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Alice de Souza

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  1. Viajar para Europa é um sonho incontestável de muita gente. Mas, às vezes, ele soa tão distante que nem entra na lista de opções. O motivo? O dinheiro gasto com hospedagem, passagem, moedas locais. É, planejar um orçamento 4x maior que a realidade financeira assusta. Em uma rememoração rápida, a pergunta que mais nos fizeram ao longo dos meses pré e pós-viagem foi: e quanto custou tudo? Essa é um questionamento bem difícil de responder, pois dependerá do estilo de viagem adotado, da cotação da época e dos países incluídos na lista (afinal, Europa na verdade são 50 nações diferentes) e até dos
  2. O pulo do gato para manter uma agenda constante de viagens é encontrar passagens baratas. É preciso ser um caçador de passagens baratas. E se isso soa para você como permanecer madrugadas acordado(a), em frente ao computador, esqueça. A tecnologia e a internet estão aí para serem usadas a seu favor, pessoa leiga que está apenas interessada em tirar uns dias de folga. Sem sofrer muito, apenas ficando atentos, já conseguimos comprar trechos como Recife-Fortaleza pagando apenas a taxa de embarque (algo como R$ 50), Recife-Salvador por R$ 100, ida e volta, e Recife-Belo Horizonte por menos de
  3. O Generator é uma rede com 14 hostel em cidades da Europa e em Miami, nos Estados Unidos. A ideia parece ser oferecer o máximo de conforto possível com um investimento pesado em design. Em Amsterdã, em particular, isso parece ficar muito claro. O hostel está localizado em um antigo centro educacional, onde as salas foram transformadas em quartos e o auditório em uma área de televisão e bar. É tão bonito que dá vontade de ficar alguns dias só aproveitando toda a estrutura interna do hostel, que ainda conta com um bar subterrâneo. Em nada deve a um hotel múltiplas estrelas. https://destinos
  4. São duas horas e vinte minutos de distância entre Roma e a cidade de Assis. Contudo, cruzar a divisa entre as regiões de Lazio e da Úmbria é fazer uma nova viagem no tempo. As ruínas milenares saem de cena para dar lugar às sacadas floridas dos imóveis medievais. Entre uma planície e o monte Subásio, Assis é um convite à contemplação da simplicidade. Tal qual a história do seu mais célebre filho, faz-se um bate-volta imperdível. Leia mais em: https://destinoseguinte.com.br/assis-o-berco-de-sao-francisco-e-santa-clara/
  5. Amsterdã é um símbolo da harmonia entre interesses em uma cidade. É como se cada cidadão tivesse suas vontades ouvidas e seus direitos compatibilizados com os demais. O respeito parece predominar e basta uma rápida visita para perceber o reflexo e o impacto dessa postura na infraestrutura urbana e na excelência dos serviços. Neste post, montamos uma lista de atrações imperdíveis da cidade. Leia aqui: https://destinoseguinte.com.br/8-coisas-que-voce-deveria-fazer-em-amsterda/
  6. A maioria das cachoeiras da Chapada dos Veadeiros pode ser acessada sem a obrigatoriedade de contratação de guia. As únicas que precisam efetivamente de alguém te acompanhando são as do Quilombo Kalunga, dentre elas a famosa Santa Bárbara. Todas as outras, inclusive as do Parque Nacional da Chapada, têm trilhas que podem ser percorridas sem ajuda profissional. O que acontece, e muita gente não sabe, é que os caminhos para acessar o começo das trilhas nem sempre são fáceis. Em geral, ficam em estradas de terra bifurcadas. É por isso que recomendamos, para alguns passeios, a ajuda profissional.
  7. Com a quantidade de informações distribuídas nesta nossa internet sobre roteiros de viagem e as facilidades para viajar, é difícil encontrar um destino quase desconhecido pelos turistas de plantão. Mas, boa notícia, eles existem aos montes por aí. Distante 18km de uma rodovia asfaltada, a Praia do Sagi é como um oásis entre as vizinhas mais conhecidas e movimentadas, Pipa e Baía Formosa. Em um vilarejo de pescadores, a praia fica próxima à divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba e ainda guarda aquele clima de quase intocada, com área de mangue preservada, poucas residências e noites d
  8. Pague as taxas com antecedência O visitante paga duas taxas em Noronha. Uma delas é a Taxa de Preservação Ambiental (R$ 68,74 por dia). A outra é o ingresso do Parque Nacional Marinho Fernando de Noronha (R$ 89 para brasileiros e R$ 178 para estrangeiros, por 10 dias). A primeira delas, você é obrigado a pagar. A segunda é facultativa, mas o não pagamento significa deixar de conhecer cartões-postais como a Baía dos Porcos, a Baía do Sancho e a Praia do Sueste. A nossa primeira dica é: pague tudo com antecedência, pela internet. Assim, você evita filas no aeroporto e também na sede do ICM
  9. São Miguel do Gostoso foge às regras dos tradicionais roteiros do litoral nordestino. A 102km de Natal, capital do Rio Grande do Norte, a cidade e as praias circundantes parecem contar o tempo de uma forma diferente. Tudo lá parece muito tranquilo, mesmo diante da fama que se espalha com rapidez. Talvez seja pelas faixas de areia enormes, talvez porque o centro se resume a poucas centenas de metros ao redor da rodovia principal. O fato é que na maioria dos lugares que você for por lá a sensação é de exclusividade. Visitamos Gostoso – cujo nome por si só já é um atrativo – durante um feria
  10. Tão perto da efervescência e do protagonismo da capital federal, adormece sobre a savana de maior biodiversidade do planeta um oásis de mística e tranquilidade. Enquanto a 246 km Brasília pulsa em agonia, a Chapada dos Veadeiros pode ostentar um território de absoluta paz. Direito instituído pela privilegiada posição geográfica, em pleno cerrado de altitude, e reassegurado no começo de julho de 2017, quando a Organização Mundial das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) afastou de vez o risco de a unidade de conservação perder o título de Patrimônio Mundial. Se com
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