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Contramapa

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Sobre Contramapa

  1. Caminho Português de Santiago de Compostela

    Estávamos todos em minha casa quando tudo começou. Eles jantam por lá uma vez por semana e a Debs oi a primeira a chegar. “E se fizéssemos o Caminho de Santiago?“, lancei eu. Para surpresa minha, o desafio foi aceite sem reticências. O mote estava lançado. Quando o Pedro e a Rute chegaram, revelaram-se também caminhantes inesperados. “A sério? Sempre quis fazer isso. E já tirei esses dias de férias. ‘Bora”. Sempre prático, o Pedro. “Se vocês vão, eu não fico aqui a fazer nada”. Afinal, o Caminho é comunidade, não é assim Rute? Estava o grupo montado, o compromisso assumido. Dentro de um par de meses, íamos andar. Ainda não sabíamos bem de onde, mas o destino final seria Santiago de Compostela. Leiam aqui o artigo completa com as Etapas desde Valença.
  2. Olá Mochileiros! Venho aqui divulgar o meu blog, para quem queira acompanhar os meus relatos completos lá no site. Chamo-me Diana, nasci em Lisboa e por cá continuo a viver. O blog começou em 2015, quando me preparava para uma grande viagem pelos Estados Unidos, uma coast to coast. Formei-me em Jornalismo e, apesar de já não trabalhar na área, continua com uma grande paixão pela escrita e por contar histórias. Juntei à escrita o gosto pelas viagens e aí está o Contramapa: porque nas contracapas dos meus livros, há sempre um roteiro, uma próxima viagem! O blog tem muitos artigos sobre os Estados Unidos e sobre Portugal. Este ano já fui também ao Japão e a Marrocos e tem também muita matéria sobre esses destinos. Para os curiosos deixo abaixo os links: http://contramapa.com http://facebook.com/contramapa http://instagram.com/contramapa http://twitter.com/contramapa Digam aí nos comentários se gostaram da escrita e das fotografias Beijinhos!
  3. Miyajima: ilha dos deuses!

    Depois do turbilhão emocional em Hiroshima, fomos conhecer um reduto de paz e natureza: a Miyajima. Localizada a cerca de uma hora de Hiroshima, é de fácil acesso e muito popular entre os turistas. E com razão. Ao nos aproximarmos da ilha de Miyajima de ferry (ou ilha de Itsukushima), começamo-nos a aperceber quão especial é este lugar. Não gosto de utilizar a palavra mágico, mas foi isso mesmo que senti à medida que éramos embalados pelo barco e a distância encurtava. Leiam aqui o artigo completo sobre a ilha de Miyajima.
  4. Não vou estar com eufemismos. É uma longa jornada. Apenas duzentos quilómetros separam Marrakech de Ouarzazate, mas com a cordilheira do Atlas pelo meio, a distância percorrida parece duplicar. Spoiler alert: tudo vale a pena quando a alma não é pequena. Iniciámos a jornada cedo. Prontos às 9 horas da matina, lá nos despedimos do nosso riad em Marrakech, rumo às montanhas. Deixávamos para trás uma cidade dourada de uma energia fulminante, para entrar nas estradas cada vez mais inóspitas que nos levam às profundezas de Marrocos. ... Leiam o resto da história aqui.
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