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  1. Belo Horizonte (Saída) Cidade do Panamá (Conexão) Cidade do México Pirâmides de Teotihuacan (México) Oaxaca (México) Chiapas de Corzo: Festa de Chiapas de Corzo; Cânion Sumidero (México) San Cristobal de Las Casas (México) Caracol Oventic: Cidade Autônoma Zapatista (México) Tulum: Ruínas de Tulum; Grand Cenote (México) Panajachel: Lago Atitlan (Guatemala) Feirinha de Chichicastenango (Guatemala) Antigua (Guatemala) Flores: Cidade Maia de Tikal (Guatemala) Belize City (Belize) San Pedro: La Isla Bonita (Belize) Playa del Carmen (México) Cancún (México) Cidade do México Cidade do Panamá: Canal do Panamá Belo Horizonte (Chegada) Foram 16 cidades em 4 países da América Central e do Norte. Visitamos desde lugares muito simples, especialmente na Guatemala, até a ostentação de Playa del Carmen e dos resorts de Cancún (que, até pela característica da viagem, não ficamos hospedados). Confesso que jamais me imaginei fazendo esse tipo de viagem, porque demanda um desapego que eu não tinha. Mas logo no primeiro mochilão fiquei encantado com a possibilidade de conhecer tantos lugares maravilhosos em tão pouco tempo. Além disso, fomos muito bem recebidos em quase todos os lugares que fomos. Isso nos fez programar outra viagem para Argentina e Uruguai no ano passado e a desse ano. No México, na Guatemala e no Panamá fomos maravilhosamente acolhidos, sempre recebidos com um sorriso no rosto. Já Belize foi um pouco diferente, especialmente em Belize City, porque lá, de um modo geral, as pessoas são frias e pouco acolhedoras. E em vários momentos me senti emocionado ao me deparar com paisagens incríveis, como as pirâmides de Teotihuacan da civilização Asteca, o passeio pelo cânion Sumidero, o Grand Cenote em Tulum, os vulcões no lago Atitlan, a subida ao vulcão ativo Pacaya, a cidade maia de Tikal, e o azul inacreditável das praias de Cancún. Sobre as pessoas que conhecemos ao longo desses 21 dias super intensos, só reforço a minha certeza de que o mundo está repleto de pessoas boas, e ao contrário do que muitos pensam, elas são a maioria. Na Cidade do México nosso querido colega @bernydiazz nos recebeu de forma extraordinária. Abriu sua casa pra gente como se fôssemos amigos de longa data. E fomos ajudados em diversos outros momentos de dificuldade, como nas fronteiras que atravessamos, quando adoecemos (um dia “perdido”, na cama, em função de uma infecção intestinal). Uma mãozinha aqui, outra ali e tudo dava certo. São momentos que, inevitavelmente nos fazem olhar pra dentro de nós. E o motivo é bem simples: a grandiosidade daqueles lugares nos faz ter a certeza de que algo muito poderoso comanda tudo, de que, definitivamente, nada está sob nosso controle. Dicas: Regra básica: leve dólares e pesquisa bastante em pelo menos duas casas de câmbio. Locais turísticos costumam ter um câmbio melhor. Nunca aceite a primeira oferta ao fechar um passeio, pesquise, pechinche. Em vários passeios é possível chegar de forma autônoma, você economiza e tem mais liberdade. As pirâmides de Teotihuacan, por exemplo, dá pra ir de forma independente. Se for visitar a Casa Frida Kahlo, na cidade do México, agende antes pelo site, porque a fila é enorme! Faça uma lista de hostels/hotéis das cidades que for visitar. Nós preferimos não agendar nada pra ter mais flexibilidade. O Museu de Antropologia, na cidade do México, é imperdível e tão gigante que não dá pra ser visitado num único dia. Em Cancún opte pela zona hoteleira, ficamos num bairro mais afastado e ficamos dependentes de transporte público. Se for a Coco Bongo, também em Cancún, compre o ingresso até as 22hs para pagar menos. Não espere encontrar muita coisa do Chaves, sou fã e fiquei decepcionado por ver tão pouca coisa dele no México. Nosso roteiro previa chegar em Belize pela Guatemala, depois do passeio na cidade maia de Tikal. Após o passeio, peça a van pra te deixar em Ixilu (um povoado na estrada), depois pegue uma van até a fronteira. Tentaram nos vender o transfer de Tikal até a fronteira por 500 Quetzal (R$250), sendo que o ônibus que vai de Ixilu até a fronteira custa 25 GTQ (R$12) por pessoa. Não aceite ser explorado! Viajar é assim: deixamos um pouquinho de nós e trazemos muito dos lugares que visitamos. Mais fotos em https://viagenseconquistas.wordpress.com/
  2. Saímos de Brasília numa quinta-feira da Semana Santa em direção a Palmas. Contratamos um passei de 3 dias pela Jalapão Turismo (http://www.jalapaoturismo7.com.br/), com os guias Alcides e Luciano. Recomendo fortemente essa agência, pelo cuidado e profissionalismo. Além dos passeios prometidos no roteiro, eles foram além e acabamos visitando outros atrativos turísticos. Vamos aos custos: Passagem áerea Brasília-Palmas Palmas-Brasília: R$319 (total) Hotel Jardim do Porto em Palmas 2 diárias (no dia da chegada e no último dia): R$230 Pacote Jalapão Turismo 3 dias: R$1.500 (inclui 2 diárias em Mateiros e São Felix, água nos passeios, almoço e jantar, exceto bebidas no almoço e jantar) O Jalapão é incrível! Além das belezas naturais, o lugar em si tem uma atmosfera inacreditável. Como tudo na vida tem os seus prós e contras, encontramos estradas em péssimas condições (já no primeiro dia o pneu do carro furou e do carro que nos seguia quebrou o retrovisor). Haja estômago para aguentar tantas curvas, buracos e emoções. Principalmente pela segurança vale a pena contratar uma agência séria. No primeiro dia visitamos o Cânion do Sussuapara (maravilhoso), a Cachoeira da Velha em que não é possível se banhar, a Praia do Rio Novo (comum, mas vale a pena), vimos o por do Sol das Dunas (que incrível!) e dormimos no município de Mateiros. Uma pousada indicada pela agência, simples, mas eficiente (com o cansaço que estávamos servia quase qualquer coisa). Na madrugada do segundo dia fizemos uma trilha pela Serra do Espírito Santo para ver o nascer do sol. Você sai as 4h da manhã do hotel, sobe uma trilha de 40 minutos e têm uma vista belíssima. Recomendo imensamente esse passeio. Retornamos ao hotel, tomamos um café da manhã maravilhoso e seguimos para o segundo dia de passeios, o dia mais belo da viagem, em que desfrutaríamos dos famosos fervedouros, que você não afunda em função da pressão das nascentes. Cada fervedouro tem sua beleza, então não se engane achando que será tudo igual. Nosso roteiro foi: Fervedouro buritis (lindíssimo) Comunidade Mumbuca onde são feitos os artesanatos de capim dourado Fervedouro Buritizinho Cachoeira da Formiga (linda, mas estava muitooo lotada) Fervedouro do Seiça (o fervedouro com a maior pressão da viagem) e um incrível pôr do sol na estrada (e uma lua cheia de presente) Seguimos para o município de São Félix, jantamos e fomos para um hotel simples, mas bem aceitável para os padrões da cidade. No terceiro e último dia tomamos o café da manhã e seguimos para as últimas atrações da viagem: Fervedouro Alecrim Fervedouro Bela Vista Almoço maravilhoso na Praia de Tamboriu Serra da catedral (nem paramos, é basicamente um monumento na estrada que parece uma catedral) Morro do vermelho (nada demais) e pra finalizar Um incrível pôr do sol no Cristo de Palmas (na verdade não tem um Cristo… ainda)Resumindo: o Jalapão é o local mais inóspito que já visitei na vida, com estradas de difícil acesso e lugares inacreditáveis, que nos convidam a um profundo mergulho interior. Não tenho palavras pra descrever esse lugar e as pessoas que conheci aqui. Visitem! PRIMEIRO DIA Cânion do Sussuapara Cachoeira da Velha Uma paradinha na estrada… Rio Novo / Praia do Rio Novo Dunas / Pôr do Sol nas Dunas SEGUNDO DIA Nascer do sol na Serra do Espírito Santo Fervedouro Buritis Comunidade Mumbuca Fervedouro Buritizinho Cachoeira da Formiga Fervedouro do Seiça Pôr do sol na estrada TERCEIRO DIA Fervedouro Alecrim Fervedouro Bela Vista Almoço na praia de Tamboriu Pôr do sol no Cristo de Palmas
  3. Olá pessoal, Acabo de voltar de um Mochilão por Bolívia Chile Peru Colômbia. Fiz um blog com dicas, relatos e fotos do Mochilão pra quem se interessar. viagenseconquistas.wordpress.com Abraços
  4. e esses estão duplicados, podem apagar
  5. Porque meu posto não aparece no lugar correto? Não consigo encontrá-lo na parte de viagens pela América do Sul, somente em Posts.
  6. Bolívia: Santa Cruz de La Sierra, Sucre, Potosí, Salar de Uyuni, La Paz, Copacabana Chile: Atacama Peru: Puno, Cusco, Machu Picchu, Lima Colômbia: Cartagena e Bogotá Um sonho, uma conquista, tudo ao mesmo tempo... Há 1 ano atrás começamos a programar um mochilão pela América do Sul e num primeiro momento faríamos o roteiro clássico dos mochileiros: Bolívia, Peru e Chile. Sim, mantivemos esses países e acrescentamos a Colômbia como um plus no final. Não vi nenhum roteiro como o nosso na internet, porque os mochilões duram em média 22 dias e nosso seria de 30. Começamos nossa viagem por Brasília, fomos para Campo Grande de avião, perdemos o trem da morte por não ter comprado a passagem para Corumbá com antecedência, e seguimos rumo a Bolívia. Ficamos em média 2 dias em cada cidade, passamos quase 1 dia viajando de ônibus entre o Atacama e La Paz pra conseguir fazer o Lago Titicaca, seguimos pelo Peru e finalmente Colômbia. Buscamos o melhor de cada cidade, entre passeios e lugares e não me arrependo de absolutamente nada. Cada lugar nos marcou de alguma forma. No blog praticamente não falo em custos, tem muito disso na internet, a intenção é descrever o que vivi e o que senti em cada lugar. A principal dica que dou é: deixe Macchu Picchu para o final, o lugar mais espetacular que já conheci em toda a minha vida, emocionante e com uma energia inexplicável. Começar com Machu Picchu é deixar o restante do seu roteiro meio sem graça. Outra coisa que faria diferente é começar pelo Atacama e só depois fazer o Salar de Uyuni. Confesso que fiquei tão impressionado e deslumbrado com o deserto de Sal da Bolívia e com o país em si (belíssimo e precário na mesma proporção), que o Atacama ficou meio assim, sem graça... O Atacama é lindo, mas é difícil evitar as comparações. Outras dicas, que lemos muito por aí e as vezes não praticamos é: pesquise muito as agências antes da viagem (no Salar tivemos um problema e conto isso no blog), não troque dinheiro na rua (pegamos nota falsa), cuidado com as comidas na Bolívia (priorize os restaurantes), ande sempre com comida e muita água na mochila, não largue seu casaco porque a temperatura varia muito ao longo do dia, invista em roupas de frio se você vai ao Uyuni (pegamos -20º C no último dia), faça o passeio de bike pela Death Road em La Paz e desapegue de tudo: banho, internet, limpeza, pelo menos na Bolívia e especialmente no deserto. Ah, e se prepare pra voltar alguém muito melhor do que você foi. Foram tantas emoções nesse último mês e tanta gente bacana que conhecemos, que realmente acredito que o mundo está repleto de pessoas boas. Elas são maioria e hoje tenho certeza disso. Leia mais no blog: http://viagenseconquistas.wordpress.com
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