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Jorge Soto

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Tudo que Jorge Soto postou

  1. http://jorgebeer.multiply.com/photos/album/252/Rio_das_Areias SUBINDO O RIO DAS AREIAS Dos afluentes q abastecem o Rio da Onça - aquele q rasga o medonho “Vale da Morte” - o Rio das Areias é o q mais se destaca. Não apenas por ser seu mais extenso tributário e sim por ser o q abriga a queda mais ilustre, a majestuosa Cachu da Fumaça. Programa tradicional do regato é sempre descer até a notória cachu ou, no máximo, ir além dos limites do “Portal”. Mas será q alguém já se animou a subir este mesmo rio, por completo, e explorar seus meandros até sua nascente??? Pois bem, às vésperas de um fe
  2. Meu caro Wanderlei, se foi por falta de local pra acampar (q foi o q outro funiculeiro me confidenciou pelo face, com uma queixa similar à sua) tinha uma clareira logo acima daquela pirambeira logo a frente, no primeiro ombro serrano. Bastava apenas subir e procurá-la. Noutras, faltou somente disposição. No entanto, isso não me exime da impressão q no final de contas me foi deixada, pois qq lugar no mato ao redor daquela deplorável ponte era mto melhor (e mais limpo) do q ali. Em tempo, teve um relato bem mais recente de uma trip no Vale da Morte em q elogiei os funiculeiros, do qual sequer
  3. http://jorgebeer.multiply.com/photos/album/246/Travessia_do_Carrasco A GRANDE TRAVESSIA DO CARRASCO Uma das travessias menos conhecidas é a q atende pelo nome de Vista Alegre, divulgada pelo gde montanhista Sergio Beck, andarilho veterano q inspirou td uma geração a cair no mato, inclusive este aqui q vos agora escreve. À semelhança do caminho do Morro do Pinga, tem seu último trecho completamente tomado pela mata e devido a isso surgiram algumas variações do dito cujo q, em linhas gerais, parte do asfalto da BR-459 e percorre a crista da Mantiqueira sentido sudoeste, concluindo no Hor
  4. quer evitar assalto? Nao saia de casa.. quer evitar acidente de transito? Nao saia de casa.. quer evitar cobras? Nao saia de casa.. aff!
  5. http://jorgebeer.multiply.com/photos/album/250/250 TRAVESSIA ANCHIETA – ESTRADA DO MIRANTE Não so de antigas picadas indígenas, veredas coloniais jesuítas ou trilhas de manutenção ferroviária compõem os caminhos q percorrem a exuberante Serra do Mar paulistana. No auge do desenvolvimento industrial, a construção de gdes represas e pequenas usinas ao largo da Serra do Cubatão foram peças-chave pra impulsionar a economia tanto da cidade de Cubatão como da Gde São Paulo. Na encosta da Serra foram construídos tubos adutores que levariam a água do reservatório, para a usina, acompanhados de vi
  6. http://jorgebeer.multiply.com/photos/album/251 TRAVESSIA PEDRA GRANDE – FAZENDA QUILOMBO Desde q fui apresentado à Pedra Grande de Quatinga, enorme domo rochoso q se eleva 1100m na divisa entre Sto André e Mogi das Cruzes, nunca retornei pelo mesmo caminho, pois sempre busquei saídas diferenciadas a partir do cume. Desde a tradicional trilha q acompanha a crista principal na direção sul, e desemboca numa “fazenda-militar” repleta de cachorros anti-sociais e onde estranhos não são bem recebidos, perto do Simplão; até o sentido contrário, sem vereda alguma, rasgando a abaulada florestada cr
  7. eu tb sempre confundo (até nos relatos) a nomenclatura desse pequeno cruso dágua, mas o nome correto é Rio das Areias e nao consta na carta de Santos. Rio das Pedras é outro, aquele q deságua no Sertaõzinho e, consequentemente, no Itapanhaú (Mogi). E tem outro com o mesmo nome, q rasga montanha baixo a Serra de Cubatão, perto da cota 53.
  8. http://jorgebeer.multiply.com/photos/album/249 O LAGO DO SIMÃO O Ribeirão do Simão nasce no alto da Serra do Garrafãozinho e atravessa tortuosamente o miolo da antiga Faz. São Simão - q deixou de fabricar celulose meados do séc. passado - até desaguar no majestuoso Rio Itatinga, alguns kms a sudoeste. Na verdade, nem sei se esse é o nome correto do regato, mas como não encontrei identificação na carta de Mogi e ninguém da região (inclusive Seu Geraldo!) soube precisar seu nome, resolvi simplesmente apelidá-lo de Ribeirão do Simão por motivos óbvios. Desde q o conheço por rio, a vontade de
  9. Isso acontece sim, se dentro da barraca tiver algo com cheiro forte, como mortadela, feijoada, carne assada, etc.,eles furam a barraca msm. Mas se não tiver nenhum cheiro que os atrai, é de boa. Toninho, isso as vezes nem sempre dá certo! Qdo os bichos tao famintos nao tem jeito.. eles entram mesmo! Foi o q aconteceu comigo no Alto do Capim Amarelo, ja faz tempo. Apesar das precauçoes tomadas, de noite os maleditos mocozinhos roeram minha barraca, comeram meu pão de forma td vedado dentro da mochila, e ainda por cima cagaram no interior dela. Agora deixo td q possa atrai-los geralmente
  10. http://jorgebeer.multiply.com/photos/album/247/Trilha_do_Macaco EM BUSCA DA TRILHA DO MACACO Paranapiacaba está repleta de lugares e recantos pitorescos, principalmente daqueles q atendem por nomes curiosos q ninguém sabe exatamente precisar localização (ou até veracidade de sua existência), mas q certamente td mundo já ouviu falar. Um deles é uma tal “Trilha do Macaco”, vereda da qual sempre ouvi falar mas nunca soube de fato onde ficava, supostamente situada nas entranhas serranas do Vale do Quilombo e q faria uma rápida interligação da vila inglesa ao rio homônimo. Além disso, a vered
  11. http://jorgebeer.multiply.com/photos/album/244/Cachu_Paraiso UM PARAÍSO NO RIO DAS PEDRAS Situada ao sopé da Serra do Mar na baixada santista de Cubatão, a Usina Henry Borden gera a energia necessária pras suas atividades graças a força dos rios q despencam do planalto rumo litoral. Paralelo à mesma, o Rio das Pedras igualmente despeja seu conteúdo cristalino serra abaixo na mesma proporção, desta vez oferecendo não energia e sim um espetáculo natural traduzido sob a forma de uma maravilhosa cachoeira, a Cachu do Paraíso, visível até da Rod. Anchieta. O q poucos sabem é q esta magníf
  12. http://jorgebeer.multiply.com/photos/album/243/243 O “BURACÃO” DO VALE DA MORTE Verão é época ideal pra descer vales e percorrer rios onde, geralmente, o gás q move o grupo é a atração principal: uma bela cachoeira. E qdo falamos de uma queda dágua de dimensões superlativas cujas águas despencam num enorme rombo na rocha, um buraco quase circular cujo suposto único acesso é um estreito desfiladeiro de paredões q se elevam a quase 80m? Certamente o ânimo eleva-se ao quadrado. E o q dizer qdo esta cachu ainda nem nome tem, ninguém a conhece e seu acesso demanda determinação, fôlego e mta ra
  13. e sem necessidade alguma de um certo aparelhinho q muita gente passou a depender até pra ir no banheiro...
  14. http://jorgebeer.multiply.com/photos/album/240/Travessia_do_Ribeirao_de_Itu REDESCOBRINDO A CLÁSSICA SALESÓPOLIS – BOIÇUCANGA Qdo o Guto me ligou convidando descer a serra pela trilha q acompanha o Ribeirão de Itu sentido litoral norte paulista não pensei duas vezes em topar pois não se tratava de uma picada qq. A pernada em questão era a outrora tradicional vereda tb conhecida como “Travessia Salesópolis-Boiçucanga”, da qual nunca mais ouvi falar por causa dos boatos da mesma estar fechada pelo mato por conta do desuso. Sendo assim, num recente fds fomos conferir a veracidade destes rum
  15. Parabens pela trip.... mas apenas pra constar... alem do vale do Rio das Areias, do Portal e da Garganta do Diabo tem uma cachu q deixa a Fumaca, dos Grampos e dos Cristais parecendo uma simples bica. Uma cachu q sequer nome tem pois se situa numa regiao de dificil acesso q apelidei de Estomago do Diabo, onde nem agencias se arriscam a colocar pe la. Algumas nem sabem sequer da existencia dela e certamente nunca foi rapelada. O topo dessa cachu ja foi alcancado por apenas meia duzia de perrengueiros... e seu enorme poco sera conquistado em breve, pois situa-se num vertiginoso canion. Ai teremo
  16. http://jorgebeer.multiply.com/photos/album/242/242 O POÇO DO SIMÃO Durante mto tempo a Fazenda São Simão ocupou-se em extrair da mata nativa original q forra td setor sul da Serra do Garrafãozinho a matéria prima necessária pra produção de papel, no século passado. O tempo passou. A fazenda terminou desativada e, enfim, abandonada. Restou, no entanto, dentro de td área q abrange sua gde propriedade a estrada principal de manutenção – hj parcialmente tomada pelo mato – dos outrora reflorestamentos. Desta brotou uma rede de trilhas e veredas, costumazmente utilizados tanto por caçadores co
  17. http://jorgebeer.multiply.com/photos/album/241/Trilha_dos_Grampos UM DIA QUALQUER NA SERRA A idéia era descobrir uma picada q me foi soprada a um tempo e emendar algum outro programa junto pra tornar o feriado produtivo. A “Trilha dos Grampos” era uma vereda q apenas ouvira comentar de leve, mas agora com alguma info mais concreta decidi tentar encontrá-la. Ah, sim. A picada em questão supostamente interligaria o asfalto (q ruma sentido Paranapiacaba) diretamente à Cachu dos Grampos, situada no Rio Vermelho, sem necessidade de percorrer td leito pedregoso (como costumo fazer) deste sinuo
  18. http://jorgebeer.multiply.com/photos/album/238/Pico_do_Jaragua PICO DO JARAGUÁ, DEZ ANOS DEPOIS Visivel da janela da minha casa - situada no alto de uma colina na zona oeste da capital paulistana - o Pico do Jaraguá destoa da horizontalidade da metrópole elevando-se elegantemente sob a forma de um pequeno serrote q recorta o horizonte com seus dois picos apontando pro céu, no extremo oeste da cidade. De altitude acanhada (1135m) se comparada a outros points e dificuldade zero de acesso ao cume, o Pico do Jaraguá é bate-volta clássico de “iniciação à aventura” na “montanha” mais próxima
  19. Aeee, Toninho..gostei de ver! Belo e perrengoso roteiro o seu! Mto bom, seu cabra bom da peste! Só faltou emendar o Pati + cachoeirao, a Travessia dos Marinbus (o pantanal da chapada), as Gerais do Machambongo e a pouco conhecida Capão - Mucugê, mas quem é q consegue isso lá? A chapada é mto gde e um mês é pouco pra conhecê-la por inteiro.. Qdo for pras outras chapadas - veadeiros e guimarães - nao hesite em me contatar q te passo uns roteiros duca...mas q particularmente nao se comparam aos da Chapada Diamantina. abracção
  20. http://jorgebeer.multiply.com/photos/album/237/Sete_Quedas AS SETE QUEDAS DE MAIRIPORÃ Durante minha primeira visita a Mairiporã, município paulista distante 30km da capital, uma placa com um interessante “ícone de cachu” indicando uma tal Sete Quedas instigou minha curiosidade a ponto de saber do q se tratava. Contudo, a escassez de tempo naquele bate-volta impediu minha ida à cachu e portanto deixei proutra ocasião. Pois bem, estes dias estando à toa (e sem idéia melhor) resolvi fugir um pouco do pólo Mogi-Paranapiacaba e fui lá conferir a dita cuja - tb conhecida como “Cascatinha” -
  21. http://jorgebeer.multiply.com/photos/album/239/239 O “PISCINÃO” DO RIO QUILOMBO Perdi a conta das investidas q já fiz ao Rio Quilombo, respeitável curso dágua q serpenteia o vale homônimo em seu sinuoso curso rumo à baixada santista, nos arredores de Paranapiacaba. Apesar de já palmilhar seu leito pedregoso de cabo a rabo - desde suas nascentes no alto da serra até o Poço das Moças - sempre passei batido por um dos seus maiores atrativos, um tal de “Piscinão”, próximo de um antigo acampamento palmiteiro conhecido como “Rancho 71”. Com tempo de sobra e ainda me recompondo fisicamente dos f
  22. os "perdidos na serra do mar" se concentram na regiao de Bertioga e Itanhaem... Pro lado de Santos e Cubatão as ocorrencias sao rarissimas, ate pq tem a vila de Paranapiacaba e a ferrovia como referencia, coisa q Eng. Marsilac, Curucutu e Mogi nao tem.. A unica excecao foi a do Minduca, mas a dele nao foi de "perdido"..
  23. eu fiz a Rota do descobrimento poucos anos apos q ela foi" instaurada", por assim dizer, em 2003.. e foi de Porto Seguro até Prado...beeem além de Corumbau..
  24. nao existe trilha de paranapiacaba ate praia gde... na baixada, apenas ate cubatao.. e ela pode ser feita pela batida (e eventualmente farofada) Trilha do Rio Mogi, ou pela meno conhecida, selvagem e bem mais pauleira Trilha do Padre (via Serra do Meio) ou pela Trilha das Motos, ja na Serra do Quilombo, via Morrão.. existem outras, porem em pessimo estado de conservacao..
  25. http://jorgebeer.multiply.com/photos/album/236/236 COMPRAS NA 25 DE MARÇO: PERNADA URBANA NERVOSA O calor abafado é infernal. Não se anda além de poucos metros. Os obstáculos são inúmeros e nauseantes. O sol do meio-dia é desgastante e cozinha os miolos sem piedade. O barulho inunda os ouvidos numa cacofonica inimaginável. E não se trata de nenhuma megatravessia não. É apenas mais um dia normal perambulando pela famosa Rua 25 de Março, fazendo compras em pleno sabadão na véspera do Natal. Ao lado da “Corrida de São Silvestre”, da subida ao “Relógio da USP” e da “Parada Gay”, este é mais u
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