tão perto da efervescência e do protagonismo da capital federal, adormece sobre a savana de maior biodiversidade do planeta um oásis de mística e tranquilidade. Enquanto a 246 km Brasília pulsa em agonia, a Chapada dos Veadeiros pode ostentar um território de absoluta paz. Direito instituído pela privilegiada posição geográfica, em pleno cerrado de altitude, e reassegurado no começo de julho de 2017, quando a Organização Mundial das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) afastou de vez o risco de a unidade de conservação perder o título de Patrimônio Mundial. Se com os seus 65.514 hectares de área preservada a Chapada já era uma rota de ecoturismo em pleno processo de descobrimento, a ampliação da área de proteção para 240 mil hectares (fundamental para a seguridade do título), exponencia os motivos para escapar da rotina e se jogar entre as trilhas que cortam o cerrado. Nem sempre será fácil, é preciso fôlego e perna para caminhar quilômetros adentro em busca dos paraísos escondidos entre a múltipla formação vegetal que cobre a área. Entretanto, é justamente a quase imperceptível intervenção humana, evidente apenas nas taxas de entrada das cachoeiras, que transforma Veadeiros em uma experiência única. Seis municípios circundam a unidade de conservação. Alto Paraíso de Goiás é o mais famoso dele, com 3,5 mil leitos e uma relativa infraestrutura de comércio e serviços para o visitante. Cavalcante, Colinas do Sul, Teresina de Goiás, Nova Roma e São João da Aliança completam o circuito. As cidades são pequenas, mas podem ser ainda menores e mais inusitadas em seus distritos, a maioria deles de ruas de terra batida e com espaços para camping. A área de preservação abarca o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, a Área de Proteção Ambiental estadual do Pouso Alto, 22 reservas particulares de patrimônio natural e o quilombo Kalunga. As cidades são apenas o ponto de partida para conhecer a região, o visitante passa mais tempo mesmo entre estradas de barro e a natureza. Só tínhamos três dias para explorar a região, então tivemos que fazer um roteiro bem criterioso. Veja no post do link ( https://destinoseguinte.com.br/chapada-dos-veadeiros-o-guia-da-primeira-viagem/ ) detalhes da nossa viagem.
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