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edmundo_wilson

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Tudo que edmundo_wilson postou

  1. Sobre o bairro, o 10ème arrondissement é bem diferente da Paris dos cartões postais. Veja, não é um bairro perigoso. Acho que dentro de Paris, para brasileiros, perigo mesmo, só de ser assaltado, em algumas regiões muito específicas e tarde da noite. E olhe lá. É só tomar cuidados básicos de qualquer cidade brasileira e tudo vai bem. As vantagens da localização são a proximidade a Belleville (se você se interessa por uma Paris de imigrantes, comida de rua), aos dois melhores parques da cidade, Buttes-Chaumont e La Villette e ao Canal Saint-Martin, onde passear no fim da tarde e sentar em uma cave à vins (bar de vinhos) é um programa ótimo para quem não tem pressa. Os 9, 10, 18 e 19ème arrondissement são bairros populares de Paris. Muitas famílias (francesas, parisienses) de imigrantes. Muitos chineses também. Pode ser feio ou interessantíssimo. Ou os dois ao mesmo tempo. Muitos guias de viagem recomendam evitar os arredores da Gare du Nord e da Gare du Lest depois das 22h, sobretudo mulheres sozinhas. Há assédio de homens. Mas Paris é uma cidade muito bem policiada. Acho que o maior risco que o turista corre é ter seu iPhone furtado no metrô.
  2. P., Como disse o colega, jamais mencione que vai trabalhar, não dê pistas, não gagueje, isto é, minta e omita muito bem. Treine o que vai dizer e consiga dizer sem dar bandeira. Se vai ficar muito tempo é preciso provar que tem dinheiro para isso. Se quer procurar trabalho não registrado, comece por fóruns e comunidades de brasileiros que vivem no exterior. Mas, adianto que é difícil, porque mesmo os empregos que estudantes/jovens costumam arrumar, mesmo os trabalhos diários/temporários (eventos, bar, cozinha) pedem que você seja registrado. É muito risco para um dono de estabelecimento, por pior que ele seja, admitir alguém sem autorização para residência e trabalho. A oferta (de estudante e jovem querendo trabalhar temporariamente ou por meio período) é bem grande. Mesmo para trabalhos pontuais de um dia, meio-dia apenas. Procurar trabalho ilegal, então, é procurar gente disposta a te admitir ilegalmente. Gente que vive no risco. E quem arrisca, em geral, não se importa com o que pode vir a perder.
  3. Já tentou o aplicativo BlaBlaCar? As caronas lá são pagas. Opinião de quem pegou muita carona nos últimos dois anos: arranjar 4 vagas em um carro só é difícil.
  4. Obrigado, LS. Entendo seu ponto de vista. Mas, eu não disponho de um ano inteiro para viajar. Só posso, no máximo, me ausentar por 1-2 meses. Por isso, para mim a saída é fazer várias voltas ao mundo durante a vida. Em cada uma delas, ir visitando algumas cidades ou regiões que eu queira conhecer. Meus interesses são bem específicos, embora eu saiba o quanto é possível se surpreender mesmo viajando de carro até o município vizinho. Assim, não coloco, por exemplo, a NZ como um destino indispensável nos meus planos de viagem. Ao menos, não nas primeiras viagens. E a não ser que seja muito barato ou sem custos incluir uma parada na NZ. Como não poderei viajar para todos os lugares possivelmente interessantes do mundo, preciso focar no que eu mais quero. Depois de anos pesquisando, anotando e compilando dados, sei exatamente para onde quero ir e em quais continentes. A Tailândia deve ser inesquecível, mas eu prefiro beber café em Addis Ababa. São escolhas que temos de fazer. Outra coisa que me motiva a fazer essa viagem em um tempo "curto" é que as passagens para os lugares que eu mais quero conhecer no mundo custam muito caro. Então, em vez de pagar 4 mil+ em uma passagem ida e volta para um país/cidade/região, eu descobri que é possível pagar +/- 6 mil e conhecer 3-4 continentes. Sempre considero cada viagem como a última. Passar a vida sem ir à Austrália não é um problema para mim, por exemplo. Mas, não visitar a Namíbia uma vez na vida, por exemplo também, me deixaria muito triste.
  5. Cuidado com essa questão do curso. Treine o que vai dizer. Qualquer sinal de que você está omitindo algo acende um alerta nos funcionários.
  6. Supondo que você comece pela Grécia e depois Roma, o trecho Amsterdã > Paris > Londres pode ser feito de trem. A grande vantagem do trem é que você não precisa chegar 2h-3h antes na estação (como teria que fazer no aeroporto). A não ser que tenha interesses específicos, em geral funciona 2-3 dias em Amsterdã. 5-6 dias em Paris e 5-6 dias em Londres também dão para matar o básico (ou para fugir do básico e ficar só andando pelos bairros a esmo). Acho também que 3-4 dias em Atenas e 3-4 dias em Roma dão para o básico. Mas, se você quer muito Atenas e Roma, eu tiraria Amsterdã do páreo e distribuiria os dias entre as anteriores. Você teria 23 dias livres em 4 cidades, mais ou menos 6 por cidade. Para uma viagem está ótimo. A não ser que tenha algo na Holanda que você queira muito ver.
  7. Sugiro passar por Arraial do Cabo, Cabo Frio e Búzios. Três cidades praieiras, muito diferentes entre si e muito próximas também.
  8. S., Mesmo com a sugestão do A., que melhora bastante as coisas, ainda assim, acho que o risco de você não aproveitar a viagem será muito grande. Dá para viajar entre Londres, Paris e Amsterdã de trem (Paris-Londres e Paris-Amsterdã). Você pode pegar um voo Brasil-Amsterdã, que normalmente é um pouco mais barato do que Brasil-Paris, ficar lá 2 dias, descer de trem para Paris, ficar lá 4 dias, subir de trem para Londres, ficar lá mais 4 dias e voltar para o Brasil. Isso dá 10 dias. Tirei 2 dias dos 12 -- um para ir para a Europa, outro para voltar. Nesses dias de chegada e partida, qualquer coisa que você conseguir fazer, considere um ganho. Não planeje nada importante ou imprescindível nesses dias. Faça algo simples, como dar uma volta pelo centro e jantar num bom restaurante. Isso já está ótimo, até para você voltar para o hotel e dormir bem, para acordar disposta para os outros dias. Acho que seu roteiro inicial, que fica muito corrido para adultos, para uma criança é ainda pior. Só compre a passagem depois de definir seu roteiro, com tudo no papel. Comprar a passagem é a última coisa a se fazer no planejamento da viagem. Até porque dá para reservar hotel com antecedência sem pagar (cancelando a reserva pouco antes da chegada, se for preciso). Eu deixaria Itália e Suíça para ser visitadas em conjunto em outra viagem. Visitar duas grandes capitais e ainda Amsterdã em 10 dias e sem correria é um grande feito, acredite.
  9. Eu sempre considero 2 horas entre o momento em que o avião toca o solo e minha "entrada" de fato no país (depois de desembarcar, pegar as malas, passar pela imigração). Pousar, estacionar, abrir portar, voo internacional, aeronave grande, Brasil-Europa normalmente cheio, muita mala, controles de imigração cada vez maiores, tudo isso leva tempo. Já passei 40 minutos dentro de avião só para levantar da poltrona e saltar. E nem pareceu que passou tanto tempo. Nunca usei celular na Itália, mas um morador de Roma recomenda escolher ou Vodafone ou TIM. Nenhuma das outras ele recomenda.
  10. Concordo com a Kiki. Acho que são destinos formatados para casais e famílias.
  11. Essas perguntas levariam um livro de 500 páginas para ser respondidas. Comece dando mais detalhes: quer hotel, hostel ou airbnb? Ou couchsurf? Quer conhecer lugares off the beaten path ou os pontos principais de cada cidade? Quer comer barato ou bem? Na rua ou sentado?
  12. O que você quer fazer? Praia? Luxo? Festa fechada? Mato? Montanha?
  13. A melhor maneira de pegar passagens realmente baratas em cias low-cost é se cadastrando para receber newsletter/alertas por e-mail. Considere mover-se de carona também, dentro dos países. Em aplicativos como o BlaBlaCar você consegue encontrar caronas (pagas). Sem contar com hospedagem, acho 1.500 euros possível, mas você ficaria no limite, teria de economizar em tudo, arriscaria comer mal. Pode ajudar se sua viagem for flexível; se você estiver disposto a mudar os planos durante a viagem conforme a necessidade ou a comodidade; se aceitar até mesmo desistir de algum destino; ou se ficar menos tempo. Deslocamento dentro da viagem é uma das coisas que mais consomem dinheiro. Quanto mais você se desloca, mais gasta. Quanto mais cidades visita, mais gasta, porque nem sempre consegue fazer refeições com os melhores custos-benefícios (às vezes, é preciso passar uns dias para conhecer esses locais ou conversar com as pessoas e ouvir suas dicas). Seu roteiro é ambicioso. Três países com uma grande capital (Paris), três capitais médias (Lisboa, Madrid e Barcelona -- esta, capital da Catalunha), e inúmeras regiões e cidades menores e interessantes (Sevilla, La Coruña, Lion, Bordeaux, Marselha, Porto etc.), o período é longo 30 dias e o dinheiro é curto. Talvez alguma coisa nessa equação possa ser subtraída (menos países? menos tempo?), uma vez que mais dinheiro não será possível.
  14. Perto de você, o litoral norte do Rio dá praia em agosto/setembro. Búzios, Angra, Ilha Grande. No litoral sul (Paraty etc.) costuma fazer sol, mas faz mais frio, pode ser ruim pegar praia. A região que você citou (Floripa e Camboriú) costuma ter sol, mas pode também ser frio demais para curtir a praia. Costuma fazer menos de 25º a máxima.
  15. Dá para ir de ônibus. Mas só funciona se você viajar sem pressa. Saindo de Maceió, você pode não chegar a tempo de pegar, no mesmo dia, piscinas naturais de Maragogi, por exemplo.
  16. Dá para baixar o preço trocando hotéis por hostels ou Airbnb; e o táxi/Uber por ônibus.
  17. L., Uma coisa que eu e a maioria dos viajantes muito mais experientes do que eu podemos lhe dizer é: a maioria das pessoas no mundo é boa, honesta e não vai procurar lhe fazer mal. Quanto mais se viaja, mais se confirma isso. Sempre haverá maldade, mas ela é a menor parte do mundo. Se você tomar os cuidados básicos que você toma na sua própria cidade, pode ter certeza de que sua viagem começou muito segura. Some a isso os cuidados específicos (se existirem) do lugar onde você vai (se existirem; por exemplo, na Argentina, no metrô, tem muito batedor de carteira; em Paris, rouba-se muito iPhone; em La Paz, tem muito golpe de táxi no aeroporto), e sua viagem tem 99% de chances de ser totalmente segura. Quando estiver em um lugar novo, vá no feeling. Não fale com quem não quiser, não entre em ruas que achar estranhas, não aceite bebida de gente de quem você desconfiar. Você não precisa fazer a viagem mais descolada, sinistra, perigosa etc. para ser boa. Tem gente que pega carona. Tem gente que não pega. Tem gente que não fica em albergue. Tem gente que faz couchsurfing. Tem gente que separa dinheiro para 1 mês. Tem gente que viaja só com a passagem de ida. Faça o que você se sentir seguro fazendo. Ouse, mas não vá contra sua intuição. Só de você querer viajar, só de você viajar para um município vizinho já é um grande passo, acredite, bróder. De resto, confie, divirta-se, viaje e seja feliz.
  18. M., Desde o ano passado, é possível comprar pela internet a passagem de lancha de Valença para Boipeba. Vá ao site https://www.islandtour.com.br/t/web/ É uma grande ajuda, porque no verão as lanchas saem cheias e o risco de chegar lá e não ter lugar (e ter de se hospedar em Valença até o dia seguinte) é grande. E fora da temporada, o número de lanchas cai bastante.
  19. J., Há mais de um trem entre Amsterdã e Bruxelas. A maioria custa mesmo a partir de 45 euros. Mas, você pesquisou o Thalys? É o trem mais caro, se você comprar próximo do embarque. Mas, olhando 90 dias antes, que é quando as passagens entram para venda, você pode achar por até 30 euros. É o trem mais rápido e tem reserva de assento. O Thalys te deixa na estação Brussels-Midi. De lá, você pega um trem que vai custar menos de 10 euros para o aeroporto. No fim, vai dar quase 45 euros. Mas, é a opção mais barata que eu conheço. Talvez outros possam ajudar.
  20. F., Sobre o período, Acredito que 10 dias é muito pouco para três países. Primeiro, porque há muito para ver em cada uma dessas cidades. Paris sozinha vale 7 dias, até mesmo 10. Lisboa vale uns 4 dias no mínimo. Madri uns 5 ou 6. Isso para fazer o básico. Segundo, porque você vai pegar 2 aviões dentro da Europa (Lisboa-Madri-Paris). Isso significa 2 deslocamentos hotel-aeroporto, 2 check-ins, 2 deslocamentos aeroporto-hotel etc. Se você está aberto a rever seu roteiro, minha sugestão é fazer duas das três cidades. Não seria o ideal, mas ainda assim, eu sugeriria Lisboa (que é menor) e mais Madrid (que é perto) ou Paris. Veja as durações médias de voo: Lisboa-Madrid: 1h10 Lisboa-Paris: 2h. Essa uma hora a mais para Paris faz diferença. Considere Lisboa-Madrid. Sempre considere que o dia de ir de uma cidade a outra é um dia perdido ou meio perdido. Não conte com ele como um dia inteiro para passear. Acho que o ideal mesmo, mesmo, seria você escolher uma das três cidades e passar uma semana nela. É sua primeira viagem a Europa. Você pode voltar outras vezes. A pior coisa é você sentir que tem que voltar a uma cidade porque não viu tudo o que gostaria. Voltar a uma cidade é bom quando a gente já viu tudo o que gostaria, mas tem motivos pessoais para voltar: uma paisagem, um restaurante, uma descoberta, uma saudade. Sugiro você considerar isso. Qual cidade mais lhe dá vontade de conhecer? Sobre o dinheiro, Acho que é o bastante, sim. 270 euros por dia para vocês dois está de muito bom tamanho, fora hospedagem e passagem, está excelente. Sobre quando ir, Evite o inverno (dezembro, janeiro, fevereiro). Evite o verão (julho, agosto). Gosto muito da Europa em abril ou maio (primavera) e em setembro/outubro (outuno). A vantagem de ir em abril/maio é que conforme vai se aproximando de junho, vai ficando mais quente. Mas em setembro não é frio. Outubro, da metade para o fim, vai ficando frio. Se for para escolher um mês: maio. Ainda não é verão e você vai pegar, em média: Em Lisboa, mínimas acima de 10º e máximas abaixo de 22º. Em Madrid, mínimas acima de 9º e máximas abaixo de 24º. Em Paris, mínimas acima de 9º e máximas abaixo de 20º Claro que sempre pode haver um super-verão, um inverno antecipado etc. É bom ir acompanhando o clima nos meses antes de viajar. Esses valores são médias históricas. Se quiser ser ainda mais preciso, vá na segunda metade de maio. O tempo nessas capitais varia muito rápido. Durante o mês de maio as médias sobem de 3 a 4 graus. Sobre chopp gelado, O preço da cerveja na Europa, embora não seja proibitivo, muitas vezes surpreende o turista brasileiro. O vinho quase sempre sai mais em conta.
  21. A internet trouxe muitas facilidades para o viajante. Aprendemos a usar suas ferramentas e a combiná-las. A usar: pesquisar em sites agregadores (Viajanet, Booking, Decolar, Kayak, Skyscanner) a passagem mais barata. E a combinar: depois da pesquisa, ir direto no site da companhia que aparecem com a passagem mais barata e comprar direto deles. Porém, é comum esquecermos de que as ferramentas antigas não perderam totalmente a função. Elas ainda têm seu lugar e podem ser úteis, quando não são a melhor opção em certos casos. Para mim, os agentes de viagem ainda têm uma função importante, sobretudo em casos de viagem como a sua, B., com vários destinos. Veja, acho que é perfeitamente possível você fazer tudo sozinha, pela internet, e conseguir um ótimo preço. Mas, muitas vezes custa pouco passar em uma agência e, com o roteiro na mão, pedir uma cotação, sem compromisso. Pode ser que o preço que você conseguiu na internet seja melhor. Mas, pode ser que o agente consiga um preço melhor. O importante é ir informado e ter uma base de comparação para a oferta do agente. Mesmo viajantes experientes, mesmo jornalistas que cobrem turismo, os chamados "viajantes profissionais" recorrem a agentes de viagem. O principal motivo para isso são é que mesmo sites agregadores têm limitações. Eles conseguem combinar voos de várias companhias, mas raramente conseguem a melhor combinação possível. Isso demanda um tipo de software que apenas as agências de viagem possuem. É uma busca mais complexa. Se quiser ter uma ideia de como funciona, existe o site ITA Matrix (https://matrix.itasoftware.com/). É a coisa mais próxima existente na internet de um software de agência de viagem. Sabendo usar, esse site te dá as melhores combinações possíveis. O lado ruim é que ele apenas encontra as passagens, mas não as vende. E é preciso aprender a usar. Em suma, a internet ajuda muito, fazer tudo sozinho é ótimo, mas podemos nos surpreender com a ajuda que um bom e velho agente de viagem pode nos dar nos casos mais complicados.
  22. B., Você não precisa comprar tudo no site da companhia (Alitalia, no caso). Nem precisa fazer stopover. Eu me referi a uma passagem múltiplos destinos mesmo. É isso que estou chamando de "tudo no mesmo ticket". Quis dizer que em vez de fazer várias compras, passagens diferentes (Brasil-Londres-Brasil; Londres-Dublin-Barcelona etc.), você compra uma passagem apenas, com todos os deslocamentos dentro dela. Isso, em geral, fica mais barato. Mas, como o A. mencionou, nem sempre é possível comprando direto da companhia aérea. Essa é a grande vantagem, na minha opinião, de comprar em mecanismos de busca (Kayak, Skyscanner) ou em agências de viagem. Veja, em geral, comprar direto da companhia sai mais barato do que via agências/sites agregadores como esses que citei. Mas, no caso de passagens múltiplos destinos, muitas vezes é preciso recorrer a esses sites, porque eles vão combinar voos mais baratos de várias companhias. Você "perde" por um lado (ao não comprar direto da companhia), mas ganha por outro: no geral, a compra sai mais barata. Veja esse texto do Ricardo Freire, em que ele dá um exemplo prático comparando modalidades de compra: http://www.viajenaviagem.com/2012/01/passagens-internacionais-como-evitar-o-erro-mais-comum.
  23. A., Calcule com precisão seus tempos de deslocamento entre a descida em Frankfurt, imigração, bagagens, trajeto aeroporto>lugar onde você quer ir, e a volta, com check-in, imigração etc. Confira se você vai ter de retirar sua bagagem do voo Frankfurt-Brasil e despachar de novo para o voo Frankfurt-Moscou. Em geral, se é conexão (e não escala), você tem que fazer isso com as bagagens, elas não vão automaticamente de um avião para o outro. Isso também leva tempo. Em aeroportos grandes é comum ver plaquinhas escrito quanto tempo leva, em minutos, para ir de um terminal a outro. Muita gente perde voo já estando dentro do aeroporto, porque calculou mal e subestimou o deslocamento a pé. Confira isso também, na volta, para saltar o mais próximo possível do seu local de embarque. Oito horas parece ok, mas pode ser que não seja. Muitas vezes, entre o momento que a aeronave toca o solo e aquele em que você de fato desce dela, passa-se 1 hora. Ainda mais voos internacionais, com muitos passageiros, aeronave grande. Coloque mais 1h-1h30 para pegar bagagens, imigração e guardar sua mala. Só aí se vão 2h-3h do seu tempo. Esperar em aeroporto é bem chato, mas, às vezes, para ter tranquilidade, o melhor é investir não em um passeio, mas em um descanso de algumas horas em um hotel do aeroporto (há pelo menos um dentro do aeroporto de Frankfurt, o MyCloud), em um lounge (seu cartão de crédito pode lhe dar acesso ou você pode pagar, cerca de 50 euros, em pelos menos dois deles), ou mesmo ficar de rolé pelo free shop, tomar um chopp, aproveitar as poltronas conforto. Você verá que as 4-5 horas de espera de fato vão passar mais rápido do que parece.
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