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edmundo_wilson

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  1. Sobre o bairro, o 10ème arrondissement é bem diferente da Paris dos cartões postais. Veja, não é um bairro perigoso. Acho que dentro de Paris, para brasileiros, perigo mesmo, só de ser assaltado, em algumas regiões muito específicas e tarde da noite. E olhe lá. É só tomar cuidados básicos de qualquer cidade brasileira e tudo vai bem. As vantagens da localização são a proximidade a Belleville (se você se interessa por uma Paris de imigrantes, comida de rua), aos dois melhores parques da cidade, Buttes-Chaumont e La Villette e ao Canal Saint-Martin, onde passear no fim da tarde e senta
  2. P., Como disse o colega, jamais mencione que vai trabalhar, não dê pistas, não gagueje, isto é, minta e omita muito bem. Treine o que vai dizer e consiga dizer sem dar bandeira. Se vai ficar muito tempo é preciso provar que tem dinheiro para isso. Se quer procurar trabalho não registrado, comece por fóruns e comunidades de brasileiros que vivem no exterior. Mas, adianto que é difícil, porque mesmo os empregos que estudantes/jovens costumam arrumar, mesmo os trabalhos diários/temporários (eventos, bar, cozinha) pedem que você seja registrado. É muito risco para um dono de estab
  3. Já tentou o aplicativo BlaBlaCar? As caronas lá são pagas. Opinião de quem pegou muita carona nos últimos dois anos: arranjar 4 vagas em um carro só é difícil.
  4. Obrigado, LS. Entendo seu ponto de vista. Mas, eu não disponho de um ano inteiro para viajar. Só posso, no máximo, me ausentar por 1-2 meses. Por isso, para mim a saída é fazer várias voltas ao mundo durante a vida. Em cada uma delas, ir visitando algumas cidades ou regiões que eu queira conhecer. Meus interesses são bem específicos, embora eu saiba o quanto é possível se surpreender mesmo viajando de carro até o município vizinho. Assim, não coloco, por exemplo, a NZ como um destino indispensável nos meus planos de viagem. Ao menos, não nas primeiras viagens. E a não ser que
  5. Cuidado com essa questão do curso. Treine o que vai dizer. Qualquer sinal de que você está omitindo algo acende um alerta nos funcionários.
  6. Supondo que você comece pela Grécia e depois Roma, o trecho Amsterdã > Paris > Londres pode ser feito de trem. A grande vantagem do trem é que você não precisa chegar 2h-3h antes na estação (como teria que fazer no aeroporto). A não ser que tenha interesses específicos, em geral funciona 2-3 dias em Amsterdã. 5-6 dias em Paris e 5-6 dias em Londres também dão para matar o básico (ou para fugir do básico e ficar só andando pelos bairros a esmo). Acho também que 3-4 dias em Atenas e 3-4 dias em Roma dão para o básico. Mas, se você quer muito Atenas e Roma, eu tiraria Amste
  7. Sugiro passar por Arraial do Cabo, Cabo Frio e Búzios. Três cidades praieiras, muito diferentes entre si e muito próximas também.
  8. S., Mesmo com a sugestão do A., que melhora bastante as coisas, ainda assim, acho que o risco de você não aproveitar a viagem será muito grande. Dá para viajar entre Londres, Paris e Amsterdã de trem (Paris-Londres e Paris-Amsterdã). Você pode pegar um voo Brasil-Amsterdã, que normalmente é um pouco mais barato do que Brasil-Paris, ficar lá 2 dias, descer de trem para Paris, ficar lá 4 dias, subir de trem para Londres, ficar lá mais 4 dias e voltar para o Brasil. Isso dá 10 dias. Tirei 2 dias dos 12 -- um para ir para a Europa, outro para voltar. Nesses dias de chegada e p
  9. Eu sempre considero 2 horas entre o momento em que o avião toca o solo e minha "entrada" de fato no país (depois de desembarcar, pegar as malas, passar pela imigração). Pousar, estacionar, abrir portar, voo internacional, aeronave grande, Brasil-Europa normalmente cheio, muita mala, controles de imigração cada vez maiores, tudo isso leva tempo. Já passei 40 minutos dentro de avião só para levantar da poltrona e saltar. E nem pareceu que passou tanto tempo. Nunca usei celular na Itália, mas um morador de Roma recomenda escolher ou Vodafone ou TIM. Nenhuma das outras ele recomenda
  10. Concordo com a Kiki. Acho que são destinos formatados para casais e famílias.
  11. Essas perguntas levariam um livro de 500 páginas para ser respondidas. Comece dando mais detalhes: quer hotel, hostel ou airbnb? Ou couchsurf? Quer conhecer lugares off the beaten path ou os pontos principais de cada cidade? Quer comer barato ou bem? Na rua ou sentado?
  12. O que você quer fazer? Praia? Luxo? Festa fechada? Mato? Montanha?
  13. A melhor maneira de pegar passagens realmente baratas em cias low-cost é se cadastrando para receber newsletter/alertas por e-mail. Considere mover-se de carona também, dentro dos países. Em aplicativos como o BlaBlaCar você consegue encontrar caronas (pagas). Sem contar com hospedagem, acho 1.500 euros possível, mas você ficaria no limite, teria de economizar em tudo, arriscaria comer mal. Pode ajudar se sua viagem for flexível; se você estiver disposto a mudar os planos durante a viagem conforme a necessidade ou a comodidade; se aceitar até mesmo desistir de algum destino;
  14. Perto de você, o litoral norte do Rio dá praia em agosto/setembro. Búzios, Angra, Ilha Grande. No litoral sul (Paraty etc.) costuma fazer sol, mas faz mais frio, pode ser ruim pegar praia. A região que você citou (Floripa e Camboriú) costuma ter sol, mas pode também ser frio demais para curtir a praia. Costuma fazer menos de 25º a máxima.
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