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Viviana Ciclobeijaflorismo

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9 Neutra

Sobre Viviana Ciclobeijaflorismo

  • Data de Nascimento 16-01-1989

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Estimo que mais de 5000km percorridos (certamente mais, é que parei de contar nos 5k) em terras tupiniquins entre peregrinações a pé, caronas diversas e bike, com muito pouco ou nenhum dinheiro na base de trocas e voluntariado, posteriormente com a venda de artesanatos. Tudo isso para descobrir que a maior viagem é dentro que acontece...
  • Ocupação
    Minha principal ocupação é buscar me refinar na arte de servir a todos e amar a todos. O resto acontece a partir disso.

Últimos Visitantes

149 visualizações
  1. Como ser mochileiro

    Olá, suellen! Sugiro que explore o fórum https://www.mochileiros.com/forum/20-guia-do-mochileiro/
  2. vídeos que inspiram

    Saudações! Tem um vídeo legal que inspire ou oriente na arte de viajar? Bóra compartilhar! Documentário: VOLTA & MEIOS (27min57s) Seis pessoas, cinco meios de transporte, um desejo: dar a volta ao mundo. No documentário independente "Volta & Meios", os viajantes Antonio Olinto, Grace Downey e Robert Ager, Paulo Cirillo, Raphael Karan e Raimundo Nascimento contam experiências e ensinamentos sobre suas viagens a bicicleta, carro, carona, moto e barco. Recheado com fotos e vídeos do próprios aventureiros, o filme é o primeiro documentário de Ana Carolina Marques e Jéssica Stuque, estudantes de jornalismo da ECA-USP. Documentário: 456 DIAS - UMA VIAGEM DE BICICLETA PELO BRASIL (15min28s) 456 Dias - Uma Viagem de bicicleta pelo Brasil", é um documentário do Projeto Pedalar é Preciso sobre uma aventura de 10.000 km pelo Brasil, envolvendo música, interação social e sustentabilidade. Curta Metragem: DEUMROLE (7min41s) Este curta metragem foi produzido pelo 'Coletivo Beleza da Margem' para as almas inquietas de pé quente e cabeça fria. Entrevista: MALUCOS DE BR - RAFAEL LAGE - 1ª PARTE - TV GAMBIARRA (18min58s) Entrevista com o fotógrafo e artesão Rafael Lage. Assuntos como estilo de vida, artesanato, liberdade, estrada, ocupação do espaço público, mídia e TV. Curta Metragem: MALUCOS DE ESTRADA - A RECONFIGURAÇÃO DO MOVIMENTO "HIPPIE" NO BRASIL (08min06s) Imagine a oportunidade de mostrar num filme um modo de viver que poucos conhecem e capaz de inspirar tanta gente! Sonhos, arte, poesia, cooperação, liberdade, revolução, desapego, igualdade, lutas... Sentimentos e ações que muitas vezes reprimimos em razão dos padrões sociais pré-estabelecidos, mas que são vividos intensamente por homens e mulheres que botaram uma mochila nas costas e o pé na estrada. Mas quem são eles? Como vivem? No que acreditam? O filme "Malucos de estrada: a reconfiguração do movimento hippie no Brasil" é uma iniciativa inédita que busca esclarecer a sociedade sobre a riqueza de valores deste universo cultural e colocar em discussão o atual processo de repressão que os artesãos vêm sofrendo. *** Este curta deu origem ao documentário "Malucos de Estrada II: Cultura de BR" que vocês podem assistir completo (01h39min42s) aqui: https://www.youtube.com/watch?v=E2xYfyEANMw&t=99s *** Documentário: CICLOVIDA (01h16min24s) Ciclovida conta a história de um grupo de pequenos agricultores cearenses que atravessou a América do Sul pedalando por mais de dez mil km na campanha de resgate das sementes naturais. Os viajantes documentaram adominação dos agrocombustíveis no campo e o deslocamento de milhões de pequenos agricultores e comunidades indígenas. O documentário foi escolhido o melhor documentário na categoria Conservação do Green Screen Environmental Festival Film/2010 e selecionado para o Blue Planet Film Festival emLos Angeles, EUA e Byron Bay Film Festival na Austrália. Playlist: DICAS DE CICLOTURISMO - com Antonio Olinto e Rafaela Ospino Sabe de mais algum? Compartilhe com a gente!
  3. Como construir uma kombihome

    Saudações! como não encontrei nenhum tópico parecido, crio este para compartilhar esta playlist que tive a alegria de encontrar sobre como montar uma kombihome, em uma linguagem bem didática, simples e honesta utilizando recursos minimalistas. In Lak'ech Ala K'In PRABHU AAP JAGO
  4. Como começar a vida de mochileiro?

    Saudações, irmãos e irmãs! de maneira beeeem resumida e superficial, comigo foi assim: A primeira vez que viajei de carona na BR foi num percurso de pouco mais de 100km até a cidade vizinha, no interior do estado de São Paulo; naquele momento soube que se consegui UMA carona certamente conseguiria a carona que quisesse para onde quer que fosse. Muitos carros passam, mas no fim só precisamos que UM pare e esse "um" que vai parar será exatamente o que você precisa. Outro ponto que sinto importante ressaltar o farei através de um poema do Fernando Pessoa: "A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos." Somos bombardeados com medo desde que nascemos; somos induzidos a acreditar que todos são culpados até que se prove o contrário, quando deveria ser o oposto. Não existe um tutorial para "aprender a confiar", mas podemos escolher não julgar. Lhes afirmo que a prática do não-julgamento abre o caminho para a confiança. E, quando se pegarem julgando, recomendo que se perguntem: quem em mim está julgando e por quê? E, o mais importante: só atraímos o que emanamos. Em qualquer lugar do mundo, em qualquer situação. Logo, se o que escolher plantar foi honestidade, gentileza e gratidão, irá colher honestidade, gentileza e gratidão. Ninguém planta banana e colhe maçã... Sobre o dinheiro afirmo que a maior parte de minhas viagens foram sem nenhum dinheiro ou com o mínimo (venda de artesanatos, contribuições voluntárias ou doações - aconteceram várias vezes!). Logo, é totalmente possível viajar sem nenhum dinheiro, você só precisa estar ciente de que irá precisar das mesmas coisas que precisaria se fosse viajar com dinheiro (ou simplesmente ficar aonde está!): vai precisar comer, vai precisar tomar banho, vai precisar dormir em um ambiente minimamente seguro, etc, a única diferença é que precisará suprir estas necessidades de outra forma. Lembrando que é importante que seu rolê seja autossustentável. O dinheiro é UMA forma de troca de energia, mas não é a única, vai da criatividade e da disposição pessoal de cada um. Não existem obstáculos, existem desafios proporcionais ao tamanho da nossa vontade. Ter informações é importante, faz parte do amadurecimento pessoal. No entanto, garanto que um único dia de viagem ensina muito mais do que se pode absorver lendo tudo o que há para ser lido em toda a literatura sobre o assunto na world wide web. A verdade é que não há como se preparar para isso e faz parte da experiência abrir mão dessa necessidade de controle. Mas ela também vem com o tempo. A maior distância que existe e a mais difícil de se percorrer é a distância entre a vontade de viajar e colocar o pé para fora da porta. O resto é poesia. In Lak'ech Ala K'In PRABHU AAP JAGO
  5. Alguém poderia me dar um conselho??

    Saudações, irmão! Gostaria de focar em dois pontos. O primeiro é: por que você está escolhendo colocar a sua felicidade na mão de outra pessoa? Isso equivale a dizer que para você ser feliz o outro tem que atender às suas expectativas, gostar das mesmas coisas que você ou comprar os teus sonhos. E, evidentemente, isso te coloca numa situação de infelicidade pois para você ser feliz isso depende de outra pessoa (e, muito provavelmente isso também é motivo de infelicidade para os demais envolvidos pois ninguém em sã consciência gosta de ser responsável pela felicidade ou infelicidade alheia). Logo, te convido a olhar para este ponto e se perguntar honestamente o por quê tem escolhido colocar a sua felicidade nas mãos de outra pessoa. Somente nós somos responsáveis pelas coisas que escolhemos sentir. Lição número um da autorresponsabilidade: nós estamos onde nos colocamos. E o segundo ponto como já dito pelo Mestre Antonio Olinto, e que posso afirmar com conhecimento de causa, é: o que nos incomoda no nosso travesseiro, nos incomoda em qualquer lugar do mundo. Quando a gente viaja, os nossos problemas vão junto com a gente. Mas talvez você só vá compreender isso quando tiver tomado a coragem de escolher viajar. Mas para isso você tem que invariavelmente explorar o primeiro ponto citado. Que você seja feliz. Que a existência possa compassivamente atender a todas as suas necessidades. In Lak'ech Ala K'In PRABHU AAP JAGO
  6. É tranquilo 2 garotas fazer um Mochilão no Nordeste?

    amada irmã, adicione a Chapada Diamantina no roteiro. E o mais importante: É TRANQUILO DUAS GAROTAS (OU UMA SÓ) FAZER MOCHILÃO EM QUALQUER LUGAR! Não deixe o medo do inconsciente coletivo te roubar o que mais tem de precioso. Nós atraímos apenas aquilo que emanamos, não importa o gênero ou a localização. Vá de coração aberto distribuindo gentileza e gratidão que apenas gentileza e gratidão é o que te alcançará! Boa viagem! In Lak'ech Ala K'In PRABHU AAP JAGO
  7. Ano Novo em Tiradentes ou Diamantina?

    Não posso dar informações sobre a relação custoxbenefício pois quando visitei Diamantina minha viagem era na base de nenhum custo e máximo benefício viajando de carona e dormindo acampada. No entanto, posso garantir que Diamantina é LINDA e tem várias cachoeiras próximas. O paralelepípedo é traiçoeiro (escorregadio) e as ladeiras desafiadoras, ainda assim uma das mais belas cidades que já tive a honra de conhecer. In Lak'ech Ala K'In PRABHU AAP JAGO
  8. Com ir pra Chapada dos Veadeiros sem carro?

    Depende do que pretende visitar. Se quiser conhecer Alto Paraíso e o Parque Nacional em São Jorge é tranquilo ir a pé pois o que mais tem é carona. Já se pretende visitar cachoeiras específicas como Santa Bárbara em Cavalcante ou a Catarata dos Couros já se torna um pouco mais trabalhoso, porém não menos viável. Você só precisa de disposição, a carona sempre aparece. Para visitar os pontos turísticos mais distantes, como os acima citados, recomendo que vá aos finais de semana principalmente nos meses de junho e dezembro, o número de visitantes aumenta exponencialmente e se torna quase impossível NÃO conseguir uma carona. Boa viagem! In Lak'ech Ala K'In PRABHU AAP JAGO
  9. Com ir pra Chapada dos Veadeiros sem carro?

    Também sei que existe um grupo no facebook chamado "conexão chapada" exclusivo para caronas DF-Alto Paraíso. E há números de transportes particulares de moradores da Chapada que fazem o percurso DF-Chapada todos os dias, te pegam em qualquer lugar que esteja e custa os mesmos R$60 do ônibus da Real Expresso ou menos, dependendo de quantas pessoas vão no carro. Não possuo mais nenhum número para compartilhar, mas sei que no aeroporto diariamente entre meio dia e 14h sai um carro e na rua ao redor da Rodoviária Interestadual sempre tem alguém gritando "Chapada? Vai pra Chapada?!" rsrsrsrs Boa Viagem! In Lak'ech Ala K'In PRABHU AAP JAGO
  10. De bike pela America do Sul !

    "Pra pençá" e sentir:
  11. De bike pela America do Sul !

    Sempre depende exclusivamente da nossa vontade, irmão. E sempre é possível encontrar a inspiração certa no momento certo: para inspirar: Para orientar: a cereja do bolo: Funcionou comigo... rsrsrsrs In Lak'ech Ala K'In PRABHU AAP JAGO
  12. De bike pela America do Sul !

    E só vou reforçar outra coisa: óculos! Use óculos! Aqueles com proteção lateral (o que uso é da decathlon e paguei menos de R$30). Nas rodovias é muita pedrinha, cascalho, sementes, insetos e afins que são atirados contra seu rosto. E aquelas bandanas que se pode usar tanto no rosto como touca são sensacionais! Protegem o rosto contra o sol e contra a marca de guaxinim que o óculos pode deixar, protege os lábios de queimarem, filtram o ar da fuligem e poeira que podemos respirar, protegem os ouvidos em caso de ventos fortes e ajudam a absorver o suor e a chuva para não escorrer para os olhos. Se tiver sem grana, usar uma manga de camiseta cortada é tão funcional quanto!
  13. De bike pela America do Sul !

    @Paulo Henrique PHC Olá, amado irmão! Saudações! Vou compartilhar minha experiência na esperança de que possa te ajudar de alguma maneira. Quando escolhi migrar das viagens de carona e das caminhadas buscando mais autonomia através da bike também tive muitas dúvidas sobre o equipamento mínimo necessário. Quanto aos ítens de vivência, por já estar acostumada, foi só uma questão de distribuir e equilibrar todo o conteúdo da mochila cargueira para a bike. No lugar dos alforges usei dois baldes de margarina vegetal presos por uma corda e também colei refletores de caminhão neles. Uma alternativa baixo custo e funcional, pois além de alforges os baldes serviam como banquinhos, como mesa de apoio, para lavar roupa, para tomar banho e até como cajón! rsrsrsrs Infelizmente não tive como colocar um bagageiro frontal e durante a viagem carregava uma pequena mochila nas costas, no entanto isso é algo que havia sido alertada para não fazer mas tive que ignorar. Então, assim como o irmão acima citou, reforço: se possível, evite carregar peso nas costas pois atrapalha MUITO. Sobre a bike, vou citar o Mestre Antonio Olinto quando disse uma vez que a bike certa para você fazer a sua viagem é aquela que você tem, pois o principal necessário é vontade e coragem. Empiricamente verifiquei que essa máxima é verdadeira... No entanto, certifique-se de ter selim e guidão minimamente confortáveis. Não pude colocar um guidão borboleta mas os bar ends de R$20 fizeram TODA a diferença. Recomendo que leia este artigo: http://www.revistabicicleta.com.br/bicicleta.php?cicloturismo__o_que_levar&id=3811&fb_comment_id=1413352702226174_1596990330529076#f2ed243e1c71434 E sobre o que comer basicamente me alimentava de frutas diversas, mas nunca deixei de carregar um saquinho com castanhas/amendoim e uvas passas, aveia e chia. Acredite: salva! Mas se realmente quiser escolher se preocupar com algo, se preocupe em sempre ter uma roupa de frio seca e que te aqueça. Hipotermia e desidratação, as duas únicas preocupações que valem a pena. De resto, nada faltará àquele que confiar. Mas não acredite em minhas palavras. Duvide delas e vá testar por si só... rsrsrsrs In Lak'ech Ala K'In PRABHU AAP JAGO
  14. Desafio Mochilão Minimalista

    Olá!! Saudações, amado irmão! Por experiência vou te dizer o que há pouco ouvi de outro irmão e que sinto contemplar sua questão: "Não tem como se preparar para isso". E, honestamente, nem sei se é a intenção quando se escolhe fazer este tipo de viagem/turismo. Você sempre vai carregar alguma coisa que nunca vai precisar e sempre vai faltar algo que pode aparecer com a necessidade (ou não). Agora se sua intenção for REALMENTE ser minimalista, leve água e uma blusa muito boa contra frio e chuva. Nada, NADA, pode ser pior do que desidratação ou ficar molhado de chuva ou com frio. O resto, jamais faltará àquele que confiar. Mas se eu fosse você não acreditaria nessas palavras e iria descobrir por mim mesma... rsrsrsrs
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