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pattystrela

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  1. Oi!!! Você pode me dar ideia do quanto você gastou com hospedagem, comida, transporte, passeios, essas coisas? To indo agora em maio e queria me preparar bem. Obrigadinha
  2. Olá. você tem uma idéia de mais ou menos quanto gasta por dia? Preço médio de passeios, hospedagem, transporte, comida essas coisas? Estou indo agora em maio e queria me preparar adequadamente nesse sentido. Se puder ajuda, fico muito grata. Um abraço
  3. Minha viagem começou no dia que eu vi no site Melhores Destinos umas passagens muito promocionais pra Rússia e, já que eu nunca tinha ido lá, resolvi aproveitar a oportunidade. Foi uma decisão extremamente acertada, mas que na hora eu nem imaginava o quanto. Eu estava indo direto para o ápice do verão russo, quando acontece o fenômeno chamado Noites Brancas, quando não anoitece. Tem sempre um pouquinho de sol e terra fica em clima de festa. Eu AMEI a Rússia: linda, grandiosa, cheia de história, de gente bacana, de visões marcantes. Eu fui supreendida em cada detalhe, sempre pra melhor. Pra quem gosta de viajar é difícil falar em "melhor viagem", mas essa com certeza foi a que mais me supreendeu positivamente. Meu vôo era Guarulhos x Madri x Moscou, com a Ibéria. Tive sorte e só peguei avióes modernos, com todo o aparato de entretenimento tinindo, serviço de bordo excelente, minha única reclamação foi que na ida tinha um nigeriano do meu lado que queria conversar de qualquer jeito e eu não estava nem um pouco afim, então ele resolveu ir peidando descaradamente do meu lado até que eu não aguentei e me levantei abanado o nariz, aí depois disso ele começou a usar o banheiro soltar seus gases venenosos e deixar meu inocente nariz em paz. Foram muitas horas de viagem, porque moro no Rio de Janeiro, então minha viagem começou saindo de casa às 8:30 de sábado dia 13 de junho e aterrisando em Moscou às 17h do dia 14. Como eu tinha lido que o pessoal lá não fala muito inglês (e faz todo sentido, considerado o passado anti-americano do país), então resolvi aprender o básico de russo antes de ir. Baixei uns aplicativos da internet e me concentrei no básico: Oi, bom dia, onde fica, quanto custa, por favor, obrigada, desculpe, etc.. Foi um excelente investimento do tempo, porque me facilitou MUITO quando cheguei lá. Também procurei aprender um mínimo sobre como funcionava o alfabeto dele e recomendo que qualquer um que vá pra lá faça o mesmo. A imigração foi tranquila, saí no desembarque e segui direto as placas pro Aeroexpress, que é um trem que faz o trajeto do aerporto até a integração com o metrô. Recomendo muito. Fácil, rápido, tem wifi e custa 400 rublos. Depois o metrô, que custava 50 e logo eu estava na estação de metrô Tverskaya, onde eu deveria sair pra chegar no hotel. Bom, aí cheguei na esquina e fiquei perdidésima, porque as ruas são enorrrrmes, aquelas placas escritas naquele alfabeto cirílico que não dá pra entender nada e as instruções em inglês do meu anfitrião eram sofríveis. Aí veio a primeira surpresa. Um casalzinho jovem me viu com aquela mala enorme com o mapa na mão e vieram me perguntar onde eu estava indo. Em russo, claro. E aí eu mostrei o mapa e eles começaram a conversar entre si e olhavam pra mim como que se perguntando: como a gente explica isso pra ela. De repente fizeram sinal pra eu ir com eles e foram caminhando comigo até o hotel, dalí a uns 10 minutos. Achei sensacional, um sinal de boa sorte. tirei até uma foto com eles. O nome do hotel onde eu fiquei era Mini Aristocrat. Eu gostei demais, porque na verdade é a casa do anfitrião que ele resolveu alugar os quartos, então você pode usar a cozinha, guardar suas coisas na geladeira, etc. Preço bacana e bem legal, pra quem só quer se hospedar com dignidade mas vai passar o dia todo na rua passeando. Tomei um belo banho, troquei de roupa e fui imediatamente pra Praça Vermelha, que ficava dali a uns minutos de caminhada. Estava ansiosa pra conhecer pessoalmente a catedral de São Basílio tão linda nas suas curvas e no seu colorido. Ela é bem mais baixa do que eu imaginava, mas é linda mesmo assim. Fica láááá no final da Praça Vermelha, que é gigantesca, como tudo mais na Rússia. Minha impressão foi de que todos os governantes que aquele país teve tinham uma coisa em comum: a mania de grandeza. Depois de satisfazer essa vontade, voltei pro hotel pois estava muito cansada da viagem e precisava dormir. Só passei no mercado pra comprar umas coisas pra fazer um lanche. O nome do local é Eliseviski e parece mais um castelo do que um mercado. Muita coisa boa pra se comprar, dá pra passar horas lá dentro vendo todos os produtos, eu recomendo.
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